ANSILIVE

LIBBS

Atualizado em 03/06/2015

ANSILIVE ®

D iazepam
5 mg
comprimidos revestidos

USO ORAL
USO ADULTO

Forma Farmacêutica e Apresentação de Ansilive

Comprimidos revestidos contendo 5 mg de diazepam. Embalagem contendo 20 comprimidosrevestidos.

Composição de Ansilive

Cada comprimido de ANSILIVE ® contém:
diazepam....................5 mg
Excipiente q.s.p....................1 comprimido revestido
(celulose microcristalina, lactose1, fosfato de cálcio dibásico diidratado, croscarmelose sódica,
povidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, macrogol, corante vermelho Ponceaux,
dióxido de titânio, talco e ácido poli 2-
(dimetilamino)etilmetacrilatocobutilmetacrilatocometilmetacrílico).

Informações ao Paciente de Ansilive

AÇÃO ESPERADA DO MEDICAMENTOANSILIVE ® pertence a um grupo de medicamentos chamados benzodiazepínicos, cuja
substância ativa é o diazepam. Apresenta propriedades sedativa e relaxante muscular, e também
age contra a ansiedade e convulsões. ANSILIVE ® tem seu início de ação aproximadamente 30
minutos após sua ingestão oral.

ANSILIVE ® está indicado apenas para pessoas adultas:
No alívio sintomático2 da ansiedade, tensão e outras queixas somáticas ou psicológicas
associadas à síndrome3 da ansiedade;
No alívio do espasmo4 muscular reflexo devido a traumas locais (lesão5, inflamação6);
No tratamento da espasticidade7 (estado de aumento do tônus muscular8), como ocorre na
paralisia9 cerebral e paralisia9 das pernas;
Em doenças do sistema nervoso10 e como auxiliar no tratamento da ansiedade ou agitação
associada a desordens psiquiátricas.

Os benzodiazepínicos são indicados apenas para desordens intensas, incapacitantes ou para
dores extremas.

CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO: Conservar o medicamento em sua embalagem original, em
temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C). Protegido da luz e umidade.

PRAZO DE VALIDADE
Desde que respeitados os cuidados de armazenamento, o medicamento apresenta uma validade
de 24 meses a contar da data de sua fabricação impressos na embalagem externa (cartucho).
Não devem ser utilizados medicamentos fora do prazo de validade, pois podem trazer prejuízos à
saúde11.

GRAVIDEZ12 E LACTAÇÃO13
Informar ao médico a ocorrência de gravidez12 na vigência do tratamento ou após o seu término, ou
se estiver amamentando. ANSILIVE ® é contra-indicado no primeiro trimestre da gravidez12. O
medicamento passa para o leite materno, podendo causar sonolência e prejudicar a sucção da
criança.
Este medicamento não deve ser usado durante a gravidez12 e amamentação14, exceto sob
orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez12.

CUIDADOS DE ADMINISTRAÇÃO
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento.
Você pode tomar os comprimidos de ANSILIVE ® com um pouco de líquido, mas não alcoólico;
com ou sem alimentos.
Se você tem mais de 60 anos, sua sensibilidade ao ANSILIVE ® é maior do que a de pessoas
mais jovens. Seu médico pode receitar uma dose menor e pedir que observe como você reage ao
tratamento. Siga sempre as instruções do médico.
ANSILIVE ® comprimidos não é indicado na faixa etária de 0 a 12 anos.

INTERRUPÇÃO DO TRATAMENTO
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
A duração do tratamento deve ser a menor possível. Você deve ser reavaliado regularmente
quanto à necessidade de continuar o tratamento, especialmente se for paciente assintomático.
O tratamento não deve passar de 2-3 meses, incluindo o período de retirada progressiva. A
extensão além deste limite poderá ser feita após reavaliação da situação.
Você deve ser informado no início do tratamento que ele terá duração limitada e de como a dose
será progressivamente reduzida. Além disso, você deve ser alertado sobre a possibilidade do
fenômeno rebote (Vide "Contra-indicações e Precauções") para minimizar a ansiedade sobre tais
sintomas15, caso eles ocorram durante a retirada.
No caso de benzodiazepínicos de curta duração, o fenômeno de retirada pode se manifestar no
intervalo entre as doses, especialmente quando as doses são altas.
No caso de benzodiazepínicos de longa duração, como o ANSILIVE ®, você deve ser prevenido
quando trocar para um benzodiazepínico de curta duração, pois podem ocorrer sintomas15 de
abstinência (Vide "Contra-indicações e Precauções").
O seu médico sabe o momento ideal para suspender o tratamento. Você não deve tomar
ANSILIVE ® indefinidamente. Se você toma ANSILIVE ® em altas doses e interrompe o
tratamento de repente, seu organismo pode reagir. Assim, após dois a três dias sem qualquer
problema, alguns dos sintomas15 que o incomodavam podem reaparecer espontaneamente. Não
volte a tomar ANSILIVE ®. Esta reação, da mesma maneira que surgiu, desaparece em dois ou
três dias. Para evitar este tipo de reação, seu médico pode recomendar que você reduza a dose
gradualmente durante vários dias, antes de suspender o tratamento.
Você pode começar um novo período de tratamento com ANSILIVE ® a qualquer momento desde
que sob indicação médica.

