BIORRUB

BIOSINTETICA

Atualizado em 03/06/2015

BIORRUB®

Cloridrato de doxorrubicina
10mg e 50mg
Pó Liófilo Injetável
Formato: 130 x 300 mm
Cor: Pantone Black
Modelo de Bula 2brrpl1
Cód.: 5314

Forma Farmacêutica e Apresentações de Biorrub

Injetável liofilizado1. Frasco-ampola de liofilizado1 de 10 mgcom 1 ampola de diluente de 5 mL.
Injetável liofilizado1. Frasco-ampola de liofilizado1 de 50 mg.
USO PEDIÁTRICO E ADULTO
VIA INTRAVENOSA EXCLUSIVAMENTE

Composições de Biorrub

Cada frasco-ampola de 10 mg contém:
Cloridrato de doxorrubicina .................... 10 mg
Lactose2 .................... 50 mg
Cada ampola de diluente contém:
Água para injeção3 q.s.p. .................... 5 mL
Cada frasco-ampola de 50 mg contém:
Cloridrato de doxorrubicina .................... 50 mg
Lactose2 .................... 250 mg
ATENÇÃO: Este produto deve ser de uso restrito a hospitais,
ambulatórios ou clínicas especializadas, devendo
ser manipulado por pessoal treinado e conhecedor dos
riscos causados por quimioterápicos.

Informações ao Paciente de Biorrub

Ação esperada do medicamento: BIORRUB® (cloridratode doxorrubicina) é indicado para o tratamento de neoplasias4
de localização variada.
Cuidados de armazenamento: Conservado em temperatura
ambiente (entre 15 e 30oC). Proteger da luz.
Prazo de validade: Desde que sejam observados os
cuidados de armazenamento, BIORRUB® (cloridrato de
doxorrubicina) apresenta prazo de validade de 24 meses.
Não utilize o produto após o vencimento do prazo de
validade.
Gravidez5: Pode ocorrer redução da vitalidade fetal; dessa
maneira, não é recomendado seu uso durante a gravidez5.
Não é recomendado seu uso durante a lactação6,
devido à possibilidade de ser excretado no leite materno.
Informe seu médico a ocorrência de gravidez5 na vigência
do tratamento ou após seu término.
Cuidados de administração: O tratamento deve ser seguido
conforme solicitado pelo médico.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os
horários, as doses e a duração do tratamento.
Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento
sem o conhecimento de seu médico.
Reações adversas: Podem ocorrer reações desagradáveis
como: perda de pêlos e cabelos, náuseas7, vômitos8,
diarréia9, perda do apetite, aftas e esofagite10. Pode causar
efeitos tóxicos sobre coração11 e medula12. Para maiores
detalhes ler o item reações adversas.
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO
ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Ingestão concomitante com outras substâncias: O
médico deve ter conhecimento da medicação que o paciente
estiver tomando.
Contra-indicações e precauções: É contra-indicado para
pacientes com hipersensibilidade conhecida aos componentes
da fórmula; na gravidez5 e durante o período de aleitamento;
e em pacientes com supressão da medula12 pósquimioterapia
ou radioterapia13.
O produto pode produzir efeitos tóxicos sobre a medula12 e
coração11.
O contato acidental com a pele14 ou mucosa15 deve ser tratado
imediatamente por lavagens abundantes com água e
sabão. Se os olhos16 forem atingidos, técnicas de irrigação
padrão devem ser utilizadas imediatamente.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que
esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU
MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE17.

