Systen Conti

JANSSEN- CILAG FARMACÊUTICA LTDA.

Atualizado em 09/12/2014

Systen® Conti


Informações ao Paciente

estradiol e acetato de noretisterona
Adesivos Transdérmicos (Esquema combinado contínuo)

Forma Farmacêutica e apresentação
Caixas contendo 8 adesivos transdérmicos embalados individualmente em sachês de papel hermeticamente fechados, com revestimento interno de alumínio.
Systen® Conti é um adesivo transdérmico plano, com área superficial de 16 cm2, espessura de 0,1 mm, formado por duas camadas laminadas, para aplicação sobre a pele1. A primeira camada é um filme flexível, transparente e praticamente incolor. A segunda camada é um filme adesivo (matriz) composto de adesivo acrílico e goma guar e contém os hormônios. Este adesivo é protegido por uma película de poliéster fixada à matriz adesiva e que deve ser removida antes da aplicação do adesivo à pele1. A película de poliéster é revestida com silicone em ambos os lados. Esta película protetora tem uma incisão2 em S que facilita a sua remoção do adesivo .
A face3 externa da matriz adesiva é protegida do contacto com as roupas pela primeira lâmina transparente.
Cada adesivo tem marcado no centro de sua margem inferior, em sua face3 externa: CEN1.

Uso adulto

Informações Gerais

Marca Comercial: Systen® Conti
Princípio Ativo: acetato de noretisterona, estradiol
Classe Terapêutica4: Terapia Hormonal

Composição

Cada adesivo transdérmico contém:
estradiol .........................................................................  3,2 mg
acetato de noretisterona...................................................11,2 mg
que correspondem, após aplicação, a uma liberação de 50 mcg de estradiol e de 170 mcg de acetato de noretisterona por dia.
Excipientes: copolímero de acrilato-vinilacetato, filme de tereftalato de polietileno, filme de tereftalato de polietileno siliconizado e goma guar.

Como devo usar este medicamento?

COMO FAZER PARA USAR Systen® :

Systen® Conti
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Ação esperada do medicamento

O controle dos sintomas5 é observado progressivamente com o decorrer do tratamento.

Cuidados de armazenamento

Mantenha os adesivos na sua embalagem original, em temperatura inferior a 25°C.

Prazo de validade

Verifique na embalagem externa se o produto obedece o prazo de validade. Não use o medicamento se o prazo de validade estiver vencido.

Gravidez6 e lactação7

Informe seu médico a ocorrência de gravidez6 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando. O uso de Systen® Conti está contra-indicado durante os períodos de gravidez6 confirmada ou suspeita e de lactação7.

Cuidados de administração

O sachê contendo o adesivo deve ser aberto e uma das partes da película protetora deve ser retirada pela incisão2 em S. Aplique imediatamente a parte adesiva exposta, da borda para o centro, sobre uma área limpa e seca de pele1 íntegra e saudável isenta de cremes, loções ou talcos. Evite regiões de dobras de pele1.
Remova a outra parte adesiva e aplique-a da mesma forma. Durante a aplicação evite dobrar o adesivo. Para obter uma melhor aderência, comprima o adesivo em toda sua extensão, utilizando a palma da mão8.
Enquanto estiver aplicando o produto evite o contacto dos dedos com a parte adesiva.
Cada aplicação deve ser feita sobre uma parte diferente da pele1, preferencialmente nas regiões do tronco abaixo da cintura. O adesivo não deve ser aplicado em região próxima ou sobre as mamas9.
Peça orientação ao seu médico sobre a frequência de substituição do adesivo.
Não aplique o adesivo duas vezes seguidas sobre o mesmo local da pele1. Após uma semana, você poderá aplicar um novo adesivo em um local já utilizado anteriormente. A área selecionada não deve apresentar irritação. A linha da cintura não deve ser escolhida porque pode ocorrer atrito excessivo com a roupa e o adesivo não ficará bem aderido.
Uma vez aplicado, o adesivo pode eventualmente despregar-se da pele1. Neste caso, um novo adesivo deve ser aplicado imediatamente, mantendo o dia normal de troca. Para remoção, descole uma borda do adesivo e puxe suavemente.
Recomenda-se que o adesivo seja removido antes de uma sessão de sauna e um novo adesivo aplicado imediatamente após.
Para descartar o adesivo utilizado, dobre-o sobre a face3 adesiva e jogue-o no lixo (não descarte o adesivo na bacia sanitária). O adesivo deve ser mantido fora do alcance das crianças.
Se restar alguma cola na pele1, após remoção do adesivo, esfregue-a com os dedos ou lave-a com água e sabão.
Siga a orientação do seu médico respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. O médico deve ser avisado se ocorrer alguma alteração durante o tratamento.

Interrupção do tratamento

Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Reações adversas

Pode ocorrer uma irritação da pele1 com ou sem coceira no local da aplicação, que deve desaparecer em poucos dias. Avise o médico se esta reação se prolongar por mais tempo ou se ocorrerem sintomas5 mais graves.
Systen® Conti é geralmente bem tolerado. Entretanto, podem ocorrer sensação de hipersensibilidade nas mamas9, sangramento vaginal, sangramento de escape (pequenas quantidades de sangue10), cólicas11 abdominais/distensão abdominal e dor de cabeça12 durante o tratamento com Systen® Conti. Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Interação com outros medicamentos

Existem alguns medicamentos que podem interferir com Systen® Conti, tais como barbitúricos, hidantoínas, carbamazepina, meprobamato, fenilbutazona, rifampicina e erva de São João. Informe seu médico se estiver tomando qualquer outro medicamento.