REAÇÕES ADVERSAS
Este medicamento é bem tolerado pela maioria dos pacientes. Mas você deve informar seu
médico caso apresente algumas das reações: sonolência, cansaço, relaxamento muscular,
dificuldade para andar, se tiver delírio16 ou pesadelos, sentir-se agitado, irritado ou agressivo,
especialmente em pacientes idosos e debilitados.
ANSILIVE ® pode modificar reações que requerem muita atenção como dirigir veículos ou operar
máquinas perigosas.
Reações comuns: cansaço, sonolência e relaxamento muscular em geral, estando relacionados
com a dose administrada.
Reações pouco freqüentes: confusão mental, amnésia17 anterógrada (esquecimento de fatos
recentes), tontura18 e distúrbios de acomodação visual; cefaléia19 (dor de cabeça20); diplopia21 (visão22
dupla), fala enrolada e disartria23 (dificuldade para falar); secura na boca24 ou hipersalivação;
depressão; manchas na pele25; tremor; hipotensão26 (pressão baixa); aumento ou diminuição da
libido27, enjôo; retenção urinária28, incontinência urinária29 e constipação30.
Reações raras: icterícia31 (coloração amarelada da pele25, e da parte branca dos olhos32) e alterações
nos exames de sangue33 para avaliar a função do fígado34 (transaminases e fosfatase alcalina35).
Reações paradoxais (contraditórias): excitação aguda, ansiedade, distúrbios do sono e
alucinações36. Nestes casos, você deve interromper o tratamento com ANSILIVE ® e consultar seu
médico. Com relação à dependência potencial e sintomas15 de abstinência, ver "Dependência".
Informe ao médico o aparecimento de reações indesejáveis.

INGESTÃO CONCOMITANTE COM OUTRAS SUBSTÂNCIAS
Não tome bebidas alcoólicas enquanto estiver usando ANSILIVE ®. O álcool aumenta o efeito do
diazepam e pode ser prejudicial. Não use e não misture remédios por conta própria.
Você deve informar seu médico se estiver usando algum dos seguintes medicamentos ou
substâncias mencionadas a seguir, pois podem ocorrer interações entre eles e a substância que
faz parte da fórmula do ANSILIVE ® :
Qualquer outro medicamento para doenças do sistema nervoso10, incluindo tranqüilizantes,
sedativos, medicamentos para dormir, medicamentos contra convulsões, entre outros;
Medicamentos para doenças do estômago37 como cimetidina e omeprazol ;
Antimicóticos (ou antifúngicos) administrados por via oral como o cetoconazol.

Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou
durante o tratamento.

CONTRA-INDICAÇÕES E PRECAUÇÕES
Você não deve tomar ANSILIVE ® se for alérgico ao diazepam ou a qualquer outro componente
da formulação.
ANSILIVE ® não deve ser usado em pacientes com hipersensibilidade (alergia38) aos
benzodiazepínicos; dependentes de outras drogas inclusive o álcool. No último caso, ele pode ser
usado para o tratamento de sintomas15 agudos de abstinência.
Não deve ser usado se você tiver glaucoma39 de ângulo estreito ou glaucoma39 de ângulo aberto não
tratado.
Pacientes com Miastenia40 Gravis devem ter cuidado especial ao usar ANSILIVE ® devido ao
relaxamento muscular pré-existente.
Quando existe insuficiência41 cardio-respiratória, sedativos como ANSILIVE ® podem acentuar a
depressão respiratória. Mas o efeito sedativo, pode, ao contrário, ser benéfico pela redução do
esforço respiratório de certos pacientes.
No caso de hipercapnia42 crônica grave (doença que envolve alteração das reservas alcalinas no
sangue33), ANSILIVE ® só pode ser administrado se os benefícios potenciais superarem os
possíveis riscos.
Pacientes que utilizarem ANSILIVE ® junto com bebidas alcoólicas devem ter cuidado pois pode
haver aumento dos efeitos indesejáveis de ambas as drogas.
Os benzodiazepínicos devem ser usados com muito cuidado em pacientes com história de
alcoolismo ou dependência de drogas.
Pacientes com comprometimento da função renal43 ou hepática44 requerem cuidados especiais.
Pacientes com insuficiência respiratória45 devem tomar doses menores, devido ao risco de
depressão respiratória.
Tolerância: Pode haver redução na resposta aos efeitos após uso repetido de ANSILIVE ® por
período prolongado.
Dependência: O uso de benzodiazepínicos pode causar dependência física ou psíquica. O risco
de dependência aumenta com a dose e duração do tratamento e é maior também nos pacientes
predispostos, com história de abuso de drogas ou álcool.
Abstinência: Quando ocorre dependência, a retirada abrupta do tratamento é acompanhada de
sintomas15 de abstinência. Pode ocorrer dor de cabeça20, dores musculares, ansiedade extrema,
tensão, inquietude, confusão e irritabilidade. Em casos graves, podem ocorrer sintomas15 como
despersonalização, desrealização, aumento da sensibilidade auditiva, dormência46 e sensibilidade
nas extremidades, hipersensibilidade à luz, barulho e contato físico, alucinações36 ou convulsões.
Ansiedade rebote : Pode ocorrer uma síndrome3 transitória com os mesmos sintomas15 que
levaram ao tratamento com ANSILIVE ®. Outras reações podem ocorrer como alterações de
humor, ansiedade, e inquietude. Como o risco de abstinência rebote é maior quando o tratamento
é interrompido abruptamente, recomenda-se que as doses sejam reduzidas gradualmente.
Amnésia17: Os benzodiazepínicos podem induzir a amnésia17 anterógrada (esquecimento de fatos
recentes) com o uso de doses terapêuticas e com aumento do risco em doses maiores. Estes
efeitos podem estar associados com comportamento inadequado.

