Preço de TAMSULON em Fairfield/SP: R$ 164,21

TAMSULON

ZODIAC

Atualizado em 09/12/2014

TAMSULON

 cloridrato de tansulosina

Identificação de Tamsulon

TAMSULON

cloridrato de tansulosina

Cápsula de liberação controlada.

Embalagens com 20 e 30 cápsulas.

USO RESTRITO A PACIENTES DO SEXO MASCULINO E ADULTOS

USO ORAL

Cada cápsula de TAMSULON contém:

Cloridrato de tansulosina (equivalente a 0,37 mg de tansulosina).................0,4 mg

Excipientes: sacarose, povidona, talco, polímero acrílico, etilcelulose, migliol, amido, metanol, álcool isopropílico, água destilada.

Informações ao Paciente de Tamsulon


AÇÃO DO MEDICAMENTO

TAMSULON é um bloqueador da ação dos receptores adrenérgicos1 da próstata2, diminuindo o crescimento anormal da próstata2. TAMSULON reduz a tensão da musculatura da próstata2 e da uretra3 promovendo aumento do fluxo urinário.

O tempo médio estimado do início de ação é entre 4 e 8 horas.

 INDICAÇÕES DO MEDICAMENTO

TAMSULON é indicado no tratamento dos sintomas4 funcionais da hiperplasia5 prostática benigna (crescimento anormal da próstata2).

RISCOS DO MEDICAMENTO

Contra-indicações

TAMSULON é contra-indicado em pacientes que apresentam hipersensibilidade a qualquer um dos componentes da fórmula, nos casos de pressão baixa ortostática e problemas graves no fígado6. Devido à possibilidade de ocorrerem tonturas7, deve-se ter cautela ao conduzir ou operar máquinas.

Este medicamento é contra-indicado para mulheres e crianças.

Este medicamento é contra-indicado na faixa etária abaixo de 16 anos.

Precauções

Não há dados sobre a influência de TAMSULON  na capacidade de conduzir ou operar máquinas; contudo, devido à possibilidade de ocorrerem tonturas7, deve-se alertar aos pacientes para que tenham cautela.

As cápsulas de TAMSULON não devem ser mastigadas e devem ser ingeridas após o café da manhã ou alguma refeição leve já que, quando ingeridas com grandes quantidades de alimentos, podem ter sua absorção diminuída.

Deve-se excluir a possibilidade de outras doenças da próstata2 que possam causar sintomas4 similares à hiperplasia5 prostática benigna antes de se iniciar o tratamento com TAMSULON. Antes do tratamento e em intervalos regulares após seu início, deve-se realizar toque retal e determinações do antígeno8 prostático específico.

TAMSULON pode provocar diminuição da pressão arterial9 que, em casos raros, pode levar à falha da circulação10. Pacientes que já apresentaram pressão baixa ao se levantar podem ser mais propensos a terem falha da circulação10. Aos primeiros sinais11 de pressão baixa ao se levantar como tontura12 e fraqueza, você deve sentar-se ou deitar-se até o desaparecimento dos sintomas4.

Pacientes com insuficiência renal13 ou hepática14 grave devem ser tratados com cautela.

Muito raramente pode ocorrer priapismo15 que é a ereção16 persistente e dolorosa do pênis17 não relacionada à atividade sexual. Contatar o médico se tais reações ocorrerem.

Interações Medicamentosas

A administração de tansulosina conjuntamente com a cimetidina pode elevar e a associação com a furosemida, diminuir os níveis plasmáticos de tansulosina.

O diclofenaco e a varfarina podem aumentar a velocidade de eliminação da tansulosina.

A administração concomitante de outros medicamentos que atuam de modo similar à tansulosina pode causar pressão baixa.

Informe ao médico o aparecimento de reações indesejáveis.

Informe a seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde18.

Atenção diabéticos: contém açúcar19

Não use o medicamento com prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

REAÇÕES ADVERSAS

Durante o uso de TAMSULON podem ocorrer tontura12, ejaculação20 anormal (ejaculação20 retrógrada ou ausência de ejaculação20). Na maioria dos pacientes a ejaculação20 anormal (76%) ocorreu dentro das primeiras 2 ou 3 semanas de tratamento e foi reversível na retirada da droga. E, menos freqüentemente, dor de cabeça21, fraqueza, tontura12 ao se levantar, palpitações22 e rinite23 .

