Védica 350mg

APSEN

Atualizado em 09/12/2014

Védica 350mg350 mg
Boswellia serrata
Roxb. ex Colebr - Burseraceae
Extrato seco

FITOTERÁPICO

Identificação do Produto da Védica

Nome do medicamento: Védica
Denominação genérica: Boswellia serrata Roxb. ex Colebr - Burseraceae Extrato seco 350 mg

Forma Farmacêutica, Via de Administração e Apresentação da Védica


USO ORAL

Comprimidos revestidos de 350 mg. Caixa com 60 comprimidos.

USO ADULTO

Composição da Védica

Cada comprimido revestido contém:
Extrato seco de Boswellia serrata .................... mg
Excipientes*  q.s.p. ............................................ comprimido
*Excipientes: Celulose microcristalina, polivinilpirrolidona, croscarmelose sodica, estearato de magnesio, hidroxipropilmetilcelulose, polietilenoglicol, oxido de ferro marron, e dioxido de titânio.

Correspondência em marcador:
350 mg do extrato seco de Boswellia serrata correspondem a 3 mg de AKBA (Acido 3 acetil-11-ceto--bosvelico).

Parte da planta utilizada:
Goma-resina obtida a partir do caule da arvore de Boswellia serrata.

Informações ao Paciente da Védica

Ação do medicamento:
O extrato da goma-resina de Boswellia serrata possui ação antiinflamatória pela inibição da produção de leucotrienos1 através da ação direta sobre a 5-lipoxigenase, uma enzima2 chave para a produção de  leucotrienos1 e também pela inibição da enzima2 elastase leucocitária e do complemento.

Indicação do medicamento:
O medicamento VEDICA, extrato seco de Boswellia serrata, esta indicado no tratamento de doenças inflamatórias intestinais, particularmente da colite3 ulcerativa e doença de Crohn4.

Indicações Complementares:
Secundariamente o produto VEDICA (extrato seco de Boswellia serrata) tambem pode ser recomendado no tratamento de osteoartrite5 e artrite reumatóide6.

Riscos do medicamento
Contra-indicações:

O produto VEDICA (extrato seco de Boswellia serrata) e contra-indicado nos casos de hipersensibilidade ao extrato seco de Boswellia serrata ou aos componentes da formulação do produto.

Precauções e Advertências:
Em pacientes com gastrite7 ou doença de refluxo gastroesofágico8 pré-existente o uso de extratos de  Boswellia serrata deve ser cuidadoso, pois refluxo e dor epigástrica tem sido associados com o uso do produto.

Gravidez9
A goma-resina de Boswellia serrata tem sido reportada em literaturas tradicionais como tendo atividade emenagoga, podendo interferir na gestação assim, deve-se evitar o uso durante a gravidez9 e lactação10 sem acompanhamento e consentimento do medico responsável.

Amamentação11
Não existem informações disponíveis sobre a utilização deste produto por pacientes gravidas ou que estejam amamentando. Segundo estudos, o óleo essencial especificamente não deve ser administrado durante a gravidez9 nem na lactação10.
VÉDICA não deve ser utilizado durante a gravidez9 e a amamentação11, exceto sob orientação médica. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se ocorrer gravidez9 ou iniciar amamentação11 durante o uso deste medicamento.

Geriatria
As doses e cuidados para pacientes12 idosos são as mesmas recomendadas para os adultos, devendo ter o acompanhamento medico.

Interferência em exames laboratoriais
Não há relato de interferência do extrato seco de Boswellia serrata em exames laboratoriais.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde13.

Interações medicamentosas:
Por apresentar o mesmo mecanismo de ação, VEDICA pode potencializar a ação de outros inibidores de leucotrienos1, como produtos a base da especie antiinflamatória Harpagophytum procumbens ou dos farmacos zafrilukast e montelukast, que são utilizados no tratamento da asma14.
Podem também ocorrer interacoes medicamentosas de potencializacao de efeitos entre o medicamento VEDICA (Boswellia serrata) e agentes antineoplásicos, agentes redutores de lipídeos, medicamentos solúveis em gordura15 e de redução de efeitos entre VEDICA (Boswellia serrata) e agentes antiinflamatórios não-esteroidais - inibidores de COX-2.

Interações com alimentos:
Estudos recentes mostraram que a administração de extratos de Boswellia serrata com alimentos gordurosos melhora a absorção e mesmo a meia-vida das substancias ativas, os ácidos bosvelicos.

