ANANGOR

BIOSINTETICA

Atualizado em 03/06/2015

ANANGOR®

Tramadol Cloridrato
Cápsulas - 50mg
Solução Injetável - 50mg e 100mg

FORMAS FARMACÊUTICAS E
APRESENTAÇÕES:

Cápsulas de 50 mg. Embalagem com 10 cápsulas.
Solução Injetável 50 mg. Embalagem com 6 ampolas de
1 mL.
Solução Injetável 100 mg. Embalagem com 6 ampolas de
2 mL.

USO ADULTO

Composições de Anangor

Cada cápsula de 50 mg contém:Cloridrato de Tramadol .................... 50 mg
Excipientes q.s.p. .................... 1 cápsula
(Excipientes: Celulose microcristalina, glicolato de amido
sódico, dióxido de silício, estearato de magnésio)
Cada ampola da solução injetável 50 mg contém:
Cloridrato de Tramadol .................... 50 mL
Veículos q.s.p. .................... 1 mL
(Veículos: Acetato de sódio, água para injetáveis)
Cada ampola da solução injetável 100 mg contém:
Cloridrato de Tramadol .................... 100 mg
Veículos q.s.p. .................... 2 mL
(Veículos: Acetato de sódio, água para injetáveis)

Informações ao Paciente de Anangor

Ação esperada do medicamento: O produto está indicado
no alívio dos processos dolorosos moderados a graves,
agudos e crônicos, tais como: pós-operatórios, processos
reumáticos, traumatismos, fraturas e neoplasias1.
Cuidados de armazenamento: Todas as formas de
ANANGOR® (Tramadol cloridrato) devem ser conservadas
evitando local quente (entre 30OC e 40OC). Proteger
da luz e umidade.
Prazo de validade: Desde que respeitados os cuidados
de armazenamento, o produto apresenta uma validade
de 24 meses a contar da data de sua fabricação. Não
devem ser utilizados produtos fora do prazo de validade,
pois podem trazer prejuízos à saúde2.
Gravidez3 e lactação4: Informe seu médico a ocorrência
de gravidez3 na vigência do tratamento ou após o término.
Informar ao médico se estiver amamentando.
Cuidados de administração: Siga a orientação de seu
médico, respeitando sempre os horários, as doses e a
duração do tratamento.
Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento
sem o conhecimento de seu médico.
Reações adversas: Informe seu médico o aparecimento
de reações desagradáveis. Podem ocorrer sedação5, tontura6,
dor-de-cabeça7, fadiga8, inquietação, suor excessivo,
náuseas9, vômitos10, secura da boca11 e queda de pressão
arterial, principalmente quando o paciente realizar esforço
físico. Doses acima daquelas recomendadas podem determinar
desconforto respiratório.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO
ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Ingestão concomitante com outras substâncias: Informe
seu médico sobre qualquer medicamento que esteja
usando, antes ou durante o tratamento. Comunique
ao seu médico caos necessite utilizar qualquer outro tipo
de medicamento. Durante o tratamento com ANANGOR®
(Tramadol cloridrato), os pacientes não devem tomar bebidas
alcoólicas.
Contra-indicações e precauções: O produto não deve
ser administrado a pacientes sensíveis ao tramadol ou a
outros componentes da fórmula.
Não deve ser utilizado durante a gravidez3 e lactação4.
Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos
ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção
podem ficar prejudicadas.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO
SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE2.

Informações Técnicas de Anangor

ANANGOR® (Tramadol cloridrato) possui ação analgésicade dupla ação central e periférica. Rapidamente absorvido
após a administração oral com biodisponibilidade
de 68%, eliminado por via renal12 e hepática13, com meiavida
biológica de aproximadamente 5,5 horas. É metabolizado
principalmente por desmetilação O-, N- e sucessiva
conjunção com ácidos glicurônicos e sulfúricos, sendo
que, dos 11 metabólitos14 identificados, o O-desmetiltramadol
(M1) é o único metabólito15 farmacologicamente ativo.

Indicações de Anangor

ANANGOR® (Tramadol cloridrato) está indicado no alívio
dos processos dolorosos moderados a graves, agudos e
crônicos, tais como: pós-operatórios, processos reumáticos,
traumatismos, fraturas e neoplasias1.

