TIMASEN

ACHÈ

Atualizado em 09/12/2014

TIMASEN®

Cloridrato de tramadol
Cápsulas, gotas e solução injetável

Apresentações de Timasen

Cápsulas 50 mg : caixa com 10 cápsulas. Gotas: frasco com 10 ml.
Solução injetável : caixa com 6 ampolas de 2 ml.

USO ADULTO

Composições Completas de Timasen

Cápsulas
Cada cápsula de 50 mg contém:
Cloridrato de tramadol .................... 50mg
Excipientes: fosfato de cálcio dibásico, estearato de magnésio, sílica coloidal e cápsula gelatinosa dura (constituída por gelatina e dióxido de titânio).

Gotas
Cada ml da solução contém:
Cloridrato de tramadol .................... 100mg
Excipientes: sorbato de potássio, etanol 96%, propilenoglicol, sacarose, polissorbato 80, essência de hortelã-pimenta e água purificada.

Solução injetável
Cada ampola de 2 ml contém:
Cloridrato de tramadol .................... 100mg
Excipientes: acetato de sódio e água para injeção1.

Informações ao Paciente de Timasen

TIMASEN® (cloridrato de tramadol) deve ser utilizado somente sob orientação médica.

O que é e para que serve TIMASEN® (cloridrato de tramadol)? TIMASEN® (cloridrato de tramadol) é um medicamento à base de tramadol usado no tratamento da dor.

Como TIMASEN® (cloridrato de tramadol) deve ser guardado?
TIMASEN® (cloridrato de tramadol) deve ser armazenado à temperatura ambiente, entre 15 - 30ºC, e protegido da umidade.

Qual o prazo de validade de TIMASEN® (cloridrato de tramadol) ?
O prazo de validade de TIMASEN® (cloridrato de tramadol) é de 36 meses após a data de fabricação impressa na embalagem do produto.
Ao utilizar o medicamento, confira sempre o prazo de validade.
NUNCA USE MEDICAMENTO COM PRAZO DE VALIDADE VENCIDO. Além de não obter o efeito desejado, as substâncias podem estar alteradas e causar prejuízo para a sua saúde2.

TIMASEN® (cloridrato de tramadol) pode ser usado durante a gravidez3 e amamentação4?
TIMASEN® (cloridrato de tramadol) não deve ser utilizado durante a gravidez3, pois não há evidência adequada disponível para avaliar sua segurança.
Informe seu médico a ocorrência de gravidez3 na vigência do tratamento ou após o seu término.
Informe seu médico se está amamentando.

Como o TIMASEN® (cloridrato de tramadol) deve ser utilizado?
TIMASEN® (cloridrato de tramadol) deve ser utilizado de acordo com a prescrição médica.
Siga orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
TIMASEN® (cloridrato de tramadol) deve ser administrado independentemente do horário das refeições. O início de sua ação é rápido e perdura por 4 a 8 horas. No caso de esquecer de tomar uma dose no horário, tome-a logo que possível e só depois de 4 a 8 horas tome nova dose. Nunca tome duas doses juntas.
O tratamento com TIMASEN® (cloridrato de tramadol) pode ser interrompido?
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Somente ele poderá avaliar a evolução de seu tratamento e decidir quando e como este deverá ser interrompido.

Quais são as possíveis reações adversas com o uso do TIMASEN® (cloridrato de tramadol)?
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, como por exemplo: transpiração5 excessiva, tontura6, náusea7, vômito8, secura da boca9, sonolência, taquicardia10, dor de cabeça11, confusão mental ou convulsões.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Durante o tratamento com TIMASEN® (cloridrato de tramadol) pode-se tomar bebidas alcoólicas?
Para evitar reações adversas sérias, não faça uso concomitante de TIMASEN® (cloridrato de tramadol) e álcool.

