Preço de Ansentron em Houston/SP: R$ 82,93

Ansentron

BIOSINTETICA

Atualizado em 03/06/2015

Ansentron

Cloridrato de ondansetrona

4mg/2mL e 8mg/4mL
Solução Injetável

USO INTRAVENOSO E INTRAMUSCULAR

USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Forma Farmacêutica e Apresentação de Ansentron

Injetável 4 mg e 8 mg - Embalagem com 1 ampola.

Composição de Ansentron

Cada ampola de ANSENTRON (cloridrato de ondansetrona) 4 mg contém:

cloridrato de ondansetrona diidratado .................... 5 mg
(correspondendo a 4 mg de ondansetrona base)
veículo* q.s.p. .................... 2 mL

Cada ampola de ANSENTRON (cloridrato de ondansetrona) 8 mg contém:
cloridrato de ondansetrona diidratado .................... 10 mg
(correspondendo a 8 mg de ondansetrona base)
veículo* q.s.p. .................... 4 mL

* cloreto de sódio, ácido cítrico, citrato de sódio, água bidestilada.

Informações ao Paciente de Ansentron

Ação esperada do medicamento: Este medicamento destina-se ao tratamento de náuseas1 e vômitos2 provocados por terapêutica3 anti-câncer4.Cuidados de armazenamento: ANSENTRON (cloridrato de ondansetrona) deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15oC e 30oC), protegido da luz.
Prazo de validade: Desde que respeitados os cuidados de armazenamento, o medicamento apresenta uma validade de 24 meses a contar da data de fabricação. Não devem ser utilizados medicamentos fora do prazo de validade, pois podem trazer prejuízos à saúde5.
Gravidez6 e lactação7: ANSENTRON (cloridrato de ondansetrona) não deve ser administrado durante a gravidez6 e amamentação8. Informe seu médico a ocorrência de gravidez6 na vigência do tratamento ou após o seu término.
Informar ao médico se está amamentando.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Cuidados de administração: Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Reações adversas: Podem ocorrer reações como dor de cabeça9 e intestino preso. Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Contra-indicações e Precauções: Este medicamento está contra-indicado para pacientes10 com hipersensibilidade conhecida a ondansetrona ou aos demais componentes da fórmula. Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE5.

Informações Técnicas de Ansentron

Características
Os fenômenos eméticos são uma reação adversa proeminente dos agentes quimioterápicos. Recentes investigações colocaram em evidência a importância dos receptores da serotonina, especificamente do receptor 5HT3 no desenvolvimento dos fenômenos eméticos.
O cloridrato de ondansetrona tem a capacidade de antagonizar seletivamente os receptores 5HT3, inibindo os fenômenos eméticos tanto de origem central como periférica.
A radioterapia11, bem como os agentes quimioterápicos, podem causar liberação de 5HT no intestino delgado12,
causando ativação dos aferentes vagais nos receptores 5HT3, o que ocasiona um reflexo de vômito13. Pela ativação dos aferentes vagais pode ocorrer uma liberação de 5HT na área do postrema, localizada no assoalho do quarto ventrículo, o que pode provocar emese14 por um mecanismo central. O efeito de ANSENTRON (cloridrato de ondansetrona) no controle de fenômenos eméticos, induzidos por radioterapia11 e/ou por agentes quimioterápicos, se faz pelo antagonismo dos receptores 5HT nos neurônios15 do sistema nervoso central16 e/ou sistema nervoso periférico17, não causando, entretanto, prejuízo na performance nem
sedação18. O cloridrato de ondansetrona não demonstrou alterar as concentrações de prolactina19 plasmática.

