Preço de PREMARIN em Fairfield/SP: R$ 30,00

PREMARIN

WYETH

Atualizado em 09/12/2014

PREMARIN®
Estrogênios conjugados naturais
Creme Vaginal

Apresentação de Premarin

Cartucho com bisnaga contendo 25 g e aplicador. Cada grama1 contém 0,625 mg de estrogênios conjugados naturais, USP (exclusivamente naturais).USO ADULTO

Composição de Premarin

Substância ativa: estrogênios conjugados naturais. Excipientes: álcool cetílico, álcool benzílico, cera branca de abelha, estearato de metila, glicerol, laurilsulfato de sódio, monoestearato de glicerila, monoestearato de propilenoglicol, vaselina, ésteres cetílico e água purificada.

Informações à Paciente de Premarin

Premarin® (estrogênios conjugados naturais) creme vaginal é indicado para o tratamento de atrofia2 vulvar e vaginal.Conservar o medicamento em temperatura ambiente (temperatura entre 15°C e 30°C).
O prazo de validade é de 18 meses contados a partir da data de fabricação indicada na embalagem externa. Não use medicamento com prazo de validade vencido.
Premarin® (estrogênios conjugados naturais) não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou com suspeita de gravidez3, ou ainda por mulheres que estejam amamentando.
Informe seu médico a ocorrência de gravidez3 na vigência do tratamento ou após seu término. Informar ao médico se estiver amamentando.
Siga a orientação de seu médico, respeitando os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Informe seu médico o aparecimento de quaisquer reações desagradáveis que venham porventura a ocorrer durante o uso de Premarin® (estrogênios conjugados naturais) creme vaginal.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
Premarin® (estrogênios conjugados naturais) creme vaginal não deve ser utilizado por mulheres que apresentam suspeita ou confirmação diagnóstica de tumores ginecológicos (útero4 e mama5); gravidez3; sangramento ginecológico anormal; história atual ou anterior de trombose6 de veias7 ou artérias8 (trombose venosa profunda9, embolia10 pulmonar); história de alergia11 a qualquer dos componentes do medicamento.
Antes do início ou da reinicialização da Terapia de Reposição com Estrogênios isoladamente (TRE) ou Terapia de Reposição Hormonal (Estrogênio e Progestogênio - TRH), deve-se procurar um médico para uma avaliação clínica completa. Periodicamente, pacientes tratadas com TRE/TRH devem ser cuidadosamente avaliadas quanto aos riscos e benefícios.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE12.

Informações Técnicas de Premarin

Descrição
Premarin® (estrogênios conjugados naturais) creme vaginal é uma mistura de estrogênios obtidos de fontes exclusivamente naturais (urina13 de éguas prenhes). Contém sais sódicos dos ésteres sulfatados hidrossolúveis de estrona, equilina e 17-alfa-diidroequilina, bem como quantidades menores de 17-alfa-estradiol, equilenina, 17-alfa-diidroequilenina, 17-beta-estradiol, delta-8,9-diidroestrona, 17-beta-diidroequilina e 17-beta-diidroequilenina.
Farmacologia14 Clínica
Os estrogênios são importantes no desenvolvimento e manutenção do sistema reprodutor feminino e dos caracteres sexuais secundários. Promovem o crescimento e desenvolvimento da vagina15, útero4, trompas de Falópio e aumento das mamas16. Indiretamente, contribuem na conformação da estrutura óssea, manutenção do tônus e da elasticidade17 das estruturas urogenitais, alterações nas epífises18 dos ossos longos19, que condicionam o pico de crescimento da puberdade até seu término, o crescimento de pêlos axilares e pubianos, e a pigmentação dos mamilos20 e genitais. A diminuição da atividade estrogênica no fim do ciclo menstrual pode ocasionar a menstruação21, embora a interrupção da secreção de progesterona seja o fator mais importante no ciclo com ovulação22. Entretanto, no ciclo pré-ovulatório ou anovulatório, o estrogênio é o determinante primário no início da menstruação21. Os estrogênios também afetam a liberação de gonadotropinas hipofisárias.
Os efeitos farmacológicos dos estrogênios conjugados naturais são similares àqueles dos estrogênios endógenos. Eles são hidrossolúveis e bem absorvidos pelo trato gastrintestinal. Nos tecidos-alvo (órgãos genitais femininos23, mamas16, hipotálamo24, hipófise25), os estrogênios penetram na célula26 e são transportados para dentro do núcleo. Como resultado da ação estrogênica, ocorre a síntese de RNA e proteínas27 específicas.
O metabolismo28 e a inativação ocorrem principalmente no fígado29. Alguns estrogênios são excretados através da bile30, entretanto, são reabsorvidos no intestino, retornando ao fígado29 através do sistema venoso31 porta. Estrogênios conjugados hidrossolúveis encontram-se em sua maioria ionizados nos líquidos corporais, o que favorece a eliminação através dos rins32, uma vez que a reabsorção tubular é mínima.
Premarin® (estrogênios conjugados naturais) creme vaginal tem demonstrado ser efetivo na reversão de alterações atróficas33 associadas à deficiência estrogênica.
Farmacodinâmica e Eficácia Clínica
Dois subgrupos do estudo WHI (Women's Health Initiative) incluíram um total de 27.000 mulheres saudáveis na pós-menopausa34 para avaliar os riscos e os benefícios da TRE ou da TRH prolongada (estrogênios conjugados eqüinos isoladamente [0,625 mg por dia] ou estrogênios conjugados eqüinos combinados a acetato de medroxiprogesterona [0,625 mg/2,5 mg por dia]) em comparação ao placebo35 na prevenção de certas doenças crônicas. O objetivo primário foi a incidência36 de doença cardíaca coronariana (DCC) (infarto do miocárdio37 não-fatal e óbito38 por DCC), sendo o câncer39 de mama5 invasivo o evento adverso primário estudado. Um "índice global" incluiu a ocorrência de um dos 2 eventos primários associados a acidente vascular cerebral40 (AVC), embolia10 pulmonar (EP), câncer39 endometrial, câncer39 colorretal, fratura41 de quadril e óbito38 por outras causas. O estudo não avaliou os efeitos da TRH sobre os sintomas42 da menopausa34.
O subgrupo do estudo com TRH foi interrompido precocemente porque, de acordo com regras pré-definidas, o aumento do risco de câncer39 de mama5 e eventos cardiovasculares excederam os benefícios a longo prazo especificados no "índice global". A tabela a seguir mostra os resultados deste subgrupo do estudo de estrogênio combinado a progestogênio, o qual incluiu 16.608 mulheres (média idade de 63 anos, variando de 50 a 79 anos) com um seguimento médio de 5,2 anos:
RISCO RELATIVO E NÚMERO DE EVENTOS NO SUBGRUPO DO ESTUDO WHI DE ESTROGÊNIO + PROGESTOGÊNIOa
Evento Risco RelativoTRH vs placeboem 5,2 Anos(IC* de 95%) Placebon = 8.102 TRHn = 8.506
Nº de eventos por 10.000 mulheres-anos
Eventos de DCC Infarto do Miocárdio37 não-fatal Óbito38 por DCC 1,29 (1,02-1,63)1,32 (1,02-1,72)1,18 (0,70-1,97) 30236 37307
Câncer39 de mama5 invasivob 1,26 (1,00-1,59) 30 38
Acidente vascular cerebral40 1,41 (1,07-1,85) 21 29
Embolia10 pulmonar 2,13 (1,39-3,25) 8 16
Câncer39 colorretal 0,63 (0,43-0,92) 16 10
Câncer39 endometrial 0,83 (0,47-1,47) 6 5
Fratura41 de quadril 0,66 (0,45-0,98) 15 10
Óbito38 por causas diferentes dos eventos acima citados 0,92 (0,74-1,14) 40 37
Índice Global 1,15 (1,03-1,28) 151 170
Trombose6 venosa profundac 2,07 (1,49-2,87) 13 26
Fraturas vertebraisc 0,66 (0,44-0,98) 15 9
Outras fraturas osteoporóticasc 0,77 (0,69-0,86) 170 131
a adaptado da Revista JAMA, 2002; 288:321-333
b inclui câncer39 de mama5 metastático e não-metastático, com exceção do câncer39 de mama5 in situ43
c não incluído no Índice Global
* intervalos de confiança não-ajustados para múltiplos aspectos e comparações múltiplas. Exceto para trombose venosa profunda9 e outras fraturas osteoporóticas, com base em intervalos de confiança ajustados, os riscos relativos não foram estatisticamente significantes.
O aumento do número de eventos por 10.000 mulheres-ano atribuíveis ao estrogênio combinado ao progestogênio foi de 7 eventos a mais de DCC, 8 de AVCs, 8 de EPs e 8 casos de câncer39 de mama5 invasivo, ao passo que a redução do número de eventos por 10.000 mulheres-ano foi de menos 6 casos de câncer39 colorretal e menos 5 fraturas de quadril. O aumento do número de evento incluído no "índice global" foi de 19 por 10.000 mulheres-ano. Não houve diferença entre os grupos em termos de mortalidade44 por todas as causas.
O subgrupo do estudo WHI com estrogênio isoladamente em mulheres histerectomizadas ainda está em andamento.