TIMASEN® (cloridrato de tramadol) pode ser utilizado com outros medicamentos?
Para evitar reações adversas sérias, não utilize de TIMASEN® (cloridrato de tramadol) com outros medicamentos analgésicos12 ou de atuação sobre o cérebro13, como neurolépticos14, hipnóticos e antidepressivos.

Quando TIMASEN ® (cloridrato de tramadol) não deve ser utilizado?
TIMASEN® (cloridrato de tramadol) não deve ser utilizado por pessoas alérgicas ao cloridrato de tramadol ou aos ingredientes da preparação. Também não deve ser utilizado em casos de intoxicações pelo álcool, ou juntamente com medicamentos que atuam no sistema nervoso central15.

Quais os cuidados especiais ao utilizar TIMASEN® (cloridrato de tramadol)?
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja utilizando, antes do início, ou durante o tratamento.
Informe seu médico se você tiver qualquer problema de saúde2 como, por exemplo, história de abuso de álcool ou drogas, convulsões, etc.
Informe seu médico caso tenha problemas de rins16 ou fígado17, pois nestes casos o TIMASEN® (cloridrato de tramadol) será prescrito por menor tempo e dosagem.

Pacientes diabéticos podem fazer uso de TIMASEN® (cloridrato de tramadol)
TIMASEN® (cloridrato de tramadol) gotas contém açúcar18, na concentração de 200mg/ml. TIMASEN® (cloridrato de tramadol) cápsulas e TIMASEN® (cloridrato de tramadol) solução injetável não contém açúcar18. Se você for diabético, certifique-se com seu médico sobre o uso do produto.

Não deve ser utilizado durante a gravidez3 e lactação19.

Durante o tratamento pode-se dirigir veículos ou operar máquinas?
Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.

Em caso de ingestão excessiva que providências tomar?
Entre imediatamente em contato com seu médico, ou procure um pronto socorro informando a quantidade utilizada do produto, horário da ingestão e os sintomas20.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE2.

Informações Técnicas de Timasen

Características de Timasen

TIMASEN® contém como princípio ativo o cloridrato de tramadol [(+) trans-2-(dimetilaminometil)-1-(m-metoxifenil)-ciclohexanol], que é um potente analgésico21 opióide com ação no sistema nervoso central15. É um agonista22 puro, não-seletivo dos receptores de opióide m, d e k, de maior afinidade com os receptores m, levando à diminuição da dor. Outros mecanismos que contribuem para seu efeito analgésico21 são a inibição de reabsorção neuronial de noradrenalina23 e potencialização de liberação de serotonina.

O tramadol possui atividade antitussígena. Ao contrário da morfina, este medicamento não causa depressão respiratória numa variação ampla de doses analgésicas. Não tem efeito sobre a motilidade gastrintestinal. Os efeitos do tramadol sob o sistema cardiovascular24 são comparativamente pequenos. Sua potência é de 1/10 a 1/6 da morfina.

FarmacocinéticaApós a administração oral, tramadol é absorvido rapidamente e quase completamente. A recaptura renal25 cumulativa da radioatividade total é de no mínimo 90% da dose administrada; o restante é recapturado nas fezes. A biodisponibilidade média absoluta de tramadol é 100% para a via intramuscular e 68% após a dose oral.

