DUPHASTON

SOLVAY FARMA

Atualizado em 08/12/2014

DUPHASTON

Bula do Profissional de Saúde1 de Duphaston

Princípio Ativo de Duphaston

DidrogesteronaDuphaston (Solvay Farma)

Identificação de Duphaston

Solvay Farma Ltda.
DUPHASTON
Didrogesterona

Formas Farmacêuticas e Apresentações de Duphaston

USO ADULTOVia oral.
DUPHASTON 10 mg é apresentado em cartuchos contendo 14 e 28 comprimidos revestidos para serem administrados por via oral.
Cada comprimido revestido de DUPHASTON contém:

Didrogesterona .................... 10,0 mg

Excipientes: (lactose2 monoidratada, metilhidroxipropilcelulose, amido de milho, sílica coloidal anidra, estearato de magnésio, polietilenoglicol 400 e dióxido de titânio) q.s.p. ...........1 comprimido revestido

Informações Técnicas Aos Profissionais de Saúde1 de Duphaston

Características Farmacológicas de Duphaston

Propriedades farmacodinâmicas

A didrogesterona é um progestagênio oralmente ativo que promove um endométrio3 completamente secretório em um útero4 estrógeno5-estimulado e, assim, oferece proteção contra o risco aumentado de hiperplasia endometrial6 e/ou carcinogênese induzidas pelo estrógeno5.

DUPHASTON está indicado em todos os casos de deficiência de progesterona endógena. DUPHASTON não tem atividade estrogênica, androgênica, termogênica, anabólica ou corticóide.

Propriedades farmacocinéticas

Após administração oral, cerca de 63% da dose de didrogesterona é excretada na urina7. Dentro de 72 horas a excreção é completa.

A didrogesterona é completamente metabolizada. O principal metabólito8 da didrogesterona é a 20-alfa-diidrodidrogesterona (DHD) e se apresenta na urina7 predominantemente como ácido glicurônico conjugado.

Uma característica comum dentre todos os metabólitos9 isolados é a presença da configuração 4,6-dieno-3-ona do composto de origem e a ausência de 17 alfa-hidroxilação. Isto explica a ausência de efeitos estrogênicos e androgênicos10 da didrogesterona.

Após a administração oral de didrogesterona, as concentrações plasmáticas de DHD são substancialmente mais altas do que a droga de origem. As razões de AUC e Cmax da DHD em relação à didrogesterona são da ordem de 40 e 25, respectivamente.

A didrogesterona é rapidamente absorvida. Os valores de Tmax
de didrogesterona e DHD variam entre 0,5 e 2,5 horas.

As meias-vidas terminais de didrogesterona e da DHD variam entre 5 a 7 horas e 14 a 17 horas, respectivamente.

A didrogesterona não é excretada na urina7 sob a forma de pregnanediol, como a progesterona. Portanto, a análise da produção de progesterona endógena baseada na excreção de pregnanediol permanece possível.

Resultados de Eficácia de Duphaston

Terapia Hormonal

Os estudos avaliando a eficácia de didrogesterona para a proteção endometrial na terapia hormonal, mostraram eficácia que variou de 90 a 99,7 % Ref Ref.

Tratamento da Dismenorréia11

Usando-se o esquema posológico recomendado, conseguiu-se de 72 a 92 % de eficácia com o uso de DUPHASTON em mulheres com dismenorréia11 moderada e severa após 3º ciclo de usoRef Ref.

Tratamento da Endometriose12

Mulheres com diagnóstico13 de endometriose12 (leve a severa) que usaram DUPHASTON com a posologia recomendada apresentaram melhora dos sintomas14 e das lesões15, em 75 % a 90 % dos casos Ref Ref.

Tratamento da Amenorréia Secundária16

O índice global de sucesso com o uso de DUPHASTON para o tratamento da amenorréia secundária16 em estudos controlados variaram entre 73 e 93 % Ref Ref Ref.