Modo de usar:
O produto VEDICA e apresentado na forma de comprimidos revestidos de 350mg.
VEDICA deve ser ingerido depois das refeições, preferencialmente com algum alimento gorduroso, e a via de administração proposta e a via oral, com o auxilio de quantidade suficiente de liquido.

Adultos: A posologia recomendada de extrato seco de Boswellia serrata 350 mg e de um comprimido três vezes ao dia, por pelo menos seis semanas.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento.
Este medicamento não pode ser partido ou mastigado.

Reações adversas:
As manifestações obtidas dos estudos clínicos realizados com extratos da goma-resina incluem efeitos gastrointestinais (ocorrência de queimação retroesternal, náuseas16, flatulência abdominal, dor epigástrica, anorexia17 e dermatite18 - 6 de 34 pacientes que consumiram o produto) e efeitos sobre a pele19 (dermatite18 verificada em 3 de 42 pacientes com osteoartrite5 e 1 em 20 pacientes com artrite reumatóide6, que  receberam um medicamento misto com Boswellia e outros ingredientes).
Ocorrência de dermatite18 foi relatada em 4 de 62 pacientes (6%) em dois estudos clinicos empregando uma combinacao de Boswellia serrata, Curcuma longa, Withania somnifera e complexo de zinco. Embora o efeito da Boswellia isoladamente não seja claro, esta ocorrência
pode ser real para esta droga.

ATENÇÃO: Este produto é um novo medicamento e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis para comercialização, podem ocorrer efeitos indesejáveis não conhecidos. Se isto ocorrer, o médico responsável deve ser comunicado.

Conduta em casos de superdose:
Em altas doses pode ocasionar neurotoxicidade, paresia20 gástrica e aborto.
Em caso de ingestão acidental de uma grande quantidade deste medicamento de uma só vez, o medico devera ser contatado urgentemente ou o paciente devera ser encaminhado ao pronto atendimento mais próximo para procura de socorro medico.

Cuidados de conservação:
VEDICA, extrato seco de Boswellia serrata deve ser armazenado em temperatura ambiente (entre 15?C e 30?C), protegido da luz e umidade.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Informações Técnicas Aos Profissionais de Saúde13 da Védica

Características Farmacológicas da Védica

MODO DE AÇÃOO extrato da goma-resina de Boswellia serrata inibe a produção de leucotrienos1 in vitro através da ação direta sobre a 5-lipoxigenase, uma enzima2 chave para a produção de leucotrienos1.
Os ácidos bosvélicos isolados foram identificados como principais agentes biológicos na inibição da 5-lipoxigenase por se ligarem diretamente a enzima2, mas não afetaram a 12-lipoxigenase ou cicloxigenase. Uma mistura de ácidos acetil-bosvélicos extraídos da goma-resina inibiu a liberação de leucotrienos1 B4 e C4 a partir de neutrófilos21 e leucócitos polimorfonucleares22 humanos. O acido 3- acetil-11-ceto--bosvélico (AKBA) foi o mais potente na inibição de leucotrienos1, sendo considerado seu principio ativo mais relevante.
A formação de prostaglandinas23 não foi significativamente inibida.
O estudo da goma-resina de Boswellia serrata e Boswellia carterii na inibição da 5-lipoxigenase de leucócitos24 humanos constatou que o acido 3-acetil-11-ceto--bosvélico atua seletivamente no sitio triterpeno pentacíclico desta enzima2 que e diferente dos sítios de ligação dos substratos do acido araquidônico. Foi observado que o anel triterpeno pentaciclíco é crucial para a ligação com a enzima2, onde o grupo funcional e o 11-ceto.
SAILER e colaboradores (1996) estudaram os efeitos dos grupos funcionais do acido 3-acetil-11-ceto--bosvélico e seus análogos sintéticos na inibição da 5-lipoxigenase de neutrófilos21 de ratos. O resultado revelou que o grupo carboxílico combinado com o grupo 11-ceto e essencial para a inibição da enzima2; outros experimentos demonstraram que pequenas modificações na estrutura podem causar perda
da afinidade com a enzima2 e consequente diminuição da atividade farmacológica.
Verificou-se também que a goma-resina de Boswellia serrata bloqueou a biossíntese de leucotrienos1 em granulócitos25 neutrófilos21 (AMMON, 1991 in ALTMEDDEX EVALUATIONS, 2006). Outros estudos revelaram que os ácidos bosvélicos exibem inibição não-competitiva, direta e não-redox na 5-lipoxigenase. Esta propriedade não-redox e relevante, pois a atividade da enzima2 5-lipoxigenase e sensível a
antioxidantes e capturadores de radicais livres em geral. Inibidores redoxes dessas classes são   inespecíficos e não seletivos, podendo ocasionar uma variedade de efeitos colaterais26 se aplicados in vivo; além disso, alguns dos inibidores da lipoxigenase do tipo redox são degradados a metabólicos reativos, aumentando ainda mais o risco de efeitos indesejáveis (SAFAYHI et al., 1996).
Os ácidos bosvélicos inibiram a síntese de leucotrienos1 (de uma maneira concentração-dependente) depois que os grânulos de neutrófilos21 peritoniais foram estimulados com calcio ionoforo A23187. Este resultado também foi positivo para o acido 3-acetil-11-ceto--bosvélico, o mais potente componente entre os ácidos bosvélicos. Estes ácidos também foram testados para se verificar se atuam também como antioxidantes, porem este não foi o caso (AMMON, 1996).
Outro ingrediente relevante no mecanismo de ação deste produto e sua propriedade de inibir a enzima2 elastase leucocitária e do complemento, complementando a ação antiinflamatória, comprovadas em diversos modelos animais (SAFAYHI et al., 1997; KNAUS e WAGNER, 1996; SINGH et al., 1996; RALL et al., 1996).

