Preço de SUMAX em Cambridge/SP: R$ 30,18

SUMAX

LIBBS

Atualizado em 09/12/2014

SUMAX ®



Succinato de sumatriptana

Comprimidos revestidos 25 mg, 50 mg ou 100 mg

Solução injetável 6 mg/0,5 mL

Solução spray nasal 10 mg/0,1 mL


USO ADULTO

USO ORAL (comprimidos revestidos)

USO SUBCUTÂNEO1 (solução injetável)

USO INTRANASAL (solução spray nasal)

Formas Farmacêuticas e Apresentações de Sumax

Comprimidos revestidos contendo 25 mg de sumatriptana. Embalagens com 4 comprimidos

revestidos.

Comprimidos revestidos contendo 50 mg ou 100 mg de sumatriptana. Embalagens com 2

comprimidos revestidos.

Solução injetável contendo uma dose de 6 mg de sumatriptana. Embalagem com 1 seringa2 de

vidro contendo 0,5 mL de solução (uma dose).

Solução spray nasal contendo 10 mg de sumatriptana por dose (0,1 mL). Embalagem com 1

frasco spray com 2 doses de 0,1 mL cada.

Composição de Sumax

Cada comprimido revestido de SUMAX ® 25 mg contém:

succinato de sumatriptana.......................................................................................................35 mg

(equivalente a 25 mg de sumatriptana)

Excipientes q.s.p........................................................................................... 1 comprimido revestido

(celulose microcristalina, estearato de magnésio, croscarmelose sódica, povidona, macrogol,

metacrilato de dimetilaminoetila e dióxido de silício coloidal).


Cada comprimido revestido de SUMAX ® 50 mg contém:

succinato de sumatriptana........................................................................................................70 mg

(equivalente a 50 mg de sumatriptana)

Excipientes q.s.p............................................................................................ 1 comprimido revestido

(celulose microcristalina, corante vermelho eritrosina, estearato de magnésio, croscarmelose

sódica, povidona, macrogol, metacrilato de dimetilaminoetila e dióxido de silício coloidal).


Cada comprimido revestido de SUMAX ® 100 mg contém:

succinato de sumatriptana......................................................................................................140 mg

(equivalente a 100 mg de sumatriptana)

Excipientes q.s.p............................................................................................ 1 comprimido revestido

(celulose microcristalina, corante vermelho eritrosina, estearato de magnésio, croscarmelose

sódica, povidona, macrogol, metacrilato de dimetilaminoetila e dióxido de silício coloidal).


Cada dose (0,5 mL) de SUMAX ® INJETÁVEL contém:

succinato de sumatriptana.......................................................................................................8,4 mg

(equivalente a 6 mg de sumatriptana)

Veículos q.s.p. (água para injeção3 e cloreto de sódio)............................................................ 0,5 mL


Cada dose (0,1mL) de SUMAX ® NASAL contém:

succinato de sumatriptana.........................................................................................................14 mg

(equivalente a 10 mg de sumatriptana)

Veículos q.s.p. (água deionizada e cloreto de benzalcônio).....................................................0,1 mL


Informações ao Paciente de Sumax

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

SUMAX ® é um medicamento que tem como substância ativa, a sumatriptana, que provoca a

contração dos vasos sanguíneos4 do cérebro5, sem alterar o fluxo de sangue6 cerebral. Acredita-se

que a dilatação ou a formação de inchaço7 desses vasos esteja relacionada ao mecanismo

causador de enxaqueca8 no ser humano.



POR QUE ESTE MEDICAMENTO FOI INDICADO?

SUMAX ® age no alívio das crises de enxaqueca8, mas não previne ou reduz o número de crises

que você tem. Você deve usar SUMAX ® apenas para tratar uma crise atual.



QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Contra-indicações

SUMAX ® é contra-indicado em caso de hipersensibilidade conhecida a qualquer componente de

sua formulação.



Advertências e Precauções

Avise seu médico a respeito das seguintes informações, antes de usar SUMAX ®:

Está grávida ou pretende engravidar, ou está amamentando.

Apresenta crise de enxaqueca8 diferente das usuais.

Utiliza medicamentos que contêm ergotamina ou diidroergotamina.

Utiliza ou utilizou nas últimas 2 semanas, particularmente, medicamentos que contêm

inibidores da MAO9 (eles não devem ser usados ao mesmo tempo com SUMAX ®).

Apresenta alergia10 aos antibióticos à base de sulfonamida.

Sofre de colite11 isquêmica.

Sente falta de ar, dor ou aperto no peito12 (que pode ou não se espalhar para o maxilar ou

braços).

Já teve ataque cardíaco.

Tem pressão alta, algum problema cardíaco ou sofre de angina13 (dor no peito12).

Já teve ou já lhe foi dito que pode vir a ter um acidente vascular cerebral14 (AVC).

Tem a doença de Raynaud15 (doença nos vasos periféricos das pernas), ou possui frio,

dormência16 ou pontadas nas mãos17 e pés.

Possui alto risco de apresentar problemas no coração18. Você poderá ter propensão a ter

problemas cardíacos no caso das seguintes condições: homem com mais de 40 anos de

idade, mulher que já passou da menopausa19, seja obeso, sofra de diabetes20, tenha pressão alta,

seja fumante, apresenta história familiar de doença cardíaca.

Tem doenças no fígado21 ou rins22.

Já teve ataques epilépticos ou convulsões, ou apresenta propensão para estes problemas;

Tem idade inferior a 18 anos ou mais de 65 anos de idade.

Durante o uso de SUMAX ® você pode vir a apresentar sonolência. Antes de dirigir veículos ou

operar máquinas perigosas, certifique-se que está com suas habilidades normais.



Interações com outros medicamentos, alimentos e testes laboratoriais

Avise seu médico de qualquer outra medicação que esteja usando ou que tenha usado

recentemente, inclusive fitoterápicos (remédios à base de plantas), suplementos dietéticos como

vitaminas, ferro ou cálcio.



Interação com exames laboratoriais: se você tiver que realizar algum exame de sangue6 para

verificar o seu fígado21, avise seu médico que você utiliza SUMAX ®, pois pode afetar os resultados

de seus exames.



Risco de uso por via de administração não recomendada: Este medicamento deve ser

administrado somente pela via recomendada. Não há estudos dos efeitos de administração pelas

vias não recomendadas. Portanto, para segurança e eficácia deste medicamento, a administração

deve ser feita conforme estritamente indicado para cada forma farmacêutica (vide “Como devo

usar este medicamento?”).



GRUPOS DE RISCO

Gravidez23 e lactação24

Informe seu médico a ocorrência de gravidez23 na vigência do tratamento ou após o seu término.

Informar ao médico se está amamentando. Para minimizar a exposição à criança, as mães não

devem amamentar por 24 h após terem usado SUMAX ®.

Este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas sem orientação médica.

Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez23.

Uso pediátrico: Não foram estabelecidas a eficácia e segurança para uso em menores de 18

anos de idade.

Pacientes Idosos: Pela falta de dados clínicos sobre o uso da sumatriptana em idosos, não é

recomendado seu uso em maiores de 65 anos de idade.

Este medicamento é contra-indicado para crianças (abaixo de 18 anos de idade) e idosos

(acima de 65 anos de idade).

Informe ao médico o aparecimento de reações indesejáveis.

Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser prejudicial para a sua

saúde25.


COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do

tratamento.

SUMAX ® deve ser utilizado assim que aparecerem os sintomas26 da enxaqueca8, embora possa

ser usado a qualquer momento durante a crise. Não utilize outra dose de SUMAX ® caso a

primeira dose não tenha aliviado seus sintomas26. Você pode tomar sua medicação usual para

dores de cabeça27, desde que não contenha ergotamina ou diidroergotamina.

Você poderá tomar uma segunda dose de SUMAX ® no caso da primeira dose ter aliviado

parcialmente seus sintomas26 de enxaqueca8, ou caso os sintomas26 tenham retornado após melhora

inicial. O intervalo entre as doses deve ser maior que 2 horas.

SUMAX ® somente deve ser utilizado após o aparecimento da crise de enxaqueca8, não devendo

ser usado para prevenir o aparecimento das enxaquecas28.

Não use medicamentos que contenham ergotamina ou diidroergotamina até 6 horas após ter

usado SUMAX ® e não use SUMAX ® até pelo menos 24 h depois de ter usado qualquer

medicamento com ergotamina ou diidroergotamina.



SUMAX ® comprimidos revestidos: O comprimido de SUMAX ® deve ser ingerido inteiro com

água e não deve ser partido ou mastigado.



SUMAX ® solução nasal


FORMA DE REALIZAR A APLICAÇÃO NASAL




1. Permaneça sentado (a) para aplicar o medicamento. Assue o nariz29

antes da aplicação.


2. Mantenha a cabeça27 ereta e tampe uma narina com o dedo. Respire

normalmente pela boca30.



3. Segure o aplicador com a outra mão9, conforme indicado no desenho

ao lado. Insira o tubo nasal na narina aberta, até cerca de 1 cm, sem

pressionar o botão.



4. Permaneça com sua cabeça27 ereta, feche a

boca30 e pressione o botão liberando o spray.



5. Retire o tubo de sua narina. Permaneça com sua cabeça27 ereta por alguns segundos. Inspire

pelo nariz29 e expire pela boca30. (Não inspire profundamente).


SUMAX ® solução injetável


FORMA DE REALIZAR A APLICAÇÃO SUBCUTÂNEA31


1. Retire a seringa2 da embalagem.

2. Retire cuidadosamente a tampa de borracha que protege a agulha.

3. Selecione o lado externo do braço ou da coxa32, que são os menos sensíveis.

4. Desinfete o local com álcool.

5. Faça uma prega na pele33, como mostrado nas figuras A ou C.

6. Introduza rapidamente a seringa2 na prega da pele33, em ângulo levemente inclinado, não rente à

pele33 e nem em ângulo reto34, como nas figuras B ou D.