Informações Técnicas de Biorrub

MODO DE AÇÃO
BIORRUB® (cloridrato de doxorrubicina) apresenta como
princípio ativo a doxorrubicina, que é também conhecida
como adriamicina. A doxorrubicina é um antibiótico antineoplásico
citostático18 da família das antraciclinas, isolada
de culturas de Streptomyces peucetius var. caesius ou
de Streptomyces coeruleorubidus. A doxorrubicina fixase
rapidamente nas estruturas nucleares da célula19, bloqueando
a síntese do DNA e do RNA como agente intercalante
ao nível do DNA. Possui atividade mutagênica
e carcinogênica.
A doxorrubicina deixa rapidamente o plasma sanguíneo20
para se fixar nos tecidos sob forma ativa e não metabolizada.
A meia-vida inicial de distribuição é cerca de 5
minutos. Enquanto que a lenta eliminação dos tecidos
se reflete por uma meia-vida terminal de 20 a 48 horas.
A doxorrubicina é eliminada essencialmente por metabolismo21
hepático e excretada através da bile22 e fezes (40 a
50% em 7 dias). A excreção urinária é muito baixa (4 a
5% em 5 dias). Apresenta ligação plasmática de 76%.
Qualquer modificação da função hepática23 pode, portanto,
proporcionar um aumento dos níveis plasmáticos do
produto, com uma meia-vida muito alongada em caso de
insuficiência hepática24 severa e um risco de toxicidade25
cumulativa.
O produto não atravessa a barreira hematoencefálica.

Indicações de Biorrub

Este produto está indicado no tratamento do carcinomada mama26; sarcoma27 de Ewing; leucemia28 linfocítica aguda;
carcinoma29 de bexiga30; sarcoma de Kaposi31; sarcomas dos
ossos e tecidos moles; linfoma32 de Hodgkin e não-Hodgkin;
neoplasias4 sólidas das crianças; carcinoma29 broncogênico;
carcinomas de ovário33, da tireóide e do estômago34; neuroblastoma
e tumor35 de Wilms.

Contra-Indicações de Biorrub

O produto não deve ser usado em cardiopatas com
insuficiência36 miocárdica, nem em pacientes com
marcante mielossupressão induzida por tratamentos
anteriores com outros agentes antitumorais ou
radioterapia13.
O produto está contra-indicado também para
pacientes que já receberam previamente doses
cumulativas completas de doxorrubicina, daunorrubicina
(daunoblastina), idarrubicina e/ou outras
antraciclinas e antracenos.
Seu uso é contra-indicado na gravidez5 e aleitamento.

Precauções de Biorrub

BIORRUB® (cloridrato de doxorrubicina) deve seradministrado sob a vigilância de médico experiente
em quimioterapia37 do câncer38.
Deve-se dar atenção especial a possível toxicidade25
cardíaca causada pela doxorrubicina. A sua dose
deve ser reduzida em pacientes que recebem
outras drogas cardiotóxicas como daunorrubicina
ou ciclofosfamida.
Como outras drogas citotóxicas, a doxorrubicina
pode induzir hiperuricemia secundária pelo rápido
ataque às células39 neoplásicas40, podendo ocorrer,
desta maneira, aumento do ácido úrico. Devese
monitorar os níveis de ácido úrico sanguíneo e
estar preparado para usar medidas farmacológicas
e de suporte para controlar esse problema.
O paciente deve estar sob vigilância máxima no
início de cada ciclo de tratamento, com exaustivo
controle laboratorial e realização de eletrocardiograma41.
Recomenda-se que os pacientes permaneçam
hospitalizados durante a primeira fase
da terapia e que no início e durante o tratamento
realize-se avaliação da função hepática23, utilizando
os testes convencionais (SGOT, SGPT, fosfatase
alcalina e bilirrubinas42). Nos pacientes com
insuficiência hepática24 severa é aconselhável diminuir
as doses.
Insuficiência cardíaca43 e/ou cardiomiopatia podem
aparecer durante o tratamento ou mesmo até anos
após a interrupção do tratamento. Existem informações
sobre arritmias44 algumas horas após a
administração. Existe alta incidência45 de supressão
medular, observando-se principalmente redução
no nível de leucócitos46, atingindo um máximo
entre 10 a 14 dias, com recuperação após 21 dias.
A toxicidade25 hematológica pode requerer a redução
ou suspensão da medicação. O extravasamento
no local da aplicação pode provocar dor
local, celulite47 grave, flebite48, sensação de queimação
e necrose49 dos tecidos atingidos. Neste caso
dever-se-á suspender imediatamente a administração
do produto nesse local e escolher outra veia
para aplicação.
Foi descrita uma reação local na pele14 no sítio de
aplicação, que não foi causada por extravasamento
ou infiltração da droga, mas aparentemente
por hipotonicidade da solução de doxorrubicina
reconstituída. Esta reação é conhecida como "flare
reaction", sendo uma reação benigna que ocorre
durante ou imediatamente após a infusão, constituída
de eritema50 e/ou prurido51, podendo ser tratada
com o uso de anti-histamínicos.
ATENÇÃO: Nos cuidados a pacientes pediátricos
submetidos a tratamento com doxorrubicina devese
evitar o contato do cuidador com a urina52 ou
outros fluidos corpóreos por um período de até 5
dias após cada tratamento (recomenda-se o uso
de luvas).