A fase inicial de distribuição após injeção1 intravenosa ocorre via dois processos com diferentes meia-vidas de t ½ = 0,31 ± 0,17 hora e 1,7 ± 0,4 hora, respectivamente.
O pico de concentração plasmática após administração oral de 100 mg é Cmáx = 309 ± 90 ng/ml (gotas) e 280 ± 49 ng/ml (cápsulas) após 1 e 2 horas, respectivamente. A concentração sérica determinada 15 minutos após a injeção1 intravenosa de 100 mg foi 613 ± 221 ng/ml e após 2 horas foi de 409 ± 79 ng/ml. A ligação a proteínas26 se limita a 20%.
Tramadol atravessa a barreira hematoencefálica rapidamente de forma que injeções intravenosas in bolus27 produzem picos transitórios no SNC28.
Tramadol atravessa a barreira placentária e é excretado no leite materno em pequena quantidade na forma não transformada ou, como metabólito29 O-desmetiltramadol (M1) ( tramadol: cerca de 0,1 %; M1: cerca de 0,02% da dose intravenosa).
A meia-vida de eliminação (t ½ b) é 6,0 ± 1,5 hora em jovens. Tramadol é biotransformado primariamente por N- e O- desmetilação, e por glucoronidação dos produtos O- desmetilados. Onze metabólitos30 foram bem identificados no homem. Dez desses não têm atividade analgésica, enquanto M1 (O-desmetiltramadol) é o único metabólito29 ativo e mostra uma atividade analgésica que as evidências em animais de laboratório sugerem ser de 2 a 4 vezes mais potente que o composto original. Alguns dos metabólitos30 farmacologicamente inativos têm variabilidade na concentração entre diferentes indivíduos, enquanto isto não acontece com os dois compostos farmacologicamente ativos, a droga inicial e o metabólito29 M1. Tramadol e seus metabólitos30 são eliminados quantitativamente na urina31, enquanto a excreção biliar é irrelevante em termos quantitativos.

A recaptura renal25 cumulativa, da droga não transformada, em voluntários jovens saudáveis foi de 13,2 ± 5,8 % após administração intravenosa e 10,6 ± 5,4 % após administração oral de tramadol. A meia-vida biológica dos metabólitos30 é similar à do composto inicial.
A variação da cinética32 do tramadol em função da idade é pequena e irrelevante em relação ao uso terapêutico da droga. Após dose oral, pacientes com mais de 65 anos mostraram uma t ½b= 6,5 ± 1,7 horas.
Tanto o tramadol quanto seu composto farmacologicamente ativo M1 são eliminados metabolicamente e via renal25. A meia-vida terminal, t ½ b, do tramadol tende a ser prolongada em pacientes com disfunção hepática33 ou renal25. Entretanto, o aumento na t ½ b desses pacientes é bem pequeno se os órgãos de excreção permanecerem intactos. Em pacientes com cirrose34 a média de t ½ b de tramadol foi 13,3 ± 4,9 horas e de M1 18,5 ± 9,4 horas.
Em pacientes com insuficiência renal35 (clearance de creatinina36 < 5 ml/min), a t ½ b do tramadol foi 11,0 ± 3,2 horas e do M1 16,9 ± 3,0 horas. Valores extremos foram observados em pacientes com cirrose34, de 22,3 horas (tramadol) e 36,0 horas (M1) e em pacientes com deficiência renal25, de 19,5 horas (tramadol) e 43,2 horas (M1).

Indicações de Timasen

Dor moderada a intensa de caráter agudo37, subagudo38 e crônico39.

Contra-Indicações de Timasen

TIMASEN® (cloridrato de tramadol) não deve ser utilizado nos seguintes casos: Hipersensibilidade ao cloridrato de tramadol ou a qualquer outro componente da formulação;
Intoxicações agudas pelo álcool, hipnóticos, analgésicos12 e psicofármacos em geral;
Pacientes em tratamento com inibidores da monoaminoxidase40 (IMAO41), ou que receberam tais medicamentos nos últimos 14 dias, antidepressivos tricíclicos, antidepressivos inibidores da recaptação de serotonina, neurolépticos14 e drogas, ou situações que baixam o limiar para convulsões (carbamazepina, trauma encefálico, desordens metabólicas, abstinência a álcool e drogas).