Contra-Indicações de Anangor

O produto é contra-indicado quando conhecidahipersensibilidade ao cloridrato de tramadol, a
qualquer outro componente deste produto ou ao
opióide. É contra-indicado em casos de intoxicações
agudas por álcool, hipnóticos, analgésicos16
de ação central, opióides ou drogas psicotrópicas.
Também contra-indicado em pacientes que estejam
usando inibidores da monoaminoxidase17 (IMAO18)
ou tenham usado esse tipo de medicação nos
últimos 14 dias.

Precauções de Anangor

Depressão respiratória
Administração de ANANGOR® (Tramadol cloridrato)
em pacientes com risco de depressão respiratória
deve ser cuidadosa. Quando altas doses
de tramadol são administradas com medicações
anestésicas ou bebidas alcoólicas, pode ocorrer
depressão respiratória. Trate esses casos como
superdosagem. Se naloxone deve ser administrado,
use cautela pois pode precipitar convulsões
(veja ADVERTÊNCIAS, risco de convulsão19 e
SUPERDOSAGEM).
Trauma craniano e hipertensão20 intracraniana

ANANGOR® (Tramadol cloridrato) deve ser usado
com cuidado em pacientes com trauma craniano
ou hipertensão20 intracraniana. As alterações pupilares
(miose21) causadas por tramadol podem ocultar
a existência, extensão ou curso de patologia22
intracraniana. Deve-se também manter alto índice
de suspeita de reação adversa medicamentosa ao
avaliar alterações do estado mental nesses pacientes,
se eles estiverem recebendo tramadol.
Patologias abdominais agudas
A avaliação clínica de pacientes com patologias
abdominais agudas pode ser dificultada pela administração
de ANANGOR® (Tramadol cloridrato).
Abstinência
Abstinência pode ocorrer se a administração de
ANANGOR® (Tramadol cloridrato) for interropida
abruptamente. Sintomas23 podem incluir: ansiedade,
insônia, dor, náusea24, tremores, diarréia25, piloereção26,
sintomas23 de vias respiratórias altas e, raramente,
alucinações27. Os sintomas23 podem ser aliviados com
a diminuição gradual da medicação.
Pacientes fisicamente dependentes de opióides
ANANGOR® (Tramadol cloridrato) não é recomendado
para pacientes28 dependentes de opióides.
Pacientes que recentemente receberam quantidade
substancial de opióides podem experimentar
sintomas23 de abstinência. ANANGOR® (Tramadol
cloridrato) não é indicado para tratamento de síndrome29
aguda de retirada de narcóticos.
Uso na insuficiência hepática30 e renal12
O comprometimento da função renal12 leva à diminuição
da excreção do tramadol e seu metabólito15
ativo M1. Em pacientes com clearance da creatinina31
inferior a 30 mL/min, a redução da dose é recomendada.
O metabolismo32 de tramadol e de seu metabólito15
ativo M1 estão reduzidos em paciente com cirrose33
hepática13 avançada, assim, a redução da dose
é recomendada.

Uso Durante a Gravidez3 e Lactação4 de Anangor

Não há estudos bem controlados e apropriadosem mulheres gestantes com cloridrato de tramadol.
ANANGOR® (Tramadol cloridrato) deve ser usado
na gestação apenas se os benefícios potenciais
justifiquem o risco potencial para o feto34.
Tramadol mostrou-se embriotóxico e fetotóxico em
camundongos, ratos e coelhos em doses maternas
tóxicas de 3 a 15 vezes a dose humana máxima
ou maior (120 mg/kg em camundongos, 25
mg/kg ou maior em ratos e 75 mg/kg ou maior em
coelhos), mas não houve efeitos teratogênicos35
nessas doses. Prejuízos para o feto34 não foram
observados em doses maternas não-tóxicas.
Nenhum efeito teratogênico36 relacionado à droga
foi observado na descendência de camundongos,
ratos ou coelhos tratados com tramadol por várias
vias. A toxicidade37 ao embrião e ao feto34 consistiu
primariamente em baixo peso fetal, diminuição
da ossificação esquelética e aumento de costelas38
supranumerárias em doses maternas tóxicas.
Letalidade embrional e fetal foi relatada em
apenas um estudo com coelhos na dose de 300
mg/kg, dose maternal extremamente tóxica para
coelhas.
Em estudos peri e pós-natais em ratos, na descendência
de mães recebendo dose oral de 50
mg/kg ou mais, houve diminuição de peso, e a
sobrevivência39 de filhotes diminuiu na amamentação40
com doses de 80 mg/kg (6 - 10 vezes a
máxima dose humana). Não foi observada toxicidade37
nas proles de mães recebendo 8,10, 20, 25
ou 40 mg/kg. Toxicidade37 materna foi observada em
todos os níveis de dose; os efeitos sobre a prole
foram observados apenas com doses maiores.