Indicações de Premarin

Premarin® (estrogênios conjugados naturais) creme vaginal é indicado para o tratamento da atrofia2 vulvar e vaginal.

Contra-Indicações de Premarin

1. Antecedente pessoal, diagnóstico45 ou suspeita de câncer39 de mama5 2. Neoplasia46 estrogênio-dependente diagnosticada ou suspeita (câncer39 endometrial, hiperplasia endometrial47)
3. Gravidez3 confirmada ou suspeita
4. Sangramento genital anormal de causa indeterminada
5. História atual ou anterior de tromboembolismo48 venoso confirmado (trombose venosa profunda9, embolia10 pulmonar)
6. Doença tromboembólica arterial atual ou recente (acidente vascular cerebral40, infarto do miocárdio37)
7. Disfunção ou doença hepática49, desde que os resultados dos testes da função hepática49 não tenham retornado ao normal
8. Premarin® (estrogênios conjugados naturais) creme vaginal não deve ser utilizado em pacientes com hipersensibilidade à qualquer dos seus componentes

Precauções de Premarin

Exames Físicos
Antes do início ou da reinicialização da TRE/TRH, deve-se avaliar cuidadosamente os antecedentes pessoal e familiar, além de realizar exames ginecológico e geral completos considerando-se as contra-indicações e advertências de uso. Deve-se excluir gravidez3 antes do início do tratamento. Devem ser realizados checkups periódicos e avaliação cuidadosa da relação risco-benefício em mulheres tratadas com TRE/TRH.
Retenção de Líquido
Como estrogênios/progestogênios podem causar certo grau de retenção de líquido, pacientes com condições que possam ser influenciadas por esse fator, como disfunção cardíaca ou renal50, devem ser observadas cuidadosamente quando receberem estrogênios.
Hipertrigliceridemia
Deve-se ter cuidado com pacientes com hipertrigliceridemia preexistente, uma vez que casos raros de aumentos excessivos de triglicerídeos plasmáticos evoluindo para pancreatite51 foram relatados com terapia estrogênica nessa população. Mulheres com hipertrigliceridemia preexistente devem ser acompanhadas rigorosamente durante a terapia de reposição hormonal ou estrogênica.
Alteração da Função Hepática49
Em pacientes com alteração da função hepática49, pode haver redução do metabolismo28 de estrogênios/progestogênios.