7. Puxe um pouco o êmbolo35. Se entrar sangue6 na seringa2 você encontrou uma veia. Faça então

uma nova perfuração.

8. Injete o líquido.

9. Retire a agulha.

10. Esta seringa2 é descartável, não devendo ser reutilizada.




Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do

tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto

do medicamento.

Este medicamento não pode ser partido ou mastigado.


QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR?

Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.

Na ocorrência de qualquer dos sintomas26 abaixo, pare de usar SUMAX ® e procure seu médico

imediatamente: dor ou sensação de dormência16; calor; sensação de peso ou pressão em qualquer

parte do corpo incluindo o peito12 e a garganta36. Esses sintomas26 podem ser intensos, mas

geralmente passam rápido. Se eles persistirem e se tornarem severos, avise seu médico

imediatamente, pode ser sinal37 de um ataque cardíaco.

Na ocorrência de algumas das reações abaixo, não há necessidade de parar de usar SUMAX ®,

mas você deve avisar seu médico da ocorrência delas numa próxima consulta: cansaço ou

sonolência; tontura38; confusão ou sensação de cabeça27 leve; batida do coração18 atipicamente muito

lenta ou rápida, ou sensação de batimentos cardíacos irregulares ou fortes; sensação de

fraqueza, náusea39, vômito40; redução na audição; rubor (vermelhidão da face41), distúrbios visuais ou

perda de coloração dos dedos dos pés ou das mãos17. Entretanto, no caso de ocorrência de

descoloração roxa persistente dos pés e das mãos17, pare de tomar o medicamento e avise seu

médico imediatamente.



O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA GRANDE QUANTIDADE DESTE MEDICAMENTO?

Se você acidentalmente exceder a dose máxima diária permitida, contate imediatamente seu

médico, levando a bula e a embalagem de SUMAX ®.



ONDE E COMO DEVO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Este medicamento deve ser conservado em temperatura ambiente, entre 15°C e 30°C, protegido

da luz e umidade.

Informações Técnicas Aos Profissionais de Saúde25 de Sumax

Descrição de Sumax

SUMAX ® tem como princípio ativo o succinato de sumatriptana, quimicamente denominado de

succinato de [3-(2-dimetilamino) etil] N-metil-indol-5-metanosulfonamida. Possui fórmula empírica

de C14H21N3O2S.C4H6O4 e peso molecular de 413,5. O succinato de sumatriptana é um pó branco a quase branco, facilmente solúvel em água e salina.

Farmacodinâmica de Sumax

A sumatriptana é um agonista42 específico e seletivo do receptor 5-hidroxitriptamina-1-(5-HT1D),

sem efeito em outros subtipos de receptores 5-HT (5-HT2-7). O receptor vascular43 5HT1D é

encontrado predominantemente nos vasos sangüíneos4 cranianos e controlam a vasoconstrição44.

Estudos em animais demonstraram que a sumatriptana provoca seletivamente a constrição45

arterial dos vasos da carótida, sem alterar o fluxo sangüíneo cerebral. A circulação46 arterial

carótida leva o sangue6 aos tecidos extra e intracranianos, como as meninges47. A enxaqueca8

(hemicrania) é uma síndrome48 caracterizada por acessos de cefalalgia intensa, muitas vezes

unilateral, acompanhada de náuseas49, vômitos50, indisposição geral e até fenômenos visuais que

perduram por tempo variável. A enxaqueca8 parece originar-se da vasodilatação das artérias51

cerebrais. A resposta clínica do paciente à sumatriptana inicia-se 10 a 15 minutos após injeção3

subcutânea31, em torno de 30 minutos após administração oral do comprimido e 15 a 30 minutos

após administração intranasal.


Farmacocinética de Sumax

A biodisponibilidade após administração subcutânea31 é de 96%, ocorrendo em 25 minutos o pico

da concentração sérica, sendo para a dose de 6 mg igual a 71 ng/mL. A meia-vida é de

aproximadamente duas horas. Após a administração oral de 100 mg de sumatriptana, a

biodisponibilidade absoluta é de 14% da dose, devido ao metabolismo52 pré-sistêmico53 e à absorção

incompleta.

A concentração plasmática máxima é alcançada em 0,5 a 5 horas após a administração oral do

comprimido, sendo para a dose de 100 mg igual a 54 ng/mL. A farmacocinética da sumatriptana

oral não parece ser afetada significativamente pelos ataques de enxaqueca8. Durante os ataques

de enxaqueca8 a absorção pode ser retardada ou reduzida por vômitos50 ou estase54 gástrica. A

sumatriptana é muito bem absorvida pela via intranasal. O pico da concentração plasmática é

atingido em 30 minutos após a aplicação, e os benefícios começam a ser sentidos após este

período, sendo máximos entre 60 e 120 minutos.

A meia-vida de eliminação do fármaco55 é de aproximadamente 2 horas.

A ligação às proteínas56 plasmáticas é baixa (14-21%), e o volume médio de distribuição é de 170

litros. O clearance plasmático é da ordem de 1160 mL por minuto e o clearance renal57 de 260 mL

por minuto. O principal metabólito58 é o ácido indolacético, análogo da sumatriptana, presente como

ácido livre e como um conjugado glicurônico, não apresentando atividade 5HT1 ou 5HT2. Não

foram identificados metabólitos59 secundários.

Populações Especiais de Sumax


Insuficiência renal60: O efeito do comprometimento renal57 na farmacocinética da sumatriptana não

foi analisado, mas pequeno efeito clínico pode ser esperado uma vez que a sumatriptana é

extensivamente metabolizada a uma substância inativa.

Insuficiência hepática61: O fígado21 exerce importante papel no clearance pré-sistêmico53 da

sumatriptana administrada via oral. Conseqüentemente, a biodisponibilidade da sumatriptana após

administração oral pode ser marcadamente aumentada em pacientes com doença hepática62. Em

um pequeno estudo com pacientes hepaticamente comprometidos (N=8) igualados em sexo,

idade, e peso aos indivíduos saudáveis; os pacientes com comprometimento hepático

apresentaram cerca de 70 % de aumento na ASC e Cmax e a Tmax antecipada em 40 min

comparada aos indivíduos sadios.

Idade: As farmacocinéticas da sumatriptana oral em indivíduos mais velhos (idade média, 72

anos; 2 homens e 4 mulheres) e em pacientes com enxaqueca8 (idade média, 38 anos; 25 homens

e 155 mulheres) foram similares em homens saudáveis (idade média, 30 anos).

Gênero e raça: Não foram observadas diferenças farmacocinéticas entre homens e mulheres com

relação à ASC, Cmax, Tmax e meia vida. O clearance sistêmico53 e a Cmax da sumatriptana foram

similares em Negros (N=34) e Caucasianos (N=38).


Resultados de Eficácia de Sumax

SUMATRIPTANA INJETÁVEL

Mathew, N.T e col., 1992 realizaram estudo randomizado63, duplo-cego, placebo64-controlado em

242 adultos. Foram administradas via subcutânea31 dosagens de sumatriptana de 1, 2, 3, 4, 6 ou 8

mg ou injeção3 de placebo64. A eficácia foi definida como redução de dor moderada a severa para

ausente ou leve, sem uso de medicamento suporte. Os níveis atingidos de resposta à enxaqueca8,

bem como o alívio dos sintomas26 de náusea39, foram aproximadamente doses-dependente. Os

resultados obtidos na primeira hora foram 24% para o grupo placebo64, 43% para 1 mg, 57% para 2

mg, 57% para 3 mg, 50% para 4 mg, 73% para 6 mg e 80% para 8 mg. Os eventos adversos mais

comuns foram reações no local de aplicação e formigamento. A dose de 6 mg foi tão efetiva

quanto à de 8 mg, porém, foi associada a menos eventos adversos.

Cady, R.K e col. 1991 conduziram dois estudos com grupos paralelos nos Estados Unidos da

América nos quais pacientes adultos foram randomizados para receber 6 mg de sumatriptana

subcutaneamente (n= 734) ou placebo64 (n= 370). Na primeira hora, a sumatriptana foi

significantemente mais efetiva que o placebo64 na redução da dor moderada ou severa a leve ou

ausente (70% vs. 22%); no alívio completo (49% vs. 9%) e na melhora da incapacidade clínica

(76% vs. 34%). A sumatriptana também reduziu náusea39 e fotofobia65 significantemente melhor que

o placebo64. Pacientes com enxaquecas28 residuais receberam outra injeção3; os que tinham recebido

medicação teste receberam uma segunda dose de sumatriptana (n= 187) ou placebo64 (n= 178);

enquanto que os que receberam placebo64 receberam uma segunda injeção3 de placebo64 (n= 335). A

evidência estatística para beneficio de uma segunda injeção3 de sumatriptana é ausente. Os

eventos adversos associados à sumatriptana foram: formigamento, tontura38, sensações de calor e

reação no local de aplicação.

Ensink, F.B e col. 1991 conduziram dois estudos randomizados multicêntricos, duplo-cegos,

controlados com placebo64 para avaliar a eficácia e a tolerabilidade de injeções subcutâneas de

sumatriptana de 1-3 mg e de 1-8 mg, respectivamente, no tratamento da enxaqueca8 aguda. Os

dados apresentados foram compilados de um total de 519 pacientes. Em ambos os estudos, a

eficácia foi definida pela redução da severidade da enxaqueca8 de severa ou moderada a leve ou

ausente. Todos os grupos testes foram significantemente mais efetivos que o placebo64 no alívio

dos sintomas26, e as respostas mostraram-se doses-dependentes; uma resposta efetiva ao

tratamento foi atingida dentro dos 30 minutos em 73% dos pacientes tratados com 6 mg de

sumatriptana e 80% dos pacientes tratados com 8mg; comparados a 22% do grupo placebo64. A

sumatriptana foi bem tolerada e a maioria dos eventos adversos foi leve e transitório. As queixas

mais freqüentes foram irritação e dor no local de aplicação. Não foram observadas alterações em

exames laboratoriais e leituras de ECG.

