PARENZYME AMPICILINA

MEDLEY

Atualizado em 09/12/2014

Parenzymeâ Ampicilina
Ampicilina


- FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES:

Cápsula - embalagem contendo 8 e 16 unidades.

USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Composição de Parenzyme Ampicilina

Cada cápsula contém:
Ampicilina    ....................500,0 mg    
Excipientes (estearato de magnésio e laurilssulfato de sódio) q.s.p.    ....................1 cápsula

Informações ao Paciente de Parenzyme Ampicilina

·     PARENZYME AMPICILINA deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15-30°C) e ao abrigo da umidade.
·    As cápsulas, assim como os comprimidos e pós, não devem ser guardadas em banheiros ou em outros lugares de elevada umidade.
·    Não use o medicamento se o seu prazo de validade estiver vencido, o que pode ser verificado na embalagem externa do produto.
·    Avise seu médico se ocorrer gravidez1 antes ou durante o tratamento e se estiver amamentando.
·    As cápsulas devem ser ingeridas com o estômago2 vazio (1 hora antes ou 2 horas após as refeições) com um copo de água cheio (240ml).
·    Como ocorre com todo tratamento com antibióticos, é importante utilizar PARENZIME AMPICILINA durante todo o tempo prescrito pelo médico, mesmo que tenham desaparecido a febre3 e os sinais4 de infecção5. Constitui erro grave interromper a tomada da medicação tão logo desapareçam os sintomas6, pois isso não significa cura da infecção5 e pode contribuir para o aparecimento de microorganismos resistentes ao antibiótico.
·    Não tome quantidade maior ou menor que a dose estabelecida pelo médico.
·    Consulte seu médico se ocorrer diarréia7 severa. Isto pode ser um sinal8 de grave efeito adverso. Não tomar nenhum medicamento antidiarréico antes de consultar seu médico. Medicamentos antidiarréicos podem fazer sua diarréia7 piorar ou com que ela continue por um período maior.
·    As reações adversas mais comuns são diarréia7, náuseas9, vômitos10, dor de cabeça11, candidíase12 oral ou vaginal. Consulte seu médico imediatamente caso ocorram estas ou outras reações indesejáveis.
·    Informe ao seu médico sobre o uso de qualquer outro tipo de medicamento.
·    PARENZYME AMPICILINA é contra-indicado a pacientes sensíveis às penicilinas e cefalosporinas.
·    Contraceptivos orais (pílulas para o controle do nascimento) contém estrógenos podendo não ter eficácia adequada enquanto você toma ampicilina. Uma gravidez1 não planejada pode ocorrer. Você deve usar um método adicional diferente para o controle da natalidade, enquanto você estiver tomando ampicilina. Se você tiver alguma dúvida sobre isto, procure seu médico.
·    Para pacientes13 diabéticos: a ampicilina pode causar resultados falsos de açúcar14 na urina15. Procure seu médico antes de alterar sua dieta ou a dosagem de seu medicamento para diabete.
·    Não se deve ingerir bebidas alcoólicas durante o tratamento.


"NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE16."

"TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS."

Informações Técnicas de Parenzyme Ampicilina

A ampicilina é um agente bactericida por inibição da síntese da parede celular da bactéria17. Sua ação é dependente da habilidade de alcançar e se ligar a proteínas18 específicas da membrana citoplasmática que possuem afinidade por penicilinas. Essas proteínas18, as PBPs (penicillin-binding proteins) são enzimas envolvidas no estágio final de formação da parede celular bacteriana e na formação da parede celular durante a divisão e o crescimento bacteriano. Após a ligação com a membrana citoplasmática, a ampicilina inibe a septação e a síntese da parede celular, provavelmente por acetilação das transpeptidases da membrana, impedindo a ligação cruzada das cadeias de peptidoglicano, necessárias para a rigidez da parede bacteriana, resultando numa fragilidade da parede celular bacteriana e lise19. Bactérias com rápida divisão celular são as mais sensíveis à ação das penicilinas.

Farmacocinética de Parenzyme Ampicilina

Absorção - A ampicilina é estável no suco gástrico sendo bem absorvida no trato gastrintestinal. A alimentação interfere na absorção, devendo a administração do antibiótico ser feita pelo menos uma hora antes das refeições.

