ACCUPRIL

PFIZER

Atualizado em 03/06/2015

Composição de Accupril

cada comprimido de 10 e 20 mg contém,respectivamente: cloridrato de quinapril equivalente a 10 e 20 mg de quinapril.

Posologia e Administração de Accupril

Hipertensão1: monoterapia: a dose inicial recomendada de Accupril em pacientes que não estejam utilizando diuréticos2 é de 10 ou 20 mg/dia. Dependendo da resposta clínica, a dosagem pode ser ajustada (dobrando-se a dose) para uma dosagem de manutenção de 20 a 40 mg/dia, administrados em dose única ou podendo ser divididos em duas tomadas. Geralmente os ajustes de dosagem devem ser feitos em intervalos de quatro semanas. O controle em longo prazo é mantido em muitos pacientes em regime de dose única diária. Têm sido empregadas doses de até 80 mg diários em alguns pacientes. Uso concomitante com diuréticos2: nos pacientes que devem continuar o tratamento com diuréticos2, a dose inicial recomendada de Accupril é de 5 mg, e deve ser subseqüentemente ajustada (conforme descrito adiante) até obtenção da resposta ótima (vide Interações medicamentosas). Insuficiência renal3: os dados cinéticos indicam que a meia-vida aparente de eliminação do quinaprilat aumenta à medida em que diminui o clearance de creatinina4. As doses iniciais recomendadas baseadas em dados clínicos e farmacocinéticos de pacientes com insuficiência renal3 são: clearance de creatinina4 > 60 ml/min: dose inicial máxima recomendada: 10 mg; 30-60 ml/min: 5 mg; 10-30 ml/min: 2,5 mg; < 10 ml/min: até o momento não há experiência suficiente para permitir recomendações específicas de dosagem nestes pacientes. A idade, isoladamente, não parece afetar o perfil de eficácia ou segurança de Accupril. Portanto, a dose inicial recomendada de Accupril em pacientes idosos é de 10 mg, administrados uma vez ao dia, seguido de ajuste posológico até obtenção de resposta ótima. Insuficiência cardíaca congestiva5: Accupril é indicado como tratamento coadjuvante6 com diuréticos2 e/ou glicosídeos cardíacos. A dosagem inicial recomendada a pacientes com insuficiência cardíaca congestiva5 é de 5 mg uma ou duas vezes ao dia, após as quais o paciente deve ser cuidadosamente monitorado com relação à hipotensão7 sintomática8. Se a dose inicial de Accupril for bem tolerada, a dosagem individual pode ser ajustada até uma dose efetiva, usualmente 10 a 40 mg/dia divididos em duas doses iguais, com terapia concomitante. Insuficiência renal3: dados cinéticos indicam que a eliminação de Accupril é dependente do nível da função renal9. A dose inicial recomendada de Accupril é de 5 mg em pacientes com um clearance de creatinina4 acima de 30 ml/min e 2,5 mg em pacientes com um clearance de creatinina4 menor que 30 ml/min. Se a dose inicial for bem tolerada, Accupril pode ser administrado a partir do dia seguinte em um regime de duas vezes ao dia. Não ocorrendo hipotensão7 excessiva ou deterioração significativa da função renal9, a dose pode ser aumentada em intervalos semanais, baseando-se em respostas clínicas e hemodinâmicas. - Superdosagem: não há relatos de superdose em seres humanos. Não há informação específica sobre tratamento de superdose com Accupril. As manifestações clínicas mais comuns são sintomas10 atribuídos à hipotensão7 severa, a qual normalmente deve ser tratada com expansão de volume por via intravenosa. O tratamento é sintomático11 e de suporte, de acordo com os cuidados médicos estabelecidos. Hemodiálise12 e diálise peritoneal13 têm pequeno efeito sobre a eliminação de quinapril e quinaprilat. Pacientes idosos: pacientes idosos apresentaram aumento na área sob a curva e nos níveis máximos de quinaprilat comparado a valores em pacientes mais jovens; isto parece estar relacionado a decréscimo da função renal9, ao invés da idade por si só. Em estudos controlados e não controlados em pacientes com 65 anos ou mais, não foram observadas diferenças globais na eficácia ou na segurança entre pacientes idosos ou jovens. Contudo, não pode ser descartada sensibilidade maior de alguns indivíduos mais idosos.

