Aires

EUROFARMA

Atualizado em 03/06/2015

Aires


acetilcisteína1


Granulado


Forma Farmacêutica e Apresentações de Aires

Granulado 100, 200 ou 600 mg.

Embalagem contendo 16 envelopes com 5 g.

Uso Oral

Composição de Aires

Cada envelope contém:


Granulado 100 mg

acetilcisteína1 ……..........................................................................…...… 100 mg

Excipientes q.s.p. ……........................................................................ 1 envelope

Excipientes: sacarose, sacarina2 sódica, aroma de laranja e corante amarelo

crepúsculo.

Granulado 200 mg

acetilcisteína1 ………………………....................................................…… 200 mg

Excipientes q.s.p. …........................................................................... 1 envelope

Excipientes: sacarose, sacarina2 sódica, aroma de laranja e corante amarelo

crepúsculo.

Granulado 600 mg

acetilcisteína1 ………………...……………….........................................… 600 mg

Excipientes q.s.p. ……........………..................................................... 1 envelope

Excipientes: sacarina2 sódica, aroma de laranja, corante amarelo crepúsculo,

dióxido de silício e frutose3.

Conteúdo de sacarose e sacarina2 sódica por apresentação:



Informações ao Paciente de Aires

Ação esperada do medicamento
Aires (acetilcisteína1) oral é um medicamento que ajuda a eliminar as secreções produzidas nos pulmões4, facilitando a respiração.


Indicações do medicamento

Aires (acetilcisteína1) oral é indicado para o tratamento de afecções5 respiratórias caracterizadas por hipersecreção densa e viscosa, tais como bronquite aguda6, bronquite crônica7 e suas exacerbações, bronquite tabágica (bronquite originária do cigarro), enfisema8 pulmonar, broncopneumonia9 (inflamação10 nos pulmões4), abscessos11 pulmonares (acúmulo de pus12), atelectasias13 pulmonares (fechamento dos brônquios14), mucoviscidose15 (doença hereditária que produz muco espesso,

também conhecida por fibrose cística16) e outros. Também é indicado para intoxicação acidental ou voluntária por paracetamol.


Indicações Específicas de Aires

Complicação Pulmonar da Fibrose Cística16

A posologia recomendada para este caso é a seguinte:

Crianças até 2 anos de idade: 100 mg (1 envelope) a 200 mg (ou 2 envelopes) a cada 12 horas.

Crianças de 2 a 7 anos de idade: 200 mg (2 envelopes) a cada 8 horas.

Adultos e crianças maiores de 7 anos de idade: de 200 a 400 mg (2 envelopes de 200 mg) a cada 8 horas.

A critério médico, as doses acima podem ser aumentadas até o dobro.


Intoxicação acidental ou voluntária por paracetamol

Por via oral, dose inicial de 150 mg/kg de peso corpóreo a ser ingerida no mínimo dentro de 10 horas após o uso do agente tóxico (paracetamol), seguida por doses individuais de 70 mg/kg a cada 4 horas por 1 a 3 dias.


O que fazer no caso de esquecer de tomar uma dose?

Caso você esqueça de tomar uma dose, deve tomá-la o quanto antes, e tomar a dose seguinte como de costume, isto é, na hora regular e sem dobrar a dose.


Cuidados de conservação

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30º C), proteger da luz e umidade.


Prazo de validade

Se armazenado nas condições recomendadas, o medicamento é válido por 24 meses.

Verifique sempre o prazo de validade do medicamento antes de usá-lo.


NUNCA USE MEDICAMENTOS COM O PRAZO DE VALIDADE VENCIDO POIS PODE SER PREJUDICIAL À SUA SAÚDE17.


Gravidez18 e lactação19:

O medicamento está enquadrado na categoria B de risco na gravidez18. Este medicamento não dever ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.


Aspecto físico e características organolépticas do medicamento

Granulado alaranjado de odor e sabor característicos.


Cuidados de administração

Aires (acetilcisteína1) granulado deve ser administrado somente por via oral.

Conservar em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC).

O granulado deve ser dissolvido com o auxílio de uma colher, conforme figura abaixo, e ingerido em seguida. Não se deve guardar a solução.

Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento.


Uso Adulto e Pediátrico:

Aires (acetilcisteína1) granulado: 100 mg.

Uso Adulto:

Aires (acetilcisteína1) granulados: em geral 600 mg ao dia ou conforme a seguir:


A duração do tratamento é de 5 a 10 dias, não desaparecendo os sintomas20 procure um médico.


- REAÇÕES ADVERSAS

Por ser derivada de um aminoácido natural, acetilcisteína1 é normalmente bem tolerada. O uso de Aires (acetilcisteína1) oral pode ser seguido ocasionalmente de reações de hipersensibilidade. Foram descritas reações tais como náusea21, vômito22, diarréia23 e irritação gastrintestinal.


Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.



Ingestão concomitante com outras substâncias

- INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

Existe interação de Aires (acetilcisteína1) oral com alguns antibióticos, portanto recomenda-se o uso intercalado entre os medicamentos. Sugere-se o uso de Aires (acetilcisteína1) oral 2 horas antes ou depois da administração do antibiótico.


Achados de testes laboratoriais: alterações clinicamente importantes dos parâmetros laboratoriais padrão não foram encontradas com a administração de Aires (acetilcisteína1) oral.


Interações com alimentos: até o momento não foi relatada interação entre Aires (acetilcisteína1) oral e alimentos.


Não há contra-indicação relativa a faixas etárias.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Contra-Indicação e Precauções de Aires

Aires (acetilcisteína1) oral é contra-indicado para pacientes24 alérgicos a acetilcisteína1 e/ou demais componentes de suas formulações.

Não deve ser administrado em pacientes com úlcera25 gastroduodenal.

Gravidez18

Categoria de risco B: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.



 - Amamentação26

Não se dispõe de dados em mulheres no período da amamentação26, por isso não se recomenda utilizar este medicamento durante esta fase.



 - Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco.

Uso em idosos: recomenda-se reduzir a dose inicial para metade da dose para adultos e, em caso de necessidade, e se o medicamento for bem tolerado, a dose poderá ser aumentada gradativamente.


Uso pediátrico: devem-se seguir as orientações gerais descritas para o medicamento.


Grupos de Risco: pacientes portadores de asma27 brônquica devem ser rigorosamente controlados durante o tratamento; se ocorrer broncoespasmo28, o tratamento deverá ser suspenso imediatamente.


A presença eventual de odor sulfuroso não indica alteração no medicamento, pois é própria do princípio ativo contido no mesmo.


Somente para Aires (acetilcisteína1) granulado 100 e 200mg:

“Atenção diabéticos: contém açúcar”

Esta apresentação deve ser utilizada com cautela por pacientes diabéticos.


Aires (acetilcisteína1) granulado 600mg contém frutose3 e não deve ser utilizado em pacientes com intolerância hereditária à frutose3. Esta apresentação deve ser utilizada com cautela por pacientes diabéticos.


Posso Dirigir ou Operar Máquinas Enquanto Estiver Tomando de Aires

AIRES (ACETILCISTEÍNA1)?

O paciente que utiliza Aires (acetilcisteína1) oral pode dirigir e operar máquinas porque o medicamento não diminui a atenção e o estado de vigília do paciente.


Conduta em Caso de Superdose de Aires

Em caso de superdose, avise seu médico imediatamente para que ele possa prestar atendimento de urgência29. Os sintomas20 mais prováveis serão principalmente do tipo gastrintestinais.

“Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.”


“Siga corretamente o modo de usar. Não desaparecendo os sintomas20, procure orientação médica ou de seu cirurgião-dentista.”

- INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE17

Características Farmacológicas de Aires

Propriedades farmacodinâmicas

O princípio ativo do Aires é a acetilcisteína1, que exerce intensa ação mucolíticofluidificante das secreções mucosas30 e mucopurulentas, despolimerizando os complexos mucoproteicos e os ácidos nucleicos que dão viscosidade31 ao escarro e a outras secreções, além de melhorar a depuração mucociliar32. Estas atividades tornam Aires (acetilcisteína1) particularmente adequado para o tratamento das afecções5 agudas e crônicas do aparelho respiratório33 caracterizadas por secreções

mucosas30 e mucopurulentas densas e viscosas.