Distribuição - A ampicilina tem larga distribuição para a maioria dos fluidos corporais e ossos: penetra pouco nas células20 do globo ocular21 assim como nas meninges22 normais.  A inflamação23 das meninges22 facilita a passagem da ampicilina pela barreira hemato-encefálica24. As penicilinas atravessam a barreira placentária e aparecem no sangue do cordão umbilical25 e no líquido amniótico26. A ampicilina passa para o leite materno em pequenas quantidades.

Ligação a Proteínas18 -  Cerca de 20% da ampicilina está ligada a proteínas18 plasmáticas.

Biotransformação -  Cerca de 60% é eliminada inalterada pela urina15 depois da ingestão oral. Aproximadamente 21% do fármaco27 administrado é metabolizado. Após 12 horas da ingestão oral de 500 mg, 26% do fármaco27 é recuperado inalterado na urina15 e 7% sob a forma de metabólitos28,  principalmente ácido penicilóico.

Meia-vida - Com função renal29 normal, a meia-vida é em média de 1 a 1,5 hora. Com insuficiência renal30, meias-vidas de 7 a 20 horas podem ser encontradas. Em neonatos31 a meia-vida é de 1,7 a 4 horas.

Início da Ação - Uma a duas horas após administração oral.

Tempo para atingir a concentração máxima (T. Máx.) - Ocorre entre uma e duas horas, variando de 2 a 6 microgramas por ml após ingestão de 500mg.

Concentração Terapêutica32 - A concentração inibitória mínima para organismos sensíveis gram-positivos é de 0,02 a 6 microgramas por ml e para gram-negativos sensíveis de 0,02 a 8 microgramas por ml.

Duração da ação - Em média de 6 a 8 horas, dependendo do clearance renal29. Em insuficiência renal30, as doses devem ser ajustadas.

Eliminação - Renal29, tanto por filtração como por secreção tubular, e pela bile33. No leite materno são excretadas pequenas quantidades. O clearance renal29 está diminuído em recém-nascidos, exigindo portanto reajuste nas doses.

Indicações de Parenzyme Ampicilina

PARENZYME AMPICILINA é indicado para o tratamento de infecções34 causadas por bactérias Gram-positivas e Gram-negativas sensíveis à ampicilina.É considerado como antibiótico de primeira escolha em infecções34 causadas pelos seguintes microorganismos: Enterococcus faecalis, Listeria monocytogenes, Haemophillus, Escherichia coli, Proteus mirabilis, Salmonella typhi, Salmonella sp. Para os seguintes microorganismos é considerado como alternativa: Streptococcus agalactiae, Neisseria meningitidis, Neisseria gonorrhoeae, Peptostreptococcus, Fusobacterium, Clostridium, Acinetobacter, Erysipelothrix, Fucospirochetes.
Estas indicações devem ser confrontadas com os índices de resistência e sensibilidade locais, principalmente  em relação ao Haemophillus influenzae tipo B e à Escherichia coli.

Contra-Indicações de Parenzyme Ampicilina

PARENZYME AMPICILINA é contra-indicado a pacientes sensíveis às penicilinas e cefalosporinas, e deve  ser utilizado com precaução em pacientes com história de asma35, alergia36, urticária37, febre do feno38, diarréia7, colite39 ulcerativa, enterite regional, colite39 pseudomembranosa e na difunção renal29.
Podem ocorrer reações cruzadas com cefalosporinas.