Lactação4 de Anangor

ANANGOR® (Tramadol cloridrato) não é recomendado
como medicação pré-cirúrgica obstétrica ou
analgesia pós-parto em mães amamentando porque
sua segurança em recém-nascidos e bebês41
não foi estudada. Após dose endovenosa de 100
mg de tramadol, a excreção acumulada no leite
materno 16 horas após foi de 100 microgramas
de tramadol (0,1% da dose materna) e 27 microgramas
do metabólito15 ativo M1.

Parto de Anangor

ANANGOR® (Tramadol cloridrato) não deve serusado na gestante antes ou durante o trabalho
de parto, a menos que os riscos potenciais justifiquem
os riscos, porque a segurança do seu uso
na gestação não foi estabelecida. Uso prolongado
durante a gravidez3 pode levar à dependência física
e sintomas23 de abstinência no recém-nascido
no pós-parto. Mostrou-se que o tramadol atraves-
Formato: 130 x 310 mm
Cor: Pantone Black
Modelo de Bula: 2ann@2
Cód.: 4872

Bula Anangor.p65 5/7/2002, 16:07 1
sa a barreira placentária. A taxa média de tramadol
sérico no cordão umbilical42 em relação à veia materna
foi de 0,83 para 40 mães que receberam
tramadol durante o parto.
O efeito do tramadol, se existir algum, sobre o desenvolvimento
e crescimento da criança é desconhecido.

Advertências de Anangor

Risco de convulsão19
Convulsões foram relatadas em pacientes recebendo
tramadol na faixa de dosagem terapêutica43
recomendada. Relatos pós-comercialização indicam
que o risco de convulsões aumenta com o
aumento das doses acima da faixa terapêutica43
recomendada. A combinação com ANANGOR®
(Tramadol cloridrato) aumenta o risco de convulsões
em pacientes usando:
•  Antidepressivos inibidores seletivos da recaptação
da serotonina ou anorexígenos44.
•  Antidepressivos tricíclicos e outros agentes tricíclicos
(ciclobenzaprina, prometazina, etc) ou
opióides.
A combinação com tramadol pode aumentar o risco
de convulsões em paciente usando:
•  Neurolépticos45.
•  Outras drogas que reduzam o limiar convulsivo.
O risco de convulsão19 também pode aumentar em
pacientes com epilepsia46, história de epilepsia46, ou
reconhecido risco de convulsões (como trauma
crânio47-encefálico, infecções48 do SNC49, abstinência
alcoólica e distúrbios metabólicos). Na superdosagem
por tramadol, o uso de naloxone pode aumentar
o risco de convulsão19.
Reações anafilactóides
Reações anafilactóides raras e sérias foram relatadas
com tramadol, que podem ocorrer depois
da primeira dose. Outros relatos incluem prurido50,
broncoespasmo51, angioedema52 e erupções. Pacientes
com história de reações anafilactóides com
codeína e outros opióides podem ter um risco
maior e não devem receber tramadol (ver CONTRA-
INDICAÇÕES
).
Uso em pacientes dependentes de opióides
Mostrou-se que tramadol pode reiniciar a dependência
de opióides em pacientes previamente
dependentes, assim, o uso de tramadol nesses
pacientes não é recomendado.
Uso com depressores do SNC49
Tramadol deve ser usado com cuidado e em doses
reduzidas em pacientes usando depressores
do SNC49 como opióides, anestésicos, fenotiazinas
e hipnóticos.