Gravidez5 e Lactação6 de Biorrub

Pode ocorrer redução da vitalidade fetal. Não é
recomendado seu uso durante a gravidez5.
Estudos com o produto têm mostrado ser mutagênico
e carcinogênico em animais sob particulares
condições experimentais.
Devido à possibilidade de ser excretado no leite
materno, recomenda-se que não seja utilizado
durante a lactação6.

Advertências de Biorrub

1) Pode ocorrer necrose49 tecidual local severa seocorrer extravasamento durante a administração.
BIORRUB® (cloridrato de doxorrubicina) não
deve ser administrado por via intramuscular ou
subcutânea53.
2) Toxicidade25 miocardíaca manifestada na sua
forma mais grave por insuficiência cardíaca43
Bula Biorrub.p65 2/12/2002, 14:07 1
Importado e distribuído por:
LABORATÓRIOS BIOSINTÉTICA LTDA.
Av. das Nações Unidas, 22.428
São Paulo - SP
CNPJ nº 53.162.095/0001-06
Indústria Brasileira
Atendimento ao Consumidor:
0800-15-1036

tervalos de 21 dias. Dosagens mais baixas podem ser
usadas em pacientes com inadequada reserva medular
ou por terapia anterior. Pode-se usar 20 mg/m2 semanalmente
ou 30 mg/m2 em 3 dias consecutivos, repetindose
4 semanas após.
Caso ocorra insuficiência hepática24, recomenda-se o seguinte
esquema de doses:
Quando usada em combinação com outra droga quimioterápica,
a dosagem mais comum de doxorrubicina é 40
a 60 mg/m2, administrada como uma injeção3 intravenosa
a cada 21 a 28 dias.
BIORRUB® (cloridrato de doxorrubicina) 10 mg e 50
mg deve ser reconstituído com 5 mL e 25 mL, respectivamente,
de solução de cloreto de sódio a 0,9% ou
água estéril para injeção3, para resultar em uma concentração
final de 2 mg/mL.
Se for utilizada água estéril para injeção3 na reconstituição,
deve ser adicionado um volume 2 a 3 vezes
maior de solução de cloreto de sódio a 0,9% para
isotonicidade.
Após a adição do diluente, o frasco deve ser agitado
até que todo conteúdo seja dissolvido.
Este conjunto deve ser injetado a uma velocidade não
inferior a 5 minutos.
O cuidado na administração pode diminuir a chance
de infiltração perivenosa, como também diminuir a
chance de reações locais, como urticária54 e o aparecimento
de uma faixa eritematosa55. Na administração
intravenosa de doxorrubicina pode ocorrer extravasamento
com ou sem sensação conjunta de picadas
e queimação, mesmo se o sangue56 retornar bem na
aspiração da agulha de infusão. Se ocorrer qualquer
sinal57 ou sintoma58 de extravasamento, a injeção3 ou infusão
deve ser imediatamente interrompida e reiniciada
em outra veia.
Administração intravesical para carcinoma29 monicítico,
tumores papilares de bexiga30 e carcinoma29 "in situ59":
BIORRUB® (cloridrato de doxorrubicina) tem sido usado
no tratamento tópico60 intravesical com instilação de 50 a
60 mg na bexiga30, semanalmente, por 4 semanas, a cada
4 semanas, por 6 ciclos, com eficácia. O produto deve ser
diluído em água para injeção3 na concentração de 1 mg/mL.
Contra-indicado em pacientes com tumores de bexiga30
complicados por estenose61 e tumores de uretra62 que
impedem o uso de cateter uretral63 ou complicados por