Precauções de Parenzyme Ampicilina

Pessoas alérgicas às penicilinas não devem fazer uso da ampicilina; portadores de asma35, eczema40 e febre do feno38 são os mais sujeitos às reações alérgicas.  A absorção da ampicilina oral é prejudicada pela presença de alimentos no estômago2. Recomenda-se, portanto,  sua ingestão com o estômago2 vazio (1 hora antes ou 2 horas após as refeições) com um copo de água cheio (240ml). Pacientes gastrectomisados não apresentam diminuição da absorção, ao contrário daqueles com icterícia41 obstrutiva.
Pacientes com mononucleose42,  leucemia43 linfóide e hiperuricemia tratados com alopurinol devem evitar o uso da ampicilina pelo risco de desenvolver "rash44"cutâneo45.
Pacientes utilizando anticoncepcionais hormonais devem ser advertidos da possibilidade de diminuição do seu efeito.
Na ocorrência de diarréia7 severa, o paciente deve consultar seu médico antes de utilizar um antidiarréico. Se a diarréia7 for branda, antidiarréicos contendo Caolim ou Atapulgita podem ser usados, porém antidiarréicos antiperistálticos devem ser evitados.
Em infecções34 estreptocócicas, não se deve suspender o uso de PARENZYME AMPICILINA antes de 10 dias de tratamento.
Uso na gravidez1: A ampicilina atravessa a barreira placentária sendo encontrada tanto no feto46 como no líquido amniótico26. A segurança de seu uso durante a gravidez1 não foi estabelecida. A ampicilina não deve ser utilizada por mulheres grávidas, a menos que, a julgamento do médico, os efeitos benéficos esperados sejam substancialmente superiores aos riscos potenciais para o feto46.          
Uso na lactação47: A ampicilina deve ser administrada com cautela em mulheres que estão em fase de amamentação48, pois é excretada em pequenas quantidades no leite materno. Eventualmente podem ocorrer no lactente49 reações alérgicas, diarréia7, infecções34 fúngicas50 e "rash44"cutâneo45.
Uso na geriatria: pacientes idosos são mais susceptíveis de sofrerem uma disfunção renal29, prejudicando assim a eliminação da ampicilina. Um ajuste da dose pode ser necessário.

Interações Medicamentosas de Parenzyme Ampicilina


-    Alopurinol: o uso concomitante com ampicilina pode aumentar o risco de "rash44" cutâneo45 especialmente em pacientes hiperuricêmicos.
-    Cloranfenicol, eritromicina, sulfonamidas e tetraciclinas: esses medicamentos bacteriostáticos podem interferir com o efeito bactericida da ampicilina. Em alguns casos, no entanto, a necessidade clínica pode exigir a associação.
-    Anticoncepcionais orais estrogênicos: podem ter sua eficácia diminuída devido à estimulação do metabolismo51 dos estrogênios ou à redução da circulação52 entero-hepática53 dos estrógenos. O uso prolongado apresenta maior risco de interação. É aconselhável o uso de outros métodos anticoncepcionais durante o uso da ampicilina.
-    Probenecida: o uso concomitante com a ampicilina, diminui a secreção tubular renal29 da ampicilina, com consequente aumento e manutenção de níveis séricos, prolongamento da vida média e aumento do risco de toxicidade54. Ampicilina e probenecida são frequentemente usadas em associação para o tratamento de doenças transmitidas sexualmente ou em infecções34 que necessitem de alta ou prolongada concentração sérica e tissular55.
-    Metotrexato: o concomitante uso com penicilinas resulta na diminuição do clearance do metotrexato e aumento de sua toxicidade54. Os pacientes que se utilizam desta terapêutica32, devem ser monitorizados rigorosamente.
-     Aminoglicosídeos: testes "in vitro" resultam na inativação mútua dos aminoglicosídeos e penicilinas. Se for necessária a administração concomitante, esta deve ser distanciada de pelo menos 1 hora entre a tomada do aminoglicosídeo e da ampicilina.

Interferências em Exames Laboratoriais de Parenzyme Ampicilina

Altas concentrações de penicilina podem  produzir resultados falso-positivos de glicose56 na urina15 pela utilização de testes com sulfato de cobre (Benedict's, Clinitest, ou Fehling's); testes com glicose56 enzimática não  são afetados (Clinitex ou Testape).Com menor frequência, pode ocorrer também o aumento de transaminases glutâmico - pirúvica e  oxalacética.
A concentração de estrona conjugada pode ser transitoriamente diminuída em mulheres grávidas com a administração de ampicilina.