Tratamento de Ciclos Irregulares

Cerca de 92 % das mulheres que apresentavam ciclos menstruais irregulares e que fizeram uso da didrogesterona com o intuito de regularizar os ciclos, obtiveram sucesso Ref.

Tratamento da Síndrome17 Pré-menstrual

Resultados de estudos controlados por placebo18 mostraram que 51 a 72 % das mulheres que apresentavam sintomas14 de síndrome17 pré-menstrual e que usaram DUPHASTON, apresentaram melhora importante nos sintomas14 Ref Ref.

Tratamento do aborto habitual e ameaça de aborto na deficiência de progesterona.

O uso de DUPHASTON para os casos de aborto habitual e ameaça de aborto mostra uma redução significativa de 27 e 30 %, respectivamente, na taxa de aborto Ref.

Tratamento da Infertilidade19 devido a Insuficiência20 Luteínica

Mulheres com diagnóstico13 comprovado de deficiência luteínica que usaram DUPHASTON apresentaram sucesso no tratamento em 68,7 % dos casos. As taxas de gravidez21 em mulheres com este diagnóstico13 variaram entre 29,6 %, 31,0 % e 50,0 % Ref Ref Ref Ref.

Em caso de esquecimento a paciente deve ser orientada a esperar até o horário de tomada da próxima dose. A paciente deve ser orientada a não tomar mais do que a dose normal prescrita.

Indicações de Duphaston

Terapia Hormonal

Para contrabalançar os efeitos do estrógeno5 sobre o endométrio3 durante a terapia hormonal em mulheres com menopausa22 natural ou cirurgicamente induzida com útero4 intacto.

Deficiência de Progesterona

Tratamento de deficiências de progesterona, tais como: tratamento da dismenorréia11; tratamento da endometriose12; tratamento da amenorréia secundária16; tratamento de ciclos irregulares; tratamento da síndrome17 pré-menstrual; tratamento de aborto habitual ou ameaça de aborto, associados com deficiência de progesterona comprovada; tratamento de infertilidade19 devido a insuficiência20 lútea.

Contra-Indicações de Duphaston

DUPHASTON é contra-indicado nos casos de hipersensibilidade conhecida a qualquer um dos componentes da formulação.

Modo de Usar e Cuidados de Conservação Depois de Aberto de Duphaston

DUPHASTON deve ser administrado por via oral.

Posologia de Duphaston

Terapia Hormonal

Em combinação com terapia estrogênica contínua, um comprimido de 10 mg de DUPHASTON diariamente durante 14 dias consecutivos por ciclo de28 dias;

Em combinação com terapia estrogênica cíclica, um comprimido de 10 mg de DUPHASTON diariamente durante os últimos 12 - 14 dias da terapia estrogênica.

Se as biópsias23 endometriais ou ultra-som revelarem resposta inadequada à progesterona, deverão ser prescritos 20 mg de DUPHASTON.

Dismenorréia11

10 mg duas vezes ao dia, do 5º ao 25º dia do ciclo.

Endometriose12

10 mg duas a três vezes ao dia, do 5º ao 25º dia do ciclo ou continuamente.

Sangramento disfuncional24 (para deter o sangramento)

10 mg duas vezes ao dia por 5 a 7 dias.

Sangramento disfuncional24 (para prevenir o sangramento)

10 mg duas vezes ao dia, do 11º ao 25º dia do ciclo.

Amenorréia25

Um estrógeno5 uma vez ao dia, do 1º ao 25º dia do ciclo, junto com 10 mg de DUPHASTON  duas vezes ao dia, do 11º ao 25º dia do ciclo.

Síndrome17 pré-menstrual

10 mg duas vezes ao dia, do 11º ao 25º dia do ciclo.

Ciclos irregulares

10 mg duas vezes ao dia, do 11º ao 25º dia do ciclo.

Ameaça de aborto

40 mg de uma só vez, e então 10 mg a cada 8 horas até que os sintomas14 regridam.

