FLUTICAPS

BIOSINTETICA

Atualizado em 08/12/2014

FLUTICAPS

Propionato de Fluticasona
50mcg e 250mcg
Cápsulas

Formas Farmacêuticas e Apresentações de Fluticaps

Embalagem contendo 60 cápsulas de FLUTICAPS (propionatode fluticasona) 50 mcg com inalador.
Embalagem contendo 60 cápsulas de FLUTICAPS (propionato
de fluticasona) 50 mcg.
Embalagem contendo 60 cápsulas de FLUTICAPS (propionato
de fluticasona) 250 mcg com inalador.
Embalagem contendo 60 cápsulas de FLUTICAPS (propionato
de fluticasona) 250 mcg.

USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Composição de Fluticaps

Cada cápsula contém:
Propionato de fluticasona .................... 50 mcg
Excipiente: lactose1
Propionato de fluticasona .................... 250 mcg
Excipiente: lactose1

Informações ao Paciente de Fluticaps

Ação esperada do medicamento: FLUTICAPS (propionatode fluticasona) está indicado no tratamento de manutenção
das doenças pulmonares crônicas como a asma2
brônquica, em adultos e crianças acima de 4 anos, e da
doença pulmonar obstrutiva crônica.
Cuidados de armazenamento: Conservar em temperatura
ambiente (entre 15oC e 30oC) e proteger da umidade.
Prazo de validade: Desde que sejam observados os cuidados
de armazenamento, o produto apresenta prazo de
validade de 24 meses. Não utilize o produto após o vencimento
do prazo de validade.
Gravidez3 e lactação4: Informe seu médico a ocorrência
de gravidez3 na vigência do tratamento ou após o seu término.
Informar ao médico se está amamentando.
Cuidados de administração: Siga a orientação do seu
médico, respeitando sempre os horários, as doses e a
duração do tratamento. Manipule as cápsulas somente
no momento da administração. Leia as instruções contidas
na bula para o manuseio do inalador e administração do
medicamento.
Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento
sem o conhecimento do seu médico.
Reações adversas: Informe seu médico o aparecimento
de reações desagradáveis. Avise seu médico imediatamente
caso ocorra: reações alérgicas (coceira, edema5
de face6, mãos7, lábios ou garganta8 e falta de ar), febre9,
tosse, irritação na garganta8 e piora dos sintomas10 respiratórios.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO
ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Ingestão concomitante com outras substâncias: Avise
seu médico caso esteja utilizando medicamento para o
combate de infecções11 por fungo12 (como cetoconazol).
Contra-indicações e precauções: Informe seu médico
sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes
do início, ou durante o tratamento. FLUTICAPS (propionato
de fluticasona) é contra-indicado para pacientes13 que
apresentem hipersensibilidade a qualquer dos componentes
da formulação.
Este medicamento não deve ser utilizado durante a crise
aguda de asma2.
NÃO TOME MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO
DO SEU MÉDICO. PODE SER PREJUDICIAL A SUA
SAÚDE14.

Informações Técnicas de Fluticaps

MODO DE AÇÃO
O propionato de fluticasona é um glicocorticóide trifluorinado,
sintético, com atividade antiinflamatória potente
e também propriedades imunossupressora e antiproliferativa.
Os efeitos antiinflamatórios resultam da redução da formação,
da liberação e da atividade dos mediadores antiinflamatórios
(ex.: cininas, histamina15, enzimas lipossômicas,
prostaglandinas16, leucotrienos17). A propriedade imunossupressora
reduz a resposta das reações de hipersensibilidade
imediata e tardia. Adicionalmente, o acesso de
linfócitos T sensibilizados e macrófagos18 às células19-alvo
pode também ser prevenido pelos corticóides.
O propionato de fluticasona, quando inalado nas doses
recomendadas, possui ação antiinflamatória potente, que
resulta na redução dos sintomas10 da asma2, redução dos
sintomas10 da DPOC e na melhora da função pulmonar.
Estes benefícios são alcançados sem a ocorrência dos
efeitos adversos, observados quando os corticosteróides
são administrados por via sistêmica.

