HALO DECANOATO-cx3 ap. 1ml

CRISTALIA

Atualizado em 08/12/2014

HALO DECANOATO-cx3 ap. 1ml:

HALO DECANOATO
Decanoato de Haloperidol

Forma Farmacêutica do Halo Decanoato-Cx3 Ap.

Solução InjetávelUso Intramuscular

Apresentação do Halo Decanoato-Cx3 Ap.

Caixa com 3 ampolas de 1 ml
USO ADULTO

Composição do Halo Decanoato-Cx3 Ap.

Cada ampola de 1 ml contém:Decanoato de Haloperidol (DCB 0652.02-4) .................... 70,52 mg
(equivalente a 50 mg de Haloperidol)
Veículo estéril qsp .................... 1 ml
(Veículo estéril: álcool benzílico e óleo de gergelim)

Informações ao Paciente do Halo Decanoato-Cx3 Ap.

O Halo Decanoato está indicado para o controle de pacientes psicóticos crônicos que requerem um tratamento parenteral prolongado. O controle dos sintomas1 é observado progressivamente, com o decorrer do tratamento.
Conservar a embalagem do produto fechada, em temperatura ambiente, entre 15 e 30ºC, protegido da luz. Não refrigerar. Evitar o congelamento.
O prazo de validade é de 36 meses a partir da data de fabricação impressa na embalagem. Não utilize medicamento com prazo de validade vencido.
Informe seu médico sobre a ocorrência de gravidez2 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando.
O Halo Decanoato é excretado no leite materno, assim, você deve procurar seu médico que decidirá se pode tomar a medicação enquanto estiver amamentando. Não se aconselha o uso de Halo Decanoato durante a gravidez2 e a amamentação3.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. No início do tratamento e se a dose for razoavelmente alta, você pode sentir sonolência e cansaço.
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Informe seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis.
Os pacientes em tratamento com o Halo Decanoato podem apresentar problemas à movimentação, os quais geralmente são leves, incluindo: tremor, agitação nas pernas e rigidez muscular.
Em tratamento por tempo prolongado, os pacientes podem apresentar contrações involuntárias dos músculos4 da face5, da língua6 e queixo e em algumas mulheres pode ocorrer aumento das mamas7, secreção de leite ou menstruação8 irregular. A alergia9 ao medicamento é rara. Ela pode ser reconhecida, por exemplo, por erupção10 da pele11, coceira, encurtamento da respiração ou inchaço12 da face5.
Outros efeitos colaterais13 são raros com o produto, como sensação de que a doença parece piorar, nervosismo, confusão, depressão, distúrbios do sono, dor de cabeça14, tontura15 ou alteração do peso corporal. Também em casos extremamente raros podem ocorrer irregularidades dos batimentos cardíacos.
Pacientes que apresentam convulsões (por exemplo: se o paciente é epiléptico ou está se recuperando de um problema de alcoolismo), a chance deste sintoma16 ocorrer será ligeiramente maior após o início do tratamento com Halo Decanoato.
Podem ocorrer irritação ou vermelhidão, ligeiro ardor17 ou sensação de contratura no local onde é aplicado o Halo Decanoato. Geralmente os sintomas1 desaparecem sozinhos.
Você pode observar transpiração18 anormal, febre19 alta, rigidez muscular, respiração acelerada ou redução do estado de alerta.
Caso ocorra algum desses efeitos citados ou qualquer outro efeito indesejado, avise seu médico imediatamente.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Você deve evitar ingerir álcool se estiver em tratamento com Halo Decanoato, pois o fármaco20 potencializa os efeitos do álcool.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
O Halo Decanoato pode alterar os efeitos de alguns medicamentos como: os que tornam mais lentas suas reações (hipnóticos, tranqüilizantes e alguns analgésicos21 potentes), para pressão alta, para depressão, para epilepsia22 e doença de Parkinson23. Se você estiver tomando algum destes, ou qualquer outro medicamento, seu médico deverá ser informado, pois ele decidirá quais os medicamentos que poderão ser tomados junto com o Halo Decanoato.
Seu médico deverá ser avisado se você apresentar: uma depressão que não esteja em tratamento, problemas no fígado24, epilepsia22 ou qualquer outra condição que possa causar convulsões (por exemplo: durante o tratamento de problemas alcoólicos), atividade aumentada das glândulas25 tireóides. O médico pode precisar verificar sua condição durante o tratamento com o Halo Decanoato.
O Halo Decanoato não deve ser administrado a pacientes portadores de doença de Parkinson23, pessoas que apresentam sonolência e lentidão, resultantes de doença ou do uso de fármacos e álcool, e pacientes com hipersensibilidade ao medicamento. Em caso de dúvida, informe seu médico.
Pacientes em tratamento com o medicamento não devem dirigir veículos e nem operar máquinas, pois o produto pode provocar sonolência e sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.
Os possíveis sinais26 de uma superdose são: diminuição do estado de alerta, tremor grave e contração muscular importante. Nestes casos, procure imediatamente o seu médico.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE27.

