Preço de Intelence em Wilmington/SP: R$ 0,00

Intelence

JANSSEN-CILAG FARMACÊUTICA LTDA

Atualizado em 21/05/2021

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Intelence® comprimidos
etravirina

APRESENTAÇÕES

Comprimidos de 100 mg em frasco com 120 comprimidos.
Comprimidos de 200 mg em frasco com 60 comprimidos.

USO ORAL
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO

Intelence® 100 mg
Cada comprimido contém 100 mg de etravirina.
Excipientes: celulose microcristalina, croscarmelose sódica, dióxido de silício coloidal, estearato de magnésio, hipromelose, lactose1 monoidratada.

Intelence® 200 mg
Cada comprimido contém 200 mg de etravirina.
Excipientes: celulose microcristalina, celulose microcristalina silicificada, croscarmelose sódica, dióxido de silício coloidal, estearato de magnésio, hipromelose.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Adultos
Intelence®, em associação com inibidores de protease potencializados (inibidores de protease com ritonavir) e outros medicamentos antirretrovirais, é indicado para o tratamento da infecção2 pelo vírus3 da imunodeficiência4 humana do tipo 1 (HIV5-1) em pacientes adultos com experiência no tratamento antirretroviral, com evidência de replicação viral e que apresentem resistência a inibidores da transcriptase reversa não análogos de nucleosídeos (ITRNNs) e resistência a inibidores da protease6 (IPs).
O histórico do tratamento e, quando disponível, o teste de resistência, deve orientar o uso de Intelence®. Intelence® não é recomendado para uso em combinações contendo apenas ITRNs em pacientes que apresentaram falha virológica com um regime contendo um inibidor da transcriptase reversa não análogo de nucleosídeo (ITRNN) e inibidor da transcriptase reversa análogo de nucleosídeo/nucleotídeo (ITRN).

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

A etravirina é um novo fármaco7, da classe de inibidores da transcriptase reversa não análogo de nucleosídeo (ITRNN) que inibe a replicação do vírus3 da imunodeficiência4 humana do tipo 1 (HIV5-1) bloqueando a ação da enzima8 viral transcriptase reversa, essencial para o ciclo vital do HIV5-1.
O tempo médio para início da queda na carga viral com o uso de Intelence® é de 1 a 2 dias, baseando-se nos primeiros estudos clínicos de Intelence®.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Você não deve tomar Intelence® se tiver hipersensibilidade à etravirina ou a qualquer um dos excipientes do medicamento.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Advertências
Os pacientes devem ser avisados de que a terapia antirretroviral atual não cura o HIV5 e de que ainda não se comprovou que ela previne a transmissão do HIV5 a outras pessoas através do sangue9 ou do contato sexual. As precauções adequadas devem continuar a ser utilizadas.
Intelence® ainda não é indicado no tratamento de pacientes menores de 18 anos. Estão sendo conduzidos estudos clínicos em crianças e adolescentes infectadas pelo HIV5-1 na faixa etária entre 6 e 17 anos.
Estão sendo conduzidos estudos clínicos em crianças com idade abaixo de 6 anos infectadas pelo HIV5-1.

Reações cutâneas10 e de hipersensibilidade graves
Foram relatadas reações cutâneas10 graves, fatais e potencialmente fatais com o uso de Intelence®. Os relatos de Síndrome de Stevens-Johnson11 e necrólise epidérmica tóxica12 (dois exemplos de doenças graves da pele13 e das mucosas14) foram raros (< 0,1%). Reações de hipersensibilidade (alergias), incluindo erupção15 cutânea16 ao medicamento com eosinofilia17 (aumento de células18 do sangue9 chamadas eosinófilos19) e sintomas20 sistêmicos21, também foram relatadas e caracterizadas como sendo erupção15 cutânea16, sintomas20 constitucionais e, em menor frequência, disfunção orgânica, incluindo falência hepática22. Procure orientação médica logo que apareçam alterações na pele13.
Interrompa o tratamento com Intelence® imediatamente, se sinais23 ou sintomas20 de reações cutâneas10 graves ou reações de hipersensibilidade se desenvolverem (incluindo, mas não limitado a, erupção15 cutânea16 grave ou erupção15 cutânea16 acompanhada de febre24, mal-estar generalizado, fadiga25, dores musculares ou nas articulações26, bolhas, lesões27 orais, conjuntivite28, hepatite29 e eosinofilia17). A avaliação clínica, incluindo transaminases hepáticas30, deve ser efetuada e o tratamento apropriado instituído. A demora na interrupção do tratamento com Intelence® após o início da reação cutânea16 grave pode resultar em reações que colocam a vida do paciente em risco.

