CEFTRAT

UNIAO QUIMICA

Atualizado em 08/12/2014

                               CEFTRAT
Cefazolina
Pó para Solução Injetável IM/IV

                               - FORMA FARMACÊUTICA  E APRESENTAÇÃO

Pó para Solução Injetável: caixa com 01 frasco-ampola de 1 g.
USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Composição de Ceftrat

Cada frasco-ampola contém:
Cefazolina    1g
(sob a forma de cefazolina sódica)

                               - INFORMAÇÕES AO PACIENTE

AÇÃO ESPERADA DO MEDICAMENTO:
Ceftrat é indicado para o tratamento de infecção1 causada por microrganismos  sensíveis à cefazolina.
CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO:
Conservar o produto em local seco, fresco, ao abrigo da luz e da umidade, tampado e dentro da embalagem original.
PRAZO DE VALIDADE:  
24 meses a partir da data de fabricação (vide cartucho). Não use medicamento com prazo de validade vencido, pois, além de não obter o efeito desejado, você estará prejudicando sua saúde2.
GRAVIDEZ3 E LACTAÇÃO4:
Informe seu médico a ocorrência de gravidez3 durante o tratamento ou após seu término. O uso da cefazolina sódica só deve ser feito durante o período de gravidez3 se absolutamente necessário. Informe seu médico se está amamentando.
CUIDADOS DE ADMINISTRAÇÃO:
Antes de administrar a cefazolina sódica, deve-se verificar se o paciente apresenta antecedentes alérgicos, especialmente a medicamentos.
Para instruções sobre reconstituição da solução, diluentes compatíveis e estabilidade das soluções reconstituídas, veja Administração e Posologia.
Siga a orientação do seu médico , respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
REAÇÕES ADVERSAS:              
Informe seu médico o aparecimento de qualquer reação desagradável.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE  DAS CRIANÇAS.
CONTRA-INDICAÇÕES E PRECAUÇÕES:
Vide informações técnicas.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE2.

- INFORMAÇÕES TÉCNICAS

Características de Ceftrat

Farmacologia5 humana  
Concentrações séricas após administração intramuscular
      Tipo de infecção1    Dose    Frequência
 Pneumonia6 pneumocócica    500mg    A cada 12 horas
 Infecções7 leves causadas por cocos    250 a 500mg    A cada 8 horas
    e Gram-positivos sensíveis
 Infecções7 do trato urinário8 agudas     1g    A cada 12 horas
    e não complicadas
 Infecções7 moderadas a graves    500mg a 1g    A cada 6 a 8 horas
 Infecções7 graves a gravíssimas     1 a 1,5g    A  cada 6 horas
    (endocardite9 e septicemia10)*
                                * Em raras situações doses de 12g/dia foram usadas.