Informações Técnicas do Halo Decanoato-Cx3 Ap.

O haloperidol é um neuroléptico28 incisivo, pertencente ao grupo das butirofenonas, sendo particularmente eficaz contra os sintomas1 produtivos das psicoses, notadamente os delírios e as alucinações29. Também exerce ação sedativa em condições de excitação psicomotora30.O decanoato de haloperidol é um neuroléptico28 de ação prolongada sendo portanto, o éster do Haloperidol com o ácido decanóico. Uma vez que o éster é gradativamente liberado do tecido31 muscular e por meio de hidrólise enzimática, o Haloperidol penetra na circulação32 sangüínea. A liberação se faz de forma progressiva, obtendo-se curvas plasmáticas uniformes sem a ocorrência de picos irregulares. O decanoato de haloperidol age como pró-fármaco20, liberando lentamente o haloperidol.
A ligação às proteínas33 plasmáticas é muito alta, cerca de 92%.
O pico da concentração plasmática ocorre de 3 a 9 dias, embora possa ser variável. Em alguns pacientes pode ocorrer também no primeiro dia, principalmente em idosos.
O decanoato de haloperidol tem meia-vida prolongada, aproximadamente 3 semanas (eliminação).
A administração de uma dose adequada produz efeito terapêutico estável, que permanece durante 4 semanas. A biotransformação é hepática34 e extensiva.
Em alguns casos, com o tratamento com o decanoato de haloperidol, pode-se reduzir ou mesmo suspender os medicamentos antiparkinsonianos que são associados ao tratamento com neurolépticos35. Em pacientes deprimidos foi observado um efeito ressocializante.

Indicações do Halo Decanoato-Cx3 Ap.

O Halo Decanoato é indicado no tratamento de manutenção de pacientes psicóticos crônicos, estabilizados.

Contra-Indicações do Halo Decanoato-Cx3 Ap.

O produto é contra-indicado nas afecções36 neurológicas acompanhadas de sintomas1 piramidais ou extrapiramidais; nos estados comatosos e depressivos tóxicos graves do sistema nervoso central37 causados pelo álcool ou por outros depressores do SNC38; mal de Parkinson; encefalopatia39 orgânica grave; formas graves de nefro40 e cardiopatia, depressão endógena; primeiro trimestre da gestação. Nos casos de lesão41 dos gânglios42 da base.Também é contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade ao fármaco20 ou a qualquer um dos componentes da fórmula.

Precauções e Advertências do Halo Decanoato-Cx3 Ap.