Interações Medicamentosas de Anangor

Já foram relatados raros casos de convulsão19 empacientes que receberam as doses recomendadas
de tramadol. Há um risco aumentado de convulsões
quando ANANGOR® (Tramadol cloridrato)
é administrado concomitantemente com antiparquisoniano
(selegilina) e antidepressivos (amitriptilina,
nortriptilina, amoxapina, clorgilina, fluoxetina,
sertralina, fluvoxamina, imipramina, moclobemida,
etc) e neurolépticos45 (sulpirida, clorpromazina, clorprotixeno,
flupentixol, haloperidol, pimozida, risperidona,
etc). Depressores do Sistema Nervoso Central53
(codeína, difenidramina, hidrocodona, meperidina,
talidomida, morfina, etc) têm seus efeitos
potencializados pelo ANANGOR® (Tramadol cloridrato).
Os resultados dos estudos de farmacocinética
têm demonstrado, até o momento, que
interações clinicamente relevantes são pouco prováveis
com a administração prévia ou concomitante
de cimetidina. Administração prévia ou simultânea
de carbamazepina pode reduzir o efeito
analgésico54 e a duração de ação do tramadol. Pacientes
recebendo carbamazepina cronicamente,
em doses em torno de 800 mg, podem requerer
aumento, até o dobro, da dose recomendada de
cloridrato de tramadol. Tramadol é metabolizado
ao metabólito15 ativo M1 pela isoenzima CYP 450
2D6, que é inibida pela quinidina, o que pode aumentar
as concentrações de tramadol e reduzir
as de M1. As conseqüências clínicas disto são
desconhecidas. Fluoxetina, paroxetina e amitriptilina
podem levar a alguma inibição do metabolismo32
do tramadol, também via CYP 450 2D6. Drogas
inibidoras do CYP 450 isoenzima 3A4, tais como
o cetoconazol e a eritromicina, podem inibir o metabolismo32
do tramadol (N-desmetilação) provavelmente
também o metabolismo32 do metabólito15
ativo M1. A importância clínica de tal interação não
tem sido estudada.
Houve raros relatos pós-comercialização de intoxicação
digitálica da alteração de efeitos da varfarina,
incluindo aumento de tempo de protrombina55.

Reações Adversas de Anangor

Podem ocorrer náuseas9, vômitos10, secura da boca11,
tontura6, sonolência, irritação, inquietação. Reações
adversas pouco freqüentes podem ocorrer relacionadas
à função cardiovascular: palpitação56,
sudorese57, hipotensão58 postural, taquicardia59, sensação
de colapso60 cardiovascular, síncope61 e aumento
da pressão arterial62. Estas reações adversas
podem ocorrer particularmente quando o paciente
realizar esforços excessivos após a administração
intravenosa de ANANGOR® (Tramadol
cloridrato). Embora incomuns, também podem
ocorrer cefaléias63, fraqueza, constipação64 intestinal,
e também reações dermatológicas (prurido50, rash65,
exantema66). Reações adversas raras incluem alterações
no apetite, aumento de enzimas hepáticas67,
distúrbios miccionais, dispnéia68, elevação do humor,
convulsão19, confusão mental e distúrbios de
percepção.
Reações alérgicas que podem levar até ao choque69
não podem ser descartadas. Dependendo
da sensibilidade individual e da dose empregada,
o cloridrato de tramadol pode levar a diferentes
níveis de depressão respiratória e sedação5 (de
ligeira fadiga8 a sonolência), que, entretanto, não
ocorrem quando o produto é administrado por via
oral e retal, nas doses recomendadas para alívio
da dor moderada. Muito raramente têm sido relatadas
convulsões epileptiformes; estas ocorreram
principalmente após a administração de tramadol
ou após o tratamento concomitante com drogas
que podem diminuir o limiar para a crise ou induzir
convulsões (antidepressivos ou antipsicóticos).
Raramente têm sido relatados casos de aumento
na pressão arterial62 e bradicardia70. Também tem sido
relatado agravamento da asma71, embora não se
tenha estabelecido uma relação causa-efeito. Embora
raramente, o tramadol pode induzir casos de
dependência após uso prolongado. Podem ocorrer
sintomas23 da retirada do medicamento, similares
àqueles que ocorrem durante a retirada dos
opióides, tais como: agitação, ansiedade, nervosismo,
insônia, hipercinesia72, tremor e sintomas23
gastrintestinais.