Reações psiquiátricas e "paradoxais" (contraditórias): Reações psiquiátricas podem ocorrer
com o uso de benzodiazepínicos, como inquietude, agitação, irritabilidade, agressividade, ilusão,
raiva47, pesadelos, alucinações36, psicoses, comportamento inapropriado e outros efeitos
comportamentais. Quando isto ocorre, deve-se parar de usar o medicamento. Estes efeitos são
mais prováveis em crianças e idosos.
Influência na habilidade de dirigir e operar máquinas: Se você está tomando ANSILIVE ®,
deve ter cuidado ao realizar atividades que requerem grande atenção, como operar máquinas
perigosas ou dirigir veículos. Sintomas15 de sedação48, amnésia17, diminuição da concentração e
alteração da função muscular podem afetar negativamente a habilidade para dirigir e operar
máquinas.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO
PARA A SAÚDE11.

Informações Técnicas de Ansilive

Propriedades Farmacológicas de Ansilive

A substância ativa de ANSILIVE ®, diazepam, faz parte do grupo dos benzodiazepínicos e possuipropriedades ansiolíticas, miorrelaxantes, anticonvulsivantes e efeitos amnésicos.
Sabe-se atualmente que tais ações devem-se ao reforço da ação do ácido gama-aminobutírico
(GABA49), o mais importante inibidor da neurotransmissão no cérebro50.

Propriedades Farmacocinéticas de Ansilive

O diazepam é rápida e completamente absorvido do trato gastrintestinal e o pico da concentração
plamástica é atingido de 30 a 90 minutos após administração oral.
O diazepam e seus metabólitos51 possuem alta ligação às proteínas52 plasmáticas (diazepam: 98%),
atravessam a barreira hematoencefálica e placentária e também são encontrados no leite materno
em concentrações equivalentes a aproximadamente um décimo da concentração sérica materna.
Possui metabólitos51 ativos e, por isso, apresenta uma meia-vida bifásica: uma fase de distribuição
inicial rápida (com meia vida que pode chegar a 3 horas) e outra fase de eliminação longa de 24 a
48 horas. O volume de distribuição no estado de equilíbrio é de 0,8-1,0 L/Kg.
O diazepam é metabolizado em substâncias farmacologicamente ativas como nordiazepam,
hidroxidiazepam e oxazepam. Devido aos metabólitos51 ativos a meia-vida de eliminação do
diazepam prolonga-se por 48 a 120 horas dependendo da idade e da função hepática44 do paciente.
O diazepam é extensivamente metalizado no fígado34 e é excretado principalmente pela urina53
(cerca de 70%) na forma de metabólitos51 ou conjugado. O clearance do diazepam é de 20-30
mL/min.
Farmacocinética em condições clínicas especiais:A meia vida de eliminação é prolongada em
idosos, recém nascidos e pacientes com a função hepática44 comprometida, devendo-se lembrar
que a concentração plasmática pode, em conseqüência, demorar a atingir o estado de equilíbrio
dinâmico ("steady-state").Na insuficiência renal54, a meia-vida do diazepam não é alterada.

Indicações de Ansilive

ANSILIVE ® está indicado para alívio sintomático2 da ansiedade, tensão e outras queixassomáticas ou psicológicas associadas com a síndrome3 da ansiedade. Pode também ser útil como
coadjuvante55 no tratamento da ansiedade ou agitação associada a desordens psiquiátricas.
ANSILIVE ® é útil no alívio do espasmo4 muscular reflexo devido a traumas locais (lesão5,
inflamação6).
Pode ser igualmente usado no tratamento da espasticidade7 devida a lesão5 dos interneurônios56
espinhais e supra-espinhais tal como ocorre na paralisia9 cerebral e paraplegia57, assim como na
atetose e na síndrome3 rígida.
Os benzodiazepínicos são indicados apenas para desordens intensas, desabilitantes ou para
dores extremas.
Em psiquiatria, o diazepam é usado no tratamento de estados de excitação associados à
ansiedade aguda e pânico, assim como na agitação motora e no delirium tremens58 .
O diazepam está indicado no tratamento agudo59 do status epilepticus e outros estados convulsivos
(tétano60). Caso ANSILIVE ® seja considerado para o tratamento da eclâmpsia61, há necessidade de
avaliar os possíveis riscos para o feto62 e os benefícios terapêuticos esperados para a mãe.
ANSILIVE ® é útil como adjuvante no alívio do espasmo4 muscular reflexo devido a traumatismos
localizados (ferimento, inflamação6). Pode igualmente ser usado no tratamento da espasticidade7
devido a lesão5 dos neurônios63 intermediários espinhais e supra-espinhais tal como ocorre na
paralisia9 cerebral e paraplegia57, assim como na atetose e na síndrome3 de "stiff-man".