Antecedentes de Icterícia52 Colestática
Deve-se ter cuidado com pacientes com antecedentes de icterícia52 colestática associada a uso anterior de estrogênios ou a gravidez3 e, no caso de recorrência53, o medicamento deve ser descontinuado.
Associação de um Progestogênio em Mulheres Não-Histerectomizadas
Estudos do acréscimo de um progestogênio por, no mínimo, 10 dias de um ciclo de administração de estrogênios ou diariamente com estrogênio em esquema contínuo relataram diminuição da incidência36 de hiperplasia endometrial47 em relação à terapia com estrogênio isolado. A hiperplasia endometrial47 pode ser um precursor do câncer39 endometrial.
Em um subgrupo do estudo WHI (ver Farmacodinâmica e Eficácia Clínica), não se observou aumento do risco de câncer39 endometrial após tratamento médio de 5,2 anos com estrogênio/progestogênio combinados em comparação ao placebo35.
No entanto, existem riscos que podem ser associados ao uso de progestogênios nos esquemas de reposição estrogênica em comparação aos esquemas com estrogênio isoladamente. Entre esses riscos estão (a) aumento do risco de câncer39 de mama5 (ver Advertências); (b) efeitos adversos sobre o metabolismo28 das lipoproteínas (p. ex., diminuição de HDL54, aumento de LDL55) e (c) intolerância à glicose56.
Elevação da Pressão Arterial57
Em um pequeno número de casos relatados, aumentos consideráveis da pressão arterial57 durante a TRE foram atribuídos a reações idiossincráticas aos estrogênios. Em um estudo clínico amplo, randomizado58, controlado por placebo35 não se observou efeito da TRE sobre a pressão arterial57. A pressão arterial57 deve ser monitorizada em intervalos regulares nas pacientes em uso de estrogênios.
Exacerbação de Outras Condições
A terapia de reposição hormonal/estrogênica pode causar exacerbação da asma59, epilepsia60, enxaqueca61, diabetes mellitus62 com ou sem envolvimento vascular63, porfiria64, lúpus65 eritematoso66 sistêmico67, hemangiomas hepáticos e deve ser utilizada com cuidado em mulheres com essas condições.
A endometriose68 pode ser exacerbada com a utilização da TRE/TRH. A adição de um progestogênio deve ser considerada em mulheres que se submeteram a histerectomia69 mas que apresentam endometriose68 residual, uma vez que foram relatados alguns casos de transformação maligna após terapia estrogênica isolada.
Hipocalcemia70
Os estrogênios devem ser utilizados com cuidado em indivíduos com hipocalcemia70 grave.
Hipotireoidismo71
Pacientes em terapia de reposição de hormônio72 tireoideano podem necessitar de doses maiores para manter os níveis de hormônios tireoideanos livres em um nivel aceitável (ver Interações com Exames Laboratoriais).
Monitorização Laboratorial
A administração de estrogênios deve normalmente ser orientada pela resposta clínica à dose mais baixa, e não por monitorização laboratorial, para alívio dos sintomas42 nas indicações nas quais os sintomas42 são observados.
Sangramento Uterino

Algumas pacientes podem desenvolver sangramento uterino anormal (ver Advertências, Câncer39 Endometrial).
Preservativo de látex
Premarin® (estrogênios conjugados naturais) creme vaginal mostrou diminuir a resistência de preservativos de látex. Deve-se considerar o potencial de Premarin® (estrogênios conjugados naturais) creme vaginal em diminuir a resistência e contribuir para a falha de preservativos masculino ou feminino e diafragma73 feitos de látex ou borracha.
Gravidez3
Os estrogênios não devem ser utilizados durante a gravidez3 (ver Contra-indicações).
Lactação74
Os estrogênios não devem ser utilizados durante a lactação74.
Uso Pediátrico
Embora a terapia de reposição estrogênica venha sendo utilizada para a indução da puberdade em adolescentes com algumas formas de retardo da puberdade, a segurança e a eficácia em pacientes pediátricos ainda não foi estabelecida. O tratamento com estrogênio de meninas pré-puberes também induz ao desenvolvimento prematuro das mamas16 e a cornificação vaginal, além de poder induzir sangramento vaginal.
Como foi demonstrado que doses elevadas e repetidas de estrogênios por período de tempo prolongado aceleram o fechamento epifisário, a terapia hormonal não deve ser iniciada antes do fechamento epifisário completo para não haver comprometimento do crescimento global.