Precauções e Advertências de Timasen

O tramadol possui um baixo potencial de dependência. Na tolerância de uso a longo prazo, pode-se desenvolver dependência psíquica e física. Em pacientes com tendência ao abuso ou dependência de drogas, o tratamento deve ser realizado por períodos curtos sob estrita supervisão médica. Em casos raros de doses terapêuticas, o tramadol tem o potencial de causar sintomas20 que exigem suspensão do medicamento.
Pacientes com histórico de hipersensibilidade a opióides ou com insuficiência renal35 e hepática33 grave devem receber este medicamento com prudência.
O uso de TIMASEN® (cloridrato de tramadol) deverá ser feito com cautela em pacientes com hipersensibilidade aos analgésicos12 opióides, principalmente em casos de nível reduzido de consciência de origem não estabelecida, pacientes idosos, distúrbios da função respiratória e pressão intracraniana aumentada, exceto no caso de ventilação42.

Pacientes que tenham antecedentes de epilepsia43 ou convulsões devem ser cuidadosamente avaliados durante o tratamento com TIMASEN® (cloridrato de tramadol).
TIMASEN® (cloridrato de tramadol) não é indicado para tratamento de síndrome44 aguda de retirada de narcóticos. Existe tolerância cruzada com outros opióides.

Efeitos sobre a habilidade de dirigir e usar máquinas: Pacientes sob tratamento com TIMASEN® (cloridrato de tramadol) devem ser alertados quanto à realização de atividades que exijam atenção, como dirigir veículos e operar máquinas. Este fato diz respeito principalmente ao uso concomitante de bebidas alcoólicas, devido à possibilidade de potenciação dos efeitos indesejáveis de ambas as drogas.

Uso durante a gravidez3 e lactação19: Cloridrato de tramadol somente deverá ser utilizado durante a gravidez3 quando houver indicação médica expressa, levando-se em consideração uma cuidadosa avaliação do risco/benefício. Caso o tratamento com opióides seja indicado durante a gravidez3, a administração do produto deve-se limitar a dose única.
A duração do tratamento durante a gravidez3 deve ser a menor possível, para evitar risco de dependência e sintomas20 de abstinência no neonato45.
Durante a fase de lactação19, deve-se considerar que cerca de 0,1% da dose passa para o leite materno. Geralmente, não é necessário interromper a amamentação4 após dose única de 100 mg de cloridrato de tramadol.
Tramadol, administrado antes ou durante o trabalho de parto, não afeta a contractilidade uterina. Em recém-nascidos, isto pode induzir a alterações na taxa respiratória, normalmente de importância clínica não relevante.

Interações Medicamentosas de Timasen

Já foram relatados raros casos de convulsão46 em pacientes que receberam as doses recomendadas de tramadol. Há um risco aumentado de convulsões quando TIMASEN® (cloridrato de tramadol) é administrado concomitantemente com antidepressivos (amitriptilina, nortriptilina, selegilina, amoxapina, clorgilina, fluoxetina, sertralina, fluvoxamina, imipramina, moclobemida, etc.) e neurolépticos14 (sulpiride, clorpromazina, clorprotixeno, flupentixol, haloperidol, pimozide, risperidona, etc.). Depressores do sistema nervoso central15 (codeína, difenidramina, hidrocodona, mepiridina, talidomida, morfina, etc.) têm seus efeitos potencializados pelo TIMASEN® (cloridrato de tramadol).
Os resultados dos estudos de farmacocinética têm demonstrado, até o momento, que interações clinicamente relevantes são pouco prováveis, com a administração prévia ou concomitante de cimetidina.
O ritonavir co-administrado pode aumentar a concentração sérica de tramadol resultando na toxicidade47 por tramadol.
A toxicidade47 da dioxina ocorreu raramente durante a co-administração de digoxina e tramadol.
A administração simultânea ou prévia de carbamazepina pode reduzir o efeito analgésico21 e a duração da ação do tramadol.
Outras drogas inibitórias do CYP3A4, tais como o cetoconazol e a eritromicina, podem inibir o metabolismo48 do tramadol (N-desmetilação) e provavelmente também o metabolismo48 do metabólito29 ativo O-desmetilado. A importância clínica de tal interação não tem sido estudada.
Não há interação alimentar.