Precauções de Accupril

Disfunção renal9: como conseqüência da inibição do sistema renina-angiotensina-aldosterona, alterações na função renal9 podem ser antecipadas em indivíduos suscetíveis. Em pacientes com insuficiência cardíaca14 severa cuja função renal9 possa depender da atividade do sistema renina-angiotensina-aldosterona, o tratamento com inibidores da ECA, incluindo Accupril, pode estar associado com oligúria15 e/ou azotemia progressiva e raramente insuficiência renal3 aguda e/ou morte. A meia-vida do quinaprilat é prolongada à medida em que o clearance de creatinina4 é reduzido. Pacientes com clearance de creatinina4 abaixo de 60 ml/min necessitam de doses iniciais menores de Accupril (vide Posologia e administração). A dosagem nestes pacientes deve ser aumentada de acordo com a resposta terapêutica16, e a função renal9 deve ser cuidadosamente monitorada, embora estudos iniciais não indiquem que Accupril produza deterioração da função renal9. Nos estudos clínicos em pacientes hipertensos com estenose17 uni ou bilateral da artéria renal18, foram observados em alguns pacientes, após o tratamento com inibidores da ECA, aumentos do nitrogênio uréico no sangue19 e da creatinina4 sérica, estas elevações foram quase sempre reversíveis após descontinuação do inibidor da ECA e/ou tratamento com diurético20. Nesses pacientes, a função renal9 deve ser monitorada durante as primeiras semanas de tratamento. Alguns pacientes com hipertensão1 ou insuficiência cardíaca14 sem preexistência aparente de doença vascular21 renal9 têm desenvolvido aumentos de uréia22 e creatinina4 séricas, geralmente leves e de caráter transitório, especialmente quando Accupril foi administrado concomitantemente com um diurético20. Isso tem maior probabilidade de ocorrer em pacientes com disfunção renal9 preexistente. Pode ser necessário reduzir a dose e/ou descontinuar o diurético20 e/ou Accupril. Os inibidores da ECA têm sido associados com hipoglicemia23 em pacientes diabéticos utilizando insulina24 ou agentes hipoglicemiantes orais25; pode ser necessário monitoramento restrito dos pacientes diabéticos. Hipercalemia26 e diuréticos2 poupadores de potássio: como ocorre com outros inibidores da ECA, pacientes que utilizam Accupril isoladamente podem ter seus níveis de potássio sérico aumentados. Quando administrados concomitantemente, Accupril pode reduzir a hipocalemia27 induzida pelos diuréticos2 tiazídicos. Accupril não foi estudado em tratamento concomitante com diuréticos2 poupadores de potássio. Devido ao risco de incrementos maiores no potássio sérico, aconselha-se iniciar o tratamento com precaução e monitorar cuidadosamente os níveis séricos de potássio do paciente, se a associação terapêutica16 com diuréticos2 poupadores de potássio for indicada (vide Interações medicamentosas). Cirurgia/anestesia28: Accupril deve ser empregado com precaução quando os pacientes forem submetidos a cirurgias de grande porte ou anestesia28, pois foi demonstrado que os inibidores da ECA podem bloquear a formação de angiotensina II, secundariamente à liberação compensatória de renina. Isto pode levar à hipotensão7, que pode ser corrigida por expansão de volume. - Interações medicamentosas: tetraciclina: a administração concomitante de Accupril com tetraciclina reduziu a absorção desta última em voluntários sadios em aproximadamente 28% a 37%. A diminuição deve-se à presença de carbonato de magnésio, usado como excipiente na formulação de Accupril. Assim, esta interação deve ser levada em consideração se Accupril e tetraciclina forem prescritos para uso concomitante. Lítio: foi relatado aumento dos níveis séricos de lítio e sintomas10 de toxicidade29 ao lítio em pacientes sob tratamento concomitante com lítio e inibidor da ECA, devido à perda de sódio promovida por esses agentes. Essas drogas devem ser co-administradas com precaução e são recomendados monitoramentos freqüentes dos níveis séricos de lítio. Se também for usado um diurético20, pode haver aumento do risco de toxicidade29 pelo lítio. Outros agentes: não ocorreram interações farmacocinéticas importantes quando Accupril foi administrado concomitantemente com propranolol, hidroclorotiazida, digoxina ou cimetidina. O efeito anticoagulante30 de uma dose única de varfarina (quantificado pelo tempo de protrombina31) não foi significativamente alterado pela co-administração de quinapril duas vezes ao dia. Terapia concomitante com diuréticos2: assim como com outros inibidores da ECA, pacientes que estejam fazendo uso de diuréticos2, especialmente aqueles em que a terapia diurética tenha sido instituída recentemente, podem ocasionalmente sofrer uma redução excessiva da pressão arterial32 após o início da terapia com Accupril. Efeitos hipotensivos após a primeira dose de Accupril podem ser minimizados descontinuando-se o diurético20 por alguns dias antes de se iniciar o tratamento. Se não for possível descontinuar o diurético20, a dose inicial de Accupril deve ser reduzida. Em pacientes nos quais o diurético20 for mantido, o médico deverá observar o paciente por até duas horas após a dose inicial de Accupril (vide Advertências e Posologia). Agentes que aumentam o potássio sérico: se for indicada a terapia concomitante de Accupril com diuréticos2 poupadores de potássio (como, por exemplo, a espironolactona, o triantereno ou a amilorida), suplementações de potássio ou substitutos do sal que contenham potássio, estes devem ser usados com cuidado e com monitoração apropriada do potássio sérico.

