ANALGESIN

TEUTO BRAS.

Atualizado em 03/06/2015

ANALGESIN
Ácido acetilsalicílico

Forma Farmacêutica e Apresentações de Analgesin

Comprimido 100mgEmbalagem contendo 200 comprimidos.
Comprimido 500mg
Embalagem contendo 100 comprimidos.
USO ADULTO E PEDIÁTRICO
USO ORAL

Composição de Analgesin

Cada comprimido de 100mg contém:
ácido acetilsalicílico....................100mg
Excipientes q.s.p....................1comprimido
Excipientes: croscarmelose sódica, ciclamato de sódio, corante amarelo de tartrazina, ácido esteárico, vanilina, manitol, celulose microcristalina, sacarina1 sódica e dióxido de silício.
Cada comprimido de 500mg contém:
ácido acetilsalicílico....................500mg
Excipiente q.s.p....................1comprimido
Excipiente: amido.
- INFORMAÇÕES AO PACIENTE
Ação do medicamento: Analgesin contém a substância ativa ácido acetilsalicílico, do grupo de substâncias anti-inflamatórias não esteroides, eficazes no alívio de dor, febre2 e inflamação3. O ácido acetilsalicílico inibe a formação excessiva de substâncias mensageiras da dor, as prostaglandinas4, reduzindo assim a sensibilidade à dor.
Indicações do medicamento: Analgesin é indicado para o alívio de dores de intensidade leve a moderada como dor de cabeça5, dor de dente6, dor de garganta7, dor menstrual, dor muscular, dores nas articulações8, dores nas costas9, dor da artrite10 e para o alívio sintomático11 da dor e da febre2 nos resfriados ou gripes.
Riscos do medicamento:
CONTRAINDICAÇÕES:
NÃO TOME ANALGESIN SE FOR ALÉRGICO AO ÁCIDO ACETILSALICÍLICO OU A SALICILATOS OU A QUALQUER DOS COMPONENTES DO MEDICAMENTO, SE NÃO TIVER CERTEZA DE SER ALÉRGICO AO ÁCIDO ACETILSALICÍLICO, CONSULTE O SEU MÉDICO; TIVER TENDÊNCIA PARA SANGRAMENTOS; TIVER ÚLCERAS12 DO ESTÔMAGO13 OU DO INTESTINO; JÁ TIVER TIDO CRISE DE ASMA14 INDUZIDA PELA ADMINISTRAÇÃO DE SALICILATOS OU OUTRAS SUBSTÂNCIAS SEMELHANTES; ESTIVER EM TRATAMENTO COM METOTREXATO EM DOSES IGUAIS OU SUPERIORES A 15MG POR SEMANA E SE ESTIVER NO ÚLTIMO TRIMESTRE DE GRAVIDEZ15.
ADVERTÊNCIAS: NOS CASOS SEGUINTES, ANALGESIN SÓ DEVE SER USADO EM CASO DE ABSOLUTA NECESSIDADE E SOB CUIDADOS ESPECIAIS: SER ALÉRGICO A OUTROS MEDICAMENTOS ANALGÉSICOS16, ANTI-INFLAMATÓRIOS E ANTIRREUMÁTICOS OU PRESENÇA DE OUTRAS ALERGIAS; ESTAR EM USO DE MEDICAMENTOS ANTICOAGULANTES17 COMO HEPARINA E DERIVADOS DA CUMARINA; ASMA14 BRÔNQUICA; DISTÚRBIOS GÁSTRICOS OU DUODENAIS CRÔNICOS OU RECORRENTES E ÚLCERAS12 GASTRINTESTINAIS; MAU FUNCIONAMENTO DO FÍGADO18 OU DOS RINS19.
CRIANÇAS OU ADOLESCENTES NÃO DEVEM USAR ESSE MEDICAMENTO PARA CATAPORA20 OU SINTOMAS21 GRIPAIS ANTES QUE UM MÉDICO SEJA CONSULTADO SOBRE A SÍNDROME22 DE REYE, UMA RARA, MAS GRAVE DOENÇA ASSOCIADA A ESSE MEDICAMENTO.
ESTE PRODUTO CONTÉM O CORANTE AMARELO DE TARTRAZINA QUE PODE CAUSAR REAÇÕES DE NATUREZA ALÉRGICA, ENTRE AS QUAIS ASMA14 BRÔNQUICA, ESPECIALMENTE EM PESSOAS ALÉRGICAS AO ÁCIDO ACETILSALICÍLICO (COMPRIMIDOS DE 100MG).
PRECAUÇÕES:
PACIENTES QUE SOFREM DE ASMA14, DE RINITE23 ALÉRGICA SAZONAL, DE PÓLIPOS24 NASAIS OU DE DOENÇAS CRÔNICAS DO TRATO RESPIRATÓRIO, PRINCIPALMENTE SE ACOMPANHADAS DE SINTOMAS21 DE RINITE23 ALÉRGICA SAZONAL, OU PACIENTES QUE SEJAM ALÉRGICOS A QUALQUER TIPO DE ANALGÉSICO25/ANTIINFLAMATÓRIO OU ANTIRREUMÁTICO, CORREM RISCO DE SOFRER CRISES DE ASMA14 (ASMA14 POR INTOLERÂNCIA A ANALGÉSICOS16). O MESMO SE APLICA A PACIENTES QUE APRESENTAM ALERGIAS A OUTRAS SUBSTÂNCIAS COMO REAÇÕES DE PELE26, COCEIRA E URTICÁRIA27.