Reações Adversas de Timasen

Pode ocorrer náusea7, vômito8, secura da boca9, dor de cabeça11, tontura6 e sonolência. Reações adversas pouco freqüentes podem ocorrer relacionadas à função cardiovascular: palpitação49, sudorese50, hipotensão51 postural, taquicardia10 e sensação de colapso52 cardiovascular. Estas reações adversas podem ocorrer particularmente quando o paciente realiza esforços excessivos após a administração intravenosa de TIMASEN® (cloridrato de tramadol).
Embora de rara incidência53, também pode ocorrer irritação gastrintestinal (p. ex., sensação de pressão no estômago54) e também reações dermatológicas (prurido55, erupções cutâneas56, exantema57).
Outras reações adversas de incidência53 muito rara incluem diminuição da capacidade motora, alterações no apetite e incontinência urinária58.
Em casos muito raros, TIMASEN® (cloridrato de tramadol) pode determinar distúrbios de origem psíquica, que variam de intensidade e natureza. O risco é mais evidente em uso prolongado. Estes distúrbios incluem alteração no humor (geralmente euforia, ocasionalmente disforia59), alterações na atividade (geralmente supressão, ocasionalmente elevação) e alterações na capacidade cognitiva60 e sensorial (p. ex., comportamento alterado, distúrbios de percepção). Casos isolados de convulsão46 cerebral foram relatados. Entretanto, quase todos ocorreram após administração intravenosa de doses excessivas de cloridrato de tramadol ou uso concomitante de medicação neuroléptica. Reações alérgicas que podem levar até ao choque61 não podem ser descartadas.
Dependendo da sensibilidade individual e da dose empregada, o cloridrato de tramadol pode levar a diferentes níveis de depressão respiratória e sedação62 (de ligeira fadiga63 à sonolência) que, entretanto, não ocorrem quando o produto é administrado por via oral nas doses recomendadas para o alívio da dor moderada.
Muito raramente têm sido reportadas convulsões epileptiformes. Ocorreram principalmente após a administração do tramadol ou após o tratamento concomitante com drogas que podem diminuir o limiar para o ataque súbito ou induzir convulsões cerebrais (por antidepressivos ou antipsicóticos).
Raramente têm sido reportados casos de aumento na pressão arterial64 e bradicardia65.
Também tem sido reportado agravamento da asma66, embora não se tenha estabelecido uma relação causa-efeito.
Embora raramente, o tramadol pode produzir casos de dependência após o uso prolongado. Podem ocorrer sintomas20 de retirada do medicamento, similares àqueles que ocorrem durante a retirada dos opióides, tais como: agitação, ansiedade, nervosismo, insônia, hipercinesia67, tremor e sintomas20 gastrintestinais.

Posologia e Instruções de Uso de Timasen

Para se obter o efeito ótimo, a posologia deve ser individualizada, ajustando-a à intensidade da dor. As doses usuais diárias recomendadas a seguir preenchem as necessidades da maioria dos pacientes, embora existam casos que necessitem de doses mais elevadas.

Adultos e jovens com mais de 14 anos de idade: TIMASEN® (cloridrato de tramadol) cápsulas de 50mg: 1 cápsula (50mg) com um pouco de água;

TIMASEN® (cloridrato de tramadol) gotas: cerca de 20 gotas (50mg) com um pouco de água pura ou açucarada.
Quando necessário, as doses acima poderão ser repetidas 30-60 minutos após administração inicial.

TIMASEN® (cloridrato de tramadol) ampolas de 100 mg: por via intravenosa, o conteúdo de uma ampola por injeção1 lenta ou em solução por gotejamento; por via intramuscular, o conteúdo de uma ampola.