Contra-indicações

O produto está contra-indicado em casos de hipersensibilidade aos componentes da fórmula; de câncer13 de mama14, do trato urogenital15 ou outro câncer13 estrógeno16-dependente; sangramento vaginal de origem não determinada; doença grave do fígado17 ou rim18; gravidez6 e lactação7; desordens ativas da coagulação19 sanguínea.

Precauções e Advertências

Este medicamento pode interromper a menstruação20 por período prolongado e/ou causar sangramentos intermenstruais severos.
Este medicamento causa malformação21 ao bebe durante a gravidez6.
Systen® Conti não é um anticoncepcional. É indicado no tratamento dos sintomas5 decorrentes da deficiência hormonal durante a menopausa22. Siga corretamente as orientações do seu médico e o modo de usar (veja “Cuidados de Administração”). Avise seu médico caso tenha doença cardíaca, pressão alta, doença de rins23 ou fígado17, epilepsia24, enxaqueca25, diabetes26 ou se observar alterações das mamas9 ou do útero27. Avise seu médico se houver algum caso de câncer13 de mama14 na família. Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE28.

Informações Técnicas aos Profissionais de Saúde28

estradiol e acetato de noretisterona
Adesivos Transdérmicos (Esquema combinado contínuo)

Forma Farmacêutica e apresentação
Caixas contendo 8 adesivos transdérmicos embalados individualmente em sachês de papel hermeticamente fechados, com revestimento interno de alumínio.
Systen® Conti é um adesivo transdérmico plano, com área superficial de 16 cm2, espessura de 0,1 mm, formado por duas camadas laminadas, para aplicação sobre a pele1. A primeira camada é um filme flexível, transparente e praticamente incolor. A segunda camada é um filme adesivo (matriz) composto de adesivo acrílico e goma guar e contém os hormônios. Este adesivo é protegido por uma película de poliéster fixada à matriz adesiva e que deve ser removida antes da aplicação do adesivo à pele1. A película de poliéster é revestida com silicone em ambos os lados. Esta película protetora tem uma incisão2 em S que facilita a sua remoção do adesivo .
A face3 externa da matriz adesiva é protegida do contacto com as roupas pela primeira lâmina transparente.
Cada adesivo tem marcado no centro de sua margem inferior, em sua face3 externa: CEN1.

Uso adulto

Informações Gerais

Marca Comercial: Systen® Conti
Princípio Ativo: acetato de noretisterona, estradiol
Classe Terapêutica4: Terapia Hormonal

Composição

Cada adesivo transdérmico contém:
estradiol .........................................................................  3,2 mg
acetato de noretisterona...................................................11,2 mg
que correspondem, após aplicação, a uma liberação de 50 mcg de estradiol e de 170 mcg de acetato de noretisterona por dia.
Excipientes: copolímero de acrilato-vinilacetato, filme de tereftalato de polietileno, filme de tereftalato de polietileno siliconizado e goma guar.

Caracterêsticas Farmacolígicas

Propriedades Farmacodinâmicas
O hormônio29 ativo de Systen® Conti - 17 β-estradiol - é o estrogênio biologicamente mais potente produzido pelo ovário30. Sua síntese pelos folículos ovarianos é regulada pelos hormônios hipofisários. Como todos os hormônios esteróides, o estradiol se difunde livremente para o interior das células31-alvo, onde se liga a macromoléculas específicas (receptores). O complexo estradiol-receptor interage, então, com o DNA genômico, alterando a atividade de transcrição do código genético, o que resulta em aumento ou diminuição da síntese protéica e das funções celulares.
Diferentes taxas do estradiol são secretadas durante as diversas fases do ciclo menstrual. O endométrio32 é particularmente sensível ao estradiol, que regula a sua proliferação durante a fase folicular do ciclo e, junto com a progesterona, induz as alterações de secreção durante a fase lútea. Por ocasião da menopausa22, a secreção do estradiol torna-se irregular, podendo cessar. A falta do estradiol está associada com os sintomas5 menopáusicos tais como instabilidade vasomotora, distúrbios do sono, humor depressivo, sinais33 de atrofia34 vulvovaginal e urogenital15 e aumento da perda de massa óssea. Além disso, na ausência de estrogênio, há uma crescente evidência de aumento na incidência35 de doença cardiovascular.
O tratamento de reposição estrogênica tem sido eficaz na maioria das mulheres pós- menopáusicas por compensar a depleção36 do estradiol endógeno. Demonstrou-se que a administração transdérmica de 50 mcg/dia é eficaz no tratamento dos sintomas5 menopáusicos.
Em mulheres pós-menopáusicas, Systen® Conti aumenta o estradiol a níveis foliculares iniciais, com uma conseqüente diminuição dos fogachos, uma melhora do índice de Kupperman e alterações benéficas na citologia vaginal.
Entretanto, há uma substancial evidência de que a terapia de reposição hormonal está associada com um aumento de câncer13 endometrial. Há, também, evidências de que o tratamento adjuvante com progestogênios protege contra o câncer13 endometrial determinado pelos estrogênios. Portanto, as mulheres com útero27 intacto devem receber um tratamento de reposição hormonal combinando estrogênios com progestogênios.
O acetato de noretisterona, contido no Systen® Conti, é rapidamente hidrolisado à noretisterona, um derivado do grupo 13-metilgonano, com potente atividade progestacional. O acetato de noretisterona transdérmico evita a proliferação endometrial devida ao estrogênio. O tratamento combinando 17 β-estradiol e acetato de noretisterona é eficaz nos déficits hormonais associados à menopausa22.

