EFEDRIN

CRISTALIA

Atualizado em 08/12/2014

EFEDRIN 50MG/ML-100ap. 1ml:

EFEDRIN®
Sulfato de Efedrina

Forma Farmacêutica de Efedrin

Solução injetável - 50 mg/ml

Apresentação de Efedrin

1 Caixa com 100 ampolas de 1 ml
USO PEDIÁTRICO OU ADULTO

Fórmula de Composição de Efedrin

Cada ml contém:Sulfato de Efedrina (DCB 0458.03-1) .................... 50 mg
Água para injetáveis qsp .................... 1 ml
(Contém: hidróxido de sódio e/ou ácido clorídrico1 q.s.p. pH)

Informações Técnicas de Efedrin

O produto deve ser mantido em temperatura ambiente, entre 15 e 30oC, protegido da luz e não deve ser congelado.
O prazo de validade é de 24 meses a partir da data de fabricação impressa na embalagem. Não administre medicamento com o prazo de validade vencido.
A solução injetável não contém conservantes.
A administração deste produto pode ser feita por via intramuscular, via subcutânea2 e via intravenosa lenta, sob estrita supervisão médica em hospitais.
Tanto a administração como a suspensão do tratamento, somente deverão ser feitas sob orientação médica.
Não usar o medicamento se a solução não estiver límpida e a embalagem intacta. Proteger a ampola da luz até o momento de usar.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE3.
O Sulfato de Efedrina é uma amina simpatomimética, que estimula os receptores alfa e beta- adrenérgicos4, resultando em aumento sistólico e diastólico da pressão sangüínea5 e aumento do débito cardíaco6. Esse efeito vasopressor resulta principalmente do aumento de débito cardíaco6 e em menor intensidade, de vasoconstrição7 periférica.
O Sulfato de Efedrina também estimula o sistema nervoso central8 de modo similar às anfetaminas. É uma amina de ação mista, age nos receptores tanto direta como indiretamente, através da liberação de norepinefrina, promovendo efeitos que não são significativamente afetados nem pela desnervação das estruturas inervadas pelo simpático9, nem após a depleção10 das catecolaminas de seus depósitos tissulares por drogas como a reserpina. O sulfato de efedrina pode depletar os reservatórios de norepinefrina dos nervos simpáticos e podendo assim ocorrer taquifilaxia.
Os receptores alfa associam-se à maioria das respostas excitatórias das aminas simpatomiméticas (como contração vascular11, excitação ectópica12 do miocárdio13, contração uterina, contração do músculo radial da íris14, contração da membrana nictitante, contração pilomotora).
Os receptores beta relacionam-se às respostas inibitórias do neurônio simpatomimético, como dilatação vascular11, relaxamento dos brônquios15 e relaxamento do útero16.
O Sulfato de Efedrina é classificado como uma amina predominantemente vasoconstritora, embora seja um poderoso bronco-relaxador.
A biotransformação ocorre, em pequenas quantidades, no fígado17. A glicogenólise18 hepática19 é aumentada mas não tanto como com a epinefrina. As doses usuais de efedrina não costumam produzir hiperglicemia20. A efedrina aumenta o metabolismo21 e o consumo de oxigênio, provavelmente como resultado da estimulação central.
A meia-vida de eliminação da droga, é de cerca de 3 horas com pH urinário de 5, e 6 horas com pH urinário de 6,3.
A eliminação é essencialmente renal22, sendo excretada sem modificação, juntamente com pequenas quantidades de metabólitos23 produzidos pelo metabolismo21 hepático. A porcentagem de excreção da droga e metabólitos23 é aumentada com a acidificação da urina24.
A droga é completamente absorvida após injeção25 parenteral. As respostas pressóricas e cardíacas persistem por uma hora após uso de 25 a 50 mg por via subcutânea2 ou intramuscular.

Indicações de Efedrin

O produto é indicado para combater a queda da pressão sangüínea5 durante anestesia26 raquidiana, ou outros tipos de anestesia26 condutiva não tópica. Também é utilizado como agente pressórico em estados hipotensivos, após simpatectomia ou após superdosagens de agentes bloqueadores ganglionares, agentes antiadrenérgicos, alcalóides do veratrum, ou outras drogas usadas para diminuir a pressão sangüínea5 no tratamento da hipertensão arterial27.
É indicado, às vezes, para aliviar broncoespasmos28, sendo menos efetiva que a epinefrina para esse propósito.
Usado no tratamento do estado de choque29, qualquer que seja a sua natureza, tendo como finalidade o aumento da pressão.