Além disso, a acetilcisteína1 exerce ação antioxidante direta, sendo dotada de um grupo tiol livre (-SH) nucleofílico em condições de interagir diretamente com os grupos eletrofílicos dos radicais oxidantes. De particular interesse é a recente demonstração de que a acetilcisteína1 protege a alfa-1-antitripsina, enzima34 inibidora da elastase, de ser inativada pelo ácido hipocloroso (HClO), potente

agente oxidante que é produzido pela enzima34 mieloperoxidase dos fagócitos35 ativados. A estrutura da sua molécula permite-lhe, além disso, atravessar facilmente as membranas celulares. No interior da célula36, a acetilcisteína1 é desacetilada, ficando assim disponível a L-cisteína, aminoácido indispensável para a síntese da glutationa (GSH). A GSH é um tripeptídio extremamente reativo que se encontra difundido por igual nos diversos tecidos dos organismos animais e é essencial para a manutenção da capacidade funcional e da integridade da morfologia celular, pois é o mecanismo mais importante de defesa intracelular contra os radicais oxidantes (tanto exógenos como endógenos) e contra numerosas substâncias citotóxicas.


A acetilcisteína1 exerce um papel de importância fundamental na manutenção de níveis apropriados de GSH, contribuindo para a proteção das células37 contra agentes nocivos que, através da espoliação progressiva da GSH, exerceriam integralmente sua ação citotóxica, como na intoxicação por paracetamol. Graças a esse mecanismo de ação, a acetilcisteína1 é indicada também como antídoto38 específico no envenenamento por paracetamol e na cistite39 hemorrágica40 durante o tratamento com ciclofosfamida, visto que fornece os grupos -SH necessários para bloquear a acroleína, metabólito41 da ciclofosfamida, ao qual se atribui essa uropatia. Pelas suas propriedades antioxidantes, e como precursora da glutationa intracelular, a acetilcisteína1 também exerce uma ação protetora das vias respiratórias, combatendo os danos provocados por agentes oxidantes.


Características farmacocinéticas

Estudos realizados em seres humanos, utilizando acetilcisteína1 marcada, demonstraram que o medicamento é bem absorvido por via oral. Os picos plasmáticos de radioatividade são atingidos após 2 a 3 horas. A dosagem no tecido42 pulmonar, 5 horas após a ingestão, demonstra a presença de concentrações significativas de acetilcisteína1.


Dados pré-clínicos de segurança

A acetilcisteína1 caracteriza-se por uma toxicidade43 particularmente baixa. Por via oral, a DL50 é superior a 10g/kg, tanto no camundongo como no rato, enquanto por via endovenosa é de 2,8g/kg no rato e 4,6g/kg no camundongo. Nos tratamentos prolongados, a dose de 1g/kg/dia por via oral foi bem tolerada no rato durante 12 semanas. No cão, a administração por via oral de 300 mg/kg/dia, durante um ano, não determinou reações tóxicas. O tratamento com doses elevadas em ratas e coelhas grávidas, durante o período da organogênese, não induziu o surgimento de malformações44 nos recém-nascidos.


Resultados de eficácia

Existem muitos estudos clínicos disponíveis sobre a eficácia clínica do produto.

Descrevemos a seguir alguns dos que entendemos serem os principais:


Eficácia da acetilcisteína1 na bronquite aguda6

Em um estudo clínico, a análise estatística comparativa entre o volume e a viscosidade31 das expectorações, além dos parâmetros de redução da tosse e volume expiratório mostrou a eficácia clínica da acetilcisteína1 em relação ao placebo45. Além destes, em outro estudo, foram analisados também a dificuldade de expectoração46, a força de expiração47 ventilatória e de capacidade respiratória máxima, que demonstraram a eficácia clínica da acetilcisteína1 em relação a placebo45 e Bromexina.


