ETOPOSIDO

ASTA MEDICA ONCOLOGIA

Atualizado em 08/12/2014

Composição do Etoposido

cada cápsula contém: etoposido 50,00 e 100,00mg. Excipiente q.s.p. 1 cápsula. Cada frasco-ampola contém: etoposido 100,00 mg. Veículo q.s.p. 1 ampola de 5 ml.

Posologia e Administração do Etoposido

cápsulas: a dose oral eficaz é aproximadamente o dobro da dose intravenosa eficaz. A dose oral usual do Etoposido é de 100-200 mg/m2/dia, nos dias 1 a 5 ou 200 mg/m2/dia, nos dias 1, 3 e 5 a cada 3 a 4 semanas em combinação com outras drogas aprovadas para uso nas doenças a serem tratadas. A dose deverá ser modificada em função dos efeitos mielodepressores de outras drogas em combinação ou dos efeitos da terapia prévia com raios X ou quimioterapia1 que possam ter comprometido a reserva medular. As cápsulas deverão ser administradas com o estômago2 vazio. Injetável: a dose usual de Etoposido injetável é de 50 a 100 mg/m2/dia, nos dias 1 a 5 ou 100 mg/m2 nos dias 1, 3 e 5 a cada 3 a 4 semanas em combinação com outras drogas aprovadas para uso nas neoplasias3 a serem tratadas. A dose deverá ser modificada em função dos efeitos mielodepressores de outras drogas em combinação ou dos efeitos da terapia prévia com raios X ou quimioterapia1 que possam ter comprometido a reserva medular. Precauções na administração: hipotensão4 tem sido observada após administração intravenosa rápida; assim, recomenda-se que a solução seja administrada durante um período de 30 a 60 minutos. Períodos de infusão mais longos podem ser necessários de acordo com a tolerância do paciente. Etoposido não deve ser administrado por via intravenosa rápida. Como os demais compostos potencialmente tóxicos, deve-se ter o cuidado na manipulação e no preparo da solução do Etoposido. Podem ocorrer reações da pele5, associadas com a exposição acidental ao produto. Recomenda-se o uso de luvas. Se houver o contato com Etoposido com a pele5 ou mucosa6, lavar imediatamente as partes afetadas com sabão e água. Devem ser considerados os procedimentos quanto à manipulação e descarte das drogas anticâncer. Já foram publicados vários guias sobre este assunto, porém não há um acordo geral de que todos os procedimentos recomendados nesses guias sejam necessários ou apropriados. Descartar qualquer solução não utilizada. Deverá ser treinado pessoal especializado na boa técnica para reconstituição e manuseio. Funcionárias grávidas deverão ser excluídas da manipulação com esta droga. As pessoas que irão manusear este fármaco7 deverão usar vestimenta apropriada, como aventais, gorros, máscaras e luvas descartáveis. Deverá ser designada uma área para reconstituição (preferivelmente sob um sistema de fluxo laminar vertical) e a superfície de trabalho deverá ser protegida com papel absorvente descartável. Todos os itens utilizados para reconstituição, administração ou limpeza, incluindo luvas, deverão ser classificados de alto risco, devendo ser colocados em sacolas fechadas e incinerados. Derramamento ou vazamento deverão ser tratados com solução de hipoclorito de sódio (solução de cloro 1%) e água. Contato prolongado com qualquer solução de pH alcalino deverá ser evitado, pois poderá causar a hidrólise do medicamento. Etoposido não deverá ser misturado com heparina, pois pode formar um precipitado, e não se recomenda que seja misturado com outros medicamentos quando administrado em associação. Preparação da administração intravenosa: Etoposido injetável deve ser diluído antes do uso com solução glicosada a 5% ou solução fisiológica8 a 0,9% para obtenção de uma concentração final de 0,2 ou 0,4 mg/ml. Soluções mais concentradas demonstram a formação de cristais sob agitação ou a partir de núcleos germinativos num período de 5 minutos e não devem ser administradas intravenosamente. Etoposido diluído a 0,4 mg/ml e administrado através de um tubo conectado a uma bomba com mecanismo peristáltico pode precipitar a solução no tubo. Antes da administração de produtos de uso parenteral inspecionar visualmente a solução quanto à presença de partículas e descoloração, sempre que a solução e recipiente permitirem. Superdosagem: doses totais de 2,4 g/m2 a 3,5 g/m2 administradas intravenosamente por 3 dias resultou em mucosite9 severa e mielotoxicidade. Acidose metabólica10 e casos de toxicidade11 hepática12 grave foram reportadas em pacientes recebendo doses mais altas que as recomendadas. Não foram estabelecidos antídotos comprovados em caso de superdosagem com Etoposido.