Erupção15 Cutânea16
Tem sido relatada erupção15 cutânea16 com uso de Intelence®. Mais frequentemente, a erupção15 cutânea16 foi de grau leve a moderado, ocorrendo na segunda semana de tratamento, sendo pouco frequente após a quarta semana. Na maioria das vezes a erupção15 cutânea16 foi autolimitada e, em geral, apresentou resolução dentro de 1 a 2 semanas de tratamento contínuo. A incidência31 da erupção15 cutânea16 foi maior em mulheres.

Idosos
A experiência em pacientes geriátricos é limitada. O tipo e a incidência31 de eventos adversos nos pacientes acima de 55 anos foram semelhantes aos observados nos pacientes mais jovens.

Pacientes com condições coexistentes
Doença hepática22: não é necessário ajustar a dose em pacientes com insuficiência hepática32 leve ou moderada. A farmacocinética do Intelence® ainda não foi estudada em pacientes com insuficiência hepática32 grave.
Doença renal33: como a depuração renal33 da etravirina é insignificante (< 1,2%), não é de se esperar a ocorrência de uma redução da depuração corpórea total em pacientes com insuficiência renal34. Não são necessárias precauções especiais nem ajustes da dose em pacientes com insuficiência renal34. Como a etravirina apresenta alta taxa de ligação a proteínas35 plasmáticas, é improvável que seja significativamente removida por hemodiálise36 ou diálise peritoneal37.

Redistribuição da Gordura38
A terapia antirretroviral combinada vem sendo associada à redistribuição da gordura38 do corpo (lipodistrofia39) nos pacientes infectados pelo HIV5. As consequências em longo prazo desses eventos são desconhecidas no momento. Um maior risco de lipodistrofia39 está associado a fatores individuais, tais como idade avançada, e fatores relacionados ao medicamento, como duração mais prolongada do tratamento antirretroviral e distúrbios metabólicos associados. O exame clínico deve incluir a avaliação de sinais23 físicos da redistribuição da gordura38.

Síndrome40 da reconstituição imunológica
Nos pacientes infectados com o HIV5 que apresentam deficiência imunológica grave na ocasião da instituição da terapia antirretroviral combinada, pode ocorrer uma reação inflamatória a patógenos oportunistas assintomáticos ou residuais (síndrome40 de reconstituição imune, que é a piora inicial como resposta a agentes causadores de doença que já se encontram infectando o paciente), que pode causar condições clínicas graves ou piora dos sintomas20. Caracteristicamente, essas reações foram observadas nas primeiras semanas ou meses do início da terapia antirretroviral combinada. Exemplos relevantes são retinite por citomegalovírus41, infecções42 por micobactérias generalizadas e/ou focais e pneumonia43 por Pneumocystis jirovecii. Todos os sintomas20 inflamatórios devem ser avaliados e o tratamento deve ser instituído quando necessário. Doenças autoimunes44, tais como a doença de Grave (doença na glândula45 tireoide46), também têm sido relatadas durante a reconstituição imunológica. No entanto, o tempo de aparecimento é mais variável, e pode ocorrer muitos meses após o início do tratamento.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e utilizar máquinas
Não foram conduzidos estudos para avaliar os efeitos de Intelence® sobre a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas. Não há evidências de que o Intelence® altere a capacidade do paciente de dirigir veículos e operar máquinas, no entanto, o perfil de reações adversas de Intelence® deve ser levado em consideração.

Interações Medicamentosas
Intelence® pode interagir com outros medicamentos. Converse com seu médico se você estiver usando ou tiver usado recentemente qualquer outro medicamento, incluindo medicamentos sem prescrição médica.

Na maioria dos casos, Intelence® pode ser combinado com outros medicamentos anti-HIV5 de qualquer outra classe. Entretanto, algumas combinações ou associações não são recomendadas. Em alguns casos, será necessário maior controle e/ou mudança na dose. Assim, sempre informe seu médico quais são os outros medicamentos anti-HIV5 que você está utilizando. Siga corretamente as instruções de seu médico sobre quais medicamentos podem ser associados.

Não é recomendado utilizar Intelence® com os seguintes medicamentos:

  • carbamazepina, fenobarbital, fenitoína (medicamentos para a prevenção de convulsão47);
  • rifampicina e rifapentina (medicamentos para tratar algumas infecções42 como tuberculose48);
  • produtos que contenham Erva de São-João (Hypericum perfolatum) (um medicamento fitoterápico utilizado para depressão).- elbasvir/grazoprevir, simeprevir (medicamentos para tratar infecção2 de Hepatite29 C).

Se você estiver utilizando qualquer um desses medicamentos, por favor, converse com o seu médico.