Reações Adversas de Accupril

A segurança de Accupril foi testada mostrando ser bem tolerado. As reações adversas foram geralmente de natureza leve e transitórias. As mais freqüentes reações adversas nos estudos clínicos controlados foram cefaléia33, vertigem34, tosse, fadiga35, rinite36, náuseas37 e/ou vômitos38 e mialgia39. Foi observado que, caracteristicamente, a tosse é não produtiva, persistente e desaparece após a descontinuação da terapia. As experiências clínicas adversas prováveis, possíveis ou definitivamente relacionadas ou com relação incerta à terapia com Accupril (com ou sem diurético20 concomitante), em estudos controlados ou não controlados e eventos menos freqüentes observados em estudos clínicos ou experiência pós-marketing, incluíram: cardiovasculares: palpitações40, vasodilatação, angina41 pectoris, taquicardia42. Gastrintestinais: flatulência, secura da boca43 ou da garganta44, pancreatite45. Nervosas/psiquiátricas: vertigem34, nervosismo, depressão, sonolência. Tegumentares: prurido46, aumento da perspiração, erupção47 da pele48, alopecia49, pênfigo, dermatite50 esfoliativa. Urogenitais: infecção51 do trato urinário52, impotência53. Outros: edema54, artralgia55, ambliopia56, anemia hemolítica57. Relatos raros: angiodema (vide Advertências e Contra-indicações). Embora raramente observadas com Accupril, hepatite58 e insuficiência hepática59 foram relatadas com outros inibidores da ECA. Resultados de exames laboratoriais: raramente foram relatadas agranulocitose60 e neutropenia61, mas a relação causal com Accupril não está esclarecida (vide Advertências). Hipercalemia26: vide Precauções. Creatinina4 e nitrogênio uréico no sangue19: foram observados aumentos (>1,25 vezes o limite superior da normalidade) na creatinina4 sérica e no nitrogênio uréico no sangue19, ambos de 2%, nos pacientes tratados unicamente com Accupril. É mais provável que ocorra aumentos em pacientes recebendo tratamento concomitante com diuréticos2 do que em pacientes recebendo apenas Accupril. Esses aumentos são freqüentemente revertidos com a continuação da terapia.

