Xalacom

PFIZER

Atualizado em 09/12/2014

Xalacom*

(latanoprosta, maleato de timolol)

PARTE I

Identificação do Produto de Xalacom

Nome: Xalacom*Nome genérico: latanoprosta e maleato de timolol
Forma farmacêutica e apresentação:
Xalacom* solução oftálmica estéril em embalagem contendo 1 frasco gotejador de 2,5 mL.
USO ADULTO
USO OFTÁLMICO

Composição de Xalacom


Cada mL da solução oftálmica de Xalacom* contém 50 mcg de latanoprosta e maleato de
timolol equivalente a 5,0 mg de timolol.
Excipientes: cloreto de sódio, fosfato de sódio monobásico, fosfato de sódio dibásico anidro,
cloreto de benzalcônio, ácido clorídrico1 10%a, hidróxido de sódio 10%a e água para
injetáveis.
a = para ajuste do pH.
Uma gota2 da solução contém aproximadamente 1,5 mcg de latanoprosta e 150 mcg de
timolol.

PARTE II

Informações ao Paciente de Xalacom

Xalacom* (latanoprosta, maleato de timolol) é indicado no tratamento de glaucoma3 deângulo aberto e hipertensão4 ocular, condições em que a pressão dentro dos olhos5
está aumentada.
Xalacom* deve ser conservado sob refrigeração (entre 2 e 8ºC), protegido da luz. Após
a abertura do frasco, o produto pode ser conservado em temperatura ambiente (até
25ºC) por até 10 semanas.
O prazo de validade está indicado na embalagem externa do produto. Não utilize
medicamento com o prazo de validade vencido, pode ser perigoso para sua saúde6.
A segurança de Xalacom* na gravidez7 não foi estabelecida. Xalacom* deve ser usado
durante a gravidez7 somente com orientação do médico.
Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez7 na vigência do tratamento ou após o
seu término.
O maleato de timolol é excretado no leite materno. A latanoprosta e os metabólitos8
podem também ser excretados no leite materno. Consulte seu médico antes de iniciar
a amamentação9.
Informe ao seu médico se estiver amamentando.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a
duração do tratamento. Se tiver que usar outros colírios, use-os com um intervalo de
pelo menos 5 minutos após o uso de Xalacom*. Se você usar lentes de contato, retire
suas lentes, pingue o colírio10 no(s) olho11(s) e espere 15 minutos antes de recolocar as
lentes.
Se você esquecer de usar seu colírio10 na hora habitual, não dobre o número de gotas
na próxima aplicação, mas utilize-o assim que lembrar e, depois, continue utilizando o
produto de acordo com a orientação de seu médico.
Este produto deverá ser utilizado somente uma vez ao dia.
Para usar corretamente o produto, retire o lacre externo do frasco e desenrosque a
tampa interna. Com o dedo indicador, puxe delicadamente a pálpebra inferior do olho11
afetado para baixo. Coloque a ponta do conta-gotas perto do olho11 e aperte
cuidadosamente, para que caia uma gota2 dentro do olho11. Se você pingar muitas gotas,
pode ocorrer uma leve irritação. Recoloque a tampa interna no frasco.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
É muito importante informar ao seu médico caso esteja utilizando outros
medicamentos antes do início ou durante o tratamento com Xalacom*, em especial
medicamentos para controle de hipertensão arterial12 ("pressão alta"), para controle de
arritmias13 cardíacas e problemas cardíacos e para tratamento de diabetes14.
Informe ao seu médico o aparecimento de qualquer reação desagradável durante o
tratamento com Xalacom*, tais como: visão15 anormal, blefarite16, catarata17, distúrbios da
conjuntiva18, conjuntivite19, distúrbios da córnea20, defeitos na refração, hiperemia21 do olho11,
irritação do olho11, dor no olho11, aumento da pigmentação da íris22, ceratite, fotofobia23,
defeito no campo visual24, infecção25, sinusite26, infecção25 do trato respiratório superior,
diabetes mellitus27, hipercolesterolemia28, depressão, dor de cabeça29, hipertensão4,
hipertricose30, rash31 (alteração de pele32), distúrbios da pele32, artrite33 (vide "Reações
Adversas").
Poderá ocorrer uma alteração muito suave na cor do olho11 durante algum tempo. A íris22
poderá ficar mais castanha e parecer mais escura. Essa diferença na coloração do
olho11 poderá ser mais notável se você estiver tratando apenas um dos olhos5.
Alterações evidentes na cor dos olhos5 são muito raras em pacientes com olhos5
coloridos "puros", isto é, olhos5 azuis, verdes, cinzas e castanhos.
Como ocorre com outros colírios, caso sua visão15 fique embaçada quando você usar o
colírio10 pela primeira vez, espere até que esse efeito passe antes de dirigir ou operar
máquinas.
Xalacom* é contra-indicado a pacientes que apresentam hipersensibilidade a
latanoprosta, maleato de timolol ou a qualquer componente da fórmula. Xalacom* é
também contra-indicado a pacientes com distúrbio da reatividade da via aérea,
incluindo asma34 brônquica ou histórico de asma34 brônquica e doença pulmonar
obstrutiva crônica (DPOC) grave, bradicardia35 sinusal, bloqueio atrioventricular de
segundo ou terceiro grau, insuficiência cardíaca36 sintomática37 e choque38 cardiogênico.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO. PODE SER
PERIGOSO PARA SUA SAÚDE6.