Propriedades farmacocinéticas
A disponibilidade da ondansetrona é similar à meia-vida de eliminação terminal, de aproximadamente 3 horas, e um volume de distribuição de cerca de 140 L no estado de equilíbrio. A ligação às proteínas20 plasmáticas é de cerca de 70 a 76%. A ondansetrona é depurada na circulação21 sistêmica predominantemente por metabolismo22 hepático, através de diversos caminhos enzimáticos. Menos de 5%
da dose absorvida é excretada inalterada na urina23. A ausência da enzima24 CYP2D6 (polimorfismo da debrisoquina) não interfere na farmacocinética da ondansetrona. As propriedades farmacocinéticas permanecem inalteradas em doses repetidas. Estudos em voluntários idosos saudáveis revelaram um leve, mas clinicamente significativo, aumento na meia-vida da ondansetrona, relacionado à idade. Em um estudo realizado com 21 pacientes pediátricos, de idade entre 3 e 12 anos, submetidos a cirurgia eletiva25 com anestesia26 geral, verificou-se a redução nos valores absolutos para o clearance e o volume de distribuição
da ondansetrona após uma dose única intravenosa de 2 mg (3-7 anos) ou 4 mg (8-12 anos). A magnitude da
alteração foi idade-dependente, com o clearance reduzido de cerca de 300 mL/min, aos 12 anos de idade, para 100 mL/min, aos 3 anos de idade. O volume de distribuição reduziu de cerca de 75 L, aos 12 anos de idade, para 17 L aos 3 anos. O uso de doses balanceadas de acordo com o peso corpóreo (0,1 mg/kg até um máximo de 4 mg) foi compensatório para essas alterações e é eficaz para normalizar a exposição sistêmica em pacientes pediátricos. Em pacientes com disfunção renal27 moderada (clearance de creatinina28 de 15-60 mL/min), tanto o clearance sistêmico29 quanto o volume de distribuição foram reduzidos, resultando
em um leve, mas clinicamente insignificante, aumento na meia-vida de eliminação (5,4 h). Pacientes com disfunção renal27 severa, necessitando de hemodiálise30 regular (estudados entre as diálises), demonstraram um perfil farmacocinético para a ondansetrona essencialmente inalterado.
Nos pacientes com disfunção hepática31 severa, o clearance sistêmico29 da ondansetrona foi acentuadamente
reduzido com meia-vida de eliminação prolongada (15-32h).

Indicações de Ansentron

Antiemético32 para uso conjunto durante tratamento antineoplásico.É indicado para prevenção e tratamento dos fenômenos eméticos do pós-operatório.

Contra-Indicações de Ansentron

Hipersensibilidade conhecida ao princípio ativo ou aos demais componentes da fórmula.
Tem-se relatado reações de hipersensibilidade em pacientes que exibiram este tipo de reação a outros agonistas seletivos de receptores 5HT3.

Precauções e Advertências de Ansentron

Tendo em vista que a ondansetrona aumenta o tempo de trânsito do intestino grosso33, pacientes com sinais34 de obstrução intestinal sub-aguda devem ser monitorados após administração.O medicamento só deve ser administrado conjuntamente com soluções para infusão recomendadas (infusão intravenosa de cloreto de sódio 0,9% p/v; de glicose35 5% p/v; de manitol 10% p/v; de Ringer; de cloreto de potássio 0,3% p/v e cloreto de sódio 0,9% p/v; de cloreto de potássio 0,3% p/v e glicose35 5% p/v). Não deve ser misturado, na mesma seringa36, com outro tipo de medicação. As soluções intravenosas devem ser preparadas no momento da infusão. No entanto, demonstrou-se que o ANSENTRON (cloridrato de ondansetrona) é estável durante sete dias à temperatura abaixo de 25oC, em refrigerador, com os fluidos de infusão intravenosa recomendados.
Observou-se uma adequada estabilidade em:
bolsas de infusão e equipo de administração à base de cloreto de polivinila; bolsas de infusão de polietileno e com recipientes de vidro do tipo I.
As diluições de ondansetrona em cloreto de sódio 0,9% p/v ou em glicose35 5% p/v demonstraram ser estáveis em seringas de polipropileno.
Nota: As preparações devem ser efetuadas sob apropriadas condições assépticas. Pode ocorrer sensibilidade cruzada com outros antagonistas de 5HT.