infecção64 do trato urinário65 resistente à terapia habitual,
e nos casos de tumores invasivos da parede da bexiga30.
Não deve ser misturado com heparina ou fluoruracila, uma
vez que estes são produtos incompatíveis, podendo ocorrer
formação de precipitado.
Medicamentos de uso parenteral devem ser inspecionados
e revisados antes da aplicação, principalmente quanto
à descoloração e/ou presença de partículas, quando a
solução e a embalagem permitirem.
O frasco-ampola de liofilizado1 deve ser armazenado em
temperatura ambiente e ao abrigo da luz.
A solução reconstituída é estável por 24 horas à temperatura
ambiente e 48 horas sob refrigeração (2 - 8oC).
A solução deverá ser protegida da exposição direta à
luz solar. Desprezar qualquer solução reconstituída
não utilizada após este tempo.
Dose mínima:
Crianças: 1,2 mg/kg i.v. cada 3 dias.
Adultos: 1,2 mg/kg i.v. cada 3 dias.
Dose máxima:
Crianças: 2,4 mg/kg i.v. cada 21 dias.
Adultos: 2,4 mg/kg i.v. cada 21 dias.
Obs.: Recomenda-se o uso de luvas para manusear e
preparar o pó e/ou a solução. Se o pó ou a solução entrarem
em contato com a pele14 ou mucosa15, deve-se lavar a
região afetada imediatamente com água e sabão. Se os
olhos16 forem atingidos, técnicas de irrigação padrão devem
ser utilizadas imediatamente.

Conduta na Superdose de Biorrub

A hemodiálise66 é inútil, pois a doxorrubicina é excretada
em sua maior parte através da via biliar e intestinal. Em
caso de superdose, deve-se controlar cuidadosamente
a função cardíaca e realizar diariamente contagem das
células sanguíneas67, a fim de orientar eventuais transfusões.
O tratamento consiste de rigoroso controle da função
cardíaca com preparações digitálicas e diuréticas.
O uso de vasodilatadores periféricos tem sido recomendado.
O paciente deve ser hospitalizado para tratamento
da mucosa15 de cólon68 e instituída antibioticoterapia se
necessário.

Pacientes Idosos de Biorrub

A dose usual para administração em pacientes idosos é60 a 75 mg/m2, ou 1,2 a 2,4 mg por kg, em uma única injeção3
intravenosa, administrada a cada 3 semanas. Uma
dose menor deve ser usada em idosos com inadequada
reserva medular devido à idade avançada.

Venda Sob Prescrição Médica de Biorrub

MS - 1.1213.0155
Resp. Técn. Farm.: Luiz A. M. Mendes
CRF-SP nº 13559
Nº do lote, data de fabricação e validade:
vide cartucho.
Fabricado por: LEMERY - México
5314
congestiva (ICC) fatal pode ocorrer durante o
tratamento por meses ou anos após o término
da terapia. O risco de desenvolver ICC aumenta
rapidamente com o aumento total de doses
cumulativas de doxorrubicina acima de 450 mg/
m2. Esta toxicidade25 pode ocorrer com baixas
doses cumulativas em pacientes com irradiação
mediastinal anterior ou na terapia concorrente
com ciclofosfamida ou com doença cardíaca
pré-existente.
3) Deve-se reduzir a dosagem em pacientes com
diminuição da função hepática23.
4) Pode ocorrer mielossupressão intensa.
5) BIORRUB® (cloridrato de doxorrubicina) deve
ser administrado somente sob supervisão de
um médico com experiência no uso de agentes
quimioterápicos.

