Preço de SIFROL em Fairfield/SP: R$ 51,81

SIFROL

Boehringer Ingelheim

Atualizado em 09/12/2014

Composição de Sifrol

cada comprimido de 0,25 mg e de 1,0 mg contêm,respectivamente: pramipexol (como dicloridrato monoidratado) 0,25 mg e 1,0 mg. Excipientes: manitol, amido de milho, dióxido de silício coloidal, povidona e estearato de magnésio.

Posologia e Administração de Sifrol

em todos os estudos clínicos, a posologia foi iniciada em um nível subterapêutico, para evitar eventos adversos intoleráveis e hipotensão1 ortostática. Sifrol deve ser ajustado gradualmente em todos os pacientes. A posologia deve ser aumentada para obtenção de um evento terapêutico máximo, considerando-se os principais eventos colaterais de discinesia, alucinações2, sonolência e boca3 seca. Os comprimidos de Sifrol devem ser ingeridos com um pouco de água, junto com os alimentos ou independentemente das refeições. A dose diária total deve ser dividida em três tomadas diárias. Administração em pacientes com função renal4 normal: tratamento inicial: a posologia deve ser aumentada gradualmente a partir de uma dose inicial de 0,375 mg/dia, subdividida em três doses diárias, e deve ser aumentada a cada 5 a 7 dias, sendo que o aumento não deve ocorrer num prazo menor do que 5 dias. Desde que o paciente não apresente reações adversas, a dose deve ser aumentada até que se atinja o máximo efeito terapêutico. Apresenta-se a seguir uma tabela com uma sugestão de esquema posológico crescente que foi usado em todos os estudos clínicos: esquema posológico crescente de Sifrol: semana 1: 0,125 mg, três vezes por dia; semana 2: 0,25 mg, três vezes por dia; semana 3: 0,5 mg, três vezes por dia; semana 4: 0,75 mg, três vezes por dia; semana 5: 1,0 mg, três vezes por dia; semana 6: 1,25 mg, três vezes por dia; semana 7: 1,5 mg, três vezes por dia. Tratamento de manutenção: Sifrol comprimidos foi eficaz e bem tolerado dentro de um intervalo posológico de 1,5 a 4,5 mg/dia, administrados em doses iguais divididas, três vezes por dia, com ou sem levodopa concomitante (aproximadamente 800 mg/dia). Em um estudo de dose fixa em pacientes com doença de Parkinson5 inicial, doses de 3 mg, 4,5 mg e 6 mg por dia de Sifrol não demonstraram nenhum benefício significativo além do obtido com uma dose diária de 1,5 mg/dia. Em pacientes sob tratamento concomitante com levodopa é recomendado que a dose seja reduzida, tanto durante a fase de aumento da dose diária, quanto na fase de manutenção com Sifrol. Isto pode ser necessário para evitar uma excessiva estimulação dopaminérgica. Pacientes com insuficiência renal6 normal a leve (creatinina7 Cl > 60 ml/min): dose inicial: 0,125 mg, três vezes por dia. Dose máxima: 1,5 mg, três vezes por dia. Insuficiência8 moderada (creatinina7 Cl = 35 a 59 ml/min): dose inicial: 0,125 mg, duas vezes por dia. Dose máxima: 1,5 mg, duas vezes por dia. Insuficiência8 grave (creatinina7 Cl = 15 a 34 ml/min): dose inicial: 0,125 mg, quatro vezes por dia. Dose máxima: 1,5 mg, quatro vezes por dia. Insuficiência8 muito grave (creatinina7 Cl < 15 ml/min e pacientes em hemodiálise9): o uso do Sifrol não foi estudado adequadamente nesse grupo de pacientes. Se a função renal4 declinar durante o tratamento com Sifrol, a dose da droga deve ser reduzida na mesma porcentagem do declínio da função renal4, ajustando-se a posologia conforme a tabela acima. Pacientes com disfunção hepática10: a presença de alterações da função hepática10 não requer diminuição das doses diárias de Sifrol. Interrupção do tratamento: recomenda-se que o Sifrol seja suspenso diminuindo-se as doses durante um período de uma semana: em alguns estudos, entretanto, a suspensão abrupta não produziu intercorrências. - Superdosagem: sintomas11: as reações adversas esperadas de uma superdosagem do pramipexol são aquelas relacionadas com o perfil farmacodinâmico dos agonistas dopaminérgicos e incluem náuseas12, vômito13, hipercinesia14, alucinações2, agitação e hipotensão1. Porém, não se dispõe de experiência clínica com a superdosagem maciça. Tratamento: não se conhece nenhum antídoto15 para a superdosagem de um agonista16 da dopamina17. Se houver sinais18 de estimulação do sistema nervoso central19, pode ser indicada a administração de uma fenotiazina ou outro agente neuroléptico20 das butirofenonas: a eficácia dessas drogas na reversão dos eventos da superdosagem não foi avaliada. O tratamento da superdosagem pode requerer medidas de suporte geral, incluindo lavagem gástrica21, reposição intravenosa e monitorização eletrocardiográfica.