Precauções do Etoposido

o médico deverá avaliar a necessidade e o benefício da droga em função do risco de efeitos colaterais13. A maioria desses efeitos é reversível se detectados no início da ocorrência. Se ocorrerem efeitos graves, a dosagem da droga deve ser reduzida ou suspensa, tomando-se medidas corretivas adequadas a critério do médico. O restabelecimento da terapia com etoposido deverá ser efetuado com cautela, considerando-se posterior necessidade da droga, além da vigilância para possível reincidência14 de toxicidade11. Uso pediátrico: a segurança e a eficácia ainda não foram estabelecidas em crianças. Carcinogênese: devido ao seu mecanismo de ação, o Etoposido deve ser considerado um carcinogênico potencial. Mutagenicidade: Etoposido é mutagênico. Os pacientes recebendo Etoposido devem ser observados cuidadosamente com relação a possíveis reações anafilactóides ou hipotensivas. Equipamentos apropriados para a manutenção de uma ventilação15 adequada e outras medidas de suporte e agentes para o tratamento destas reações devem estar prontamente disponíveis sempre que a droga for administrada. Se durante a administração de Etoposido ocorrer hipotensão4, deve-se interromper a infusão e administrar fluidos IV ou, caso necessário, adotar outra terapia de suporte. Caso ocorrer reação anafilactóide durante a administração de Etoposido, a infusão deverá ser interrompida e terapia apropriada deve ser adotada, caso necessário (por exemplo: anti-histamínicos, adrenalina16, oxigênio, corticosteróides) deve ser instituída. Pode ocorrer mielossupressão severa com infecção17 resultante ou hemorragia18 nos pacientes recebendo a droga. O tratamento da toxicidade11 hematológica severa pode consistir de terapia de suporte, antibióticos para complicações infecciosas e transfusão19 sangüínea. - Advertências: o Etoposido só deverá ser utilizado sob supervisão constante de médicos com experiência em quimioterapia1 antineoplásica. A toxicidade11 mais significante associada à terapia com Etoposido é a depressão da medula óssea20 dose limitante. Os pacientes que estão sendo tratados com Etoposido devem ser cuidadosa e freqüentemente observados durante e após a terapia devido à ocorrência de mielodepressão. A toxicidade11 mais significativa associada à terapia com Etoposido é a depressão da medula óssea20 dose limitante. Conseqüentemente deverá ser feito um monitoramento no início do tratamento e antes de cada dose subseqüente de Etoposido quanto à contagem de plaquetas21, hemoglobina22, leucócitos23, contagem e diferencial de leucócitos23. Se a contagem de plaquetas21 for menor que 50.000/mm3 ou a contagem absoluta de neutrófilos24 menor que 500/mm3 é aconselhável descontinuar a terapia até que a contagem sangüínea se restabeleça. A dose do etoposido deverá ser reduzida quando o fármaco7 for administrado em combinação com outros agentes antineoplásicos que apresentam um efeito mielodepressor. O médico deverá ser advertido para a ocorrência de um possível tratamento de uma infecção17 grave e/ou um episódio hemorrágico25. Infecções26 bacterianas deverão ser controladas antes do início do tratamento com o Etoposido. Etoposido não deverá ser administrado por via subcutânea27 ou intramuscular. Deverá ser tomado um cuidado especial, ao administrar Etoposido injetável, para evitar o extravasamento. Etoposido é uma droga tóxica com um baixo índice terapêutico, portanto, não é provável que uma resposta terapêutica28 ocorra sem evidência de toxicidade11. - Interações medicamentosas: contato prolongado com qualquer solução de pH alcalino deverá ser evitado, pois poderá causar a hidrólise do medicamento. Etoposido não deverá ser misturado com heparina, pois pode formar um precipitado e não se recomenda que seja misturado com outros medicamentos quando administrado em associação. Vacinas à base de vírus29 mortos: devido ao fato de que os mecanismos normais de defesa possam estar suprimidos com a terapêutica28 com etoposido, a resposta do anticorpo30 à vacina31 pode estar diminuída. O intervalo entre a interrupção dos medicamentos que causam imunossupressão32 e a recuperação da capacidade do paciente de responder à vacina31 dependem da intensidade, do tipo de medicamento imunossupressor33 usado, da doença subjacente e de outros fatores e estima-se que varia de 3 meses a 1 ano. Vacinas à base de vírus29 vivos: devido ao fato de que os mecanismos normais de defesa podem estar suprimidos pela terapêutica28 com Etoposido, seu uso concomitante com uma vacina31 à base de vírus29 vivos pode potencializar a replicação do vírus29 da vacina31, pode aumentar os efeitos adversos da vacina31 e/ou diminuir a resposta do anticorpo30 do paciente à vacina31. A imunização34 destes pacientes deve ser feita somente com cuidados extremos e depois de uma atenciosa revisão do estado hematológico do paciente e apenas com o conhecimento e consentimento do médico responsável pela terapêutica28 com Etoposido. O intervalo entre a interrupção dos medicamentos que causam imunossupressão32 e a recuperação da capacidade do paciente de responder à vacina31 depende da intensidade e do tipo de medicamento imunossupressor33 usado, da doença subjacente e de outros fatores e estima-se que varia de 3 meses a 1 ano. Os pacientes com leucemia35 em remissão não devem receber vacinas à base de vírus29 vivos num período de até 3 meses, no mínimo, depois de sua última quimioterapia1. Além disso, a imunização34 com a vacina31 oral contra o vírus29 da pólio deve ser adiada nas pessoas que mantém contato direto com o paciente, especialmente membros da família.