ANALGESIN® NÃO DEVE SER USADO POR MUITO TEMPO OU EM DOSES ALTAS SEM ACONSELHAMENTO DE UM MÉDICO OU DENTISTA. ANALGÉSICOS16 USADOS POR LONGOS PERÍODOS E EM DOSES ALTAS NÃO RECOMENDADAS PODEM PROVOCAR DOR DE CABEÇA5, QUE NÃO DEVE SER TRATADA AUMENTANDO-SE A DOSE DO MEDICAMENTO. EM GERAL, O USO HABITUAL DE ANALGÉSICOS16, PARTICULARMENTE A COMBINAÇÃO DE VÁRIOS INGREDIENTES ATIVOS ANALGÉSICOS16, PODE CAUSAR DANO PERMANENTE NOS RINS19, COM RISCO DE CAUSAR INSUFICIÊNCIA RENAL28 (NEFROPATIA29 PROVOCADA POR ANALGÉSICOS16). ANALGESIN® NÃO AFETA A CAPACIDADE DE DIRIGIR VEÍCULOS OU OPERAR MÁQUINAS.
Interações medicamentosas: Algumas substâncias podem ter seu efeito alterado se tomados com Analgesin® ou que podem influenciar o seu efeito. Esses efeitos também podem ser relacionados com medicamentos tomados recentemente.
Analgesin® aumenta: o efeito de medicamentos anticoagulantes17, como derivados de cumarina e heparina; o risco de hemorragia30 gastrintestinal se for tomado com álcool ou medicamentos que contenham cortisona ou seus derivados; o efeito de certos medicamentos usados para baixar a taxa de açúcar31 no sangue32 (sulfonilureias33); os efeitos desejados e indesejados do metotrexato; os níveis sanguíneos de digoxina, barbitúricos e lítio; os efeitos desejados e indesejados de um grupo particular de medicamentos analgésicos16/anti-inflamatórios e antirreumáticos (não esteroides); o efeito de sulfonamidas e suas associações, o efeito do ácido valproico, um medicamento usado no tratamento de epilepsia34.
Analgesin® diminui a ação de certos medicamentos que aumentam a excreção de urina35 (antagonistas de aldosterona e diuréticos36 de alça); medicamentos para baixar a pressão arterial37, medicamentos para o tratamento da gota38, que aumentam a excreção de ácido úrico (por ex. probenecida, sulfimpirazona).
Portanto, Analgesin® não deverá ser usado sem orientação médica com uma das substâncias citadas acima.
Você deve evitar tomar bebidas alcoólicas durante o uso de Analgesin®.
Uso durante a Gravidez15 e Amamentação39: Você deve informar ao seu médico caso engravidar durante o tratamento prolongado com Analgesin®. Nos dois primeiros trimestres da gravidez15, você só deverá usar Analgesin® por recomendação médica em casos de absoluta necessidade. Você não deve tomar Analgesin® nos últimos três meses de gravidez15 por risco de complicações para a mãe e o bebê durante o parto.
Pequenas quantidades do ácido acetilsalicílico e de seus produtos de metabolismo40 passam para o leite materno. Como até o momento não se relatou nenhum efeito prejudicial para os bebês41, você não precisa parar de amamentar se usar Analgesin® para tratar a dor ou a febre2 nas doses recomendadas e por períodos curtos. Se, em casos excepcionais, houver necessidade de tratamento prolongado ou doses maiores (mais de 6 comprimidos de 500mg ou 30 comprimidos de 100mg por dia), você deve considerar a possibilidade de suspender a amamentação39.
Não deve ser utilizado durante a gravidez15 e a amamentação39, exceto sob orientação médica.
Informe a seu médico ou cirurgião-dentista se ocorrer gravidez15 ou iniciar amamentação39 durante o uso deste medicamento.
Este medicamento é contraindicado na faixa etária de 0 a 6 meses. (comprimidos de 100mg)
Este medicamento é contraindicado na faixa etária de 0 a 12 anos. (comprimidos de 500mg)
Informe ao médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Modo de uso:
Os comprimidos devem ser tomados com líquido, se possível após a ingestão de alimentos. Não tome com o estômago13 vazio.
Aspecto físico: Comprimido 100mg: Circular de cor amarela.
Comprimido 500mg: Circular de cor branca.
Características Organolépticas: Comprimido 100mg: Circular de cor amarela com odor e sabor de baunilha.
Comprimido 500mg: Circular de cor branca com odor e sabor característico.
Posologia:
Crianças (comprimido 100mg): 6 meses a 1 ano: ½ a 1 comprimido; 1 a 3 anos: 1 comprimido; 4 a 6 anos: 2 comprimidos; 7 a 9 anos: 3 comprimidos; acima de 9 anos: 4 comprimidos.
Estas doses podem ser repetidas em intervalos de 4 a 8 horas, se necessário, até um máximo de 3 doses por dia.
Adultos (comprimido 500mg): Recomenda-se 1 a 2 comprimidos, se necessário repetidos a cada 4 a 8 horas. Não se deve tomar mais de 8 comprimidos por dia.
Crianças a partir de 12 anos: 1 comprimido, se necessário repetido a cada 4 a 8 horas. Não se deve administrar mais de 3 comprimidos por dia.
Em pacientes com mau funcionamento do fígado18 ou dos rins19, deve-se diminuir as doses ou aumentar o intervalo entre elas.
SIGA CORRETAMENTE O MODO DE USAR NÃO DESAPARECENDO OS SINTOMAS21, PROCURE ORIENTAÇÃO MÉDICA OU DE SEU CIRURGIÃO-DENTISTA.
Prazo de validade: 24 meses a partir da data de fabricação (VIDE CARTUCHO).
Não use o medicamento com prazo de validade vencido.
Antes de usar observe o aspecto do medicamento.
REAÇÕES ADVERSAS:
COMO QUALQUER MEDICAMENTO, ANALGESIN® PODE PROVOCAR OS SEGUINTES EFEITOS INDESEJÁVEIS:
EFEITOS COMUNS: DOR DE ESTÔMAGO13 E SANGRAMENTO GASTRINTESTINAL LEVE (MICRO-HEMORRAGIAS42).
EFEITOS OCASIONAIS: NÁUSEAS43, VÔMITOS44 E DIARREIA45.
CASOS RAROS: PODEM OCORRER SANGRAMENTOS E ÚLCERAS12 DO ESTÔMAGO13, REAÇÕES ALÉRGICAS EM QUE APARECE DIFICULDADE PARA RESPIRAR E REAÇÕES NA PELE26, PRINCIPALMENTE EM PACIENTES ASMÁTICOS E ANEMIA46 APÓS USO PROLONGADO, DEVIDO A SANGRAMENTO OCULTO NO ESTÔMAGO13 OU INTESTINO.
CASOS ISOLADOS: PODEM OCORRER ALTERAÇÕES DA FUNÇÃO DO FÍGADO18 E DOS RINS19, QUEDA DO NÍVEL DE AÇÚCAR31 NO SANGUE32 E REAÇÕES CUTÂNEAS47 GRAVES.
DOSES BAIXAS DE ÁCIDO ACETILSALICÍLICO REDUZEM A EXCREÇÃO DE ÁCIDO ÚRICO E ISSO PODE DESENCADEAR ATAQUE DE GOTA38 EM PACIENTES SUSCETÍVEIS.
O USO PROLONGADO PODE CAUSAR DISTÚRBIOS DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL48, COMO DORES DE CABEÇA5, TONTURAS49, ZUMBIDOS, ALTERAÇÕES DA VISÃO50, SONOLÊNCIA OU ANEMIA46 DEVIDO A DEFICIÊNCIA DE FERRO.
SE OCORRER QUALQUER UMA DESSAS REAÇÕES INDESEJÁVEIS OU AO PRIMEIRO SINAL51 DE ALERGIA52, VOCÊ DEVE PARAR DE TOMAR ANALGESIN®. INFORME O MÉDICO, QUE DECIDIRÁ QUAIS MEDIDAS DEVEM SER ADOTADAS.
SE NOTAR FEZES PRETAS, INFORME O MÉDICO IMEDIATAMENTE, POIS É SINAL51 DE SÉRIA HEMORRAGIA30 NO ESTÔMAGO13.
Conduta em caso de superdose: Se alguém tomar uma dose muito grande, poderão ocorrer efeitos indesejáveis, como tontura53 e zumbido, sobretudo em crianças e idosos. Esses sintomas21 podem indicar envenenamento grave.
No caso de superdose, contate seu médico, que decidirá sobre as medidas necessárias de acordo com a gravidade da intoxicação. Se possível, leve a embalagem com os comprimidos.
Cuidados de conservação e uso: DURANTE O CONSUMO ESTE PRODUTO DEVE SER MANTIDO NO CARTUCHO DE CARTOLINA, CONSERVADO EM TEMPERATURA AMBIENTE (15 A 30°C). PROTEGER DA LUZ E UMIDADE.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Informações Técnicas Aos Profissionais de Saúde54 de Analgesin