Precauções de Sifrol

hipotensão1 sintomática22: os agonistas da dopamina17, em estudos clínicos e na experiência clínica, parecem comprometer a regulação sistêmica da pressão arterial23, com hipotensão1 ortostática resultante, especialmente durante o aumento da dose. Além disso, os pacientes com doença de Parkinson5 parecem ter um comprometimento da capacidade de resposta a uma provocação ortostática. Por essas razões, os pacientes com doença de Parkinson5 que estão sendo tratados com agonistas dopaminérgicos necessitam comumente de uma monitorização cuidadosa para detecção dos sinais18 e sintomas11 de hipotensão1 ortostática, especialmente durante o aumento posológico, e devem ser informados deste risco. Este resultado é claramente inesperado à luz da experiência prévia com os riscos do tratamento com agonistas da dopamina17. Embora este achado possa refletir uma propriedade singular do pramipexol, ele também pode ser explicado pelas condições do estudo e pela natureza da população admitida nos estudos clínicos. As doses dos pacientes foram ajustadas muito cuidadosamente e foram excluídos os pacientes com doença cardiovascular ativa ou hipotensão1 ortostática significativa no período basal. Alucinações2: em estudos em doença de Parkinson5 na fase inicial, foram observadas alucinações2 em pacientes tratados com Sifrol. A idade parece aumentar o risco de alucinações2 atribuíveis ao pramipexol. Não existem estudos específicos relativos à possibilidade de Sifrol afetar a habilidade de dirigir ou operar máquinas. Contudo, como Sifrol pode induzir alucinações2 ou sonolência, os pacientes devem evitar dirigir ou operar máquinas potencialmente perigosas até que conheçam sua sensibillidade ao medicamento. Renal4: como o pramipexol é eliminado através dos rins24, deve-se ter cautela na prescrição de Sifrol a pacientes com insuficiência renal6. Discinesia: Sifrol pode potencializar os efeitos colaterais25 dopaminérgicos da levodopa e pode causar ou exacerbar uma discinesia preexistente. A redução da dose de levodopa pode melhorar esse efeito colateral26. - Gravidez27 e lactação28: a experiência em humanos é limitada, aconselha-se evitar o uso do Sifrol durante a gestação. Não se sabe se esta droga é excretada no leite humano. Como muitas drogas são excretadas no leite humano, e em virtude do potencial de eventos adversos sérios em lactentes29 em conseqüência da administração do pramipexol, deve-se tomar uma decisão sobre a interrupção do aleitamento ou a suspensão da droga, levando-se em consideração a importância da droga para a mãe. - Interações medicamentosas: o pramipexol sofre baixa metabolização e sua ligação às proteínas30 plasmáticas se faz em pequenas proporções (< 20%). Portanto, é pouco provável que ocorra interação entre pramipexol e outras drogas que afetem a ligação às proteínas30 plasmáticas ou a eliminação por biotransformação. Carbidopa/levodopa: não influenciou a farmacocinética do pramipexol em voluntários normais (n = 10). O pramipexol não