Reações Adversas de Parenzyme Ampicilina

As reações mais comuns são diarréia7, náuseas9, vômitos10, dor de cabeça11, candidíase12 oral e candidíase12 vaginal. Podem ainda ocorrer erupções ou "rash44" cutâneo45, de natureza urticariforme ou maculopapular57, aparecendo em geral, após cerca de uma semana de uso. Mais raramente podem ocorrer colite39 pseumembranosa e febre3.
Pacientes com mononucleose42 ou portadores de leucemia43 linfóide desenvolvem "rash44" cutâneo45 com o uso da ampicilina. Existe controvérsia quanto a causa dessa reação cutânea58 provocada pela ampicilina, pois pode ocorrer o desaparecimento completo do "rash44"com a continuidade do tratamento, fortalecendo a hipótese de uma reação tóxica ao invés de alergia36. Porém, como em muitas ocasiões é impossível distinguir-se entre uma reação alérgica59 e tóxica, deve-se tomar precauções com seu uso, especialmente em pacientes com história de alergia36 a outras penicilinas. Reações alérgicas podem ocorrer principalmente em pessoas sensibilizadas às penicilinas ou naquelas com asma35, eczema40 e febre do feno38.
A  amoxicilina tem sensibilidade cruzada total com a ampicilina; existe reação cruzada também com as outras penicilinas e com cefalosporinas, cefamicinas, griseofulvina e penicilamina.
A exemplo do que se verifica com outras penicilinas, pode ocorrer nefrite60 intersticial61, porém com baixa frequência. Casos de neutropenia62 já foram descritos.
Em pacientes com nível sérico muito elevado foram relatados convulsões, mas em casos raros. Ainda pode ocorrer raramente, dor e escurecimento da língua63.
Uma elevação moderada  na transaminase glutâmica - oxalacética (TGO) tem sido ocasionalmente notada, particularmente em crianças, mas seu significado não é conhecido.
Anemia64, trombocitopenia65, púrpura66 trombocitopênica, eosinofilia67, leucopenia68 e agranulocitose69 têm sido ocasionalmente relatadas durante a terapêutica32 com penicilinas. Estas reações são usualmente reversíveis com a interrupção do tratamento, e acredita-se serem fenômenos de hipersensibilidade.
NOTA: Urticária37, erupções cutâneas70 e reações semelhantes à doença do soro71, podem ser controladas  com  anti-histamínicos e, se necessário, corticosteróides sistêmicos72. Sempre que tais reações ocorrem, o uso da ampicilina deve ser interrompido, a menos que, na opinião do médico, a condição a ser tratada coloque em risco a vida do paciente e somente possa ser erradicada com o uso da ampicilina.

Posologia (Doses Máximas e Mínimas de Parenzyme Ampicilina

A garantia de níveis sanguíneos eficazes em virtude de sua estabilidade no meio gastrintestinal indica a via oral para a administração da ampicilina. Recomenda-se a critério médico e  de acordo com a maior ou menor gravidade da infecção5, a seguinte posologia:
Infecções34                            Adultos*                               Crianças**     
Vias respiratórias           250-500mg a cada 6 horas       25-50mg/Kg/dia em doses iguais a                                                                                       cada 6 a 8 horas  Trato gastrintestinal       500mg a cada 6 horas              50-100mg/Kg/dia em doses iguais a                                                                                          cada 6 a 8 horas  Vias geniturinárias         500mg a cada 6 horas              50-100mg/Kg/dia em doses iguais a                                                                                       cada 6 a 8 horas     Meningite73 bacteriana      8 a 14g  cada 24 horas             100 a 200 mg/Kg/dia      
*   Podem ser necessárias doses maiores para infecções34 graves.
** As doses recomendadas para crianças destinam-se àquelas cujo peso não resulte em doses mais altas que para adultos.