Contra-Indicações de Ansilive

ANSILIVE ® não deve ser administrado a pacientes com hipersensibilidade ao diazepam ou a
qualquer componente da fórmula; a outros benzodiazepínicos, em pacientes com insuficiência41
respiratória grave, insuficiência hepática64 grave, síndrome3 da apnéia65 do sono, Miastenia40 Gravis, ou
dependentes de outras drogas inclusive o álcool, exceto, neste último caso, quando utilizado para
o tratamento de sintomas15 agudos de abstinência.
Os benzodiazepínicos não são recomendados para tratamento primário de doença psicótica. Eles
não devem ser usados como monoterapia na depressão ou ansiedade associada com depressão,
pela possibilidade de ocorrência de suicídio nestes pacientes.
O diazepam pode ser utilizado em pacientes com glaucoma39 de ângulo aberto que estejam
recebendo terapia adequada, mas está contra-indicado no caso de glaucoma39 de ângulo estreito
agudo59.

Precauções e Advertências de Ansilive

Deve-se ter cuidados especiais ao administrar diazepam à pacientes com depressão do SNC66,insuficiência41 pulmonar aguda ou apnéa do sono e insuficiência respiratória45, devido ao risco de
depressão respiratória.
Pacientes com função hepática44 ou renal43 comprometidas requerem cuidados.
O uso de benzodiazepínicos pode levar ao desenvolvimento de dependência física ou psíquica. O
risco aumenta com a dose e a duração do tratamento. É maior também em pacientes
predispostos, com históricos de abuso de drogas, álcool ou com distúrbios psiquiátricos.
O tratamento destes pacientes deve ser curto e acompanhado constantemente, pois pode ocorrer
redução na resposta aos efeitos benzodiazepínicos (tolerância) após o uso repetido e prolongado.
O diazepam atravessa a barreira placentária e também é excretado no leite materno, por isso a
sua administração para grávidas ou lactantes67 deve ser feita somente quando os benefícios
terapêuticos esperados superarem os riscos potenciais.
A interrupção abrupta do tratamento deve ser evitada e um esquema de retirada gradual deve ser
adotado para evitarem-se os sintomas15 de abstinência.
Abstinência: quando ocorre dependência, a retirada abrupta do tratamento será acompanhada de
sintomas15 de abstinência. Podem ocorrer cefaléia19, dores musculares, ansiedade extrema, tensão,
inquietude, confusão e irritabilidade. Em casos graves, podem ocorrer sintomas15 como
despersonalização, desrealização, hiperacusia, dormência46 e sensibilidade nas extremidades,
hipersensibilidade à luz, barulho e contato físico, alucinações36 ou convulsões.
Ansiedade rebote: Uma síndrome3 transitória na qual os sintomas15 que levaram ao tratamento com
ANSILIVE ® recorrem com maior intensidade. Pode ser acompanhada de outras reações,
incluindo alterações de humor, ansiedade, e inquietude. Como o risco de abstinência e rebote é
maior quando a descontinuação do tratamento é abrupta, é recomendado que a dosagem seja
reduzida gradualmente.
Amnésia17 : Deve-se ter em mente que os benzodiazepínicos podem induzir a amnésia17
anterógrada. Esta pode ocorrer com o uso de doses terapêuticas, com aumento do risco em
doses maiores. Efeitos amnésicos podem estar associados com comportamento inapropriado.
Reações psiquiátricas e "paradoxais": Reações psiquiátricas como inquietude, agitação,
irritabilidade, agressividade, ilusão, raiva47, pesadelos, alucinações36, psicoses, comportamento
inapropriado e outros efeitos comportamentais podem ocorrer com o uso de benzodiazepínicos.
Quando isto ocorre, deve-se descontinuar o uso do fármaco68. Estes efeitos são mais prováveis em
crianças e idosos.
Os efeitos como sedação48, amnésia17, redução da capacidade de concentração e força muscular são
mais intensos nos primeiros dias do tratamento e, por isto, os pacientes devem ser alertados para
não dirigir ou operar máquinas perigosas, até sua recuperação.