Ocasionalmente podem ocorrer náusea24, vômito25, diarréia26 e intestino preso.

Podem ocorrer ocasionalmente reações alérgicas tais como erupção27 cutânea28, coceira e urticária29. Raramente ocorreu edema30 dos vasos sangüíneos31.

Raramente podem ocorrer desmaio e priapismo15 que é a ereção16 persistente e dolorosa do pênis17 não relacionada à atividade sexual.

CONDUTA NO CASO DE SUPERDOSE

Não foram relatados casos de superdose aguda. Após uma superdose, teoricamente, pode ocorrer hipotensão32 (pressão baixa) aguda. O paciente deverá ser levado à um hospital onde serão monitorados função e os rins33. Induções a vômito25 e lavagem gástrica34 são indicadas para impedir a absorção de superdose.

CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO

Conservar em temperatura ambiente (entre 15° e 30°C) e ao abrigo da luz e umidade

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Informações Técnicas Aos Profissionais de Saúde18 de Tamsulon

Características Farmacológicas de Tamsulon

Farmacologia35

Há vários subtipos de receptores alfa-1 adrenérgicos1 e estudos têm demonstrado que é o receptor alfa-1A-adrenérgico36 o que predomina tanto numericamente (aproximadamente 70% de todos os receptores alfa-1-adrenérgicos1) quanto funcionalmente na próstata2 humana.

Os bloqueadores alfa-1 que antagonizam todos os subtipos do receptor alfa-1-adrenérgico36 reduzem tanto a resistência uretral37 como a pressão arterial9.

Contrariamente aos bloqueadores alfa-1 comercializados atualmente, estudos demonstraram que a tansulosina é específica para o receptor adrenérgico36 alfa-1A, sendo 12 vezes mais seletiva para os receptores alfa-1-adrenérgicos1 presentes na próstata2 que para os encontrados na aorta38.

A tansulosina atua seletivamente sobre os receptores alfa-1 pós-sinápticos, especialmente no subtipo alfa-1A, provocando a contração do músculo liso39 da próstata2, reduzindo a tensão e causando melhora do fluxo urinário.

A tansulosina aumenta a taxa de fluxo urinário máximo ao reduzir a tensão do músculo liso39 da próstata2 e da uretra3, aliviando, deste modo, a obstrução.

Atua também na melhora dos sintomas4 irritativos e obstrutivos decorrentes da instabilidade da bexiga40 e da tensão nos músculos41 lisos do trato urinário42 inferior.

Os alfa-bloqueadores podem reduzir a pressão arterial9 através da redução da resistência periférica43. Durante os estudos com tansulosina em normotensos, não foi observada redução clinicamente significativa na pressão sangüínea44.

A tansulosina, primeiro antagonista45 específico do subtipo alfa-1A, demonstrou eficácia, proporcionando rápida melhora nos sintomas4 de HPB. Observou-se que a tansulosina melhora significativamente os sintomas4 de HPB e os scores de qualidade de vida após uma semana de tratamento. Além disso, os efeitos da tansulosina sobre a taxa de fluxo urinário máximo (Qmax)  foram perceptíveis no primeiro dia de tratamento quando uma dose de 0,4 mg cloridrato de tansulosina foi administrada. Aproximadamente 70% dos pacientes alcançaram melhora clínica significativa dos sintomas4, que se manteve durante 12 meses de tratamento.

Uma dose diária de 0,4 mg de cloridrato de tansulosina não exerce efeito significativo sobre a pressão arterial9 na posição supina ou ortostática e sobre a freqüência cardíaca em comparação ao efeito do placebo46.

Estudos demonstraram que a tansulosina pode ser administrada concomitantemente, sem ser necessário ajuste de dose, com vários fármacos normalmente administrados a pacientes idosos, como o atenolol, enalapril e nifedipina.

Farmacocinética

Cada cápsula contém 0,4 mg de cloridrato de tansulosina, em formulação de liberação controlada, que proporciona uma liberação gradual e constante de tansulosina.

O cloridrato de tansulosina é absorvido de forma gradual e quase total desde o intestino após uma dose oral de 0,4 mg. Sua biodisponibilidade é quase de 100% (com base no quociente da área sob a curva de absorção plasmática (AUC) de uma dose única oral de 0,4 mg e uma dose endovenosa de 0,125 mg administrada por infusão ao longo de 4 horas), o que indica que o metabolismo47 de primeira passagem é depreciável.