Características farmacológicas:
Propriedades Farmacodinâmicas:
O ácido acetilsalicílico pertence ao grupo de fármacos anti-inflamatórios não esteroides, com propriedades analgésicas, antipiréticas e anti-inflamatórias. Seu mecanismo de ação baseia-se na inibição irreversível da enzima55 ciclo-oxigenase, envolvida na síntese das prostaglandinas4.
O ácido acetilsalicílico é usado em doses orais de 0,3 a 1g para o alívio da dor e nas afecções56 febris menores, tais como resfriados e gripes, para redução da temperatura e alívio das dores musculares e das articulações8.
Também é usado nos distúrbios inflamatórios agudos e crônicos, tais como artrite reumatoide57, osteoartrite58 e espondilite anquilosante. Nessas afecções56 usam-se em geral doses altas, no total de 4 a 8g diários, em doses divididas.
O ácido acetilsalicílico também inibe a agregação plaquetária, bloqueando a síntese do tromboxano A2 nas plaquetas59. Por esta razão, é usado em várias indicações relativas ao sistema vascular60, geralmente em doses diárias de 75 a 300mg.
Propriedades Farmacocinéticas: Após a administração oral, o ácido acetilsalicílico é rápida e completamente absorvido pelo trato gastrintestinal. Durante e após a absorção, o ácido acetilsalicílico é convertido em ácido salicílico, seu principal metabólito61 ativo. Os níveis plasmáticos máximos de ácido acetilsalicílico são atingidos após 10 a 20 minutos e os de ácido salicílico após 0,3 a 2 horas. Tanto o ácido acetilsalicílico como o ácido salicílico ligam-se amplamente às proteínas62 plasmáticas e são rapidamente distribuídos a todas as partes do organismo. O ácido salicílico aparece no leite materno e atravessa a placenta.
O ácido salicílico é eliminado principalmente por metabolismo40 hepático; os metabólitos63 incluem o ácido salicilúrico, o glicuronídeo salicilfenólico, o glicuronídeo salicilacílico, o ácido gentísico e o ácido gentisúrico. A cinética64 da eliminação do ácido salicílico depende da dose, uma vez que o metabolismo40 é limitado pela capacidade das enzimas hepáticas65. Desse modo, a meia-vida de eliminação varia de 2 a 3 horas após doses baixas, até cerca de 15 horas com doses altas. O ácido salicílico e seus metabólitos63 são excretados principalmente por via renal66.
Dados de segurança pré-clínicos: O perfil de segurança pré-clínico do ácido acetilsalicílico está bem documentado. Nos testes com animais, os salicilatos causaram dano renal66 mas não causaram outras lesões67 orgânicas. O ácido acetilsalicílico foi adequadamente testado quanto à mutagenicidade e carcinogenicidade; não foi observado nenhum indício relevante de potencial mutagênico ou carcinogênico.
Resultados de eficácia: O ácido acetilsalicílico vem sendo usado como analgésico25 e antipirético68 por centenas de milhares de pessoas desde a sua descoberta há mais de cem anos. A despeito da sua idade, o ácido acetilsalicílico ainda é o padrão para comparação e avaliação de novas substâncias e uma das drogas mais amplamente estudadas. Consequentemente, não é possível listar todas as pesquisas que provam sua eficácia clínica. As indicações incluem o alívio sintomático11 de dores leves a moderadas, como cefaleia69, dor de dente6, dor de garganta7 relacionada a resfriados, dor nas costas9, dores musculares e nas juntas; dismenorreia70 e também febre2 em resfriados comuns.
Indicações: Para o alívio sintomático11 de cefaleia69, odontalgia, dor de garganta7, dismenorreia70, mialgia71 ou artralgia72, lombalgia73 e dor artrítica de pequena intensidade. No resfriado comum ou na gripe74, para o alívio sintomático11 da dor e da febre2.
CONTRAINDICAÇÕES: ÚLCERAS12 PÉPTICAS ATIVAS; DIÁTESE HEMORRÁGICA75; HIPERSENSIBILIDADE AO ÁCIDO ACETILSALICÍLICO, A OUTROS SALICILATOS OU A QUALQUER OUTRO COMPONENTE DA FÓRMULA DO PRODUTO; HISTÓRIA DE ASMA14 INDUZIDA PELA ADMINISTRAÇÃO DE SALICILATOS OU SUBSTÂNCIAS COM AÇÃO SIMILAR, PRINCIPALMENTE FÁRMACOS ANTI-INFLAMATÓRIOS NÃO ESTEROIDES; COMBINAÇÃO COM METOTREXATO EM DOSE DE 15MG/SEMANA OU MAIS E ÚLTIMO TRIMESTRE DE GRAVIDEZ15.
Modo de usar e cuidados de conservação depois de aberto:
Este medicamento deve ser administrado por via oral. Tomar os comprimidos de preferência após as refeições, com bastante líquido.
DURANTE O CONSUMO ESTE PRODUTO DEVE SER MANTIDO NO CARTUCHO DE CARTOLINA, CONSERVADO EM TEMPERATURA AMBIENTE (15 A 30ºC). PROTEGER DA LUZ E UMIDADE.
Posologia:
Crianças (comprimido 100mg):
6 meses a 1 ano: ½ a 1 comprimido; 1 a 3 anos: 1 comprimido; 4 a 6 anos: 2 comprimidos; 7 a 9 anos: 3 comprimidos; acima de 9 anos: 4 comprimidos.
Estas doses podem ser repetidas em intervalos de 4 a 8 horas, se necessário, até um máximo de 3 doses por dia.
Adultos (comprimido 500mg): 1 a 2 comprimidos. Se necessário, repetir a cada 4 a 8 horas, não excedendo 8 comprimidos por dia.
A partir de 12 anos: 1 comprimido. Se necessário, repetir a cada 4 a 8 horas, até 3 vezes por dia.
ADVERTÊNCIAS: TRATAMENTO SIMULTÂNEO COM ANTICOAGULANTES17; HISTÓRIA DE ÚLCERAS12 GASTRINTESTINAIS, INCLUSIVE ÚLCERA76 CRÔNICA OU RECIDIVANTE77, OU HISTÓRIA DE SANGRAMENTOS GASTRINTESTINAIS; DISFUNÇÃO RENAL66; DISFUNÇÃO HEPÁTICA78 E HIPERSENSIBILIDADE A FÁRMACOS ANTIINFLAMATÓRIOS OU ANTIRREUMÁTICOS, OU A OUTROS ALÉRGENOS79.
CRIANÇAS OU ADOLESCENTES NÃO DEVEM USAR ESSE MEDICAMENTO PARA CATAPORA20 OU SINTOMAS21 GRIPAIS ANTES QUE UM MÉDICO SEJA CONSULTADO SOBRE A SÍNDROME22 DE REYE, UMA RARA, MAS GRAVE DOENÇA ASSOCIADA A ESSE MEDICAMENTO.
ESTE PRODUTO CONTÉM O CORANTE AMARELO DE TARTRAZINA QUE PODE CAUSAR REAÇÕES DE NATUREZA ALÉRGICA, ENTRE AS QUAIS ASMA14 BRÔNQUICA, ESPECIALMENTE EM PESSOAS ALÉRGICAS AO ÁCIDO ACETILSALICÍLICO (COMPRIMIDOS DE 100MG).