Gravidez12 e Lactação13 de Ansilive

Categoria de risco na gravidez12: D
Este medicamento não deve ser usado durante a gravidez12 e amamentação14, exceto sob
orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez12.
Não foi estabelecida segurança para uso de diazepam durante a gravidez12. O diazepam e seus
metabólitos51 atravessam a barreira placentária. Um aumento do risco de má-formação congênita69
associada aos benzodiazepínicos durante o primeiro trimestre de gravidez12 foi sugerido. Uma
revisão dos efeitos adversos relatados espontaneamente não mostrou maior incidência70 que os
esperados na população não tratada. Os benzodiazepínicos devem ser evitados durante a
gravidez12 a menos que não exista outra alternativa mais segura. Antes de se administrar ANSILIVE
® durante a gravidez12, especialmente durante o primeiro trimestre, os possíveis riscos para o feto62
(como com qualquer outro fármaco68) devem ser avaliados em relação ao benefício terapêutico
esperado para a mãe.
A administração contínua de benzodiazepínicos durante a gravidez12 pode levar à hipotensão26,
redução da função respiratória e hipotermia71 no recém-nascido. Sintomas15 de abstinência no recém-nascido
têm sido ocasionalmente descritos com esta classe terapêutica72. São recomendados
cuidados especiais quando ANSILIVE ® for administrado durante o trabalho de parto, pois uma
única dose alta pode produzir irregularidades na freqüência cardíaca fetal e hipotonia73, dificuldade
de sucção, hipotermia71 e depressão respiratória moderada no neonato74. Antes da decisão de
administrar ANSILIVE ® durante a gravidez12, especialmente durante o primeiro trimestre - como
deveria ocorrer sempre com outros fármacos - os possíveis riscos para o feto62 devem ser
comparados com os benefícios terapêuticos esperados para a mãe. Deve-se lembrar que o
sistema enzimático envolvido no metabolismo75 do fármaco68 não está completamente desenvolvido
no recém-nascido (especialmente nos prematuros).
O diazepam passa para o leite materno. Portanto, não é recomendada amamentação14 em
pacientes sob uso de ANSILIVE ®.

Uso em Idosos, Crianças e Outros Grupos de Risco de Ansilive

Pacientes idosos devem receber doses menores. Estes pacientes devem ser acompanhadosregularmente no início do tratamento para minimizar a dosagem e/ou freqüência de administração,
a fim de evitar superdose devido ao acúmulo do fármaco68.
Os benzodiazepínicos não devem ser administrados em crianças sem confirmação cuidadosa da
indicação. A duração do tratamento deve ser a menor possível.
Após administração de benzodiazepínicos em crianças e idosos foi relatada incidência70 mais
elevada de sensibilidade à reações paradoxais tais como agitação, movimentos involuntários
(incluindo convulsões tônico-clônicas e tremores musculares), hiperatividade, hostilidade, reação
de raiva47, agressividade, excitação e ataque. Quando isso ocorre deve-se descontinuar o uso do
fármaco68. Em crianças e idosos, a dose deve ser determinada com cautela e os fatores especiais
relacionados à cada paciente devem ser levados em consideração.
Pacientes com distúrbios hepáticos podem apresentar meia vida de eliminação mais prolongada e
por isso devem receber doses menores. (vide "Posologia").

Interações Medicamentosas de Ansilive

O diazepam pode potencializar os efeitos dos depressores do SNC66 (como tranqüilizantes,
antidepressivos, neurolépticos76, hipnóticos, anticonvulsivantes, anti-histamínicos sedativos,
anestésicos e analgésicos77 opióides). O diazepam pode afetar a biodisponibilidade (eliminação) da
fenitoína.
Cimetidina, cetoconazol, fluvoxamina, fluoxetina, omeprazol, estrógenos, dissulfiram e eritromicina
(que são inibidores das enzimas hepáticas78 do citocromo P450, em especial da CYP 34A) podem
inibir o metabolismo75 hepático do diazepam, prolongando o seu tempo de eliminação, prolongando
a sedação48.
A cisaprida pode aumentar temporariamente o efeito sedativo dos benzodiazepínicos de uso oral,
devido ao aumento da velocidade de absorção.
O diazepam diminui a ação do levodopa.