As concentrações plasmáticas no estado de equilíbrio são alcançadas no quinto dia após regime de dose múltipla com 0,4 mg de cloridrato de tansulosina uma vez ao dia.

A amplitude e taxa de absorção é reduzida quando a droga é ingerida logo após uma refeição (a AUC é reduzida em cerca de 30% e o tempo até obtenção da concentração plasmática máxima (Tmax) se prolonga em até 1 hora). O próprio paciente pode melhorar a uniformidade da absorção ao ingerir habitualmente tansulosina após o desjejum leve.

Nestas condições, Tmax é de aproximadamente 6 horas.

Tmax  é mais prolongado para a tansulosina (formulação em liberação controlada) que para os demais bloqueadores alfa-1, o que, conjuntamente com sua seletividade alfa-1A, pode ser benéfico para o perfil de segurança da tansulosina.

Em 13 pacientes idosos (com idade superior a 65 anos) com HPB que receberam 0,4 mg de cloridrato de tansulosina uma vez ao dia durante 8 dias, a média de concentração plasmática máxima no estado de equilíbrio (Cmax) em condições de jejum foi de 17 ng/mL. A Cmax  variou entre 6 e 48 ng/mL.

A tansulosina liga-se altamente às proteínas48 plasmáticas (aproximadamente 99%).

Fixa-se principalmente à glicoproteína ácida alfa-1, um componente da globulina49 do plasma50, cuja concentração aumenta com a idade. O volume de distribuição de tansulosina é reduzido (aproximadamente 0,2 litro/kg).

A tansulosina apresenta efeito de primeira passagem e é metabolizada lentamente pelo fígado6.

A maior parte da tansulosina está presente no plasma50 sob a forma de fármaco51 inalterado, sendo excretada, assim como seus metabólitos52, principalmente através da urina53 (cerca de 76%). 9% da dose é excretada sob a forma inalterada. A meia-vida de eliminação em pacientes idosos com HPB no estado de equilíbrio é de aproximadamente 22 horas, o que permite, na forma de liberação controlada, o esquema posológico de uma dose única diária.

Resultados de Eficácia de Tamsulon


Um estudo avaliou a eficácia do uso em longo prazo (> 12 meses) de tansulosina em 123 pacientes com sintomas4 no trato urinário42 causados por hiperplasia5 prostática benigna (HPB). Os pacientes receberam uma dose inicial de 0,2 mg/dia com uma posterior titulação para 0,4 mg/dia até o alívio dos sintomas4. As variáveis clínicas objetivas e subjetivas foram analisadas usando o score internacional para os sintomas4 de próstata2 (IPSS), score IPSS de qualidade de vida (QoL), score do índice de impacto de HPB, taxa de fluxo urinário máximo (Qmax) e volume de urina53 residual. Como resultado foi obtido que exceto pelo Qmax, todas as variáveis clínicas mostraram melhoras sustentadas a partir da linha de base durante o período de estudo (a média do follow up foi de 43 meses). Concluiu-se neste estudo que o tratado de HPB com tansulosina por mais de 12 meses mostra uma eficácia estável e sustentada.

Quatro outros estudos placebo46-controlados e um com controle ativo incluíram 2296 pacientes (1003 receberam cloridrato de tansulosina em cápsulas de 0,4 mg ao dia, 491 receberam 0,8 mg de cloridrato de tansulosina ao dia e 802 pacientes em grupo controle) nos Estados Unidos e na Europa.

Nos dois estudos multicêntricos, duplo-cego realizados nos Estados Unidos por 13 semanas (US92-03ª) e o estudo (US93-01), incluíram-se 1486 homens com sinais11 e sintomas4 de HPB. Em ambos os estudos, os pacientes foram randomizados para o grupo que tomou 0,4 mg de cloridrato de tansulosina e para o outro grupo que usou 0,8 mg de cloridrato de tansulosina uma vez ao dia. Os parâmetros primários de eficácia incluíram a pontuação total de sintomas4 do questionário da Associação Americana de Urologia, que avaliou sintomas4 irritativos (frequência, urgência54 e noctúria) e obstrutivos (hesitação, esvaziamento vesical55 incompleto, intermitência, intensidade do jato urinário).

Uma diminuição na pontuação total revela-se como uma melhora do estado clínico.