altera a magnitude da absorção ou da eliminação da carbidopa/levodopa, embora ela tenha causado um aumento na C\dn4 max da levodopa de aproximadamente 40% e uma redução na T\dn4 max de 2,5 h para 0,5 h. No tratamento concomitante com levodopa, ao se aumentar a dose de Sifrol, recomenda-se reduzir a de levodopa, ao passo que a dose de outros antiparkinsonianos deve ser mantida constante. Selegilina: em voluntários normais (n = 11), a selegilina não influenciou a farmacocinética do pramipexol. Amantadina: a análise farmacocinética da população sugere que é improvável que a amantadina altere a depuração do pramipexol (n = 54). Cimetidina: a cimetidina, assim como outros medicamentos que inibam a secreção tubular renal4 de bases orgânicas através do sistema de transporte catiônico, ou outras drogas que sejam eliminadas por secreção tubular renal4 ativa, podem interagir com Sifrol resultando numa redução da depuração de Sifrol, do outro medicamento ou de ambos. Estudos com a cimetidina demonstraram um aumento de 50% na AAC do pramipexol e um aumento de 40% na meia-vida (n = 12). No tratamento concomitante com esses tipos de medicamentos, deve-se estar atento aos sinais18 de superestimulação dopamínica, como discinesia, agitação ou alucinações2. Nestes casos, a dose deverá ser reduzida. Probenecida: a probenecida, um conhecido inibidor da secreção tubular renal4 de ácidos orgânicos através do transporte aniônico, não influenciou notavelmente a farmacocinética do pramipexol (n = 12). Outras drogas eliminadas por secreção renal4: a análise farmacocinética da população sugere que a administração concomitante de drogas que são secretadas pelo sistema de transporte catiônico (por exemplo, cimetidina, ranitidina, diltiazem, triantereno, verapamil, quinidina e quinina) diminui a depuração do pramipexol em aproximadamente 20%, enquanto é provável que as drogas secretadas pelo sistema de transporte aniônico (por exemplo, cefalosporinas, penicilinas, indometacina, hidroclorotiazida e clorpropamida31) tenham efeito pequeno na depuração do pramipexol. Interações com CYP: não se espera que os inibidores das enzimas do citocromo P450 afetem a eliminação do pramipexol, porque o pramipexol não é metabolizado significativamente por essas enzimas in vivo ou in vitro. O pramipexol não inibe as enzimas CYP CYP1A2, CYP2C9, CYP2C19, CYP2E1 e CYP3A4. Foi observada uma inibição do CYP2D6 com uma K\dn4 I aparente de 30 mM, o que indica que o pramipexol não inibirá as enzimas de CYP nas concentrações plasmáticas observadas após a administração da dose clínica mais elevada recomendada (1,5 mg, três vezes por dia). Antagonistas da dopamina17: como o pramipexol é um agonista16 da dopamina17, é possível que os antagonistas da dopamina17, como os neurolépticos32 (fenotiazinas, butirofenonas, tioxantenos) ou a metoclopramida, possam reduzir a eficácia do Sifrol. Anticolinérgicos: como os anticolinérgicos são eliminados por biotransformação, o potencial de interação com o pramipexol é limitado.