Aborto habitual

10 mg duas vezes ao dia até a 20ª. semana de gravidez21.

Infertilidade19 por deficiência luteínica

10 mg ao dia, do 14º ao 25º dia do ciclo. O tratamento deverá ser mantido por pelo menos 6 ciclos consecutivos. É recomendável continuar esse tratamento durante os primeiros meses de qualquer gravidez21 usando as doses indicadas para o aborto habitual.

Advertências de Duphaston

Sangramentos de escape podem ocorrer num reduzido número de pacientes, podendo ser evitados com o aumento da dose de DUPHASTON.

Se DUPHASTON for administrado em combinação com estrógeno5 (terapia hormonal) as contra-indicações e precauções relacionadas ao tratamento estrogênico deverão ser cuidadosamente observadas.

Antes de iniciar ou reinstituir a combinação didrogestrona-estrógeno5 para terapia hormonal, deve ser realizada uma completa verificação do histórico pessoal e familiar da paciente. Exame físico (incluindo pélvico26 e de mamas27) deve ser baseado nas contra-indicações e precauções de uso.

Durante o tratamento, são recomendadas avaliações periódicas em intervalos adaptados de acordo com a necessidade da paciente.

A paciente deve ser aconselhada a comunicar seu médico caso perceba alterações nas mamas27.

Investigações, incluindo mamografia28, devem ser realizadas de acordo com as práticas de avaliação atualmente aceitas, adaptadas de acordo com as necessidades clínicas da paciente.

A paciente deve ser aconselhada a comunicar seu médico caso perceba alterações nas mamas27.

Avaliação cuidadosa dos riscos e benefícios deve ser estabelecida pelo tempo em que a paciente estiver em terapia hormonal. Sangramentos de escape podem ocasionalmente ocorrer durante os primeiros meses de tratamento. Se este sintoma29 aparecer após algum tempo de terapia, ou continuar após o término do tratamento, as razões devem ser investigadas, podendo incluir biópsia30 endometrial a fim de excluir-se malignidade endometrial.

Gravidez21 categoria B e lactação31

Até o momento não há evidências de que a didrogesterona não possa ser usada durante a gravidez21. A didrogesterona é excretada no leite materno.

Os estudos realizados com a didrogesterona em animais, para avaliar seus efeitos teratogênicos32 não demonstraram riscos para o desenvolvimento fetal. Entretanto, não há estudos controlados em mulheres grávidas Ref Ref Ref Ref Ref.

Uso em Idosos, Crianças e Outros Grupos de Risco de Duphaston

ESTE MEDICAMENTO NÃO DEVE SER UTILIZADO POR MULHERES GRÁVIDAS SEM ORIENTAÇÃO MÉDICA.

Interações Medicamentosas de Duphaston

Não são conhecidas interações medicamentosas entre a didrogesterona e outras substâncias.

Reações Adversas a Medicamentos de Duphaston

Sistema circulatório33 - casos raros de anemia hemolítica34;

Distúrbios gerais - muito raramente observou-se casos de edema35;

Distúrbios hepatobiliares36 - infreqüentemente, pode ocorrer alteração das funções hepáticas37, acompanhadas, por vezes, de astenia38, mal-estar, icterícia39 e dor abdominal;

Sistema reprodutor e mamas27 - podem ocorrer sangramentos de escape (vide seção "Advertências");

Pele e tecido subcutâneo40 - rash41 alérgico cutâneo42, prurido43 e urticária44 foram relatados infreqüentemente.

Angioedema45 foi relatado com uma freqüência muito rara.

Superdose de Duphaston

Não há relatos registrados de efeitos colaterais46 decorrentes de superdosagem. Se uma superdosagem é descoberta nas primeiras 2 a 3 horas e o tratamento parecer desejável, a lavagem gástrica47 é recomendável.

Não existem antídotos específicos e o tratamento deverá ser sintomático48.

Armazenagem de Duphaston

DUPHASTON deve ser mantido em sua embalagem original, em temperatura entre 0ºC e 30ºC e protegido da luz e umidade.