Os efeitos de Intelence® ou de outros medicamentos podem ser influenciados se você utilizá-los concomitantemente. Informe seu médico se você estiver utilizando qualquer um dos seguintes medicamentos:

  • amiodarona, bepridil, digoxina, disopiramida, flecainida, lidocaína, mexiletina, propafenona ou quinidina (medicamentos para tratar certos distúrbios do coração49, exemplo, batimento cardíaco anormal);
  • varfarina (um medicamento usado para reduzir a coagulação50 sanguínea). Seu médico deverá avaliar seu sangue9;
  • itraconazol, cetoconazol ou posaconazol (medicamentos para tratar infecções42 fúngicas51);
  • claritromicina (um antibiótico);
  • artemisina/lumefantrina (antimalárico);
  • rifabutina (medicamento para tratar algumas infecções42 como tuberculose48);
  • diazepam (medicamento para tratar problemas de insônia e/ou ansiedade);
  • dexametasona (um corticosteroide utilizado em várias condições como inflamação52 e reações alérgicas);
  • daclatasvir (medicamentos para tratar infecção2 de Hepatite29 C)
  • atorvastatina, fluvastatina, lovastatina, pitavastatina, rosuvastatina ou sinvastatina (medicamentos para reduzir o colesterol53);
  • ciclosporina, sirolimo, tacrolimo (imunossupressores);
  • sildenafila, vardenafila ou tadalafila (medicamentos para tratar a disfunção erétil e/ou hipertensão arterial54 pulmonar);
  • clopidogrel (um medicamento para prevenir a coagulação50 do sangue9);
  • dolutegravir (um medicamento para tratamento da AIDS). Dolutegravir só deve ser usado com Intelence® quando coadministrado com atazanavir/ritonavir, darunavir/ritonavir ou lopinavir/ritonavir.

Interações com álcool
A interação entre etravirina e álcool não foi avaliada.

Gravidez55 e Amamentação56
Gravidez55

Informe o seu médico se você estiver grávida.
Não há estudos adequados e bem-controlados com a etravirina em mulheres grávidas.

Amamentação56
Não se sabe se a etravirina é excretada no leite humano. Devido ao potencial de transmissão do HIV5 e ao potencial de eventos adversos nos lactentes57, as mães devem ser orientadas a não amamentar se estiverem tomando Intelence®.

Fertilidade
Não estão disponíveis dados do efeito da etravirina sobre a fertilidade em humanos.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde58.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Conserve o frasco de Intelence® em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC).
Armazenar os comprimidos no frasco original. Manter o frasco hermeticamente fechado para proteger o produto da umidade. Não remover os sachês de dessecante.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Intelence® 100 mg: Após aberto, válido por 60 dias.
Intelence® 200 mg: Após aberto, válido por 42 dias.

Aspecto Físico
Intelence® 100 mg: Os comprimidos são ovais e brancos a quase brancos.
Intelence® 200 mg: Os comprimidos são oblongos biconvexos e brancos a quase brancos.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Dosagem
Adultos: a dose recomendada de Intelence® é de 200 mg (um comprimido de 200 mg ou dois comprimidos de 100 mg) administrados por via oral duas vezes por dia (2x/dia), após uma refeição.
Crianças (menos de 12 anos) e adolescentes (12 a 17 anos): não se recomenda o tratamento com Intelence® em crianças e adolescentes. A segurança e a eficácia de Intelence® nessas populações ainda estão em estudo.
Idosos: estão disponíveis poucas informações nessa população.
Gravidez55: Nenhum ajuste de dose é necessário durante a gravidez55 e o pós-parto. Dado o aumento da exposição de etravirina durante a gravidez55, cuidados devem ser tomados caso você necessite de medicações concomitantes ou apresente comorbidades59 que podem aumentar ainda mais a exposição à etravirina.
Insuficiência hepática32: não é necessário ajustar a dose em pacientes com insuficiência hepática32 leve ou moderada. A farmacocinética de Intelence® ainda não foi estudada em pacientes com insuficiência hepática32 grave.
Insuficiência renal34: não é necessário ajustar a dose em pacientes com insuficiência renal34.