Farmacocinética de Fluticaps

Após a administração por via inalatória, a biodisponibilidadesistêmica absoluta do propionato de fluticasona é
estimada em 13,5% para o pó seco. A absorção sistêmica
do propionato de fluticasona ocorre principalmente através
dos pulmões20, e é inicialmente rápida e posteriormente
prolongada. A ligação à proteína plasmática é de 91%.
O propionato de fluticasona sofre intensa ação da enzima21
CPY34A, sendo quase completamente metabolizado na
sua 1ª passagem pelo fígado22 a um metabólito23 carboxílico
inativo.
O propionato de fluticasona é intensamente distribuído
(Vd aproximado de 300 L) e possui um clearance plasmático
elevado (Cl estimado 1,1 L/min), indicando uma
eliminação hepática24 intensa. A concentração plasmática
máxima é reduzida a aproximadamente 98% em 3-4 horas,
e apenas baixas concentrações plasmáticas estão
associadas à meia-vida terminal, que é aproximadamente
de 8 horas.
A biodisponibilidade oral absoluta é desprezível (<1%)
devido a combinação da absorção incompleta pelo trato
gastrintestinal e o intenso metabolismo25 de primeira passagem.

Indicações de Fluticaps

O propionato de fluticasona possui atividade antiinflamatória
potente, reduzindo e prevenindo os sintomas10 e a
exacerbação da asma2 em pacientes previamente tratados
com broncodilatadores26 isolados, ou com outra terapia
profilática. Tem mostrado, nas doses recomendadas, uma
redução nos sintomas10 e uma melhora na função pulmonar
em pacientes com DPOC.

Contra-Indicações de Fluticaps

FLUTICAPS (propionato de fluticasona) é contraindicadono tratamento de episódios agudos de
asma2 e para indivíduos com história de hipersensibilidade
a qualquer componente da fórmula.

Precauções e Advertências de Fluticaps

O controle da asma2 deve ser acompanhado de
um programa continuado e a resposta do paciente
deve ser monitorada clinicamente pelos testes de
função pulmonar. O aumento do uso de agonista27
b2 de curta duração indica a deterioração do controle
da asma2. Sob estas condições, o planejamento
da terapia da asma2 deve ser reavaliado.
A deterioração súbita e progressiva no controle
da asma2 é potencialmente perigosa e o aumento
da dose de corticosteróide deve ser avaliado. Em
pacientes considerados de risco, deve ser instituído
um monitoramento diário do Peak Flow.
FLUTICAPS (propionato de fluticasona) deve ser
usado na terapia de controle de longa duração.
Pacientes em tratamento com o propionato de
fluticasona poderão necessitar de broncodilatadores26
de pequena e rápida ação no alívio dos
sintomas10 agudos da asma2.
Na falta de resposta adequada ao tratamento ou
na exacerbação, a asma2 deve ser tratada com o
aumento da dose de propionato de fluticasona e,
se necessário, com a associação de outras classes
de medicamentos.
A reserva adrenal também permanece normal
durante o tratamento crônico28 com propionato de
fluticasona por via inalatória, que pode ser medido
pelo incremento normal em teste de simulação.
Contudo, deve-se ter em mente que qualquer diminuição
residual da reserva, decorrente de tratamentos
anteriores, pode persistir durante um
tempo considerado. Portanto, doses terapêuticas
podem causar efeitos sistêmicos29 mínimos e altas
doses podem ocasionar hipercortisolismo e insuficiência30
adrenal.
Se ocorrer insuficiência30 adrenal após o uso tópico31
da fluticasona, pode-se fazer a retirada da fluticasona,
aumentar o intervalo entre as doses ou
substituir o medicamento por um menos potente.
A corticoterapia pode causar aumento do risco de
desenvolvimento de infecções11 graves em indivíduos
expostos a patologias virais como sarampo32.
A transferência de pacientes em tratamento com
esteróides orais para o propionato de fluticasona
e seu monitoramento necessita de cuidados especiais
(especialmente em situações de estresse,
como infecção33 ou cirurgia), uma vez que a diminuição
da função adrenocortical, ocasionada pelo
uso prolongado de esteróides sistêmicos29, pode
levar um tempo considerável.
Pacientes que tenham sido tratados com esteróides
sistêmicos29 por longo período de tempo, ou
com altas doses, podem ter supressão adrenocortical.
Nestes casos, a função adrenocortical
deve ser monitorada, e a dose de esteróide sistêmico34
cuidadosamente diminuída.
A substituição do tratamento com esteróide sistêmico34
pela terapia inalatória pode, algumas vezes,
mascarar alergias, tais como rinite35 alérgica, artrite36
Formato: 130 x 280 mm
Cor: Pantone Black
Modelo de Bula: 2fltca1
Cód.: 5294