SUMATRIPTANA COMPRIMIDOS

Winner, P. e col., 2003 conduziram dois estudos idênticos, multicêntricos, randomizados, duplocegos,

controlados com placebos, entre período de maio a novembro de 2000 em adultos (18-65

anos de idade), nos quais foram administradas 50 mg e 100 mg sumatriptana, via oral. Os

pacientes (n1= 354 e n2= 337) foram tratados ao primeiro sinal37 de dor moderada, mas não mais

que 2 horas após o início da medicação teste ou placebo64. A resposta foi definida pelo alívio da dor

até 2 horas após a medicação teste em relação ao placebo64. Significantemente mais pacientes do

grupo teste ficaram completamente livres de dor 3 e 4 horas após tratamento em comparação ao

placebo64 (em 2 horas, 50% e 57% vs. 29%; e em 4 horas, 61% e 68% vs. 30%; ambos p < 0,001).

Também, significantemente mais pacientes do grupo teste ficaram livres de enxaqueca8 (dor

ausente ou associada a sintomas26) em comparação ao placebo64 em 2 h e 4 horas após tratamento

(em 2h, 43% e 49% vs. 24%; em 4h, 54% e 63% vs. 28%; ambos p< 0,001). A incidência66 de todos

os eventos adversos foi baixa tanto no grupo da sumatriptana 50 mg (14% vs. 7% placebo64) como

da sumatriptana 100 mg (16% vs. 14% placebo64).

Pffaffenrath, V. e col., 1997 conduziram estudo multinacional, duplo-cego (n= 1003) no quais os

pacientes receberam três dosagens de sumatriptana (25 mg, 50 mg, 100 mg) ou placebo64, para

tratar até 3 crises de enxaqueca8, e uma segunda dose independentemente randomizada para

enxaqueca8 recorrente. O estudo avaliou a eficácia e a tolerabilidade das três dosagens de

sumatriptana, ficando demonstrado que todas as dosagens de sumatriptana foram superiores ao

placebo64 (p< 0,05) na redução da enxaqueca8 moderada ou severa a leve ou ausente 4 horas após

dose para cada 3 crises tratadas. As dosagens de sumatriptana 50 mg e 100 mg foram superiores

(p< 0,05) à de 25 mg 4 horas após tratamento para duas das três crises. Todas as dosagens de

sumatriptana foram similarmente efetivas no alívio de náusea39 e fotofobia65 ou fonofobia ou ambos e

na redução da incapacidade clínica. A recorrência67 de enxaqueca8 foi evidenciada em proporções

similares entre os grupos de tratamento (35% a 48% após placebo64; 26% a 39% após

sumatriptana). O alívio da enxaqueca8 recorrente 2 horas após a segunda dose da medicação do

estudo ocorreu em porcentagens maiores de pacientes que usaram alguma dose de sumatriptana

comparada aos pacientes que usaram placebo64 para tratar a recorrência67. A incidência66 de eventos

adversos foi similar entre os grupos de sumatriptana 25 mg e 50 mg comparados ao placebo64 e foi

mais baixa em relação ao grupo de sumatriptana 100 mg.

Cutler, N. e col., 1995 realizaram estudo randomizado63, duplo-cego, grupo paralelo, controlado

com placebo64 para avaliar a eficácia e a tolerabilidade da sumatriptana oral em 259 pacientes com

enxaqueca8. Os pacientes receberam dosagens de 25 mg, 50 mg ou 100 mg de sumatriptana oral

ou placebo64 para tratamento da crise de enxaqueca8. Os resultados indicaram que 2 horas após

dose, 50 a 56% dos pacientes dos grupos testes obtiveram alivio da enxaqueca8 (p < 0,05 para

cada grupo teste vs. placebo64) em comparação ao placebo64 (26 %). Após 4 horas da dose, 68 a

71% dos pacientes dos grupos testes obtiveram alivio da enxaqueca8 (p < 0,05 para cada grupo

teste vs. placebo64) em comparação ao placebo64 (38%). A sumatriptana foi similarmente efetiva no

alívio da náusea39 e fotofobia65 e na redução da incapacidade clínica. O padrão e a incidência66 de

eventos adversos não diferiram entre os grupos testes.

Sargent, J. e col, 1995 conduziram estudo randomizado63, duplo-cego, grupo paralelo, controlado

com placebo64 em 187 indivíduos com enxaqueca8, para avaliar a eficácia e a tolerabilidade da

sumatriptana. Os pacientes receberam sumatriptana em dosagens de 25 mg, 50 mg ou 100 mg ou

placebo64, para tratamento da crise de enxaqueca8.

Os resultados demonstraram que 2 horas após dose 52% a 57% dos pacientes tratados com

sumatriptana comparados a 17% do grupo placebo64 obteve alívio da enxaqueca8 (p< 0,05 para

cada grupo teste vs. placebo64). 4 horas após dose, 65% a 78% dos pacientes tratados com

sumatriptana comparados a 19% do grupo placebo64 obtiveram alívio da enxaqueca8 (p< 0,05 para

cada grupo teste vs. placebo64). A sumatriptana foi similarmente efetiva no alívio da náusea39 e

fotofobia65 e na redução da incapacidade clínica. Não foram reportados eventos adversos sérios ou

incomuns. O padrão e a incidência66 de eventos adversos não diferiram entre os grupos de

tratamento teste.

Nappi, G. e col.,1994 realizaram estudo multicêntrico, duplo-cego, grupo paralelo, controlado com

placebo64, para comparar a eficácia e a tolerabilidade da sumatriptana oral na forma de

comprimidos revestidos para tratamento da enxaqueca8 aguda. Os pacientes foram randomizados

(1:2) para receber placebo64 ou sumatriptana. 88 pacientes receberam placebo64 (+dose opcional

após 2 h/enxaqueca8 persistente; +dose opcional 24 h/ enxaqueca8 recorrente) e 162 receberam

sumatriptana 100 mg (+dose opcional 100 mg após 2 h e dose opcional de 100 mg dentro de

24h). A sumatriptana foi significantemente mais efetiva que o placebo64 no alívio da enxaqueca8

(definida pela redução na severidade da dor de severa ou moderada para leve ou ausente) em 2

horas (51% vs. 31%, p= 0,003) e 4 horas (71% vs. 35%, p< 0,001). Menos pacientes do grupo

teste necessitaram de uma segunda dose de medicação comparados ao placebo64 (49% vs. 74%,

p< 0,001). Mais pacientes do grupo teste ficaram livres de dor comparados ao grupo placebo64 tanto

em 2 horas (24% vs. 12%) como em 4 horas (48% vs. 18%). Os pacientes que receberam

sumatriptana reportaram alívio mais rápido da enxaqueca8 em relação ao placebo64. O alívio da

enxaqueca8 nos pacientes tratados com a sumatriptana foi similar, independente do tipo de

enxaqueca8 (com ou sem aura) nos períodos de tratamento ≤ 4h ou > 4 h após início da

enxaqueca8). A sumatriptana foi mais efetiva que o placebo64 no alívio da náusea39, vômito40 e

fotofobia65/fonofobia. Menos pacientes foram avaliados com enxaqueca8 recorrente, e a análise

estatística não foi possível. Mais pacientes tratados com sumatriptana comparados ao placebo64

reportaram eventos adversos (29% vs. 16), porém a diferença não foi significativa ao nível de 5%.

A maioria desses eventos adversos foi de severidade leve a moderada, curta duração e resolvidos

sem tratamento. A sumatriptana não apresentou nenhum efeito clinicamente significante na

pressão sanguínea, batimento cardíaco, eletrocardiograma68 ou resultados de exames laboratoriais.


SUMATRIPTANA INTRANASAL

Vliet, J.A, e col., 2002 conduziram estudo randomizado63, duplo-cego, controlado com placebo64,

pacientes com episódios de enxaqueca8 ou com enxaqueca8 em salvas com duração mínima de

crises de 45 min. Os pacientes receberam uma dose de 20 mg de sumatriptana spray nasal , no

mínimo 24 horas após, ou placebo64. As enxaquecas28 foram classificadas segundo escala de 5

pontos (muito severa, severa, moderada, leve ou ausente) em 5, 10, 15, 20 e 30 minutos. O

principal resultado medido foi a resposta à enxaqueca8 (diminuição da dor muito severa a severa,

ou moderada para leve ou ausente) em 30 minutos. Resultados secundários medidos incluíram

níveis de dor ausente, alivio dos sintomas26 associados, e níveis de eventos adversos. Foram

utilizadas análise múltipla e multivariada para análise estatística. Cinco centros de estudo

selecionaram 118 pacientes nos quais foram tratadas 154 crises: 77 com sumatriptana e 77 com

placebo64. Os níveis de resposta em 30 minutos foram 57% para sumatriptana e 26% para placebo64

(p= 0,002). Os níveis de dor ausente em 30 minutos foram 47% para sumatriptana e 18% para

placebo64 (p= 0,003). A sumatriptana foi superior ao placebo64 considerando a reposta inicial, média

de alívio e alívio de sintomas26 associados. Não houve eventos adversos sérios.

Farmer, K., e col., 2001 conduziu um estudo aberto para avaliar as medidas da função cognitiva69

durante enxaqueca8 aguda, antes e depois do tratamento com sumatriptana spray nasal 20 mg.

Nesse estudo foram avaliadas as funções cognitivas de 28 pacientes através de uma bateria de

avaliações neuropsicológicas computadorizadas sob três condições de pacientes: ausência de

enxaqueca8, enxaqueca8 não tratada e após tratamento com sumatriptana (resultado principal).

Foram medidas resposta à enxaqueca8, ausência de enxaqueca8, porcentagem de eficácia e

incapacidade clinica. A função cognitiva69 (tempo de reação simples, atenção

sustentada/concentração, memória de trabalho70, processamento visual/espacial) e agilidade/fadiga71

foram adversamente afetadas durante a enxaqueca8 comparadas ao desempenho livre de

enxaqueca8 (p< 0,05) e foi rapidamente restaurada após sumatriptana 20 mg spray nasal (p< 0,05).