Interações Medicamentosas de Biorrub

Há incompatibilidade na administração de doxorrubicinacom fluoruracila e aminofilina; pode ocorrer
precipitação imediata quando administrada com
heparina, furosemida, diazepam e dexametasona.
Aumenta os efeitos cardiotóxicos da ciclofosfamida.
Pode diminuir a resposta de anticorpos69 de paciente
quando administrada com vacina70 de vírus71
mortos (pois pode ocorrer supressão dos mecanismos
de defesa normais); pode potencializar a
replicação viral de vacina70 com vírus71 atenuados e
aumentar os efeitos adversos da vacina70. Deve-se
aguardar um intervalo de três meses a um ano
entre as aplicações das duas medicações.
Medicamentos que causam discrasias sanguíneas
podem aumentar os efeitos leucopênicos
e/ou trombocitopênicos.
O risco de cardiotoxicidade é maior em pacientes
anteriormente tratados com daunorrubicina.
Estudos relatam que uma administração inicial de
paclitaxel infundido por 24 horas seguido de uma
infusão de 48 horas de doxorrubicina causa uma
significativa diminuição do clearance de doxorrubicina,
causando neutropenia72 profunda e episódios
de estomatites mais severas de quando administrados
na ordem inversa.
A administração concomitante com progesterona
aumenta a indução de neutropenia72 e trombocitopenia73
causada pela doxorrubicina.
Medicamentos hepatotóxicos podem aumentar o
risco de toxicidade25.
Mielodepressores ou radioterapia13 podem causar
mielodepressão aditiva.
Pode ocorrer diminuição dos níveis séricos de carbamazepina,
fenitoína e valproato sódico.
A hepatotoxicidade74 da mercaptopurina e da azatioprina
pode ser aumentada.
Pode ocorrer aumento da ocorrência de reações
pulmonares quando usada com bleomicina.
Pode ocorrer aumento dos níveis séricos de doxorrubicina,
quando administrada conjuntamente
com verapamil, com maior incidência45 de efeitos
colaterais.
Fenobarbital pode aumentar a eliminação da doxorrubicina.
Entretanto, o significado deste achado
ainda não foi determinado.
Em pacientes tratados concomitantemente com ciclosporina
pode ocorrer uma maior e mais prolongada
hematoxicidade e neurotoxicidade e coma75.

Reações Adversas de Biorrub

Podem ocorrer as seguintes reações: estomatite76
e esofagite10, perturbações gastrintestinais por inflamação77
da mucosa15, em geral 5 a 10 dias após o
início do tratamento, náuseas7 e vômitos8 agudos
são freqüentes e podem ser graves. Ulceração78 e
necrose49 do cólon68, especialmente do ceco79, podem
ocorrer, levando a sangramento ou infecções80 graves,
que podem ser fatais.
Causa hipoplasia81 de medula12, mielossupressão,
cardiotoxicidade e imunodepressão.
Pode causar coloração avermelhada na urina52 por
1 a 2 dias após a administração.
Alopecia82, que pode ser reversível com a suspensão
do tratamento, hiperpigmentação das unhas83
e alteração da coloração da língua84.
Ocasionalmente podem ocorrer reações de hipersensibilidade,
como febre85 e urticária54. Pode ocorrer
anafilaxia86; foi relatado um caso de sensibilidade
cruzada com lincomicina. Estrias próximas
ao local de infusão podem ser observadas, sendo
uma reação alérgica87 local e que não deve ser confundida
com extravasamento.
Caso ocorra extravasamento durante a infusão
intravenosa, pode ocorrer celulite47 grave, ulceração78
e necrose49 tecidual.
Fleboesclerose tem sido relatada especialmente
quando são usadas veias88 pequenas para injeção3
ou quando uma única veia é usada repetidas vezes.
Ocorrem raramente ruborização facial, conjuntivite89
e lacrimejamento.