O ÁCIDO ACETILSALICÍLICO PODE DESENCADEAR BRONCOESPASMO80 E INDUZIR ATAQUES DE ASMA14 OU OUTRAS REAÇÕES DE HIPERSENSIBILIDADE. OS FATORES DE RISCO SÃO A PRESENÇA DE ASMA14 BRÔNQUICA, FEBRE DO FENO81, PÓLIPOS24 NASAIS OU DOENÇA RESPIRATÓRIA CRÔNICA. ESSE CONCEITO APLICA-SE TAMBÉM AOS PACIENTES QUE DEMONSTRAM REAÇÕES ALÉRGICAS (POR EXEMPLO REAÇÕES CUTÂNEAS47, PRURIDO82 E URTICÁRIA27) A OUTRAS SUBSTÂNCIAS.
DEVIDO AO EFEITO DE INIBIÇÃO DA AGREGAÇÃO PLAQUETÁRIA, O ÁCIDO ACETILSALICÍLICO PODE LEVAR AO AUMENTO DO SANGRAMENTO DURANTE E APÓS INTERVENÇÕES CIRÚRGICAS (INCLUSIVE CIRURGIAS DE PEQUENO PORTE, COMO AS EXTRAÇÕES DENTÁRIAS).
EM DOSES BAIXAS, O ÁCIDO ACETILSALICÍLICO REDUZ A EXCREÇÃO DO ÁCIDO ÚRICO. ESSA REDUÇÃO PODE DESENCADEAR GOTA38 EM PACIENTES COM TENDÊNCIA A EXCREÇÃO DIMINUÍDA DE ÁCIDO ÚRICO.
Uso durante a Gravidez15 e Amamentação39: Em alguns estudos epidemiológicos, o uso de salicilatos nos 3 primeiros meses de gravidez15 foi associado a risco elevado de malformações83 (fenda palatina, malformações83 cardíacas). Após doses terapêuticas normais, esse risco parece ser baixo: um estudo prospectivo84 com exposição de cerca de 32.000 pares mãe/filho não revelou nenhuma associação com um índice elevado de malformações83.
Durante a gravidez15, os salicilatos devem ser tomados somente após rigorosa avaliação de risco/benefício.
Nos últimos 3 meses de gravidez15, a administração de salicilatos em altas doses (>300mg por dia) pode levar a um prolongamento do período gestacional, a fechamento prematuro do ductus arteriosus85 e inibição das contrações uterinas. Observou-se uma tendência a aumento de hemorragia30 tanto na mãe como na criança.
A administração de ácido acetilsalicílico em altas doses (>300mg por dia) pouco antes do nascimento pode conduzir a hemorragias42 intracranianas, particularmente em bebês41 prematuros.
Os salicilatos e seus metabólitos63 passam para o leite materno em pequenas quantidades. Como não foram observados até o momento efeitos adversos no lactente86 após uso eventual, em geral é desnecessária a interrupção da amamentação39.
Entretanto, com o uso regular ou ingestões de altas doses, a amamentação39 deve ser descontinuada precocemente.
Não se observaram efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas.
Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco: Não há necessidade de recomendações especiais para o uso do produto em idosos, crianças ou pacientes de grupos de risco, desde que observadas as advertências, precauções e posologia mencionadas acima.
Para crianças maiores recomendam-se outras apresentações de Analgesin® com concentrações maiores de ácido acetilsalicílico.
Em pacientes com mau funcionamento do fígado18 ou dos rins19, as doses devem ser diminuídas ou o intervalo entre elas aumentado.
Interações medicamentosas:
Interações contraindicadas:

Metotrexato em doses de 15mg/semana ou mais: Aumento da toxicidade87 hematológica do metotrexato (diminuição da depuração renal66 do metotrexato por agentes anti-inflamatórios em geral e deslocamento do metotrexato de sua ligação na proteína plasmática pelos salicilatos).
Combinações que requerem precauções para o uso:
Metotrexato em doses inferiores a 15mg/semana: Aumento da toxicidade87 hematológica do metotrexato (diminuição da depuração renal66 do metotrexato por agentes anti-inflamatórios em geral e deslocamento do metotrexato de sua ligação na proteína plasmática pelos salicilatos).
Anticoagulantes17, por exemplo cumarina e heparina: Aumento do risco de sangramento em razão da inibição da função plaquetária, dano à mucosa88 gastroduodenal e deslocamento dos anticoagulantes17 orais de seus locais de ligação com as proteínas62 plasmáticas.
Outros fármacos anti-inflamatórios não esteroides com salicilatos em altas doses (> ou = 3g/dia): Aumento do risco de úlceras12 e sangramento gastrintestinal devido a efeito sinérgico.
Uricosúricos como benzobromarona e probenecida: Diminuição do efeito uricosúrico (competição na eliminação tubular renal66 do ácido úrico).
Digoxina: Aumento das concentrações plasmáticas de digoxina em função da diminuição da excreção renal66.
Barbitúricos e lítio: Aumento das concentrações plasmáticas de barbitúricos e lítio.
Antidiabéticos, por exemplo insulina89, sulfonilureias33: Aumento do efeito hipoglicêmico por altas doses do ácido acetilsalicílico via ação hipoglicêmica do ácido acetilsalicílico e deslocamento da sulfonilureia de seu local de ligação nas proteínas62 plasmáticas.
Trombolíticos/outros agentes antiplaquetários, por exemplo ticlopidina: Aumento do risco de sangramento.
Sulfonamidas e suas associações: Aumento do efeito de sulfonamidas e suas associações.
Diuréticos36 em combinação com ácido acetilsalicílico em doses de 3g/dia ou mais: Diminuição da filtração glomerular via síntese diminuída da prostaglandina90 renal66.
Glicocorticoides sistêmicos91, exceto hidrocortisona usada como terapia de reposição na doença de Addison: Diminuição dos níveis de salicilato plasmático durante tratamento com corticosteroide e risco de superdose de salicilato após interrupção do tratamento, por aumento da eliminação de salicilatos pelos corticosteroides.
Inibidores da enzima55 conversora de angiotensina (ECA): Em doses de 3g/dia e mais, diminuição da filtração glomerular por inibição das prostaglandinas4 vasodilatadoras. Além disso, diminuição do efeito anti-hipertensivo.
Ácido valproico: Aumento da toxicidade87 do ácido valproico devido ao deslocamento dos locais de ligação com as proteínas62.
Álcool: Aumento do dano à mucosa88 gastrintestinal e prolongamento do tempo de sangramento devido a efeitos aditivos do ácido acetilsalicílico e do álcool.
REAÇÕES ADVERSAS A MEDICAMENTOS:
EFEITOS GASTRINTESTINAIS:
DOR ABDOMINAL, AZIA92, NÁUSEA93, VÔMITO94; HEMORRAGIA30 GASTRINTESTINAL OCULTA OU EVIDENTE (HEMATÊMESE95, MELENA96) QUE PODE CAUSAR ANEMIA46 POR DEFICIÊNCIA DE FERRO. ESSE TIPO DE SANGRAMENTO É MAIS COMUM QUANDO A POSOLOGIA É MAIOR. ÚLCERA76 E PERFURAÇÃO GASTRODUODENAL. FORAM DESCRITOS CASOS ISOLADOS DE PERTURBAÇÕES DA FUNÇÃO HEPÁTICA78 (AUMENTO DA TRANSAMINASE).
EFEITOS SOBRE O SISTEMA NERVOSO CENTRAL48:
TONTURA53 E ZUMBIDO, QUE GERALMENTE INDICAM SUPERDOSE.
EFEITOS HEMATOLÓGICOS: DEVIDO AO EFEITO SOBRE A AGREGAÇÃO PLAQUETÁRIA, O ÁCIDO ACETILSALICÍLICO PODE SER ASSOCIADO COM AUMENTO DO RISCO DE SANGRAMENTO.
REAÇÕES DE HIPERSENSIBILIDADE: POR EXEMPLO URTICÁRIA27, REAÇÕES CUTÂNEAS47, REAÇÕES ANAFILÁTICAS97, ASMA14 E EDEMA98 DE QUINCKE.
Superdose: A intoxicação em idosos e sobretudo em crianças pequenas (super dose terapêutica99 ou envenenamento acidental, que é frequente) deve ser temida, pois pode ser fatal.
Sintomatologia:
Intoxicação moderada: Zumbido, sensação de perda da audição, dor de cabeça5, vertigem100 e confusão mental. Esses sintomas21 podem ser controlados com a redução da posologia.
Intoxicação grave: Febre2, hiperventilação, cetose, alcalose101 respiratória, acidose metabólica102, coma103, choque104 cardiovascular, insuficiência respiratória105, hipoglicemia106 acentuada.
Tratamento de emergência107:
-Transferência imediata a uma unidade hospitalar especializada;
-Lavagem gástrica108, administração de carvão ativado, controle do equilíbrio ácido/base;
-Diurese109 alcalina para obter um pH da urina35 entre 7,5 e 8. Deve-se considerar diurese109 alcalina forçada quando a concentração de salicilato no plasma110 for maior que 500mg/litro (3,6ìmol/litro) em adultos ou 300mg/litro (2,2ìmol/litro) em crianças;
-Possibilidade de hemodiálise111 em intoxicação grave;
-Perdas líquidas devem ser repostas;
-Tratamento sintomático11.
Armazenagem: DURANTE O CONSUMO ESTE PRODUTO DEVE SER MANTIDO NO CARTUCHO DE CARTOLINA, CONSERVADO EM TEMPERATURA AMBIENTE (15 A 30ºC). PROTEGER DA LUZ E UMIDADE.
Nº do lote e data de fabricação: VIDE CARTUCHO
Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva
CRF-GO nº 2.659
M.S. n° 1.0370.0337
LABORATÓRIO TEUTO BRASILEIRO S/A
CNPJ - 17.159.229/0001-76
VP 7-D Módulo 11 Qd. 13 - DAIA
CEP 75132-140 - Anápolis - GO
Indústria Brasileira