Contra-Indicações de Accupril

Contra-indicado para pacientes62 que apresentam hipersensibilidade ao produto e para pacientes62 com histórico de angioedema63 relacionado a tratamento prévio com inibidores da enzima64 conversora da angiotensina (ECA). Não foi avaliada a sensibilidade cruzada com outros inibidores da ECA. - Advertências: angioedema63: foi relatado em pacientes tratados com inibidores da ECA, inclusive em pacientes recebendo Accupril. Caso ocorra estridor laríngeo ou angioedema63 de face65, de língua66 ou edema54 de glote67, interrompa imediatamente o tratamento com Accupril. O paciente deve ser tratado apropriadamente de acordo com os cuidados médicos necessários e cuidadosamente monitorado até o desaparecimento do edema54. Nas situações em que o edema54 estiver restrito à face65 e aos lábios, essa condição geralmente é resolvida sem tratamento; drogas anti-histamínicas podem ser úteis para aliviar estes sintomas10. Angioedema63 associado com envolvimento laríngeo pode ser fatal. Quando ocorrer envolvimento da língua66, glote67 ou laringe68 a ponto de causar obstrução das vias aéreas, deve-se administrar imediatamente o tratamento de emergência69 apropriado, incluindo, mas não limitado a, solução de adrenalina70 (epinefrina) por via subcutânea71 1:1000 (0,3 a 0,5 ml) (vide Reações adversas). Foi relatado que a incidência72 de angioedema63 em pacientes negros recebendo tratamento com inibidor ECA é mais alta quando comparada a pacientes não negros. Também deve ser observado que nos estudos clínicos controlados, os inibidores da ECA apresentaram menor efeito sobre a pressão arterial32 em pacientes negros do que em pacientes não negros. Pacientes com histórico de angiodema não relacionado à terapia com inibidor da ECA podem ter um risco maior de apresentar angiodema quando receberem um inibidor da ECA. - Reações anafilactóides: dessensibilização73: pacientes recebendo inibidores da ECA durante tratamento de dessensibilização73 com veneno de insetos experimentaram reações anafilactóides com risco de vida. Nos mesmos pacientes estas reações foram evitadas quando inibidores da ECA foram temporariamente suspensos, mas reapareceram após reexposição inadvertida. Aferese para LDL74: pacientes sob aferese para lipoproteínas de baixa densidade com absorção de sulfato de dextrana, quando tratados concomitantemente com um inibidor ECA, apresentaram reações anafilactóides. Hemodiálise12: evidências clínicas mostraram que pacientes submetidos à hemodiálise12, onde foram utilizadas certas membranas de alto fluxo (como as de poliacrilonitrila), podem apresentar reações anafilactóides com o tratamento concomitante com os inibidores da ECA. Essa combinação deve ser evitada, ou pelo uso de drogas anti-hipertensivas alternativas ou pelo uso de membranas alternativas para hemodiálise12. Hipotensão7: raramente foi observada em pacientes com hipertensão1 não complicada tratados com Accupril. No entanto, a hipotensão7 é uma conseqüência possível da terapia de inibição da ECA em pacientes com depleção75 de sal/volume, tais como, os previamente tratados com diuréticos2 e que tenham restrição de sal na dieta ou que estejam em diálise76 (vide Precauções, Interações medicamentosas e Reações adversas). Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva5 que apresentarem risco de hipotensão7 excessiva, o tratamento com Accupril deve ser iniciado nas doses recomendadas e mantidos sob estrita supervisão médica; esses pacientes devem ser acompanhados cuidadosamente durante as primeiras duas semanas de tratamento e todas as vezes em que a dosagem de Accupril for aumentada. Se ocorrer hipotensão7 sintomática8, o paciente deve ser colocado em posição supina e, se necessário, receber uma infusão intravenosa de solução salina normal. Uma resposta hipotensiva transitória não é uma contra-indicação para doses adicionais; entretanto, se tal fato ocorrer, deve-se considerar uma redução na dosagem de Accupril ou tratamento diurético20 concomitante. Os pacientes que já estejam fazendo uso de um diurético20 quando for iniciado o tratamento com Accupril podem desenvolver hipotensão7 sintomática8. Nos pacientes que estejam recebendo diurético20 é importante, se possível, interromper o diurético20 por 2 a 3 dias antes de