São raros os casos de morte súbita relatados em pacientes psiquiátricos que recebem antipsicóticos, incluindo o decanoato de haloperidol.
O Halo Decanoato deverá ser administrado com cautela nos pacientes que apresentam condições prévias de prolongamento do intervalo QT (síndrome43 QT, hipopotassemia44, fármacos que prolongam o intervalo QT), pois foi observado um prolongamento do intervalo QT nos pacientes durante o tratamento com o produto.
Pode ocorrer aumento de pressão intra-ocular quando Halo Decanoato é prescrito juntamente com drogas anticolinérgicas, incluindo agentes antiparkinsonianos, bem como o aparecimento de manifestações neurotóxicas em pacientes com tireotoxicose. A tiroxina pode facilitar a toxicidade45 do decanoato de haloperidol, devendo ser utilizada com grande cuidado em pacientes com hipertireoidismo46. Pacientes com hipertireoidismo46 que usam antipsicóticos sempre devem ter acompanhamento adequado do problema tireoidiano.
Deve ser feita administração cuidadosa de Halo Decanoato em pacientes com distúrbios cardiovasculares graves, com história de reação alérgica47 às drogas ou em uso de anticoagulantes48 ou anticonvulsivantes.
Quando predomina o estado depressivo, o Halo Decanoato não deve ser usado sozinho e sim associado com antidepressivos, para tratar estados comórbidos de depressão e psicose49.
O decanoato de haloperidol tem meia-vida prolongada, portanto, na necessidade da administração concomitante de fármacos antiparkinsonianos, eles devem ser continuados por, pelo menos, duas semanas após a última injeção50.
Deve se ter precaução com os pacientes portadores de doença hepática34, devido o haloperidol ser metabolizado no fígado24. Recomenda-se também precaução nos pacientes com história conhecida de epilepsia22 ou com predisposição a convulsões (por exemplo: abstinência ao álcool e danos cerebrais), por haver relatos que o decanoato de haloperidol pode produzir convulsões.
Os pacientes que forem considerados para a terapia com Halo Decanoato, devem tomar previamente Halo oral, para evitar uma sensibilidade inesperada ao fármaco20.
Gravidez2 - Categoria C
Em estudos amplos com o uso de decanoato de haloperidol não têm sido demonstrados aumentos significativos de anormalidades fetais. Em casos isolados, houve defeitos neonatais após a exposição fetal ao fármaco20, em associação com outras drogas.
Somente deverá ser usado na gravidez2 quando os benefícios forem claramente superiores aos potenciais riscos fetais.
Amamentação3 :
O decanoato de haloperidol é excretado no leite materno. Se o uso do produto for considerado essencial, os benefícios da amamentação3 devem ser avaliados contra os possíveis riscos.
Sintomas1 extrapiramidais têm sido observados em lactentes51 de mulheres tratadas com o decanoato de haloperidol.
Pacientes Idosos :
Os pacientes idosos são sensíveis aos efeitos do produto. Recomenda-se prudência na posologia, com a finalidade de evitar efeitos secundários extrapiramidais e possíveis alterações de apetite e do sono.
O uso de tranqüilizantes maiores, inclusive o decanoato de haloperidol, pode estar associado a casos de broncopneumonia52, motivo pelo qual deve haver exame físico dos pulmões53, principalmente em idosos.

Interações Medicamentosas do Halo Decanoato-Cx3 Ap.

