SARCOTON

MEDLEY

Atualizado em 09/12/2014

SARCOTON
Dissulfiram

Forma Farmacêutica e Apresentação de Sarcoton

Pó oral: embalagem contendo 1 pote de 10g, acompanhado de 1 colher-medida.

USO ADULTO

Composição de Sarcoton

Cada g do pó contém:
Dissulfiram....................0,4g
Excipiente q.s.p....................1,0g
(carbonato de cálcio médio).

Informação ao Paciente de Sarcoton

·    Ação esperada do medicamento: SARCOTON (Dissulfiram) está indicado como auxiliar no tratamento do alcoolismo crônico1. Ele não é a cura para o alcoolismo; simplesmente fornece ao indivíduo um apoio ao seu desejo sincero de parar de beber.·    Cuidados de armazenamento: SARCOTON (Dissulfiram) deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15-30ºC) e ao abrigo da luz e umidade. SARCOTON (Dissulfiram) não deve ser guardado no banheiro ou em outros locais de elevada umidade.
·    Prazo de validade: Não use o medicamento se o seu prazo de validade estiver vencido, o que pode ser verificado na embalagem externa do produto.
·    Gravidez2 e lactação3: Informe seu médico a ocorrência de gravidez2 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe seu médico se está amamentando.
·    Cuidados de administração: SARCOTON(Dissulfiram) só deve ser administrado após 12 horas da última ingestão de álcool pelo paciente. Não deve ser administrado a pacientes em estado de intoxicação alcoólica, ou sem seu total conhecimento.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não tome quantidade maior que a dose estabelecida pelo médico.
·    Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
·    Reações adversas: Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. Informe seu médico caso sinta dor nos olhos4 ou alteração na visão5, dormência6, formigamento, dor ou fraqueza nas mãos7 ou nos pés.
·    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
·    Ingestão concomitante com outras substâncias: SARCOTON (Dissulfiram) pode ser ingerido juntamente com alimentos como sopa, leite e outros.
A ingestão de álcool por indivíduos previamente tratados com Sarcoton (Dissulfiram), dá origem à sinais8 e sintomas9 acentuados, conhecidos como reação dissulfiram-álcool, caracterizados por: sensação de rosto quente, vermelhidão no rosto, dor de cabeça10 intensa, dificuldade de respirar, náusea11, vômitos12, suor, sede, fraqueza, vertigem13, visão5 turva. O rubor facial é substituído por palidez, seguida de queda da pressão arterial14.
A reação dissulfiram-álcool pode ocorrer até 14 dias após a administração de SARCOTON(Dissulfiram) se ocorrer a ingestão de álcool ou de  produtos que contenham álcool.
É necessário que o paciente saiba evitar formas disfarçadas do álcool como molhos, temperos, vinagre, alguns tipos de medicamentos que contenham álcool em sua formulação, como alguns xaropes e até mesmo loções após barba.
·    Contra-indicações e Precauções: SARCOTON(Dissulfiram) é contra-indicado a pacientes sensíveis ao dissulfiram ou outros tiuranos (como os contidos em borrachas, pesticidas e fungicidas).
Informe seu médico caso você tenha apresentado uma das seguintes situações: dermatite15 de contato eczematosa alérgica, distúrbios cardiovasculares, depressão, diabetes mellitus16, epilepsia17 ou outras alterações convulsivas, mau funcionamento hepático ou cirrose18, hipotireoidismo19, psicoses, insuficiência20 pulmonar severa, disfunção renal21.
Informe  seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início  ou durante o tratamento com SARCOTON(Dissulfiram).
·    NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE22.

