Preço de PLURAIR em Woodbridge/SP: R$ 34,09

PLURAIR

LIBBS

Atualizado em 09/12/2014

PLURAIR®

Propionato de fluticasona
50 mcg/dose
Suspensão tópica nasal

USO INTRANASAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO (acima de 4 anos de idade)

Formas Farmacêuticas e Apresentações de Plurair

Spray nasal com suspensão tópica contendo 50 mcg de propionato de fluticasona em cada doseliberada.
Frasco spray nebulizador com 6 mL (equivalente a 60 doses).
Frasco spray nebulizador com 12 mL (equivalente a 120 doses).

Composição de Plurair

Cada dose contém:
propionato de fluticasona....................50 mcg
veículo q.s.p....................1 dose
(celulose microcristalina, carmelose sódica, polisorbato 80, glicose1 monoidratada e água)

Informações ao Paciente de Plurair

AÇÃO ESPERADA DO MEDICAMENTOPLURAIR® é uma suspensão estéril de propionato de fluticasona para uso tópico2 nasal.
PLURAIR® é indicado no tratamento da rinite3 alérgica e não alérgica; e rinite3 crônica, em adultos
e crianças com mais de 4 anos de idade.

CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO: Conservar o medicamento em sua embalagem original em
temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C). Proteger da luz e umidade.

PRAZO DE VALIDADE
Desde que respeitados os cuidados de armazenamento, o medicamento apresenta uma validade
de 24 meses a contar da data de sua fabricação. Não devem ser utilizados medicamentos fora do
prazo de validade, pois podem trazer prejuízos à saúde4.

GRAVIDEZ5 E LACTAÇÃO6
Informe seu médico a ocorrência de gravidez5 na vigência do tratamento ou após o seu término.
Informar ao médico se está amamentando.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou
do cirurgião-dentista

CUIDADOS DE ADMINISTRAÇÃO
PLURAIR® deve ser utilizado exclusivamente via intranasal.
Evite que o medicamento alcance os olhos7 durante as aplicações.
O alívio esperado dos sintomas8 poderá não ser obtido até que se completem 3 ou 4 dias do início
do tratamento.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento.
Antes de usar PLURAIR® você deve realizar uma limpeza nasal, de preferência utilizando soro9
fisiológico10 (solução salina).

Instruções de uso
1. Agite o frasco;
2. Destampe o frasco;
3. Coloque o frasco sobre o dedo polegar e o atuador entre o dedo indicador e o médio
(apoiados nas laterais do atuador);
4. Coloque o frasco na narina e empurre o fundo do frasco, usando o polegar contra os dedos
indicador e médio, de forma rápida e firme;
5. Repita a operação, na outra narina;
6. Tampe o frasco e guarde-o na embalagem original.

INTERRUPÇÃO DO TRATAMENTO
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

REAÇÕES ADVERSAS
Informe seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis tais como secura e irritação
do nariz11 e garganta12, olfato e paladar13 desagradáveis, episódios de pequenos sangramentos nasais,
tosse e falta de ar.

INGESTÃO CONCOMITANTE COM OUTRAS SUBSTÂNCIAS
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o
tratamento. Avise seu médico se estiver utilizando medicamentos que contenham ritonavir e
cetoconazol.

CONTRA-INDICAÇÕES E PRECAUÇÕES
É contra-indicado em caso de hipersensibilidade ao propionato de fluticasona ou a qualquer outro
componente da formulação.
A segurança do propionato de fluticasona não está determinada em crianças abaixo de 4 anos de
idade, sendo por isso não recomendado seu uso nesta faixa etária.
Durante o tratamento com PLURAIR®, evitar contato com indivíduos que apresentem catapora14 ou
sarampo15. Se não for possível evitar o contato, consultar seu médico o mais rápido possível após a
exposição.
PLURAIR® spray nasal deve ser utilizado regularmente para que se obtenha seu melhor efeito. O
alívio esperado dos sintomas8 pode ocorrer somente após 12 horas do início do tratamento. Vários
estudos clínicos demonstraram melhora significativa dentro de 1 ou 2 dias, mas o benefício total é
atingido somente após alguns dias (3 a 4 dias) de uso regular. Se persistirem os sintomas8 ou
houver piora dos mesmos, o paciente não deve aumentar a dose prescrita, sendo necessário
entrar em contato com o médico para que as mudanças devidas sejam realizadas.
Atenção diabéticos: contém açúcar16.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO
PARA A SAÚDE4.