Os neurolépticos35 podem aumentar a depressão do sistema nervoso central37 causada por outros depressores centrais, como álcool, hipnóticos, sedativos ou analgésicos21 potentes. Quando associado à metildopa foi relatado um aumento dos efeitos centrais.O decanoato de haloperidol pode antagonizar a ação da epinefrina e de outros agentes simpatomiméticos e reverter os efeitos dos agentes bloqueadores adrenérgicos54, tal como a guanetidina, sobre a diminuição da pressão arterial55.
O decanoato de haloperidol pode prejudicar os efeitos antiparkinsonianos da levodopa e inibir o metabolismo56 de antidepressivos tricíclicos, aumentando os níveis plasmáticos destes medicamentos. Estudos farmacocinéticos têm relatado níveis moderadamente aumentados de decanoato de haloperidol quando o produto é administrado com os seguintes medicamentos: quinidina, buspirona e fluoxetina. Nestes casos, pode ser necessário reduzir a dose do Haloperidol Decanoato.
O uso prolongado de produtos indutores enzimáticos como fenobarbital, carbamazepina, rifampicina, adicionados ao tratamento com Halo Decanoato, pode reduzir os níveis plasmáticos do haloperidol. Neste caso, a dose de Halo Decanoato deverá ser reajustada. Após a interrupção do tratamento com tais produtos, pode ser necessária a redução das doses de Halo Decanoato. Embora raros, os seguintes sintomas1 foram relatados durante o uso concomitante de lítio e decanoato de haloperidol: encefalopatia39, sintomas1 extrapiramidais, discinesia tardia57, síndrome43 neuroléptica maligna, distúrbios do tronco cerebral58, síndrome43 cerebral aguda e coma59. Muitos destes sintomas1 são reversíveis.
Ainda não foi estabelecido se estes casos representam uma entidade clínica distinta. Recomenda-se na ocorrência de tais sintomas1 que a suspensão do tratamento seja imediata.
O decanoato de haloperidol pode diminuir a capacidade de atenção, principalmente com altas doses e no início do tratamento, diminuição essa que pode ser potencializada pela ingestão de bebidas alcoólicas. O paciente deve ser avisado para os riscos de tal sedação60 e aconselhado a não dirigir ou utilizar máquinas durante o tratamento, pelo menos até que se conheça seu grau de susceptibilidade61 individual.

Reações Adversas / Efeitos Colaterais13 do Halo Decanoato-Cx3 Ap.

Podem ocorrer sintomas1 locais com o uso de Halo Decanoato, como com qualquer produto injetável.
Reações extrapiramidais: podem ser provocadas reações extrapiramidais com o uso de decanoato de haloperidol como com todos os neurolépticos35, causando por exemplo: distonia62 aguda, hipersalivação, tremor, rigidez, bradicinesia63 e acatisia64. Não devem ser administrados rotineiramente medicamentos antiparkinsonianos do tipo anticolinérgicos. A ocorrência e a intensidade das reações extrapiramidais estão relacionadas com a dose administrada. Esses efeitos secundários podem ser evitados, se o Halo Decanoato for administrado com prudência ou mesmo com doses individualmente adequadas para cada paciente. Nos casos graves de reações extrapiramidais, pode ser necessária a interrupção do tratamento de forma temporária ou definitiva.
Discinesia tardia57: pode ocorrer discinesia tardia57 em certos pacientes com tratamento prolongado ou após a suspensão do medicamento. Ela é caracterizada principalmente por movimentos rítmicos involuntários da face5, mandíbula65 ou boca66 e língua6. As manifestações são às vezes irreversíveis em alguns pacientes. A síndrome43 pode ser mascarada quando o tratamento é reiniciado, a dose é aumentada ou pela substituição por outro antipsicótico. O tratamento deve ser interrompido o mais rápido possível.
Síndrome43 neuroléptica maligna: tem sido associada com o uso de decanoato de haloperidol, assim como com outros antipsicóticos. Caracteriza-se por resposta idiossincrática rara manifestando hipertermia, instabilidade autonômica, rigidez muscular e consciência alterada. A hipertermia é freqüentemente um sinal67 precoce desta síndrome43. O tratamento antipsicótico deve ser imediatamente interrompido e instituída terapia de suporte e monitoramento cuidadoso.
Outros efeitos sobre o sistema nervoso central37: insônia, ansiedade, inquietação, sonolência, cefaléia68, vertigem69, euforia, agitação, depressão, sedação60, confusão, crises do tipo grande mal, exacerbação de sintomas1 psicóticos e comportamento do tipo catatônico.
Efeitos gerais: como com outros neurolépticos35, existem relatos de febre19, raramente relacionada com rabdomiólise70 e insuficiência renal71 aguda. Reações de hipersensibilidade são raras e incluem urticária72, anafilaxia73 e "rash74" cutâneo75.
Efeitos cardiovasculares: existem relatos ocasionais de taquicardia76 e hipotensão77. Muito raramente foram relatados prolongamento do intervalo QT e/ou arritmias78 ventriculares. Em pacientes predispostos e com doses altas estes sintomas1 aparecem com mais freqüência.
Efeitos hematológicos: são relatadas diminuições leves e geralmente transitórias das células79 sangüíneas. Geralmente em pacientes tratados com decanoato de haloperidol, em associação com outros fármacos, são ocasionalmente relatados agranulocitose80 e trombocitopenia81.
Efeitos hepáticos: raros casos de hepatite82, mais freqüentemente colestática.
Efeitos dermatológicos: reações acneiformes e maculopapulares, casos isolados de fotossensibilidade e perda de cabelo83.
Efeitos endócrinos: os efeitos hormonais incluem hiperprolactinemia, que pode causar galactorréia84, ingurgitamento mamário, mastalgia85, irregularidades menstruais (oligo ou amenorréia86), ginecomastia87, impotência88, aumento da libido89. São raros os casos de hiperglicemia90 e hipoglicemia91 e síndrome43 da secreção inadequada de ADH.
Efeitos autonômicos: ocasionalmente podem ocorrer visão92 borrada, salivação excessiva ou diaforese93, boca66 seca, retenção urinária94, priapismo95, disfunção erétil, edema96 periférico e desregulação da temperatura corporal.
Efeitos gastrintestinais: obstipação97, náuseas98, vômitos99, anorexia100, diarréia101, dispepsia102 e podendo ocorrer alterações no peso corporal.
Efeitos respiratórios: laringoespasmo, broncoespasmo103 e respiração mais profunda.