Informação Técnica de Sarcoton

O dissulfiram, por si, é uma substância relativamente não tóxica. Entretanto, altera de forma acentuada o metabolismo23 intermediário do álcool e causa aumento da concentração sanguínea de acetaldeído em até 5 a 10 vezes o nível obtido quando o etanol é ministrado a um indivíduo que não recebeu tratamento prévio com dissulfiram.
Normalmente o acetaldeído é produzido como resultado da oxidação inicial do etanol pela desidrogenase alcoólica do fígado24. Após a administração do dissulfiram, ocorre inativação irreversível da enzima25 aldeído desidrogenase e a concentração de acetaldeído sobe.
A ingestão de álcool por indivíduos previamente tratados com dissulfiram, dá origem à sinais8 e sintomas9 acentuados (reação dissulfiram-álcool), cuja maior parte é atribuída ao aumento resultante na concentração de acetaldeído no corpo. Os sinais8 e sintomas9 atribuídos à reação dissulfiram-álcool são: sensação de rosto quente,  rubor facial, cefaléia26 intensa, dificuldade respiratória, náuseas27, vômitos12, sudorese28, sede , dor torácica, fraqueza, vertigem13, turvação visual, confusão. Estas reações são seguidas de palidez e hipotensão29.
A resposta hipotensiva ocorre provavelmente pela inibição da síntese de norepinefrina pelo principal metabólito30 do dissulfiram, o dietilditiocarbamato.
A duração da reação dissulfiram - álcool dura 30 minutos a várias horas e sua intensidade varia de indivíduo para indivíduo, sendo geralmente proporcional à quantidade de álcool ingerida, à dose de dissulfiram e ao tempo transcorrido desde sua administração.

Farmacocinética

Absorção: 80 a 90% da dose oral é absorvida lentamente pelo trato gastrintestinal.
Biotransformação: Hepática31.
Início da ação: Uma única dose de dissulfiram começará a produzir efeito sobre o metabolismo23 do etanol dentro de 1 a 2 horas.
Duração da ação: A reação dissulfiram-álcool pode ocorrer até 14 dias decorridos após a última dose de dissulfiram.
Eliminação: Principalmente renal21, como metabólitos32. Alguns dos metabólitos32 são exalados na forma de dissulfeto de carbono. Mais de 20%  da dose poderá permanecer no organismo por um período de uma semana ou mais. Aproximadamente 5 a 20% da dose é eliminada inalterada nas fezes.

Indicações de Sarcoton

SARCOTON(Dissulfiram) é indicado como coadjuvante33 no tratamento do alcoolismo crônico1.

Contra-Indicações de Sarcoton

Hipersensibilidade ao dissulfiram, a outros derivados tiuranos, ou a qualquer componente da fórmula.
A relação risco-benefício da terapêutica34 com SARCOTON(Dissulfiram) deve ser avaliada nas seguintes situações: dermatite15 de contato eczematosa alérgica, distúrbios cardiovasculares, depressão, diabetes mellitus16, epilepsia17 ou outras alterações convulsivas, mau funcionamento hepático ou cirrose18, hipotireoidismo19, psicoses, insuficiência20 pulmonar severa, disfunção renal21.

Advertências de Sarcoton

Pacientes sensíveis a outros derivados tiuranos (como os utilizados na fabricação de borrachas, pesticidas e fungicidas) podem ser também sensíveis ao dissulfiram.Gravidez2: alguns casos de defeitos congênitos35 foram relatados em crianças de mães que receberam dissulfiram durante a gravidez2. Estudos relataram embriotoxicidade do dissulfiram em animais. Com isso, a segurança do uso da droga durante a gravidez2 ainda não foi determinada e portanto, a terapêutica34 com dissulfiram em mulheres grávidas, deve ser avaliada pelo médico quanto a relação risco-benefício.
Lactação3: não há estudos que comprove a segurança do produto durante a lactação3. O médico deverá optar pela interrupção do tratamento ou a suspensão da amamentação36.
SARCOTON(Dissulfiram) só deve ser administrado após 12 horas da última ingestão de álcool pelo paciente. Não deve ser administrado a pacientes em estado de intoxicação alcoólica, ou sem seu total conhecimento.