PARTE III

Informações Técnicas de Xalacom

Propriedades Farmacodinâmicas
Mecanismo de ação:
Xalacom* (latanoprosta, maleato de timolol) contém duas substâncias ativas: latanoprosta e
maleato de timolol. Esses dois componentes diminuem a pressão intra-ocular (PIO) elevada
por diferentes mecanismos de ação e o efeito combinado resulta em uma redução da PIO
maior do que a proporcionada pelas duas substâncias administradas isoladamente.
A latanoprosta:
A latanoprosta é uma análoga da prostaglandina39 F2á, uma agonista40 seletiva do receptor
prostanóide FP, que reduz a pressão intra-ocular aumentando a drenagem41 do humor
aquoso, principalmente através da via uveoescleral e também da malha trabecular42.
Estudos clínicos mostraram que a latanoprosta não tem efeito significativo sobre a produção
de humor aquoso43, sobre a barreira hemato-humoral44 aquosa ou sobre a circulação45
sangüínea intra-ocular. A latanoprosta não induziu extravasamento de fluoresceína no
segmento posterior de olhos5 humanos pseudofácicos durante o tratamento a curto prazo.
Não foram observados quaisquer efeitos farmacológicos significativos sobre o sistema
cardiovascular e respiratório com doses clínicas de latanoprosta.
O maleato de timolol:
O maleato de timolol é um agente bloqueador do receptor beta-1 e beta-2 adrenérgicos46
(não-seletivo) que não apresenta significativa atividade simpatomimética intrínseca,
depressora miocárdica direta ou atividade anestésica local (estabilizadora de membrana).
Os bloqueadores dos receptores beta-adrenérgicos46 reduzem o rendimento cardíaco em
ambos os indivíduos saudáveis e pacientes com doenças cardíacas. Os pacientes com
insuficiência47 da função miocárdica, os bloqueadores dos receptores beta-adrenérgicos46
podem inibir o efeito estimulatório do sistema nervoso48 simpático49 necessário para manter a
função cardíaca adequada.
Os bloqueadores dos receptores beta-adrenérgicos46 nos brônquios50 e bronquíolos51 resultaram
em aumento da resistência das vias aéreas da atividade parassimpática sem contraposição.
Este efeito nos pacientes com asma34 ou outras condições broncospásticas é potencialmente
perigoso (vide "Contra-indicações" e "Advertências e Precações - O maleato de timolol").
A solução oftálmica de maleato de timolol, quando aplicado topicamente sobre o olho11, tem a
ação de reduzir a pressão intra-ocular elevada e normal, se acompanhado ou não por
glaucoma3. Pressão intra-ocular elevada é o principal fator de risco52 na patogênese53 de perda
do campo visual24 do glaucomatoso. Quanto maior o nível de pressão intra-ocular, maior
probabilidade de perda do campo visual24 do glaucomatoso e danos no nervo óptico.
O mecanismo preciso da ação hipotensiva ocular do maleato de timolol não está totalmente
estabelecido até o momento. Estudos de tonografia e fluorofotometria em homens sugerem
que sua ação predominante pode estar relacionada à redução da formação aquosa.
Contudo, em alguns estudos, um aumento leve no escoamento do humor aquoso43 foi
observado.
Efeitos Clínicos:
Em estudos de dose, a latanoprosta-maleato de timolol produziu uma redução significativa
maior em média diurna de PIO comparado a latanoprosta e maleato de timolol administrado
uma vez ao dia como monoterapia. Em dois estudos controlados, de 6 meses duplomascarados
o efeito da redução da PIO da latanoprosta-maleato de timolol foi comparado
com monoterapia de latanoprosta e maleato de timolol em pacientes com PIO de pelo
menos 25 mmHg ou mais. Após 2 a 4 semanas de tratamento com maleato de timolol
(diminuição média na PIO de 5 mmHg, a partir da inclusão do paciente no estudo), reduções
adicionais em média diurna de PIO de 3,1; 2,0 e 0,6 mmHg foram observados após 6 meses
de tratamento com latanoprosta-maleato de timolol e latanoprosta e maleato de timolol (duas
vezes ao dia), respectivamente. Os efeitos da redução da PIO de latanoprosta-maleato de
timolol foi mantido em um período de extensão aberta de 6 meses, destes estudos.
O início da ação de latanoprosta-maleato de timolol ocorre dentro de 1 hora e o efeito
máximo ocorre dentro de 6 a 8 horas. O efeito adequado da redução de PIO foi observado
estar presente até 24 horas após dose depois de tratamentos múltiplos.
Propriedades Farmacocinéticas
A latanoprosta-maleato de timolol (Xalacom*):
Não foram observadas interações farmacocinéticas entre a latanoprosta e o timolol, embora
houvesse uma tendência para o aumento em aproximadamente 2 vezes as concentrações
do ácido de latanoprosta no humor aquoso43 de 1 a 4 horas após a administração de