Concentrações séricas após administração intravenosa de uma dose de 1 grama11:
        Concentrações séricas (mcg/ml)
    5 min.    15min.    30min.    1 hora    2 horas    4 horas
    188,4    135,8    106,8    73,7    45,6    16,5
                               A cefazolina é excretada inalterada na urina12 primeiramente por filtração glomerular e em menor grau por secreção tubular.
A cefazolina atravessa rapidamente a membrana sinovial13 inflamada.
A cefazolina atravessa rapidamente a barreira placentária para o sangue do cordão umbilical14 e líquido amniótico15 e apresenta-se em concentrações muito baixa no leite de lactantes16.
Microbiologia: testes in vitro demonstram que a ação bactericida das cefalosporinas resulta da inibição da síntese da parede celular. A cefazolina é ativa in vitro contra os seguintes microrganismos:
Staphylococcus aureus (incluindo cepas17 produtoras de penicilinase), Staphylococcus epidermidis.
Os estafilococos resistentes a meticilina são resistentes à cefazolina. Estreptococo beta-hemolítico do grupo A e outras cepas17 de estreptococos (muitas cepas17 de enterococos são resistentes).
Streptococcus pneumoniae, Escherichia coli, Proteus mirabilis, Klebsiella sp., Enterobacter aerogenes, Haemophilus influenzae.
Muitas cepas17 de Proteus indol-positivos (P.vulgaris) Enterobacter cloacae, Morganella morganii e Providencia retigeri são resistentes.
Serratia, Pseudomonas e Acinetobacter calcoaceticus (anteriormente Mima e Herelles sp) são resistentes à cefazolina  do modo quase uniforme.
A cefazolina demonstrou ser ativa nas seguintes infecções7:
Infecções7 do trato respiratório devidas a S. pneumoniae, Klebsiella sp., H. influenzae, S. aureus (incluindo cepas17 podutoras de penicilinase) e estreptococos beta-hemolíticos do grupo.
A penicilina G benzatina é considerada a droga de escolha no tratamento e prevenção de infecções7 estreptocócicas. Incluindo a profilaxia da febre reumática18. A  cefazolina eficaz na erradicação de estreptococos  da nasofaringe19, contudo, dados estabelecendo a sua eficácia na prevenção subsequente da febre reumática18 não são ainda disponíveis.
Infecções7 no trato geniturinário devidas a E. coli, P. mirabilis, Klebsiella sp e algumas cepas17 do Enterobacter e enterococos.
Infecções7 da pele20 e tecidos moles devidas a S. aureus (incluindo cepas17 produtoras de penicilinase), estreptococos beta-hemolíticos do grupo A e outra cepas17 de estreptococos.
Infecções7 do trato biliar21 devidas a E. coli, várias cepas17 de estreptococos, P.mirabilis, Klebsiella sp. e S. aureus.
Infecções7 ósseas e articulares devidas a S. aureus.
Septicemia10 devida a S. pneumoniae, S. aureus (sensíveis ou resistentes à penicilina), P.mirabilis, E. coli e Klebsiella sp.
Endocardite9 devida a S. aureus (sensíveis ou resistentes à penicilina) e estreptococos beta-hemolíticos do grupo A.
Culturas apropriadas e estudos de sensibilidade devem ser realizados para determinar a sensibilidade do microrganismo  causador à cefazolina.
Testes de sensibilidade
Teste de discos: métodos quantitativos que requerem medidas dos diâmetros dos halos, fornecem as avaliações mais precisas da sensibilidade dos microrganismos ao antibiótico. O método tem sido recomendado para uso com os discos de sensibilidade aos antibióticos da classe das cefalosporinas. As interpretações relacionam os diâmetros dos halos de inibição com as concentrações inibitórias mínimas (CIM) para a cefazolina. Com este método um resultado sensível fornecido pelo laboratório indica que o microrganismo infectante provavelmente irá responder à terapêutica22. Um resultado de resistente indica que o microrganismo infectante provavelmente não irá responder à terapêutica22. Um resultado de sensibilidade intermediária sugere que o microrganismo poderá ser sensível, se doses mais elevadas forem usadas, ou se a infecção1 estiver confinada nos tecidos e líquidos, (por ex.: urina12), nos quais são obtidas altas concentrações de cefazolina.
Para gram-positivos, um halo de 18mm indica que o microrganismo é sensível a cefazolina , tanto quanto testado com um disco de 30 mcg de cefalotina quanto com 30 mcg de cefazolina. Os gram-negativos devem ser testados com discos de cefazolina (usando o critério acima) porque a cefazolina demonstrou atividade in vitro contra certas cepas17 de Enterobacteriaceas resistentes ao disco de cefalotina. Quando for usado o disco de cefalotina , os gram-negativos com halo à  18 mm podem ser considerados sensíveis à cefazolina; contudo, os microrganismos com halos à 18 mm não são necessariamente  resistentes ou moderadamente sensíveis à cefazolina, o disco de cefazolina não deve ser usado para testar sensibilidade de outras cefalosporinas).
Teste de diluição:  uma bactéria23 pode ser considerada sensível se a CIM para cefazolina for 16 mcg/ml. Os microrganismos são considerados resistentes se a CIM for a 64 mcg/ml.

Indicações de Ceftrat

No tratamento de infecções7 causadas por microrganismos sensíveis a cefazolina. Profilaxia na cirurgia, para prevenir infecções7 pós-operatórias ou potencialmente contaminadas.