Informações Técnicas de Plurair

Propriedades Farmacológicas de Plurair

O propionato de fluticasona é um corticosteróide sintético com potente atividade antiinflamatóriana mucosa17 nasal. Quando usada topicamente a fluticasona não apresenta atividade sistêmica e
possui baixa ou nenhuma supressão do eixo hipotálamo18-hipófise19-adrenal em doses habituais.
Os mecanismos de ação exatos do propionato de fluticasona sobre os sintomas8 da rinite3 alérgica
ainda não são conhecidos. Em grande parte, esta ação pode ser atribuída a efeitos sobre vários
tipos de células20 (eosinófilos21, neutrófilos22, macrófagos23 e linfócitos) e mediadores (histamina24,
eicosanóides, leucotrienos25 e citocinas26) envolvidos na inflamação27.

Propriedades Farmacocinéticas de Plurair

Absorção
Após dosagem intranasal de 200 mcg/dia de propionato de fluticasona, a concentração plasmática
máxima num estado de equilíbrio não foi quantificável na maioria dos indivíduos (< 0,01 ng/mL)
sendo sua biodisponibilidade absoluta estimada como menor que 2%.
Quando utilizadas por via intranasal doses acima das recomendadas por 3 semanas, as
concentrações plasmáticas do propionato de fluticasona podem estar um pouco acima do limite de
detecção (50 pg/mL).
Por sua baixa biodisponibilidade após administração intranasal, a maior parte dos dados
farmacocinéticos disponíveis foi obtida através da análise por outras vias de administração.
Distribuição
O propionato de fluticasona possui grande volume de distribuição no estado de equilíbrio
(aproximadamente 318 L, ou 4,2 L/Kg). A ligação às proteínas28 plasmáticas é alta (91%).
Metabolismo29
O clearance total sanguíneo do propionato de fluticasona é alto (média de 1093 mL/min), com
clearance renal30 menor que 0,2% do total. A meia vida plasmática é cerca de 3 horas. O único
metabólito31 circulante detectado em seres humanos foi o ácido 17(beta)-carboxílico, derivado do
propionato de fluticasona, formado através do metabolismo29 hepático do citocromo P450 3A4. Este
metabólito31 é inativo, com baixa atividade (aproximadamente 1/2000) para o receptor
glicocorticóide humano.
O propionato de fluticasona ingerido é submetido a extenso metabolismo29. Deve-se ter cuidado ao
administrá-lo concomitantemente com potentes inibidores da CYP3A4 como cetoconazol e
ritonavir, sob risco de aumento da exposição sistêmica ao propionato de fluticasona.
Eliminação
A taxa de eliminação após administração intravenosa do propionato de fluticasona tem cinética32
poliexponencial e é linear acima da faixa de dose de 250-1000 mcg. O pico da concentração
plasmática reduz-se em aproximadamente 98% dentro de 3 a 4 horas. O propionato de fluticasona
apresenta meia vida de eliminação terminal de aproximadamente 7,8 h. Menos de 5 % da dose
oral radioativa é excretada na urina33 como metabólitos34, com o restante excretado nas fezes como
fármaco35 e seus metabólitos34 (cerca de 75%).
A principal via de eliminação do propionato de fluticasona e de seus metabólitos34 é através da bile36.

Indicações de Plurair

Tratamento e profilaxia da rinite3 alérgica sazonal e perene em adultos e crianças acima de 4 anosde idade.
Indicado também no controle da dor e sensação de pressão associados ao quadro de rinite3
alérgica.

Contra-Indicações de Plurair

PLURAIR® é contra-indicado para pacientes37 hipersensíveis a qualquer componente da fórmula.