Reações Adversas do Etoposido

hematológicas: a mielodepressão grave é o principal efeito adverso, com a contagem de granulócitos36 mais baixa ocorrendo do 7º ao 14º dia, e a contagem mais baixa de plaquetas21 ocorrendo do 9º ao 16º dia após a administração da droga. A recuperação da medula óssea20 se completa normalmente por volta do 20º dia, e não há informes de toxicidade11 cumulativa. Leucopenia37 e leucopenia37 grave (menos de 1000 leucócitos23/mm3), trombocitopenia38 e trombocitopenia38 grave (menos de 50.000 plaquetas21/mm3). A ocorrência de leucopenia37 aguda com ou sem fase pré-leucêmica foi relatada em pacientes tratados com Etoposido em combinação com outros agentes antineoplásicos. Náusea39 e vômitos40 são as principais toxicidades gastrintestinais dos pacientes. Podem ser administrados antieméticos41 para aliviar estes sintomas42. Também ocorreu anorexia43 e estomatite44. Podem ocorrer mucosite9/esofagite45, de leve a severa, diarréia46, dor epigástrica e constipação47. Raramente disfagia48 e parotite. Reações alérgicas: podem ocorrer sintomas42 de hipersensibilidade, tais como, erupções cutâneas49. Reações do tipo anafiláticas, caracterizadas por arrepios, febre50, taquicardia51, broncoespasmo52, dispnéia53 e hipotensão4. Estas reações têm normalmente regredido logo após a suspensão de Etoposido e a administração subseqüente de agentes apropriados, como vasoconstritores, corticosteróides, anti-histamínicos ou expansores de volume. Foi observada uma reação aguda associada com broncospasmo. Hipertensão54 e rubor facial também foram relatados, sendo que a pressão volta ao normal após o término da aplicação. Alopecia55 reversível após o término do tratamento. Neuropatia56: periférica. Embora não tenha sido claramente estabelecido, têm-se sugerido que o risco e/ou a gravidade da neuropatia periférica57 pode ser aumentado quando Etoposido é administrado concomitantemente com outros agentes potencialmente neurotóxicos. Outras toxicidades: foi relatada uma hipotensão4 transitória após a administração intravenosa rápida. A hipotensão4 geralmente responde à interrupção da administração e ao subseqüente reinício lento da infusão. Os seguintes efeitos têm sido raramente informados: toxicidade11 do sistema nervoso central58 (sonolência e fadiga59), hepatotoxicidade60, persistência de sabor, febre50, erupções, pigmentação, prurido61, urticária62, dor abdominal, constipação47, disfagia48, cegueira cortical temporária e dermatite63 semelhante à causada por radiações. Infecção17 localizada por herpes-zóster foi relatada em poucos pacientes com AIDS durante a terapêutica28.