Doses menores que as recomendadas na tabela acima não devem ser utilizadas. Em infecções34 graves, o tratamento poderá prolongar-se por várias semanas, e mesmo doses mais elevadas poderão ser necessárias. Os pacientes devem continuar o tratamento pelo menos por 48 a 72 horas após cessarem todos os sintomas6 ou tornarem-se negativas às culturas. As infecções34 por estreptococos hemolíticos, requerem um mínimo de 10 dias de tratamento para evitar manifestações de febre reumática74 ou glomerulonefrite75. Nas infecções34 crônicas de vias geniturinárias e gastrintestinais são necessárias frequentes avaliações bacteriológicas e clínicas, assim como exames pós-tratamento repetidos por vários meses, para confirmação de cura bacteriológica. Infecção5 por Neisseria gonorrhoeae: Infecções34 uretrais, cervicais, retais e faringeanas em adultos podem  ser tratadas com dose oral única de 3,5g de ampicilina associada a 1,0g de probenecida administrados simultaneamente. Deve-se realizar seguimento, por meio de culturas, de 4 a 7 dias em homens e de 7 a 14 dias em mulheres, após o tratamento. Todos os pacientes com gonorréia76 deveriam ter teste sorológico para sífilis77 na época do diagnóstico78. Pacientes com sorologia negativa, que não apresentam lesão79 suspeita de sífilis77, deveriam fazer seguimento de controle com sorologia mensal durante 4 meses, para detectar possível sífilis77 mascarada pelo tratamento da gonorréia76. Pacientes com gonorréia76, que apresentam sífilis77 concomitante, devem receber tratamento adicional apropriado para sífilis77 de acordo com seu estágio.

Conduta na Superdose de Parenzyme Ampicilina

Quadro clínico - Doses muito elevadas podem provocar convulsões.
Tratamento - Não há antídoto80 específico, sendo o tratamento  realizado de forma sintomática81 e de suporte. A hemodiálise82 é útil na remoção do medicamento.


"VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA."

PARENZYME AMPICILINA - Laboratório

MEDLEY
Rua Macedo Costa, 55
Campinas/SP - CEP: 13080-180
Tel: (19 )744-8324
Fax: (019) 744-8227
Site: http://www.medley.com.br/