Propriedades Farmacocinéticas
O estradiol é rapidamente absorvido a partir do trato gastrintestinal e extensivamente metabolizado pela mucosa intestinal37 e pelo fígado17 durante a primeira passagem hepática38. A liberação transdérmica do estradiol é suficiente para causar seu efeito sistêmico39 .
O estradiol distribui-se largamente nos tecidos corporais e liga-se à albumina40 (~60-65%) e à globulina41 ligada ao hormônio29 sexual (~35-45%), no soro42. As frações ligadas às proteínas43 séricas permanecem inalteradas na liberação transdérmica do estradiol. O estradiol é prontamente eliminado da circulação44 sistêmica. A meia-vida de eliminação é de aproximadamente uma hora, após administração endovenosa.
O estradiol é rapidamente metabolizado em estrona, farmacologicamente menos ativa, e seus conjugados. O estradiol, a estrona e o sulfato de estrona são interconversíveis uns nos outros, sendo excretados na urina45 como glicuronídeos e sulfatos. A pele1 metaboliza o estradiol somente em pequena extensão.
Em estudo realizado com mulheres pós-menopáusicas, após aplicação única e múltipla de Systen® Conti, verificou-se que as concentrações séricas do estradiol elevaram-se rapidamente em relação aos valores basais (~5 pg/mL). Quatro horas após a aplicação, a concentração sérica média de estradiol era de ~19 pg/mL. Uma concentração-pico média de estradiol sérico de ~ 41 pg/mL, acima do nível basal, foi observada durante aproximadamente 23 horas após a aplicação. As concentrações séricas do estradiol permaneceram elevadas durante o período de aplicação de 3,5 dias. As concentrações rapidamente retornaram aos valores basais nas primeiras 24 horas após a remoção do adesivo. Meia-vida sérica de ~6,6 horas foi determinada após remoção do adesivo transdérmico, indicando  o efeito de depósito cutâneo46 do produto. A aplicação múltipla do Systen® Conti resultou em pouco ou nenhum acúmulo do estradiol na circulação44 sistêmica.
Antes do tratamento, a razão da concentração sérica média do estradiol/ estrona (E2/E1) era menor que 0,3 nas mulheres pós-menopáusicas estudadas. Durante o uso de Systen® Conti, a mencionada proporção aumentou rapidamente sendo mantida em níveis fisiológicos de aproximadamente 1. As razões E2/E1 retornaram aos níveis basais 24 horas após a remoção do adesivo transdérmico.
O acetato de noretisterona é rapidamente hidrolisado em progestogênio ativo, noretisterona. Após administração oral, a noretisterona está sujeita a pronunciado metabolismo47 de primeira passagem, que reduz sua biodisponibilidade. A liberação transdérmica do acetato de noretisterona produz um nível eficaz e prolongado de noretisterona na circulação44 sistêmica.
A noretisterona distribui-se largamente nos tecidos corporais e liga-se à albumina40 (~61%) e à globulina41 ligada ao hormônio29 sexual (~36%), no soro42. Após administração oral, a meia-vida de eliminação da noretisterona é de aproximadamente 6-12 horas, não se alterando após tratamento prolongado. A noretisterona é primariamente metabolizada no fígado17 por redução da cetona insaturada α, β, do anel A da molécula. Entre os quatro possíveis tetrahidroesteróides estereoisômeros, o derivado 5β-,3α-hidroxi parece ser o principal metabólito48. Estes compostos são primariamente excretados através da urina45 e das fezes, como sulfatos e glicuronídeos conjugados.
Em estudo realizado em mulheres pós-menopáusicas, após aplicação única e múltipla de Systen® Conti, verificou-se que as concentrações de noretisterona, 1 dia após a aplicação, elevaram-se para um nível de “steady-state” de ~199 pg/mL. Após aplicação múltipla, concentrações séricas médias de “steady-state” de noretisterona, variando entre ~141-224 pg/mL, foram mantidas durante o período de aplicação de 3,5 dias. As concentrações médias declinaram rapidamente até o limite mais baixo do ensaio quantitativo, 24 horas após remoção do adesivo. A meia-vida sérica de ~15 horas foi determinada após remoção do adesivo transdérmico, indicando o efeito de depósito cutâneo46 do produto. Como era esperado a partir da liberação transdérmica de muitos produtos, apenas um aumento transitório e limitado das concentrações séricas médias da noretisterona foi observado após aplicação múltipla do adesivo transdérmico.

Indicações

Nos tratamentos de reposição hormonal para alívio dos sintomas5 menopáusicos.

Contra Indicações

- Hipersensibilidade ao estrogênio ou a qualquer componente do produto.
- Tumores malignos de mama14.
- Neoplasias49 do trato genital ou estrógeno16-dependente.
- Sangramento vaginal não diagnosticado.
- Gravidez6 ou lactação7.
- Doença hepática38 ou renal50 graves.
- Desordens tromboembólicas ativas ou tromboflebite51 ativa.

Modo de usar e cuidados de conservação depois de aberto

Systen® Conti deve ser aplicado em uma área limpa e seca de pele1 íntegra e saudável, no tronco do corpo abaixo da cintura. Cremes, loções ou talcos podem interferir nas propriedades aderentes do adesivo. O adesivo nunca deve ser aplicado nas mamas9 ou em regiões próximas. A área de aplicação deve ser alterada com um intervalo de pelo menos uma semana entre as aplicações em um local específico. A área de aplicação selecionada não deve estar danificada ou irritada. A área da cintura não deve ser utilizada pois pode ocorrer pressão e atrito excessivos do adesivo.
O adesivo deve ser utilizado imediatamente após a abertura do sachê. Remova uma parte da película protetora. Aplique a parte do adesivo que ficou exposta no local escolhido do corpo da extremidade para o centro; evite dobrar o adesivo. Em seguida, a segunda parte da película protetora deve ser removida e a parte adesiva aplicada. Deve-se novamente evitar dobrar o adesivo. Deve-se utilizar a palma da mão8 para pressionar o adesivo na pele1 e para adequar a temperatura do adesivo a da pele1, na qual seu efeito é otimizado.
A paciente deve evitar o contato entre os dedos e a parte aderente do adesivo durante a aplicação.
Se um adesivo se desprender um novo adesivo deve ser aplicado imediatamente. Entretanto, o dia de troca deve ser mantido.
Não é necessário remover o adesivo durante o banho. Contudo, recomenda-se que o adesivo seja removido antes de uma sessão de sauna e um novo adesivo aplicado imediatamente após.
Para retirar um adesivo, levante uma extremidade do mesmo e puxe suavemente da pele1 (veja “Como fazer para usar Systen® ”).
Qualquer cola remanescente na pele1 após a remoção do adesivo pode ser retirada por lavagem com água e sabão ou esfregando a pele1 com os dedos.