Advertências de Premarin

:A Terapia de Reposição Estrogênica (TRE) e a Terapia de Reposição Hormonal (TRH) vêm sendo associadas ao aumento do risco de alguns tipos de câncer39 e doenças cardiovasculares75. O uso de estrogênios isolados em mulheres com útero4 intacto está associado a aumento do risco de câncer39 endometrial. A TRE ou TRH não deve ser iniciada nem mantida para prevenção de doença cardiovascular. Os riscos e os benefícios da TRE e TRH devem sempre ser cuidadosamente ponderados, inclusive levando-se em consideração o aparecimento de riscos com a continuidade do tratamento. Estrogênios com ou sem progestogênios devem ser prescritos nas doses eficazes mais baixas e pela duração mais curta compatíveis com os objetivos do tratamento e os riscos para cada paciente. Na ausência de dados equivalentes, os riscos da TRH devem ser assumidos como semelhantes para todos os estrogênios e combinações de estrogênio/progestogênio.
Pode ocorrer absorção sistêmica com o uso de Premarin® (estrogênios conjugados naturais) Creme Vaginal. Advertências, precauções e reações adversas associadas ao tratamento com Premarin® (estrogênios conjugados naturais) oral devem ser levadas em consideração.
Risco Cardiovascular
A TRE e a TRH vêm sendo associadas a aumento do risco de eventos cardiovasculares, como infarto do miocárdio37 e acidente vascular cerebral40, bem como de trombose6 venosa e embolia10 pulmonar (tromboembolismo48 venoso ou TEV).
As pacientes com fatores de risco para distúrbios tromboembólicos devem ser atentamente observadas.
Doença Coronariana76 e Acidente Vascular Cerebral40
Em um subgrupo do estudo WHI (Women's Health Initiative; ver Farmacodinâmica e Eficácia Clínica), observou-se aumento do risco de eventos de doença cardíaca coronariana (DCC) (definidos como infarto do miocárdio37 não-fatal e óbito38 por DCC) em mulheres tratadas com estrogênio/progestogênio combinados em comparação às que receberam placebo35 (37 versus 30 por 10.000 mulheres-ano). O aumento do risco foi observado após o primeiro ano e se manteve.
No mesmo subgrupo do estudo WHI, observou-se aumento do risco de acidente vascular cerebral40 em mulheres tratadas com estrogênio/progestogênio combinados em comparação às que receberam placebo35 (29 versus 21 por 10.000 mulheres-ano). O aumento do risco foi observado após o primeiro ano e se manteve.
No subgrupo do estudo WHI com estrogênio isoladamente, verificou-se aumento do número de infartos do miocárdio77 e acidente vascular cerebral40 nas mulheres tratadas com estrogênio em comparação às que receberam placebo35. Essas observações são preliminares e o estudo ainda está em andamento.
Nas mulheres na pós-menopausa34 com doença cardíaca estabelecida (n = 2.763, idade média de 66,7 anos) de um estudo clínico controlado de prevenção secundária de doença cardiovascular (Estudo HERS - Heart and Estrogen/Progestin Replacement Study), o tratamento oral com estrogênios conjugados eqüinos combinado a acetato de medroxiprogesterona não demonstrou benefícios cardiovasculares. Durante um seguimento médio de 4,1 anos, o tratamento oral com estrogênios conjugados eqüinos combinado a acetato de medroxiprogesterona não diminuiu a taxa global de eventos de DCC em mulheres na pós-menopausa34 com doença coronariana76 estabelecida. Houve mais eventos de DCC no grupo tratado com hormônio72 do que no grupo placebo35 no primeiro ano, mas não nos anos seguintes. Depois do Estudo HERS original, 2.321 mulheres concordaram em participar de uma extensão desse estudo de forma aberta, denominada HERS II. O seguimento médio no HERS II foi de 2,7 anos, resultando em um acompanhamento total de 6,8 anos. As taxas de eventos de doença cardíaca coronariana (DCC) foram equivalentes nas mulheres do grupo tratado com hormônio72 e nas do grupo placebo35 nos Estudos HERS e HERS II e nos dois combinados.
Tromboembolismo48 Venoso
Em um subgrupo do estudo WHI (ver Farmacodinâmica e Eficácia Clínica), observou-se uma taxa 2 vezes maior de tromboembolismo48 venoso, incluindo trombose venosa profunda9 e embolia10 pulmonar, em mulheres tratadas com estrogênio/progestogênio combinados em comparação às que receberam placebo35. A taxa de tromboembolismo48 venoso foi de 34 por 10.000 mulheres-ano no grupo estrogênio/progestogênio combinados em comparação a 16 por 10.000 mulheres-ano no grupo placebo35. O aumento do risco de tromboembolismo48 venoso foi observado no primeiro ano e se manteve.
No subgrupo do estudo WHI com estrogênio isoladamente, verificou-se aumento de tromboembolismo48 venoso nas mulheres tratadas com estrogênio em comparação às que receberam placebo35. Essas observações são preliminares e o estudo ainda está em andamento.
Se possível, os estrogênios devem ser descontinuados, no mínimo, quatro a seis semanas antes de cirurgia associada a aumento do risco de tromboembolismo48 ou durante períodos de imobilização prolongada.
Fatores de risco conhecidos para tromboembolismo48 venoso incluem, mas não se limitam a, história pessoal ou familiar de tromboembolismo48 venoso, obesidade78 e lúpus65 eritematoso66 sistêmico67.
Neoplasias79 Malignas
Câncer39 Endometrial
O uso de estrogênios isolados em mulheres não-histerectomizadas vem sendo associado a aumento do risco de câncer39 endometrial.
O risco relatado de câncer39 endometrial entre as usuárias de estrogênio isolado é cerca de 2 a 12 vezes maior do que nas não-usuárias e, aparentemente, depende da duração do tratamento e da dose de estrogênio. A maioria dos estudos não demonstra aumento significativo do risco associado ao uso de estrogênios por menos de um ano. O maior risco parece estar associado ao uso prolongado, com risco 15 a 24 vezes maior para terapias de 5 a 10 anos ou mais, persistindo por, no mínimo, 8 a 15 anos após a descontinuação da TRE.
Não há evidências de que o uso de estrogênios naturais resulte em perfil de risco endometrial diferente do observado com estrogênios sintéticos em doses equivalentes de estrogênio. Demonstrou-se que o acréscimo de um progestogênio à TRE reduz o risco de hiperplasia endometrial47, que pode ser um precursor do câncer39 endometrial. (ver Precauções)
Em um subgrupo do estudo WHI, (ver Farmacodinâmica e Eficácia Clínica) não se observou aumento do risco de câncer39 endometrial após tratamento médio de 5,2 anos com estrogênio/progestogênio combinados em comparação ao placebo35.
É importante que todas as mulheres que recebem estrogênio/progestogênio combinados sejam acompanhadas clinicamente. Medidas diagnósticas adequadas, entre as quais coleta de amostra do endométrio80 quando indicada, devem ser adotadas para excluir a presença de doença maligna em todos os casos de sangramento vaginal anormal persistente ou recorrente não-diagnosticado.
Câncer39 de Mama5
O uso prolongado de TRE e TRH vem sendo associado a aumento do risco de câncer39 de mama5.
No subgrupo de TRH do estudo WHI (ver Farmacodinâmica e Eficácia Clínica), observou-se aumento do risco relativo de 26% de câncer39 de mama5 invasivo (38 versus 30 por 10.000 mulheres-ano) após uma média de 5,2 anos de tratamento em mulheres tratadas com estrogênio/progestogênio combinados em comparação às que receberam placebo35. O maior risco de câncer39 de mama5 ficou evidente após 4 anos de tratamento com o medicamento em estudo. As mulheres que relataram uso anterior de hormônio72 na pós-menopausa34 apresentaram um risco relativo mais alto de câncer39 de mama5 associado à TRH do que as que nunca usaram hormônio72 na pós-menopausa34.
No subgrupo de TRE do estudo WHI, não se observou aumento do risco de câncer39 de mama5 em mulheres tratadas com estrogênio em comparação ao placebo35 após tratamento médio de 5,2 anos. Esses dados são preliminares e esse subgrupo do estudo WHI ainda está em andamento.
Uma reavaliação dos dados originais de 51 estudos epidemiológicos [não necessariamente incluindo o Premarin® (estrogênios conjugados naturais)] demonstrou um aumento pequeno ou moderado da probabilidade de diagnosticar câncer39 de mama5 em mulheres em uso atual ou recente de TRE/TRH. Os autores estimam que, entre as 1000 mulheres que iniciaram a terapia hormonal aos 50 anos e continuaram por 5, 10 ou 15 anos, o número adicional de casos de câncer39 de mama5 que ocorreria aos 70 anos seria de 2, 6 e 12 casos, respectivamente. Isso, com adição a uma incidência36 cumulativa estimada, no mesmo período, de 45 casos por 1000 mulheres que nunca usaram TRE/TRH. A probabilidade de diagnosticar câncer39 de mama5 aumentou com a duração do tratamento e aproximou-se do normal após cinco anos de suspensão da TRE/TRH. De acordo com essa re-análise, os cânceres de mama5 diagnosticados em usuárias correntes ou recentes de TRE/TRH são menos prováveis de apresentarem metástases81 do que em não-usuárias.
Outros estudos epidemiológicos sugerem que a adição de um progestogênio aumenta o risco de câncer39 de mama5 em comparação ao uso de estrogênio isoladamente.
Todas as mulheres devem ser avaliadas anualmente por um profissional de saúde12 e devem fazer o auto-exame mensalmente. Além disso, a realização do exame de mamografia82 deve variar de acordo com a idade e fatores de risco da paciente.
Câncer39 de Ovário83
A associação entre TRE e câncer39 de ovário83 foi avaliada em vários estudos de caso-controle e coorte84. Dois estudos coorte84 de grande porte indicaram um aumento do risco de câncer39 de ovário83 associado à terapia de reposição a longo prazo apenas com estrogênio, particularmente com uso maior ou igual a 10 anos. Em um desses estudos, relatou-se incidência36 na fase basal de 4,4 casos por 10.000 mulheres-ano entre as mulheres na pós-menopausa34 não-tratadas em comparação a 6,5 casos por 10.000 mulheres-ano nas usuárias de TRE. Outros estudos epidemiológicos de TRE e câncer39 de ovário83 não demonstraram uma associação significante. Os dados não são suficientes para determinar a existência de aumento do risco com TRH.
Efeitos Durante a Gravidez3
Os estrogênios não devem ser utilizados durante a gravidez3 (ver Contra-Indicações e Precauções).
Doença da Vesícula Biliar85
Relatou-se aumento de 2 a 4 vezes do risco de doença da vesícula biliar85 com necessidade de cirurgia em mulheres tratadas com TRE/TRH.
Anormalidades Visuais
Trombose6 vascular63 retiniana foi relatada em pacientes recebendo estrogênios. Se houver perda repentina da visão86, parcial ou total, ou início repentino de proptose, diplopia87 ou enxaqueca61, descontinuar o medicamento até que se realize uma avaliação. Se o exame revelar papiledema ou lesões88 vasculares89 retinianas, a medicação deve ser descontinuada.