Posologia do Halo Decanoato-Cx3 Ap.

O Halo Decanoato não deve ser administrado por via intravenosa. Deve ser usado somente em adultos e foi formulado para fornecer efeito terapêutico por 4 semanas na grande maioria dos pacientes.Como com todas as drogas antipsicóticas, a dosagem deve ser individualizada, levando em consideração as necessidades e resposta de cada paciente. A posologia e seus ajustes, para mais ou para menos, tem como finalidade atingir o controle terapêutico ótimo.
Os pacientes deverão estar estabilizados com a medicação antipsicótica, antes de iniciar o tratamento com o Halo Decanoato.
A posologia acima de 3 ml não é recomendada, por causar desconforto ao paciente.
A dose inicial dependerá da gravidade da sintomatologia e da quantidade de medicação oral necessária para manter o paciente antes de iniciar o tratamento depósito (depot). A dose normal pode ser calculada a partir da dose oral de Halo ou de outros neurolépticos35. A cada quatro semanas deverá ser uma posologia com dose cerca de 20 vezes a dose oral diária de Halo, expressa em miligramas.
A experiência clínica sugere as seguintes dosagens:
Adultos:
Por via intramuscular profunda na região glútea104, em doses de 50 a 150 mg de haloperidol base (1 a 3 ml) a cada quatro semanas, é satisfatório para os sintomas1 leves e moderados.
Para os sintomas1 mais graves, a dose são ajustadas e podem chegar até 300 mg de haloperidol base (6 ml) a cada quatro semanas.
Uso em idosos e pacientes debilitados:
Iniciar o tratamento com doses baixas de 12,5 mg a 25 mg de haloperidol base (0,25 a 0,5 ml) a cada quatro semanas. Ajustar a dose, se necessário, somente de acordo com a resposta do paciente.

Superdosagem do Halo Decanoato-Cx3 Ap.