Bula Fluticaps.p65 09/09/03, 15:39 1
Importado e distribuído por:
LABORATÓRIOS BIOSINTÉTICA LTDA.
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São Paulo - SP
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Atendimento ao Consumidor:
0800-15-1036

ou eczema37, anteriormente controladas pela droga
sistêmica. Estas alergias devem ser tratadas sintomaticamente
com anti-histamínicos e/ou preparações
tópicas, incluindo esteróides.
Como ocorre com todos os esteróides inalados, é
necessário um cuidado especial em pacientes com
tuberculose38 pulmonar ativa ou quiescente39.

Gravidez3 e Lactação4 de Fluticaps

Avaliado como categoria C na classificação deriscos para gestação do FDA.
Estudos de reprodução40 animal têm demonstrado
somente efeitos característicos da exposição sistêmica
a glicocorticóides em quantidades muito
acima da dose terapêutica41 recomendada para
inalação. Os testes de genotoxicidade não têm
demonstrado potencial mutagênico. Como os
estudos sobre reprodução40 realizados em animais
nem sempre são capazes de prever a resposta
em humanos, FLUTICAPS (propionato de fluticasona)
só deve ser usado durante a gravidez3 se o
benefício para a mãe justificar o possível risco para
o feto42.
Não existem estudos sobre a excreção do propionato
de fluticasona no leite materno.

Interações Medicamentosas de Fluticaps

Pacientes utilizando propionato de fluticasona
simultaneamente ao cetoconazol devem ser observados
quanto a sintomas10 de hipercortisolismo,
pelo fato do cetoconazol ser inibidor do citocromo
P450.

Reações Adversas de Fluticaps

Em alguns pacientes pode ocorrer candidíase43 emorofaringe e faringe44. O desconforto ocasionado
pode ser aliviado fazendo a lavagem da boca45 com
água, após o uso do medicamento. A candidíase43
sintomática46 pode ser tratada com terapia antifúngica
tópica, sem que haja necessidade de descontinuar
o uso de FLUTICAPS (propionato de fluticasona).
Em alguns pacientes, o propionato de fluticasona
pode ocasionar rouquidão, que pode ser controlada
com a lavagem da boca45 imediatamente após
a inalação.
Como em outras terapias inalatórias, pode ocorrer
broncoespasmo47 paradoxal48, com conseqüente aumento
imediato na dispnéia49 após administração
da dose. Este quadro deve ser imediatamente revertido
com o uso de um broncodilatador50 de ação
rápida, por via inalatória. Nestes casos, o uso de
FLUTICAPS (propionato de fluticasona) deve ser
imediatamente interrompido e, caso seja necessário,
uma terapia alternativa deve ser instituída.
Reações de hipersensibilidade cutânea51 foram
relatadas.
Alguns casos de insuficiência30 adrenal foram associados
ao uso da fluticasona.
Sintomas10 da Síndrome de Cushing52 como hiperglicemia53
e glicosúria54 podem ocorrer e estão associados
às altas doses.
Apesar de raros, ocorrem casos de glaucoma55 e
aumento da pressão intra-ocular durante o uso de
corticóides inalatórios.