Compatibilidade com Outros Medicamentos de Ansentron

Pode-se administrar ANSENTRON (cloridrato de ondansetrona) através de infusão intravenosa
com 1 mg/hora, por exemplo, através de um frasco de infusão ou bomba de infusão. Podem-se administrar
os seguintes medicamentos junto com ANSENTRON (cloridrato de ondansetrona) nas concentrações de 16 a 160 mcg/mL (por exemplo: 8 mg/500 mL e 8 mg/50 mL, respectivamente), através do equipo em Y:
Cisplatina: concentrações de 0,48 mg/mL (p.e.: 240 mg/500 mL) administradas durante 1 a 8 horas.
5-fluoruracila: concentrações até 0,8 mg/mL (p.e.: 2,4 g/3 L ou 400 mg/500 mL), administradas
a uma velocidade de, pelo menos, 20 mL/h (500 mL/25 horas). Altas concentrações deste medicamento
podem causar precipitação da ondansetrona.
A infusão de 5-fluoracil pode conter até 0,045% p/v de cloreto de magnésio em adição a outros excipientes que se mostraram compatíveis.
Carboplatina: concentrações na faixa de 0,18 mg/mL a 9,9 mg/mL (p.e.: 90 mg/500 mL a 990 mg/100 mL) administradas durante 10 minutos a 1 hora.
Etoposida: concentrações na faixa de 0,144 mg/mL a 0,25 mg/mL (p.e.: 72 mg/500 mL a 250 mg/1000 mL) administradas durante 30 a 60 minutos.
Ceftazidima: doses na faixa de 250 mg a 2000 mg, reconstituídas com água para injeções (p.e.:
2,5 mL para 250 mg e 10 mL para 2 g de ceftazidima), administração intravenosa em bolus37
durante 5 minutos.
Ciclofosfamida: doses na faixa de 100 mg a 1 g, reconstituídas em água para injeções (5 mL por
100 mg), injeção38 intravenosa em bolus37 durante 5 minutos.
Doxorrubicina: doses na faixa de 10 a 100 mg, reconstituídas em água para injeções e administradas
como injeção38 intravenosa em bolus37 durante aproximadamente 5 minutos.
Dexametasona: dose de 20 mg de fosfato sódico de dexametasona, como injeção38 intravenosa lenta,
durante 2-5 minutos, através de equipo em Y de uma infusão liberando 8 ou 32 mg de ondansetrona,
diluído em 50-100 mL de um líquido de infusão compatível, durante 15 minutos.

Gravidez6 e Lactação7 de Ansentron

Embora não se tenha observado efeitos teratogênicos39 em estudos com animais, somente serecomenda a administração de ANSENTRON (cloridrato de ondansetrona) durante a gravidez6
se o benefício esperado justificar o risco potencial ao feto40. Não é recomendado o uso deste medicamento
em mulheres durante o período de amamentação8, pois em estudos animais, foi observada
excreção no leite.
Categoria B de risco na gravidez6: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres
grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Interações Medicamentosas de Ansentron

ANSENTRON (cloridrato de ondansetrona) é metabolizado pelas enzimas hepáticas41 do citocromo
P450. Fármacos indutores ou inibidores destas enzimas podem mudar o clearance e a meia vida
da ondansetrona, entretanto, não é recomendado o ajuste de doses. Estudos específicos demonstraram
que a ondansetrona não interage com álcool, temazepam, frusemida e propofol.

Reações Adversas e Alterações de Exames Laboratoriais de Ansentron

Nas doses indicadas, o medicamento não apresenta efeitos adversos. Ocasionalmente, podemocorrer cefaléia42 e obstipação43. Este último efeito é quase sempre benéfico, pois contrabalança a
diarréia44 induzida pelos fármacos citotóxicos45. Podem, também, ocorrer sensação de calor ou rubor
facial e no epigástrico e aumento assintomático das aminotransferases e bilirrubinas46. Embora de
incidência47 rara, podem ocorrer: taquicardia48, angiana, dor torácica, arritmias49 e broncoespasmo50.
A administração em pacientes submetidos a cirurgia abdominal ou que receberam quimioterapia51
indutora de náuseas1 e vômitos2, pode mascarar distensão gástrica. Há relatos de hipersensibilidade
imediata à ondansetrona.