Contra-Indicações de Ceftrat

A cefazolina é contra-indicada em pacientes com hipersensibilidade conhecida aos antibióticos do grupo das cefalosporinas.

Precauções e Advertências de Ceftrat

l Antes de ser instituída a terapêutica22 com a cefazolina, deve-se pesquisar antecedentes de reações de hipersensibilidade às cefalosporinas e à penicilina. Reações agudas e graves de hipersensibilidade podem requerer administração de adrenalina24, corticosteróides IV e outras medidas de emergência25. Há alguma evidência de alergenicidade cruzada parcial entre as cefalosporinas e as penicilinas. Foram relatados casos de pacientes que apresentaram reações graves (inclusive anafilaxia26) a ambas as drogas.l As cefalosporinas devem ser administradas com cautela e somente quando absolutamente necessário a qualquer paciente que tenha demonstrado alguma forma de alergia27, especialmente a medicamentos.
l A ocorrência de colite28 pseudomembranosa poderá ser diagnosticada através de colonoscopia29; nestes casos será necessário suspender imediatamente a terapia com a cefazolina e instituir tratamento adequado, estando contra-indicados os preparados antiperistálticos.
l O uso prolongado de cefazolina poderá resultar na proliferação excessiva de microrganismos não sensíveis, sendo essencial a observação cuidadosa do paciente. Super infecção1, deve-se tomar as medidas adequadas.
l Quando a cefazolina é administrada a pacientes com baixo débito urinário30 devido a insuficiência renal31, deve-se usar doses diárias menores.
l A cefazolina deve ser prescrita com cautela a pacientes com história de doença gastrintestinal, especialmente colite28.
l Estudos em animais não evidenciaram efeitos teratogênicos32 ou fetotóxicos; contudo não há estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. Portanto, a cefazolina somente deve ser utilizada durante o período de gravidez3, quando absolutamente necessária. A cefazolina é excretada em pequena quantidade no leite materno, portanto, deve-se tomar cuidado quando da sua administração em mulheres que estejam amamentando.
l A segurança do uso da cefazolina em prematuros e lactentes33 com menos de um mês de idade, ainda não foi estabelecida.
l  Se ocorrer uma reação alérgica34 à cefazolina, a droga deverá ser suspensa e o paciente tratado com agentes usuais (adrenalina24 ou outras aminas pressoras, anti-histamínicos ou corticosteróides).

Interações Medicamentosas de Ceftrat

A probenecida pode diminuir a secreção tubular renal35, quando usada concomitantemente, causando níveis séricos mais altos e prolongados das cefalosporinas.

Interferências em Exames Laboratoriais de Ceftrat

Testes de Coombs diretos e indiretos positivos foram relatados.Glicose36 na urina12: a Cefazolina pode produzir falso-positivo ou resultado de testes falsamente elevados com testes de Benedict e Fehling.
Podem ser aumentados os valores de ALT [SGPT] ou fosfatase alcalina37 ou AST [SGOT] ou bilirrubina38 ou LDH.
As concentrações podem ser aumentadas para BUN ou creatinina39.
CBC ou contagem plaquetária tiveram raros casos relatados de leucopenia40 transitória, neutropenia41, agranulocitose42, trombocitopenia43, eosinofilia44, linfositoses e trombocitoses.

Reações Adversas de Ceftrat

As seguintes reações adversas foram relatadas com o uso da cefazolina:
l Hipersensibilidade:  têm ocorrido febre45 medicamentosa, erupções.
l Sangue46: têm ocorrido neutropenia41, leucopenia40, trombocitopenia43 e testes de Coombs diretos e indiretos positivos.
l Renal35: aumento transitório dos níveis de uréia47 no sangue46 tem sido observado sem evidência clínica de insuficiência renal31. Nefrite48 intersticial49 e outros distúrbios renais foram relatados raramente em pacientes com doença grave recebendo terapia com várias drogas.
l Hepáticas50: têm sido observadas raramente elevações transitórias dos níveis de TGO, TGP e fosfatase alcalina37. Raramente foi relatado caso de hepatite51 e de icterícia52 colestática transitória.  
l Gastrintestinal: sintomas53 de colite28 pseudomembranosa podem aparecer durante ou após o tratamento com antibióticos. Náuseas54 e vômitos55 são relatados raramente. Anorexia56, diarréia57 e candidíase58 oral foram relatadas.
l Outras: dor no local da injeção59 após administração IM, algumas vezes com induração. Flebite60 no local da injeção59; prurido61 anal e genital, moníliase e vaginite62.