Posologia

Systen® Conti deve ser aplicado individualmente, sem interrupção, nas regiões do tronco abaixo da cintura e ser trocado 2 vezes por semana, a cada 3 a 4 dias.
Não existem dados suficientes para orientar os ajustes da dose em pacientes com lesão52 hepática38 ou renal50 grave.
Para o tratamento dos sintomas5 pós-menopausa22, a menor dose efetiva deve ser utilizada. A terapia de reposição hormonal deve prosseguir enquanto os benefícios em aliviar os sintomas5 superarem os riscos da terapia de reposição hormonal.
Se um adesivo se desprender um novo adesivo deve ser aplicado imediatamente. Entretanto, o dia de troca deve ser mantido.
Crianças - Systen® Conti não está indicado para crianças.

Advertências

Este medicamento pode interromper a menstruação20 por período prolongado e/ou causar sangramentos intermenstruais severos.
Este medicamento causa malformação21 ao bebê durante a gravidez6.
Antes de iniciar e periodicamente durante o tratamento de reposição hormonal com estrogênios, recomenda-se submeter a paciente a completo exame físico e ginecológico. Deve-se obter  história médica e familiar completa da paciente. Sangramento de escape repetido, sangramento vaginal sem causa aparente e alterações observadas durante o exame da mama14 exigem avaliação adicional.
Uma avaliação cuidadosa do risco/benefício deve ser realizada antes de iniciar o tratamento a longo prazo.
Câncer13 de mama14
Estudos controlados e randomizados e estudos epidemiológicos têm relatado um aumento no risco de câncer13 de mama14 em mulheres em uso de estrogênios ou de combinações de estrogênio e progestogênio para terapia de reposição hormonal durante vários anos. O risco excedente aumenta com a duração da terapia de reposição hormonal e parece retornar a linha de base em cerca de cinco anos após término do tratamento. Mulheres em tratamento de reposição hormonal combinando estrogênios com progestogênios apresentaram um risco similar ou possivelmente maior se comparadas com mulheres que utilizaram estrogênio isolado.
De acordo com estudos epidemiológicos, neoplasias49 malignas mamárias diagnosticadas em usuárias iniciantes ou cuja terapia de reposição hormonal já está em andamento apresentaram menor probalidade de difusão além da mama14 do que aquelas encontradas em não usuárias. Mulheres cujo câncer13 de mama14 desenvolveu-se após a terapia de reposição hormonal tendem a apresentar tumores com características menos agressivas comparadas com mulheres com câncer13 de mama14 que não fizeram terapia de reposição hormonal. O risco aumentado foi encontrado principalmente em mulheres com compleição física magra ou normal. Apesar das mulheres obesas apresentarem risco aumentado de desenvolver câncer13 de mama14, a terapia de reposição hormonal não favorece o aumento deste risco.
Tromboembolismo53 venoso
A terapia de reposição hormonal está relacionada com um aumento do risco relativo de desenvolvimento de tromboembolismo53 venoso, i.e., trombose venosa profunda54 ou embolia55 pulmonar. Um estudo randomizado56 controlado e estudos epidemiológicos encontraram risco duas a três vezes maior em usuárias comparado as não usuárias. Fatores de risco geralmente reconhecidos para tromboembolismo53 venoso incluem história pessoal ou familiar, obesidade57 grave (IMC58 > 30 kg/m2) e lúpus59 eritematoso60 sistêmico39. Não existe consenso a respeito do possível papel das veias61 varicosas no tromboembolismo53 venoso.
Pacientes com história de tromboembolismo53 venoso ou com um estado tromboembogênico conhecido apresentam um risco aumentado de tromboembolismo53 venoso. A terapia de reposição hormonal pode elevar este risco. História pessoal ou familiar importante de tromboembolismo53 recorrente ou abortos espontâneos recorrentes devem ser investigadas a fim de excluir predisposição ao tromboembolismo53. Até que uma avaliação completa dos fatores trombogênicos tenha sido realizada ou um tratamento com anticoagulante62 iniciado, a terapia de reposição hormonal nestas pacientes deve ser vista como contra-indicada. As mulheres que já estiverem em um tratamento com anticoagulante62 requerem uma consideração cuidadosa do risco/benefício do uso da terapia de reposição hormonal.
O risco de tromboembolismo53 venoso pode estar temporariamente aumentado com uma imobilização prolongada, trauma ou cirurgia de grande porte. Como em todos os pacientes no pós-operatório, atenção especial deve ser dedicada as medidas profiláticas para prevenir tromboembolismo53 venoso pós-cirúrgico. Quando uma imobilização prolongada é provável após uma cirurgia eletiva63, particularmente cirurgia abdominal ou ortopédica nos membros inferiores, deve-se considerar uma interrupção temporária da terapia de reposição hormonal por quatro a seis semanas prévias, se possível. O tratamento não deve ser reiniciado até que a mulher possa completamente mobilizar-se.
Se ocorrer tromboembolismo53 venoso após o início da terapia, Systen® Conti deve ser descontinuado. As pacientes devem ser orientadas a contactar seu médico assim que notarem um sintoma64 tromboembólico potencial (por exemplo, dor na perna, dor torácica súbita, dispnéia65).
Doença da artéria66 coronária
Não existe evidência a partir de estudos controlados randomizados de benefício cardiovascular com estrogênios conjugados e acetato de medroxiprogesterona combinados continuos. Estudos clínicos amplos mostraram um risco aumentado potencial de morbidade67 no primeiro ano de uso e nenhum benefício posterior. Para outros produtos para terapia de reposição hormonal não existem estudos controlados randomizados até o momento para examinar benefícios na morbidade67 cardiovascular ou mortalidade68 em mulheres sem evidência de doença cardíaca isquêmica. Contudo, uma tendência relacionada a um aumento de risco de evento cardíaco tem sido observada em mulheres com doença cardíaca isquêmica confirmada por angiografia69, na pós-menopausa22, sob terapia transdérmica com estrogênio.
Câncer13 ovariano
O uso prolongado de estrogênio isolado (pelo menos 5 a 10 anos) em terapia de reposição hormonal em mulheres histerectomizadas tem sido associado a um aumento do risco de câncer13 ovariano em alguns estudos epidemiológicos. Não está claro se o uso prolongado de terapia de reposição hormonal combinada confere um risco diferente dos produtos com estrogênio isolado.
Acidente vascular cerebral70
Um grande estudo clínico randomizado71 “Women´s Health Initiative (WHI)” encontrou, como um resultado secundário, um aumento no risco de acidente vascular cerebral70 em mulheres saudáveis durante o tratamento combinado e contínuo com estrogênio conjugado e acetato de medroxiprogesterona. Não se sabe se o aumento do risco também estende-se aos outros produtos de terapia de reposição hormonal.
Demência72
Não há evidências conclusivas de melhora da função cognitiva73. Existem algumas evidências provenientes do estudo “Women´s Health Initiative” (WHI)” de provável risco aumentado de demência72 em mulheres que iniciaram o uso combinado e contínuo de estrógenos eqüinos conjugados e acetato de medroxiprogesterona, após os 65 anos. Não se sabe se esses achados são aplicáveis a mulheres mais jovens pós-menopausadas ou a outros medicamentos para terapia de reposição hormonal.
Outras condições
- Um monitoramento adequado é recomendado em pacientes com enxaqueca25 ou cefaléia74 grave, hipertensão75, insuficiência cardíaca76, lupus59 eritematoso60 sistêmico39, epilepsia24, diabetes mellitus77, história de icterícia78 colestática, distúrbios ou insuficiência hepática79 ou renal50, endometriose80, leiomioma81, mastopatia, história familiar de câncer13 de mama14.
- A administração isolada de estrogênios em pacientes com útero27 intacto tem sido associada a um aumento do risco de carcinoma82 endometrial e hiperplasia endometrial83 em algumas pacientes. Por esta razão, o estrogênio em combinação com o progestogênio - como em Systen® Conti - é recomendado em mulheres com útero27 intacto para redução desse risco.
Systen® Conti não deve ser usado como anticoncepcional.
Mantenha Systen® Conti fora do alcance das crianças e animais de estimação.