Eficácia da acetilcisteína1 nas exacerbações da bronquite crônica7

Foram feitas três meta-análises em estudos controlados e randomizados com relação às taxas de exacerbação em pacientes com bronquite crônica7 após utilização da acetilcisteína1 ou placebo45. Resultados: 23% e 29% de redução na taxa de exacerbações com a acetilcisteína1, comparada

com o placebo45. 48,5% dos pacientes que receberam acetilcisteína1 ficaram livres de exacerbações

em comparação com 31.2% dos pacientes que receberam placebo45.


Eficácia da acetilcisteína1 em vários sintomas20 clínicos da bronquite crônica7

Um estudo clínico demonstrou que a acetilcisteína1 melhora a viscosidade31 das expectorações em 80% dos casos; a natureza das expectorações em 59%; a dificuldade de expectorar foi reduzida em 74% e a intensidade da tosse diminuiu em 71%.


Eficácia da acetilcisteína1 em reduzir a colonização bacteriana brônquica

Figura: O efeito da acetilcisteína1 no número de bactérias intrabrônquicas em indivíduos sadios e em pacientes com DPOC.


Eficácia da acetilcisteína1 em reduzir o número de dias de doença aguda e os tratamentos com antibióticos.

A acetilcisteína1 reduz o número de exacerbações agudas, em pacientes com bronquite crônica7, causa uma redução no uso do tratamento antibiótico associado a exacerbações e também na duração (número de dias) da doença aguda, quando comparado ao tratamento antibiótico.


Eficácia da acetilcisteína1 na intoxicação por paracetamol.

A taxa de mortalidade48 foi de 5,3 a 24% entre pacientes com risco de hepatoxicidade que não receberam tratamento antídoto38, enquanto que foi de 2% para os que receberam tratamento com acetilcisteína1, por administração intravenosa.


Indicações de Aires

Tratamento de afecções5 respiratórias caracterizadas por hipersecreção densa e viscosa, tais como bronquite aguda6, bronquite crônica7 e suas exacerbações, bronquite tabágica, enfisema8 pulmonar, broncopneumonia9, abscessos11 pulmonares, atelectasias13 pulmonares, mucoviscidose15 (fibrose cística16) e outros.

“Atenção: este medicamento é um similar que passou por testes e estudos que comprovam a sua eficácia, qualidade e segurança, conforme legislação vigente.”

- TRATAMENTO ANTÍDOTO38

Intoxicação acidental ou voluntária por paracetamol.


Contra-Indicação e Precauções de Aires

Hipersensibilidade aos componentes da fórmula.


Precauções e Advertências de Aires

Pacientes portadores de asma27 brônquica devem ser rigorosamente controlados durante o tratamento; se ocorrer broncoespasmo28, o tratamento deverá ser suspenso imediatamente.

A presença eventual de odor sulfuroso não indica alteração no preparado, pois é própria do princípio ativo contido no mesmo.

Especialmente no início do tratamento a acetilcisteína1 é capaz de fluidificar as secreções brônquicas, ao mesmo tempo em que aumenta o volume das mesmas. Se o paciente não conseguir expectorar com eficiência, será necessário recorrer à drenagem49 postural e à broncoaspiração50, a fim de evitar retenção das secreções.

Atenção este medicamento somente deve ser utilizado por via oral.

Somente para Aires (acetilcisteína1) 100 e 200 mg: “Atenção diabéticos: contém açúcar”

Somente para Aires (acetilcisteína1) 600 mg: esta apresentação deve ser utilizada somente por adultos.


Interações Medicamentosas de Aires

Aires (acetilcisteína1) pode ser administrado concomitantemente com broncodilatadores51 comuns, vasoconstritores e assim por diante. Para satisfazer os requisitos de uma terapia local mucolítica e antibiótica, aconselha-se dar separadamente os diversos medicamentos, visto que alguns antibióticos são incompatíveis com uso concomitante.

A acetilcisteína1 administrada por via oral aumentou a biodisponibilidade de amoxicilina, não alterou a da doxiciclina e reduziu a absorção da cefalexina.

Quando administrado concomitantemente com a acetilcisteína1, não foram detectadas alterações da biodisponibilidade da ampicilina, por via oral, mas houve um pequeno aumento não significativo na concentração sérica da eritromicina.

Aconselha-se não misturar outros medicamentos na solução de Aires (acetilcisteína1).