Precauções e Advertências de Plurair

Não existem estudos de eficácia e segurança do propionato de fluticasona em crianças menoresde 4 anos de idade, não sendo recomendado seu uso nesta faixa etária.
As infecções38 nasais não constituem uma contra-indicação ao tratamento com propionato de
fluticasona, desde que adequadamente tratadas.
A melhora dos sintomas8 poderá não ser totalmente observada antes de decorridos 3 ou 4 dias de
tratamento.
A transferência de terapia dos corticosteróides sistêmicos39 para propionato de fluticasona
intranasal deve ser feita com cautela, pois alguns pacientes poderão apresentar síndrome40 de
abstinência (dor muscular ou nas juntas, depressão e fadiga41) em função do comprometimento de
sua função adrenal. Os pacientes sob prévio tratamento a longo prazo com corticosteróides
sistêmicos39 que tiverem uma interrupção muito rápida do tratamento poderão apresentar
insuficiência42 adrenal aguda em reposta ao estresse; piora dos sintomas8 de asma43 ou outras
condições clínicas. O uso concomitante de corticosteróides intranasais com outros
corticosteróides inalatórios pode aumentar o risco de hipercortisolismo e/ou supressão do eixo
hipotálamo18-hipófise19-adrenal.
Embora o propionato de fluticasona possa controlar a rinite3 alérgica na maioria dos casos, um
estímulo anormal violento de alérgenos44 pode, em certos casos, levar à necessidade de terapia
adicional apropriada.
Um estudo de interação medicamentosa em indivíduos sadios demonstrou que o ritonavir (inibidor
potente do citrocromo P450 3A4) pode aumentar largamente a concentração plasmática do
propionato de fluticasona, resultando em reduções significativas na concentração de cortisol no
soro9.
Durante uso pós-comercialização, surgiram relatos de interações medicamentosas clinicamente
significantes em pacientes que receberam propionato de fluticasona e o ritonavir, resultando em
efeitos sistêmicos39 como síndrome de Cushing45 e supressão adrenal. Portanto, o uso de propionato
de fluticasona e ritonavir deve ser evitado, a menos que o benefício para o paciente supere o risco
de efeitos adversos sistêmicos39 dos corticosteróides.
Pessoas que usaram fármacos imunossupressores estão mais suscetíveis a infecções38 do que
indivíduos sadios. Varicela46 e sarampo15, por exemplo, podem se tornar mais sérios e até mesmo
fatais em crianças ou em adultos que utilizam corticosteróides orais. Crianças ou adultos que
nunca entraram em contato com estas doenças infecciosas ou não foram imunizados, devem ter
cuidado e evitar a exposição. Se houver exposição à varicela46, a profilaxia com imunoglobulina47
varicela46 zoster48 (VZIG) pode ser indicada. Se houver exposição ao sarampo15, a profilaxia com
imunoglobulina47 intramuscular mista (IG) pode ser indicada. Se houver infecção49 por varicela46, o
tratamento com agentes antivirais pode ser considerado.
Os corticosteróides intranasais podem causar redução na velocidade do crescimento quando
administrados em crianças, principalmente em doses acima das recomendadas.
Reações de hipersensibilidade imediata ou dermatite50 de contato raramente ocorrem após a
administração de propionato de fluticasona spray nasal. Raros episódios de sibilância, perfuração
do septo nasal51, catarata52, glaucoma53, e aumento da pressão intraocular54 foram reportados após
aplicação de corticosteróides via intranasal, inclusive com o propionato de fluticasona.
O uso excessivo de doses de corticosteróides pode levar a sinais55 e sintomas8 de hipercortisolismo
e/ou supressão da função hipotálamo18-hipófise19-adrenal.
Embora os efeitos sistêmicos39 sejam mínimos nas doses recomendadas, o risco potencial aumenta
em doses maiores. Quando utilizadas doses maiores que as recomendadas, efeitos sistêmicos39
como hipercortisolismo e supressão adrenal podem aparecer. Neste caso, a terapia deve ser
descontinuada gradual e lentamente.
Em estudos clínicos com propionato de fluticasona administrado via intranasal, o desenvolvimento
de infecções38 localizadas no nariz11 e faringe56 por Candida albicans ocorreu apenas raramente. Se for
identificada a ocorrência desta infecção49, tratamento local apropriado pode ser necessário, além da
descontinuação do tratamento com o corticosteróide. Pacientes que utilizam corticosteróide por
muitos meses ou tempo prolongado devem ser examinados periodicamente quanto à evidência de
infecção49 por Candida ou outros sinais55 de efeitos adversos na mucosa17 nasal.
Os corticosteróides intranasais devem ser utilizados com cautela nos pacientes com tuberculose57
ativa ou quiescente58 do trato respiratório; infecções38 bacterianas ou fúngicas59 sistêmicas ou locais
não tratadas; infecções38 parasitárias ou virais sistêmicas; e herpes ocular simplex.
Por causa do efeito inibitório dos corticosteróides na cicatrização de ferimentos, os pacientes que
apresentaram recentemente úlceras60 do septo nasal51, cirurgia ou trauma nasal, não devem utilizar o
corticosteróide intranasal até que a cicatrização esteja completa.
Atenção diabéticos: contém açúcar16.
Cada dose de PLURAIR® libera 5,50 mcg de glicose1
Carcinogênese, mutagênese e comprometimento da fertilidade
O propionato de fluticasona não demonstrou potencial teratogênico61 em camundongos após doses
orais acima de 1000 mcg/Kg (aproximadamente 20 vezes a dose máxima diária intranasal
recomendada para adultos e aproximadamente 10 vezes a dose máxima diária intranasal para
crianças na base mcg/m2) por 78 semanas; ou em ratos em doses inalatórias acima de 57 mcg/Kg
(aproximadamente 2 vezes a dose máxima diária intranasal recomendada para adultos e
aproximadamente o equivalente à dose máxima diária intranasal para crianças na base mcg/m2)
por 104 semanas. O propionato de fluticasona não induziu mutações em células20 procariotas ou
eucariotas in vitro. Nenhum efeito clastogênico significante foi observado em linfócitos periféricos
humanos cultivados in vitro testados em micronúcleos de ratos. Não foi observada nenhuma
evidência de comprometimento da fertilidade em estudos reprodutivos conduzidos com cobaias
machos e fêmeas em doses subcutâneas acima de 50 mcg/Kg (aproximadamente 2 vezes a dose
máxima diária intranasal recomendada para adultos na base mcg/m2). O peso da próstata62 foi
significantemente reduzido após dose subcutânea63 de 50 mcg/Kg.