Posologia de Ceftrat

Administração intramuscular:
O conteúdo do frasco-ampola deve ser dissolvido em 3ml de água para injeção59 (água bidestilada, estéril e apirogênica). Agitar o frasco-ampola até total dissolução do pó.
A cefazolina reconstituída deverá ser injetada profundamente no músculo glúteo. É pouco frequente a ocorrência de dor no momento da injeção59.
Administração intravenosa direta:
O conteúdo do frasco-ampola de 1g deve ser dissolvido em, no mínimo 10 ml de água para injeção59 (água bidestilada,estéril e apirogênica). Agitar o frasco-ampola até total dissolução do pó, e injetar a solução diretamente na veia ou através de tubo, lentamente, no prazo de 3 a 5 minutos. Não injetar em menos de 3 minutos.
Administração por infusão intravenosa intermitente63:
A cefazolina pode ser administrada junto com líquidos intravenosos por meio de um dispositivo para controle de volume (infusão contínua), separadamente ou com um frasco secundário para administração intravenosa (infusão intermitente63).
As soluções devem ser reconstituídas com 10ml de água para injeção59 (água bidestilada estéril e apirogênica) e após, diluídas em 50 a 100ml das seguintes soluções intravenosas:
. Cloreto de sódio a 0,9%
. Glicose36 5% ou 10%
. Glicose36 5% em Ringer lactato64
. Glicose36 5% em cloreto de sódio a 0,9% (Solução glicofisiológica)
. Ringer lactato64
. Frutose65 5% e 10%
. Solução de Ringer
Estabilidade das soluções após reconstituição:
. Quando reconstituída e diluída com cloreto de sódio a 0,9%, glicose36 5% e 10%, as soluções são estáveis por 24 horas em temperatura ambiente ou 96 horas (4 dias) a 5oC ou por 12 semanas quando congeladas imediatamente após a reconstituição no frasco original e armazenada a -20oC. Uma vez descongelada, essa solução é estável por 24 horas em temperatura ambiente ou 4 dias sob refrigeração. Não poderá ser recongelada.
.  Quando reconstituída e diluída nas demais soluções intravenosas indicadas, deve ser usada dentro de 24 horas após a diluição se conservada sob refrigeração. O produto diluído com essas soluções não pode ser congelado.
. Antes da administração, inspecionar visualmente quanto à existência de partículas e descoloração.
Dose usual para adultos:
 