Dizeres Legais de Duphaston

Registro M.S.: 1.0082.0154.001-1Registro M.S.: 1.0082.0154.002-1
Registro M.S.: 1.0082.0154.003-8
Registro M.S.: 1.0082.0154.004-6
Farmacêutico(a) responsável: José de Andrade - CRF/SP-6369

Embalado e distribuído por:

Solvay Farma Ltda.

Rua Salvador Branco de Andrade, 93

Taboão da Serra - SP

CNPJ: 60.499.639/0001-95

SAC: 0800-141500

Fabricado por:

Solvay Pharmaceuticals B.V.

Veerweg 12, 8121 AA Olst - Holanda

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

Bula do Paciente de Duphaston

Princípio Ativo de Duphaston

DidrogesteronaDuphaston (Solvay Farma)

Identificação de Duphaston

Solvay Farma Ltda.
DUPHASTON
didrogesterona

Formas Farmacêuticas e Apresentações de Duphaston

USO ADULTOVia oral.
DUPHASTON 10 mg é apresentado em cartuchos contendo 14 e 28 comprimidos revestidos para serem administrados por via oral.
Cada comprimido revestido de DUPHASTON contém:

Didrogesterona .................... 10,0 mg

Excipientes: (lactose2 monoidratada, metilhidroxipropilcelulose, amido de milho, sílica coloidal anidra, estearato de magnésio, polietilenoglicol 400 e dióxido de titânio) q.s.p. ...........1 comprimido revestido

Informações ao Paciente de Duphaston

Como Este Medicamento Funciona de Duphaston

DUPHASTON é um progestagênio oralmente ativo com mecanismo de ação muito similar ao da progesterona normalmente encontrada em seu organismo, que é um hormônio49 produzido pelos ovários50. A ação deste medicamento está condicionada ao seu uso correto, conforme suas indicações e posologia prescrita, sendo que seus efeitos benéficos poderão ser observados no decorrer do tratamento.

Por Que Este Medicamento Foi Indicado de Duphaston

DUPHASTON é indicado nos casos em que há deficiência de progesterona e como complementar na terapia hormonal na menopausa22.

Quando Não Devo Usar Este Medicamento de Duphaston

CONTRA-INDICAÇÕES DUPHASTON é contra-indicado nos casos de hipersensibilidade conhecida a qualquer um dos componentes da formulação.
ADVERTÊNCIAS
Em caso de esquecimento espere até o horário de tomada da próxima dose. Não tome mais do que a dose normal prescrita pelo seu médico.
PRECAUÇÕES
Se DUPHASTON  for administrado em associação com estrógenos (por exemplo, na terapia hormonal), o tratamento não deve ser iniciado sem um  exame físico anual geral, incluindo exame ginecológico e mamografia28 em intervalos regulares.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Não são conhecidas interações medicamentosas entre a didrogesterona e outras substâncias.
ESTE MEDICAMENTO NÃO DEVE SER UTILIZADO POR MULHERES GRÁVIDAS ,SEM ORIENTAÇÃO MÉDICA.

ESTE MEDICAMENTO É CONTRA-INDICADO NA FAIXA ETÁRIA DE 0 a 10 ANOS.

INFORME AO MÉDICO SE APARECEREM REAÇÕES INDESEJÁVEIS.

INFORME AO SEU MÉDICO SE VOCÊ ESTÁ FAZENDO USO DE ALGUM OUTRO MEDICAMENTO.

NÃO USE MEDICAMENTO SEM CONSULTAR O SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE1.

Como Devo Usar Este Medicamento de Duphaston

ASPECTO FÍSICO
DUPHASTON é um comprimido revestido branco.

CARACTERÍSTICAS ORGANOLÉPTICAS
Os comprimidos de DUPHASTON são redondos, biconvexos e sulcados em uma das faces, contendo a inscrição "S" na face51 lisa e a inscrição "155" nos dois lados do sulco da outra face51, sem sabor.