Contra-Indicações de Efedrin

É contra-indicado a pacientes com conhecida hipersensibilidade às aminas simpatomiméticas.
É também contra-indicado o uso do medicamento quando existirem os seguintes problemas médicos:
•  Glaucoma30 de ângulo estreito.
•  Pacientes anestesiados com ciclopropano e halotano uma vez que esses agentes sensibilizam o coração31 a ação arritmogênicas das drogas simpatomiméticas.
•  Em obstetrícia, quando a pressão sangüínea5 materna é maior que 130/80 mm Hg.
•  Em tireotoxicose, diabetes32, hipertensão33 e outras desordens cardiovasculares.

Precauções e Advertências de Efedrin

O Sulfato de Efedrina deve ser usado com cuidado em pacientes com hipertireoidismo34, hipertensão33, doenças cardíacas (insuficiência cardíaca35, angina36 pectoris, pacientes recebendo digitálicos), arritmias37 cardíacas, diabete e instabilidade do sistema vasomotor, pacientes tomando inibidores da monoaminoxidase38.GRAVIDEZ39 - Categoria C:
Até o momento não foram realizados estudos de reprodução40 em animais ou humanos. Não se sabe se efedrina pode causar dano fetal quando administrada à gestante, ou se pode afetar a capacidade reprodutiva. A relação risco-benefício deve ser considerada quando houver necessidade de uso.

Amamentação41 de Efedrin

O Sulfato de Efedrina é excretado no leite materno e pode causar efeitos colaterais42 na criança. Portanto, é contra-indicado para a mulher que está amamentando.

Trabalho de Parto e Parto de Efedrin

Quando utilizado para manter a pressão sangüínea5 durante a anestesia26 espinhal, pode haver aceleração cardíaca fetal. Não é recomendado em obstetrícia quando a pressão sangüínea5 materna exceder 130/80 mm Hg.Se medicação vasopressora for utilizada para corrigir hipotensão43, ou adicionada ao anestésico local durante o trabalho de parto e parto, alguns medicamentos ocitócicos como, a ergotamina, ergonovina, e metil-ergonovina, podem causar hipertensão33 grave e persistente e ruptura do vaso sangüíneo cerebral no período de pós-parto.

Crianças de Efedrin

As crianças são especialmente sensíveis ao efeito do Sulfato de Efedrina.
Os efeitos colaterais42 e problemas com o uso do medicamento são os mesmos para crianças e adultos.

Idosos de Efedrin

Não existem informações específicas com relação às diferenças de uso e efeitos colaterais42 em idosos, comparando-se com os adultos em outras faixas etárias. A possibilidade de retenção urinária44 em paciente de idade avançada não deve ser esquecida.

Interações Medicamentosas de Efedrin

Deve-se ter cuidado quando o Sulfato de Efedrina é administrado a pacientes que fazem uso de:
Agentes bloqueadores alfa-adrenérgicos4:- podem reduzir a resposta vasopressora a efedrina, causando vasodilatação.
Hidrocarbonetos anestésicos por inalação:- ocorre aumento do risco de arritmia45 ventricular ou arterial, pois o anestésico sensibiliza o miocárdio13. Quando houver necessidade de uso do produto em pacientes recebendo o anestésico, o uso deve ser conduzido com cautela e em doses bem reduzidas.
Antidepressivos tricíclicos:- podem potencializar o efeito pressórico e cardiovascular, resultando em arritmia45, taquicardia46, hipertensão33, hiperpirexia.
anti-hipertensivos ou diuréticos47 usados como anti-hipertensivos:- o efeito anti-hipertensivo pode ser reduzido.
Agentes bloqueadores alfa-adrenérgicos4:- ocorre inibição do efeito cardíaco e broncodilatador48.
Cocaína:- há aumento do efeito cardiovascular e risco de efeitos adversos.
Glicosídeos digitálicos:- que sensibilizem o miocárdio13 às ações dos agentes simpatomiméticos.
Diuréticos47:- diminuem a resposta de drogas pressóricas como o Sulfato de Efedrina
Donopram:- aumenta o seu efeito pressórico.
Ergotamina:- com uso concomitante, produz isquemia49 vascular11 periférica e gangrena50.
Ergovina, metilergovina, metilsergida:- quando usados com Sulfato de efedrina podem resultar na elevação da vasoconstrição7.
Inibidores da Monoaminoxidase38:- prolonga e intensifica a estimulação cardíaca e o efeito pressórico. Pacientes que tenham recebido inibidores da MAO51, 2 a 3 semanas antes da administração do agente simpatomimético, devem receber uma dose reduzida e não mais que 1/10 da dose usual.
Reserpina e metildopa:- reduzem as respostas pressóricas do Sulfato de Efedrina.