Gravidez18 e lactação19:

O medicamento está enquadrado na categoria B de risco na gravidez18. Este medicamento não dever ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.


Reações Adversas de Aires

O uso do medicamento por via sistêmica pode ser seguido ocasionalmente por reações de hipersensibilidade como náusea21 e vômito22 e, raramente, reações como urticária52 e broncoespasmo28.

Posologia de Aires

Aires (acetilcisteína1) granulado deve ser administrado somente por via oral.

De maneira geral a posologia do produto é de 9 a 15 mg/kg/ dia, salvo situações específicas abaixo descritas.



Uso Adulto e Pediátrico:

Aires (acetilcisteína1) granulado: 100 mg.

Uso Adulto:

Aires (acetilcisteína1) granulados: em geral 600 mg ao dia, ou conforme a seguir:




Tratamento das afecções5 respiratórias:

Nas formas agudas o período de tratamento é de 5 a 10 dias; nas formas crônicas, continuar tratamento por alguns meses, a critério médico. As doses descritas a seguir poderão ser aumentadas até o dobro, a critério médico.


Intoxicação acidental ou voluntária por paracetamol:

Por via oral, dose inicial de 140 mg/ kg de peso corporal, a ser ingerida no mínimo dentro de 10 horas após a administração do agente tóxico, seguida por doses individuais de 70 mg/ kg de peso a cada 4 horas por 1 a 3 dias.


- SUPERDOSE

Não foram observados sinais53 ou sintomas20 especiais mesmo em pacientes tratados com altas doses de acetilcisteína1.

Em caso de mobilização intensa de muco e dificuldade de expectoração46, recorrer à drenagem49 postural e/ou à broncoaspiração50.


Uso em Idosos, Crianças e Outros Grupos de Risco de Aires

Pacientes idosos

Devem-se seguir as orientações gerais descritas na bula. Contudo, recomenda-se reduzir a dose inicial para metade da dose de adulto e em caso de necessidade, e se o produto for bem tolerado, a dose poderá ser aumentada.


Crianças

Devem-se seguir as doses para pediatria, de acordo com o item Posologia.



Outros grupos de risco

Não se aplica.


VENDA SEM PRESCRIÇÃO MÉDICA

MS - 1.0043.1006


Farm. Resp.: Dra. Sônia Albano Badaró

CRF-SP 19.258


Fabricado por:

EUROFARMA LABORATÓRIOS LTDA.

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Aires - Laboratório

EUROFARMA
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Tel: 0800-704-3876
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Complementos