Como Usar
Intelence® deve ser sempre administrado em associação a outros medicamentos antirretrovirais.
Os comprimidos de Intelence® devem ser tomados por via oral, duas vezes ao dia, após uma refeição. Os pacientes devem ser informados para engolir os comprimidos inteiros com líquidos, por exemplo, a água. Os pacientes incapazes de engolir os comprimidos de Intelence® inteiros podem dissolvê-los em um copo de água. Uma vez dissolvidos os comprimidos, os pacientes devem agitar bem o conteúdo e bebê-lo imediatamente. Deve-se adiionar água ao copo várias vezes, e logo após, deve-se ingerir todo o conteúdo para assegurar que toda a dose seja consumida.
O uso de bebidas carbonatadas (por exemplo, refrigerantes) ou aquecidas (>40°C) deve ser evitado.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Se você esquecer de tomar uma dose de Intelence® em até 6 horas do horário que geralmente deveria ter sido tomado, você deve tomar Intelence® após uma refeição e depois, assim que possível, tomar a dose seguinte no horário habitual. Se esquecer de tomar Intelence® e tiver passado mais de 6 horas depois do horário que geralmente deveria ter sido tomado, você não deve tomar a dose esquecida. Simplesmente retorne ao esquema de administração habitual.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Reações Adversas ocorridas em adultos:
As reações adversas medicamentosas relatadas com maior frequência de gravidade foram erupção15 cutânea16, diarreia60, hipertrigliceridemia e náusea61.
Mais frequentemente, erupção15 cutânea16 foi de grau leve a moderado, geralmente macular (com manchas) a maculopapular62 (manchas com saliências na pele13) ou eritematosa63 (vermelhidão extensa), e ocorreu principalmente na segunda semana de tratamento e foi infrequente após a quarta semana. A erupção15 cutânea16 foi principalmente autolimitada e, em geral, resolvida dentro de 1-2 semanas de tratamento contínuo.

Consulte seu médico imediatamente se sinais23 ou sintomas20 de reações cutâneas10 graves ou reações de hipersensibilidade (alergia64 na pele13) se desenvolverem (incluindo, mas não limitado à erupção15 cutânea16 grave ou erupção15 cutânea16 acompanhada de febre24, mal-estar generalizado, fadiga25, dores musculares ou nas articulações26, bolhas, lesões27 orais, conjuntivite28, hepatite29 e eosinofilia17). Ele irá orientá-lo como proceder se algum desses sintomas20 aparecerem e se será necessário interromper Intelence®. A avaliação clínica, incluindo transaminases hepáticas30, deve ser efetuada e o tratamento apropriado instituído. A demora na interrupção do tratamento com Intelence® após o início da reação cutânea16 grave pode resultar em reações que colocam a vida do paciente em risco.

A incidência31 de erupção15 cutânea16 (surgimento de problemas na pele13) foi maior em mulheres que em homens no grupo Intelence® nos estudos clínicos. Nos pacientes com história de erupção15 cutânea16 relacionada aos ITRNN, não houve aumento do risco aparente de desenvolvimento de erupção15 cutânea16 relacionada ao Intelence® em comparação aos pacientes sem histórico de erupção15 cutânea16 relacionada à ITRNN.

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizaram este medicamento):

  • distúrbios cardíacos: infarto do miocárdio65;
  • distúrbios no sangue9 e no sistema linfático66: anemia67, trombocitopenia68 (redução do número de plaquetas69 no sangue9);
  • distúrbios do sistema nervoso70: neuropatia periférica71 e cefaleia72 (dor de cabeça73);
  • distúrbios gastrintestinais: diarreia60, náusea61, dor abdominal, vômitos74, doença do refluxo gastroesofágico75, flatulência e gastrite76;
  • distúrbios renais e urinários: insuficiência renal34;
  • distúrbios da pele13 e do tecido subcutâneo77: erupção15 cutânea16, lipoipertrofia (aumento de depósito de gordura38) e sudorese78 noturna;
  • distúrbios metabólicos e nutricionais: hipertrigliceridemia, hipercolesterolemia79, hiperlipidemia80, hiperglicemia81 e diabetes mellitus82;
  • distúrbios vasculares83: hipertensão84;
  • distúrbios gerais e condições no local da administração: fadiga25;
  • transtornos psiquiátricos: insônia e ansiedade.

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizaram este medicamento):

  • distúrbios cardíacos: angina85 pectoris, fibrilação atrial (alteração do ritmo do coração49);
  • distúrbios do sistema nervoso70: parestesia86 (formigamentos), sonolência, convulsão47, hipoestesia87 (perda de sensibilidade), amnésia88, síncope89 (desmaio), distúrbio na atenção, hipersonia (sono exagerado), tremor;
  • distúrbios oculares: visão90 turva (embaçada);
  • distúrbios do ouvido e do labirinto91: vertigem92;
  • distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais: dispneia93 (falta de ar) aos esforços, broncoespasmo94;
  • distúrbios gastrintestinais: distensão abdominal, pancreatite95, constipação96, boca97 seca, hematêmese98 (vômito99 de sangue9), vômito99, estomatite100;
  • distúrbios da pele13 e do tecido subcutâneo77: coceira, hiperidrose101 (suor excessivo), pele13 seca, inchaço102 facial;
  • distúrbios metabólicos e nutricionais: anorexia103 (distúrbio alimentar caracterizado pela perda de apetite resultando em diminuição excessiva de peso), dislipidemia (alteração dos níveis de gordura38 no sangue9);
  • distúrbios gerais e condições no local da administração: letargia104 (fraqueza generalizada);
  • distúrbios do sistema imunológico105: hipersensibilidade a medicamento, síndrome40 da reconstituição imunológica;
  • distúrbios do fígado106 e vias biliares107: hepatomegalia108, hepatite29 citolítica, esteatose hepática109 (gordura38 no fígado106), hepatite29;
  • distúrbios do sistema reprodutor e nas mamas110: ginecomastia111 (aumento das mamas110 em homens);
  • transtornos psiquiátricos: distúrbios do sono, sonhos anormais, estado confusional, desorientação, nervosismo, pesadelos.