Posologia e Administração de Fluticaps

FLUTICAPS (propionato de fluticasona) só deve ser administrado
por via inalatória oral.
Os pacientes devem ser alertados quanto à natureza profilática
da terapia com o propionato de fluticasona, e que
este deve ser utilizado regularmente, mesmo quando estejam
assintomáticos. A dose de propionato de fluticasona
deve ser ajustada de acordo com a resposta de cada paciente.
Os pacientes devem ser orientados a procurar o médico
caso observem que o alívio com doses menores de broncodilatadores26
tornou-se menos efetivo, ou estejam necessitando
de um número maior de inalações do que o prescrito.
ASMA2
Adultos e adolescentes acima de 16 anos:
Pacientes com asma2 leve devem ser orientados com doses
de 100 - 250 mcg, duas vezes ao dia.
Nos casos de asma2 moderada, a dose recomendada é
de 250 - 500 mcg, duas vezes ao dia.
Em pacientes com asma2 severa, recomendam-se doses
de 500-1000 mcg, duas vezes ao dia.
Crianças acima de 4 anos: a dose recomendada é 50 a
100 mcg, duas vezes ao dia, podendo ser ajustada até
que o controle seja atingido, conforme a resposta do paciente.
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC)
A dose usualmente recomendada em adultos é de 500
mcg, duas vezes ao dia.

-SUPERDOSE:
Aguda - A inalação da droga em doses muito acima daquelas
recomendadas pode levar à supressão temporária
da função adrenal, resultando em um quadro de hipercortisolismo.
Neste caso, não há necessidade de se tomar
nenhuma medida emergencial, e o paciente deve manter
o tratamento com FLUTICAPS (propionato de fluticasona)
na dose suficiente para o controle da asma2. A função
adrenal é recuperada em alguns dias e pode ser avaliada
através da dosagem do cortisol plasmático.
Crônica - A inalação de doses acima de 2 mg diários de
propionato de fluticasona, durante períodos prolongados,
pode levar a uma supressão crônica da função adrenal.
Neste caso, o paciente deve manter o tratamento com
FLUTICAPS (propionato de fluticasona) na dose suficiente
para o controle da asma2 e a função adrenal deve ser monitorada.

Uso em Idosos de Fluticaps

Em estudos realizados em pacientes com mais de 65 anos
tratados com propionato de fluticasona em pó seco, o perfil
de eficácia e segurança não diferiu das demais faixas
etárias.
Portanto, não há justificativa para o ajuste da dose nessa
população.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
MS - 1.1213.0318
Resp. Técn. Farm.: Luiz A. M. Mendes
CRF-SP nº 13559
Nº do lote, data de fabricação e validade:
vide cartucho.
Fabricado por:
Cipla Ltd. - Mumbai - Índia

FLUTICAPS - Laboratório

BIOSINTETICA
Rua Periquito, 236 - Vl. Uberabinha
São Paulo/SP - CEP: 04514-050
Tel: 55 (011) 5561-2614
Fax: 55 (011)5561-2072
Site: http://www.biosintetica.com.br/