iniciar o tratamento com Accupril. Se a pressão arterial32 não for controlada somente com Accupril, o tratamento diurético20 deve ser retomado. Se não for possível suspender o tratamento diurético20, deve-se iniciar o tratamento com Accupril com baixa dosagem. Neutropenia61/agranulocitose60: os inibidores da ECA raramente têm sido associados com agranulocitose60 e depressão da medula óssea77 em pacientes com hipertensão1 não complicada, mas mais freqüentemente em pacientes com insuficiência renal3, especialmente se também forem portadores de doença vascular21 por colagenose. Raramente foi relatada agranulocitose60 durante o tratamento com Accupril. Assim como com outros inibidores da ECA, deve-se considerar o monitoramento da contagem de leucócitos78 em pacientes portadores de colagenoses e/ou doenças renais. Mortalidade79 e morbidade80 fetal/neonatal: os inibidores da ECA podem causar morbidade80 e mortalidade79 fetal e neonatal quando administrados a gestantes. Antes que Accupril seja usado durante a gravidez81, devem ser consideradas as possíveis reações adversas no feto82 se ocorrer gravidez81 quando a paciente estiver recebendo Accupril, a droga deve ser descontinuada. Quando os inibidores da ECA foram usados durante o segundo e o terceiro trimestres de gravidez81, foram relatados casos de hipotensão7, insuficiência renal3, hipoplasia83 craniana e/ou morte do neonato84. Também foram relatados casos de oligo-hidrâmnio85, presumivelmente por redução da função renal9 no feto82. Contraturas dos membros, deformidades craniofaciais, desenvolvimento pulmonar hipoplásico e retardo do crescimento intra-uterino foram relatados em associação ao oligo-hidrâmnio85. Apesar da ocorrência dessas reações adversas não parecerem ser o resultado de exposição limitada ao primeiro trimestre, as mães cujos embriões e fetos tenham sido expostos somente durante o primeiro trimestre devem ser informadas. Entretanto, se a paciente ficar grávida enquanto estiver recebendo inibidores da ECA, o medicamento deve ser descontinuado o mais rápido possível. As pacientes que comprovadamente necessitarem de inibidores da ECA durante o segundo e o terceiro trimestres de gravidez81 devem ser advertidas sobre os riscos potenciais ao feto82, devendo ser realizadas ultra-sonografias freqüentes para averiguar a ocorrência de oligo-hidrâmnio85. Todavia, as pacientes e os médicos devem estar atentos para o fato de que o oligo-hidrâmnio85 pode não aparecer até que já tenha ocorrido lesão86 irreversível ao feto82. Caso o oligo-hidrâmnio85 seja constatado, Accupril deve ser descontinuado, a menos que seja considerado como medida vital para a mãe. Outros riscos potenciais para o feto82/neonato84 exposto aos inibidores da ECA incluem retardo do crescimento intra-uterino, prematuridade e persistência do canal arterial87; há também relatos de óbito88 fetal. Contudo, não está esclarecido se esses eventos estão relacionados com inibidores da ECA ou com a doença materna básica. Não se sabe se a exposição aos inibidores da ECA, limitada ao primeiro trimestre, pode prejudicar o desenvolvimento fetal. Crianças que foram expostas intra-uterinamente aos inibidores da ECA devem ser cuidadosamente observadas para avaliação de hipotensão7, oligúria15 e hipercalemia26. Se ocorrer oligúria15, a atenção deve ser direcionada para a manutenção da pressão arterial32 e da perfusão renal9. Gravidez81: vide Advertências, Mortalidade79 e morbidade80 fetal/neonatal. - Lactação89: os inibidores da ECA, incluindo Accupril são secretados no leite materno em proporções limitadas. Devido a este fato, devem ser tomadas precauções ao administrar Accupril a lactantes90. - Uso geriátrico: pacientes idosos apresentaram aumento na área sob a curva e nos níveis máximos de quinaprilat comparado aos valores observados em pacientes mais jovens; isto parece estar relacionado a um decréscimo da função renal9, ao invés da idade por si só. Em estudos controlados e não-controlados não foram observadas diferenças globais na eficácia ou na segurança entre pacientes idosos ou jovens. Contudo, não pode ser descartada sensibilidade maior de alguns indivíduos mais idosos. - Uso pediátrico: a segurança e a eficácia de Accupril em pacientes pediátricos ainda não foram estabelecidas.