Outras reações adversas medicamentosas de intensidade no mínimo moderada observadas em outros estudos foram lipodistrofia39 adquirida, edema angioneurótico112, eritema multiforme113 e AVC hemorrágico114 (derrame115 hemorrágico114), cada um relatada em mais de 0,5% dos pacientes. A Síndrome de Stevens-Johnson11 foi relatada raramente (< 0,1%) e a necrólise epidérmica tóxica12 foi relatada muito raramente (< 0,01%) durante o desenvolvimento clínico de Intelence®.

Anormalidades laboratoriais
As anormalidades laboratoriais de graus 3 a 4 ocorridas durante o tratamento relatadas em > 2% dos pacientes foram alterações dos parâmetros laboratoriais, tais como, a amilase pancreática, creatinina116, lipase, contagem de células sanguíneas117 brancas, colesterol53 total, lipoproteína de baixa densidade, triglicerídeos, glicose118 e transaminases e neutrofilia.

Lipodistrofia39
A terapia antirretroviral combinada é associada à redistribuição da gordura38 corpórea (lipodistrofia39) nos pacientes infectados pelo HIV5, incluindo perda da gordura subcutânea119 periférica e facial, aumento da gordura intra-abdominal120 e visceral, hipertrofia121 mamária e acúmulo de gordura38 dorso122-cervical (giba).

Síndrome40 de Reconstituição Imunológica
Nos pacientes infectados pelo HIV5 com deficiência imunológica grave na ocasião do início da terapia antirretroviral combinada, pode ocorrer reação inflamatória às infecções42 oportunistas assintomáticas ou residuais (síndrome40 de reconstituição imunológica). Doenças autoimunes44, tais como a doença de Grave, também têm sido relatadas no contexto da Síndrome40 de Reconstituição Imunológica.

Informações adicionais sobre as populações especiais
Pacientes coinfectados pelo vírus3 da hepatite29 B e/ou da hepatite29 C.
A monitoração clínica padrão dos pacientes com hepatite29 crônica é considerada adequada.

Reações Adversas ocorridas durante a experiência Pós-comercialização com Intelence®
Distúrbios do Sistema Imune123:
Reações de hipersensibilidade, incluindo DRESS (erupção15 cutânea16 ao medicamento com eosinofilia17 e sintomas20 sistêmicos21) foram relatadas e caracterizadas por erupção15 cutânea16, sintomas20 constitucionais e, menos frequentemente, disfunções orgânicas, incluindo falência hepática22 (incidência31 desconhecida).

Distúrbios do Tecido Conectivo124 e Musculoesquelético:
Rabdomiólise125 (destruição das células musculares126, dor nos músculos127 e fraqueza) (incidência31 desconhecida).

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Caso você tenha tomado uma grande quantidade de medicamento de uma só vez, procure o médico imediatamente.
Não há antídoto128 específico para a superdose de Intelence®. O conhecimento de superdosagem com Intelence® em humanos é limitada. O tratamento de superdose de Intelence® consiste de condutas gerais de suporte, incluindo monitoramento dos sinais vitais129 e observação do estado clínico do paciente. Como a etravirina apresenta alta taxa de ligação a proteínas35, é improvável que a diálise130 resulte na remoção significativa da substância ativa.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS

 

Venda sob prescrição médica

 

MS- 1.1236.3391
Farm. Resp.: Marcos R. Pereira – CRF-SP nº 12.304

Registrado por:
JANSSEN-CILAG FARMACÊUTICA LTDA.
Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 2041 – São Paulo – SP
CNPJ 51.780.468/0001-87

Fabricado por:
Janssen-Cilag SpA. Latina – Itália

Importado por:
Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda.
Rodovia Presidente Dutra, km 154
São José dos Campos - SP
CNPJ 51.780.468/0002-68

 

SAC 0800 7011851


 