Xalacom* quando comparado com a monoterapia.
A latanoprosta:
Absorção: a latanoprosta é absorvida pela córnea20 onde o pró-fármaco54 do éster isopropílico é
hidrolisado a forma ácida e torna-se biologicamente ativo.absorvida Estudos em humanos
indicam que a concentração máxima no humor aquoso43, é alcançada cerca de 2 horas após
administração tópica.
Distribuição: o volume de distribuição, 0,16 ± 0,02 L/kg. O ácido de latanoprosta pode ser
medido no humor aquoso43 durante as primeiras quatro horas após administração tópica e no
plasma55 somente durante a primeira hora.
Metabolismo56: a latanoprosta, um pró-fármaco54 do éster isopropílico, é hidrolisado por
estearases presentes na córnea20 ao ácido biologicamente ativo. O ácido ativo de
latanoprosta alcança a circulação45 sistêmica é principalmente metabolizada pelo fígado57 para
os metabólitos8 1,2-dinor e 1,2,3,4-tetranor via â-oxidação dos ácidos graxos.
Excreção: a eliminação do ácido de latanoprosta do plasma55 humano é rápida (t1/2 = 17 min)
após administração intravenosa e tópica. O clearance sistêmico58 é de aproximadamente 7
mL/min/kg. Após â-oxidação hepática59, os metabólitos8 são eliminados principalmente por via
renal60. Aproximadamente 88% e 98% da dose administrada é recuperada na urina61 após
administração tópica e intravenosa, respectivamente.
O maleato de timolol
A concentração máxima do maleato de timolol no humor aquoso43 é alcançada em cerca de 1
hora após a administração tópica do colírio10. Uma parte dessa dose é absorvida
sistemicamente e se obtém uma concentração plasmática máxima de 1 ng/mL em 10-20
minutos após a aplicação de uma gota2 do colírio10 em cada olho11, uma vez ao dia (300
mcg/dia). A meia-vida do maleato de timolol no plasma55 é de cerca de 6 horas. O maleato de
timolol é extensivamente metabolizado no fígado57. Os metabólitos8 são excretados na urina61
juntamente com o maleato de timolol inalterado.
Dados de Segurança Pré-Clínicos
O perfil de segurança sistêmico58 e ocular dos componentes individuais é bem estabelecido.
Não foi observado efeito adverso sistêmico58 ou ocular em coelhos tratados topicamente com
a combinação fixa ou com a administração concomitante de soluções oftálmicas de
latanoprosta e timolol. Os estudos farmacológicos de segurança, de genotoxicidade e de
carcinogenicidade de cada substância não demonstraram risco especial para os humanos. A
latanoprosta não afetou a cicatrização da ferida corneal do olho11 do coelho, enquanto que o
timolol inibiu o processo do olho11 do coelho e do macaco quando administrado com
freqüência maior que uma vez ao dia.
A latanoprosta:
Efeitos Sistêmicos62/Oculares:
A toxicidade63 ocular assim como a sistêmica de latanoprosta foram investigadas em várias
espécies animais. Geralmente, a latanoprosta é bem tolerada com uma margem de
segurança entre a dose clínica oftálmica e a toxicidade63 sistêmica de no mínimo 1.000 vezes.
Altas doses de latanoprosta, aproximadamente 100 vezes a dose clínica/kg de peso
corporal, administrada intravenosamente a macacos não anestesiados aumentaram a
freqüência respiratória, refletindo provavelmente uma broncoconstrição de curta duração.
Nos macacos, a latanoprosta foi infundida intravenosamente em doses de até 500 mcg/kg
sem maiores efeitos sobre o sistema cardiovascular64. Em estudos animais, a latanoprosta
não demonstrou propriedades sensibilizantes.
Não foram detectados efeitos tóxicos nos olhos5 com doses de até 100 mcg/olho11/dia em
coelhos ou macacos (a dose clínica é de aproximadamente 1,5 mcg/olho11/dia). A
latanoprosta não produziu efeitos, ou os produziu de modo desprezível, sobre a circulação45
sangüínea intra-ocular quando utilizada com doses clínicas e estudada em macacos.
Em estudos de toxicidade63 ocular crônica, a administração de latanoprosta na dose de 6
mcg/olho11/dia também mostrou induzir aumento de fissura65 palpebral. Este efeito é reversível
e ocorre nas doses acima do nível de dose clínica. O efeito não foi observado em humanos.
Carcinogenicidade:
Estudos de carcinogenicidade em camundongos e ratos foram negativos.
Mutagenicidade:
A latanoprosta foi negativa em testes de mutação66 reversa em bactérias, mutação genética67
em linfoma68 de camundongo e testes de micronúcleo de camundongo. Foram observadas
aberrações cromossômicas in vitro com linfócitos humanos. Foram observados efeitos
similares com prostaglandinas69 F2á, uma prostaglandina39 que ocorre naturalmente e indica
que este é um efeito de classe.
Estudos adicionais de mutagenicidade sobre a síntese de DNA não-esquematizada in