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Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
5 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
6 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
7 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
8 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
9 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
10 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
11 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
12 Fungo: Microorganismo muito simples de distribuição universal que pode colonizar uma superfície corporal e, em certas ocasiões, produzir doenças no ser humano. Como exemplos de fungos temos a Candida albicans, que pode produzir infecções superficiais e profundas, os fungos do grupo dos dermatófitos que causam lesões de pele e unhas, o Aspergillus flavus, que coloniza em alimentos como o amendoim e secreta uma toxina cancerígena, entre outros.
13 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
14 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
15 Histamina: Em fisiologia, é uma amina formada a partir do aminoácido histidina e liberada pelas células do sistema imunológico durante reações alérgicas, causando dilatação e maior permeabilidade de pequenos vasos sanguíneos. Ela é a substância responsável pelos sintomas de edema e irritação presentes em alergias.
16 Prostaglandinas: É qualquer uma das várias moléculas estruturalmente relacionadas, lipossolúveis, derivadas do ácido araquidônico. Ela tem função reguladora de diversas vias metabólicas.
17 Leucotrienos: É qualquer um dos metabólitos dos ácidos graxos poli-insaturados, especialmente o ácido araquidônico, que atua como mediador em processos alérgicos e inflamatórios.
18 Macrófagos: É uma célula grande, derivada do monócito do sangue. Ela tem a função de englobar e destruir, por fagocitose, corpos estranhos e volumosos.
19 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
20 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
21 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
22 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
23 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
24 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
25 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
26 Broncodilatadores: São substâncias farmacologicamente ativas que promovem a dilatação dos brônquios.
27 Agonista: 1. Em farmacologia, agonista refere-se às ações ou aos estímulos provocados por uma resposta, referente ao aumento (ativação) ou diminuição (inibição) da atividade celular. Sendo uma droga receptiva. 2. Lutador. Na Grécia antiga, pessoa que se dedicava à ginástica para fortalecer o físico ou como preparação para o serviço militar.
28 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.
29 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
30 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
31 Tópico: Referente a uma área delimitada. De ação limitada à mesma. Diz-se dos medicamentos de uso local, como pomadas, loções, pós, soluções, etc.
32 Sarampo: Doença infecciosa imunoprevenível, altamente transmissível por via respiratória, causada pelo vírus do sarampo e de imunidade permanente. Geralmente ocorre na infância, mas pode afetar adultos susceptíveis (não imunes). As manifestações clínicas são febre alta, tosse seca persistente, coriza, conjuntivite, aumento dos linfonodos do pescoço e manchas avermelhadas na pele. Em cerca de 30% das pessoas com sarampo podem ocorrer complicações como diarréia, otite, pneumonia e encefalite.
33 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
34 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
35 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
36 Artrite: Inflamação de uma articulação, caracterizada por dor, aumento da temperatura, dificuldade de movimentação, inchaço e vermelhidão da área afetada.
37 Eczema: Afecção alérgica da pele, ela pode ser aguda ou crônica, caracterizada por uma reação inflamatória com formação de vesículas, desenvolvimento de escamas e prurido.
38 Tuberculose: Doença infecciosa crônica produzida pelo bacilo de Koch (Mycobacterium tuberculosis). Produz doença pulmonar, podendo disseminar-se para qualquer outro órgão. Os sintomas de tuberculose pulmonar consistem em febre, tosse, expectoração, hemoptise, acompanhada de perda de peso e queda do estado geral. Em países em desenvolvimento (como o Brasil) aconselha-se a vacinação com uma cepa atenuada desta bactéria (vacina BCG).
39 Quiescente: Que está sossegado, em paz; quieto, tranquilo.
40 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
41 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
42 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
43 Candidíase: É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
44 Faringe: Canal músculo-membranoso comum aos sistemas digestivo e respiratório. Comunica-se com a boca e com as fossas nasais. É dividida em três partes: faringe superior (nasofaringe ou rinofaringe), faringe bucal (orofaringe) e faringe inferior (hipofaringe, laringofaringe ou faringe esofagiana), sendo um órgão indispensável para a circulação do ar e dos alimentos.
45 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
46 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
47 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
48 Paradoxal: Que contém ou se baseia em paradoxo(s), que aprecia paradoxo(s). Paradoxo é o pensamento, proposição ou argumento que contraria os princípios básicos e gerais que costumam orientar o pensamento humano, ou desafia a opinião consabida, a crença ordinária e compartilhada pela maioria. É a aparente falta de nexo ou de lógica; contradição.
49 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
50 Broncodilatador: Substância farmacologicamente ativa que promove a dilatação dos brônquios.
51 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
52 Síndrome de Cushing: A síndrome de Cushing, hipercortisolismo ou hiperadrenocortisolismo, é um conjunto de sinais e sintomas que indicam excesso de cortisona (hormônio) no sangue. Esse hormônio é liberado pela glândula adrenal (também conhecida como suprarrenal) em resposta à liberação de ACTH pela hipófise no cérebro. Níveis elevados de cortisol (ou cortisona) também podem ocorrer devido à administração de certos medicamentos, como hormônios glicocorticoides. A síndrome de Cushing e a doença de Cushing são muito parecidas, já que o que a causa de ambas é o elevado nível de cortisol no sangue. O que difere é a origem dessa elevação. A doença de Cushing diz respeito, exclusivamente, a um tumor na hipófise que passa a secretar grande quantidade de ACTH e, consequentemente, há um aumento na liberação de cortisol pelas adrenais. Já a síndrome de Cushing pode ocorrer, por exemplo, devido a um tumor presente nas glândulas suprarrenais ou pela administração excessiva de corticoides.
53 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
54 Glicosúria: Presença de glicose na urina.
55 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.

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