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
3 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
4 Imunodeficiência: Distúrbio do sistema imunológico que se caracteriza por um defeito congênito ou adquirido em um ou vários mecanismos que interferem na defesa normal de um indivíduo perante infecções ou doenças tumorais.
5 HIV: Abreviatura em inglês do vírus da imunodeficiência humana. É o agente causador da AIDS.
6 Inibidores da protease: Alguns vírus como o HIV e o vírus da hepatite C dependem de proteases (enzimas que quebram ligações peptídicas entre os aminoácidos das proteínas) no seu ciclo reprodutivo, pois algumas proteínas virais são codificadas em uma longa cadeia peptídica, sendo libertadas por proteases para assumir sua conformação ideal e sua função. Os inibidores da protease são desenvolvidos como meios antivirais, pois impedem a correta estruturação do RNA viral.
7 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
8 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
9 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
10 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
11 Síndrome de Stevens-Johnson: Forma grave, às vezes fatal, de eritema bolhoso, que acomete a pele e as mucosas oral, genital, anal e ocular. O início é geralmente abrupto, com febre, mal-estar, dores musculares e artralgia. Pode evoluir para um quadro toxêmico com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração (arritmias e pericardite). O prognóstico torna-se grave principalmente em pessoas idosas e quando ocorre infecção secundária. Pode ser desencadeado por: sulfas, analgésicos, barbitúricos, hidantoínas, penicilinas, infecções virais e bacterianas.
12 Necrólise Epidérmica Tóxica: Sinônimo de Síndrome de Lyell. Caracterizada por necrólise da epiderme. Tem como características iniciais sintomas inespecíficos, influenza-símile, tais como febre, dor de garganta, tosse e queimação ocular, considerados manifestações prodrômicas que precedem o acometimento cutâneo-mucoso. Erupção eritematosa surge simetricamente na face e na parte superior do tronco, provocando sintomas de queimação ou dolorimento da pele. Progressivamente envolvem o tórax anterior e o dorso. O ápice do processo é constituído pela característica denudação da epiderme necrótica, a qual é destacada em verdadeiras lamelas ou retalhos, dentro das áreas acometidas pelo eritema de base. O paciente tem o aspecto de grande queimado, com a derme desnuda, sangrante, eritêmato-purpúrica e com contínua eliminação de serosidade, contribuindo para o desequilíbrio hidroeletrolítico e acentuada perda protéica. Graves seqüelas oculares e esofágicas têm sido relatadas.Constitui uma reação adversa a medicamentos rara. As drogas que mais comumente a causam são as sulfas, o fenobarbital, a carbamazepina, a dipirona, piroxicam, fenilbutazona, aminopenicilinas e o alopurinol.
13 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
14 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
15 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
16 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
17 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
18 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
19 Eosinófilos: Eosinófilos ou granulócitos eosinófilos são células sanguíneas responsáveis pela defesa do organismo contra parasitas e agentes infecciosos. Também participam de processos inflamatórios em doenças alérgicas e asma.
20 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
21 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
22 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
23 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
24 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
25 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
26 Articulações:
27 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
28 Conjuntivite: Inflamação da conjuntiva ocular. Pode ser produzida por alergias, infecções virais, bacterianas, etc. Produz vermelhidão ocular, aumento da secreção e ardor.
29 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
30 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
31 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
32 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
33 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
34 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
35 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
36 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
37 Diálise peritoneal: Ao invés de utilizar um filtro artificial para “limpar“ o sangue, é utilizado o peritônio, que é uma membrana localizada dentro do abdômen e que reveste os órgãos internos. Através da colocação de um catéter flexível no abdômen, é feita a infusão de um líquido semelhante a um soro na cavidade abdominal. Este líquido, que chamamos de banho de diálise, vai entrar em contato com o peritônio, e por ele será feita a retirada das substâncias tóxicas do sangue. Após um período de permanência do banho de diálise na cavidade abdominal, este fica saturado de substâncias tóxicas e é então retirado, sendo feita em seguida a infusão de novo banho de diálise. Esse processo é realizado de uma forma contínua e é conhecido por CAPD, sigla em inglês que significa diálise peritoneal ambulatorial contínua. A diálise peritoneal é uma forma segura de tratamento realizada atualmente por mais de 100.000 pacientes no mundo todo.
38 Gordura: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Os alimentos que fornecem gordura são: manteiga, margarina, óleos, nozes, carnes vermelhas, peixes, frango e alguns derivados do leite. O excesso de calorias é estocado no organismo na forma de gordura, fornecendo uma reserva de energia ao organismo.