Interações Medicamentosas de Premarin

Os dados de um estudo de interações medicamentosas com estrogênios conjugados eqüinos e acetato de medroxiprogesterona indicam que a disposição farmacocinética de ambos os fármacos não é alterada quando são administrados concomitantemente. Não foram conduzidos outros estudos clínicos de interações medicamentosas com estrogênios conjugados eqüinos.
Estudos in vitro e in vivo demonstraram que o 17 beta-estradiol, um dos componentes dos estrogênios conjugados eqüinos, é metabolizado parcialmente pelo citocromo P450 3A4 (CYP3A4). Portanto, fortes indutores da CYP3A4, como fenobarbital, fenitoína, carbamazepina, rifampicina e dexametasona, podem diminuir as concentrações plasmáticas do 17 beta-estradiol. Essa redução pode causar diminuição do efeito e/ou das alterações do perfil de sangramento uterino. Inibidores da CYP3A4, como a cimetidina, a eritromicina e o cetoconazol, podem aumentar as concentrações plasmáticas do 17 beta-estradiol e podem resultar em efeitos colaterais90.
Foram relatadas ondas de calor e sangramento vaginal em pacientes em TRE/TRH tratadas concomitantemente com erva de São João. A erva de São João pode induzir as enzimas microssomais hepáticas91 que teoricamente podem diminuir a eficácia da TRE/TRH.

Interações com Exames Laboratoriais de Premarin

Os estrogênios aumentam a globulina92 de ligação à tireóide (TBG), resultando em aumento do hormônio72 tireoideano total circulante, determinado por iodo ligado a proteína (PBI), níveis de T4 por coluna ou radioimunoensaio ou níveis de T3 por radioimunoensaio. A captação de T3 por resina diminui, refletindo os níveis elevados de TBG. Não há alteração nas concentrações de T4 e T3 livres.O nível sérico de outras proteínas27 de ligação também pode ser aumentado, ou seja, globulina92 de ligação a corticosteróides (CBG), globulina92 de ligação aos hormônios sexuais (SHBG), resultando no aumento dos corticosteróides e esteróides sexuais circulantes, respectivamente. As concentrações de hormônios biologicamente ativos ou livres não são alteradas. Pode haver aumento de outras proteínas27 plasmáticas (substrato angiotensinogênio/renina, alfa-1-antitripsina, ceruloplasmina).
Pode haver diminuição da resposta à metirapona.

Reações Adversas de Premarin

As seguintes reações adversas foram relatadas com estrogênios conjugados eqüinos creme vaginal ou são efeitos indesejáveis associados a estrogênios. Não é possível calcular a frequência desses eventos com base nos dados de vendas para exposição do paciente porque a dose de estrogênios conjugados eqüinos creme vaginal varia de paciente para paciente93 e o produto é comercializado em todo o mundo em unidades de diversos tamanhos.
Sistema Corporal Reação adversa
Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas16
Sangramento de escape/spotting; Dor mamária, aumento da sensibilidade, aumento do volume mamário e descarga papilarReações no local da administração de desconforto vulvovaginal, incluindo queimação, irritação e prurido94 genital; secreção vaginalAumento do tamanho de leiomioma95 uterinoHiperplasia endometrial
Distúrbios gastrintestinais
Náuseas96; vômitos97; distensão; dor abdominalPancreatite
Distúrbios do sistema nervoso98
Tontura99; cefaléia100, enxaqueca61; nervosismoAcidente vascular63 cerebral(AVC)
Distúrbios músculo-esqueléticos, ósseos e do tecido conjuntivo101
Artralgias102; cãibras nas pernas
Distúrbios psiquiátricos
Alterações na libido103; distúrbios de humor; irritabilidade; depressão
Distúrbios vasculares89
Embolia10 pulmonar; trombose6 venosa
Distúrbios gerais e condições do local da administração
Edema104
Distúrbios cutâneos e subcutâneos
AlopeciaCloasma/melasma105; hirsutismo106; prurido94; erupção107 cutâneaEritema multiforme; eritema nodoso108
Distúrbio hepato-biliar
Doença da vesícula biliar85 Icterícia52 colestática
Infecções109 e Infestações
Vaginite110, incluindo candidíase111 vaginalCistite
Neoplasias79 benignas e malignas (incluindo cistos e pólipos112)
Câncer39 de mama5; câncer39 de ovário83; alterações fibrocísticas da mamaCâncer endometrial; aumento de hemangiomas hepáticos
Distúrbios do sistema imunológico113
Reações anafiláticas114/anafilactóides, incluindo urticária115 e angioedema116; hipersensibilidade
Distúrbios de metabolismo28 e nutricional
Intolerância à glicose56
Distúrbios oculares
Intolerância a lentes de contato
Outros
Alterações no peso (aumento ou diminuição)Aumento dos triglicerídeosAumento da pressão arterial57
Endócrino117
Puberdade precoce

Posologia de Premarin

A administração deve ser cíclica (três semanas com medicação e uma semana sem) e somente para uso a curto prazo.Dose usual recomendada ou a critério médico: 1/2 a 2 gramas diariamente por via intravaginal dependendo da intensidade da afecção118.
As pacientes devem ser reavaliadas periodicamente para determinar a necessidade de continuação do tratamento.
Instruções para uso do aplicador:
1. Retire a tampa da bisnaga e rosqueie o aplicador.
2. Aperte suavemente a base da bisnaga com os dedos, de maneira a forçar a entrada do creme no aplicador, até a marca da dose prescrita.
3. Retire o aplicador e feche a bisnaga.
4. Introduza cuidadosamente o aplicador na vagina15, o mais profundamente possível, e empurre o êmbolo119 até esvaziar o aplicador.
Para limpar:
1. Puxe o êmbolo119, forçando suavemente, até retirá-lo do aplicador.
2. Lave as peças com sabão neutro e água morna (não usar água quente, nem fervê-lo).
3. Monte-o novamente depois de enxugar as peças.