Contra-Indicações do Etoposido

pacientes com conhecida hipersensibilidade ao etoposido ou a qualquer outro componente da fórmula. Etoposido não deve ser administrado a pacientes com mielodepressão grave induzida por tratamento quimioterápico anterior ou radioterapia64, exceto quando os benefícios justificarem os riscos. Etoposido não deverá ser administrado a pacientes com infecções26 não controladas. Gravidez65 e lactação66: Etoposido pode causar dano fetal administrado a mulheres grávidas. Se o Etoposido for utilizado durante a gravidez65 ou se a gravidez65 ocorrer durante o tratamento, a paciente deverá ser advertida do risco potencial sobre o feto67. Mulheres em idade fértil deverão ser aconselhadas a evitar a gravidez65. Não se sabe se a droga é excretada no leite materno, no entanto, como muitas drogas são excretadas no leite e pelo potencial do Etoposido em provocar graves efeitos colaterais13 em lactentes68, deve-se optar por interromper a amamentação69 ou descontinuar a droga, levando-se em conta os benefícios da droga para a mãe.

Indicações do Etoposido

controle de tumores testiculares refratários70 ou não e em tumores anaplásicos de pequenas células71 de pulmão72, em combinação com outros agentes quimioterápicos aprovados. Está indicado na doença de Hodgkin73, linfomas malignos (não Hodgkin), especialmente da variedade histiocítica e leucemia35 aguda não linfocítica.

Apresentação do Etoposido

caixa com 20 cápsulas de 50 mg e caixa com 10 cápsulas de 100 mg. Injetável: caixa com 10 frascos-ampola de 5 ml cada.


ETOPOSIDO - Laboratório

ASTA MEDICA ONCOLOGIA
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Complementos