Reações Adversas e Alterações de Exames Laboratoriais de Ansilive

Efeitos adversos mais comuns: sonolência, cansaço e relaxamento muscular; que em geral sãorelacionados à dose administrada.
Efeitos adversos pouco freqüentes: delírio16, ataxia79, confusão mental, amnésia17 anterógrada,
depressão, diminuição do estado de alerta, diplopia21, disartria23, cefaléia19, hipotensão26, variações nos
batimentos do pulso, depressão circulatória, parada cardíaca, retenção ou incontinência urinária29,
alteração da libido27, náusea80, constipação30, alteração na salivação (boca24 seca ou hipersalivação),
rash81 cutâneo82, fala enrolada, tremor, vertigem83 e distúrbios de acomodação visual. Muito raramente
podem ser observadas: elevação das transaminases e da fosfatase alcalina35, assim como icterícia31.
Amnésia17 anterógrada pode ocorrer em doses terapêuticas, sendo que o risco aumenta com as
doses maiores. Efeitos amnésicos podem estar associados a comportamento inapropriado.
Reações psiquiátricas e "paradoxais": Os benzodiazepínicos produzem, às vezes, reações
paradoxais, especialmente em doses elevadas ou em pacientes com distúrbios severos, podendo
provocar excitação e euforia no lugar de sedação48; inquietude, agitação, irritabilidade,
agressividade, ilusão, raiva47, pesadelos, alucinações36, psicoses, comportamento inapropriado e
outros efeitos comportamentais, no lugar de sedação48. Quando isto ocorre, deve-se descontinuar o
uso do fármaco68. Estes efeitos são mais prováveis em crianças e idosos.
Dependência física: O uso crônico84 (mesmo em doses terapêuticas) pode levar ao
desenvolvimento de dependência física. O risco é mais pronunciado em pacientes recebendo
tratamento prolongado e/ou com doses elevadas, e, particularmente em pacientes predispostos
com antecedentes pessoais de alcoolismo ou abuso de drogas. Uma vez que a dependência física
aos benzodiazepínicos se desenvolve, a descontinuação do tratamento pode ser acompanhada
de sintomas15 de abstinência ou fenômeno rebote. Foi relatado abuso de benzodiazepínicos.
Alteração de exames laboratoriais: Devido os relatos de neutropenia85 e icterícia31, é aconselhável
a realização periódica da contagem saguínea e testes de função hepática44 durante a terapia de
longo prazo com diazepam. Pode ser observada elevação das transaminases e da fosfatase
alcalina. Alterações menores nos padrões de comportamento de EEG, normalmente os de
atividade rápida de baixa voltagem, foram observados nos pacientes durante e após a terapia com
diazepam, e não são de significância conhecida.

Posologia de Ansilive

Dose Padrão: Para se obter um efeito ótimo, a posologia deve ser individualizada. O tratamento
deve ser iniciado com a menor dose apropriada eficaz para cada condição.
Doses usuais para adultos: Dose inicial: 5 - 10 mg. Dependendo da gravidade dos sintomas15, o
médico poderá recomendar doses de 5 a 20 mg/dia. Cada dose oral individual não deve ser
superior a 10 mg.
Duração do tratamento: A duração do tratamento deve ser a menor possível. O paciente deve
ser reavaliado regularmente quanto à necessidade de se continuar o tratamento, especialmente
se o paciente já estiver assintomático. O tratamento não deve exceder 2-3 meses, incluindo o
período de retirada progressiva. A extensão além deste limite poderá ser feita após reavaliação da
situação. É útil informar ao paciente quando o tratamento for iniciado que terá duração limitada e
explicar como a dose será progressivamente reduzida. Além disso, é importante que o paciente
seja alertado sobre a possibilidade do fenômeno rebote, para minimizar a ansiedade sobre tais
sintomas15 caso eles ocorram durante a retirada. Existem evidências de que, no caso dos
benzodiazepínicos de curta duração, o fenômeno de retirada possa se manifestar no intervalo
entre as doses, especialmente quando as doses são altas.
No caso de benzodiazepínicos de longa duração, como ANSILIVE ®, é importante prevenir que na
troca para um benzodiazepínico de curta duração, podem ocorrer sintomas15 de abstinência.
Uso em Idosos: Devem receber doses menores. Estes pacientes devem ser acompanhados
regularmente no início do tratamento para minimizar a posologia e/ou freqüência de
administração, para prevenir superdose devido ao acúmulo do fármaco68.
Uso em crianças: Não é indicado para crianças com menos de 12 anos de idade.
Uso em pacientes com disfunção hepática44 : Devem receber doses menores.

Superdose de Ansilive

Sintomas15: A superdosagem de benzodiazepínicos geralmente manifesta-se por depressão dosistema nervoso central, variando desde sonolência ao coma86. Em casos leves, os sintomas15
incluem sonolência, confusão mental e letargia87.
Em casos mais graves, pode ocorrer ataxia79, hipotonia73, hipotensão26, depressão respiratória, coma86
(raramente) e morte (muito raramente). Entretanto, não há risco de vida na superdosagem, a
menos que combinado com outros depressores do SNC66 (incluindo álcool).
Tratamento: Após superdose oral de benzodiazepínicos, deve-se induzir o vômito88 (até uma hora)
se o paciente estiver consciente, ou realizar lavagem gástrica89 com proteção das vias aéreas caso
o paciente esteja inconsciente. Se não houver vantagem em esvaziar o estômago37, deve ser
administrado carvão ativado para reduzir a absorção dos benzodiazepínicos. Recomenda-se
atenção especial para a função cardíaca e respiratória na unidade intensiva. O flumazenil pode
ser útil como antagonista90. Pacientes epilépticos em uso de benzodiazepínicos tratados com
flumazenil devem ser acompanhados com cautela. Intoxicações graves podem levar ao coma86,
arreflexia, depressão cardiorrespiratória e apnéia65 exigindo tratamento apropriado (ventilação91,
suporte cardiovascular). Nos casos de intoxicações graves por quaisquer benzodiazepínicos (com
coma86 ou sedação48 grave) recomenda-se o uso do antagonista90 específico, o flumazenil, na dose
inicial de 0,3 mg EV, com incrementos de 0,3 mg a intervalos de 60 segundos, até reversão do
coma86. No caso dos benzodiazepínicos de meia-vida longa pode haver re-sedação48, portanto,
recomenda-se o uso de flumazenil por infusão endovenosa de 0,1 - 0,4 mg/hora, gota92 a gota92, em
glicose93 a 5% ou cloreto de sódio 0,9%, juntamente com os demais processos de reanimação,
desde que o flumazenil não reverta a depressão respiratória. Nas intoxicações mistas, o
flumazenil também pode ser usado para diagnóstico94. Recomenda-se cautela no uso do flumazenil
em pacientes epilépticos tratados com benzodiazepínicos.