Posologia de Ansentron

ADULTOS: O potencial emetogênico é dependente das doses e das combinações dos regimes de radioterapia11 e quimioterapia51 usados. A via de administração bem como a dose de ANSENTRON (cloridrato de ondansetrona) devem ser flexíveis, dentro da faixa de 8 - 32 mg/dia.
Quimioterapia51 e radioterapia11 emetogênica: Deve-se administrar ANSENTRON (cloridrato de ondansetrona)
8 mg como uma injeção38 intravenosa lenta, imediatamente antes do tratamento.
Quimioterapia51 altamente emetogênica: Este medicamento demonstrou ser efetivo nos seguintes esquemas
de doses nas primeiras 24 horas da quimioterapia51: - uma dose de 8 mg como uma injeção38 intravenosa lenta ou intramuscular, imediatamente antes da quimioterapia51.
Alternativamente, uma dose de 8 mg pode ser administrada através de injeção38 intravenosa lenta ou intramuscular, imediatamente antes da quimioterapia51, seguida de outras duas doses de 8 mg adicionais, 2 e 4 horas após, ou 8 mg como injeção38 intravenosa seguida por infusão contínua de 1 mg/hora por até 24 horas; - dose maiores que 8 mg e até 32 mg, somente podem ser administradas por infusão intravenosa diluída em 50 -100 mL de solução salina de fluido de infusão compatível (ver fluidos compatíveis
no item PRECAUÇÕES). A seleção dos esquemas de doses deve ser determinada pela severidade emetogênica.
A eficácia do tratamento com este medicamento pode ser aumentada pela adição de uma dose única de
20 mg de fosfato sódico de dexametasona, intravenosa, antes da quimioterapia51.

CRIANÇAS: A experiência ainda é limitada, mas ondansetrona parece ser efetiva e bem tolerada em crianças com mais de 4 anos, em administração intravenosa de 5 mg/m2 durante 15 minutos, imediatamente antes da quimioterapia51.

PACIENTES IDOSOS: A eficácia e tolerância nos pacientes com idade superior a 65 anos foram similares
àquelas observadas em adultos jovens.

Náusea52 e vômito13 do pós-operatório:
ADULTOS: Na prevenção da náusea52 e vômito13 do pós-operatório, ANSENTRON (cloridrato de ondansetrona)
pode ser administrado em dose única de 4 mg, através de injeção38 intravenosa lenta ou intramuscular, imediatamente antes da indução anestésica. No tratamento de náusea52 e vômito13 do pós-operatório já estabelecidos, recomenda-se a administração intravenosa lenta ou intramuscular de 4 mg em uma dose única.

CRIANÇAS E IDOSOS: Há poucas experiências com o uso deste medicamento na prevenção e tratamento da náusea52 e do vômito13 do pós-operatório em pessoas idosas e em crianças.

Pacientes com insuficiência renal53: Não há necessidade de alteração da dose diária ou freqüência da dose.

Pacientes com insuficiência hepática54: Pacientes com insuficiência hepática54 moderada ou severa apresentam o clearance da ondansetrona significativamente reduzido e a meia-vida plasmática significativamente prolongada; a dose diária, nestes pacientes, não deve exceder 8 mg.

Margem de Segurança de Ansentron

Devido à dose letal extremamente alta, em relação à dose terapêutica3, o medicamento apresenta uma ampla margem de segurança e um alto índice de efetividade terapêutica3.

Superdosagem de Ansentron

Não há, até o momento, vasto conhecimento sobre superdose com ondansetrona. Em caso de suspeita de superdose, deve-se proceder às medidas de suporte das funções vitais. O uso de ipecacuanha não é recomendado, uma vez que é pouco provável que se obtenha resposta satisfatória, devido à própria ação antiemética do ANSENTRON (cloridrato de ondansetrona).