ANALGESIN - Laboratório

TEUTO BRAS.
VP 7 D. MOD. 11 QD. 13
ANÁPOLIS/GO - CEP: 75133-600
Tel: 06 316-1177
Fax: 062 316-1049
Site: http://www.teuto.com.br/

Ver outros medicamentos do laboratório "TEUTO BRAS."

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Sacarina: Adoçante sem calorias e sem valor nutricional.
2 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
3 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
4 Prostaglandinas: É qualquer uma das várias moléculas estruturalmente relacionadas, lipossolúveis, derivadas do ácido araquidônico. Ela tem função reguladora de diversas vias metabólicas.
5 Cabeça:
6 Dente: Uma das estruturas cônicas duras situadas nos alvéolos da maxila e mandíbula, utilizadas na mastigação e que auxiliam a articulação. O dente é uma estrutura dérmica composta de dentina e revestida por cemento na raiz anatômica e por esmalte na coroa anatômica. Consiste numa raiz mergulhada no alvéolo, um colo recoberto pela gengiva e uma coroa, a parte exposta. No centro encontra-se a cavidade bulbar preenchida com retículo de tecido conjuntivo contendo uma substância gelatinosa (polpa do dente) e vasos sangüíneos e nervos que penetram através de uma abertura ou aberturas no ápice da raiz. Os 20 dentes decíduos ou dentes primários surgem entre o sexto e o nono e o vigésimo quarto mês de vida; sofrem esfoliação e são substituídos pelos 32 dentes permanentes, que aparecem entre o quinto e sétimo e entre o décimo sétimo e vigésimo terceiro anos. Existem quatro tipos de dentes
7 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
8 Articulações:
9 Costas:
10 Artrite: Inflamação de uma articulação, caracterizada por dor, aumento da temperatura, dificuldade de movimentação, inchaço e vermelhidão da área afetada.
11 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
12 Úlceras: Feridas superficiais em tecido cutâneo ou mucoso que podem ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
13 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
14 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
15 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
16 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
17 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
18 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
19 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
20 Catapora: Doença infecciosa aguda, comum na infância, também chamada de varicela. Ela é provocada por vírus e caracterizada por febre e erupção maculopapular rápida, seguida de erupção de vesículas eritematosas muito pruriginosas.
21 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
22 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
23 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
24 Pólipos: 1. Em patologia, é o crescimento de tecido pediculado que se desenvolve em uma membrana mucosa (por exemplo, no nariz, bexiga, reto, etc.) em resultado da hipertrofia desta membrana ou como um tumor verdadeiro. 2. Em celenterologia, forma individual, séssil, típica dos cnidários, que se caracteriza pelo corpo formado por um tubo ou cilindro, cuja extremidade oral, dotada de boca e tentáculos, é dirigida para cima, e a extremidade oposta, ou aboral, é fixa.
25 Analgésico: Medicamento usado para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
26 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
27 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
28 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
29 Nefropatia: Lesão ou doença do rim.
30 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
31 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
32 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
33 Sulfoniluréias: Classe de medicamentos orais para tratar o diabetes tipo 2 que reduz a glicemia por ajudar o pâncreas a fabricar mais insulina e o organismo a usar melhor a insulina produzida.
34 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
35 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
36 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
37 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
38 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
39 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
40 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
41 Bebês: Lactentes. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
42 Hemorragias: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
43 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
44 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
45 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
46 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
47 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
48 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
49 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
50 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
51 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
52 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
53 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
54 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
55 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
56 Afecções: Quaisquer alterações patológicas do corpo. Em psicologia, estado de morbidez, de anormalidade psíquica.
57 Artrite reumatóide: Doença auto-imune de etiologia desconhecida, caracterizada por poliartrite periférica, simétrica, que leva à deformidade e à destruição das articulações por erosão do osso e cartilagem. Afeta mulheres duas vezes mais do que os homens e sua incidência aumenta com a idade. Em geral, acomete grandes e pequenas articulações em associação com manifestações sistêmicas como rigidez matinal, fadiga e perda de peso. Quando envolve outros órgãos, a morbidade e a gravidade da doença são maiores, podendo diminuir a expectativa de vida em cinco a dez anos.
58 Osteoartrite: Termo geral que se emprega para referir-se ao processo degenerativo da cartilagem articular, manifestado por dor ao movimento, derrame articular, etc. Também denominado artrose.
59 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
60 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
61 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
62 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
63 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
64 Cinética: Ramo da física que trata da ação das forças nas mudanças de movimento dos corpos.
65 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