FARMACOCINÉTICA
Propriedades físico-químicas e farmacocinética
O pico do nível plasmático do AKBA (Acido 3 acetil-11-ceto--bosvélico) e 4,5±0,55 horas, a meia-vida determinada e de 5,97±0,95 horas, a media do volume de distribuição e 142,87±22,78 litros, e o clearance e 296,10±24,09 ml/min.

Resultados de Eficácia da Védica

Encontram-se na literatura extensivos dados in vitro e em modelos experimentais diversos que comprovam os efeitos antiinflamatórios da goma-resina de Boswellia serrata.
GERHARDT e colaboradores (2001) compararam os efeitos clínicos num estudo duplo-cego27 do extrato H15 da Boswellia serrata e da mesalazina em pacientes com Doença de Crohn4. Quarenta e quatro pacientes receberam o extrato H15 e 39 pacientes foram tratados com mesalazina. Os pacientes foram analisados quanto a mudança no índice de Atividade da Doença de Crohn4 (IADC) no momento inicial e final da terapia. Do inicio ao final do tratamento, os pacientes tratados com H15 tiveram uma redução de 90 pontos no IADC,
enquanto os pacientes que receberam mesalazina tiveram uma redução de 53 pontos. A boa tolerabilidade do H15 complementou a eficacia clinica. Este estudo confirmou que a terapia com H15 para pacientes12 com Doençaa de Crohn não e inferior a mesalazina, e possui um melhor risco-beneficio que a droga controle. (GERHARDT H; SEIFERT F; BUVARI P; VOGELSANG H; REPGES R. Therapy of active Crohn disease with Boswellia serrata extract H15. Z. Gastroenterol 39 (1), 11-17, 2001).
GUPTA e colaboradores (2001) estudaram o efeito da goma-resina de Boswellia serrata em pacientes com colite3 ulcerativa cronica. Foram selecionados 30 pacientes entre 18 e 48 anos com dor abdominal, diarreia28 com ou sem sangue29 e muco. Vinte pacientes receberam 300 mg da goma-resina (administradas três vezes ao dia - 900 mg diários) contendo 0,63% do acido 11-ceto--bosvélico, 0,7% do acido acetil-11-ceto--bosvélico e 1,5% de acido acetil--bosvélico e acido -bosvélico; outro grupo de 10 pacientes recebeu 1,0 g
três vezes ao dia (3,0 g diários) de sulfasalazina, medicamento sintético empregado de forma padrão contra essa patologia30 intestinal inflamatória (RANG et al., 2001). Apos seis semanas de tratamento nesse esquema, 18 dos 20 pacientes tratados com a goma-resina mostraram boas respostas clinicas, hematológicas e bioquímicas. A sigmoidoscopia completa demonstrou que os pacientes tiveram uma
redução das ulcerações31, da perda da friabilidade das mucosas32 e da granulação33. O estudo histopatológico demonstrou que a mucosa34 retal perdeu grande quantidade de celulas35 inflamadas porem não distorceu a arquitetura da mucosa34 retal. O teste de microscopia de varredura dos tecidos demonstrou a cicatrização das ulceras36, perda do tecido37 fibroso e das celulas35 cronicas inflamatórias. No grupo controle, 6 dos 10 pacientes demonstraram resultados similares ao grupo que recebeu tratamento com acido bosvélico. Este estudo
concluiu que o tratamento da colite3 ulcerativa cronica pode ser feito com a goma-resina de Boswellia serrata, com poucos efeitos colaterais26 manifestos pelos voluntários. (GUPTA I; PARIHAR A; MALHOTRA P; GUPTA S; LUDTKE R; SAFAYHI H; AMMON HPT. Effects of gum resin of Boswellia serrata in patients with chronic colitis. Planta Medica, 67: 391-395, 2001).
Outro estudo realizado por GUPTA e colaboradores (1997) envolveu 34 pacientes que sofriam de colite3 ulcerativa de graus II (18 pacientes) e III (16 pacientes). Esses voluntários tomaram uma preparação da goma-resina de Boswellia serrata na dose de 350 mg três vezes ao dia durante seis semanas,  acompanhados de um grupo controle de 10 pacientes (sulfasalazina 1g, três vezes ao dia). Os
pacientes tratados, apos o seguimento dentro do esquema relatado, apresentaram um percentual de 82% na remissão da patologia30, enquanto que os pacientes controles (10 pacientes) tiveram remissão de 75% da inflamação38. O exame sigmodoscopico foi realizado antes e depois do tratamento para que se definisse o grau da doença em cada paciente. Pelos resultados do exame, mostrou-se que