                               Pacientes com função renal35 reduzida:
. Pacientes com um clearance de creatinina39 > 55ml/min ou uma creatinina39 sérica < 1,5mg% podem receber doses totais;
. Pacientes com um clearance de creatinina39 de 35 a 54ml/min ou creatinina39 sérica de 1,6 a 3,0mg%, podem receber doses totais com intervalo de pelo menos 8 horas;
. Pacientes com clearance de creatinina39 de 11 a 34ml/min ou creatinina39 sérica de 3,1 a 4,5mg%, devem receber a metade da dose usual a cada 12 horas;
. Pacientes com clearance de creatinina39 < 10ml/min ou creatinina39 sérica >4,6mg% devem receber a metade da dose usual a cada 18 a 24 horas.
. Todas as recomendações de redução de doses devem ser aplicadas após uma dose inicial de reforço apropriada à gravidade da infecção1.
Pacientes submetidos a diálise peritoneal66 (2 litros/hora):
Os níveis séricos da cefazolina foram aproximadamente de 10 a 30mcg/ml, após 24 horas de instilação de uma solução da diálise67 contendo 50mg/l e 150mg/l, respectivamente. A média dos níveis séricos máximos foi de 29mcg/ml (variação de 13 a 44mcg/ml) com 50mg/l (3 pacientes) e 72mcg/ml (variação de 26 a 142mcg/ml) com 150mg/l (6 pacientes).
Dose usual para crianças:
A dose diária total de 25 a 50mg/kg de peso corporal, dividida em 3 ou 4 doses iguais, é eficaz para a maioria das infecções7 leves a moderadamente graves. A dose total diária pode ser aumentada para 100mg/kg de peso corporal em infecções7 graves.
Em crianças com insuficiência renal31 leve a moderada (clearance de creatinina39 de 70 - 40ml/min), 60% da dose diária normal administrada em doses divididas a cada 12 horas deverá ser suficiente. Em crianças com insuficiência68 moderada (clearance de 40 - 20ml/min), 25% da dose diária normal em doses divididas a cada 12 horas deverá ser suficiente. Em crianças com insuficiência renal31 grave (clearance de creatinina39 de 20 - 5ml/min), 10% da dose total administrada a cada 24 horas deverá ser adequada.
Todas as recomendações para doses se aplicam após uma dose inicial de reforço.
Uso profilático:
. Para prevenir infecções7 pós-operatórias em cirurgias contaminadas ou potencialmente contaminadas, as doses recomendadas são as seguintes:
a) 1g IV ou IM administrados 30 e 60 minutos antes do início de cirurgia;
b) Para cirurgias prolongadas (por ex: 2 horas ou mais) 0,5 a 1g IV ou IM durante a cirurgia (a administração pode ser modificada dependendo da duração da cirurgia);
c) 0,5 a 1g IV ou IM cada 6 ou 8 horas após a cirurgia.
É importante que:
. a dose pré-operatória seja administrada 30 a 60 minutos antes do início da cirurgia, de maneira que níveis adequados de antibiótico estejam presentes no soro69 e tecidos no momento da incisão70 inicial;
. a cefazolina será administrada se necessário, em intervalos apropriados durante a cirurgia, para proporcionar níveis de antibiótico suficientes nos momentos previstos de maior exposição aos microrganismos infectantes. Na cirurgia em que a ocorrência de infecção1 representa um grave risco (por ex: cirurgia cardíaca a céu aberto e artroplastia com prótese71), a administração profilática pode ser prolongada por 3 a 5 dias após a cirurgia.

Superdosagem de Ceftrat

Os sinais72 e sintomas53 tóxicos após uma superdosagem de cefazolina podem incluir: dor, inflamação73 e flebite60 no local da injeção59. A administração de grandes doses inadequadas de cefalosporinas parenterais pode causar tontura74, parestesia75 e cefaléia76. Após uma superdose podem ocorrer convulsões com algumas cefalosporinas.
Tratamento: ao tratar uma superdosagem, considerar a possibilidade de superdoses de múltiplas drogas, interação entre drogas  de cinética77 pouco comum no paciente. Se ocorrer convulsões, a droga deve ser suspensa imediatamente e uma terapia anticonvulsiva deve ser instituída se clinicamente indicada. Proteger a passagem de ar para o paciente e manter ventilação78 e perfusão. Monitorizar e manter meticulosamente dentro de limites aceitáveis os sinais vitais79 do paciente, os gases do sangue46, eletrólitos80 séricos, etc. Em casos de superdosagem grave, especialmente em pacientes com insuficiência renal31, deve ser considerada a hemodiálise81 e hemoperfusão combinada, se falhar a resposta com outras terapias. Contudo, não há dados disponíveis sobre esta terapia.