Dose diária:
TIMASEN® (cloridrato de tramadol) deve ser administrado independentemente do horário das refeições. Normalmente não se deve exceder doses de 400mg/dia (correspondente a 20 gotas x 8 vezes, 8 cápsulas de 50 mg ou 4 ampolas de 100mg). Entretanto, no tratamento de dor severa proveniente de tumor68 e na dor pós-operatória severa, doses mais elevadas podem ser necessárias, sempre a critério médico. Dependendo da sensibilidade individual e com base no esquema posológico recomendado, o médico pode ajustar o intervalo entre as doses que, no entanto, não deverá ser inferior a 6 horas.
Nota: O esquema posológico recomendado serve como regra geral. Em princípio, deve ser selecionada a menor dose analgésica eficaz. O tratamento da dor crônica exige um esquema fixo de dosagem. Em casos de insuficiência renal35 ou hepática33, a duração da ação do cloridrato de tramadol pode ser prolongada. Nestes casos, recomenda-se doses de 50 mg a cada 12 horas. É discutível se a posologia deve ser diminuída para idosos. Em caso de recorrência69 da dor, o intervalo entre as doses deve ser prolongado.

Duração do tratamento
O tratamento com TIMASEN® (cloridrato de tramadol) deve ser efetuado apenas pelo período de tempo necessário, uma vez que não se pode afastar o risco da dependência quando utiliza-se TIMASEN® (cloridrato de tramadol) por períodos prolongados. Por esta razão, em casos onde se requer tratamento prolongado, o médico deverá estabelecer sua duração e fazer algumas interrupções (pausas) na administração do fármaco70.

Superdosagem de Timasen

Os sintomas20 aqui descritos são típicos de superdosagem e incluem: nível reduzido de consciência até o coma71, episódios epilépticos generalizados, hipotensão51, taquicardia10, dilatação ou constrição72 da pupila, depressão respiratória até parada cardíaca. Estes efeitos podem ser suprimidos pela administração de um antagonista73 opiáceo (p. ex., naloxona) administrado cuidadosamente em pequenas doses repetidas, uma vez que a duração do seu efeito é menor do que a do cloridrato de tramadol. Além disso, devem ser empregadas medidas de cuidado intensivo, tais como entubação e ventilação42 assistida. No caso de convulsões, considerar a administração de benzodiazepínicos. Também podem ser necessárias medidas para evitar queda de temperatura e depleção74 de líquidos. Lavagem gástrica75 pode ser útil em casos de intoxicação oral pelo cloridrato de tramadol.

Pacientes Idosos de Timasen

Pacientes idosos (até 75 anos) que não apresentem distúrbios renais ou hepáticos podem seguir o esquema posológico indicado em "POSOLOGIA". Em pacientes com mais de 75 anos, a eliminação pode estar alterada, e portanto os intervalos de dose devem ser estabelecidos individualmente.

Lote, data de fabricação e prazo de validade: vide embalagem externa.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA

Reg. MS n.º 1.2117.0094

Farm. Resp.: Liz Helena G. Afonso
CRF-SP n.º 8182

Fabricado por:
VIATRIS GmbH & Co. KG.
Frankfurt, Alemanha
Importado e distribuído por:
ASTA Medica Ltda.
Rua Teixeira Leite, n.º 170
São Paulo (SP)
CNPJ n.º 71.524.631/0001-58
Indústria Brasileira

TIMASEN - Laboratório

ACHÈ
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GUARULHOS/SP - CEP: 07034-904
Tel: 11 6440-8418
Email: ache@ache.com.br
Site: http://www.ache.com.br