Gravidez6 e lactação7
Systen® Conti é contra-indicado durante a gravidez6 e a lactação7.

Efeitos sobre a habilidade de dirigir ou operar máquinas
Não existem dados conhecidos sobre os efeitos de Systen® Conti sobre a habilidade de dirigir ou operar máquinas.

Uso em idosos, crianças e outros grupos de pessoas

Não existem dados suficientes sobre o uso de Systen® Conti em pacientes com idade acima de 65 anos.

Interações Medicamentosas

Medicamentos dotados da propriedade de induzir a atividade das enzimas microssomais hepáticas84 podem alterar o metabolismo47 dos estrogênios e dos progestogênios. Exemplos destes fármacos são: barbitúricos, hidantoínas, carbamazepina, meprobamato, fenilbutazona,  rifampicina, rifabutina e certos inibidores não-nucleosídeos da transcriptase reversa (por exemplo, nevirapina e efavirenz).
Ritonavir e nelfinavir, embora conhecidos como potentes inibidores das isoenzimas do citocromo P450, por contraste apresentam propriedades indutoras quando utilizados concomitantemente com hormônios esteróides. O metabolismo47 do fármaco85 pode ser afetado por preparações à base de erva de São João (Hypericum perforatum) que induz certas isoenzimas do citocromo P450 no fígado17 (por exemplo, CYP 3A4), assim como a glicoproteína-P. A indução das isoenzimas do citocromo P450 pode reduzir as concentrações plasmáticas do componente estrogênico de Systen® Conti resultando possivelmente na redução dos efeitos terapêuticos. É possível que a indução destas mesmas isoenzimas possa também reduzir as concentrações do componente progestogênico do Systen® Conti na circulação44, o que pode resultar na diminuição do efeito de proteção contra hiperplasia endometrial83 estrogênio-induzida.
O estrógeno16 contido nos contraceptivos orais demonstrou diminuir significantemente a concentração plasmática da lamotrigina quando co-administrados, devido a indução da glicorunidação pela lamotrigina, o que pode reduzir o controle de convulsões. Apesar da potencial interação entre a terapia de reposição hormonal contendo estrógeno16 e a lamotrigina não ter sido estudada, é esperado que interação semelhante exista, o que pode ocasionar redução no controle de convulsões em mulheres que tomam os dois medicamentos juntos. Por essa razão, o ajuste da dose da lamotrigina pode ser necessário.