Outro parâmetro considerado foi o índice de pico de fluxo urinário, cuja melhora revela uma diminuição no fator obstrutivo. Mudanças nas médias em relação aos níveis basais da pontuação da escala da Associação Americana de Urologia verificada na 13ª semana foram significativamente maiores nos grupos tratados com cápsulas de 0,4 e 0,8 mg de cloridrato de tansulosina uma vez ao dia do que no grupo placebo46 em ambos os estudos americanos.

As mudanças nos índices de pico do fluxo urinário verificadas na 13ª semana em comparação com os valores basais foram significativamente melhores para os grupos que utilizaram cloridrato de tansulosina.

No geral, não se observaram diferenças significativas na pontuação total da escala da AAU e nos valores de pico de fluxo urinário entre as concentrações de 0,4 e 0,8 mg de cloridrato de tansulosina. No entanto, no estudo 1 observou-se uma melhor resposta do grupo que usou 0,8 mg de cloridrato de tansulosina em relação ao que usou 0,4 mg em relação à pontuação total de melhora na escala da AAU.

Tabela 1- Variação média (± DP) em relação aos níveis basais na 13ª semana na pontuação total da escala da AAUe no índice de pico do fluxo urinário (ml/segundo)*

*Diferença estatisticamente significativa em relação ao placebo46 (valor-p maior ou igual 0.050; Bonferroni-Holm teste de múltiplos procedimentos)

**Pontuação total da escala AAU variando de 0 a 35 pontos

Estudo 1 Taxa de pico do fluxo urinário medido de 4 a 8 horas após a dose diária na 13ª semana

Estudo 2 Taxa de pico do fluxo urinário medida da 24 a 27 horas após a dose diária na 13ª semana: quatro pacientes não completaram a 13ª semana

A média total da escala de pontuação de sintoma56 da AAU para ambas as concentrações de cloridrato de tansulosina 0,4 e 0,8 mg ema vez ao dia mostraram um rápido início na diminuição da pontuação que se manteve ao longo das 13 semanas de estudo.

No estudo 1,400 pacientes (53 do grupo randomizado57 originalmente) foram eleitos para continuar no estudo com extensão de 40 semanas, dos quais 138 pacientes foram randomizados no grupo cloridrato de tansulosina 0,4 mg; 135 pacientes no grupo cloridrato de tansulosina 0,8 mg e 127 no grupo placebo46. Trezentos e trinta e três pacientes (43 do grupo original) completaram um ano. Desses, 81 (97 pacientes) no grupo 0,4 mg; 74 (75 pacientes) no grupo 0,8 mg e 56 (57 pacientes) no grupo placebo46 tiveram uma resposta maior ou igual a 25 sobre o nível basal na pontuação total de sintomas4 da escala AAU em um ano.

Indicações de Tamsulon

TAMSULON é um antagonista45 dos receptores alfa1-adrenérgicos1 que se destina ao tratamento dos sintomas4 funcionais da hiperplasia5 prostática benigna (HPB).

Contra-Indicações de Tamsulon


Cloridrato de tansulosina está contra-indicado em pacientes que apresentem hipersensibilidade aos componentes da fórmula, nos casos de hipotensão32 ortostática e na insuficiência hepática58 severa.

Este medicamento é contra-indicado para mulheres e crianças.

Este medicamento é contra-indicado na faixa etária abaixo de 16 anos.

Modo de Usar e Cuidados de Conservação Depois de Aberto de Tamsulon

Uma cápsula ao dia, administrada após o desjejum.

A cápsula deve ser ingerida inteira, sem mastigar, com um pouco de líquido (por exemplo, um copo de água).

Posologia de Tamsulon


TAMSULON deve ser administrado 1 cápsula ao dia, após o café da manhã ou alguma refeição leve. A cápsula deve ser ingerida com um pouco de água (cerca de 15 mL).

Atenção: Este medicamento contém Açúcar19, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes59.

Uso em Idosos, Crianças e Outros Grupos de Risco de Tamsulon

Este medicamento é contra-indicado para mulheres e crianças. Não há contraindicações no uso para idosos.

O tratamento de pacientes com insuficiência renal13 grave (depuração de creatinina60 <10 ml/min) ou de pacientes com insuficiência hepática58 grave deve ser feito com cautela, uma vez que não há estudos de tais pacientes.

Interações Medicamentosas de Tamsulon


Não se observaram interações na administração concomitante com atenolol, enalapril, nifedipina ou teofilina.