Superdosagem de Premarin

Não foram relatados eventos adversos sérios após a ingestão aguda de doses elevadas de produtos contendo estrogênios/progestogênios por crianças pequenas. A superdosagem pode causar náuseas96 e vômitos97 e sangramento por supressão pode ocorrer em mulheres. Não há antídoto120 específico e se houver necessidade de tratamento adicional, deve ser sintomático121.

Pacientes Idosas de Premarin

Do número total de pacientes do braço do estudo WHI que utilizou estrogênios conjugados naturais em associação com o acetato de medroxiprogesterona, 44% (n = 7.320) tinham 65 anos ou mais e 6,6% (n = 1.095), 75 anos ou mais (ver Farmacodinâmica e Eficácia Clínica). Não foram observadas diferenças significativas nos riscos relativos entre as pacientes de 65 anos ou mais em comparação às pacientes mais novas. O risco relativo de AVC e câncer39 de mama5 invasivo foi maior em mulheres de 75 anos ou mais em comparação a pacientes mais novas.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
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Blisfarma Indústria Farmacêutica Ltda.
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Indústria Brasileira.

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Data de fabricação, lote e validade: Vide cartucho.

PREMARIN - Laboratório

WYETH
Rua Alexandre Dumas, 2200
São Paulo/SP - CEP: 04717-004
Tel: 55 (011) 5180-0040
Fax: 55 (011)5181-9013