GRAVIDEZ5 E LACTAÇÃO6
Categoria de risco na gravidez5: C
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou
do cirurgião-dentista.

Não existem estudos adequados e bem controlados sobre o uso de corticosteróides nasais
durante a gravidez5 humana.
Nos estudos de reprodução64 animal, os eventos adversos típicos dos corticosteróides foram
observados somente em elevados níveis de exposição sistêmica. O uso de corticóides intranasais
está associado com exposição sistêmica muito baixa, porém, o uso do propionato de fluticasona
durante a gravidez5 só deve ocorrer considerando-se o risco-benefício.
Estudos de lactação6 em animais demonstraram evidência da presença de propionato de
fluticasona no leite das ratas que receberam o fármaco35 via subcutânea63. Entretanto, a
concentração plasmática em pacientes após administração via inalatória na dose recomendada é
baixa. Não existem estudos sobre a excreção do propionato de fluticasona no leite materno.
Uso pediátrico
Não foram estabelecidas a eficácia e segurança do uso de propionato de fluticasona via intranasal
em crianças abaixo de 4 anos de idade.
Estudos clínicos demonstraram que os corticosteróides intranasais podem causar redução na
velocidade de crescimento em pacientes pediátricos. Este efeito foi observado na ausência de
evidência laboratorial de supressão do eixo hipotálamo18-hipófise19-adrenal, sugerindo que a
velocidade do crescimento é um indicador mais sensível da exposição corticosteróide sistêmica
em pacientes pediátricos do que os testes comumente utilizados na avaliação da função do eixo
hipotálamo18-hipófise19-adrenal. Os efeitos a longo prazo nesta redução de velocidade de
crescimento, incluindo impacto no peso adulto final são desconhecidos. Por conta destes riscos, o
crescimento de crianças utilizando propionato de fluticasona deve ser cuidadosamente
monitorado. Os possíveis efeitos sistêmicos39 devem ser minimizados mediante avaliação individual
de cada paciente para utilização da menor dose efetiva necessária ao controle dos sintomas8 da
rinite3.