A administração concomitante com cimetidina produz elevação dos níveis plasmáticos de tansulosina. Já a administração associada à furosemida produz queda dos níveis plasmáticos de tansulosina. O ajuste de dose, nestes casos, só é necessário se os níveis plasmáticos de tansulosina estiverem fora da faixa de posologia indicada. A administração simultânea de outros antagonistas do receptor alfa1adrenérgico pode ocasionar ou aumentar os sintomas4 de hipotensão32. Quando ingerido com alimentos,TAMSULON pode ter sua absorção diminuída, por isso aconselha-se que seja ingerido após o desjejum leve.

In vitro , nem diazepam, nem propranolol, triclormetiazida, clormadinona, amitriptilina, diclofenaco, glibenclamida ou sinvastatina e nem varfarina modificam a fração livre de tansulosina no plasma50 humano. Tampouco a tansulosina modifica as frações livres de diazepam, propranolol,triclormetiazida e clormadinona.

Não se observaram interações no metabolismo47 hepático em estudos in vitro com frações microssomais de fígado6 (representativas do sistema enzimático vinculado ao citocromo P450) que metaboliza o fármaco51, afetando amitriptilina, salbutamol61, glibenclamida e finasterida.

Contudo, o diclofenaco e a varfarina podem aumentar a velocidade de eliminação da tansulosina.

Reações Adversas de Tamsulon

Durante o uso de TAMSULON relataram-se as seguintes reações adversas: vertigem62, ejaculação20 anormal (ejaculação20 retrógrada ou ausência de ejaculação20).

Na maioria dos pacientes a ejaculação20 anormal (76%) ocorreu dentro das primeiras 2 ou 3 semanas de tratamento e foi reversível na retirada da droga. Menos freqüentemente, cefaléia63, astenia64, hipotensão32 ortostática, palpitações22 e rinite23.

Reações gastrintestinais tais como náusea24, vômito25, diarréia26 e constipação65 podem ocorrer ocasionalmente.

Reações de hipersensibilidade tais como erupção27 cutânea28, prurido66 e urticária29 podem ocorrer ocasionalmente. Angioedema67 foi relatado raramente.

Há raros relatos de síncope68 e muito raros de priapismo15.

Superdose de Tamsulon


Não foram relatados casos de superdose aguda. Após uma superdose, teoricamente, pode ocorrer hipotensão32 aguda. Neste caso, deverá ser mantida a função cardiovascular através de terapia de suporte. Se necessário, pode-se utilizar vasopressores. Deve-se também monitorizar a função renal69 e aplicar medidas de suporte gerais. Induções a vômito25 e lavagem gástrica34 são indicadas para impedir a absorção de superdose.

Armazenagem de Tamsulon

Conservar em temperatura ambiente (entre 15º e 30º C) e ao abrigo da luz e umidade.

Prazo de validade: 24 meses a partir da data de fabricação.

Dizeres Legais de Tamsulon


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

Lote, fabricação e validade: vide cartucho.

Reg. MS - 1.2214. 0025

Resp. Téc: Maria Rita Maniesi - CRF-SP nº 9.960

Fabricado por:

ZODIAC PRODUTOS FARMACÊUTICOS S/A.,

Sede: Rua: Suíça, 3400- Pindamonhangaba - SP

C.N.P.J. 55.980.684/0001-27 - Indústria Brasileira

SAC: 0800-166575

TAMSULON - Laboratório

ZODIAC
Rua Traipu, 755
São Paulo/SP - CEP: 01235-000
Tel: (11 )263-6166
Fax: (11 3)676-0524

