Preço de NASONEX em Woodbridge/SP: R$ 57,12

NASONEX

Schering Plough

Atualizado em 09/12/2014

NASONEX

Furoato de mometasona

Forma Farmacêutica e Apresentação de Nasonex

Cartucho com 1 frasco com 18 g contendo 120 atomizações.Cartucho com 1 frasco com 9 g contendo 60 atomizações.

USO ADULTO E PEDIÁTRICO (ACIMA DE 3 ANOS)

O spray nasal aquoso NASONEX é composto por um dispositivo spray com bomba manual, dosimetrado, que contém uma suspensão de furoato de mometasona.
Cada aplicação do spray nasal aquoso NASONEX libera aproximadamente 50 µg de furoato de mometasona.

Componentes inativos: avicel, glicerol, ácido cítrico, citrato de sódio, polissorbato, cloreto de benzalcônio, álcool feniletílico e água purificada.

Informação ao Paciente de Nasonex

NASONEX é indicado para uso em adultos e crianças a partir de 3 anos de idade, no tratamento e na profilaxia dos sintomas1 da rinite2 alérgica, entre eles congestão nasal, coriza3, coceira e espirros.
O produto deve ser conservado em temperatura entre 2°C e 25°C. Não congelar.
O prazo de validade de NASONEX é de 24 meses e encontra-se gravado na embalagem externa. Em caso de vencimento, inutilize o produto.
Informe seu médico a ocorrência de gravidez4 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
NASONEX deve ser preparado antes de ser utilizado pela primeira vez. Para prepará-lo, pressione, bombeando 6 ou 7 vezes, até que se obtenha um spray uniforme. Se a bomba de spray não for usada durante 14 dias ou mais, deverá ser refeita a preparação antes do uso seguinte.
Agite bem o recipiente antes de cada uso.
Não divida o medicamento com outra pessoa, nem use esse medicamento para outras doenças.
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento é bem tolerado pela maioria dos pacientes, porém informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, como dor de cabeça5, sangramento nasal, ardor6 ou irritação nasal e dor de garganta7. Raramente, podem ocorrer reações alérgicas a este produto. Muito raramente, as reações são graves. Em caso de dificuldades na respiração, procure o seu médico.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

NASONEX é contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade ao furoato de mometasona ou a qualquer um dos seus componentes.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento, com NASONEX.
Antes de iniciar o tratamento com NASONEX, informe ao seu médico se você fez cirurgia nasal recente; se apresenta feridas no nariz8; se apresenta algum tipo de infecção9; se já esteve ou está com tuberculose10; ou se apresenta infecção9 nos olhos11 por herpes simples (vírus12).
NÃO TOME REMÉDIOS SEM O CONHECIMENTO D0 SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE13.

Informação Técnica de Nasonex

O furoato de mometasona é um glicocorticóide tópico14 com propriedades antiinflamatórias locais. As doses recomendadas, na maioria dos casos, não são ativas sistemicamente.

Indicações de Nasonex

O spray nasal aquoso NASONEX é indicado no tratamento dos sintomas1 da rinite2 alérgica em adultos, adolescentes e crianças a partir de 3 anos de idade.
Em pacientes com histórico de sintomas1 de rinite2 alérgica sazonal de intensidade moderada a grave, recomenda-se o tratamento profilático com o spray nasal aquoso NASONEX durante duas a quatro semanas antes do início previsto da estação do pólen.
O spray nasal aquoso NASONEX é indicado em adultos e adolescentes com 12 anos de idade ou mais como tratamento complementar aos antibióticos nos episódios agudos de sinusite15.

Contra-Indicações de Nasonex

Hipersensibilidade ao furoato de mometasona ou a qualquer dos ingredientes do spray nasal aquoso NASONEX.