Enxaqueca8 e ausência de enxaqueca8 foram de 86% e 68%, respectivamente, em 135 minutos

após dose.

Alterações na severidade da dor, incapacidade clínica e porcentagem de eficácia após tratamento

com sumatriptana foram significantemente correlacionadas às medidas das funções cognitivas em

todos subtestes (p< 0,001). A sumatriptana restaurou a função cognitiva69 e incapacidade clínica

relacionada à enxaqueca8.

Peikert, A. e col., 1998 realizaram estudo multicêntrico, randomizado72, duplo-cego, grupo paralelo,

comparando a eficácia e a tolerabilidade de 4 dosagens de sumatriptana spray nasal (2,5; 5; 10 e

20 mg) com placebo64 no tratamento agudo73 de uma crise única de enxaqueca8. No total, 544

pacientes receberam a medicação do estudo como um único spray em cada narina. As avaliações

de eficácia incluíram medidas da severidade da enxaqueca8, incapacidade clínica e a

presença/ausência de sintomas26 associados. A incidência66 de enxaqueca8 recorrente foi também

avaliada. As três dosagens mais altas de sumatriptana (5 mg 49%, 10 mg 46%, 20 mg 64%) foram

significantemente melhores que o placebo64 (25%) no alivio da enxaqueca8 (moderada ou severa

enxaqueca8 para leve ou ausente) 120 minutos após tratamento (p≤ 0,01). A dosagem de 20 mg foi

também significantemente superior às dosagens de 10 mg e 5 mg no mesmo período de tempo (p

< 0,05). A proporção de pacientes livres de enxaqueca8 120 minutos após tratamento também foi

mais alta com a dosagem de 20 mg (42%) em relação às outras dosagens (14-24%, p< 0,005 20

vs. 10 mg) ou placebo64 (11%). A recorrência67 de enxaqueca8 nos pacientes que responderam ao

tratamento inicial foi reportada como 30-41% dos pacientes que receberam sumatriptana,

comparados com 33% dos pacientes do grupo placebo64. A sumatriptana spray nasal foi bem

tolerada, a incidência66 de eventos adversos com cada dosagem de sumatriptana foi similar ao

placebo64 (20-27% e 23%, respectivamente). Com exceção do gosto amargo/ruim, os eventos

adversos foram comparáveis aos reportados com outras vias de administração de sumatriptana.

Ryan, R. e col., 1997 conduziram dois estudos multicêntricos, randomizados, duplo-cegos de

grupos paralelos (n= 409 e 436) em adultos diagnosticados com enxaqueca8 conforme critérios da

sociedade internacional de enxaqueca8 (IHS) utilizando dosagens de sumatriptana spray nasal de

20 mg, 10 mg ou placebo64 (2:1:1) para tratamento de uma crise única de enxaqueca8. Foram

registradas as severidades da enxaqueca8 (ausente, leve, moderada e severa) em intervalos prédose

e em intervalos pós-dose pré-determinados; período de tempo significativo de alivio;

incapacidade clínica (nenhuma incapacidade, leve, incapacidade severa, requerendo repouso);

presença/ausência de náusea39, fotofobia65, e fonofobia; e ocorrência de eventos adversos. Duas

horas após dose nos dois estudos, a dor basal severa ou moderada foi reduzida para leve ou

ausente em 62 % a 63% dos pacientes tratados com sumatriptana 20 mg, 43 a 54% com

sumatriptana 10 mg, e 29 a 35% do grupo placebo64 (p < 0,05 20 mg vs. placebo64 para ambos os

estudos e 10 mg vs. placebo64 para o estudo 1). A duração do alivio relativo ao placebo64 começou

nos primeiros 15 minutos pós-dose (sumatriptana 20 mg, estudo 2). Incapacidade clínica em 2

horas pós-dose foi reportada como leve ou normal em 72 a 74 % dos pacientes tratados com

sumatriptana 20 mg, 56 a 68% dos pacientes tratados com sumatriptana 10 mg, e 47 a 53% com

placebo64 (p < 0,05 20 mg vs. placebo64 em ambos os estudos). Níveis de eficácia similares foram

observados para náusea39, fotofobia65 e fonofobia. O evento adverso mais comum nos grupos testes

foi alteração de paladar74 (amargo, acido ou sem gosto).


Indicações de Sumax

Tratamento das crises agudas de enxaqueca8, acompanhadas ou não de distúrbios visuais,

sensitivos ou de vômitos50. Não deve ser usado como profilático.


Contra - Indicações de Sumax

Hipersensibilidade a qualquer componente da fórmula, isquemia75 cardíaca, infarto do miocárdio76

pré-existente; angina13 instável e estável ou angina13 de Prinzmetal, hipertensão77 não controlada ou

doença vascular periférica78.

A sumatriptana é contra-indicada em pacientes com história de acidente vascular cerebral14 (AVC)

ou ataque isquêmico79 transitório (AIT).

O uso de sumatriptana está contra-indicado em pacientes sob tratamento com inibidores da

monoaminoxidase e outros medicamentos agonistas HT1. A sumatriptana não deve ser utilizada

nas duas semanas que se seguem à interrupção da terapia com um IMAO80.

A sumatriptana não deve ser administrada em pacientes com insuficiência hepática61 grave.

É contra-indicado o uso concomitante de ergotamina ou seus derivados (incluindo a metisergida)

com a sumatriptana.

SUMAX ® não deve ser administrado em pacientes com enxaqueca8 hemiplégica ou basilar.

Modo de Usar e Cuidados de Conservação Depois de Aberto de Sumax


SUMAX ® comprimidos revestidos: O comprimido de SUMAX ® deve ser ingerido inteiro com

água e não deve ser partido ou mastigado.

SUMAX ® solução nasal deve ser aplicado via intranasal.

SUMAX ® solução injetável deve ser aplicado por injeção subcutânea81 no lado externo do braço

ou coxa32.


Posologia de Sumax

SUMAX ® deve ser administrado tão logo se inicie o ataque de enxaqueca8.

SUMAX ® Injetável: SUMAX ® injetável deve ser aplicado somente por via subcutânea31,

observando-se as condições de segurança, preparo e descarte de qualquer formulação injetável.

A dose recomendada para adultos é de 6 mg (0,5 mL) por aplicação, podendo ser aplicada nova

injeção subcutânea81 de 6 mg de sumatriptana após uma hora, no mínimo, da aplicação da primeira

dose. A dose máxima em 24 horas é somente de 2 injeções de 6 mg (12 mg de sumatriptana).

SUMAX ® comprimidos revestidos: a dose recomendada é de um comprimido de 25, 50 ou 100

mg. O médico fará a escolha da dose de acordo com as características de cada paciente, levando

em conta a probabilidade de efeitos adversos proporcionais à dose. Caso a resposta do paciente

à dose inicial for parcial ou em caso de recorrência67 da enxaqueca8, um outro comprimido poderá

ser administrado com um intervalo mínimo de 2 horas, respeitando-se a dose máxima diária de

300 mg. O comprimido deve ser deglutido com água, sem ser mastigado.

SUMAX ® Nasal: SUMAX ® nasal spray (uma dose) deve ser aplicado em uma das narinas, logo

após o início da crise. Se a enxaqueca8 persistir, mesmo que tenha sido obtido algum alívio, uma

segunda dose poderá ser administrada 2 horas após a primeira dose.

Não deve ser aplicada mais que quatro doses de SUMAX ® nasal spray de 10 mg (40 mg de

sumatriptana) num período de 24 horas. Pacientes que não sentirem nenhum alívio da

enxaqueca8, após a primeira dose, não deverão administrar a segunda dose na mesma crise.

Crianças: SUMAX ® não é recomendado para uso em crianças ou pacientes com menos de 18

anos de idade. A segurança e eficácia do uso da sumatriptana em crianças não foram

estabelecidas.

Advertências e Precauções de Sumax

A sumatriptana só deve ser utilizada quando houver um diagnóstico82 claro de enxaqueca8, não está

indicada no manejo da enxaqueca8 hemiplégica, basilar ou oftalmoplégica.

Como em outras terapias das crises agudas de enxaqueca8, deve-se tomar cuidado para excluir

outras condições neurológicas potencialmente graves, antes do tratamento da enxaqueca8 em

pacientes não previamente diagnosticados como portadores de sintomas26 típicos ou atípicos de

enxaqueca8.

Deve-se notar que as pessoas portadoras de enxaqueca8 podem possuir um risco maior para o

desenvolvimento de certos eventos cerebrovasculares (por exemplo, acidente vascular cerebral14,

ataque isquêmico79 transitório).

Após a administração, a sumatriptana pode estar associada a sintomas26 transitórios, como dor e

tensão torácica, que podem ser intensas, e comprometer a garganta36 (vide “Reações adversas”).

Nas situações em que tais sintomas26 podem indicar doença cardíaca isquêmica, deve ser realizada

uma avaliação apropriada.

A sumatriptana não deve ser administrada em pacientes nos quais é provável a ocorrência de

uma doença cardíaca não reconhecida, sem uma avaliação anterior para doença cardiovascular

subjacente. Tais pacientes incluem mulheres após a menopausa19, indivíduos do sexo masculino

com mais de 40 anos de idade e pacientes com fatores de risco para doença da artéria83 coronária.

Entretanto, estas avaliações podem não identificar todos os pacientes que têm doença cardíaca e,

em casos muito raros, eventos cardíacos graves acontecem em pacientes sem doença

cardiovascular subjacente.

A sumatriptana deve ser administrada com precaução em pacientes com hipertensão77 controlada,

pois foram observados, em uma proporção pequena de pacientes, aumentos transitórios na

pressão sangüínea84 e na resistência vascular43 periférica.