DOSAGEM
DUPHASTON é usado nos tratamentos da:

Terapia Hormonal

Em combinação com terapia estrogênica contínua, um comprimido de 10 mg de DUPHASTON diariamente durante 14 dias consecutivos por ciclo de 28 dias;

Em combinação com terapia estrogênica cíclica, um comprimido de 10 mg de DUPHASTON diariamente durante os últimos 12 - 14 dias da terapia estrogênica.

Se as biópsias23 endometriais ou ultra-som revelarem resposta inadequada à progesterona, deverão ser prescritos 20 mg de DUPHASTON.
Cólicas52 menstruais

10 mg duas vezes ao dia, do 5º ao 25º dia do ciclo.

Endometriose12

10 mg duas a três vezes ao dia, do 5º ao 25º dia do ciclo ou continuamente.

Sangramento uterino disfuncional24 (para deter o sangramento)

10 mg duas vezes ao dia por 5 a 7 dias.

Sangramento disfuncional24 (para prevenir o sangramento)

10 mg duas vezes ao dia, do 11º ao 25º dia do ciclo.

Falta de menstruação53

Um estrógeno5 uma vez ao dia, do 1º ao 25º dia do ciclo, junto com 10 mg de DUPHASTON  duas vezes ao dia, do 11º ao 25º dia do ciclo.

Síndrome17 pré-menstrual

10 mg duas vezes ao dia, do 11º ao 25º dia do ciclo.

Ciclos menstruais irregulares

10 mg duas vezes ao dia, do 11º ao 25º dia do ciclo.

Ameaça de aborto

40 mg de uma só vez, e então 10 mg a cada 8 horas até que os sintomas14 regridam.

Aborto habitual

10 mg duas vezes ao dia até a 20ª semana de gravidez21.

Infertilidade19 por deficiência dos hormônios produzidos pelos ovários50

10 mg ao dia, do 14º ao 25º dia do ciclo. O tratamento deverá ser mantido por pelo menos 6 ciclos consecutivos. É recomendável continuar esse tratamento durante os primeiros meses de qualquer gravidez21 usando as doses indicadas para o aborto habitual.

COMO USAR
A dose diária de DUPHASTON deve ser ajustada de acordo com a doença a ser tratada como descrito no item "Dosagem".

Não tome mais do que a dose normal prescrita pelo seu médico.


SIGA A ORIENTAÇÃO DE SEU MÉDICO. RESPEITE SEMPRE OS HORÁRIOS, AS DOSES E A DURAÇÃO DO TRATAMENTO.

NÃO INTERROMPA O TRATAMENTO SEM CONSULTAR O SEU MÉDICO.

NÃO USE O MEDICAMENTO SE O PRAZO DE VALIDADE ESTIVER VENCIDO. ANTES DE USAR, OBSERVE O ASPECTO DO MEDICAMENTO.

ESTE MEDICAMENTO NÃO PODE SER PARTIDO OU MASTIGADO.

Quais Os Males Que Este Medicamento Pode Causar de Duphaston

As reações adversas mais freqüentes são: ocorrência de sangramentos de escape e eventualmente alterações nas funções do fígado54, por vezes com fraqueza ou mal-estar, coloração amarelada da pele55 e dor abdominal.

Outras reações adversas relatadas e de menor freqüência incluíram reação alérgica56 da pele55 e coceira. Inchaço57 e casos isolados de anemia58 foram verificados.ATENÇÃO:  ESTE É UM MEDICAMENTO NOVO E, EMBORA AS PESQUISAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA ACEITÁVEIS PARA COMERCIALIZAÇÃO, EFEITOS INDESEJÁVEIS E NÃO CONHECIDOS PODEM OCORRER. NESTE CASO, INFORME SEU MÉDICO.