houve melhora do grau da doença em todos os grupos tratados. Dos pacientes com grau III, 75% do grupo que ingeriu Boswellia serrata e sulfasalazina (controle) melhoraram para graus 0 (zero) ou I, e a analise mostrou que não havia maiores diferenças na melhora entre estes dois tratamentos. Nenhum paciente mostrou parâmetros histopatológicos piorados depois do tratamento com ambas as medicações  consideradas. A melhora no grupo tratado com Boswellia serrata (todos os graus) variou entre 80% (cripitites) e 64,7% (abscessos39), com evidencias de que os pacientes graus II da doença sempre responderam mais frequentemente ao tratamento. Os efeitos foram similares nos pacientes tratados com sulfasalazina, conforme já se conhece pelo uso dessa substancia. Dos parâmetros sanguíneos testados (hemoglobina40, calcio, fosforo e proteínas41 séricos), todos aumentaram durante o tratamento tanto com Boswellia serrata quanto com sulfasalazina. Também houve aumento nos níveis de ferro sérico, porem este foi mais pronunciado em pacientes tratados com a goma-resina. O total de leucócitos24 e eosinófilos42  diminuiram durante o tratamento em todos os grupos de uma maneira similar. ( GUPTA I; PARIHAR A; MALHOTRA P; SINGH GB; LUDTKE R; SAFAYHI H; AMMON HPT. Effects of Boswellia serrata gum resin in
patients with ulcerative colitis. European Journal of Medical Research 2: 37-43, 1997).
De acordo com ETZEL (1996), o extrato padronizado de Boswellia serrata (H15) produziu uma significante redução no inchaço43 e na dor de pacientes com artrite reumatóide6 comparado com o placebo44. A rigidez matutina destes pacientes foi frequentemente reduzida; os pacientes puderam com frequência reduzir a ingestão de antiinflamatórios não esteroidais durante o curso do tratamento e a saúde13 geral e o bem-estar dos pacientes melhorou. A incidência45 da necessidade de tratamento de emergência46 pelos pacientes que sofreram agravação dos sintomas47 repentinamente foi significativamente menor nos grupos tratados com goma-resina do que nos controles. Outro fator importante reportado pelo autor foi que a tolerância do tratamento pelos pacientes foi muito boa e que os efeitos adversos do H15 foram muito reduzidos. Em termos de efeitos colaterais26, relatou-se um caso de diarreia28 entre 20 pacientes, um caso de náusea48 entre 60 pacientes e 3 casos de urticaria49 local entre 152 pacientes. (ETZEL R. Special extract of Boswellia serrata (H 15) in the treatment of rheumatoid arthritis. Phytomedicine, 3(1): 91-4, 1996).
Em 2003, KIMMATKUR et al. avaliaram a eficacia, segurança e tolerabilidade de extrato da Boswellia serrata em pacientes portadores de osteoartrite5 de joelho, num estudo randomizado50, duplo-cego, controlado por placebo44 do tipo cruzado. Apos duas etapas de 8 semanas, com 21 dias de washout, avaliaram-se os efeitos do produto através de questionário validado envolvendo questões próprias como distancia de caminhada, dificuldades em ajoelhar-se, em sentar-se, etc., bem como aspectos ligados a dor, inchaço43 e perda de movimentos. Em ambos os grupos, o recebimento do extrato da goma-resina melhorou  significantemente o comportamento dos pacientes, particularmente nos aspectos de dor, perda de movimento, inchaço43 bem como maiores escores do questionário. Em termos radiológicos não foram observadas alterações. Os efeitos adversos ocorreram apenas em dois pacientes e incluíram movimentos frouxos, náusea48 e dor epigástrica. (KIMMATKUR N; THAWANI V; HINGORANI L; KHIYANI R. Efficacy and tolerability of Boswellia serrata extract in treatment of osteoarthritis of knee- a randomized double-blind placebo44 controlled trial. Phytomedicine, 10: 3-7, 2003).