Interações Medicamentosas de Plurair

Como as concentrações plasmáticas do propionato de fluticasona são muito baixas em
decorrência do metabolismo29 de primeira passagem e alto clearance sistêmico65 mediado pelo
citocromo P450 3A4 no fígado66 e intestino, é pouco provável que interações medicamentosas
clinicamente significantes mediadas pelo propionato de fluticasona.
Um estudo de interação medicamentosa em indivíduos sadios demonstrou que o ritonavir (inibidor
potente do citrocromo P450 3A4) pode aumentar a concentração plasmática do propionato de
fluticasona, resultando em reduções significativas na concentração de cortisol sérico. Em estudos
pós-comercialização foram relatadas interações medicamentosas clinicamente significantes nos
pacientes que receberam propionato de fluticasona e ritonavir, resultando em efeitos
corticosteróides sistêmicos39 incluindo síndrome de Cushing45 e supressão adrenal. Portanto, o uso
de propionato de fluticasona e ritonavir deve ser evitado, a menos que o benefício para o paciente
supere o risco de efeitos adversos sistêmicos39 do corticosteróide.
Outros inibidores do citocromo P450 3A4 (como eritromicina e cetoconazol) aumentam a
exposição sistêmica ao propionato de fluticasona, e recomenda-se cuidado na administração
concomitante destas medicações.

Reações Adversas e Alterações de Exames Laboratoriais de Plurair

São efeitos adversos comuns (> 1% de ocorrência) relacionados ao uso intranasal do propionatode fluticasona:

Neurológicos: Cefaléia67 (4-16%);
Locais: Epistaxe68 (3-7%), odinofagia69 (3-8%), , queimação/irritação nasal (2-3%);
Respiratórios: Sintomas8 de asma43 (3-7%) e tosse (2-4%);
Abdominais: Náuseas70 (2-3%) e dispepsia71 (2-3%).
Também são efeitos associados ao uso intranasal de propionato de fluticasona, porém,
detectados com o uso comercial do propionato de fluticasona (não sendo possível estimar a
freqüência pelo tamanho desconhecido da amostra):
Sintomas8 gerais: Reações de hiperssensibilidade incluindo angioedema72, exantema73 de pele74,
edema75 de face76 e língua77, prurido78, urticária79, broncoespasmo80, reações anafiláticas81;
Ouvido, nariz11 e garganta12: Redução do olfato e paladar13, perfuração de septo nasal51 (evento muito
raro); rouquidão, mudanças na voz;
Ocular: Secura ocular, conjuntivite82, aumento da pressão intra-ocular, glaucoma53, catarata52 (estes
efeitos também foram muito raros).

Posologia de Plurair

PLURAIR® deve ser utilizado exclusivamente por via intranasal.
Adultos e crianças com mais de 12 anos de idade: devem fazer duas aplicações por narina,
uma vez ao dia (de preferência pela manhã). Em alguns casos, pode ser necessária a
administração de 2 doses por narina, duas vezes ao dia. A dose diária não deve exceder 4 doses
em cada narina.
Crianças de 4 a 11 anos de idade: recomenda-se uma dose em cada narina, uma vez ao dia (de
preferência pela manhã). Se necessário, pode-se aplicar uma dose em cada narina, 2 vezes ao
dia. A dose diária não deve exceder 2 doses em cada narina.
O paciente deve ser orientado quanto ao efeito máximo de PLURAIR® que só é obtido após 3 ou
4 dias do início do tratamento.

Superdosagem de Plurair

A utilização crônica de superdose pode resultar em sinais55/sintomas8 de hipercortisolismo.A administração intranasal de 2 mg (10 vezes a dose recomendada) de propionato de fluticasona
2 vezes ao dia durante 7 dias em voluntários humanos sadios foi muito bem tolerada. Doses orais
únicas acima de 16 mg foram estudadas em voluntários humanos e não houve relato de nenhum
efeito tóxico. Doses orais repetidas acima de 80 mg diários por 10 dias em voluntários e repetidas
doses orais acima de 10 mg diários por 14 dias em pacientes também foram bem toleradas. As
reações adversas foram de intensidade leve a moderada, e as incidências foram similares nos
grupos medicações e placebo83. Os efeitos da superdose aguda por via intranasal são
desconhecidos.