vitro
/in vivo em ratos foram negativos e indicam que a latanoprosta não tem potencial
mutagênico.
Alterações na fertilidade:
Não foi observado qualquer efeito sobre a fertilidade de machos e fêmeas em estudos com
animais. No estudo de embriotoxicidade em ratos, não foi observado embriotoxicidade em
doses intravenosas (5, 50 e 250 mcg/kg/dia) de latanoprosta. Contudo, a latanoprosta
induziu efeitos letais em embriões de coelhos em doses iguais ou superiores a 5 mcg/kg/dia.
Foi observado que a latanoprosta pode causar toxicidade63 embrio-fetal em coelhos
caracterizado pelo aumento de incidências de aborto e reabsorção tardia e peso fetal
reduzido quando administrado em doses intravenosas de aproximadamente 100 vezes a
dose humana.
Teratogenicidade:
Não foi detectado potencial teratogênico70.
O maleato de timolol:
Carcinogenicidade:
Em um estudo de dois anos de maleato de timolol administrado oralmente a ratos, houve um
aumento estatisticamente significativo na incidência71 de feocromocitomas adrenais em ratos
machos recebendo 300 mg/kg/dia (aproximadamente 42.000 vezes a exposição sistêmica
após a dose oftálmica humana máxima recomendada). Diferenças similares não foram
observadas em ratos recebendo doses orais equivalente a aproximadamente 14.000 vezes
a dose oftálmica humana máxima recomendada.
Em um estudo oral com camundongos vivos, houve um aumento estatisticamente
significativo na incidência71 de tumores pulmonares malignos e benignos, pólipos72 uterinos
benignos e adenocarcinomas mamários em camundongos fêmeas na dose de 500
mg/kg/dia (aproximadamente 71.000 vezes a exposição sistêmica após a dose oftálmica
humana máxima recomendada), mas não nas doses de 5 ou 50 mg/kg/dia
(aproximadamente 700 ou 7.000 vezes a exposição sistêmica após a dose oftálmica
humana máxima recomendada). Em um estudo subseqüente com camundongos fêmeas,
cujos exames pós-morte foram limitados ao útero73 e pulmões74, um aumento estatisticamente
significativo na incidência71 de tumores pulmonares foi novamente observado com doses de
500 mg/kg/dia.
O aumento da ocorrência de adenocarcinomas mamários foi associado com elevações de
prolactina75 sérica que ocorreram em camundongos fêmeas administrados com doses de 500
mg/kg/dia de maleato de timolol oral, mas não nas doses de 5 ou 50 mg/kg/dia. Um aumento
na incidência71 de adenocarcinomas mamários em roedores foi associado com a
administração de vários outros agentes terapêuticos que elevam a prolactina75 sérica, mas
não foi estabelecida correlação entre níveis de prolactina75 sérica e tumores mamários em
humanos.
Mutagenicidade:
O maleato de timolol foi desprovido de potencial mutagênico quando testados in vivo
(camundongo) no teste de micronúcleos e ensaios citogenéticos (doses de até 800 mg/kg) e
in vitro em ensaios de transformação de células76 neoplásicas77 (até 100 mcg/mL). Nos testes
de Ames, as concentrações mais altas de maleato de timolol empregados, 5.000 ou 10.000
mcg/placa78, foram associadas a elevações estatisticamente significativas de revertentes
observados com cepas79 de testes TA100 (em sete ensaios replicados), mas não nas três
cepas79 remanescentes. No ensaio com a cepa80 de teste TA100, não foi observada uma
relação de resposta consistente com a dose e a taxa de testes para controlar os revertentes
não alcançou a taxa 2. A taxa igual a 2 é geralmente considerada o critério para um teste de
Ames positivo.
Alterações na fertilidade:
Estudos de reprodução81 e fertilidade em ratos não demonstraram efeitos adversos na
fertilidade de machos ou fêmeas nas doses de até 21.000 vezes a exposição sistêmica após
a dose oftálmica humana máxima recomendada.
Teratogenicidade:
Estudos de teratogenicidade com maleato de timolol em camundongos, ratos e coelhos com
doses orais de até 50 mg/kg/dia (7.000 vezes a exposição sistêmica que se segue após a
dose oftálmica humana máxima recomendada) não demonstraram evidências de
malformações82 fetais. Embora a ossificação fetal tardia tenha sido observada com essa dose
em ratos, não houve efeitos adversos no desenvolvimento pós-natal da prole. Doses de
1.000 mg/kg/dia (142.000 vezes a exposição sistêmica que se segue após a dose oftálmica
humana máxima recomendada) foram doses maternas tóxicas em camundongos e resultou
em um aumento do número de reabsorção fetal. Foi observado também aumento da
reabsorção fetal em coelhos nas doses de 14.000 vezes à exposição sistêmica após a dose
oftálmica humana máxima recomendada, neste caso, sem toxicidade63 materna aparente.