Reações Adversas
Em três estudos clínicos de um ano de duração, episódios de sangramento uterino foram relatados como evento adverso em 53 de 344 (16%) das mulheres – e foram os eventos adversos mais freqüentes. Do total, 46% das 344 mulheres acompanhadas por até 1 ano relataram pelo menos um outro evento adverso possivelmente relacionado ao estudo clínico. Cada um destes outros eventos adversos, principalmente leve e transitório foram relatados por < 10% das mulheres.
Eventos adversos comuns (incidência35 > 1/100; < 1/10) relatados nestes estudos clínicos foram: aumento de peso, redução de libido86, cefaléia74, enxaqueca25, parestesia87, hipertensão75, nausea88, prurido89, dor local e generalizada, dor mamária, dismenorréia90 (incluindo dor no baixo abdome91), leucorréia92, eritema93 no local de aplicação e edema94 com irritação.
Eventos adversos incomuns (incidência35 > 1/1000; < 1/100) relatados nestes estudos clínicos foram: câncer13 de mama14 (veja nota a seguir), fibromioma uterino, pólipo95 endometrial, agravamento da anemia96, depressão, labilidade emocional, comportamento anti-social, tensão, irritabilidade, insônia, veias61 varicosas, dispnéia65, dor no abdome91 superior, testes de função hepática38 elevados, “rash”, agravamento da psoríase97, hirsutismo98, sindrome99 da tensão pré-menstrual, retenção de fluido uterino, reação alérgica100.
Nota: o risco de câncer13 de mama14 aumenta com o número de anos de uso da terapia de reposição hormonal. De acordo com os dados de estudos epidemiológicos – 51 estudos epidemiológicos desenvolvidos durante a década de 70 até o início da década de 90 e relatados em uma reanálise, e a partir dos estudos mais recentes – A melhor estimativa do risco para mulheres que não estão fazendo terapia de reposição hormonal é cerca de 45 mulheres em 1000 em apresentar câncer13 de mama14 diagnosticado entre 50 e 70 anos de idade. Estima-se que entre as usuárias corrente ou recentes da terapia de reposição hormonal, o número total de casos adicionais dentro da mesma faixa de idade será entre 1 e 3 (melhor estimativa: 2) casos adicionais para 1000 mulheres que utilizaram terapia de reposição hormonal por 5 anos, entre 3 e 9 (melhor estimativa: 6) casos adicionais para 1000 mulheres que utilizaram terapia de reposição hormonal por 10 anos e entre 5 e 20 (melhor estimativa: 12) casos adicionais para 1000 mulheres que utilizaram terapia de reposição hormonal por 15 anos. O número de casos adicionais de câncer13 de mama14 é similar para mulheres que iniciaram a terapia de reposição hormonal independente da idade de início do uso da terapia de reposição hormonal (apenas entre 45 e 65 anos de idade).
Raramente (incidência35 < 1/1000): tromboembolismo53, dermatite101 de contato, pigmentação pós-inflamatória reversível e exantema102 foram relatados neste estudos clínicos. Tromboembolismo53 venoso, por exemplo, trombose venosa profunda54 de membro inferior ou pélvica103 e embolia55 pulmonar, é mais freqüente entre as usuárias de terapia de reposição hormonal do que entre as não usuárias (veja “advertências e precauções”).
Outros eventos adversos tem sido relatados em associação com a terapia de reposição de estrogênios / progestogênios por via oral:
- Neoplasia104 benigna e maligna estrogênio-dependente, câncer13 endometrial
- Infarto do miocárdio105, acidente vascular cerebral70
- Galactorréia106
- Agravamento da epilepsia24
- Doença da vesícula biliar107, adenoma108 hepático
- Distúrbios de pele e tecido subcutâneo109: cloasma110, eritema multiforme111, eritema nodoso112, púrpura113 vascular114, urticária115, angioedema116.
- Provável demência72
Se qualquer destes eventos ocorrer Systen® Conti deve ser descontinuado imediatamente.

Superdose

Os sintomas5 de superdose com estrogênios e progestogênios incluem náusea88, sangramento de escape, hipersensibilidade das mamas9, dores abdominais e/ou distensão abdominal. Tais sintomas5 desaparecem com a interrupção do tratamento.


Systen Conti - Laboratório

JANSSEN- CILAG FARMACÊUTICA LTDA.
Rod. Presidente Dutra, km 154
São José dos Campos/SP
Tel: 08007011851