Interações Medicamentosas de Sarcoton

O uso de álcool ou produtos que contenham álcool até 14 dias após a terapia com dissulfiram resultará na reação dissulfiram - álcool.
A administração pré-operatória crônica de inibidores de enzimas hepáticas37, tal  como o dissulfiram, pode diminuir a depuração plasmática e prolongar a duração de ação de alfentanila.
O metabolismo23 da bacampicilina produz uma baixa concentração plasmática de álcool e acetaldeído; apesar de o risco de interação dissulfiram - álcool ser mínimo, se o uso concomitante for inevitável, este deve ser bem monitorado. É possível  ocorrer uma reação similar com a associação amoxicilina e clavulanato.
O efeito anticoagulante38 de cumarínicos ou derivados da indandiona, pode ser potencializado com o uso concomitante de dissulfiram. Um ajuste da dose dos anticoagulantes39, baseado na determinação do tempo de protrombina40, pode ser necessário durante o uso concomitante.
O uso de anticonvulsivantes hidantoínicos, especialmente fenitoína,  juntamente com dissulfiram, poderá aumentar a concentração plasmática dos hidantoínicos, possibilitando seu efeito tóxico. Se o uso concomitante for necessário, a concentração plasmática do anticonvulsivante deve ser obtida antes e durante o tratamento com dissulfiram, ajustando-se a dose adequadamente.
O uso concomitante com antidepressivos tricíclicos, principalmente amitriptilínicos, pode causar delírio41 transitório.
A exposição aos vapores de dibrometo de etileno durante a terapêutica34 com dissulfiram, pode resultar em uma reação tóxica.
O uso concomitante de dissulfiram com inibidores de enzimas hepáticas37 pode potencializar seu efeito; com medicamentos hepatotóxicos, pode aumentar o potencial hepatotóxico.
O uso com isoniazida, pode resultar num aumento de incidência42 de efeitos no sistema nervoso central43, como convulsões, incoordenação, irritabilidade ou insônia; uma redução da dose ou mesmo a descontinuidade da terapêutica34 com dissulfiram  pode ser necessária.
O uso concomitante de dissulfiram e metronidazol pode resultar em reações psicóticas e confusão devido a toxicidade44 combinada; o uso concomitante de metronidazol não é recomendado até 2 semanas decorridas da terapêutica34 com dissulfiram.
O uso com midazolam pode diminuir o metabolismo23 de primeira-passagem e a eliminação de midazolam pelo fígado24, possibilitando um aumento da concentração plasmática de midazolam.
O uso de medicamentos neurotóxicos durante a terapêutica34 com dissulfiram pode aumentar o potencial neurotóxico.
O ácido ascórbico pode interferir com a reação álcool-dissulfiram.    
A exposição a solventes orgânicos ingeridos ou inalados, podendo conter álcool, acetaldeído, paraldeído ou estrutura análoga, poderá resultar na reação dissulfiram - álcool.
O uso concomitante de paraldeído com dissulfiram não é recomendado, devido ao aumento da concentração sanguínea do paraldeído e acetaldeído.
O uso concomitante de medicamentos depressores do sistema nervoso central43 e dissulfiram pode potencializar este efeito depressor.

Interferências em Exames Laboratoriais de Sarcoton

A concentração sérica de colesterol45 pode aumentar com dose de 500mg de dissulfiram ao dia. A concentração urinária do ácido vanililmandélico (VMA) pode diminuir durante a terapêutica34 com dissulfiram.

Reações Adversas de Sarcoton

As reações adversas descritas a seguir, merecem atenção médica:
    Com incidência42 menos freqüente: neurotoxicidade, incluindo neurite46 óptica (dor nos olhos4 ou sensibilidade ou alguma alteração da visão5); neurite46 periférica ou polineurite (dormência6, formigamento, dor ou fraqueza nas mãos7 ou nos pés); reações psicóticas.
    NOTA: A neurotoxicidade é geralmente reversível quando o uso de dissulfiram é descontinuado.
    Com incidência42 rara: encefalopatia47, hepatite48.
    As reações adversas descritas a seguir, não merecem atenção médica, a menos que persistam ou se forem  incômodas:
    Com incidência42 mais freqüente: sonolência
    Com incidência42 em menor freqüência ou rara: dor de cabeça10, impotência49, gosto de alho ou metálico na boca50, "rash51" cutâneo52 ou fadiga53.

Posologia (Doses Máximas e Mínimas de Sarcoton

Administrar no primeiro dia de tratamento, 2 (duas) colheres-medida rasas - aproximadamente 1 g do pó - 1(uma) vez ao dia. Nos dias seguintes, administrar 1  (uma) colher-medida rasa - aproximadamente 500mg do pó - 1(uma) vez ao dia, durante semanas ou meses, até o paciente perder por completo a vontade de ingerir bebidas alcoólicas, ou então a critério médico.
NOTA: A posologia não deve exceder a 500 mg de dissulfiram diariamente.
* Cada grama54 do pó, contém 400 mg de Dissulfiram

Superdose e Tratamento da Reação de Sarcoton

SARCOTON - álcool:

Em reações severas, deve-se instituir tratamento do choque55 e medidas para a restauração da pressão sangüínea56. Outras recomendações incluem: oxigênio, mistura carbogênica (95% de oxigênio e 5% de gás carbônico) e sulfato de efedrina por via intravenosa. Deve-se monitorizar a curva de ECG e os níveis séricos de potássio. Fenotiazínicos nunca devem ser utilizados porque podem exacerbar a hipotensão29.