Indicações de Xalacom

Xalacom* (latanoprosta, maleato de timolol) é indicado para a redução da pressão intraocular83
(PIO) em pacientes com glaucoma3 de ângulo aberto e hipertensão4 ocular.

Contra-Indicações de Xalacom

Xalacom* (latanoprosta, maleato de timolol) é contra-indicado a pacientes com:
•  distúrbio da reatividade da via aérea, incluindo asma34 brônquica ou histórico de
asma34 brônquica e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) grave;

•  pacientes com bradicardia35 sinusal, bloqueio atrioventricular de segundo ou
terceiro grau, insuficiência cardíaca36 sintomática37, choque38 cardiogênico;

•  pacientes com hipersensibilidade conhecida a latanoprosta, maleato de timolol
ou a qualquer componente da fórmula.

Advertências e Precauções de Xalacom

GeraisXalacom* (latanoprosta, maleato de timolol) contém cloreto de benzalcônio, que pode ser
absorvido pelas lentes de contato (vide "Posologia").
A latanoprosta
A latanoprosta pode gradualmente aumentar o pigmento castanho da íris22. A alteração da cor
do olho11 é devido conteúdo aumentado de melanina84 no melanócito estromal da íris22, ao invés
do aumento do número de melanócitos85. Tipicamente, a pigmentação castanha ao redor da
pupila se difunde concentricamente em direção à periferia da íris22 e toda a íris22, ou parte dela,
podem ficar mais acastanhada. A alteração na cor da íris22 é leve na maioria dos casos e
pode não ser clinicamente detectada. O aumento na pigmentação da íris22 em um ou ambos
os olhos5 foi documentado predominantemente em paciente que tem íris22 de cores mistas que
contenham a cor castanha como base. Nevos86 e lentigens da íris22 não foram afetados pelo
tratamento. Não se observou acúmulo de pigmento na malha trabecular42 ou em outras partes
da câmara anterior87 em estudos clínicos.
Em um estudo clínico destinado a avaliar a pigmentação da íris22 por mais de cinco anos, não
houve evidências de conseqüências adversas devido ao aumento de pigmentação, mesmo
quando a administração da latanoprosta continuou. Esses resultados são consistentes com
experiência clínica pós-comercialização desde 1996. Além disso, redução da PIO foi similar
em pacientes independente do aumento da pigmentação da íris22. Portanto, o tratamento com
latanoprosta pode continuar em pacientes que desenvolveram aumento da pigmentação da
íris22. Esses pacientes devem ser examinados regularmente e, dependendo da situação
clínica, o tratamento pode ser interrompido.
O início do aumento da pigmentação da íris22 ocorre tipicamente dentro do primeiro ano de
tratamento, raramente durante o segundo ou terceiro ano e não foi observado após o quarto
ano de tratamento. A taxa de progressão da pigmentação da íris22 diminui com o tempo e é
estável por cinco anos. Os efeitos do aumento da pigmentação além dos cinco anos não
foram avaliados. Durante os estudos clínicos, aumento no pigmento castanho da íris22 não foi
observado após descontinuação do tratamento, mas a alteração da cor resultante pode ser
permanente.
Antes do tratamento ser instituído, os pacientes devem ser informados quanto à
possibilidade de alteração na coloração dos olhos5.
O escurecimento da pele32 da pálpebra, que pode ser reversível, foi relatado com o uso de
latanoprosta.
A latanoprosta pode gradualmente alterar os cílios88 e a lanugem89 da pálpebra no olho11 tratado;
essas alterações incluem aumento do comprimento, grossura, pigmentação e número de
cílios88 ou lanugem89 e crescimento irregular dos cílios88. Alterações dos cílios88 são reversíveis
após a descontinuação do tratamento.
O potencial para heterocromia existe para pacientes90 recebendo tratamento unilateral.
Durante o tratamento com latanoprosta foi relatada a ocorrência de edema macular91,
incluindo edema macular91 cistóide. Esses relatos ocorreram, principalmente em pacientes
afácicos, pseudofácicos com ruptura da cápsula posterior do cristalino92, ou em pacientes com
fatores de risco conhecidos para edema macular91. A latanoprosta deve ser utilizada com