Reações Adversas / Colaterais de Efedrin

Pacientes hipersensíveis à droga podem apresentar uma dermatite52 de contato no local da aplicação.Devido à vasoconstrição7 periférica, pode ocorrer necrose53 ou gangrena50 com uso prolongado da droga em altas doses, ou em baixas doses na presença de doença vascular periférica54.
Pode também ocorrer:
•  angina36, dispnéia55, palpitação56, taquicardia46, bradicardia57, arritmia45 ventricular, hipertensão33, hipotensão43, especialmente com altas doses.
•  náuseas58, vômitos59, cefaléia60, palidez, vertigem61.
•  inquietação, nervosismo, tremores, fraqueza, ansiedade, tensão.
•  dor e desconforto no tórax62, pulsação irregular.
•  em altas doses, podem ocorrer alucinações63, confusão, delírios, mudança no estado de espírito e mental.
•  dose excessiva pode causar um pronunciado aumento na pressão sangüínea5 produzindo hemorragia64 cerebral.
•  doses repetidas podem causar contrações de esfíncter65 vesical66, interferindo com a micção67 espontânea.
•  em idosos, pode haver retenção urinária44.

Posologia de Efedrin

O EFEDRIN® pode ser administrado por via intramuscular, via subcutânea2 ou via intravenosa lenta.
A via intravenosa é utilizada quando necessita-se um efeito imediato. A absorção, ou início da ação, pela via intramuscular é mais rápida, entre 10 a 20 minutos, que pela via subcutânea2.
Uso Adulto:
De 25 a 50 mg (correspondente a 0,5 a 1 ml do produto), por via subcutânea2 ou intramuscular, é usualmente suficiente para prevenir ou minimizar a hipotensão43 secundária à anestesia26 espinhal. A repetição da dose deve ser orientada pela resposta da pressão sangüínea5.
Por via intravenosa lenta, a dose varia de 10 a 50 mg (correspondente a 0,2 a 1 ml do produto) e somente deve ser usada, se forem necessários efeitos imediatos.
A dose total diária para adultos não deve exceder 150 mg de efedrina.
Uso Pediátrico:
Via intravenosa ou subcutânea2:
A dose em criança é de 3 mg/kg/dia ou 100 mg/m2/dia, dividida em 4 ou 6 doses, ou em função da resposta do paciente.

Superdosagem de Efedrin

A superdosagem é caracterizada por excessivo efeito hipertensivo, que pode ser aliviado reduzindo ou descontinuando a medicação temporariamente, até a queda da pressão sangüínea5.
Medidas adicionais usualmente não são necessárias pois a duração de ação destes agentes é pequena.
Caso este procedimento não seja suficiente, pode ser administrado um agente bloqueador alfa- adrenérgico68 de curta ação.
Injeções continuadas de Sulfato de Efedrina (após a depleção10 dos reservatórios de norepinefrina nas terminações nervosas, com perda do efeito vasopressor) pode resultar em hipotensão43 mais séria do que antes do seu uso.
Na ausência da depleção10 da norepinefrina, a dosagem excessiva produz taquicardia46, aumento anormal da pressão sangüínea5 com possibilidade de hemorragia64 cerebral e efeitos sobre o sistema nervoso central8.
No caso de efeitos adversos da pressão sangüínea5, interromper o uso da droga e instruir medidas corretivas.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
USO RESTRITO A HOSPITAIS
N.º do lote, data de fabricação e prazo de validade: vide rótulo ou caixa.
Reg. MS N.º 1.0298.0198
Farm. Resp.: Dr. Joaquim A. dos Reis - CRF-SP N.º 5061
SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente): 0800 7011918

CRISTÁLIA - Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
Rod. Itapira-Lindóia, km 14 - Itapira - SP
CNPJ N.º 44.734.671/0001-51
Indústria Brasileira  

EFEDRIN - Laboratório

CRISTALIA
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Unidade I
Rod. Itapira-Lindóia, Km 14 - Ponte Preta
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CEP: 13970-000
Tel./Fax: (19) 3843-9500

Unidade III
Av. Nossa Senhora Assunção, 574 - Butantã
São Paulo /SP
CEP: 05359-001
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Complementos