39 Lipodistrofia: Defeito na quebra ou na fabricação de gordura abaixo da pele, resultando em elevações ou depressões na superfície da pele. (Veja lipohipertrofia e lipoatrofia). Pode ser causada por injeções repetidas de insulina em um mesmo local.
40 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
41 Citomegalovírus: Citomegalovírus (CMV) é um vírus pertence à família do herpesvírus, a mesma dos vírus da catapora, herpes simples, herpes genital e do herpes zóster.
42 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
43 Pneumonia: Inflamação do parênquima pulmonar. Sua causa mais freqüente é a infecção bacteriana, apesar de que pode ser produzida por outros microorganismos. Manifesta-se por febre, tosse, expectoração e dor torácica. Em pacientes idosos ou imunodeprimidos pode ser uma doença fatal.
44 Autoimunes: 1. Relativo à autoimunidade (estado patológico de um organismo atingido por suas próprias defesas imunitárias). 2. Produzido por autoimunidade. 3. Autoalergia.
45 Glândula: Estrutura do organismo especializada na produção de substâncias que podem ser lançadas na corrente sangüínea (glândulas endócrinas) ou em uma superfície mucosa ou cutânea (glândulas exócrinas). A saliva, o suor, o muco, são exemplos de produtos de glândulas exócrinas. Os hormônios da tireóide, a insulina e os estrógenos são de secreção endócrina.
46 Tireoide: Glândula endócrina altamente vascularizada, constituída por dois lobos (um em cada lado da TRAQUÉIA) unidos por um feixe de tecido delgado. Secreta os HORMÔNIOS TIREOIDIANOS (produzidos pelas células foliculares) e CALCITONINA (produzida pelas células para-foliculares), que regulam o metabolismo e o nível de CÁLCIO no sangue, respectivamente.
47 Convulsão: Episódio agudo caracterizado pela presença de contrações musculares espasmódicas permanentes e/ou repetitivas (tônicas, clônicas ou tônico-clônicas). Em geral está associada à perda de consciência e relaxamento dos esfíncteres. Pode ser devida a medicamentos ou doenças.
48 Tuberculose: Doença infecciosa crônica produzida pelo bacilo de Koch (Mycobacterium tuberculosis). Produz doença pulmonar, podendo disseminar-se para qualquer outro órgão. Os sintomas de tuberculose pulmonar consistem em febre, tosse, expectoração, hemoptise, acompanhada de perda de peso e queda do estado geral. Em países em desenvolvimento (como o Brasil) aconselha-se a vacinação com uma cepa atenuada desta bactéria (vacina BCG).
49 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
50 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
51 Fúngicas: Relativas à ou produzidas por fungo.
52 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
53 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
54 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
55 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
56 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
57 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
58 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
59 Comorbidades: Coexistência de transtornos ou doenças.
60 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
61 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
62 Maculopapular: Erupção cutânea que se caracteriza pelo aparecimento de manchas e de pápulas de tonalidade avermelhada, geralmente observada no sarampo ou na rubéola.
63 Eritematosa: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
64 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
65 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
66 Sistema Linfático: Um sistema de órgãos e tecidos que processa e transporta células imunes e LINFA.
67 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
68 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
69 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
70 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
71 Neuropatia periférica: Dano causado aos nervos que afetam os pés, as pernas e as mãos. A neuropatia causa dor, falta de sensibilidade ou formigamentos no local.
72 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
73 Cabeça:
74 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
75 Refluxo gastroesofágico: Presença de conteúdo ácido proveniente do estômago na luz esofágica. Como o dito órgão não está adaptado fisiologicamente para suportar a acidez do suco gástrico, pode ser produzida inflamação de sua mucosa (esofagite).
76 Gastrite: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago. Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
77 Tecido Subcutâneo: Tecido conectivo frouxo (localizado sob a DERME), que liga a PELE fracamente aos tecidos subjacentes. Pode conter uma camada (pad) de ADIPÓCITOS, que varia em número e tamanho, conforme a área do corpo e o estado nutricional, respectivamente.
78 Sudorese: Suor excessivo
79 Hipercolesterolemia: Aumento dos níveis de colesterol do sangue. Está associada a uma maior predisposição ao desenvolvimento de aterosclerose.
80 Hiperlipidemia: Condição em que os níveis de gorduras e colesterol estão mais altos que o normal.
81 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
82 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
83 Vasculares: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
84 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
85 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
86 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
87 Hipoestesia: Perda ou diminuição de sensibilidade em determinada região do organismo.
88 Amnésia: Perda parcial ou total da memória.