Pacientes Idosos de Plurair

PLURAIR® pode ser usado em pacientes idosos com a mesma dosagem indicada para adultos. O
uso regular da mesma dosagem indicada para adultos é essencial para que seja atingido o
benefício terapêutico máximo.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

MS n°: 1.0033.0104.
Farmacêutica Responsável:
Cíntia Delphino de Andrade - CRF-SP n° 25.125

LIBBS FARMACÊUTICA LTDA.
Rua Alberto Correia Francfort, 88 Embu - SP
CNPJ nº 61.230.314/0001-75
INDÚSTRIA BRASILEIRA
www.libbs.com.br

Lote, Fabricação e Validade: vide cartucho.

PLURAIR - Laboratório

LIBBS
Rua Raul Pompéia, 1103
São Paulo/SP - CEP: 05025-011
Tel: (11 3)676-0655
Fax: (11 )864-6150
Email: libbs@libbs.com.br
Site: http://www.libbs.com.br/
08000-135044

Ver outros medicamentos do laboratório "LIBBS"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
2 Tópico: Referente a uma área delimitada. De ação limitada à mesma. Diz-se dos medicamentos de uso local, como pomadas, loções, pós, soluções, etc.
3 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
4 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
5 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
6 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
7 Olhos:
8 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
9 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
10 Fisiológico: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
11 Nariz: Estrutura especializada que funciona como um órgão do sentido do olfato e que também pertence ao sistema respiratório; o termo inclui tanto o nariz externo como a cavidade nasal.
12 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
13 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
14 Catapora: Doença infecciosa aguda, comum na infância, também chamada de varicela. Ela é provocada por vírus e caracterizada por febre e erupção maculopapular rápida, seguida de erupção de vesículas eritematosas muito pruriginosas.
15 Sarampo: Doença infecciosa imunoprevenível, altamente transmissível por via respiratória, causada pelo vírus do sarampo e de imunidade permanente. Geralmente ocorre na infância, mas pode afetar adultos susceptíveis (não imunes). As manifestações clínicas são febre alta, tosse seca persistente, coriza, conjuntivite, aumento dos linfonodos do pescoço e manchas avermelhadas na pele. Em cerca de 30% das pessoas com sarampo podem ocorrer complicações como diarréia, otite, pneumonia e encefalite.
16 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
17 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
18 Hipotálamo: Parte ventral do diencéfalo extendendo-se da região do quiasma óptico à borda caudal dos corpos mamilares, formando as paredes lateral e inferior do terceiro ventrículo.
19 Hipófise:
20 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
21 Eosinófilos: Eosinófilos ou granulócitos eosinófilos são células sanguíneas responsáveis pela defesa do organismo contra parasitas e agentes infecciosos. Também participam de processos inflamatórios em doenças alérgicas e asma.
22 Neutrófilos: Leucócitos granulares que apresentam um núcleo composto de três a cinco lóbulos conectados por filamenos delgados de cromatina. O citoplasma contém grânulos finos e inconspícuos que coram-se com corantes neutros.
23 Macrófagos: É uma célula grande, derivada do monócito do sangue. Ela tem a função de englobar e destruir, por fagocitose, corpos estranhos e volumosos.
24 Histamina: Em fisiologia, é uma amina formada a partir do aminoácido histidina e liberada pelas células do sistema imunológico durante reações alérgicas, causando dilatação e maior permeabilidade de pequenos vasos sanguíneos. Ela é a substância responsável pelos sintomas de edema e irritação presentes em alergias.
25 Leucotrienos: É qualquer um dos metabólitos dos ácidos graxos poli-insaturados, especialmente o ácido araquidônico, que atua como mediador em processos alérgicos e inflamatórios.
26 Citocinas: Citoquina ou citocina é a designação genérica de certas substâncias segregadas por células do sistema imunitário que controlam as reações imunes do organismo.
27 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
28 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
29 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
30 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
31 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
32 Cinética: Ramo da física que trata da ação das forças nas mudanças de movimento dos corpos.
33 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
34 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
35 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
36 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
37 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
38 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
39 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
40 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
41 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
42 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
43 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
44 Alérgenos: Substância capaz de provocar reação alérgica em certos indivíduos.