Posologia e Administração de Biorrub

Via intravenosa. Não deve ser administrado por via intramuscular
ou intratecal. Sua administração deve ser feita
por injeção3 intravenosa ou, no caso de tratamento locorregional
de tumores, por infusão intra-arterial lenta ou por
cateter.
Tem sido demonstrado que a administração em dose
única a cada 3 semanas reduz muito o efeito tóxico
representado pelas inflamações90 da mucosa15. A dosagem
mais comum é de 60-75 mg/m2, ou 1,2 a 2,4 mg por kg,
em uma única injeção3 intravenosa, administrada com in-
Cód. Laetus nº 193
C u i d a d o s p e l a v i d a
Dose recomendada
50% da dose normal
25% da dose normal
Níveis de
bilirrubina91 sérica
1,2 - 3,0 mg/100 mL
> 3,0 mg/100 mL
Bula Biorrub.p65 2/12/2002, 14:07 2

BIORRUB - Laboratório

BIOSINTETICA
Rua Periquito, 236 - Vl. Uberabinha
São Paulo/SP - CEP: 04514-050
Tel: 55 (011) 5561-2614
Fax: 55 (011)5561-2072
Site: http://www.biosintetica.com.br/

Ver outros medicamentos do laboratório "BIOSINTETICA"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Liofilizado: Submetido à liofilização, que é a desidratação de substâncias realizada em baixas temperaturas, usada especialmente na conservação de alimentos, em medicamentos, etc.
2 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
3 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
4 Neoplasias: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
5 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
6 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
7 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
8 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
9 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
10 Esofagite: Inflamação da mucosa esofágica. Pode ser produzida pelo refluxo do conteúdo ácido estomacal (esofagite de refluxo), por ingestão acidental ou intencional de uma substância tóxica (esofagite cáustica), etc.
11 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
12 Medula: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
13 Radioterapia: Método que utiliza diversos tipos de radiação ionizante para tratamento de doenças oncológicas.
14 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
15 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
16 Olhos:
17 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
18 Citostático: Diz-se de substância que inibe o crescimento ou a reprodução das células.
19 Célula: Unidade funcional básica de todo tecido, capaz de se duplicar (porém algumas células muito especializadas, como os neurônios, não conseguem se duplicar), trocar substâncias com o meio externo à célula, etc. Possui subestruturas (organelas) distintas como núcleo, parede celular, membrana celular, mitocôndrias, etc. que são as responsáveis pela sobrevivência da mesma.
20 Plasma Sanguíneo: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
21 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
22 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
23 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
24 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
25 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
26 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
27 Sarcoma: Neoplasia maligna originada de células do tecido conjuntivo. Podem aparecer no tecido adiposo (lipossarcoma), muscular (miossarcoma), ósseo (osteosarcoma), etc.
28 Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.
29 Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
30 Bexiga: Órgão cavitário, situado na cavidade pélvica, no qual é armazenada a urina, que é produzida pelos rins. É uma víscera oca caracterizada por sua distensibilidade. Tem a forma de pêra quando está vazia e a forma de bola quando está cheia.
31 Sarcoma de Kaposi: Câncer originado de células do tecido vascular, freqüentemente associado à AIDS. Manifesta-se por lesões vermelho-violáceas em diferentes territórios cutâneos e mucosos.
32 Linfoma: Doença maligna que se caracteriza pela proliferação descontrolada de linfócitos ou seus precursores. A pessoa com linfoma pode apresentar um aumento de tamanho dos gânglios linfáticos, do baço, do fígado e desenvolver febre, perda de peso e debilidade geral.
33 Ovário: Órgão reprodutor (GÔNADAS) feminino. Nos vertebrados, o ovário contém duas partes funcionais Sinônimos: Ovários
34 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
35 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
36 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
37 Quimioterapia: Método que utiliza compostos químicos, chamados quimioterápicos, no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos. Quando aplicada ao câncer, a quimioterapia é chamada de quimioterapia antineoplásica ou quimioterapia antiblástica.
38 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
39 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