Em relatos pós comercialização foram descritos casos raros de pacientes com uma condição

grave conhecida como síndrome serotoninérgica85 com debilidade, hiper-reflexia , falta de

coordenação, diarréia86, alucinações87, vômitos50, aumento da temperatura corpórea e até mesmo

coma88, após a utilização de um inibidor seletivo da recaptação de serotonina (ISRS) ou inibidor

seletivo da recaptação de serotonina/norepinefrina com a sumatriptana. Se o tratamento

concomitante com sumatriptana estiver clinicamente autorizado, aconselha-se observação

apropriada do paciente (vide “Interações medicamentosas”).

A sumatriptana deve ser administrada com precaução em pacientes com condições que possam

influenciar significativamente a absorção, o metabolismo52 ou a eliminação do medicamento, como

por exemplo, insuficiência89 da função hepática62 ou renal57.

A sumatriptana deve ser utilizada com precaução em pacientes com história de atividade epilética

ou outros fatores de risco que reduzam seu limiar convulsivo.

Os pacientes com reconhecida hipersensibilidade às sulfonamidas podem desenvolver uma

reação alérgica90 após a administração de sumatriptana. As reações podem variar de

hipersensibilidade cutânea91 até anafilaxia92. A evidência de sensibilidade cruzada é limitada.

Contudo, deve-se tomar todas as precauções antes de utilizar sumatriptana nestes pacientes.

Reações vasoespásticas prolongadas foram observadas com a ergotamina que, pelo risco de

efeito aditivo, não deve ser usada concomitantemente com SUMAX ®.

SUMAX ® INJETÁVEL não deve ser administrado por via intravenosa, pois pode provocar

vasoespasmo coronário em pacientes suscetíveis e angina13 em pacientes com isquemia75 cardíaca.

As doses recomendadas de SUMAX ® não devem ser ultrapassadas.

Dose máxima em 24 horas: via oral 300 mg, duas injeções de 6 mg (12 mg) ou 4 doses de spray

nasal de 10 mg (40 mg). Intervalo mínimo entre doses é de uma hora para injetável e de duas

horas para comprimidos ou spray nasal. Pode ocorrer sonolência resultante da enxaqueca8 ou do

tratamento com SUMAX ®.



Habilidade de dirigir e operar máquinas

Pode ocorrer o desenvolvimento de sonolência como resultado de enxaqueca8 ou de seu

tratamento com a sumatriptana. Recomenda-se precaução aos pacientes que realizam tarefas

qualificadas como, por exemplo, dirigir veículos ou operar máquinas.



Carcinogênese, mutagênese e comprometimento da fertilidade.

Em estudos carcinogênicos, ratos e camundongos receberam sumatriptana por sonda oral (ratos,

104 semanas) ou na água (camundongos, 78 semanas). A exposição média atingida nos

camundongos que receberam dose mais alta (dose limite de 160 mg/Kg/dia) foi de cerca de 40

vezes a exposição obtida em humanos após máxima dose oral única recomendada de 100 mg.

Dose mais alta administrada aos ratos (160 mg/Kg/dia, reduzida de 360 mg/Kg/dia durante 21

semanas) foi aproximadamente 15 vezes a dose máxima recomendada via oral humana de 100

mg (por mg/m2). Não houve evidência de aumento de tumores nas espécies relacionadas á

administração da sumatriptana.

A sumatriptana não se mostrou mutagênica na presença ou ausência de ativação metabólica

quando testada em ensaios de mutação93 do gene 2 (teste Ames e teste in vitro com hamster

chineses V79/HGPRT). Em dois ensaios citogenéticos (teste in vitro com linfócitos humanos e

teste in vivo com micronúcleos de ratos) a sumatriptana não foi associada à atividade

clastogênica. Num estudo com ratos machos e fêmeas recebendo sumatriptana via oral

diariamente antes e durante o período de acasalamento, houve diminuição da fertilidade

secundária relacionada ao tratamento, com a diminuição do acasalamento nos animas tratados

com 50 e 500 mg/Kg/dia. A dose mais alta não efetiva para esse achado foi de 5mg/Kg/dia, ou

cerca de ½ da dose oral humana máxima recomendada de 100 mg por mg/m2 . Não se sabe se o

problema está associado ao tratamento dos machos ou das fêmeas ou combinado a ambos. Num

estudo similar via subcutânea31 não houve evidência de comprometimento da fertilidade a 60

mg/Kg/dia, na dose máxima testada, que é equivalente a cerca de 6 vezes a dose oral humana

máxima recomendada de 100 mg por mg/m2.



Gravidez23 e lactação24

Categoria de risco na gravidez23: C

Este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas sem orientação médica.

Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez23.

Estudos reprodutivos de toxicidade94 em ratos e coelhos, tratados com sumatriptana oral foram

associados com embrioletalidade, anormalidades fetais e mortalidade95 dos filhotes. Quando

administrada via intravenosa em coelhos a sumatriptana mostrou-se embrioletal. Não existem

estudos bem controlados em mulheres grávidas.

Embrioletalidade: quando administrada via orla ou intravenosa em coelhas prenhes diariamente

durante o período de organogênese, a sumatriptana causou embrioletalidade nas doses ou

próximas para produzir toxicidade94 maternal. Em estudos com doses orais de 100 mg/Kg/dia e em

estudos via intravenosa essa dose foi de 2,0 mg/Kg/dia. O mecanismo da embrioletalidade não é

conhecido. A dose mais alta não efetiva para embrioletalidade por via oral foi de 50 mg/Kg/dia,

que é cerca de 9 vezes a dose oral humana máxima recomendada de 100 mg por mg/m2. A dose

mais alta não efetiva para embrioletalidade por via intrevenosa foi de 0,75 mg/Kg/dia ou cerca de

1/10 da dose oral humana máxima recomendada de 100 mg por mg/m2.

Teratogênese96: O tratamento oral de ratas prenhes com sumatriptana durante o período de

organogênese resultou no aumento da incidência66 de anormalidades dos vasos sanguíneos4

(cervicotorácico e umbilical) em doses de cerca de 250 mg/Kg/dia ou mais altas. A dose mais alta

não efetiva para embrioletalidade por via oral foi de 60 mg/Kg/dia, que é cerca de 6 vezes a dose

oral humana máxima recomendada de 100 mg por mg/m2. O tratamento oral em coelhas prenhes

com sumatriptana durante o período de organogênese resultou no aumento da incidência66 de

anormalidades esqueléticas e vasculares97 cervicotorácicas. A dose mais alta não efetiva para

esses efeitos foi de 15 mg/Kg/dia, ou aproximadamente 3 vezes a dose oral humana máxima

recomendada de 100 mg por mg/m2.

Um estudo nos quais ratos receberam doses diárias via oral de sumatriptana antes e durante a

gestação demonstrou toxicidade94 embriofetal (diminuição do peso corpóreo, redução da

ossificação, aumentada incidência66 de variações das costelas98) e incidência66 aumentada de

síndrome48 de malformações99 (cauda curta/ corpo curto e desorganização vertebral) a 500

mg/Kg/dia. A dose mais alta não efetiva para esses efeitos foi de 50 mg/Kg/dia, ou

aproximadamente 5 vezes a dose oral humana máxima recomendada de 100 mg por mg/m2. Num

estudo com ratos recebendo doses diárias subcutâneas de sumatriptana antes e durante a

gestação, a 60 mg/Kg/dia, dose máxima testada, não foi evidenciada teratogenicidade. Essa dose

equivale a cerca de 6 vezes a dose oral humana máxima recomendada de 100 mg por mg/m2.

Quando administrada em coelhas grávidas ao longo do período de organogênese, a sumatriptana

causou de forma ocasional embrio-letalidade em doses que foram suficientemente elevadas para

produzir toxicidade94 materna.

Deve ser tomado cuidado, considerando o benefício esperado para a mãe comparado à

possibilidade de risco para o feto100.

Dados de pós comercialização de registros de gravidez23, documentaram a ocorrência de gravidez23

em 1.000 mulheres expostas à sumatriptana. Contudo, as informações são insuficientes para uma

conclusão definitiva, onde os achados não detectaram um aumento na freqüência de

malformações99 nos recém-natos nem na consistência no padrão das malformações99 entre as

mulheres expostas à sumatriptana, quando comparadas com a população em geral.

Lactação24

Foi demonstrado que após a administração subcutânea31, a sumatriptana é eliminada pelo leite

materno. A exposição do lactente101 pode ser minimizada evitando-se a amamentação102 24 horas

depois do tratamento.


Uso em Idosos, Crianças e Outros Grupos de Risco de Sumax

Uso pediátrico: A segurança e eficácia da sumatriptana para uso pediátrico não foram

estabelecidas, portanto, não é recomendado seu uso em menores de 18 anos de idade.

Pacientes Idosos: Não é recomendado o uso da sumatriptana em idosos por causa dos

pacientes idosos serem mais suceptíveis à redução da atividade hepática62 e alto risco para doença

artério-coronária (CAD), onde os aumentos de pressão sangüínea84 podem ser mais pronunciados.

A experiência com a utilização da sumatriptana em pacientes maiores de 65 anos é limitada. A

farmacocinética não difere significativamente daquela de uma população mais jovem, mas até que

dados clínicos adicionais estejam disponíveis, o uso de sumatriptana em pacientes maiores de 65

anos não é recomendado.


Interações Medicamentosas de Sumax

A sumatriptana não deve ser usada concomitantemente com inibidores seletivos da recaptação de

5-HT, inibidores da MAO9 (iMAOs), ergotamina, diidroergotamina e metisergida. É recomendado o

intervalo de 24 horas após administração de qualquer preparação contendo ergotamina antes da

administração da sumatriptana. Da mesma maneira, as preparações contendo ergotamina

somente devem ser utilizadas após 6 horas da administração da sumatriptana. Pode ocorrer o

desenvolvimento de uma interação entre a sumatriptana e os iMAOs, portanto, a administração

concomitante e até duas semanas após a interrupção do iMAO80 é contra-indicada.

Estudos em voluntários sadios demonstraram que a sumatriptana não interage com propranolol,

pizotifeno, álcool e flunarizina.