66 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
67 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
68 Antipirético: Medicamento que reduz a febre, diminuindo a temperatura corporal que está acima do normal. Entretanto, ele não vai afetar a temperatura normal do corpo se uma pessoa que não tiver febre o ingerir. Os antipiréticos fazem com que o hipotálamo “ignore“ um aumento de temperatura induzido por interleucina. O corpo então irá trabalhar para baixar a temperatura e o resultado é a redução da febre.
69 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
70 Dismenorréia: Dor associada à menstruação. Em uma porcentagem importante de mulheres é um sintoma normal. Em alguns casos está associada a doenças ginecológicas (endometriose, etc.).
71 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
72 Artralgia: Dor em uma articulação.
73 Lombalgia: Dor produzida na região posterior inferior do tórax. As pessoas com lombalgia podem apresentar contraturas musculares, distensões dos ligamentos da coluna, hérnias de disco, etc. É um distúrbio benigno que pode desaparecer com uso de antiinflamatórios e repouso.
74 Gripe: Doença viral adquirida através do contágio interpessoal que se caracteriza por faringite, febre, dores musculares generalizadas, náuseas, etc. Sua duração é de aproximadamente cinco a sete dias e tem uma maior incidência nos meses frios. Em geral desaparece naturalmente sem tratamento, apenas com medidas de controle geral (repouso relativo, ingestão de líquidos, etc.). Os antibióticos não funcionam na gripe e não devem ser utilizados de rotina.
75 Hemorrágica: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
76 Úlcera: Ferida superficial em tecido cutâneo ou mucoso que pode ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
77 Recidivante: Característica da doença que recidiva, que acontece de forma recorrente ou repetitiva.
78 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
79 Alérgenos: Substância capaz de provocar reação alérgica em certos indivíduos.
80 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
81 Febre do Feno: Doença polínica, polinose, rinite alérgica estacional ou febre do feno. Deve-se à sensibilização aos componentes de polens, sendo que os alérgenos de pólen provocam sintomas clínicos quando em contato com a mucosa do aparelho respiratório e a conjuntiva de indivíduos previamente sensibilizados.
82 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
83 Malformações: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
84 Prospectivo: 1. Relativo ao futuro. 2. Suposto, possível; esperado. 3. Relativo à preparação e/ou à previsão do futuro quanto à economia, à tecnologia, ao plano social etc. 4. Em geologia, é relativo à prospecção.
85 Ductus Arteriosus: Vaso sangüíneo fetal que conecta a artéria pulmonar à aorta descendente.
86 Lactente: Que ou aquele que mama, bebê. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
87 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
88 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
89 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
90 Prostaglandina: É qualquer uma das várias moléculas estruturalmente relacionadas, lipossolúveis, derivadas do ácido araquidônico. Ela tem função reguladora de diversas vias metabólicas.
91 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
92 Azia: Pirose. Sensação de dor epigástrica semelhante a uma queimadura, geralmente acompanhada de regurgitação de suco gástrico para dentro do esôfago.
93 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
94 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
95 Hematêmese: Eliminação de sangue proveniente do tubo digestivo, através de vômito.
96 Melena: Eliminação de fezes de coloração negra, alcatroada. Relaciona-se com a presença de sangue proveniente da porção superior do tubo digestivo (esôfago, estômago e duodeno). Necessita de uma avaliação urgente, pois representa um quadro grave.
97 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
98 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
99 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
100 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
101 Alcalose: Desequilíbrio do meio interno, produzido por uma diminuição na concentração de íons hidrogênio ou aumento da concentração de bases orgânicas nos líquidos corporais.
102 Acidose metabólica: A acidose metabólica é uma acidez excessiva do sangue caracterizada por uma concentração anormalmente baixa de bicarbonato no sangue. Quando um aumento do ácido ultrapassa o sistema tampão de amortecimento do pH do organismo, o sangue pode acidificar-se. Quando o pH do sangue diminui, a respiração torna-se mais profunda e mais rápida, porque o corpo tenta liberar o excesso de ácido diminuindo o volume do anidrido carbônico. Os rins também tentam compensá-lo por meio da excreção de uma maior quantidade de ácido na urina. Contudo, ambos os mecanismos podem ser ultrapassados se o corpo continuar a produzir excesso de ácido, o que conduz a uma acidose grave e ao coma. A gasometria arterial é essencial para o seu diagnóstico. O pH está baixo (menor que 7,35) e os níveis de bicarbonato estão diminuídos (<24 mmol/l). Devido à compensação respiratória (hiperventilação), o dióxido de carbono está diminuído e o oxigênio está aumentado.
103 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
104 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
105 Insuficiência respiratória: Condição clínica na qual o sistema respiratório não consegue manter os valores da pressão arterial de oxigênio (PaO2) e/ou da pressão arterial de gás carbônico (PaCO2) dentro dos limites da normalidade, para determinada demanda metabólica. Como a definição está relacionada à incapacidade do sistema respiratório em manter níveis adequados de oxigenação e gás carbônico, foram estabelecidos, para sua caracterização, pontos de corte na gasometria arterial: PaO2 50 mmHg.
106 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
107 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
108 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
109 Diurese: Diurese é excreção de urina, fenômeno que se dá nos rins. É impróprio usar esse termo na acepção de urina, micção, freqüência miccional ou volume urinário. Um paciente com retenção urinária aguda pode, inicialmente, ter diurese normal.
110 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
111 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.

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