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Complementos

1 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
2 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
3 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
4 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
5 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
6 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
7 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
8 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
9 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
10 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
11 Cabeça:
12 Candidíase: É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
13 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
14 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
15 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
16 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
17 Bactéria: Organismo unicelular, capaz de auto-reproduzir-se. Existem diferentes tipos de bactérias, classificadas segundo suas características de crescimento (aeróbicas ou anaeróbicas, etc.), sua capacidade de absorver corantes especiais (Gram positivas, Gram negativas), segundo sua forma (bacilos, cocos, espiroquetas, etc.). Algumas produzem infecções no ser humano, que podem ser bastante graves.
18 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
19 Lise: 1. Em medicina, é o declínio gradual dos sintomas de uma moléstia, especialmente de doenças agudas. Por exemplo, queda gradual de febre. 2. Afrouxamento, deslocamento, destruição de aderências de um órgão. 3. Em biologia, desintegração ou dissolução de elementos orgânicos (tecidos, células, bactérias, microrganismos) por agentes físicos, químicos ou enzimáticos.
20 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
21 Globo ocular: O globo ocular recebe este nome por ter a forma de um globo, que por sua vez fica acondicionado dentro de uma cavidade óssea e protegido pelas pálpebras. Ele possui em seu exterior seis músculos, que são responsáveis pelos movimentos oculares, e por três camadas concêntricas aderidas entre si com a função de visão, nutrição e proteção. A camada externa (protetora) é constituída pela córnea e a esclera. A camada média (vascular) é formada pela íris, a coroide e o corpo ciliar. A camada interna (nervosa) é constituída pela retina.
22 Meninges: Conjunto de membranas que envolvem o sistema nervoso central. Cumprem funções de proteção, isolamento e nutrição. São três e denominam-se dura-máter, pia-máter e aracnóide.
23 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
24 Encefálica: Referente a encéfalo.
25 Sangue do Cordão Umbilical: Sangue do feto. A troca de nutrientes e de resíduos entre o sangue fetal e o materno ocorre através da PLACENTA. O sangue do cordão é o sangue contido nos vasos umbilicais (CORDÃO UMBILICAL) no momento do parto.
26 Líquido amniótico: Fluido viscoso, incolor ou levemente esbranquiçado, que preenche a bolsa amniótica e envolve o embrião durante toda a gestação, protegendo-o contra infecções e choques mecânicos e térmicos.
27 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
28 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
29 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
30 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
31 Neonatos: Refere-se a bebês nos seus primeiros 28 dias (mês) de vida. O termo “recentemente-nascido“ refere-se especificamente aos primeiros minutos ou horas que se seguem ao nascimento. Esse termo é utilizado para enfocar os conhecimentos e treinamento da ressuscitação imediatamente após o nascimento e durante as primeiras horas de vida.
32 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
33 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
34 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
35 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
36 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
37 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
38 Febre do Feno: Doença polínica, polinose, rinite alérgica estacional ou febre do feno. Deve-se à sensibilização aos componentes de polens, sendo que os alérgenos de pólen provocam sintomas clínicos quando em contato com a mucosa do aparelho respiratório e a conjuntiva de indivíduos previamente sensibilizados.
39 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
40 Eczema: Afecção alérgica da pele, ela pode ser aguda ou crônica, caracterizada por uma reação inflamatória com formação de vesículas, desenvolvimento de escamas e prurido.
41 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
42 Mononucleose: Doença de progressão benigna, muito comum, causada pela infecção pelo vírus Epstein-Barr e transmitida pelo contato com saliva contaminada. Seus sintomas incluem: mal-estar, dor de cabeça, febre, dor de garganta, ínguas principalmente no pescoço, inflamação do fígado. Acomete mais freqüentemente adolescentes e adultos jovens.
43 Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.
44 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
45 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
46 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
47 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
48 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
49 Lactente: Que ou aquele que mama, bebê. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
50 Fúngicas: Relativas à ou produzidas por fungo.
51 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
52 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
53 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
54 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
55 Tissular: Relativo a tecido orgânico.
56 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
57 Maculopapular: Erupção cutânea que se caracteriza pelo aparecimento de manchas e de pápulas de tonalidade avermelhada, geralmente observada no sarampo ou na rubéola.
58 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
59 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
60 Nefrite: Termo que significa “inflamação do rim” e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
61 Intersticial: Relativo a ou situado em interstícios, que são pequenos espaços entre as partes de um todo ou entre duas coisas contíguas (por exemplo, entre moléculas, células, etc.). Na anatomia geral, diz-se de tecido de sustentação localizado nos interstícios de um órgão, especialmente de vasos sanguíneos e tecido conjuntivo.
62 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
63 Língua:
64 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
65 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
66 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
67 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
68 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
69 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
70 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
71 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
72 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
73 Meningite: Inflamação das meninges, aguda ou crônica, quase sempre de origem infecciosa, com ou sem reação purulenta do líquido cefalorraquidiano. As meninges são três membranas superpostas (dura-máter, aracnoide e pia-máter) que envolvem o encéfalo e a medula espinhal.
74 Febre reumática: Doença inflamatória produzida como efeito inflamatório anormal secundário a infecções repetidas por uma bactéria chamada estreptococo beta-hemolítico do grupo A. Caracteriza-se por inflamação das articulações, febre, inflamação de uma ou mais de uma estrutura cardíaca, alterações neurológicas, eritema cutâneo. Com o tratamento mais intensivo da faringite estreptocócica, a freqüência desta doença foi consideravelmente reduzida.
75 Glomerulonefrite: Inflamação do glomérulo renal, produzida por diferentes mecanismos imunológicos. Pode produzir uma lesão irreversível do funcionamento renal, causando insuficiência renal crônica.
76 Gonorreia: Infecção bacteriana que compromete o trato genital, produzida por uma bactéria chamada Neisseria gonorrhoeae. Produz uma secreção branca amarelada que sai pela uretra juntamente com ardor ao urinar. É uma causa de infertilidade masculina.Em mulheres, a infecção pode não ser aparente. Se passar despercebida, pode se tornar crônica e ascender, atingindo os anexos uterinos (trompas, útero, ovários) e causar Doença Inflamatória Pélvica e mesmo infertilidade feminina.
77 Sífilis: Doença transmitida pelo contato sexual, causada por uma bactéria de forma espiralada chamada Treponema pallidum. Produz diferentes sintomas de acordo com a etapa da doença. Primeiro surge uma úlcera na zona de contato com inflamação dos gânglios linfáticos regionais. Após um período a lesão inicial cura-se espontaneamente e aparecem lesões secundárias (rash cutâneo, goma sifilítica, etc.). Em suas fases tardias pode causar transtorno neurológico sério e irreversível, que felizmente após o advento do tratamento com antibióticos tem se tornado de ocorrência rara. Pode ser causa de infertilidade e abortos espontâneos repetidos.
78 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
79 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
80 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
81 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
82 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.

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