Pacientes Idosos de Ansentron

Há poucas experiências com o uso deste medicamento na prevenção e tratamento da náusea52 e do vômito13 do pós-operatório em pessoas idosas.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

Ansentron - Laboratório

BIOSINTETICA
Rua Periquito, 236 - Vl. Uberabinha
São Paulo/SP - CEP: 04514-050
Tel: 55 (011) 5561-2614
Fax: 55 (011)5561-2072
Site: http://www.biosintetica.com.br/

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Complementos

1 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
2 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
3 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
4 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
5 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
6 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
7 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
8 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
9 Cabeça:
10 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
11 Radioterapia: Método que utiliza diversos tipos de radiação ionizante para tratamento de doenças oncológicas.
12 Intestino delgado: O intestino delgado é constituído por três partes: duodeno, jejuno e íleo. A partir do intestino delgado, o bolo alimentar é transformado em um líquido pastoso chamado quimo. Com os movimentos desta porção do intestino e com a ação dos sucos pancreático e intestinal, o quimo é transformado em quilo, que é o produto final da digestão. Depois do alimento estar transformado em quilo, os produtos úteis para o nosso organismo são absorvidos pelas vilosidades intestinais, passando para os vasos sanguíneos.
13 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
14 Êmese: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Sinônimo de vômito. Pode ser classificada como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
15 Neurônios: Unidades celulares básicas do tecido nervoso. Cada neurônio é formado por corpo, axônio e dendritos. Sua função é receber, conduzir e transmitir impulsos no SISTEMA NERVOSO. Sinônimos: Células Nervosas
16 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
17 Sistema Nervoso Periférico: Sistema nervoso localizado fora do cérebro e medula espinhal. O sistema nervoso periférico compreende as divisões somática e autônoma. O sistema nervoso autônomo inclui as subdivisões entérica, parassimpática e simpática. O sistema nervoso somático inclui os nervos cranianos e espinhais e seus gânglios e receptores sensitivos periféricos. Vias Neurais;
18 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
19 Prolactina: Hormônio secretado pela adeno-hipófise. Estimula a produção de leite pelas glândulas mamárias. O aumento de produção da prolactina provoca a hiperprolactinemia, podendo causar alteração menstrual e infertilidade nas mulheres. No homem, gera impotência sexual (por prejudicar a produção de testosterona) e ginecomastia (aumento das mamas).
20 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
21 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
22 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
23 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
24 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
25 Eletiva: 1. Relativo à eleição, escolha, preferência. 2. Em medicina, sujeito à opção por parte do médico ou do paciente. Por exemplo, uma cirurgia eletiva é indicada ao paciente, mas não é urgente. 3. Cujo preenchimento depende de eleição (diz-se de cargo). 4. Em bioquímica ou farmácia, aquilo que tende a se combinar com ou agir sobre determinada substância mais do que com ou sobre outra.
26 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
27 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
28 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
29 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
30 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
31 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
32 Antiemético: Substância que evita o vômito.
33 Intestino grosso: O intestino grosso é dividido em 4 partes principais: ceco (cecum), cólon (ascendente, transverso, descendente e sigmoide), reto e ânus. Ele tem um papel importante na absorção da água (o que determina a consistência do bolo fecal), de alguns nutrientes e certas vitaminas. Mede cerca de 1,5 m de comprimento.
34 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
35 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
36 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
37 Bolus: Uma quantidade extra de insulina usada para reduzir um aumento inesperado da glicemia, freqüentemente relacionada a uma refeição rápida.
38 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
39 Teratogênicos: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
40 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
41 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
42 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
43 Obstipação: Prisão de ventre ou constipação rebelde.
44 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
45 Citotóxicos: Diz-se das substâncias que são tóxicas às células ou que impedem o crescimento de um tecido celular.
46 Bilirrubinas: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
47 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
48 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
49 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
50 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
51 Quimioterapia: Método que utiliza compostos químicos, chamados quimioterápicos, no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos. Quando aplicada ao câncer, a quimioterapia é chamada de quimioterapia antineoplásica ou quimioterapia antiblástica.
52 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
53 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
54 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.

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