Reações Adversas de Sumax

Eventos cardíacos sérios, alguns fatais, ocorreram após o uso de sumatriptana injetáveis ou

comprimidos. Esses eventos são extremamente raros e a maioria foi reportado nos pacientes com

fatores de risco preditivos para doença arterial coronariana. Os eventos reportados incluíram

vasoespasmo arterial coronário, isquemia75 miocárdica transitória, infarto do miocárdio76, taquicardia103

ventricular e fibrilação ventricular. Episódios significantes de hipertensão77, incluindo crises

hipertensivas, foram reportados em raras ocasiões em pacientes com ou sem histórico de

hipertensão77.

As reações adversas foram classificadas por sistema orgânico e freqüência, definidas como muito

comuns (>1/10), comuns (>1/100 e <1/10), incomuns (>1/1000 e <1/100), raras (>1/10000 e

<1/1000) e muito raras (<1/10000).


SENSAÇÕES ATÍPICAS: Comuns: sensação de queimação e entorpecimento. Incomuns:

sensação de aperto na cabeça27. Raras: disestesia104.

SISTEMA NERVOSO105: Comuns: fonofobia e fotofobia65, dormência16 nos dedos, vertigem106 e sonolência.

Incomuns: ansiedade, distúrbios do sono, dificuldade de concentração, distúrbios da fala,

disartria107, euforia, dor facial, sensibilidade ao calor, falta de coordenação, lacrimação, monoplegia,

síncope108, tremores, depressão, agitação e confusão mental. Raras: agressividade,

monoplegia/diplegia, bradilogia, enxaqueca8 em salvas, convulsões, reação distônica, paralisia109

facial, alucinações87, fome, hiperestesia, histeria, aumento da vigília, distúrbios da memória,

neuralgia110, paralisia109, alteração da personalidade, fobia111, radiculopatia, rigidez, suicídio, inquietação,

agitação, ansiedade, distúrbios depressivos, desinteresse, disfunção motora, distúrbios neuróticos

e psicomotores, distúrbios do paladar74, pressão intracraniana elevada, apatia112, redução do apetite.

Muito raras: nistagmo113 e escotoma114.

SISTEMA CARDIOVASCULAR115: Comuns: palpitações116, síncope108, aumentos ou quedas transitórias da pressão sanguínea, logo após o tratamento. “Flushing”. Incomuns: alterações no ECG,

hipertensão77, hipotensão117, palidez, sensações de palpitação118, taquicardia103 e arritmias119. Raras: angina13,

aterosclerose120, isquemia75 cerebral, lesão121 cerebrovascular, ataque cardíaco, cianose122 periférica,

trombose123, isquemia75 miocárdica transitória, hipotensão117 e bradicardia124.

OUVIDO, NARIZ29 E GARGANTA36: Comuns: sinusite125, zumbidos, rinite126 alérgica, inflamação127 respiratória superior, hemorragia128 do ouvido, nariz29 e garganta36, otite externa129, perda da audição, inflamação127

nasal, sensibilidade do nariz29. Incomuns: distúrbios da audição e otalgia130. Raras: sensação de

ouvido cheio.

ENDÓCRINO131 E METABÓLICO: Incomuns: sede. Raras: níveis elevados do hormônio132 estimulante

tireotropina (TSH), galactorréa, hiperglicemia133, hipoglicemia134, hipotireoidismo135, polidipsia136, aumento

de peso, perda de peso, cistos endócrinos, distúrbios de fluidos.

OLHOS137: Raras: distúrbios da esclera138, midríase139, cegueira e pouca visão140, distúrbios visuais, edema141

e inchaço7 olhos137, irritação e coceira olhos137, distúrbios de acomodação, distúrbios do músculo ocular

externo, hemorragia128 e dor nos olhos137, ceratite e conjuntivite142. Muito raras: diplopia143.

SISTEMA RESPIRATÓRIO144: Comuns: dispnéia145. Incomuns: asma146. Raras: soluços, distúrbios de

respiração, tosse e bronquite.

GASTRINTESTINAIS: Comuns: náuseas49, vômitos50, sintomas26 gástricos e diarréia86. Incomuns:

constipação147, disfagia148, e refluxo gastroesofágico149. Raras: flatulência, hematêmese150, obstrução

intestinal, sangramento gastrintestinal, melena151, úlcera péptica152, dor em dentes, dor gastrintestinal,

sintomas26 dispépticos, refluxo gastroesofágico149, gastrite153, gastroenterite154, hipersalivação, distensão

abdominal, irritação e coceira oral, inchaço7 da glândula155 salivar. Muito raras: colite11 isquêmica.

HEMATOLÓGICO: Raras: anemia156.

SISTEMA UROGENITAL157: Incomuns: disúria158, micção159 aumentada, sangramento intermenstrual,

desordens das mamas160 e dismenorréia161. Raras: endometriose162, aborto, hematúria163, freqüência

urinária, inflamação127 da bexiga164, distúrbios de micção159. Uretrite165, infecções166 urinárias, sintomas26 de

menstruação167, ciclo menstrual anormal, inflamação127 das trompas de Falópio.

MAMAS160: Incomuns: desconforto mamário. Raras: corrimento mamário, cistos e massas

mamárias, neoplasias168.

SISTEMA MÚSCULO-ESQUELÉTICO E ARTICULAÇÕES169: Comuns: sensação de pressão

(normalmente é transitório e pode ser intenso e afetar qualquer outra parte do corpo como o tórax170

e a garganta36), mialgia171. Incomuns: câimbras172 musculares. Raras: tetania173, atrofia174 muscular,

fraqueza e cansaço, artralgia175 e reumatite articular, deformidade neuromuscular adquirida,

inflamação127 músculo esquelética.

PELE33: Comuns: sudação176. Incomuns: eritema177, prurido178, “rash”, hipersensibilidade da pele33. Raras:

herpes, edema141 de face41, pele33 seca ou escamosa179, enrugamento ou pregas na pele33, eczema180,

dermatite181 seborréica, nódulos na pele33.

GERAIS: Comuns: dor, sensações de calor, pressão e aperto (normalmente transitórios e podem

ser intensos e afetar qualquer outra parte do corpo como o tórax170 e a garganta36); sensação de

fraqueza, fadiga71 (transitórios e de intensidade leve a moderada), hipersensibilidade. Incomuns:

febre182, retenção de fluidos, “overdose”. Raras: edema141, hematoma183, linfadenopatia, distúrbios da fala

e voz, contusões. Muito raras: reações de hipersensibilidade, variando de hipersensibilidade

cutânea91 a casos raros de anafilaxia92. Discretas alterações da função hepática62 e síndrome48 de

Raynald.

SUMAX ® INJETÁVEL: A reação mais freqüente é a dor transitória no local da injeção subcutânea81.

Por via nasal o efeito adverso mais comum é o sabor desagradável (distúrbio do paladar74).



DADOS DE FARMACOVIGILANCIA (PÓS-COMERCIALIZAÇÃO)

Sangue6: Anemia hemolítica184, pancitopenia185, trombocitopenia186.

Cardiovascular: bradicardia124, taquicardia103, palpitações116, cardiomiopatia, isquemia75 colônica, angina13

variante de Prinzmetal, embolismo187 pulmonar, arritmias119 cardíacas, incluindo fibrilação atrial,

mudanças transitórias no ECG isquêmico79, vasoespasmo arterial coronariano, infarto do miocárdio76.

Hipotensão117, síndrome48 de Raynauld, tromboflebite188.

Sistema imunológico189: reações de hipersensibilidade, variando de erupção190 cutânea91 à anafilaxia92.

Sistema nervoso105: convulsões, nistagmo113 e escotoma114, vasculite191 do sistema nevoso central,

acidente cerebrovascular, disfasia, síndrome serotoninérgica85, hemorragia128 subaracnóide.

Olhos137: bruxuleio, diplopia143, visão140 reduzida, perda da visão140 (normalmente transitória), distúrbios

visuais, neuropatia192 óptica isquêmica, oclusão da artéria83 retinal, trombose123 venosa retinal.

Gastrintestinais: colite11 isquêmica com sangramento retal, xerostomia193.

Hepático: testes de função hepática62 elevados.

Não específicos: edema angioneurótico194, morte, cianose122, arterite temporal.

Psiquiátricos: distúrbio do pânico.

Respiratório: broncoespasmo195 em pacientes com ou sem histórico de asma146.

Pele33: exacerbação de queimadura solar, reações de hipersensibilidade (vasculite191 alérgica,

eritema177, prurido178, “rash”, dificuldade respiratória, urticária196; em adição, anafilaxia92 severa/reações

anafilactóides foi reportada, fotosensibilidade).

Urogenital157: falência renal57 aguda.


Superdose de Sumax

Não foram observadas reações adversas diferentes das anteriormente relatadas com doses acima

de 16 mg via subcutânea31 e de 400 mg por via oral. Na ocorrência de uma superdosagem, o

paciente deve ser monitorado enquanto os sintomas26 persistirem ou pelo menos durante 10 horas,

aplicando-se tratamento padrão de suporte, se necessário. Não se tem conhecimento do efeito da

diálise197, seja hemodiálise198 ou diálise197 peritonial, nas concentrações plasmáticas da sumatriptana.


Armazenagem de Sumax

Este medicamento deve ser conservado em temperatura ambiente, entre 15°C e 30°C, protegido

da luz e umidade.


TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

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Complementos

1 Subcutâneo: Feito ou situado sob a pele. Hipodérmico.
2 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
3 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
4 Vasos sangüíneos: Órgãos em forma de tubos que se ramificam por todo o organismo. Existem três tipos principais de vasos sangüíneos que são as artérias, veias e capilares.
5 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
6 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
7 Inchaço: Inchação, edema.
8 Enxaqueca: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
9 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
10 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
11 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
12 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
13 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
14 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
15 Doença de Raynaud: Condição hereditária, não associada a outras doenças (Raynaud primário), que afeta o fluxo sanguíneo nas extremidades do corpo humano quando submetido a baixas temperaturas ou estresse. Ocorre pela redução do suprimento de oxigênio. A pele fica esbranquiçada, empalidecida, fria e pode ficar dormente. Quando o oxigênio é totalmente consumido pelas células, a pele começa a adquirir uma coloração azulada ou roxa (chamada cianose). Estes eventos são episódicos, com duração variável de acordo com a gravidade da doença. No final do episódio, a pele é aquecida e volta a ficar avermelhada por vasodilatação. Na variação mais comum da doença de Raynaud há três mudanças de cores (branca ou pálida; azul, roxa ou cianótica; e avermelhada ou rubra). Alguns pacientes não apresentam todas as fases de mudanças de cores.
16 Dormência: 1. Estado ou característica de quem ou do que dorme. 2. No sentido figurado, inércia com relação a se fazer alguma coisa, a se tomar uma atitude, etc., resultando numa abulia ou falta de ação; entorpecimento, estagnação, marasmo. 3. Situação de total repouso; quietação. 4. No sentido figurado, insensibilidade espiritual de um ser diante do mundo. Sensação desagradável caracterizada por perda da sensibilidade e sensação de formigamento, e que geralmente ocorre nas extremidades dos membros. 5. Em biologia, é um período longo de inatividade, com metabolismo reduzido ou suspenso, geralmente associado a condições ambientais desfavoráveis; estivação.
17 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
18 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
19 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
20 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
21 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
22 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
23 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
24 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
25 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
26 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
27 Cabeça:
28 Enxaquecas: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
29 Nariz: Estrutura especializada que funciona como um órgão do sentido do olfato e que também pertence ao sistema respiratório; o termo inclui tanto o nariz externo como a cavidade nasal.
30 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
31 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
32 Coxa: É a região situada abaixo da virilha e acima do joelho, onde está localizado o maior osso do corpo humano, o fêmur.
33 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
34 Reto: Segmento distal do INTESTINO GROSSO, entre o COLO SIGMÓIDE e o CANAL ANAL.
35 Êmbolo: 1. Cilindro ou disco que se move em vaivém no interior de seringas, bombas, etc. 2. Na engenharia mecânica, é um cilindro metálico deslizante que recebe um movimento de vaivém no interior de um cilindro de motor de combustão interna. 3. Em artes gráficas, é uma haste de ferro com um cilindro, articulada para comprimir e lançar o chumbo ao molde. 4. Em patologia, é um coágulo ou outro tampão trazido pela corrente sanguínea a partir de um vaso distante, que obstrui a circulação ao ser forçado contra um vaso menor. 5. Na anatomia zoológica, nas aranhas, é um prolongamento delgado no ápice do aparelho copulador masculino.
36 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
37 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
38 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
39 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
40 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
41 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
42 Agonista: 1. Em farmacologia, agonista refere-se às ações ou aos estímulos provocados por uma resposta, referente ao aumento (ativação) ou diminuição (inibição) da atividade celular. Sendo uma droga receptiva. 2. Lutador. Na Grécia antiga, pessoa que se dedicava à ginástica para fortalecer o físico ou como preparação para o serviço militar.
43 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
44 Vasoconstrição: Diminuição do diâmetro dos vasos sanguíneos.
45 Constrição: 1. Ação ou efeito de constringir, mesmo que constrangimento (ato ou efeito de reduzir). 2. Pressão circular que faz diminuir o diâmetro de um objeto; estreitamento. 3. Em medicina, é o estreitamento patológico de qualquer canal ou esfíncter; estenose.
46 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
47 Meninges: Conjunto de membranas que envolvem o sistema nervoso central. Cumprem funções de proteção, isolamento e nutrição. São três e denominam-se dura-máter, pia-máter e aracnóide.
48 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
49 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
50 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
51 Artérias: Os vasos que transportam sangue para fora do coração.
52 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
53 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
54 Estase: 1. Estagnação do sangue ou da linfa. 2. Incapacidade de agir; estado de impotência.
55 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
56 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
57 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
58 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
59 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
60 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
61 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
62 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
63 Estudo randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle - o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
64 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
65 Fotofobia: Dor ocular ou cefaléia produzida perante estímulos visuais. É um sintoma freqüente na meningite, hemorragia subaracnóidea, enxaqueca, etc.
66 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
67 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
68 Eletrocardiograma: Registro da atividade elétrica produzida pelo coração através da captação e amplificação dos pequenos potenciais gerados por este durante o ciclo cardíaco.
69 Cognitiva: 1. Relativa ao conhecimento, à cognição. 2. Relativa ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
70 Memória de trabalho: Atua no momento em que a informação está sendo adquirida, retendo a informação por alguns segundos e, então, a destinando a ser guardada por períodos mais longos ou a ser descartada. A memória de trabalho pode, ainda, armazenar dados por via inconsciente. Difere da memória de curto prazo pois esta trabalha com as informações por algumas horas até que sejam gravadas de forma definitiva.
71 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
72 Randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle – o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
73 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
74 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
75 Isquemia: Insuficiência absoluta ou relativa de aporte sanguíneo a um ou vários tecidos. Suas manifestações dependem do tecido comprometido, sendo a mais frequente a isquemia cardíaca, capaz de produzir infartos, isquemia cerebral, produtora de acidentes vasculares cerebrais, etc.
76 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
77 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
78 Doença vascular periférica: Doença dos grandes vasos dos braços, pernas e pés. Pode ocorrer quando os principais vasos dessas áreas são bloqueados e não recebem sangue suficiente. Os sinais são: dor e cicatrização lenta de lesões nessas áreas.
79 Isquêmico: Relativo à ou provocado pela isquemia, que é a diminuição ou suspensão da irrigação sanguínea, numa parte do organismo, ocasionada por obstrução arterial ou por vasoconstrição.
80 IMAO: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
81 Injeção subcutânea: Injetar fluido no tecido localizado abaixo da pele, o tecido celular subcutâneo, com uma agulha e seringa.
82 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
83 Artéria: Vaso sangüíneo de grande calibre que leva sangue oxigenado do coração a todas as partes do corpo.
84 Pressão sangüínea: Força exercida pelo sangue arterial por unidade de área da parede arterial. É expressa como uma razão (Exemplo: 120/80, lê-se 120 por 80). O primeiro número é a pressão sistólica ou pressão máxima. E o segundo número é a presão diastólica ou mínima.
85 Síndrome serotoninérgica: Síndrome serotoninérgica ou síndrome da serotonina é caracterizada por uma tríade de alterações do estado mental (ansiedade, agitação, confusão mental, hipomania, alucinações e coma), das funções motoras (englobando tremores, mioclonias, hipertonia, hiperreflexia e incoordenação) e do sistema nervoso autônomo (febre, sudorese, náuseas, vômitos, diarreia e hipertensão). Ela pode ter causas diversas, mas na maioria das vezes ocorre por uma má interação medicamentosa, quando dois ou mais medicamentos que elevam a neurotransmissão serotoninérgica por meio de distintos mecanismos são utilizados concomitantemente ou em overdose.
86 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
87 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
88 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
89 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
90 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
91 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
92 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
93 Mutação: 1. Ato ou efeito de mudar ou mudar-se. Alteração, modificação, inconstância. Tendência, facilidade para mudar de ideia, atitude etc. 2. Em genética, é uma alteração súbita no genótipo de um indivíduo, sem relação com os ascendentes, mas passível de ser herdada pelos descendentes.
94 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
95 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
96 Teratogênese: Formação e desenvolvimento no útero de anomalias que levam a malformações; teratogenia.
97 Vasculares: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
98 Costelas:
99 Malformações: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
100 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
101 Lactente: Que ou aquele que mama, bebê. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
102 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
103 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
104 Disestesia: Distúrbio da sensibilidade superficial tátil.
105 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
106 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
107 Disartria: Distúrbio neurológico caracterizado pela incapacidade de articular as palavras de maneira correta (dificuldade na produção de fonemas). Entre as suas principais causas estão as lesões nos nervos centrais e as doenças neuromusculares.
108 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
109 Paralisia: Perda total da força muscular que produz incapacidade para realizar movimentos nos setores afetados. Pode ser produzida por doença neurológica, muscular, tóxica, metabólica ou ser uma combinação das mesmas.
110 Neuralgia: Dor aguda produzida pela irritação de um nervo. Caracteriza-se por ser muito intensa, em queimação, pulsátil ou semelhante a uma descarga elétrica. Suas causas mais freqüentes são infecção, lesão metabólica ou tóxica do nervo comprometido.
111 Fobia: Medo exagerado, falta de tolerância, aversão.