Sintomas1
Geralmente, os sintomas1 constituem uma exacerbação dos efeitos farmacológicos e reações adversas já referidas, predominando as do tipo extrapiramidal, hipotensão77 e sedação60. A reação extrapiramidal é manifestada por rigidez muscular, tremores generalizados ou localizados.
Em casos extremamente raros, o paciente pode apresentar-se comatoso, com depressão respiratória e hipotensão77 às vezes grave o suficiente para apresentar um estado de choque105. Existe também um risco de arritmias78 ventriculares associadas com prolongamento do intervalo QT. Pode ocorrer hipertensão106 mais freqüentemente do que hipotensão77.
Tratamento
Não existem antídotos específicos, o tratamento é principalmente de suporte. Nos pacientes comatosos, as vias aéreas devem ser restabelecidas através de via orofaríngea107 ou de tubo endotraqueal.
As medidas preconizadas são a lavagem gástrica108, indução de vômito109 e administração de carvão ativado, além dos cuidados necessários para se garantir uma boa ventilação110 pulmonar. Em caso de depressão respiratória pode ser necessária ventilação110 artificial. O ECG e os sinais vitais111 devem ser monitorizados até que estejam normais. As arritmias78 graves deverão ser tratadas com medidas adequadas. A hipotensão77 e o colapso112 circulatório devem ser controlados com infusão de soro113, plasma114 ou albumina115 concentrada e agentes vasopressores (dopamina116 ou norepinefrina). Não utilizar epinefrina, porque o Halo Decanoato pode bloquear sua atividade vasopressora e, paradoxalmente, pode ocorrer uma diminuição da pressão arterial55.
Em casos de reações extrapiramidais intensas, deve se administrar medicação antiparkinsoniana do tipo anticolinérgico, mantendo este medicamento por várias semanas. O medicamento deve ser interrompido muito cautelosamente, pois podem ocorrer sintomas1 extrapiramidais.

Pacientes Idosos do Halo Decanoato-Cx3 Ap.

Os pacientes idosos são sensíveis aos efeitos do produto. Recomenda-se prudência na administração, com a finalidade de evitar efeitos secundários extrapiramidais e possíveis alterações de apetite e do sono.
O uso de tranqüilizantes maiores, inclusive Halo Decanoato, pode estar associado a casos de broncopneumonia52, razão pela qual deve ser dada atenção ao exame físico dos pulmões53, principalmente em idosos.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.
N.º do lote, data de fabricação e prazo de validade: vide cartucho / rótulo
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Farmacêutico Responsável : Dr. Joaquim A. dos Reis - CRF SP N.º 5061

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Cristália Produtos Químicos e Farmacêuticos Ltda.
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CNPJ N.º 44.734.671/0001-51
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REVISADO EM 21/09/01