Indicações da Védica

O medicamento VEDICA, extrato seco de Boswellia serrata, esta indicado no tratamento de doenças inflamatórias intestinais, particularmente da colite3 ulcerativa e doença de Crohn4.Indicações Complementares
Secundariamente o produto VEDICA (extrato seco de Boswellia serrata) também pode ser recomendado no tratamento de osteoartrite5 e artrite reumatóide6.

Contra-Indicações da Védica

O produto VEDICA (extrato seco de Boswellia serrata) e contra-indicado nos casos de hipersensibilidade a Boswellia serrata ou aos componentes da formulação do produto.

Modo de Usar e Cuidados de Conservação Depois de Aberto da Védica

O produto VEDICA e de uso oral.Os comprimidos revestidos devem ser mantidos em sua embalagem original, na temperatura ambiente (entre 15 e 30?C), protegidos da luz e umidade.

Posologia da Védica

O produto VEDICA e apresentado na forma de comprimidos revestidos de 350 mg.
VEDICA deve ser ingerido depois das refeições, preferencialmente com algum alimento gorduroso, e a via de administração proposta e a via oral, com o auxilio de quantidade suficiente de liquido.

Adultos: A posologia recomendada de extrato seco de Boswellia serrata 350 mg e de um comprimido três vezes ao dia, por pelo menos seis semanas.

Advertências da Védica

Em pacientes com gastrite7 ou doença de refluxo gastroesofágico8 pré-existente o uso de extratos de Boswellia serrata deve ser cuidadoso, pois refluxo e dor epigástrica tem sido associados com o uso do produto.

Gravidez9A goma-resina de Boswellia serrata tem sido reportada em literaturas tradicionais como tendo atividade emenagoga, podendo interferir na gestação. Assim, deve-se evitar o uso durante a gravidez9 e lactação10 sem acompanhamento e consentimento do medico responsável.

Amamentação11
Não existem informações disponíveis sobre a utilização deste produto por pacientes gravidas ou que estejam amamentando. Segundo estudos, o óleo essencial especificamente não deve ser administrado durante a gravidez9 nem na lactação10.

Interferência em exames laboratoriais
Não há relato de interferência de Boswellia serrata em exames laboratoriais.

Uso em Idosos da Védica

Geriatria
As doses e cuidados para pacientes12 idosos são as mesmas recomendadas para os adultos, devendo ter o acompanhamento medico.

Interações Medicamentosas da Védica

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS:Por apresentar o mesmo mecanismo de ação, VÉDICA pode potencializar a ação de outros inibidores de leucotrienos1, como produtos a base da especie antiinflamatória Harpagophytum procumbens ou dos farmacos zafrilukast e montelukast, que sao utilizados no tratamento da asma14.
Podem também ocorrer interações medicamentosas de potencialização de efeitos entre o medicamento VEDICA (Boswellia serrata) e agentes antineoplásicos, agentes redutores de lipídeos, medicamentos solúveis em gordura15 e de redução de efeitos entre VEDICA(Boswellia serrata) e agentes antiinflamatórios não-esteróidais - inibidores de COX-2.