89 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
90 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
91 Labirinto: 1. Vasta construção de passagens ou corredores que se entrecruzam de tal maneira que é difícil encontrar um meio ou um caminho de saída. 2. Anatomia: conjunto de canais e cavidades entre o tímpano e o canal auditivo, essencial para manter o equilíbrio físico do corpo. 3. Sentido figurado: coisa complicada, confusa, de difícil solução. Emaranhado, imbróglio.
92 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
93 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
94 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
95 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
96 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
97 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
98 Hematêmese: Eliminação de sangue proveniente do tubo digestivo, através de vômito.
99 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
100 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
101 Hiperidrose: Excesso de suor, que costuma acometer axilas, palmas das mãos e plantas dos pés.
102 Inchaço: Inchação, edema.
103 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
104 Letargia: Em psicopatologia, é o estado de profunda e prolongada inconsciência, semelhante ao sono profundo, do qual a pessoa pode ser despertada, mas ao qual retorna logo a seguir. Por extensão de sentido, é a incapacidade de reagir e de expressar emoções; apatia, inércia e/ou desinteresse.
105 Sistema imunológico: Sistema de defesa do organismo contra infecções e outros ataques de micro-organismos que enfraquecem o nosso corpo.
106 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
107 Vias biliares: Conjunto de condutos orgânicos que conectam o fígado e a vesícula biliar ao duodeno. Sua função é conduzir a bile produzida no fígado, para ser armazenada na vesícula biliar e posteriormente ser liberada no duodeno.
108 Hepatomegalia: Aumento anormal do tamanho do fígado.
109 Esteatose hepática: Esteatose hepática ou “fígado gorduroso“ é o acúmulo de gorduras nas células do fígado.
110 Mamas: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
111 Ginecomastia: Aumento anormal de uma ou ambas as glândulas mamárias no homem. Associa-se a diferentes enfermidades como cirrose, tumores testiculares, etc. Em certas ocasiões ocorrem de forma idiopática.
112 Edema angioneurótico: Ataques recidivantes de edema transitório que aparecem subitamente em áreas da pele, membranas mucosas e ocasionalmente nas vísceras, geralmente associadas com dermatografismo, urticária, eritema e púrpura.
113 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
114 Hemorrágico: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
115 Derrame: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
116 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
117 Células Sanguíneas: Células encontradas no líquido corpóreo circulando por toda parte do SISTEMA CARDIOVASCULAR.
118 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
119 Gordura Subcutânea: Tecido gorduroso abaixo da pele em todo o corpo.
120 Gordura Intra-Abdominal: Tecido gorduroso dentro da CAVIDADE ABDOMINAL, incluindo as gorduras visceral e retroperitoneal. É a gordura metabolicamente mais ativa do corpo, facilmente acessível para LIPÓLISE. O aumento da gordura visceral está associado com as complicações metabólicas da OBESIDADE.
121 Hipertrofia: 1. Desenvolvimento ou crescimento excessivo de um órgão ou de parte dele devido a um aumento do tamanho de suas células constituintes. 2. Desenvolvimento ou crescimento excessivo, em tamanho ou em complexidade (de alguma coisa). 3. Em medicina, é aumento do tamanho (mas não da quantidade) de células que compõem um tecido. Pode ser acompanhada pelo aumento do tamanho do órgão do qual faz parte.
122 Dorso: Face superior ou posterior de qualquer parte do corpo. Na anatomia geral, é a região posterior do tronco correspondente às vértebras; costas.
123 Sistema imune: Sistema de defesa do organismo contra infecções e outros ataques de micro-organismos que enfraquecem o nosso corpo.
124 Tecido conectivo: Tecido que sustenta e conecta outros tecidos. Consiste de CÉLULAS DO TECIDO CONJUNTIVO inseridas em uma grande quantidade de MATRIZ EXTRACELULAR.
125 Rabdomiólise: Síndrome caracterizada por destruição muscular, com liberação de conteúdo intracelular na circulação sanguínea. Atualmente, a rabdomiólise é considerada quando há dano secundário em algum órgão associado ao aumento das enzimas musculares. A gravidade da doença é variável, indo de casos de elevações assintomáticas de enzimas musculares até situações ameaçadoras à vida, com insuficiência renal aguda ou distúrbios hidroeletrolíticos. As causas da rabdomiólise podem ser classificadas em quatro grandes grupos: trauma ou lesão muscular direta, excesso de atividade muscular, defeitos enzimáticos hereditários ou outras condições clínicas.
126 Células Musculares: Células contráteis maduras, geralmente conhecidas como miócitos, que formam um dos três tipos de músculo. Os três tipos de músculo são esquelético (FIBRAS MUSCULARES), cardíaco (MIÓCITOS CARDÍACOS) e liso (MIÓCITOS DE MÚSCULO LISO). Provêm de células musculares embrionárias (precursoras) denominadas MIOBLASTOS.
127 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
128 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
129 Sinais vitais: Conjunto de variáveis fisiológicas que são pressão arterial, freqüência cardíaca, freqüência respiratória e temperatura corporal.
130 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.

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