cautela nesses pacientes.
Não há experiência documentada com latanoprosta-timolol em glaucoma3 inflamatório,
neovascular, crônico93 de ângulo fechado ou glaucoma3 congênito94, glaucoma3 de ângulo aberto
de pacientes pseudofácicos e em glaucoma3 pigmentar. Portanto, recomenda-se que
Xalacom* seja utilizado com cuidado nessas condições até que se disponha de maiores
dados nesse aspecto.
O maleato de timolol
As mesmas reações adversas observadas com a administração sistêmica de agentes
bloqueadores beta-adrenérgicos46 podem ocorrem com a administração tópica. Pacientes
com histórico de distúrbios cardíacos graves devem ser cuidadosamente monitorados para
sinais95 de insuficiência cardíaca36. As seguintes reações cardíacas e respiratórias podem
ocorrem após aplicação tópica de maleato de timolol:
•  agravamento da angina96 de Prinzmetal
•  agravamento de distúrbios circulatório periférico e central
•  hipotensão97
•  insuficiência cardíaca36 resultando em morte
•  reações respiratórias graves, incluindo broncospasmo fatal em pacientes com asma34
•  bradicardia35
Uma retirada gradual dos agentes bloqueadores beta-adrenérgicos46 antes da cirurgia
principal deve ser considerada. Agentes bloqueadores beta-adrenérgicos46 prejudica a
capacidade do coração98 de responder a estímulos reflexos mediados beta-adrenergicamente,
que podem aumentar o risco da anestesia99 geral em procedimentos cirúrgicos. Foram
relatadas hipotensão97 grave prolongada durante a anestesia99 e dificuldade de reiniciar e
manter a pulsação. Durante a cirurgia, os efeitos dos agentes bloqueadores betaadrenérgicos
podem ser revertidos por doses adequadas de agonistas adrenérgicos46.
Agentes bloqueadores beta-adrenérgicos46 podem aumentar os efeitos hipoglicêmicos de
agentes usados para tratar a diabete e podem mascarar sinais95 e sintomas100 de hipoglicemia101.
Eles devem ser usados com cautela em pacientes com hipoglicemia101 espontânea ou diabete
(especialmente naqueles com diabete lábil) que estão recebendo insulina102 ou agentes
hipoglicêmicos orais.
Tratamento com agentes bloqueadores beta-adrenérgicos46 podem mascarar certos sinas e
sintomas100 de hipertiroidismo. Retirada brusca do tratamento pode precipitar uma piora da
condição.
Pacientes tratados com agentes bloqueadores beta-adrenérgicos46 com histórico de atopia ou
reações anafiláticas103 graves a uma variedade de alérgenos104 podem ser mais reativos quando
em contato com os mesmos repetidamente. Esses pacientes podem não responder a doses
usuais de adrenalina105 utilizadas para tratar reações anafiláticas103.
Foi raramente relatado aumento de fraqueza muscular em alguns pacientes com miastenia106
grave ou sintomas100 de miastenia106 com maleato de timolol (por ex.: diplopia107, ptose108, fraqueza
generalizada).
Foi relatado descolamento de coróide após procedimentos de filtração com a administração
de agentes hipotensivos oculares.
Uso em Crianças e Adolescentes
A segurança e a eficácia de Xalacom* em crianças e adolescentes não foram estabelecidas.
Uso durante a Gravidez7
Não há estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. Xalacom* deve ser
usado durante a gravidez7 somente se o benefício previsto justificar o risco potencial para o
feto109 (vide "Dados de Segurança Pré-Clínicos - A latanoprosta e O maleato de timolol").
Uso durante a Lactação110
A latanoprosta e seus metabólitos8 podem passar para o leite materno. O maleato de timolol
foi detectado no leite humano após administração oral e oftálmica do fármaco54. Por causa do
potencial para reações adversas graves em lactentes111, uma decisão deve ser tomada em
relação a descontinuar a amamentação9 ou descontinuar o tratamento com o fármaco54,
levando em consideração a importância do fármaco54 para a mãe.
Efeitos na Habilidade de Dirigir e Operar Máquinas
A instilação de Xalacom* pode embaçar transitoriamente a visão15. Até que isto seja resolvido,
o paciente não deve dirigir ou operar máquinas.