INTERAÇÕES COM ALIMENTOS:
Recentemente, foi avaliada a ingestão conjunta de 786 mg de um extrato seco da goma-resina de Boswellia serrata com uma dieta rica em lipídeos, avaliando os níveis plasmáticos dos principais ativos por mais de 60 horas através de cromatografia liquida de alta eficiência. Os dados obtidos variaram entre os ativos doseados, mas no geral evidenciaram um grande aumento na absorção dos ácidos bosvélicos nos sujeitos tratados concomitantemente com dieta rica em gorduras, particularmente para o acido 11-ceto-bosvélico
e também para o acido acetil-11-ceto--bosvélico; também se verificou um aumento na meia-vida dos ácidos bosvélicos nos pacientes tratados conjuntamente com dieta gordurosa. Esse aumento expressivo esta associado a presença dos ácidos biliares, que devem promover o aumento da solubilidade e absorção dos ativos. Em pacientes em jejum os níveis foram bem menores, mesmo tornando indetectáveis dois dos triterpenos utilizados como marcadores do estudo.

Reações Adversas da Védica

As manifestações obtidas dos estudos clínicos realizados com extratos da goma-resina, incluem efeitos gastrointestinais (ocorrência de queimação retroesternal, náuseas16, flatulência abdominal, dor epigástrica, anorexia17 e dermatite18 - 6 de 34 pacientes que consumiram o produto) e efeitos sobre a pele19 (dermatite18 verificada em 3 de 42 pacientes com osteoartrite5 e 1 em 20 pacientes com artrite reumatoide6, que  receberam um medicamento misto com Boswellia e outros ingredientes).
Ocorrência de dermatite18 foi relatada em 4 de 62 pacientes (6%) em dois estudos clínicos empregando uma combinação de Boswellia serrata, Curcuma longa, Withania somnifera e complexo de zinco. Embora o efeito da Boswellia isoladamente nao seja claro, esta ocorrência pode ser real para esta droga.

ATENÇÃO: Este produto é um novo medicamento e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis para comercialização, podem ocorrer efeitos indesejáveis não conhecidos. Se isto ocorrer, o médico responsável deve ser comunicado.

Superdose da Védica

Em altas doses pode ocasionar neurotoxicidade, paresia20 gástrica e aborto.Em caso de ingestão acidental de uma grande quantidade deste medicamento de uma só vez, o medico devera ser contatado urgentemente ou o paciente devera ser encaminhado ao pronto atendimento mais próximo para procura de socorro medico.

Armazenagem da Védica

VEDICA, extrato seco de Boswellia serrata , deve ser armazenado em temperatura ambiente (entre 15?C e 30?C), protegido da luz e umidade.

Reg. MS nº 1.0118.0600
Farmacêutico Responsável:
Dr. Eduardo Sérgio M. Magliano
CRF SP nº 7179

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA


APSEN FARMACÊUTICA S/A
Rua La Paz, nº 37/67 - Santo Amaro
CEP 04755-020 - São Paulo - SP
CNPJ 62.462.015/0001-29
Indústria Brasileira

Védica 350mg - Laboratório

APSEN
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Email: infomed@apsen.com.br
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Ver outros medicamentos do laboratório "APSEN"

