LansoHEXAL

HEXAL

Atualizado em 09/12/2014

LansoHEXAL

Lansoprazol

Registro M.S. nº 1.0047.0282

Apresentações de Lansohexal

7 cápsulas de liberação lenta 30 mg
14 cápsulas de liberação lenta 30 mg

Indicações de Lansohexal


No alívio sintomático1 da esofagite de refluxo2, úlcera duodenal3 e gástrica para
tratamento a curto prazo. Tem ação em pacientes hipersecretores, para tratamento a longo prazo.

Contra-Indicações de Lansohexal

Hipersensibilidade a qualquer componente da fórmula, gravidez4 e lactação5.

Cuidados e Advertências de Lansohexal


O perfil farmacocinético de lansoprazol pode ser modificado por insuficiência hepática6 moderada a severa, bem como em idosos. Deve-se ter cautela na prescrição
de lansoprazol a pacientes idosos com disfunção hepática7. LansoHEXAL somente deve ser
administrado durante a gravidez4 se, em criteriosa avaliação médica, os benefícios potenciais
justificarem os riscos potenciais para o feto8. Deve-se ter cautela na administração de LansoHEXAL
a mulheres no período de amamentação9. Não foram estabelecidas a segurança e eficácia em
crianças. A posologia inicial não necessita ser modificada em idosos, mas doses subseqüentes >
30 mg/dia não devem ser administradas, a menos que supressão adicional de secreção gástrica
seja necessária. Quando lansoprazol é administrado concomitantemente com teofilina, um
pequeno aumento na depuração deste fármaco10 foi observado. Devido à pequena magnitude e à
direção desse efeito sobre a depuração da teofilina, dificilmente esta interação representará
preocupação do ponto de vista clínico. Alguns casos individuais podem necessitar titulação
adicional da dose de teofilina, quando LansoHEXAL for iniciado ou interrompido, para assegurar
níveis sangüíneos clinicamente efetivos. A administração concomitante de LansoHEXAL e
sucralfato retarda a absorção de lansoprazol e reduz sua biodisponibilidade em ? 30%. Portanto,
LansoHEXAL deve ser tomado pelo menos 30 minutos antes do sucralfato. Não há diferença
estatisticamente significativa na Cmáx quando LansoHEXAL é administrado 1 h depois de
antiácidos11 com hidróxido de alumínio e de magnésio. É teoricamente possível que o lansoprazol
interfira na absorção de fármacos em que o pH gástrico seja um importante determinante da
biodisponibilidade. As reações adversas mais freqüentes e consideradas possíveis ou prováveis de
estarem relacionadas com o uso de LansoHEXAL foram: diarréia12, cefaléia13, tontura14, náusea15 e
constipação16.

Posologia de Lansohexal


Esofagite de refluxo2, incluindo úlcera17 de Barrett: 30 mg/dia, de 4-8 semanas.
Úlcera duodenal3: 30 mg/dia, de 2-4 semanas.
Úlcera gástrica18: 30 mg/dia, de 4-8 semanas.
Síndrome19 de Zolliger-Ellison: dose inicial de 60 mg/dia, de 3-6 dias; nesse caso a dose deve ser titulada
ascendentemente, até conseguir um paciente assintomático com secreção ácida basal inferior a 10
mEq/h em pacientes com a Síndrome19 não gastrectomizados e em hipersecretores sem a
Síndrome19. Em pacientes com a Síndrome19, previamente gastrectomizados, a secreção ácida basal
recomendada como alvo é ? 5 mEq/h. Se o paciente requerer 120 mg/dia ou mais, as doses
devem ser divididas em 2 tomadas equivalentes. Uma vez que o alvo for atingido, o paciente deve
ser monitorado, para determinar se a dose deve ser ajustada para mais ou para menos. As
cápsulas devem ser ingeridas pela manhã, em jejum. No caso de 2 tomadas diárias indicadas para
doses de 120 mg ou mais, a segunda tomada também deve ser em jejum. As cápsulas devem ser
ingeridas inteiras, não abrir ou mastigá-las.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

ESTE TEXTO É UM RESUMO, PARA INFORMAÇÕES DETALHADAS CONSULTE A BULA DO PRODUTO.

LansoHEXAL - Laboratório

HEXAL
Av. Itaboraí, 1425
São Paulo/SP - CEP: 04135-001
Tel: 5585-9090
Fax: 5594-3665

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Complementos

1 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
2 Esofagite de refluxo: É uma inflamação na mucosa do esôfago (camada que reveste o esôfago) causada pelo refluxo (retorno) do conteúdo gástrico ao esôfago. Se não tratada pode causar danos, desde o estreitamento (estenose) do esôfago - o que irá causar dificuldades na deglutição dos alimentos - até o câncer. Portadores de hérnia do hiato (projeção do estômago para o tórax), obesos, sedentários, fumantes, etilistas, pessoas tensas ou ansiosas têm maior predisposição à esofagite de refluxo.
3 Úlcera duodenal: Lesão na mucosa do duodeno – parte inicial do intestino delgado.
4 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
5 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
6 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
7 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
8 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
9 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
10 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
11 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
12 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
13 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
14 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
15 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
16 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
17 Úlcera: Ferida superficial em tecido cutâneo ou mucoso que pode ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
18 Úlcera gástrica: Lesão na mucosa do estômago. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100 % dos casos.
19 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.

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