45 Síndrome de Cushing: A síndrome de Cushing, hipercortisolismo ou hiperadrenocortisolismo, é um conjunto de sinais e sintomas que indicam excesso de cortisona (hormônio) no sangue. Esse hormônio é liberado pela glândula adrenal (também conhecida como suprarrenal) em resposta à liberação de ACTH pela hipófise no cérebro. Níveis elevados de cortisol (ou cortisona) também podem ocorrer devido à administração de certos medicamentos, como hormônios glicocorticoides. A síndrome de Cushing e a doença de Cushing são muito parecidas, já que o que a causa de ambas é o elevado nível de cortisol no sangue. O que difere é a origem dessa elevação. A doença de Cushing diz respeito, exclusivamente, a um tumor na hipófise que passa a secretar grande quantidade de ACTH e, consequentemente, há um aumento na liberação de cortisol pelas adrenais. Já a síndrome de Cushing pode ocorrer, por exemplo, devido a um tumor presente nas glândulas suprarrenais ou pela administração excessiva de corticoides.
46 Varicela: Doença viral freqüente na infância e caracterizada pela presença de febre e comprometimento do estado geral juntamente com a aparição característica de lesões que têm vários estágios. Primeiro são pequenas manchas avermelhadas, a seguir formam-se pequenas bolhas que finalmente rompem-se deixando uma crosta. É contagiosa, mas normalmente não traz maiores conseqüências à criança. As bolhas e suas crostas, se não sofrerem infecção secundária, não deixam cicatriz.
47 Imunoglobulina: Proteína do soro sanguíneo, sintetizada pelos plasmócitos provenientes dos linfócitos B como reação à entrada de uma substância estranha (antígeno) no organismo; anticorpo.
48 Zoster: Doença produzida pelo mesmo vírus que causa a varicela (Varicela-Zóster). Em pessoas que já tenham tido varicela, o vírus se encontra em forma latente e pode ser reativado produzindo as características manchas avermelhadas, vesículas e crostas no território de distribuição de um determinado nervo. Como seqüela pode deixar neurite, com dores importantes.
49 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
50 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
51 Septo Nasal: A divisão que separa as duas cavidades nasais no plano medial, composta de cartilagens, membranas e partes ósseas.
52 Catarata: Opacificação das lentes dos olhos (opacificação do cristalino).
53 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
54 Pressão intraocular: É a medida da pressão dos olhos. É a pressão do líquido dentro do olho.
55 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
56 Faringe: Canal músculo-membranoso comum aos sistemas digestivo e respiratório. Comunica-se com a boca e com as fossas nasais. É dividida em três partes: faringe superior (nasofaringe ou rinofaringe), faringe bucal (orofaringe) e faringe inferior (hipofaringe, laringofaringe ou faringe esofagiana), sendo um órgão indispensável para a circulação do ar e dos alimentos.
57 Tuberculose: Doença infecciosa crônica produzida pelo bacilo de Koch (Mycobacterium tuberculosis). Produz doença pulmonar, podendo disseminar-se para qualquer outro órgão. Os sintomas de tuberculose pulmonar consistem em febre, tosse, expectoração, hemoptise, acompanhada de perda de peso e queda do estado geral. Em países em desenvolvimento (como o Brasil) aconselha-se a vacinação com uma cepa atenuada desta bactéria (vacina BCG).
58 Quiescente: Que está sossegado, em paz; quieto, tranquilo.
59 Fúngicas: Relativas à ou produzidas por fungo.
60 Úlceras: Feridas superficiais em tecido cutâneo ou mucoso que podem ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
61 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
62 Próstata: Glândula que (nos machos) circunda o colo da BEXIGA e da URETRA. Secreta uma substância que liquefaz o sêmem coagulado. Está situada na cavidade pélvica (atrás da parte inferior da SÍNFISE PÚBICA, acima da camada profunda do ligamento triangular) e está assentada sobre o RETO.
63 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
64 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
65 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
66 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
67 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
68 Epistaxe: Hemorragia de origem nasal.
69 Odinofagia: Deglutição com dor.
70 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
71 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
72 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
73 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
74 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
75 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
76 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
77 Língua:
78 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
79 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
80 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
81 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
82 Conjuntivite: Inflamação da conjuntiva ocular. Pode ser produzida por alergias, infecções virais, bacterianas, etc. Produz vermelhidão ocular, aumento da secreção e ardor.
83 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.

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