112 Apatia: 1. Em filosofia, para os céticos e os estoicos, é um estado de insensibilidade emocional ou esmaecimento de todos os sentimentos, alcançado mediante o alargamento da compreensão filosófica. 2. Estado de alma não suscetível de comoção ou interesse; insensibilidade, indiferença. 3. Em psicopatologia, é o estado caracterizado por indiferença, ausência de sentimentos, falta de atividade e de interesse. 4. Por extensão de sentido, é a falta de energia (física e moral), falta de ânimo; abatimento, indolência, moleza.
113 Nistagmo: Movimento involuntário, rápido e repetitivo do globo ocular. É normal dentro de certos limites diante da mudança de direção do olhar horizontal. Porém, pode expressar doenças neurológicas ou do sistema de equilíbrio.
114 Escotoma: Região da retina em que há perda ou ausência da acuidade visual devido a patologias oculares.
115 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
116 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
117 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
118 Palpitação: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
119 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
120 Aterosclerose: Tipo de arteriosclerose caracterizado pela formação de placas de ateroma sobre a parede das artérias.
121 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
122 Cianose: Coloração azulada da pele e mucosas. Pode significar uma falta de oxigenação nos tecidos.
123 Trombose: Formação de trombos no interior de um vaso sanguíneo. Pode ser venosa ou arterial e produz diferentes sintomas segundo os territórios afetados. A trombose de uma artéria coronariana pode produzir um infarto do miocárdio.
124 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
125 Sinusite: Infecção aguda ou crônica dos seios paranasais. Podem complicar o curso normal de um resfriado comum, acompanhando-se de febre e dor retro-ocular.
126 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
127 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
128 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
129 Otite externa: Infecção do ouvido que acomete a região da orelha externa, revestida por pele e constituída pelo pavilhão auricular e o conduto auditivo externo, o qual termina numa membrana chamada tímpano.
130 Otalgia: Dor localizada no ouvido. Pode ser produzida por alterações nas estruturas do mesmo (otite, traumatismos, corpo estranho) ou em estruturas circunvizinhas ao mesmo que produzem dor referida nos ouvidos.
131 Endócrino: Relativo a ou próprio de glândula, especialmente de secreção interna; endocrínico.
132 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
133 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
134 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
135 Hipotireoidismo: Distúrbio caracterizado por uma diminuição da atividade ou concentração dos hormônios tireoidianos. Manifesta-se por engrossamento da voz, aumento de peso, diminuição da atividade, depressão.
136 Polidipsia: Sede intensa, pode ser um sinal de diabetes.
137 Olhos:
138 Esclera: Túnica fibrosa, branca e opaca, mais externa do globo ocular, revestindo-o inteiramente com exceção do segmento revestido anteriormente pela córnea. É essencialmente avascular, porém contém aberturas para a passagem de vasos sanguíneos, linfáticos e nervos. Recebe os tendões de inserção dos músculos extraoculares e no nível da junção esclerocorneal contém o seio venoso da esclera. Sinônimos: Esclerótica
139 Midríase: Dilatação da pupila. Ela pode ser fisiológica, patológica ou terapêutica.
140 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
141 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
142 Conjuntivite: Inflamação da conjuntiva ocular. Pode ser produzida por alergias, infecções virais, bacterianas, etc. Produz vermelhidão ocular, aumento da secreção e ardor.
143 Diplopia: Visão dupla.
144 Sistema Respiratório: Órgãos e estruturas tubulares e cavernosas, por meio das quais a ventilação pulmonar e as trocas gasosas entre o ar externo e o sangue são realizadas.
145 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
146 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
147 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
148 Disfagia: Sensação consciente da passagem dos alimentos através do esôfago. Pode estar associado a doenças motoras, inflamatórias ou tumorais deste órgão.
149 Refluxo gastroesofágico: Presença de conteúdo ácido proveniente do estômago na luz esofágica. Como o dito órgão não está adaptado fisiologicamente para suportar a acidez do suco gástrico, pode ser produzida inflamação de sua mucosa (esofagite).
150 Hematêmese: Eliminação de sangue proveniente do tubo digestivo, através de vômito.
151 Melena: Eliminação de fezes de coloração negra, alcatroada. Relaciona-se com a presença de sangue proveniente da porção superior do tubo digestivo (esôfago, estômago e duodeno). Necessita de uma avaliação urgente, pois representa um quadro grave.
152 Úlcera péptica: Lesão na mucosa do esôfago, estômago ou duodeno. Também chamada de úlcera gástrica ou duodenal. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100% dos casos. Os principais sintomas são: dor, má digestão, enjôo, queimação (azia), sensação de estômago vazio.
153 Gastrite: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago. Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
154 Gastroenterite: Inflamação do estômago e intestino delgado caracterizada por náuseas, vômitos, diarréia e dores abdominais. É produzida pela ingestão de vírus, bactérias ou suas toxinas, ou agressão da mucosa intestinal por diversos mecanismos.
155 Glândula: Estrutura do organismo especializada na produção de substâncias que podem ser lançadas na corrente sangüínea (glândulas endócrinas) ou em uma superfície mucosa ou cutânea (glândulas exócrinas). A saliva, o suor, o muco, são exemplos de produtos de glândulas exócrinas. Os hormônios da tireóide, a insulina e os estrógenos são de secreção endócrina.
156 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
157 Urogenital: Na anatomia geral, é a região relativa aos órgãos genitais e urinários; geniturinário.
158 Disúria: Dificuldade para urinar. Pode produzir ardor, dor, micção intermitente, etc. Em geral corresponde a uma infecção urinária.
159 Micção: Emissão natural de urina por esvaziamento da bexiga.
160 Mamas: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
161 Dismenorréia: Dor associada à menstruação. Em uma porcentagem importante de mulheres é um sintoma normal. Em alguns casos está associada a doenças ginecológicas (endometriose, etc.).
162 Endometriose: Doença que acomete as mulheres em idade reprodutiva e consiste na presença de endométrio em locais fora do útero. Endométrio é a camada interna do útero que é renovada mensalmente pela menstruação. Os locais mais comuns da endometriose são: Fundo de Saco de Douglas (atrás do útero), septo reto-vaginal (tecido entre a vagina e o reto ), trompas, ovários, superfície do reto, ligamentos do útero, bexiga e parede da pélvis.
163 Hematúria: Eliminação de sangue juntamente com a urina. Sempre é anormal e relaciona-se com infecção do trato urinário, litíase renal, tumores ou doença inflamatória dos rins.
164 Bexiga: Órgão cavitário, situado na cavidade pélvica, no qual é armazenada a urina, que é produzida pelos rins. É uma víscera oca caracterizada por sua distensibilidade. Tem a forma de pêra quando está vazia e a forma de bola quando está cheia.
165 Uretrite: Inflamação da uretra de causa geralmente infecciosa. Manifesta-se por ardor ao urinar e secreção amarelada drenada pela mesma. Em mulheres esta secreção pode não ser evidente.
166 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
167 Menstruação: Sangramento cíclico através da vagina, que é produzido após um ciclo ovulatório normal e que corresponde à perda da camada mais superficial do endométrio uterino.
168 Neoplasias: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
169 Articulações:
170 Tórax: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original Sinônimos: Peito; Caixa Torácica
171 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
172 Câimbras: Contrações involuntárias, espasmódicas e dolorosas de um ou mais músculos.
173 Tetania: Espasmos e contraturas dos músculos das mãos e pés, e menos freqüentemente dos músculos da face, da laringe (cordas vocais) e da coluna vertebral. Inicialmente, são indolores; mas tendem a tornar-se cada vez mais dolorosos. É um sintoma de alterações bioquímicas do corpo humano e não deve ser confundida com o tétano, que é uma infecção. A causa mais comum é a hipocalcemia (nível baixo de cálcio no sangue). Outras causas incluem hipocalemia (nível baixo de potássio no sangue), hiperpnéia (frequência respiratória anormalmente profunda e rápida, levando a baixos níveis de dióxido de carbono), ou mais raramente de hipoparatiroidismo (atividade diminuída das glândulas paratiróides). Recentemente, considera-se que a hipomagnesemia (nível baixo de magnésio no sangue) é também um dos fatores causais desta situação clínica.
174 Atrofia: 1. Em biologia, é a falta de desenvolvimento de corpo, órgão, tecido ou membro. 2. Em patologia, é a diminuição de peso e volume de órgão, tecido ou membro por nutrição insuficiente das células ou imobilização. 3. No sentido figurado, é uma debilitação ou perda de alguma faculdade mental ou de um dos sentidos, por exemplo, da memória em idosos.
175 Artralgia: Dor em uma articulação.
176 Sudação: 1. Ato ou efeito de suar. 2. Em medicina, é o ato de suar ou fazer suar para um fim terapêutico.
177 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
178 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
179 Escamosa: Cheia ou coberta de escamas, ou seja, de pequenas lâminas epidérmicas que se desprendem espontaneamente da pele.
180 Eczema: Afecção alérgica da pele, ela pode ser aguda ou crônica, caracterizada por uma reação inflamatória com formação de vesículas, desenvolvimento de escamas e prurido.
181 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
182 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
183 Hematoma: Acúmulo de sangue em um órgão ou tecido após uma hemorragia.
184 Anemia hemolítica: Doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos (hemólise intravascular) ou em outro lugar do organismo (hemólise extravascular). Pode ter várias causas e ser congênita ou adquirida. O tratamento depende da causa.
185 Pancitopenia: É a diminuição global de elementos celulares do sangue (glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas).
186 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
187 Embolismo: É o mesmo que embolia, mas é um termo menos usado. Significa obstrução de um vaso, frequentemente uma artéria, pela migração de um corpo estranho (chamado de êmbolo) levado pela corrente sanguínea.
188 Tromboflebite: Processo inflamatório de um segmento de uma veia, geralmente de localização superficial (veia superficial), juntamente com formação de coágulos na zona afetada. Pode surgir posteriormente a uma lesão pequena numa veia (como após uma injeção ou um soro intravenoso) e é particularmente frequente nos toxico-dependentes que se injetam. A tromboflebite pode desenvolver-se como complicação de varizes. Existe uma tumefação e vermelhidão (sinais do processo inflamatório) ao longo do segmento de veia atingido, que é extremamante doloroso à palpação. Ocorrem muitas vezes febre e mal-estar.
189 Sistema imunológico: Sistema de defesa do organismo contra infecções e outros ataques de micro-organismos que enfraquecem o nosso corpo.
190 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
191 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
192 Neuropatia: Doença do sistema nervoso. As três principais formas de neuropatia em pessoas diabéticas são a neuropatia periférica, neuropatia autonômica e mononeuropatia. A forma mais comum é a neuropatia periférica, que afeta principalmente pernas e pés.
193 Xerostomia: Ressecamento da boca provocado em geral pela secreção insuficiente de saliva pelas glândulas salivares. É ocasionado como efeito colateral de algumas drogas (anticolinérgicos) ou por diversos transtornos locais ou gerais.
194 Edema angioneurótico: Ataques recidivantes de edema transitório que aparecem subitamente em áreas da pele, membranas mucosas e ocasionalmente nas vísceras, geralmente associadas com dermatografismo, urticária, eritema e púrpura.
195 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
196 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
197 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
198 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
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