Interações Medicamentosas de Xalacom


Estudos específicos de interação medicamentosa não foram realizados com Xalacom*
(latanoprosta, maleato de timolol).
O efeito sobre a pressão intra-ocular ou os efeitos conhecidos dos beta-bloqueadores
sistêmicos62 podem ser potencializados quando Xalacom* é administrado a pacientes que já
estão recebendo um agente bloqueador beta-adrenérgico112 oral e o uso de dois ou mais
agentes bloqueadores beta-adrenérgicos46 tópicos não é recomendado.
Houve relatos de elevações paradoxais na PIO após administrações oftálmicas
concomitantes de duas prostaglandinas69 análogas. Portanto, o uso de duas ou mais
prostaglandinas69, análogos ou derivados não é recomendado.
Relatou-se ocasionalmente midríase113 quando se administrou timolol e adrenalina105.
Há um potencial para efeitos aditivos que resultam em hipotensão97 sistêmica e/ou bradicardia35
marcada quando maleato de timolol é administrado concomitantemente a:
•  bloqueadores do canal de cálcio
•  fármacos depletores de catecolaminas ou agentes bloqueadores beta-adrenérgicos46
•  antiarrítmicos (incluindo amiodarona e quinidina)
•  glicosídeos digitálicos
•  parassimpatomiméticos
•  narcóticos
•  inibidores da monoaminoxidase114
A ação hipertensiva devido à interrupção repentina do tratamento com clonidina pode ser
potencializada quando se está usando um beta-bloqueador.
Os agentes bloqueadores beta-adrenérgicos46 podem aumentar o efeito hipoglicemiante115 de
agentes antidiabéticos (vide "Advertências e Precauções - O maleato de timolol").

Reações Adversas de Xalacom

Xalacom* (latanoprosta, maleato de timolol)Estudos clínicos:
Eventos adversos observados em ≥ 1% dos pacientes tratados com Xalacom* em 3 estudos
clínicos, fase 3, controlados (6 meses, 6 meses e 12 meses, respectivamente) foram:
Ocular:
Olho11:
visão15 anormal, blefarite16, catarata17, distúrbios da conjuntiva18, conjuntivite19, distúrbios da
córnea20, defeitos na refração, hiperemia21 do olho11, irritação do olho11, dor no olho11, aumento da
pigmentação da íris22, ceratite, fotofobia23 e defeito no campo visual24.
Sistêmico58:
Infecções116 e infestações:
infecção25, sinusite26 e infecção25 do trato respiratório superior.
Metabolismo56 e nutrição117: diabetes mellitus27 e hipercolesterolemia28.
Psiquiátrico: depressão.
Sistema nervoso48: dor de cabeça29.
Vascular118: hipertensão4.
Pele e tecido subcutâneo119: hipertricose30, rash31 e distúrbios da pele32.
Musculoesquelético e tecido conjuntivo120: artrite33.
Outros eventos adversos significativos que foram relatados com os componentes isolados
de Xalacom* estão listados a seguir (se não estiverem previamente listado sob Xalacom*):
A latanoprosta
Estudos clínicos:
Os seguintes eventos foram considerados relacionados ao fármaco54:
Olhos5: irritação ocular (sensação de queimação, areia, prurido121, picada e corpo estranho),
erosões epiteliais pontuais transitórias e edema122 de pálpebra.
Pele e tecido subcutâneo119: rash31 cutâneo123.
Experiência pós-comercialização:
Os seguintes eventos adicionais foram relatados:
Sistema nervoso48: tontura124.
Olhos5: edema122 e erosões da córnea20; alterações nos cílios88 e lanugem89 da pálpebra (aumento
do comprimento, espessura, pigmentação e quantidade); irite125/uveíte126; edema macular91,
incluindo edema macular91 cistóide; cílios88 irregulares que podem causar irritação ocular; visão15
embaçada (vide "Advertências e Precauções - A latanoprosta").
Sistema respiratório127: asma34, agravamento da asma34, ataque agudo128 da asma34 e dispnéia129.
Pele e tecido subcutâneo119: escurecimento da pele32 da pálpebra e reação cutânea130 local na
pálpebra.
Musculoesquelético e tecido conjuntivo120: dor muscular/articulação131.
Geral: dor torácica não-específica.
O maleato de timolol (administração oftálmica):
Sistema imunológico132: sinais95 e sintomas100 de reações alérgicas sistêmicas incluindo anafilaxia133,
angioedema134, urticária135 e rash31 generalizado e localizado.
Metabolismo56 e nutrição117: anorexia136, sintomas100 mascarados de hipoglicemia101 em pacientes
diabéticos (vide "Advertências e Precauções - O maleato de timolol").
Psiquiátrico: alterações de comportamento e distúrbios psíquicos incluindo confusão,
alucinações137, ansiedade, desorientação, nervosismo e perda de memória; diminuição da
libido138; insônia e pesadelos.
Sistema nervoso48: isquemia139 cerebral, acidente vascular cerebral140, tontura124, aumento dos sinais95
e sintomas100 de miastenia106 grave (vide "Advertências e Precauções - O maleato de timolol"),
parestesia141, sonolência e síncope142.
Olhos5: edema macular91 cistóide; diminuição da sensibilidade da córnea20; descolamento
coroidal após cirurgia de filtração (vide "Advertências e Precauções - O maleato de timolol"),
ptose108 e distúrbios visuais incluindo alterações refratárias143, diplopia107 e olhos5 secos.
Ouvido e labirinto144: tinido.
Cardíaco: arritmia145, bradicardia35, parada cardíaca, insuficiência cardíaca36, bloqueio cardíaco146,
palpitação147 e piora da angina96 pectoris (vide "Advertências e Precauções - O maleato de
timolol").
Vascular118: claudicação148, mãos149 e pés frios, hipotensão97 e fenômeno de Raynaud150's.
Respiratório: broncospasmo (predominantemente em pacientes com doença
broncospasmódica preexistente) (vide "Advertências e Precauções - O maleato de timolol"),
tosse, dispnéia129, congestão nasal, edema pulmonar151 e insuficiência respiratória152.
Gastrintestinal: diarréia153, boca154 seca, dispnéia129, náusea155 e fibrose156 retroperitoneal157.
Pele e tecido subcutâneo119: alopecia158, pseudopenfigóide e rash31 psoriasiforme ou exacerbação
da psoríase159.
Musculoesquelético e tecido conjuntivo120: lúpus160 eritematoso161 sistêmico58.
Sistema reprodutivo: impotência162 e doença de Peyronie.
Geral: astenia163/fadiga164, dor torácica e edema122.