Reações Adversas de Sifrol

doença de Parkinson5 na fase inicial: em pacientes com doença de Parkinson5 na fase inicial, os eventos adversos observados mais comumente numericamente mais freqüentes no grupo tratado com Sifrol comprimidos foram náuseas12, tontura33, sonolência, insônia, constipação34, astenia35 e alucinações2. De um modo geral, os eventos adversos foram leves e moderados. Doença de Parkinson5 avançada: os eventos adversos observados mais comumente que foram numericamente mais freqüentes no grupo tratado concomitantemente com Sifrol e levodopa foram hipotensão1 postural (ortostática), discinesia, síndrome36 extrapiramidal, insônia, tontura33, alucinações2, lesão37 acidental, anormalidades dos sonhos, confusão, constipação34, astenia35, sonolência, distonia38, marcha alterada, hipertonia39, boca3 seca, amnésia40 e aumento de freqüência urinária. Eventos adversos relacionados com idade, sexo e raça: nos eventos adversos emergentes durante o tratamento em pacientes tratados com Sifrol, a alucinação41 demonstrou estar relacionada com a idade. Não foram observadas diferenças relacionadas com o sexo. Apenas uma pequena porcentagem dos pacientes admitidos não eram caucasianos e, conseqüentemente, não foi possível uma avaliação dos eventos adversos relacionados com a raça. Corpo como um todo: abdômen aumentado, morte, febre42, tentativa de suicídio. Sistema cardiovascular43: doença vascular periférica44, infarto do miocárdio45, angina46 do peito47, fibrilação atrial, insuficiência cardíaca48, arritmia49, arritmia49 atrial, embolia50 pulmonar. Sistema digestivo51: sede. Sistema musculoesquelético: doença nas articulações52, miastenia53. Sistema nervoso54: agitação, estimulação do sistema nervoso central19, hipercinesia14, psicose55, convulsões. Sistema respiratório56: pneumonia57. Sentidos especiais: catarata58, distúrbio ocular, glaucoma59. Sistema urogenital60: disúria61, ejaculação62 anormal, câncer63 de próstata64, hematúria65, doença prostática. Uso pediátrico: a segurança e a eficácia de Sifrol em pacientes pediátricos não foram estabelecidas. Uso geriátrico: a depuração total do pramipexol foi aproximadamente 30% menor em indivíduos com mais de 65 anos do que em indivíduos mais jovens, em virtude de uma redução na depuração renal4 do pramipexol decorrente de uma diminuição da função renal4, relacionada com a idade. Isso resultou em um aumento na meia-vida de eliminação de aproximadamente 8,5 horas para 12 horas. Não houve diferenças aparentes na eficácia ou segurança entre pacientes mais velhos e pacientes mais jovens, exceto pelo fato de que o risco relativo de alucinação41 associado com o uso de Sifrol foi maior em idosos.

Contra-Indicações de Sifrol

Sifrol comprimidos está contra-indicado para os pacientes que demonstraram hipersensibilidade à droga ou aos excipientes da sua fórmula.

Indicações de Sifrol

tratamento dos sinais18 e sintomas11 da doença de Parkinson5 idiopática66, podendo ser usado como monoterapia ou associado à levodopa. A eficácia de Sifrol foi demonstrada em estudos controlados e randomizados em pacientes com doença de Parkinson5 em fase inicial que não estavam recebendo tratamento concomitante com levodopa, assim como em pacientes com doença avançada na vigência do tratamento concomitante com levodopa.

Apresentação de Sifrol

embalagens com 30 comprimidos de 0,25 mg e 1,0 mg.


SIFROL - Laboratório

Boehringer Ingelheim
Av. Maria Coelho Aguiar,215-Bl. F - 3ºand
São Paulo/SP - CEP: 05804-970
Tel: 55 (011) 3741-2181
Fax: 55 (011) 3741-1648
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Complementos