Precauções e Advertências de Nasonex

O spray nasal aquoso NASONEX não deve ser usado em presença de infecção9 local da mucosa16 nasal que não esteja sendo tratada.
Em decorrência do efeito inibidor dos corticosteróides sobre a cicatrização de ferimentos, os pacientes submetidos à cirurgia ou que apresentaram traumatismo17 nasal recente não devem usar corticosteróide nasal até que tenha ocorrido a cicatrização.
Depois de 12 meses de tratamento com o spray nasal aquoso NASONEX, não houve evidência de atrofia18 da mucosa16 nasal; além disso, o furoato de mometasona tendeu a reverter a mucosa16 nasal até um padrão histológico19 normal. Como em qualquer outro tratamento a longo prazo, os pacientes que usam o spray nasal aquoso NASONEX durante vários meses ou durante períodos mais prolongados devem ser examinados periodicamente para avaliação de possíveis alterações na mucosa16 nasal. No caso de se desenvolver uma infecção9 micótica localizada no nariz8 ou na faringe20, é possível que seja necessário suspender a administração do spray nasal aquoso NASONEX e/ou instituir tratamento apropriado. A persistência de irritação nasofaríngea pode ser uma indicação da suspensão do tratamento com o spray nasal aquoso NASONEX.
O spray nasal aquoso NASONEX deve ser usado com cautela em alguns casos ou, então, não ser usado por pacientes com infecção9 tuberculosa ativa ou latente das vias respiratórias; com infecções21 micóticas, bacterianas ou viróticas sistêmicas não-tratadas, ou com herpes simples ocular.
Não existe evidência de supressão do eixo hipotálamo22-hipófise23-adrenal (HHA) depois do tratamento prolongado com o spray nasal aquoso NASONEX. Os pacientes que fazem uso de corticosteróides de ação sistêmica a longo prazo que se encontram em fase de transferência para o spray nasal aquoso NASONEX precisam ser acompanhados cuidadosamente. A suspensão do corticosteróide sistêmico24 em tais pacientes pode dar lugar à insuficiência25 supra-renal26 durante vários meses até que se recupere a função do eixo
HHA. Se estes pacientes mostrarem sinais27 e/ou sintomas1 de insuficiência25 adrenal, a administração do corticosteróide sistêmico24 deverá ser retomada e deverão ser instituídas outras modalidades terapêuticas e medidas apropriadas.
Em um estudo clínico controlado por placebo28 em pacientes pediátricos, em que 100 µg (1 atomização de 50 µg em cada narina) de NASONEX foram administrados diariamente por um ano, não se observou redução da velocidade de crescimento do paciente.
Durante a mudança dos corticosteróides sistêmicos29 para o spray nasal aquoso NASONEX, alguns pacientes podem apresentar, inicialmente, sintomas1 relacionados com a retirada dos corticosteróides de ação sistêmica (p. ex., dor articular e/ou muscular, astenia30 e depressão), apesar do alívio dos sintomas1 nasais, sendo necessária orientação para que se mantenha o tratamento com o spray nasal aquoso NASONEX. Tal mudança pode revelar também afecções31 alérgicas anteriores, como, p. ex., conjuntivite32 alérgica e eczema33, previamente suprimidas pela administração do corticosteróide sistêmico24.
Os pacientes que recebem corticosteróides e que estão potencialmente imunossuprimidos devem ser orientados sobre o risco de exposição a certas infecções21 (p. ex., varicela34, sarampo35) e para a importância de consultarem um médico em caso de ocorrência desse tipo de infecção9.
Em ocasiões muito raras, foram relatados casos de perfuração do septo nasal36 ou aumento da pressão intra-ocular depois do uso de corticosteróide aerosol intranasal.
Carcinogênese, mutagênese e prejuízo da fertilidade
Em ratos Sprague Dawley, o furoato de mometasona não demonstrou aumento estatisticamente significativo da incidência37 de tumores na inalação de uma dose de 67 µg/kg (aproximadamente 3 vezes a dose intranasal diária máxima recomendada em adultos). Em ratos Swiss CD-1, o furoato de mometasona não demonstrou aumento estatisticamente significativo da incidência37 de tumores na inalação de uma dose de 160 µg/kg (aproximadamente 4 vezes a dose intranasal em adultos).
Nas doses citotóxicas, o furoato de mometasona produziu aumento das aberrações cromossômicas in vitro em culturas de células38 ovarianas na fase não-ativa de hamster chinês, mas sem a presença da fração S9 do fígado39 do rato. O furoato de mometasona foi não-mutagênico no doseamento de linfoma40 de camundongo e de Salmonella/E.coli, no doseamento de mutações nos microssomos da mama41, no doseamento de aberrações cromossômicas das células38 do pulmão42 de hamster chinês, no doseamento in vivo de
eritrocitomicronúcleos da medula óssea43 de camundongos, no doseamento da clastogenicidade da medula óssea43 de ratos e no doseamento da clastogenicidade das células germinativas44 de camundongos machos. O furoato de mometasona também não induziu síntese desordenada de DNA in vivo no hepatócito de ratos.
Em estudos de toxicidade45 na reprodução46 de ratos, o furoato de mometasona, administrado subcutaneamente, causou prolongamento da gestação, parto difícil e longo, redução da sobrevivência47 da prole e redução do ganho de peso materno após tratamento de 15 µg/kg (aproximadamente 3/4 da dose intranasal diária recomendada máxima). Não houve prejuízo da fertilidade em ratos produzido por doses subcutâneas de até 15 µg/kg.