Pacientes Idosos de Ansilive

Os pacientes idosos (acima de 60 anos) devem receber doses menores e ter acompanhamento
regular no início do tratamento para minimizar a dosagem e/ou freqüência de administração, a fim
de prevenir superdose por acúmulo. Nos pacientes idosos há relato de incidência70 maior de
sensibilidade a reações paradoxais (Vide "Reações Adversas" e "Posologia").

TODO MEDICAMENTO DEVE FICAR DORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

O ABUSO DESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR DEPENDÊNCIA.

MS: 1.0033.0002
Farmacêutica Responsável:
Cíntia Delphino de Andrade - CRF-SP n° 25.125
LIBBS FARMACÊUTICA LTDA.
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ANSILIVE - Laboratório

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Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
3 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
4 Espasmo: 1. Contração involuntária, não ritmada, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosa ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
5 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
6 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
7 Espasticidade: Hipertonia exagerada dos músculos esqueléticos com rigidez e hiperreflexia osteotendinosa.
8 Tônus muscular: Estado de tensão elástica (contração ligeira) que o músculo apresenta em repouso e que lhe permite iniciar a contração imediatamente depois de receber o impulso dos centros nervosos. Num estado de relaxamento completo (sem tônus), o músculo levaria mais tempo para iniciar a contração.
9 Paralisia: Perda total da força muscular que produz incapacidade para realizar movimentos nos setores afetados. Pode ser produzida por doença neurológica, muscular, tóxica, metabólica ou ser uma combinação das mesmas.
10 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
11 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
12 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
13 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
14 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
15 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
16 Delírio: Delirio é uma crença sem evidência, acompanhada de uma excepcional convicção irrefutável pelo argumento lógico. Ele se dá com plena lucidez de consciência e não há fatores orgânicos.
17 Amnésia: Perda parcial ou total da memória.
18 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
19 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
20 Cabeça:
21 Diplopia: Visão dupla.
22 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
23 Disartria: Distúrbio neurológico caracterizado pela incapacidade de articular as palavras de maneira correta (dificuldade na produção de fonemas). Entre as suas principais causas estão as lesões nos nervos centrais e as doenças neuromusculares.
24 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
25 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
26 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
27 Libido: Desejo. Procura instintiva do prazer sexual.
28 Retenção urinária: É um problema de esvaziamento da bexiga causado por diferentes condições. Normalmente, o ato miccional pode ser iniciado voluntariamente e a bexiga se esvazia por completo. Retenção urinária é a retenção anormal de urina na bexiga.
29 Incontinência urinária: Perda do controle da bexiga que provoca a passagem involuntária de urina através da uretra. Existem diversas causas e tipos de incontinência e muitas opções terapêuticas. Estas vão desde simples exercícios de fisioterapia até complicadas cirurgias. As mulheres são mais freqüentemente acometidas por este problema.
30 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
31 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
32 Olhos:
33 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
34 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
35 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
36 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
37 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
38 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
39 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
40 Miastenia: Perda das forças musculares ocasionada por doenças musculares inflamatórias. Por ex. Miastenia Gravis. A debilidade pode predominar em diferentes grupos musculares segundo o tipo de afecção (debilidade nos músculos extrínsecos do olho, da pelve, ou dos ombros, etc.).
41 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
42 Hipercapnia: É a presença de doses excessivas de dióxido de carbono no sangue.
43 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
44 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
45 Insuficiência respiratória: Condição clínica na qual o sistema respiratório não consegue manter os valores da pressão arterial de oxigênio (PaO2) e/ou da pressão arterial de gás carbônico (PaCO2) dentro dos limites da normalidade, para determinada demanda metabólica. Como a definição está relacionada à incapacidade do sistema respiratório em manter níveis adequados de oxigenação e gás carbônico, foram estabelecidos, para sua caracterização, pontos de corte na gasometria arterial: PaO2 50 mmHg.
46 Dormência: 1. Estado ou característica de quem ou do que dorme. 2. No sentido figurado, inércia com relação a se fazer alguma coisa, a se tomar uma atitude, etc., resultando numa abulia ou falta de ação; entorpecimento, estagnação, marasmo. 3. Situação de total repouso; quietação. 4. No sentido figurado, insensibilidade espiritual de um ser diante do mundo. Sensação desagradável caracterizada por perda da sensibilidade e sensação de formigamento, e que geralmente ocorre nas extremidades dos membros. 5. Em biologia, é um período longo de inatividade, com metabolismo reduzido ou suspenso, geralmente associado a condições ambientais desfavoráveis; estivação.