1 Quimioterapia: Método que utiliza compostos químicos, chamados quimioterápicos, no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos. Quando aplicada ao câncer, a quimioterapia é chamada de quimioterapia antineoplásica ou quimioterapia antiblástica.
2 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
3 Neoplasias: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
4 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
5 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
6 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
7 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
8 Fisiológica: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
9 Mucosite: Inflamação de uma membrana mucosa, produzida por uma infecção ou lesão secundária à radioterapia, quimioterapia, carências nutricionais, etc.
10 Acidose metabólica: A acidose metabólica é uma acidez excessiva do sangue caracterizada por uma concentração anormalmente baixa de bicarbonato no sangue. Quando um aumento do ácido ultrapassa o sistema tampão de amortecimento do pH do organismo, o sangue pode acidificar-se. Quando o pH do sangue diminui, a respiração torna-se mais profunda e mais rápida, porque o corpo tenta liberar o excesso de ácido diminuindo o volume do anidrido carbônico. Os rins também tentam compensá-lo por meio da excreção de uma maior quantidade de ácido na urina. Contudo, ambos os mecanismos podem ser ultrapassados se o corpo continuar a produzir excesso de ácido, o que conduz a uma acidose grave e ao coma. A gasometria arterial é essencial para o seu diagnóstico. O pH está baixo (menor que 7,35) e os níveis de bicarbonato estão diminuídos (<24 mmol/l). Devido à compensação respiratória (hiperventilação), o dióxido de carbono está diminuído e o oxigênio está aumentado.
11 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
12 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
13 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
14 Reincidência: 1. Ato ou efeito de reincidir ou repetir. 2. Obstinação, insistência, teimosia.
15 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.
16 Adrenalina: 1. Hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais. Atua no mecanismo da elevação da pressão sanguínea, é importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos. Usualmente utilizado como estimulante cardíaco, como vasoconstritor nas hemorragias da pele, para prolongar os efeitos de anestésicos locais e como relaxante muscular na asma brônquica. 2. No sentido informal significa disposição física, emocional e mental na realização de tarefas, projetos, etc. Energia, força, vigor.
17 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
18 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
19 Transfusão: Introdução na corrente sangüínea de sangue ou algum de seus componentes. Podem ser transfundidos separadamente glóbulos vermelhos, plaquetas, plasma, fatores de coagulação, etc.
20 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
21 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
22 Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
23 Leucócitos: Células sangüíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS). Sinônimos: Células Brancas do Sangue; Corpúsculos Sanguíneos Brancos; Corpúsculos Brancos Sanguíneos; Corpúsculos Brancos do Sangue; Células Sanguíneas Brancas
24 Neutrófilos: Leucócitos granulares que apresentam um núcleo composto de três a cinco lóbulos conectados por filamenos delgados de cromatina. O citoplasma contém grânulos finos e inconspícuos que coram-se com corantes neutros.
25 Hemorrágico: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
26 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
27 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
28 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
29 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
30 Anticorpo: Proteína circulante liberada pelos linfócitos em reação à presença no organismo de uma substância estranha (antígeno).
31 Vacina: Tratamento à base de bactérias, vírus vivos atenuados ou seus produtos celulares, que têm o objetivo de produzir uma imunização ativa no organismo para uma determinada infecção.
32 Imunossupressão: Supressão das reações imunitárias do organismo, induzida por medicamentos (corticosteroides, ciclosporina A, etc.) ou agentes imunoterápicos (anticorpos monoclonais, por exemplo); que é utilizada em alergias, doenças autoimunes, etc. A imunossupressão é impropriamente tomada por alguns como sinônimo de imunodepressão.
33 Imunossupressor: Medicamento que suprime a resposta imune natural do organismo. Os imunossupressores são dados aos pacientes transplantados para evitar a rejeição de órgãos ou para pacientes com doenças autoimunes.
34 Imunização: Processo mediante o qual se adquire, de forma natural ou artificial, a capacidade de defender-se perante uma determinada agressão bacteriana, viral ou parasitária. O exemplo mais comum de imunização é a vacinação contra diversas doenças (sarampo, coqueluche, gripe, etc.).
35 Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.
36 Granulócitos: Leucócitos que apresentam muitos grânulos no citoplasma. São divididos em três grupos, conforme as características (neutrofílicas, eosinofílicas e basofílicas) de coloração destes grânulos. São granulócitos maduros os NEUTRÓFILOS, EOSINÓFILOS e BASÓFILOS.
37 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
38 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
39 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
40 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
41 Antieméticos: Substância que evita o vômito.
42 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
43 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
44 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
45 Esofagite: Inflamação da mucosa esofágica. Pode ser produzida pelo refluxo do conteúdo ácido estomacal (esofagite de refluxo), por ingestão acidental ou intencional de uma substância tóxica (esofagite cáustica), etc.
46 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
47 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
48 Disfagia: Sensação consciente da passagem dos alimentos através do esôfago. Pode estar associado a doenças motoras, inflamatórias ou tumorais deste órgão.
49 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
50 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
51 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
52 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
53 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
54 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
55 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
56 Neuropatia: Doença do sistema nervoso. As três principais formas de neuropatia em pessoas diabéticas são a neuropatia periférica, neuropatia autonômica e mononeuropatia. A forma mais comum é a neuropatia periférica, que afeta principalmente pernas e pés.
57 Neuropatia periférica: Dano causado aos nervos que afetam os pés, as pernas e as mãos. A neuropatia causa dor, falta de sensibilidade ou formigamentos no local.
58 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
59 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
60 Hepatotoxicidade: É um dano no fígado causado por substâncias químicas chamadas hepatotoxinas.
61 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
62 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
63 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
64 Radioterapia: Método que utiliza diversos tipos de radiação ionizante para tratamento de doenças oncológicas.
65 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
66 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
67 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
68 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
69 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
70 Refratários: 1. Que resiste à ação física ou química. 2. Que resiste às leis ou a princípios de autoridade. 3. No sentido figurado, que não se ressente de ataques ou ações exteriores; insensível, indiferente, resistente. 4. Imune a certas doenças.
71 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
72 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
73 Doença de Hodgkin: Doença neoplásica que afeta o tecido linfático, caracterizada por aumento doloroso dos gânglios linfáticos do pescoço, axilas, mediastino, etc., juntamente com astenia, prurido (coceira) e febre. Atualmente pode ter uma taxa de cura superior a 80%.

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