- PACIENTES IDOSOS:

Cefalosporinas têm sido administradas à população idosa e até o momento não se tem relato de problemas geriátricos específicos. Contudo pacientes idosos estão mais suscetíveis a ter uma diminuição da função renal35, relacionada à idade, o que pode exigir um ajuste na dosagem e/ou dosagem com intervalos em pacientes recebendo cefalosporinas.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

CEFTRAT - Laboratório

UNIAO QUIMICA
Rua Cel. Luiz Tenório de Brito, 90
Embu-Guaçu/SP - CEP: 06900-000
Tel: SAC 0800 11 1559

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Complementos

1 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
2 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
5 Farmacologia: Ramo da medicina que estuda as propriedades químicas dos medicamentos e suas respectivas classificações.
6 Pneumonia: Inflamação do parênquima pulmonar. Sua causa mais freqüente é a infecção bacteriana, apesar de que pode ser produzida por outros microorganismos. Manifesta-se por febre, tosse, expectoração e dor torácica. Em pacientes idosos ou imunodeprimidos pode ser uma doença fatal.
7 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
8 Trato Urinário:
9 Endocardite: Inflamação aguda ou crônica do endocárdio. Ela pode estar preferencialmente localizada nas válvulas cardíacas (endocardite valvular) ou nas paredes cardíacas (endocardite parietal). Pode ter causa infecciosa ou não infecciosa.
10 Septicemia: Septicemia ou sepse é uma infecção generalizada grave que ocorre devido à presença de micro-organismos patogênicos e suas toxinas na corrente sanguínea. Geralmente ela ocorre a partir de outra infecção já existente.
11 Grama: 1. Designação comum a diversas ervas da família das gramíneas que formam forrações espontâneas ou que são cultivadas para criar gramados em jardins e parques ou como forrageiras, em pastagens; relva. 2. Unidade de medida de massa no sistema c.g.s., equivalente a 0,001 kg . Símbolo: g.
12 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
13 Membrana Sinovial: Membrana interna de uma cápsula articular, que reveste uma articulação móvel e livre. É frouxamente ligada à cápsula fibrosa externa e secreta LÍQUIDO SINOVIAL. Sinônimos: Sinovium; Sinóvio
14 Sangue do Cordão Umbilical: Sangue do feto. A troca de nutrientes e de resíduos entre o sangue fetal e o materno ocorre através da PLACENTA. O sangue do cordão é o sangue contido nos vasos umbilicais (CORDÃO UMBILICAL) no momento do parto.
15 Líquido amniótico: Fluido viscoso, incolor ou levemente esbranquiçado, que preenche a bolsa amniótica e envolve o embrião durante toda a gestação, protegendo-o contra infecções e choques mecânicos e térmicos.
16 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
17 Cepas: Cepa ou estirpe é um termo da biologia e da genética que se refere a um grupo de descendentes com um ancestral comum que compartilham semelhanças morfológicas e/ou fisiológicas.
18 Febre reumática: Doença inflamatória produzida como efeito inflamatório anormal secundário a infecções repetidas por uma bactéria chamada estreptococo beta-hemolítico do grupo A. Caracteriza-se por inflamação das articulações, febre, inflamação de uma ou mais de uma estrutura cardíaca, alterações neurológicas, eritema cutâneo. Com o tratamento mais intensivo da faringite estreptocócica, a freqüência desta doença foi consideravelmente reduzida.
19 Nasofaringe: Nasofaringe ou cavum é a parte superior da faringe, localizada logo atrás do nariz e acima do palato mole. Nesta área, drenam as trompas de Eustáquio, comunicação entre o ouvido médio e a faringe, com a função de ventilar adequadamente as orelhas.
20 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
21 Trato Biliar: Os DUCTOS BILIARES e a VESÍCULA BILIAR.
22 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
23 Bactéria: Organismo unicelular, capaz de auto-reproduzir-se. Existem diferentes tipos de bactérias, classificadas segundo suas características de crescimento (aeróbicas ou anaeróbicas, etc.), sua capacidade de absorver corantes especiais (Gram positivas, Gram negativas), segundo sua forma (bacilos, cocos, espiroquetas, etc.). Algumas produzem infecções no ser humano, que podem ser bastante graves.
24 Adrenalina: 1. Hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais. Atua no mecanismo da elevação da pressão sanguínea, é importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos. Usualmente utilizado como estimulante cardíaco, como vasoconstritor nas hemorragias da pele, para prolongar os efeitos de anestésicos locais e como relaxante muscular na asma brônquica. 2. No sentido informal significa disposição física, emocional e mental na realização de tarefas, projetos, etc. Energia, força, vigor.
25 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
26 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
27 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
28 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
29 Colonoscopia: Estudo endoscópico do intestino grosso, no qual o colonoscópio é introduzido pelo ânus. A colonoscopia permite o estudo de todo o intestino grosso e porção distal do intestino delgado. É um exame realizado na investigação de sangramentos retais, pesquisa de diarreias, alterações do hábito intestinal, dores abdominais e na detecção e remoção de neoplasias.