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Complementos

1 Grama: 1. Designação comum a diversas ervas da família das gramíneas que formam forrações espontâneas ou que são cultivadas para criar gramados em jardins e parques ou como forrageiras, em pastagens; relva. 2. Unidade de medida de massa no sistema c.g.s., equivalente a 0,001 kg . Símbolo: g.
2 Atrofia: 1. Em biologia, é a falta de desenvolvimento de corpo, órgão, tecido ou membro. 2. Em patologia, é a diminuição de peso e volume de órgão, tecido ou membro por nutrição insuficiente das células ou imobilização. 3. No sentido figurado, é uma debilitação ou perda de alguma faculdade mental ou de um dos sentidos, por exemplo, da memória em idosos.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Útero: Orgão muscular oco (de paredes espessas), na pelve feminina. Constituído pelo fundo (corpo), local de IMPLANTAÇÃO DO EMBRIÃO e DESENVOLVIMENTO FETAL. Além do istmo (na extremidade perineal do fundo), encontra-se o COLO DO ÚTERO (pescoço), que se abre para a VAGINA. Além dos istmos (na extremidade abdominal superior do fundo), encontram-se as TUBAS UTERINAS.
5 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
6 Trombose: Formação de trombos no interior de um vaso sanguíneo. Pode ser venosa ou arterial e produz diferentes sintomas segundo os territórios afetados. A trombose de uma artéria coronariana pode produzir um infarto do miocárdio.
7 Veias: Vasos sangüíneos que levam o sangue ao coração.
8 Artérias: Os vasos que transportam sangue para fora do coração.
9 Trombose Venosa Profunda: Caracteriza-se pela formação de coágulos no interior das veias profundas da perna. O que mais chama a atenção é o edema (inchaço) e a dor, normalmente restritos a uma só perna. O edema pode se localizar apenas na panturrilha e pé ou estar mais exuberante na coxa, indicando que o trombo se localiza nas veias profundas dessa região ou mais acima da virilha. Uma de suas principais conseqüências a curto prazo é a embolia pulmonar, que pode deixar seqüelas ou mesmo levar à morte. Fatores individuais de risco são: varizes de membros inferiores, idade maior que 40 anos, obesidade, trombose prévia, uso de anticoncepcionais, terapia de reposição hormonal, entre outras.
10 Embolia: Impactação de uma substância sólida (trombo, colesterol, vegetação, inóculo bacteriano), líquida ou gasosa (embolia gasosa) em uma região do circuito arterial com a conseqüente obstrução do fluxo e isquemia.
11 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
12 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
13 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
14 Farmacologia: Ramo da medicina que estuda as propriedades químicas dos medicamentos e suas respectivas classificações.
15 Vagina: Canal genital, na mulher, que se estende do ÚTERO à VULVA. (Tradução livre do original
16 Mamas: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
17 Elasticidade: 1. Propriedade de um corpo sofrer deformação, quando submetido à tração, e retornar parcial ou totalmente à forma original. 2. Flexibilidade, agilidade física. 3. Ausência de senso moral.
18 Epífises: Extremidade dilatada dos ossos longos, separada da parte média pelo disco epifisário (até o crescimento ósseo cessar). Neste período, o disco desaparece e a extremidade se une à parte média do osso.
19 Ossos longos: Exemplo: Fêmur
20 Mamilos: Órgãos cônicos os quais usualmente fornecem passagem ao leite proveniente das glândulas mamárias.
21 Menstruação: Sangramento cíclico através da vagina, que é produzido após um ciclo ovulatório normal e que corresponde à perda da camada mais superficial do endométrio uterino.
22 Ovulação: Ovocitação, oocitação ou ovulação nos seres humanos, bem como na maioria dos mamíferos, é o processo que libera o ovócito II em metáfase II do ovário. (Em outras espécies em vez desta célula é liberado o óvulo.) Nos dias anteriores à ovocitação, o folículo secundário cresce rapidamente, sob a influência do FSH e do LH. Ao mesmo tempo que há o desenvolvimento final do folículo, há um aumento abrupto de LH, fazendo com que o ovócito I no seu interior complete a meiose I, e o folículo passe ao estágio de pré-ovocitação. A meiose II também é iniciada, mas é interrompida em metáfase II aproximadamente 3 horas antes da ovocitação, caracterizando a formação do ovócito II. A elevada concentração de LH provoca a digestão das fibras colágenas em torno do folículo, e os níveis mais altos de prostaglandinas causam contrações na parede ovariana, que provocam a extrusão do ovócito II.
23 Genitais Femininos: Órgãos reprodutores femininos. Os órgãos externos icluem a VULVA, as GLÂNDULAS VESTIBULARES MAIORES e o CLITÓRIS. Os internos incluem a VAGINA, o ÚTERO, os OVÁRIOS e as TUBAS UTERINAS.
24 Hipotálamo: Parte ventral do diencéfalo extendendo-se da região do quiasma óptico à borda caudal dos corpos mamilares, formando as paredes lateral e inferior do terceiro ventrículo.
25 Hipófise:
26 Célula: Unidade funcional básica de todo tecido, capaz de se duplicar (porém algumas células muito especializadas, como os neurônios, não conseguem se duplicar), trocar substâncias com o meio externo à célula, etc. Possui subestruturas (organelas) distintas como núcleo, parede celular, membrana celular, mitocôndrias, etc. que são as responsáveis pela sobrevivência da mesma.
27 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
28 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
29 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
30 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
31 Sistema venoso: O sistema venoso possui a propriedade de variação da sua complacência, para permitir o retorno de um variável volume sanguíneo ao coração e a manutenção de uma reserva deste volume.
32 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
33 Atróficas: Relativas à atrofia, atrofiada. Que atrofiam; que minguam, atrofiadoras, atrofiantes. Que se tornam mais debilitadas e menos intensas.
34 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
35 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
36 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
37 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
38 Óbito: Morte de pessoa; passamento, falecimento.
39 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
40 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
41 Fratura: Solução de continuidade de um osso. Em geral é produzida por um traumatismo, mesmo que possa ser produzida na ausência do mesmo (fratura patológica). Produz como sintomas dor, mobilidade anormal e ruídos (crepitação) na região afetada.
42 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
43 In situ: Mesmo que in loco , ou seja, que está em seu lugar natural ou normal (diz-se de estrutura ou órgão). Em oncologia, é o que permanece confinado ao local de origem, sem invadir os tecidos vizinhos (diz-se de tumor).
44 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
45 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
46 Neoplasia: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
47 Hiperplasia endometrial: Caracterizada por alterações biomorfológicas do endométrio (estroma e glândulas), que variam desde um estado fisiológico exacerbado até o carcinoma “in situ”. É o resultado de uma estimulação estrogênica persistente na ausência ou insuficiência de estímulo progestínico.O fator prognóstico mais importante nas pacientes afetadas é a atipia celular: cerca de 20% das pacientes com hiperplasia atípica evoluem para câncer invasivo.
48 Tromboembolismo: Doença produzida pela impactação de um fragmento de um trombo. É produzida quando este se desprende de seu lugar de origem, e é levado pela corrente sangüínea até produzir a oclusão de uma artéria distante do local de origem do trombo. Esta oclusão pode ter diversas conseqüências, desde leves até fatais, dependendo do tamanho do vaso ocluído e do tipo de circulação do órgão onde se deu a oclusão.
49 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
50 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
51 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
52 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
53 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
54 HDL: Abreviatura utilizada para denominar um tipo de proteína encarregada de transportar o colesterol sanguíneo, que se relaciona com menor risco cardiovascular. Também é conhecido como “Bom Colesterol”. Seus valores normais são de 35-50mg/dl.
55 LDL: Lipoproteína de baixa densidade, encarregada de transportar colesterol através do sangue. Devido à sua tendência em depositar o colesterol nas paredes arteriais e a produzir aterosclerose, tem sido denominada “mau colesterol“.
56 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
57 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
58 Randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle – o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
59 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
60 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
61 Enxaqueca: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
62 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
63 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
64 Porfiria: Constituem um grupo de pelo menos oito doenças genéticas distintas, além de formas adquiridas, decorrentes de deficiências enzimáticas específicas na via de biossíntese do heme, que levam à superprodução e acumulação de precursores metabólicos, para cada qual correspondendo um tipo particular de porfiria. Fatores ambientais, tais como: medicamentos, álcool, hormônios, dieta, estresse, exposição solar e outros desempenham um papel importante no desencadeamento e curso destas doenças.