HALO DECANOATO-cx3 ap. 1ml - Laboratório

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Complementos

1 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
4 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
5 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
6 Língua:
7 Mamas: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
8 Menstruação: Sangramento cíclico através da vagina, que é produzido após um ciclo ovulatório normal e que corresponde à perda da camada mais superficial do endométrio uterino.
9 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
10 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
11 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
12 Inchaço: Inchação, edema.
13 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
14 Cabeça:
15 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
16 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
17 Ardor: 1. Calor forte, intenso. 2. Mesmo que ardência. 3. Qualidade daquilo que fulge, que brilha. 4. Amor intenso, desejo concupiscente, paixão.
18 Transpiração: 1. Ato ou efeito de transpirar. 2. Em fisiologia, é a eliminação do suor pelas glândulas sudoríparas da pele; sudação. Ou o fluido segregado pelas glândulas sudoríparas; suor. 3. Em botânica, é a perda de água por evaporação que ocorre na superfície de uma planta, principalmente através dos estômatos, mas também pelas lenticelas e, diretamente, pelas células epidérmicas.
19 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
20 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
21 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
22 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
23 Doença de Parkinson: Doença degenerativa que afeta uma região específica do cérebro (gânglios da base), e caracteriza-se por tremores em repouso, rigidez ao realizar movimentos, falta de expressão facial e, em casos avançados, demência. Os sintomas podem ser aliviados por medicamentos adequados, mas ainda não se conhece, até o momento, uma cura definitiva.
24 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
25 Glândulas: Grupo de células que secreta substâncias. As glândulas endócrinas secretam hormônios e as glândulas exócrinas secretam saliva, enzimas e água.
26 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
27 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
28 Neuroléptico: Medicamento que exerce ação calmante sobre o sistema nervoso, tranquilizante, psicoléptico.
29 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
30 Psicomotora: Própria ou referente a qualquer resposta que envolva aspectos motores e psíquicos, tais como os movimentos corporais governados pela mente.
31 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
32 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
33 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
34 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
35 Neurolépticos: Medicamento que exerce ação calmante sobre o sistema nervoso, tranquilizante, psicoléptico.
36 Afecções: Quaisquer alterações patológicas do corpo. Em psicologia, estado de morbidez, de anormalidade psíquica.
37 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
38 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
39 Encefalopatia: Qualquer patologia do encéfalo. O encéfalo é um conjunto que engloba o tronco cerebral, o cerebelo e o cérebro.
40 Nefro: Unidades funcionais do rim formadas pelos glomérulos renais e seus respectivos túbulos.
41 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
42 Gânglios: 1. Na anatomia geral, são corpos arredondados de tamanho e estrutura variáveis; nodos, nódulos. 2. Em patologia, são pequenos tumores císticos localizados em uma bainha tendinosa ou em uma cápsula articular, especialmente nas mãos, punhos e pés.
43 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
44 Hipopotassemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
45 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
46 Hipertireoidismo: Doença caracterizada por um aumento anormal da atividade dos hormônios tireoidianos. Pode ser produzido pela administração externa de hormônios tireoidianos (hipertireoidismo iatrogênico) ou pelo aumento de uma produção destes nas glândulas tireóideas. Seus sintomas, entre outros, são taquicardia, tremores finos, perda de peso, hiperatividade, exoftalmia.
47 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
48 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
49 Psicose: Grupo de doenças psiquiátricas caracterizadas pela incapacidade de avaliar corretamente a realidade. A pessoa psicótica reestrutura sua concepção de realidade em torno de uma idéia delirante, sem ter consciência de sua doença.
50 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
51 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
52 Broncopneumonia: Infecção do tecido pulmonar produzida em geral por microorganismos que alcançam os alvéolos através dos brônquios. Pode ser uma doença grave, principalmente em pacientes idosos. Manifesta-se por tosse, febre e opacificação na radiografia de tórax.
53 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
54 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
55 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
56 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
57 Discinesia tardia: Síndrome potencialmente irreversível, caracterizada por movimentos repetitivos, involuntários e não intencionais dos músculos da língua, boca, face, pescoço e (mais raramente) das extremidades. Ela se caracteriza por movimentos discinéticos involuntários e irreversíveis e pode se desenvolver com o uso de medicamentos tais como antipsicóticos e neurolépticos.
58 Tronco Cerebral: Parte do encéfalo que conecta os hemisférios cerebrais à medula espinhal. É formado por MESENCÉFALO, PONTE e MEDULA OBLONGA.
59 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
60 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