Indicações de Accupril

Tratamento da hipertensão1. Accupril é eficaz como monoterapia ou quando usado concomitantemente com diuréticos2 tiazídicos ou com betabloqueadores em pacientes hipertensos. Accupril é eficaz no tratamento da insuficiência cardíaca congestiva5 quando usado concomitantemente com um diurético20 e/ou glicosídeo cardíaco.

Apresentação de Accupril

E mbalagens com 28 comprimidos revestidos.


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ACCUPRIL - Laboratório

PFIZER
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Guarulhos/SP - CEP: 07112-070
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Complementos

1 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
2 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
3 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
4 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
5 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
6 Coadjuvante: Que ou o que coadjuva, auxilia ou concorre para um objetivo comum.
7 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
8 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
9 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
10 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
11 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
12 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
13 Diálise peritoneal: Ao invés de utilizar um filtro artificial para “limpar“ o sangue, é utilizado o peritônio, que é uma membrana localizada dentro do abdômen e que reveste os órgãos internos. Através da colocação de um catéter flexível no abdômen, é feita a infusão de um líquido semelhante a um soro na cavidade abdominal. Este líquido, que chamamos de banho de diálise, vai entrar em contato com o peritônio, e por ele será feita a retirada das substâncias tóxicas do sangue. Após um período de permanência do banho de diálise na cavidade abdominal, este fica saturado de substâncias tóxicas e é então retirado, sendo feita em seguida a infusão de novo banho de diálise. Esse processo é realizado de uma forma contínua e é conhecido por CAPD, sigla em inglês que significa diálise peritoneal ambulatorial contínua. A diálise peritoneal é uma forma segura de tratamento realizada atualmente por mais de 100.000 pacientes no mundo todo.
14 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
15 Oligúria: Clinicamente, a oligúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas ou menor de 30 ml/hora.
16 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
17 Estenose: Estreitamento patológico de um conduto, canal ou orifício.
18 Artéria Renal: Ramo da aorta abdominal que irriga os rins, glândulas adrenais e ureteres.
19 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
20 Diurético: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
21 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
22 Uréia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
23 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
24 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
25 Hipoglicemiantes orais: Medicamentos usados por via oral em pessoas com diabetes tipo 2 para manter os níves de glicose próximos ao normal. As classes de hipoglicemiantes são: inibidores da alfaglicosidase, biguanidas, derivados da fenilalanina, meglitinides, sulfoniluréias e thiazolidinediones.
26 Hipercalemia: É a concentração de potássio sérico maior que 5.5 mmol/L (mEq/L). Uma concentração acima de 6.5 mmol/L (mEq/L) é considerada crítica.
27 Hipocalemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
28 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
29 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
30 Anticoagulante: Substância ou medicamento que evita a coagulação, especialmente do sangue.
31 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
32 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
33 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
34 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
35 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
36 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
37 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
38 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
39 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
40 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
41 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
42 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
43 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
44 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
45 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
46 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
47 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
48 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
49 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
50 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
51 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
52 Trato Urinário:
53 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