Uso pediátrico
A segurança e a eficácia em crianças menores de 3 anos não foram estabelecidas.

Modo de Usar de Nasonex

A administração adequada do produto é essencial para que se alcance sua máxima eficácia. Para melhor adesão ao tratamento, as diretrizes sobre posologia e administração do produto devem ser reforçadas pelo médico no início do tratamento. A seguir as instruções de uso. Agite bem o frasco do produto antes de utilizá-lo. Leia atentamente as instruções de uso e utilize apenas conforme indicado.

1. Assoe vagarosamente o nariz8 para desobstruir as narinas antes da aplicação.
Agite bem o frasco antes de cada aplicação.

2. Remova a tampa protetora.

3. Quando utilizar o medicamento pela primeira vez, inicie a função do dispositivo spray pressionandoo
para baixo na altura do anel branco, usando os dedos indicador e médio. Fixe a base do frasco com o polegar. Pressione para baixo até que o jato saia uniforme (normalmente até 6 vezes). A bomba fica, assim, pronta para ser utilizada. Se o aplicador do tipo spray ficar sem ser utilizado por mais de 14 dias, deverá ser repetido o procedimento inicial antes do uso.

4. Feche uma das narinas, incline a cabeça5 ligeiramente para frente e, mantendo o frasco ereto48, insira o aplicador nasal na outra narina. Realize a aplicação em cada narina, conforme prescrito. Em cada aplicação, pressione o anel branco para baixo, com firmeza, utilizando os dedos indicador e médio, e firme a base do frasco com o polegar. Aspire suavemente o medicamento para dentro através da narina. Repita a operação na outra narina. Recoloque a tampa protetora.

LIMPEZA: Para limpar o aplicador nasal, remova a tampa plástica e pressione o anel branco delicadamente para cima, liberando o aplicador nasal. Lave o aplicador e a tampa protetora em água comum de torneira. Seque e recoloque o aplicador e a tampa plástica.


NASONEX - Laboratório

Schering Plough
Rua Alexandre Dumas, 2220 - 7°
São Paulo/SP - CEP: 04717004
Tel: (11 5)181-7505
Fax: (11 5)181-2769