O Que Fazer Se Alguém Usar Uma Grande Quantidade Deste Medicamento de Uma Só Vez de Duphaston

Não há relatos registrados de efeitos colaterais46 decorrentes de superdose. Se uma superdose é descoberta nas primeiras 2 a 3 horas e o tratamento parecer desejável, a lavagem gástrica47 é recomendável.

Não existem antídotos específicos e o tratamento deverá ser sintomático48.

Se você ingerir grandes quantidades deste medicamento, procure um médico imediatamente tendo em mãos59 a embalagem ou bula do medicamento.

Onde e Como Devo Guardar Este Medicamento de Duphaston

DUPHASTON deve ser mantido em sua embalagem original, em temperatura entre 0ºC e 30ºC, e protegido da luz e umidade.MANTENHA TODO MEDICAMENTO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Dizeres Legais de Duphaston

Registro M.S.: 1.0082.0154.001-1
Registro M.S.: 1.0082.0154.002-1
Registro M.S.: 1.0082.0154.003-8
Registro M.S.: 1.0082.0154.004-6
Farmacêutico(a) responsável: José de Andrade - CRF/SP-6369

Embalado e distribuído por:

Solvay Farma Ltda.

Rua Salvador Branco de Andrade, 93

Taboão da Serra - SP

CNPJ: 60.499.639/0001-95

SAC: 0800-141500

Fabricado por:

Solvay Pharmaceuticals B.V.

Veerweg 12, 8121 AA Olst - Holanda

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

DUPHASTON - Laboratório

SOLVAY FARMA
Rua Salvador Branco de Andrade, 93. Taboão da Serra - SP
São Paulo/SP
Tel: 0800-141500