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Complementos

1 Leucotrienos: É qualquer um dos metabólitos dos ácidos graxos poli-insaturados, especialmente o ácido araquidônico, que atua como mediador em processos alérgicos e inflamatórios.
2 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
3 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
4 Doença de Crohn: Doença inflamatória crônica do intestino que acomete geralmente o íleo e o cólon, embora possa afetar qualquer outra parte do intestino. A doença cursa com períodos de remissão sintomática e outros de agravamento. Na maioria dos casos, a doença de Crohn é de intensidade moderada e se torna bem controlada pela medicação, tornando possível uma vida razoavelmente normal para seu portador. A causa da doença de Crohn ainda não é totalmente conhecida. Os sintomas mais comuns são: dor abdominal, diarreia, perda de peso, febre moderada, sensação de distensão abdominal, perda de apetite e de peso.
5 Osteoartrite: Termo geral que se emprega para referir-se ao processo degenerativo da cartilagem articular, manifestado por dor ao movimento, derrame articular, etc. Também denominado artrose.
6 Artrite reumatóide: Doença auto-imune de etiologia desconhecida, caracterizada por poliartrite periférica, simétrica, que leva à deformidade e à destruição das articulações por erosão do osso e cartilagem. Afeta mulheres duas vezes mais do que os homens e sua incidência aumenta com a idade. Em geral, acomete grandes e pequenas articulações em associação com manifestações sistêmicas como rigidez matinal, fadiga e perda de peso. Quando envolve outros órgãos, a morbidade e a gravidade da doença são maiores, podendo diminuir a expectativa de vida em cinco a dez anos.
7 Gastrite: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago. Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
8 Refluxo gastroesofágico: Presença de conteúdo ácido proveniente do estômago na luz esofágica. Como o dito órgão não está adaptado fisiologicamente para suportar a acidez do suco gástrico, pode ser produzida inflamação de sua mucosa (esofagite).
9 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
10 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
11 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
12 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
13 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
14 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
15 Gordura: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Os alimentos que fornecem gordura são: manteiga, margarina, óleos, nozes, carnes vermelhas, peixes, frango e alguns derivados do leite. O excesso de calorias é estocado no organismo na forma de gordura, fornecendo uma reserva de energia ao organismo.
16 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
17 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
18 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
19 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
20 Paresia: Diminuição da força em um ou mais grupos musculares. É um grau menor de paralisia.
21 Neutrófilos: Leucócitos granulares que apresentam um núcleo composto de três a cinco lóbulos conectados por filamenos delgados de cromatina. O citoplasma contém grânulos finos e inconspícuos que coram-se com corantes neutros.
22 Leucócitos Polimorfonucleares: Leucócitos granulares que apresentam um núcleo composto de três a cinco lóbulos conectados por filamenos delgados de cromatina. O citoplasma contém grânulos finos e inconspícuos que coram-se com corantes neutros.
23 Prostaglandinas: É qualquer uma das várias moléculas estruturalmente relacionadas, lipossolúveis, derivadas do ácido araquidônico. Ela tem função reguladora de diversas vias metabólicas.
24 Leucócitos: Células sangüíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS). Sinônimos: Células Brancas do Sangue; Corpúsculos Sanguíneos Brancos; Corpúsculos Brancos Sanguíneos; Corpúsculos Brancos do Sangue; Células Sanguíneas Brancas
25 Granulócitos: Leucócitos que apresentam muitos grânulos no citoplasma. São divididos em três grupos, conforme as características (neutrofílicas, eosinofílicas e basofílicas) de coloração destes grânulos. São granulócitos maduros os NEUTRÓFILOS, EOSINÓFILOS e BASÓFILOS.
26 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
27 Estudo duplo-cego: Denominamos um estudo clínico “duplo cego” quando tanto voluntários quanto pesquisadores desconhecem a qual grupo de tratamento do estudo os voluntários foram designados. Denominamos um estudo clínico de “simples cego” quando apenas os voluntários desconhecem o grupo ao qual pertencem no estudo.
28 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
29 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
30 Patologia: 1. Especialidade médica que estuda as doenças e as alterações que estas provocam no organismo. 2. Qualquer desvio anatômico e/ou fisiológico, em relação à normalidade, que constitua uma doença ou caracterize determinada doença. 3. Por extensão de sentido, é o desvio em relação ao que é próprio ou adequado ou em relação ao que é considerado como o estado normal de uma coisa inanimada ou imaterial.
31 Ulcerações: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
32 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
33 Granulação: 1. Aglomerado de grânulos. 2. Em medicina, é o conjunto de grânulos vermelhos, constituindo uma massa arredondada de vasos capilares e fibroblastos, que se forma na base de uma ulceração ou o processo formativo dessa massa. 3. Em química, é o processo de conversão de uma substância metálica em grãos pelo rápido resfriamento de um filete de sua massa fundida ao imergir em um líquido à temperatura ambiente.
34 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
35 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
36 Úlceras: Feridas superficiais em tecido cutâneo ou mucoso que podem ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
37 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
38 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
39 Abscessos: Acumulação de pus em uma cavidade formada acidentalmente nos tecidos orgânicos, ou mesmo em órgão cavitário, em consequência de inflamação seguida de infecção.
40 Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
41 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
42 Eosinófilos: Eosinófilos ou granulócitos eosinófilos são células sanguíneas responsáveis pela defesa do organismo contra parasitas e agentes infecciosos. Também participam de processos inflamatórios em doenças alérgicas e asma.
43 Inchaço: Inchação, edema.
44 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
45 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
46 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
47 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
48 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
49 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
50 Estudo randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle - o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.

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