65 Lúpus: 1. É uma inflamação crônica da pele, caracterizada por ulcerações ou manchas, conforme o tipo específico. 2. Doença autoimune rara, mais frequente nas mulheres, provocada por um desequilíbrio do sistema imunológico. Nesta patologia, a defesa imunológica do indivíduo se vira contra os tecidos do próprio organismo como pele, articulações, fígado, coração, pulmão, rins e cérebro. Essas múltiplas formas de manifestação clínica, às vezes, podem confundir e retardar o diagnóstico. Lúpus exige tratamento cuidadoso por médicos especializados no assunto.
66 Eritematoso: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
67 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
68 Endometriose: Doença que acomete as mulheres em idade reprodutiva e consiste na presença de endométrio em locais fora do útero. Endométrio é a camada interna do útero que é renovada mensalmente pela menstruação. Os locais mais comuns da endometriose são: Fundo de Saco de Douglas (atrás do útero), septo reto-vaginal (tecido entre a vagina e o reto ), trompas, ovários, superfície do reto, ligamentos do útero, bexiga e parede da pélvis.
69 Histerectomia: Cirurgia através da qual se extrai o útero. Pode ser realizada mediante a presença de tumores ou hemorragias incontroláveis por outras formas. Quando se acrescenta à retirada dos ovários e trompas de Falópio (tubas uterinas) a esta cirurgia, denomina-se anexo-histerectomia.
70 Hipocalcemia: É a existência de uma fraca concentração de cálcio no sangue. A manifestação clínica característica da hipocalcemia aguda é a crise de tetania.
71 Hipotireoidismo: Distúrbio caracterizado por uma diminuição da atividade ou concentração dos hormônios tireoidianos. Manifesta-se por engrossamento da voz, aumento de peso, diminuição da atividade, depressão.
72 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
73 Diafragma: 1. Na anatomia geral, é um feixe muscular e tendinoso que separa a cavidade torácica da cavidade abdominal. 2. Qualquer membrana ou placa que divide duas cavidades ou duas partes da mesma cavidade. 3. Em engenharia mecânica, em um veículo automotor, é uma membrana da bomba injetora de combustível. 4. Na física, é qualquer anteparo com um orifício ou fenda, ajustável ou não, que regule o fluxo de uma substância ou de um feixe de radiação. 5. Em ginecologia, é um método contraceptivo formado por uma membrana de material elástico que envolve um anel flexível, usado no fundo da vagina de modo a obstruir o colo do útero. 6. Em um sistema óptico, é uma abertura que controla a seção reta de um feixe luminoso que passa através desta, com a finalidade de regular a intensidade luminosa, reduzir a aberração ou aumentar a profundidade focal.
74 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
75 Doenças cardiovasculares: Doença do coração e vasos sangüíneos (artérias, veias e capilares).
76 Doença coronariana: Doença do coração causada por estreitamento das artérias que fornecem sangue ao coração. Se o fluxo é cortado, o resultado é um ataque cardíaco.
77 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
78 Obesidade: Condição em que há acúmulo de gorduras no organismo além do normal, mais severo que o sobrepeso. O índice de massa corporal é igual ou maior que 30.
79 Neoplasias: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
80 Endométrio: Membrana mucosa que reveste a cavidade uterina (responsável hormonalmente) durante o CICLO MENSTRUAL e GRAVIDEZ. O endométrio sofre transformações cíclicas que caracterizam a MENSTRUAÇÃO. Após FERTILIZAÇÃO bem sucedida, serve para sustentar o desenvolvimento do embrião.
81 Metástases: Formação de tecido tumoral, localizada em um lugar distante do sítio de origem. Por exemplo, pode se formar uma metástase no cérebro originário de um câncer no pulmão. Sua gravidade depende da localização e da resposta ao tratamento instaurado.
82 Mamografia: Estudo radiológico que utiliza uma técnica especial para avaliar o tecido mamário. Permite diagnosticar tumores benignos e malignos em fase inicial na mama. É um exame que deve ser realizado por mulheres, como prevenção ao câncer.
83 Ovário: Órgão reprodutor (GÔNADAS) feminino. Nos vertebrados, o ovário contém duas partes funcionais Sinônimos: Ovários
84 Coorte: Grupo de indivíduos que têm algo em comum ao serem reunidos e que são observados por um determinado período de tempo para que se possa avaliar o que ocorre com eles. É importante que todos os indivíduos sejam observados por todo o período de seguimento, já que informações de uma coorte incompleta podem distorcer o verdadeiro estado das coisas. Por outro lado, o período de tempo em que os indivíduos serão observados deve ser significativo na história natural da doença em questão, para que haja tempo suficiente do risco se manifestar.
85 Vesícula Biliar: Reservatório para armazenar secreção da BILE. Através do DUCTO CÍSTICO, a vesícula libera para o DUODENO ácidos biliares em alta concentração (e de maneira controlada), que degradam os lipídeos da dieta.
86 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
87 Diplopia: Visão dupla.
88 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
89 Vasculares: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
90 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
91 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
92 Globulina: Qualquer uma das várias proteínas globulares pouco hidrossolúveis de uma mesma família que inclui os anticorpos e as proteínas envolvidas no transporte de lipídios pelo plasma.
93 Para paciente: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Paciente disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
94 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
95 Leiomioma: Tumor benigno do músculo liso que pode localizar-se em qualquer órgão que seja formado pelo dito tecido.
96 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
97 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
98 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
99 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
100 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
101 Tecido conjuntivo: Tecido que sustenta e conecta outros tecidos. Consiste de CÉLULAS DO TECIDO CONJUNTIVO inseridas em uma grande quantidade de MATRIZ EXTRACELULAR.
102 Artralgias: Dor em articulações.
103 Libido: Desejo. Procura instintiva do prazer sexual.
104 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
105 Melasma: Manchas escuras na face. O seu surgimento está relacionado à gravidez ou ao uso de anticoncepcionais hormonais (pílula) e tem como fator desencadeante a exposição da pele ao sol. Quando estas manchas ocorrem durante a gravidez, recebem a denominação de cloasma gravídico. Além dos fatores hormonais e da exposição solar, a tendência genética e características raciais também influenciam o surgimento do melasma.
106 Hirsutismo: Presença de pêlos terminais (mais grossos e escuros) na mulher, em áreas anatômicas características de distribuição masculina, como acima dos lábios, no mento, em torno dos mamilos e ao longo da linha alba no abdome inferior. Pode manifestar-se como queixa isolada ou como parte de um quadro clínico mais amplo, acompanhado de outros sinais de hiperandrogenismo (acne, seborréia, alopécia), virilização (hipertrofia do clitóris, aumento da massa muscular, modificação do tom de voz), distúrbios menstruais e/ou infertilidade.
107 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
108 Eritema nodoso: Erupção eritematosa comumente associada a reações a medicamentos ou infecções e caracterizada por nódulos inflamatórios que são geralmente dolorosos, múltiplos e bilaterais. Esses nódulos são localizados predominantemente nas pernas, podendo também estar nas coxas e antebraços. Eles sofrem alterações de coloração características terminando em áreas tipo equimose temporárias. Regride em 3 a 6 semanas, em média, sem cicatriz ou atrofia.
109 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
110 Vaginite: Inflamação da mucosa que recobre a vagina. Em geral é devido a uma infecção bacteriana ou micótica. Manifesta-se por ardor, dor espontânea ou durante o coito (dispareunia) e secreção mucosa ou purulenta pela mesma.
111 Candidíase: É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
112 Pólipos: 1. Em patologia, é o crescimento de tecido pediculado que se desenvolve em uma membrana mucosa (por exemplo, no nariz, bexiga, reto, etc.) em resultado da hipertrofia desta membrana ou como um tumor verdadeiro. 2. Em celenterologia, forma individual, séssil, típica dos cnidários, que se caracteriza pelo corpo formado por um tubo ou cilindro, cuja extremidade oral, dotada de boca e tentáculos, é dirigida para cima, e a extremidade oposta, ou aboral, é fixa.
113 Sistema imunológico: Sistema de defesa do organismo contra infecções e outros ataques de micro-organismos que enfraquecem o nosso corpo.
114 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
115 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
116 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
117 Endócrino: Relativo a ou próprio de glândula, especialmente de secreção interna; endocrínico.
118 Afecção: Qualquer alteração patológica do corpo. Em psicologia, estado de morbidez, de anormalidade psíquica.
119 Êmbolo: 1. Cilindro ou disco que se move em vaivém no interior de seringas, bombas, etc. 2. Na engenharia mecânica, é um cilindro metálico deslizante que recebe um movimento de vaivém no interior de um cilindro de motor de combustão interna. 3. Em artes gráficas, é uma haste de ferro com um cilindro, articulada para comprimir e lançar o chumbo ao molde. 4. Em patologia, é um coágulo ou outro tampão trazido pela corrente sanguínea a partir de um vaso distante, que obstrui a circulação ao ser forçado contra um vaso menor. 5. Na anatomia zoológica, nas aranhas, é um prolongamento delgado no ápice do aparelho copulador masculino.
120 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
121 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
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