1 Acetilcisteína: Derivado N-acetil da cisteína. É usado como um agente mucolítico para reduzir a viscosidade das secreções mucosas.
2 Sacarina: Adoçante sem calorias e sem valor nutricional.
3 Frutose: Açúcar encontrado naturalmente em frutas e mel. A frutose encontrada em alimentos processados é derivada do milho. Contém quatro calorias por grama.
4 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
5 Afecções: Quaisquer alterações patológicas do corpo. Em psicologia, estado de morbidez, de anormalidade psíquica.
6 Bronquite aguda: Inflamação dos brônquios produzida em geral por diferentes vírus respiratórios, que se manifesta por febre, tosse e expectoração de muco à tosse.
7 Bronquite crônica: Inflamação persistente da mucosa dos brônquios, em geral produzida por tabagismo, e caracterizada por um grande aumento na produção de muco bronquial que produz tosse e expectoração durante pelo menos três meses consecutivos durante dois anos.
8 Enfisema: Doença respiratória caracterizada por destruição das paredes que separam um alvéolo de outro, com conseqüente perda da retração pulmonar normal. É produzida pelo hábito de fumar e, em algumas pessoas, pela deficiência de uma proteína chamada Antitripsina.
9 Broncopneumonia: Infecção do tecido pulmonar produzida em geral por microorganismos que alcançam os alvéolos através dos brônquios. Pode ser uma doença grave, principalmente em pacientes idosos. Manifesta-se por tosse, febre e opacificação na radiografia de tórax.
10 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
11 Abscessos: Acumulação de pus em uma cavidade formada acidentalmente nos tecidos orgânicos, ou mesmo em órgão cavitário, em consequência de inflamação seguida de infecção.
12 Pus: Secreção amarelada, freqüentemente mal cheirosa, produzida como conseqüência de uma infecção bacteriana e formada por leucócitos em processo de degeneração, plasma, bactérias, proteínas, etc.
13 Atelectasias: Colapso total ou parcial de um órgão do corpo, geralmente do pulmão. Ocorre uma falta de expansão dos alvéolos de uma parte do pulmão ou do pulmão inteiro devido a uma ausência de ventilação consecutiva à obstrução total ou parcial de um brônquio.
14 Brônquios: A maior passagem que leva ar aos pulmões originando-se na bifurcação terminal da traquéia. Sinônimos: Bronquíolos
15 Mucoviscidose: Doença genética autossômica recessiva que promove alteração de glândulas exócrinas do organismo. Caracterizada por infecções crônicas das vias aéreas, que leva ao desenvolvimento de bronquiectasias, insuficiência pancreática exócrina, disfunções intestinais, anormalidades das glândulas sudoríparas e disfunção genitourinária.
16 Fibrose cística: Doença genética autossômica recessiva que promove alteração de glândulas exócrinas do organismo. Caracterizada por infecções crônicas das vias aéreas, que leva ao desenvolvimento de bronquiectasias, insuficiência pancreática exócrina, disfunções intestinais, anormalidades das glândulas sudoríparas e disfunção genitourinária.
17 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
18 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
19 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
20 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
21 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
22 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
23 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
24 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
25 Úlcera: Ferida superficial em tecido cutâneo ou mucoso que pode ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
26 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
27 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
28 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
29 Urgência: 1. Necessidade que requer solução imediata; pressa. 2. Situação crítica ou muito grave que tem prioridade sobre outras; emergência.
30 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
31 Viscosidade: 1. Atributo ou condição do que é viscoso; viscidez. 2. Resistência que um fluido oferece ao escoamento e que se deve ao movimento relativo entre suas partes; atrito interno de um fluido.
32 Mucociliar: O aparelho mucociliar tem como principal função a remoção de partículas ou substâncias potencialmente agressivas ao trato respiratório através do transporte pelos cílios, ou alternativamente, pela tosse e espirro, nos quadros de hiperprodução de muco, como rinite alérgica, rinossinusites, bronquite crônica, fibrose cística e asma.
33 Aparelho respiratório: O aparelho respiratório transporta o ar do meio externo aos pulmões e vice-versa e promove a troca de gases entre o sangue e o ar.
34 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
35 Fagócitos:
36 Célula: Unidade funcional básica de todo tecido, capaz de se duplicar (porém algumas células muito especializadas, como os neurônios, não conseguem se duplicar), trocar substâncias com o meio externo à célula, etc. Possui subestruturas (organelas) distintas como núcleo, parede celular, membrana celular, mitocôndrias, etc. que são as responsáveis pela sobrevivência da mesma.
37 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
38 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
39 Cistite: Inflamação ou infecção da bexiga. É uma das infecções mais freqüentes em mulheres, e manifesta-se por ardor ao urinar, urina escura ou com traços de sangue, aumento na freqüência miccional, etc.
40 Hemorrágica: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
41 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
42 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
43 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
44 Malformações: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
45 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
46 Expectoração: Ato ou efeito de expectorar. Em patologia, é a expulsão, por meio da tosse, de secreções provenientes da traqueia, brônquios e pulmões; escarro.
47 Expiração: 1. Ato ou efeito de expirar. 2. Expulsão, pelas vias respiratórias, do ar dos pulmões. 3. Fim ou termo de prazo estipulado ou convencionado.
48 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
49 Drenagem: Saída ou retirada de material líquido (sangue, pus, soro), de forma espontânea ou através de um tubo colocado no interior da cavidade afetada (dreno).
50 Broncoaspiração: Aspiração de conteúdo gástrico ou corpo estranho na árvore traqueobrônquica, podendo causar traqueobronquite, pneumonite, infecções pulmonares e obstrução das vias aéreas por aspiração de material sólido.
51 Broncodilatadores: São substâncias farmacologicamente ativas que promovem a dilatação dos brônquios.
52 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
53 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.

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