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Complementos

1 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
2 Incisão: 1. Corte ou golpe com instrumento cortante; talho. 2. Em cirurgia, intervenção cirúrgica em um tecido efetuada com instrumento cortante (bisturi ou bisturi elétrico); incisura.
3 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
4 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
5 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
6 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
7 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
8 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
9 Mamas: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
10 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
11 Cólicas: Dor aguda, produzida pela dilatação ou contração de uma víscera oca (intestino, vesícula biliar, ureter, etc.). Pode ser de início súbito, com exacerbações e períodos de melhora parcial ou total, nos quais o paciente pode estar sentindo-se bem ou apresentar dor leve.
12 Cabeça:
13 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
14 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
15 Urogenital: Na anatomia geral, é a região relativa aos órgãos genitais e urinários; geniturinário.
16 Estrógeno: Grupo hormonal produzido principalmente pelos ovários e responsáveis por numerosas ações no organismo feminino (indução da primeira fase do ciclo menstrual, desenvolvimento dos ductos mamários, distribuição corporal do tecido adiposo em um padrão feminino, etc.).
17 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
18 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
19 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
20 Menstruação: Sangramento cíclico através da vagina, que é produzido após um ciclo ovulatório normal e que corresponde à perda da camada mais superficial do endométrio uterino.
21 Malformação: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
22 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
23 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
24 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
25 Enxaqueca: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
26 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
27 Útero: Orgão muscular oco (de paredes espessas), na pelve feminina. Constituído pelo fundo (corpo), local de IMPLANTAÇÃO DO EMBRIÃO e DESENVOLVIMENTO FETAL. Além do istmo (na extremidade perineal do fundo), encontra-se o COLO DO ÚTERO (pescoço), que se abre para a VAGINA. Além dos istmos (na extremidade abdominal superior do fundo), encontram-se as TUBAS UTERINAS.
28 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
29 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
30 Ovário: Órgão reprodutor (GÔNADAS) feminino. Nos vertebrados, o ovário contém duas partes funcionais Sinônimos: Ovários
31 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
32 Endométrio: Membrana mucosa que reveste a cavidade uterina (responsável hormonalmente) durante o CICLO MENSTRUAL e GRAVIDEZ. O endométrio sofre transformações cíclicas que caracterizam a MENSTRUAÇÃO. Após FERTILIZAÇÃO bem sucedida, serve para sustentar o desenvolvimento do embrião.
33 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
34 Atrofia: 1. Em biologia, é a falta de desenvolvimento de corpo, órgão, tecido ou membro. 2. Em patologia, é a diminuição de peso e volume de órgão, tecido ou membro por nutrição insuficiente das células ou imobilização. 3. No sentido figurado, é uma debilitação ou perda de alguma faculdade mental ou de um dos sentidos, por exemplo, da memória em idosos.
35 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
36 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
37 Mucosa Intestinal: Revestimento dos INTESTINOS, consistindo em um EPITÉLIO interior, uma LÂMINA PRÓPRIA média, e uma MUSCULARIS MUCOSAE exterior. No INTESTINO DELGADO, a mucosa é caracterizada por várias dobras e muitas células absortivas (ENTERÓCITOS) com MICROVILOSIDADES.
38 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
39 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
40 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
41 Globulina: Qualquer uma das várias proteínas globulares pouco hidrossolúveis de uma mesma família que inclui os anticorpos e as proteínas envolvidas no transporte de lipídios pelo plasma.
42 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
43 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
44 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
45 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
46 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
47 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
48 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
49 Neoplasias: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
50 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
51 Tromboflebite: Processo inflamatório de um segmento de uma veia, geralmente de localização superficial (veia superficial), juntamente com formação de coágulos na zona afetada. Pode surgir posteriormente a uma lesão pequena numa veia (como após uma injeção ou um soro intravenoso) e é particularmente frequente nos toxico-dependentes que se injetam. A tromboflebite pode desenvolver-se como complicação de varizes. Existe uma tumefação e vermelhidão (sinais do processo inflamatório) ao longo do segmento de veia atingido, que é extremamante doloroso à palpação. Ocorrem muitas vezes febre e mal-estar.
52 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
53 Tromboembolismo: Doença produzida pela impactação de um fragmento de um trombo. É produzida quando este se desprende de seu lugar de origem, e é levado pela corrente sangüínea até produzir a oclusão de uma artéria distante do local de origem do trombo. Esta oclusão pode ter diversas conseqüências, desde leves até fatais, dependendo do tamanho do vaso ocluído e do tipo de circulação do órgão onde se deu a oclusão.
54 Trombose Venosa Profunda: Caracteriza-se pela formação de coágulos no interior das veias profundas da perna. O que mais chama a atenção é o edema (inchaço) e a dor, normalmente restritos a uma só perna. O edema pode se localizar apenas na panturrilha e pé ou estar mais exuberante na coxa, indicando que o trombo se localiza nas veias profundas dessa região ou mais acima da virilha. Uma de suas principais conseqüências a curto prazo é a embolia pulmonar, que pode deixar seqüelas ou mesmo levar à morte. Fatores individuais de risco são: varizes de membros inferiores, idade maior que 40 anos, obesidade, trombose prévia, uso de anticoncepcionais, terapia de reposição hormonal, entre outras.
55 Embolia: Impactação de uma substância sólida (trombo, colesterol, vegetação, inóculo bacteriano), líquida ou gasosa (embolia gasosa) em uma região do circuito arterial com a conseqüente obstrução do fluxo e isquemia.
56 Estudo randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle - o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
57 Obesidade: Condição em que há acúmulo de gorduras no organismo além do normal, mais severo que o sobrepeso. O índice de massa corporal é igual ou maior que 30.
58 IMC: Medida usada para avaliar se uma pessoa está abaixo do peso, com peso normal, com sobrepeso ou obesa. É a medida mais usada na prática para saber se você é considerado obeso ou não. Também conhecido como IMC. É calculado dividindo-se o peso corporal em quilogramas pelo quadrado da altura em metros. Existe uma tabela da Organização Mundial de Saúde que classifica as medidas de acordo com o resultado encontrado.
59 Lúpus: 1. É uma inflamação crônica da pele, caracterizada por ulcerações ou manchas, conforme o tipo específico. 2. Doença autoimune rara, mais frequente nas mulheres, provocada por um desequilíbrio do sistema imunológico. Nesta patologia, a defesa imunológica do indivíduo se vira contra os tecidos do próprio organismo como pele, articulações, fígado, coração, pulmão, rins e cérebro. Essas múltiplas formas de manifestação clínica, às vezes, podem confundir e retardar o diagnóstico. Lúpus exige tratamento cuidadoso por médicos especializados no assunto.