Posologia e Instruções de Uso de Anangor

O esquema posológico recomendado serve como regrageral. Em princípio, deve ser buscada a menor dose analgésica
eficaz. Para pacientes28 com dor crônica moderada
que não requeiram o início rápido do efeito analgésico54, a
tolerabilidade ao tramadol pode ser melhorada iniciandose
com doses menores. ANANGOR® (Tramadol cloridrato),
1 cápsula de 50 mg, pode ser prescrito 2 ou 3 vezes ao
dia. A dose oral de ANANGOR® (Tramadol cloridrato) é
de 50 a 100 mg, até de 4 a 6 horas, sem exceder 400 mg
por dia. A maioria dos pacientes, incluindo portadores de
neoplasias1, respondem a doses de 150 a 300 mg por dia.
A dose recomendada por via endovenosa usualmente
é de 50-100 mg, lentamente, com a dose total diária não
excedendo 400 mg/dia. Para infusão lenta, a solução de
ANANGOR® (Tramadol cloridrato) para injeção73 foi relatada
como incompatível com soluções de injeções contendo
diclofenaco, indometacina, diazepam, midazolam,
piroxicam. A dose recomendada via intramuscular: 50-
100 mg, usualmente a cada 6-8 horas, não excedendo
400 mg/dia.
Ajuste da dose
Dados disponíveis não sugerem a necessidade de ajuste
da dose em pacientes entre 65 a 75 anos de idade, a
menos que apresentem insuficiência hepática30 ou renal12.
Para pacientes28 com mais de 75 anos de idade, recomenda-
se a dose máxima de 300 mg, em 3 a 4 tomadas nas
24 horas. Em paciente com o clearance da creatinina31 inferior
a 30 ml/min, o intervalo de dose deve ser aumentado
para 12 horas, com dose máxima de 200 mg/dia. Como
a diálise74 remove apenas 7% da dose administrada, pacientes
em diálise74 podem receber a dose usual no dia da
diálise74. Em paciente com cirrose33, a dose recomendada é
de 50 mg a cada 12 horas. Pacientes recebendo carbamazepina
cronicamente, em dose por volta de 800 mg,
podem requerer aumento, até o dobro, da dose recomendada
de cloridrato de tramadol.

Superdose de Anangor

Estimativas de doses ingeridas em casos fatais variam
de 3 a 5 gramas. Uma sobredose intencional de 3 gramas
por paciente em um estudo clínico produziu êmese75 e nenhuma
seqüela. A menor dose relatada associada com
fatalidade foi provavelmente entre 500 e 1.000 mg, em
uma mulher de 40 kg, mas detalhes do caso não são
completamente conhecidos.
As conseqüências potenciais graves da sobredose incluem
depressão respiratória e convulsão19. A atenção primária
ao tratar da superdosagem deve ser em manter a
ventilação76 adequada e terapia de apoio. O naloxone reverte
alguns mas não todos os sintomas23 da superdosagem
com tramadol, e aumenta o risco de convulsões. Em animais,
as convulsões por doses tóxicas de tramadol foram
suprimidas por barbitúricos e benzodiazepínicos, mas
foram aumentadas por naloxone. Naloxone não alterou
a letalidade em superdosagem em camundongos. Não
se supõe que a hemodiálise77 seja útil na superdosagem
porque remove menos que 7% da dose administrada em
um período de diálise74 de 4 horas.

Pacientes Idosos de Anangor

Dados disponíveis não sugerem a necessidade de ajuste
da dose em pacientes entre 65 a 75 anos de idade, a
menos que apresentem insuficiência hepática30 ou renal12.
Para pacientes28 com mais de 75 anos de idade, recomenda-
se a dose máxima de 300 mg, em 3 a 4 tomadas nas
24 horas. Em paciente com o clearance da creatinina31 inferior
a 30 ml/min, o intervalo de dose deve ser aumentado
para 12 horas, com dose máxima de 200 mg/dia. Como
a diálise74 remove apenas 7% da dose administrada, pacientes
em diálise74 podem receber a dose usual no dia da
diálise74. Em paciente com cirrose33, a dose recomendada é
de 50 mg a cada 12 horas. Pacientes recebendo carbamazepina
cronicamente, em dose por volta de 800 mg,
podem requerer aumento, até o dobro, da dose recomendada
de cloridrato de tramadol.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA
RECEITA
MS - 1.1213.0261
Resp. Técn. Farm.: Luiz A. M. Mendes
CRF-SP nº 13.559
Nº do lote, data de fabricação e validade: vide cartucho.
LABORATÓRIOS BIOSINTÉTICA LTDA.
Av. das Nações Unidas, 22.428
São Paulo - SP
CNPJ n° 53.162.095/0001-06
Indústria Brasileira
Atendimento ao Consumidor: 0800-15-1036
4872
Cód. Laetus nº 216
Bula Anangor.p65 5/7/2002, 16:07 2