61 Susceptibilidade: 1. Ato, característica ou condição do que é suscetível. 2. Capacidade de receber as impressões que põem em exercício as ações orgânicas; sensibilidade. 3. Disposição ou tendência para se ofender e se ressentir com (algo, geralmente sem importância); delicadeza, melindre. 4. Em física, é o coeficiente de proporcionalidade entre o campo magnético aplicado a um material e a sua magnetização.
62 Distonia: Contração muscular involuntária causando distúrbios funcionais, dolorosos e estéticos.
63 Bradicinesia: Dificuldade de iniciar os movimentos, lentidão nos movimentos e dificuldade de realizar os movimentos com fluência. É o sintoma mais proeminente na doença de Parkinson e que leva à incapacidade de realização das atividades diárias.
64 Acatisia: Síndrome caracterizada por sentimentos de inquietação interna que se manifesta por incapacidade de se manter quieta. É frequentemente causada por medicamentos neurolépticos.
65 Mandíbula: O maior (e o mais forte) osso da FACE; constitui o maxilar inferior, que sustenta os dentes inferiores. Sinônimos: Forame Mandibular; Forame Mentoniano; Sulco Miloióideo; Maxilar Inferior
66 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
67 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
68 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
69 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
70 Rabdomiólise: Síndrome caracterizada por destruição muscular, com liberação de conteúdo intracelular na circulação sanguínea. Atualmente, a rabdomiólise é considerada quando há dano secundário em algum órgão associado ao aumento das enzimas musculares. A gravidade da doença é variável, indo de casos de elevações assintomáticas de enzimas musculares até situações ameaçadoras à vida, com insuficiência renal aguda ou distúrbios hidroeletrolíticos. As causas da rabdomiólise podem ser classificadas em quatro grandes grupos: trauma ou lesão muscular direta, excesso de atividade muscular, defeitos enzimáticos hereditários ou outras condições clínicas.
71 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
72 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
73 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
74 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
75 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
76 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
77 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
78 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
79 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
80 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
81 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
82 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
83 Cabelo: Estrutura filamentosa formada por uma haste que se projeta para a superfície da PELE a partir de uma raiz (mais macia que a haste) e se aloja na cavidade de um FOLÍCULO PILOSO. É encontrado em muitas áreas do corpo.
84 Galactorréia: Secreção mamária anormal de leite fora do período de amamentação. Pode ser produzida por distúrbios hormonais ou pela ação de medicamentos.
85 Mastalgia: Dor nas mamas. Costuma ser um distúrbio benigno em mulheres jovens devido a um desequilíbrio hormonal durante o ciclo menstrual. Mas, pode ter outras causas.
86 Amenorréia: É a ausência de menstruação pelo período equivalente a 3 ciclos menstruais ou 6 meses (o que ocorrer primeiro). Para períodos inferiores, utiliza-se o termo atraso menstrual.
87 Ginecomastia: Aumento anormal de uma ou ambas as glândulas mamárias no homem. Associa-se a diferentes enfermidades como cirrose, tumores testiculares, etc. Em certas ocasiões ocorrem de forma idiopática.
88 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
89 Libido: Desejo. Procura instintiva do prazer sexual.
90 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
91 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
92 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
93 Diaforese: Sudação, transpiração intensa.
94 Retenção urinária: É um problema de esvaziamento da bexiga causado por diferentes condições. Normalmente, o ato miccional pode ser iniciado voluntariamente e a bexiga se esvazia por completo. Retenção urinária é a retenção anormal de urina na bexiga.
95 Priapismo: Condição, associada ou não a um estímulo sexual, na qual o pênis ereto não retorna ao seu estado flácido habitual. Essa ereção é involuntária, duradora (cerca de 4 horas), geralmente dolorosa e potencialmente danosa, podendo levar à impotência sexual irreversível, constituindo-se numa emergência médica.
96 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
97 Obstipação: Prisão de ventre ou constipação rebelde.
98 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
99 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
100 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
101 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
102 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
103 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
104 Região Glútea:
105 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
106 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
107 Orofaríngea: Relativo à orofaringe.
108 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
109 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
110 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.
111 Sinais vitais: Conjunto de variáveis fisiológicas que são pressão arterial, freqüência cardíaca, freqüência respiratória e temperatura corporal.
112 Colapso: 1. Em patologia, é um estado semelhante ao choque, caracterizado por prostração extrema, grande perda de líquido, acompanhado geralmente de insuficiência cardíaca. 2. Em medicina, é o achatamento conjunto das paredes de uma estrutura. 3. No sentido figurado, é uma diminuição súbita de eficiência, de poder. Derrocada, desmoronamento, ruína. 4. Em botânica, é a perda da turgescência de tecido vegetal.
113 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
114 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
115 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
116 Dopamina: É um mediador químico presente nas glândulas suprarrenais, indispensável para a atividade normal do cérebro.

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