1 Ácido clorídrico: Ácido clorídrico ou ácido muriático é uma solução aquosa, ácida e queimativa, normalmente utilizado como reagente químico. É um dos ácidos que se ioniza completamente em solução aquosa.
2 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
3 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
4 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
5 Pressão sangüínea: Força exercida pelo sangue arterial por unidade de área da parede arterial. É expressa como uma razão (Exemplo: 120/80, lê-se 120 por 80). O primeiro número é a pressão sistólica ou pressão máxima. E o segundo número é a presão diastólica ou mínima.
6 Débito cardíaco: Quantidade de sangue bombeada pelo coração para a aorta a cada minuto.
7 Vasoconstrição: Diminuição do diâmetro dos vasos sanguíneos.
8 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
9 Simpático: 1. Relativo à simpatia. 2. Que agrada aos sentidos; aprazível, atraente. 3. Em fisiologia, diz-se da parte do sistema nervoso vegetativo que põe o corpo em estado de alerta e o prepara para a ação.
10 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
11 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
12 Ectópica: Relativo à ectopia, ou seja, à posição anômala de um órgão.
13 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
14 Íris: Membrana arredondada, retrátil, diversamente pigmentada, com um orifício central, a pupila, que se situa na parte anterior do olho, por trás da córnea e à frente do cristalino. A íris é a estrutura que dá a cor ao olho. Ela controla a abertura da pupila, regulando a quantidade de luz que entra no olho.
15 Brônquios: A maior passagem que leva ar aos pulmões originando-se na bifurcação terminal da traquéia. Sinônimos: Bronquíolos
16 Útero: Orgão muscular oco (de paredes espessas), na pelve feminina. Constituído pelo fundo (corpo), local de IMPLANTAÇÃO DO EMBRIÃO e DESENVOLVIMENTO FETAL. Além do istmo (na extremidade perineal do fundo), encontra-se o COLO DO ÚTERO (pescoço), que se abre para a VAGINA. Além dos istmos (na extremidade abdominal superior do fundo), encontram-se as TUBAS UTERINAS.
17 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
18 Glicogenólise: Consiste na conversão de glicogênio em glicose, realizada no fígado, geralmente entre as refeições.
19 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
20 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
21 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
22 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
23 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
24 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
25 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
26 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
27 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
28 Broncoespasmos: Contrações dos músculos lisos bronquiais, capazes de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. São contrações vistas com frequência na asma.
29 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
30 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
31 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
32 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
33 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
34 Hipertireoidismo: Doença caracterizada por um aumento anormal da atividade dos hormônios tireoidianos. Pode ser produzido pela administração externa de hormônios tireoidianos (hipertireoidismo iatrogênico) ou pelo aumento de uma produção destes nas glândulas tireóideas. Seus sintomas, entre outros, são taquicardia, tremores finos, perda de peso, hiperatividade, exoftalmia.
35 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
36 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
37 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
38 Inibidores da monoaminoxidase: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
39 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
40 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
41 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
42 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
43 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
44 Retenção urinária: É um problema de esvaziamento da bexiga causado por diferentes condições. Normalmente, o ato miccional pode ser iniciado voluntariamente e a bexiga se esvazia por completo. Retenção urinária é a retenção anormal de urina na bexiga.
45 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
46 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
47 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
48 Broncodilatador: Substância farmacologicamente ativa que promove a dilatação dos brônquios.
49 Isquemia: Insuficiência absoluta ou relativa de aporte sanguíneo a um ou vários tecidos. Suas manifestações dependem do tecido comprometido, sendo a mais frequente a isquemia cardíaca, capaz de produzir infartos, isquemia cerebral, produtora de acidentes vasculares cerebrais, etc.
50 Gangrena: Morte de um tecido do organismo. Na maioria dos casos é causada por ausência de fluxo sangüíneo ou infecção. Pode levar à amputação do local acometido.
51 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
52 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
53 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
54 Doença vascular periférica: Doença dos grandes vasos dos braços, pernas e pés. Pode ocorrer quando os principais vasos dessas áreas são bloqueados e não recebem sangue suficiente. Os sinais são: dor e cicatrização lenta de lesões nessas áreas.
55 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
56 Palpitação: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
57 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
58 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
59 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
60 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
61 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
62 Tórax: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original Sinônimos: Peito; Caixa Torácica
63 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
64 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
65 Esfíncter: Estrutura muscular que contorna um orifício ou canal natural, permitindo sua abertura ou fechamento, podendo ser constituído de fibras musculares lisas e/ou estriadas.
66 Vesical: Relativo à ou próprio da bexiga.
67 Micção: Emissão natural de urina por esvaziamento da bexiga.
68 Adrenérgico: Que age sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.

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