ANANGOR - Laboratório

BIOSINTETICA
Rua Periquito, 236 - Vl. Uberabinha
São Paulo/SP - CEP: 04514-050
Tel: 55 (011) 5561-2614
Fax: 55 (011)5561-2072
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Complementos

1 Neoplasias: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
2 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
5 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
6 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
7 Cabeça:
8 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
9 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
10 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
11 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
12 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
13 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
14 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
15 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
16 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
17 Inibidores da monoaminoxidase: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
18 IMAO: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
19 Convulsão: Episódio agudo caracterizado pela presença de contrações musculares espasmódicas permanentes e/ou repetitivas (tônicas, clônicas ou tônico-clônicas). Em geral está associada à perda de consciência e relaxamento dos esfíncteres. Pode ser devida a medicamentos ou doenças.
20 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
21 Miose: Contração da pupila, que pode ser fisiológica, patológica ou terapêutica.
22 Patologia: 1. Especialidade médica que estuda as doenças e as alterações que estas provocam no organismo. 2. Qualquer desvio anatômico e/ou fisiológico, em relação à normalidade, que constitua uma doença ou caracterize determinada doença. 3. Por extensão de sentido, é o desvio em relação ao que é próprio ou adequado ou em relação ao que é considerado como o estado normal de uma coisa inanimada ou imaterial.
23 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
24 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
25 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
26 Piloereção: Ereção dos pelos ou cabelos.
27 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
28 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
29 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
30 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
31 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
32 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
33 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
34 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
35 Teratogênicos: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
36 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
37 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
38 Costelas:
39 Sobrevivência: 1. Ato ou efeito de sobreviver, de continuar a viver ou a existir. 2. Característica, condição ou virtude daquele ou daquilo que subsiste a um outro. Condição ou qualidade de quem ainda vive após a morte de outra pessoa. 3. Sequência ininterrupta de algo; o que subsiste de (alguma coisa remota no tempo); continuidade, persistência, duração.
40 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
41 Bebês: Lactentes. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
42 Cordão Umbilical: Estrutura flexível semelhante a corda, que conecta um FETO em desenvolvimento à PLACENTA, em mamíferos. O cordão contém vasos sanguíneos que transportam oxigênio e nutrientes da mãe ao feto e resíduos para longe do feto.
43 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
44 Anorexígenos: Que ou o que provoca anorexia (diz-se de substância ou droga), ou seja, que ou o que produz falta ou perda de apetite.
45 Neurolépticos: Medicamento que exerce ação calmante sobre o sistema nervoso, tranquilizante, psicoléptico.
46 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
47 Crânio: O ESQUELETO da CABEÇA; compreende também os OSSOS FACIAIS e os que recobrem o CÉREBRO. Sinônimos: Calvaria; Calota Craniana
48 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
49 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
50 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
51 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
52 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
53 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
54 Analgésico: Medicamento usado para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
55 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
56 Palpitação: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
57 Sudorese: Suor excessivo
58 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
59 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
60 Colapso: 1. Em patologia, é um estado semelhante ao choque, caracterizado por prostração extrema, grande perda de líquido, acompanhado geralmente de insuficiência cardíaca. 2. Em medicina, é o achatamento conjunto das paredes de uma estrutura. 3. No sentido figurado, é uma diminuição súbita de eficiência, de poder. Derrocada, desmoronamento, ruína. 4. Em botânica, é a perda da turgescência de tecido vegetal.
61 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
62 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
63 Cefaléias: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaléia ou dor de cabeça tensional, cefaléia cervicogênica, cefaléia em pontada, cefaléia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaléias ou dores de cabeça. A cefaléia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
64 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
65 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
66 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
67 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
68 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
69 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
70 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
71 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
72 Hipercinesia: Motilidade patologicamente excessiva, com aumento da amplitude e da rapidez dos movimentos.
73 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
74 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
75 Êmese: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Sinônimo de vômito. Pode ser classificada como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
76 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.
77 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.

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