30 Débito urinário: É a quantidade de urina eliminada pelos rins em um dado período de tempo. Os rins recebem um fluxo sanguíneo de 1.100 ml/minuto, cerca de 23% do débito cardíaco. A diurese normal significa um débito urinário de 800 a 1.800 ml/24 horas.
31 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
32 Teratogênicos: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
33 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
34 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
35 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
36 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
37 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
38 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
39 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
40 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
41 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
42 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
43 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
44 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
45 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
46 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
47 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
48 Nefrite: Termo que significa “inflamação do rim” e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
49 Intersticial: Relativo a ou situado em interstícios, que são pequenos espaços entre as partes de um todo ou entre duas coisas contíguas (por exemplo, entre moléculas, células, etc.). Na anatomia geral, diz-se de tecido de sustentação localizado nos interstícios de um órgão, especialmente de vasos sanguíneos e tecido conjuntivo.
50 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
51 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
52 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
53 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
54 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
55 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
56 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
57 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
58 Candidíase: É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
59 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
60 Flebite: Inflamação da parede interna de uma veia. Pode ser acompanhada ou não de trombose da mesma.
61 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
62 Vaginite: Inflamação da mucosa que recobre a vagina. Em geral é devido a uma infecção bacteriana ou micótica. Manifesta-se por ardor, dor espontânea ou durante o coito (dispareunia) e secreção mucosa ou purulenta pela mesma.
63 Intermitente: Nos quais ou em que ocorrem interrupções; que cessa e recomeça por intervalos; intervalado, descontínuo. Em medicina, diz-se de episódios de febre alta que se alternam com intervalos de temperatura normal ou cujas pulsações têm intervalos desiguais entre si.
64 Lactato: Sal ou éster do ácido láctico ou ânion dele derivado.
65 Frutose: Açúcar encontrado naturalmente em frutas e mel. A frutose encontrada em alimentos processados é derivada do milho. Contém quatro calorias por grama.
66 Diálise peritoneal: Ao invés de utilizar um filtro artificial para “limpar“ o sangue, é utilizado o peritônio, que é uma membrana localizada dentro do abdômen e que reveste os órgãos internos. Através da colocação de um catéter flexível no abdômen, é feita a infusão de um líquido semelhante a um soro na cavidade abdominal. Este líquido, que chamamos de banho de diálise, vai entrar em contato com o peritônio, e por ele será feita a retirada das substâncias tóxicas do sangue. Após um período de permanência do banho de diálise na cavidade abdominal, este fica saturado de substâncias tóxicas e é então retirado, sendo feita em seguida a infusão de novo banho de diálise. Esse processo é realizado de uma forma contínua e é conhecido por CAPD, sigla em inglês que significa diálise peritoneal ambulatorial contínua. A diálise peritoneal é uma forma segura de tratamento realizada atualmente por mais de 100.000 pacientes no mundo todo.
67 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
68 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
69 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
70 Incisão: 1. Corte ou golpe com instrumento cortante; talho. 2. Em cirurgia, intervenção cirúrgica em um tecido efetuada com instrumento cortante (bisturi ou bisturi elétrico); incisura.
71 Prótese: Elemento artificial implantado para substituir a função de um órgão alterado. Existem próteses de quadril, de rótula, próteses dentárias, etc.
72 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
73 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
74 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
75 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
76 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
77 Cinética: Ramo da física que trata da ação das forças nas mudanças de movimento dos corpos.
78 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.
79 Sinais vitais: Conjunto de variáveis fisiológicas que são pressão arterial, freqüência cardíaca, freqüência respiratória e temperatura corporal.
80 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
81 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.

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