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Complementos

1 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
2 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
5 Transpiração: 1. Ato ou efeito de transpirar. 2. Em fisiologia, é a eliminação do suor pelas glândulas sudoríparas da pele; sudação. Ou o fluido segregado pelas glândulas sudoríparas; suor. 3. Em botânica, é a perda de água por evaporação que ocorre na superfície de uma planta, principalmente através dos estômatos, mas também pelas lenticelas e, diretamente, pelas células epidérmicas.
6 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
7 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
8 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
9 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
10 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
11 Cabeça:
12 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
13 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
14 Neurolépticos: Medicamento que exerce ação calmante sobre o sistema nervoso, tranquilizante, psicoléptico.
15 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
16 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
17 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
18 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
19 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
20 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
21 Analgésico: Medicamento usado para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
22 Agonista: 1. Em farmacologia, agonista refere-se às ações ou aos estímulos provocados por uma resposta, referente ao aumento (ativação) ou diminuição (inibição) da atividade celular. Sendo uma droga receptiva. 2. Lutador. Na Grécia antiga, pessoa que se dedicava à ginástica para fortalecer o físico ou como preparação para o serviço militar.
23 Noradrenalina: Mediador químico do grupo das catecolaminas, liberado pelas fibras nervosas simpáticas, precursor da adrenalina na parte interna das cápsulas das glândulas suprarrenais.
24 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
25 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
26 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
27 Bolus: Uma quantidade extra de insulina usada para reduzir um aumento inesperado da glicemia, freqüentemente relacionada a uma refeição rápida.
28 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
29 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
30 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
31 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
32 Cinética: Ramo da física que trata da ação das forças nas mudanças de movimento dos corpos.
33 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
34 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
35 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
36 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
37 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
38 Subagudo: Levemente agudo ou que apresenta sintomas pouco intensos, mas que só se atenuam muito lentamente (diz-se de afecção ou doença).
39 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.
40 Inibidores da monoaminoxidase: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
41 IMAO: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
42 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.
43 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
44 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
45 Neonato: Refere-se a bebês nos seus primeiros 28 dias (mês) de vida. O termo “recentemente-nascido“ refere-se especificamente aos primeiros minutos ou horas que se seguem ao nascimento. Esse termo é utilizado para enfocar os conhecimentos e treinamento da ressuscitação imediatamente após o nascimento e durante as primeiras horas de vida.
46 Convulsão: Episódio agudo caracterizado pela presença de contrações musculares espasmódicas permanentes e/ou repetitivas (tônicas, clônicas ou tônico-clônicas). Em geral está associada à perda de consciência e relaxamento dos esfíncteres. Pode ser devida a medicamentos ou doenças.
47 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
48 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
49 Palpitação: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
50 Sudorese: Suor excessivo
51 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
52 Colapso: 1. Em patologia, é um estado semelhante ao choque, caracterizado por prostração extrema, grande perda de líquido, acompanhado geralmente de insuficiência cardíaca. 2. Em medicina, é o achatamento conjunto das paredes de uma estrutura. 3. No sentido figurado, é uma diminuição súbita de eficiência, de poder. Derrocada, desmoronamento, ruína. 4. Em botânica, é a perda da turgescência de tecido vegetal.
53 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
54 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
55 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
56 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
57 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
58 Incontinência urinária: Perda do controle da bexiga que provoca a passagem involuntária de urina através da uretra. Existem diversas causas e tipos de incontinência e muitas opções terapêuticas. Estas vão desde simples exercícios de fisioterapia até complicadas cirurgias. As mulheres são mais freqüentemente acometidas por este problema.
59 Disforia: Estado caracterizado por ansiedade, depressão e inquietude.
60 Cognitiva: 1. Relativa ao conhecimento, à cognição. 2. Relativa ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
61 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
62 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
63 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
64 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
65 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
66 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
67 Hipercinesia: Motilidade patologicamente excessiva, com aumento da amplitude e da rapidez dos movimentos.
68 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
69 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
70 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
71 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
72 Constrição: 1. Ação ou efeito de constringir, mesmo que constrangimento (ato ou efeito de reduzir). 2. Pressão circular que faz diminuir o diâmetro de um objeto; estreitamento. 3. Em medicina, é o estreitamento patológico de qualquer canal ou esfíncter; estenose.
73 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
74 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
75 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.

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