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Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
2 Próstata: Glândula que (nos machos) circunda o colo da BEXIGA e da URETRA. Secreta uma substância que liquefaz o sêmem coagulado. Está situada na cavidade pélvica (atrás da parte inferior da SÍNFISE PÚBICA, acima da camada profunda do ligamento triangular) e está assentada sobre o RETO.
3 Uretra: É um órgão túbulo-muscular que serve para eliminação da urina.
4 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
5 Hiperplasia: Aumento do número de células de um tecido. Pode ser conseqüência de um estímulo hormonal fisiológico ou não, anomalias genéticas no tecido de origem, etc.
6 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
7 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
8 Antígeno: 1. Partícula ou molécula capaz de deflagrar a produção de anticorpo específico. 2. Substância que, introduzida no organismo, provoca a formação de anticorpo.
9 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
10 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
11 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
12 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
13 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
14 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
15 Priapismo: Condição, associada ou não a um estímulo sexual, na qual o pênis ereto não retorna ao seu estado flácido habitual. Essa ereção é involuntária, duradora (cerca de 4 horas), geralmente dolorosa e potencialmente danosa, podendo levar à impotência sexual irreversível, constituindo-se numa emergência médica.
16 Ereção: 1. Ato ou efeito de erigir ou erguer. 2. Inauguração, criação. 3. Levantamento ou endurecimento do pênis.
17 Pênis: Órgão reprodutor externo masculino. É composto por uma massa de tecido erétil encerrada em três compartimentos cilíndricos fibrosos. Dois destes compartimentos, os corpos cavernosos, ficam lado a lado ao longo da parte superior do órgão. O terceiro compartimento (na parte inferior), o corpo esponjoso, abriga a uretra.
18 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
19 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
20 Ejaculação: 1. Ato de ejacular. Expulsão vigorosa; forte derramamento (de líquido); jato. 2. Em fisiologia, emissão de esperma pela uretra no momento do orgasmo. 3. Por extensão de sentido, qualquer emissão. 4. No sentido figurado, fartura de palavras; arrazoado.
21 Cabeça:
22 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
23 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
24 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
25 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
26 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
27 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
28 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
29 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
30 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
31 Vasos sangüíneos: Órgãos em forma de tubos que se ramificam por todo o organismo. Existem três tipos principais de vasos sangüíneos que são as artérias, veias e capilares.
32 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
33 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
34 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
35 Farmacologia: Ramo da medicina que estuda as propriedades químicas dos medicamentos e suas respectivas classificações.
36 Adrenérgico: Que age sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
37 Uretral: Relativo ou pertencente à uretra.
38 Aorta: Principal artéria do organismo. Surge diretamente do ventrículo esquerdo e através de suas ramificações conduz o sangue a todos os órgãos do corpo.
39 Músculo Liso: Um dos músculos dos órgãos internos, vasos sanguíneos, folículos pilosos etc.; os elementos contráteis são alongados, em geral células fusiformes com núcleos de localização central e comprimento de 20 a 200 mü-m, ou ainda maior no útero grávido; embora faltem as estrias traversas, ocorrem miofibrilas espessas e delgadas; encontram-se fibras musculares lisas juntamente com camadas ou feixes de fibras reticulares e, freqüentemente, também são abundantes os ninhos de fibras elásticas. (Stedman, 25ª ed)
40 Bexiga: Órgão cavitário, situado na cavidade pélvica, no qual é armazenada a urina, que é produzida pelos rins. É uma víscera oca caracterizada por sua distensibilidade. Tem a forma de pêra quando está vazia e a forma de bola quando está cheia.
41 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
42 Trato Urinário:
43 Resistência periférica: A resistência periférica é a dificuldade que o sangue encontra em passar pela rede de vasos sanguíneos. Ela é representada pela vasocontratilidade da rede arteriolar especificamente, sendo este fator importante na regulação da pressão arterial diastólica. A resistência é dependente das fibras musculares na camada média dos vasos, dos esfíncteres pré-capilares e de substâncias reguladoras da pressão como a angiotensina e a catecolamina.
44 Pressão sangüínea: Força exercida pelo sangue arterial por unidade de área da parede arterial. É expressa como uma razão (Exemplo: 120/80, lê-se 120 por 80). O primeiro número é a pressão sistólica ou pressão máxima. E o segundo número é a presão diastólica ou mínima.
45 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
46 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
47 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
48 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
49 Globulina: Qualquer uma das várias proteínas globulares pouco hidrossolúveis de uma mesma família que inclui os anticorpos e as proteínas envolvidas no transporte de lipídios pelo plasma.
50 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
51 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
52 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
53 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
54 Urgência: 1. Necessidade que requer solução imediata; pressa. 2. Situação crítica ou muito grave que tem prioridade sobre outras; emergência.
55 Vesical: Relativo à ou próprio da bexiga.
56 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
57 Randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle – o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
58 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
59 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
60 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
61 Salbutamol: Fármaco padrão para o tratamento da asma. Broncodilatador. Inibidor do trabalho de parto prematuro.
62 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
63 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
64 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
65 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
66 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
67 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
68 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
69 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.

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