40 Neoplásicas: Que apresentam neoplasias, ou seja, que apresentam processo patológico que resulta no desenvolvimento de neoplasma ou tumor. Um neoplasma é uma neoformação de crescimento anormal, incontrolado e progressivo de tecido, mediante proliferação celular.
41 Eletrocardiograma: Registro da atividade elétrica produzida pelo coração através da captação e amplificação dos pequenos potenciais gerados por este durante o ciclo cardíaco.
42 Bilirrubinas: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
43 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
44 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
45 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
46 Leucócitos: Células sangüíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS). Sinônimos: Células Brancas do Sangue; Corpúsculos Sanguíneos Brancos; Corpúsculos Brancos Sanguíneos; Corpúsculos Brancos do Sangue; Células Sanguíneas Brancas
47 Celulite: Inflamação aguda das estruturas cutâneas, incluindo o tecido adiposo subjacente, geralmente produzida por um agente infeccioso e manifestada por dor, rubor, aumento da temperatura local, febre e mal estar geral.
48 Flebite: Inflamação da parede interna de uma veia. Pode ser acompanhada ou não de trombose da mesma.
49 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
50 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
51 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
52 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
53 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
54 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
55 Eritematosa: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
56 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
57 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
58 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
59 In situ: Mesmo que in loco , ou seja, que está em seu lugar natural ou normal (diz-se de estrutura ou órgão). Em oncologia, é o que permanece confinado ao local de origem, sem invadir os tecidos vizinhos (diz-se de tumor).
60 Tópico: Referente a uma área delimitada. De ação limitada à mesma. Diz-se dos medicamentos de uso local, como pomadas, loções, pós, soluções, etc.
61 Estenose: Estreitamento patológico de um conduto, canal ou orifício.
62 Uretra: É um órgão túbulo-muscular que serve para eliminação da urina.
63 Uretral: Relativo ou pertencente à uretra.
64 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
65 Trato Urinário:
66 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
67 Células Sanguíneas: Células encontradas no líquido corpóreo circulando por toda parte do SISTEMA CARDIOVASCULAR.
68 Cólon:
69 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
70 Vacina: Tratamento à base de bactérias, vírus vivos atenuados ou seus produtos celulares, que têm o objetivo de produzir uma imunização ativa no organismo para uma determinada infecção.
71 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
72 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
73 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
74 Hepatotoxicidade: É um dano no fígado causado por substâncias químicas chamadas hepatotoxinas.
75 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
76 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
77 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
78 Ulceração: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
79 Ceco: Bolsa cega (ou área em fundo-de-saco) do INTESTINO GROSSO, localizada abaixo da entrada do INTESTINO DELGADO. Apresenta uma extensão em forma de verme, o APÊNDICE vermiforme.
80 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
81 Hipoplasia: Desenvolvimento defeituoso ou incompleto de tecido ou órgão, geralmente por diminuição do número de células, sendo menos grave que a aplasia.
82 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
83 Unhas: São anexos cutâneos formados por células corneificadas (queratina) que formam lâminas de consistência endurecida. Esta consistência dura, confere proteção à extremidade dos dedos das mãos e dos pés. As unhas têm também função estética. Apresentam crescimento contínuo e recebem estímulos hormonais e nutricionais diversos.
84 Língua:
85 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
86 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
87 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
88 Veias: Vasos sangüíneos que levam o sangue ao coração.
89 Conjuntivite: Inflamação da conjuntiva ocular. Pode ser produzida por alergias, infecções virais, bacterianas, etc. Produz vermelhidão ocular, aumento da secreção e ardor.
90 Inflamações: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc. Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
91 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).

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