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Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
2 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
3 Coriza: Inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo.
4 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
5 Cabeça:
6 Ardor: 1. Calor forte, intenso. 2. Mesmo que ardência. 3. Qualidade daquilo que fulge, que brilha. 4. Amor intenso, desejo concupiscente, paixão.
7 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
8 Nariz: Estrutura especializada que funciona como um órgão do sentido do olfato e que também pertence ao sistema respiratório; o termo inclui tanto o nariz externo como a cavidade nasal.
9 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
10 Tuberculose: Doença infecciosa crônica produzida pelo bacilo de Koch (Mycobacterium tuberculosis). Produz doença pulmonar, podendo disseminar-se para qualquer outro órgão. Os sintomas de tuberculose pulmonar consistem em febre, tosse, expectoração, hemoptise, acompanhada de perda de peso e queda do estado geral. Em países em desenvolvimento (como o Brasil) aconselha-se a vacinação com uma cepa atenuada desta bactéria (vacina BCG).
11 Olhos:
12 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
13 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
14 Tópico: Referente a uma área delimitada. De ação limitada à mesma. Diz-se dos medicamentos de uso local, como pomadas, loções, pós, soluções, etc.
15 Sinusite: Infecção aguda ou crônica dos seios paranasais. Podem complicar o curso normal de um resfriado comum, acompanhando-se de febre e dor retro-ocular.
16 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
17 Traumatismo: Lesão produzida pela ação de um agente vulnerante físico, químico ou biológico e etc. sobre uma ou várias partes do organismo.
18 Atrofia: 1. Em biologia, é a falta de desenvolvimento de corpo, órgão, tecido ou membro. 2. Em patologia, é a diminuição de peso e volume de órgão, tecido ou membro por nutrição insuficiente das células ou imobilização. 3. No sentido figurado, é uma debilitação ou perda de alguma faculdade mental ou de um dos sentidos, por exemplo, da memória em idosos.
19 Histológico: Relativo à histologia, ou seja, relativo à disciplina biomédica que estuda a estrutura microscópica, composição e função dos tecidos vivos.
20 Faringe: Canal músculo-membranoso comum aos sistemas digestivo e respiratório. Comunica-se com a boca e com as fossas nasais. É dividida em três partes: faringe superior (nasofaringe ou rinofaringe), faringe bucal (orofaringe) e faringe inferior (hipofaringe, laringofaringe ou faringe esofagiana), sendo um órgão indispensável para a circulação do ar e dos alimentos.
21 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
22 Hipotálamo: Parte ventral do diencéfalo extendendo-se da região do quiasma óptico à borda caudal dos corpos mamilares, formando as paredes lateral e inferior do terceiro ventrículo.
23 Hipófise:
24 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
25 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
26 Supra-renal:
27 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
28 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
29 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
30 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
31 Afecções: Quaisquer alterações patológicas do corpo. Em psicologia, estado de morbidez, de anormalidade psíquica.
32 Conjuntivite: Inflamação da conjuntiva ocular. Pode ser produzida por alergias, infecções virais, bacterianas, etc. Produz vermelhidão ocular, aumento da secreção e ardor.
33 Eczema: Afecção alérgica da pele, ela pode ser aguda ou crônica, caracterizada por uma reação inflamatória com formação de vesículas, desenvolvimento de escamas e prurido.
34 Varicela: Doença viral freqüente na infância e caracterizada pela presença de febre e comprometimento do estado geral juntamente com a aparição característica de lesões que têm vários estágios. Primeiro são pequenas manchas avermelhadas, a seguir formam-se pequenas bolhas que finalmente rompem-se deixando uma crosta. É contagiosa, mas normalmente não traz maiores conseqüências à criança. As bolhas e suas crostas, se não sofrerem infecção secundária, não deixam cicatriz.
35 Sarampo: Doença infecciosa imunoprevenível, altamente transmissível por via respiratória, causada pelo vírus do sarampo e de imunidade permanente. Geralmente ocorre na infância, mas pode afetar adultos susceptíveis (não imunes). As manifestações clínicas são febre alta, tosse seca persistente, coriza, conjuntivite, aumento dos linfonodos do pescoço e manchas avermelhadas na pele. Em cerca de 30% das pessoas com sarampo podem ocorrer complicações como diarréia, otite, pneumonia e encefalite.
36 Septo Nasal: A divisão que separa as duas cavidades nasais no plano medial, composta de cartilagens, membranas e partes ósseas.
37 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
38 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
39 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
40 Linfoma: Doença maligna que se caracteriza pela proliferação descontrolada de linfócitos ou seus precursores. A pessoa com linfoma pode apresentar um aumento de tamanho dos gânglios linfáticos, do baço, do fígado e desenvolver febre, perda de peso e debilidade geral.
41 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
42 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
43 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
44 Células Germinativas: São as células responsáveis pela reprodução sexuada e contêm metade do número total de cromossomos de uma espécie. Os espermatozoides (homem) e os ovócitos (mulher) são células germinativas.
45 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
46 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
47 Sobrevivência: 1. Ato ou efeito de sobreviver, de continuar a viver ou a existir. 2. Característica, condição ou virtude daquele ou daquilo que subsiste a um outro. Condição ou qualidade de quem ainda vive após a morte de outra pessoa. 3. Sequência ininterrupta de algo; o que subsiste de (alguma coisa remota no tempo); continuidade, persistência, duração.
48 Ereto: 1. Que se mantém erguido, levantado; erecto. 2. Que se encontra em equilíbrio ou aprumado. 3. Que endureceu, que se tornou túrgido.
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