60 Eritematoso: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
61 Veias: Vasos sangüíneos que levam o sangue ao coração.
62 Anticoagulante: Substância ou medicamento que evita a coagulação, especialmente do sangue.
63 Eletiva: 1. Relativo à eleição, escolha, preferência. 2. Em medicina, sujeito à opção por parte do médico ou do paciente. Por exemplo, uma cirurgia eletiva é indicada ao paciente, mas não é urgente. 3. Cujo preenchimento depende de eleição (diz-se de cargo). 4. Em bioquímica ou farmácia, aquilo que tende a se combinar com ou agir sobre determinada substância mais do que com ou sobre outra.
64 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
65 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
66 Artéria: Vaso sangüíneo de grande calibre que leva sangue oxigenado do coração a todas as partes do corpo.
67 Morbidade: Morbidade ou morbilidade é a taxa de portadores de determinada doença em relação à população total estudada, em determinado local e em determinado momento.
68 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
69 Angiografia: Método diagnóstico que, através do uso de uma substância de contraste, permite observar a morfologia dos vasos sangüíneos. O contraste é injetado dentro do vaso sangüíneo e o trajeto deste é acompanhado através de radiografias seriadas da área a ser estudada.
70 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
71 Randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle – o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
72 Demência: Deterioração irreversível e crônica das funções intelectuais de uma pessoa.
73 Cognitiva: 1. Relativa ao conhecimento, à cognição. 2. Relativa ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
74 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
75 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
76 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
77 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
78 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
79 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
80 Endometriose: Doença que acomete as mulheres em idade reprodutiva e consiste na presença de endométrio em locais fora do útero. Endométrio é a camada interna do útero que é renovada mensalmente pela menstruação. Os locais mais comuns da endometriose são: Fundo de Saco de Douglas (atrás do útero), septo reto-vaginal (tecido entre a vagina e o reto ), trompas, ovários, superfície do reto, ligamentos do útero, bexiga e parede da pélvis.
81 Leiomioma: Tumor benigno do músculo liso que pode localizar-se em qualquer órgão que seja formado pelo dito tecido.
82 Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
83 Hiperplasia endometrial: Caracterizada por alterações biomorfológicas do endométrio (estroma e glândulas), que variam desde um estado fisiológico exacerbado até o carcinoma “in situ”. É o resultado de uma estimulação estrogênica persistente na ausência ou insuficiência de estímulo progestínico.O fator prognóstico mais importante nas pacientes afetadas é a atipia celular: cerca de 20% das pacientes com hiperplasia atípica evoluem para câncer invasivo.
84 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
85 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
86 Libido: Desejo. Procura instintiva do prazer sexual.
87 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
88 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
89 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
90 Dismenorréia: Dor associada à menstruação. Em uma porcentagem importante de mulheres é um sintoma normal. Em alguns casos está associada a doenças ginecológicas (endometriose, etc.).
91 Abdome: Região do corpo que se localiza entre o TÓRAX e a PELVE.
92 Leucorréia: Corrimento branco eliminado pela vagina ou uretra. Pode ser manifestação de uma doença ginecológica ou das vias urinárias.
93 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
94 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
95 Pólipo: 1. Em patologia, é o crescimento de tecido pediculado que se desenvolve em uma membrana mucosa (por exemplo, no nariz, bexiga, reto, etc.) em resultado da hipertrofia desta membrana ou como um tumor verdadeiro. 2. Em celenterologia, forma individual, séssil, típica dos cnidários, que se caracteriza pelo corpo formado por um tubo ou cilindro, cuja extremidade oral, dotada de boca e tentáculos, é dirigida para cima, e a extremidade oposta, ou aboral, é fixa.
96 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
97 Psoríase: Doença imunológica caracterizada por lesões avermelhadas com descamação aumentada da pele dos cotovelos, joelhos, couro cabeludo e costas juntamente com alterações das unhas (unhas em dedal). Evolui através do tempo com melhoras e pioras, podendo afetar também diferentes articulações.
98 Hirsutismo: Presença de pêlos terminais (mais grossos e escuros) na mulher, em áreas anatômicas características de distribuição masculina, como acima dos lábios, no mento, em torno dos mamilos e ao longo da linha alba no abdome inferior. Pode manifestar-se como queixa isolada ou como parte de um quadro clínico mais amplo, acompanhado de outros sinais de hiperandrogenismo (acne, seborréia, alopécia), virilização (hipertrofia do clitóris, aumento da massa muscular, modificação do tom de voz), distúrbios menstruais e/ou infertilidade.
99 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
100 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
101 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
102 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
103 Pélvica: Relativo a ou próprio de pelve. A pelve é a cavidade no extremo inferior do tronco, formada pelos dois ossos do quadril (ilíacos), sacro e cóccix; bacia. Ou também é qualquer cavidade em forma de bacia ou taça (por exemplo, a pelve renal).
104 Neoplasia: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
105 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
106 Galactorréia: Secreção mamária anormal de leite fora do período de amamentação. Pode ser produzida por distúrbios hormonais ou pela ação de medicamentos.
107 Vesícula Biliar: Reservatório para armazenar secreção da BILE. Através do DUCTO CÍSTICO, a vesícula libera para o DUODENO ácidos biliares em alta concentração (e de maneira controlada), que degradam os lipídeos da dieta.
108 Adenoma: Tumor do epitélio glandular de características benignas.
109 Pele e Tecido Subcutâneo: Revestimento externo do corpo composto por PELE, seus acessórios (CABELO, UNHAS, GLÂNDULAS SEBÁCEAS e GLÂNDULAS SUDORÍPARAS) e seus ductos.
110 Cloasma: Manchas escuras na face. O seu surgimento está relacionado à gravidez. Além dos fatores hormonais e da exposição solar, a tendência genética e características raciais também influenciam o seu surgimento. O cloasma gravídico pode desaparecer espontaneamente após a gravidez, não exigindo, às vezes, nenhum tipo de tratamento.
111 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
112 Eritema nodoso: Erupção eritematosa comumente associada a reações a medicamentos ou infecções e caracterizada por nódulos inflamatórios que são geralmente dolorosos, múltiplos e bilaterais. Esses nódulos são localizados predominantemente nas pernas, podendo também estar nas coxas e antebraços. Eles sofrem alterações de coloração características terminando em áreas tipo equimose temporárias. Regride em 3 a 6 semanas, em média, sem cicatriz ou atrofia.
113 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
114 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
115 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
116 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).

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