54 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
55 Artralgia: Dor em uma articulação.
56 Ambliopia: Ambliopia ou “olho preguiçoso” é um termo oftalmológico usado para definir a baixa visão que não é corrigida com óculos. Isso quer dizer que a causa desse déficit não está especificamente no olho, mas sim na região cerebral que corresponde à visão e que não foi devidamente estimulada no momento certo (“o olho não aprende a ver”). Afeta 1 a 2% da população, sendo a principal causa de baixa visão nas crianças. É um problema que pode passar despercebido pela criança ou pelos pais, por isso as triagens visuais para as crianças são tão importantes.
57 Anemia hemolítica: Doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos (hemólise intravascular) ou em outro lugar do organismo (hemólise extravascular). Pode ter várias causas e ser congênita ou adquirida. O tratamento depende da causa.
58 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
59 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
60 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
61 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
62 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
63 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
64 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
65 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
66 Língua:
67 Glote: Aparato vocal da laringe. Consiste das cordas vocais verdadeiras (pregas vocais) e da abertura entre elas (rima da glote).
68 Laringe: É um órgão fibromuscular, situado entre a traqueia e a base da língua que permite a passagem de ar para a traquéia. Consiste em uma série de cartilagens, como a tiroide, a cricóide e a epiglote e três pares de cartilagens: aritnoide, corniculada e cuneiforme, todas elas revestidas de membrana mucosa que são movidas pelos músculos da laringe. As dobras da membrana mucosa dão origem às pregas vocais.
69 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
70 Adrenalina: 1. Hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais. Atua no mecanismo da elevação da pressão sanguínea, é importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos. Usualmente utilizado como estimulante cardíaco, como vasoconstritor nas hemorragias da pele, para prolongar os efeitos de anestésicos locais e como relaxante muscular na asma brônquica. 2. No sentido informal significa disposição física, emocional e mental na realização de tarefas, projetos, etc. Energia, força, vigor.
71 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
72 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
73 Dessensibilização: É uma maneira de parar ou diminuir a resposta a reações alérgicas a algumas coisas. Por exemplo, se uma pessoa apresenta uma reação alérgica a alguma substância, o médico dá a esta pessoa uma pequena quantidade desta substância para aumentar a sua tolerância e vai aumentando esta quantidade progressivamente. Após um período de tempo, maiores doses são oferecidas antes que a dose total seja dada. É uma maneira de ajudar o organismo a prevenir as reações alérgicas.
74 LDL: Lipoproteína de baixa densidade, encarregada de transportar colesterol através do sangue. Devido à sua tendência em depositar o colesterol nas paredes arteriais e a produzir aterosclerose, tem sido denominada “mau colesterol“.
75 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
76 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
77 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
78 Leucócitos: Células sangüíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS). Sinônimos: Células Brancas do Sangue; Corpúsculos Sanguíneos Brancos; Corpúsculos Brancos Sanguíneos; Corpúsculos Brancos do Sangue; Células Sanguíneas Brancas
79 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
80 Morbidade: Morbidade ou morbilidade é a taxa de portadores de determinada doença em relação à população total estudada, em determinado local e em determinado momento.
81 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
82 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
83 Hipoplasia: Desenvolvimento defeituoso ou incompleto de tecido ou órgão, geralmente por diminuição do número de células, sendo menos grave que a aplasia.
84 Neonato: Refere-se a bebês nos seus primeiros 28 dias (mês) de vida. O termo “recentemente-nascido“ refere-se especificamente aos primeiros minutos ou horas que se seguem ao nascimento. Esse termo é utilizado para enfocar os conhecimentos e treinamento da ressuscitação imediatamente após o nascimento e durante as primeiras horas de vida.
85 Hidrâmnio: Excesso de líquido amniótico. Também conhecido por polihidrâminio.
86 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
87 Canal Arterial: Vaso sangüíneo fetal que conecta a artéria pulmonar à aorta descendente.
88 Óbito: Morte de pessoa; passamento, falecimento.
89 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
90 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.

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