Pacientes idosos: Não há informações disponíveis quanto ao efeito do dissulfiram em pacientes idosos. Entretanto, pacientes com idade avançada são mais prováveis de sofrerem alguma disfunção renal21, devendo-se ter cautela durante a terapêutica34 com dissulfiram. Ainda, pacientes idosos com doenças cardíacas ou cerebrovasculares, podem não tolerar a hipotensão29 resultante da reação dissulfiram - álcool, como também, pacientes mais jovens.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA - SÓ PODE SER SER VENDIDO              COM RETENÇÃO DE RECEITA.

SARCOTON - Laboratório

MEDLEY
Rua Macedo Costa, 55
Campinas/SP - CEP: 13080-180
Tel: (19 )744-8324
Fax: (019) 744-8227
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Complementos

1 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
4 Olhos:
5 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
6 Dormência: 1. Estado ou característica de quem ou do que dorme. 2. No sentido figurado, inércia com relação a se fazer alguma coisa, a se tomar uma atitude, etc., resultando numa abulia ou falta de ação; entorpecimento, estagnação, marasmo. 3. Situação de total repouso; quietação. 4. No sentido figurado, insensibilidade espiritual de um ser diante do mundo. Sensação desagradável caracterizada por perda da sensibilidade e sensação de formigamento, e que geralmente ocorre nas extremidades dos membros. 5. Em biologia, é um período longo de inatividade, com metabolismo reduzido ou suspenso, geralmente associado a condições ambientais desfavoráveis; estivação.
7 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
8 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
9 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
10 Cabeça:
11 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
12 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
13 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
14 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
15 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
16 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
17 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
18 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
19 Hipotireoidismo: Distúrbio caracterizado por uma diminuição da atividade ou concentração dos hormônios tireoidianos. Manifesta-se por engrossamento da voz, aumento de peso, diminuição da atividade, depressão.
20 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
21 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
22 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
23 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
24 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
25 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
26 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
27 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
28 Sudorese: Suor excessivo
29 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
30 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
31 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
32 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
33 Coadjuvante: Que ou o que coadjuva, auxilia ou concorre para um objetivo comum.
34 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
35 Defeitos congênitos: Problemas ou condições que estão presentes ao nascimento.
36 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
37 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
38 Anticoagulante: Substância ou medicamento que evita a coagulação, especialmente do sangue.
39 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
40 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
41 Delírio: Delirio é uma crença sem evidência, acompanhada de uma excepcional convicção irrefutável pelo argumento lógico. Ele se dá com plena lucidez de consciência e não há fatores orgânicos.
42 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
43 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
44 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
45 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
46 Neurite: Inflamação de um nervo. Pode manifestar-se por neuralgia, déficit sensitivo, formigamentos e/ou diminuição da força muscular, dependendo das características do nervo afetado (sensitivo ou motor). Esta inflamação pode ter causas infecciosas, traumáticas ou metabólicas.
47 Encefalopatia: Qualquer patologia do encéfalo. O encéfalo é um conjunto que engloba o tronco cerebral, o cerebelo e o cérebro.
48 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
49 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
50 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
51 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
52 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
53 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
54 Grama: 1. Designação comum a diversas ervas da família das gramíneas que formam forrações espontâneas ou que são cultivadas para criar gramados em jardins e parques ou como forrageiras, em pastagens; relva. 2. Unidade de medida de massa no sistema c.g.s., equivalente a 0,001 kg . Símbolo: g.
55 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
56 Pressão sangüínea: Força exercida pelo sangue arterial por unidade de área da parede arterial. É expressa como uma razão (Exemplo: 120/80, lê-se 120 por 80). O primeiro número é a pressão sistólica ou pressão máxima. E o segundo número é a presão diastólica ou mínima.

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