1 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
2 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
3 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
4 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
5 Doença de Parkinson: Doença degenerativa que afeta uma região específica do cérebro (gânglios da base), e caracteriza-se por tremores em repouso, rigidez ao realizar movimentos, falta de expressão facial e, em casos avançados, demência. Os sintomas podem ser aliviados por medicamentos adequados, mas ainda não se conhece, até o momento, uma cura definitiva.
6 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
7 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
8 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
9 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
10 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
11 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
12 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
13 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
14 Hipercinesia: Motilidade patologicamente excessiva, com aumento da amplitude e da rapidez dos movimentos.
15 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
16 Agonista: 1. Em farmacologia, agonista refere-se às ações ou aos estímulos provocados por uma resposta, referente ao aumento (ativação) ou diminuição (inibição) da atividade celular. Sendo uma droga receptiva. 2. Lutador. Na Grécia antiga, pessoa que se dedicava à ginástica para fortalecer o físico ou como preparação para o serviço militar.
17 Dopamina: É um mediador químico presente nas glândulas suprarrenais, indispensável para a atividade normal do cérebro.
18 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
19 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
20 Neuroléptico: Medicamento que exerce ação calmante sobre o sistema nervoso, tranquilizante, psicoléptico.
21 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
22 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
23 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
24 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
25 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
26 Efeito colateral: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
27 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
28 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
29 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
30 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
31 Clorpropamida: Medicação de uso oral para tratamento do diabetes tipo 2. Reduz a glicemia ajudando o pâncreas a produzir mais insulina e o corpo a usar melhor a insulina produzida. Pertence à classe dos medicamentos chamada sulfoniluréias.
32 Neurolépticos: Medicamento que exerce ação calmante sobre o sistema nervoso, tranquilizante, psicoléptico.
33 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
34 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
35 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
36 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
37 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
38 Distonia: Contração muscular involuntária causando distúrbios funcionais, dolorosos e estéticos.
39 Hipertonia: 1. Em biologia, é a característica de uma solução que apresenta maior concentração de solutos do que outra. 2. Em medicina, é a tensão excessiva em músculos, artérias ou outros tecidos orgânicos.
40 Amnésia: Perda parcial ou total da memória.
41 Alucinação: Perturbação mental que se caracteriza pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensação sem objeto. Impressão ou noção falsa, sem fundamento na realidade; devaneio, delírio, engano, ilusão.
42 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
43 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
44 Doença vascular periférica: Doença dos grandes vasos dos braços, pernas e pés. Pode ocorrer quando os principais vasos dessas áreas são bloqueados e não recebem sangue suficiente. Os sinais são: dor e cicatrização lenta de lesões nessas áreas.
45 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
46 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
47 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
48 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
49 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
50 Embolia: Impactação de uma substância sólida (trombo, colesterol, vegetação, inóculo bacteriano), líquida ou gasosa (embolia gasosa) em uma região do circuito arterial com a conseqüente obstrução do fluxo e isquemia.
51 Sistema digestivo: O sistema digestivo ou digestório realiza a digestão, processo que transforma os alimentos em substâncias passíveis de serem absorvidas pelo organismo. Os materiais não absorvidos são eliminados por este sistema. Ele é composto pelo tubo digestivo e por glândulas anexas.
52 Articulações:
53 Miastenia: Perda das forças musculares ocasionada por doenças musculares inflamatórias. Por ex. Miastenia Gravis. A debilidade pode predominar em diferentes grupos musculares segundo o tipo de afecção (debilidade nos músculos extrínsecos do olho, da pelve, ou dos ombros, etc.).
54 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
55 Psicose: Grupo de doenças psiquiátricas caracterizadas pela incapacidade de avaliar corretamente a realidade. A pessoa psicótica reestrutura sua concepção de realidade em torno de uma idéia delirante, sem ter consciência de sua doença.
56 Sistema Respiratório: Órgãos e estruturas tubulares e cavernosas, por meio das quais a ventilação pulmonar e as trocas gasosas entre o ar externo e o sangue são realizadas.
57 Pneumonia: Inflamação do parênquima pulmonar. Sua causa mais freqüente é a infecção bacteriana, apesar de que pode ser produzida por outros microorganismos. Manifesta-se por febre, tosse, expectoração e dor torácica. Em pacientes idosos ou imunodeprimidos pode ser uma doença fatal.
58 Catarata: Opacificação das lentes dos olhos (opacificação do cristalino).
59 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
60 Urogenital: Na anatomia geral, é a região relativa aos órgãos genitais e urinários; geniturinário.
61 Disúria: Dificuldade para urinar. Pode produzir ardor, dor, micção intermitente, etc. Em geral corresponde a uma infecção urinária.
62 Ejaculação: 1. Ato de ejacular. Expulsão vigorosa; forte derramamento (de líquido); jato. 2. Em fisiologia, emissão de esperma pela uretra no momento do orgasmo. 3. Por extensão de sentido, qualquer emissão. 4. No sentido figurado, fartura de palavras; arrazoado.
63 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
64 Próstata: Glândula que (nos machos) circunda o colo da BEXIGA e da URETRA. Secreta uma substância que liquefaz o sêmem coagulado. Está situada na cavidade pélvica (atrás da parte inferior da SÍNFISE PÚBICA, acima da camada profunda do ligamento triangular) e está assentada sobre o RETO.
65 Hematúria: Eliminação de sangue juntamente com a urina. Sempre é anormal e relaciona-se com infecção do trato urinário, litíase renal, tumores ou doença inflamatória dos rins.
66 Idiopática: 1. Relativo a idiopatia; que se forma ou se manifesta espontaneamente ou a partir de causas obscuras ou desconhecidas; não associado a outra doença. 2. Peculiar a um indivíduo.

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