Ver outros medicamentos do laboratório "SOLVAY FARMA"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
2 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
3 Endométrio: Membrana mucosa que reveste a cavidade uterina (responsável hormonalmente) durante o CICLO MENSTRUAL e GRAVIDEZ. O endométrio sofre transformações cíclicas que caracterizam a MENSTRUAÇÃO. Após FERTILIZAÇÃO bem sucedida, serve para sustentar o desenvolvimento do embrião.
4 Útero: Orgão muscular oco (de paredes espessas), na pelve feminina. Constituído pelo fundo (corpo), local de IMPLANTAÇÃO DO EMBRIÃO e DESENVOLVIMENTO FETAL. Além do istmo (na extremidade perineal do fundo), encontra-se o COLO DO ÚTERO (pescoço), que se abre para a VAGINA. Além dos istmos (na extremidade abdominal superior do fundo), encontram-se as TUBAS UTERINAS.
5 Estrógeno: Grupo hormonal produzido principalmente pelos ovários e responsáveis por numerosas ações no organismo feminino (indução da primeira fase do ciclo menstrual, desenvolvimento dos ductos mamários, distribuição corporal do tecido adiposo em um padrão feminino, etc.).
6 Hiperplasia endometrial: Caracterizada por alterações biomorfológicas do endométrio (estroma e glândulas), que variam desde um estado fisiológico exacerbado até o carcinoma “in situ”. É o resultado de uma estimulação estrogênica persistente na ausência ou insuficiência de estímulo progestínico.O fator prognóstico mais importante nas pacientes afetadas é a atipia celular: cerca de 20% das pacientes com hiperplasia atípica evoluem para câncer invasivo.
7 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
8 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
9 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
10 Androgênicos: Relativos à androgenia e a androgênios. Androgênios são hormônios esteroides, controladores do crescimento dos órgãos sexuais masculinos. O hormônio natural masculino é a testosterona.
11 Dismenorréia: Dor associada à menstruação. Em uma porcentagem importante de mulheres é um sintoma normal. Em alguns casos está associada a doenças ginecológicas (endometriose, etc.).
12 Endometriose: Doença que acomete as mulheres em idade reprodutiva e consiste na presença de endométrio em locais fora do útero. Endométrio é a camada interna do útero que é renovada mensalmente pela menstruação. Os locais mais comuns da endometriose são: Fundo de Saco de Douglas (atrás do útero), septo reto-vaginal (tecido entre a vagina e o reto ), trompas, ovários, superfície do reto, ligamentos do útero, bexiga e parede da pélvis.
13 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
14 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
15 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
16 Amenorréia secundária: É a ausência de menstruação por um período maior do que três meses consecutivos em uma mulher que anteriormente já apresentou ciclos menstruais.
17 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
18 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
19 Infertilidade: Capacidade diminuída ou ausente de gerar uma prole. O termo não implica a completa inabilidade para ter filhos e não deve ser confundido com esterilidade. Os clínicos introduziram elementos físicos e temporais na definição. Infertilidade é, portanto, freqüentemente diagnosticada quando, após um ano de relações sexuais não protegidas, não ocorre a concepção.
20 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
21 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
22 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
23 Biópsias: 1. Retirada de material celular ou de um fragmento de tecido de um ser vivo para determinação de um diagnóstico. 2. Exame histológico e histoquímico. 3. Por metonímia, é o próprio material retirado para exame.
24 Disfuncional: 1. Funcionamento anormal ou prejudicado. 2. Em patologia, distúrbio da função de um órgão.
25 Amenorréia: É a ausência de menstruação pelo período equivalente a 3 ciclos menstruais ou 6 meses (o que ocorrer primeiro). Para períodos inferiores, utiliza-se o termo atraso menstrual.
26 Pélvico: Relativo a ou próprio de pelve. A pelve é a cavidade no extremo inferior do tronco, formada pelos dois ossos do quadril (ilíacos), sacro e cóccix; bacia. Ou também é qualquer cavidade em forma de bacia ou taça (por exemplo, a pelve renal).
27 Mamas: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
28 Mamografia: Estudo radiológico que utiliza uma técnica especial para avaliar o tecido mamário. Permite diagnosticar tumores benignos e malignos em fase inicial na mama. É um exame que deve ser realizado por mulheres, como prevenção ao câncer.
29 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
30 Biópsia: 1. Retirada de material celular ou de um fragmento de tecido de um ser vivo para determinação de um diagnóstico. 2. Exame histológico e histoquímico. 3. Por metonímia, é o próprio material retirado para exame.
31 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
32 Teratogênicos: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
33 Sistema circulatório: O sistema circulatório ou cardiovascular é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
34 Anemia hemolítica: Doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos (hemólise intravascular) ou em outro lugar do organismo (hemólise extravascular). Pode ter várias causas e ser congênita ou adquirida. O tratamento depende da causa.
35 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
36 Hepatobiliares: Diz-se do que se refere ao fígado e às vias biliares.
37 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
38 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
39 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
40 Pele e Tecido Subcutâneo: Revestimento externo do corpo composto por PELE, seus acessórios (CABELO, UNHAS, GLÂNDULAS SEBÁCEAS e GLÂNDULAS SUDORÍPARAS) e seus ductos.
41 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
42 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
43 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
44 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
45 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
46 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
47 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
48 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
49 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
50 Ovários: São órgãos pares com aproximadamente 3cm de comprimento, 2cm de largura e 1,5cm de espessura cada um. Eles estão presos ao útero e à cavidade pelvina por meio de ligamentos. Na puberdade, os ovários começam a secretar os hormônios sexuais, estrógeno e progesterona. As células dos folículos maduros secretam estrógeno, enquanto o corpo lúteo produz grandes quantidades de progesterona e pouco estrógeno.
51 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
52 Cólicas: Dor aguda, produzida pela dilatação ou contração de uma víscera oca (intestino, vesícula biliar, ureter, etc.). Pode ser de início súbito, com exacerbações e períodos de melhora parcial ou total, nos quais o paciente pode estar sentindo-se bem ou apresentar dor leve.
53 Menstruação: Sangramento cíclico através da vagina, que é produzido após um ciclo ovulatório normal e que corresponde à perda da camada mais superficial do endométrio uterino.
54 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
55 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
56 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
57 Inchaço: Inchação, edema.
58 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
59 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
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