47 Raiva: 1. Doença infecciosa freqüentemente mortal, transmitida ao homem através da mordida de animais domésticos e selvagens infectados e que produz uma paralisia progressiva juntamente com um aumento de sensibilidade perante estímulos visuais ou sonoros mínimos. 2. Fúria, ódio.
48 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
49 GABA: GABA ou Ácido gama-aminobutírico é o neurotransmissor inibitório mais comum no sistema nervoso central.
50 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
51 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
52 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
53 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
54 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
55 Coadjuvante: Que ou o que coadjuva, auxilia ou concorre para um objetivo comum.
56 Interneurônios: Geralmente qualquer neurônio não motor ou sensitivo. Os interneurônios podem também se referir aos neurônios cujos axônios permanecem em uma particular região do cérebro em contraste aos neurônios de projeção que apresentam axônios que projetam para outras regiões cerebrais.
57 Paraplegia: Perda transitória ou definitiva da capacidade de realizar movimentos devido à ausência de força muscular de ambos os membros inferiores. A causa mais freqüente é a lesão medular por traumatismos.
58 Delirium tremens: Variedade de delírio associado ao consumo ou abstinência de álcool.
59 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
60 Tétano: Toxinfecção produzida por uma bactéria chamada Clostridium tetani. Esta, ao infectar uma ferida cutânea, produz uma toxina (tetanospasmina) altamente nociva para o sistema nervoso que produz espasmos e paralisia dos nervos afetados. Pode ser fatal. Existe vacina contra o tétano (antitetânica) que deve ser tomada sempre que acontecer um traumatismo em que se suspeita da contaminação por esta bactéria. Se a contaminação for confirmada, ou se a pessoa nunca recebeu uma dose da vacina anteriormente, pode ser necessário administrar anticorpos exógenos (de soro de cavalo) contra esta toxina.
61 Eclâmpsia: Ocorre quando a mulher com pré-eclâmpsia grave apresenta covulsão ou entra em coma. As convulsões ocorrem porque a pressão sobe muito e, em decorrência disso, diminui o fluxo de sangue que vai para o cérebro.
62 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
63 Neurônios: Unidades celulares básicas do tecido nervoso. Cada neurônio é formado por corpo, axônio e dendritos. Sua função é receber, conduzir e transmitir impulsos no SISTEMA NERVOSO. Sinônimos: Células Nervosas
64 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
65 Apnéia: É uma parada respiratória provocada pelo colabamento total das paredes da faringe que ocorre principalmente enquanto a pessoa está dormindo e roncando. No adulto, considera-se apnéia após 10 segundos de parada respiratória. Como a criança tem uma reserva menor, às vezes, depois de dois ou três segundos, o sangue já se empobrece de oxigênio.
66 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
67 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
68 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
69 Congênita: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
70 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
71 Hipotermia: Diminuição da temperatura corporal abaixo de 35ºC.Pode ser produzida por choque, infecção grave ou em estados de congelamento.
72 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
73 Hipotonia: 1. Em biologia, é a condição da solução que apresenta menor concentração de solutos do que outra. 2. Em fisiologia, é a redução ou perda do tono muscular ou a redução da tensão em qualquer parte do corpo (por exemplo, no globo ocular, nas artérias, etc.)
74 Neonato: Refere-se a bebês nos seus primeiros 28 dias (mês) de vida. O termo “recentemente-nascido“ refere-se especificamente aos primeiros minutos ou horas que se seguem ao nascimento. Esse termo é utilizado para enfocar os conhecimentos e treinamento da ressuscitação imediatamente após o nascimento e durante as primeiras horas de vida.
75 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
76 Neurolépticos: Medicamento que exerce ação calmante sobre o sistema nervoso, tranquilizante, psicoléptico.
77 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
78 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
79 Ataxia: Reflete uma condição de falta de coordenação dos movimentos musculares voluntários podendo afetar a força muscular e o equilíbrio de uma pessoa. É normalmente associada a uma degeneração ou bloqueio de áreas específicas do cérebro e cerebelo. É um sintoma, não uma doença específica ou um diagnóstico.
80 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
81 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
82 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
83 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
84 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.
85 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
86 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
87 Letargia: Em psicopatologia, é o estado de profunda e prolongada inconsciência, semelhante ao sono profundo, do qual a pessoa pode ser despertada, mas ao qual retorna logo a seguir. Por extensão de sentido, é a incapacidade de reagir e de expressar emoções; apatia, inércia e/ou desinteresse.
88 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
89 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
90 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
91 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.
92 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
93 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
94 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.

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