Posologia de Xalacom

Dose recomendada para adultos (incluindo idosos)
A dose recomendada é uma gota2 de Xalacom* (latanoprosta, maleato de timolol) no(s)
olho11(s) afetado(s), uma vez ao dia.
Não se deve exceder a dose de uma gota2 de Xalacom* no olho11 afetado por dia uma vez que
foi demonstrado que administrações mais freqüentes de latanoprosta diminui os efeitos da
redução da pressão intra-ocular.
Se uma dose for esquecida, o tratamento deve continuar com a próxima dose programada.
Se mais de um medicamento oftálmico tópico165 é utilizado, eles devem ser administrados com
um intervalo de pelo menos 5 minutos.
As lentes de contato devem ser removidas antes da instilação da solução oftálmica e podem
ser recolocados após 15 minutos (vide "Advertências e Precauções - Geral").
Uso em crianças
A segurança e a eficácia em crianças não foram estabelecidas.
Cuidados especiais para armazenamento
Xalacom* deve ser conservado sob refrigeração (entre 2 e 8ºC), protegido da luz. Após a
abertura do frasco, o produto pode ser conservado em temperatura ambiente (até 25ºC) por
até 10 semanas.

Superdosagem de Xalacom


Se superdosagem com Xalacom* ocorrer, o tratamento deve ser sintomático166.
Informações a respeito de superdosagem com os componentes individuais são
proporcionadas a seguir:
A latanoprosta
Além da irritação ocular e hiperemia21 conjuntival, não são conhecidos outros efeitos adversos
oculares no caso de superdosagem com a latanoprosta.
Se a latanoprosta for acidentalmente ingerida, as seguintes informações podem ser úteis:
um frasco de 2,5 mL contém 125 mg de latanoprosta. Mais de 90% é metabolizada durante
a primeira passagem pelo fígado57. A infusão intravenosa de 3 mcg/kg em voluntários sadios
não induziu sintomas100, mas uma dose de 5,5-10 mcg/kg causou náusea155, dor abdominal,
tontura124, fadiga164, ondas de calor e sudorese167. Contudo, em pacientes com asma34 brônquica
moderada, a latanoprosta não induziu broncoconstrição quando aplicada topicamente, por
via oftálmica, em uma dose equivalente a sete vezes a dose clínica (vide "Dados de
Segurança Pré-Clínicos - A latanoprosta - Efeitos Sistêmicos62/Oculares").
O maleato de timolol
Houve relatos de superdosagem inadvertida com maleato de timolol solução oftálmica
resultando em efeitos sistêmicos62 similares daqueles observados com os agentes
bloqueadores beta-adrenérgicos46 tais como tontura124, dor de cabeça29, deficiência respiratória,
bradicardia35, broncospasmo e parada cardíaca (vide "Reações Adversas - O maleato de
timolol").
Um estudo de hemodiálise168 in vitro mostrou que o timolol foi rapidamente dialisado do plasma55
humano ou sangue169 total.
Um estudo com pacientes com insuficiência renal170 demonstrou que timolol não foi
rapidamente dialisado.

PARTE IV

ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO E, EMBORA AS PESQUISAS
REALIZADAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA QUANDO
CORRETAMENTE INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES ADVERSAS
IMPREVISÍVEIS AINDA NÃO DESCRITAS OU CONHECIDAS. EM CASO DE SUSPEITA
DE REAÇÃO ADVERSA, O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER NOTIFICADO.
MS - 1.0216.0149

Farmacêutico Responsável: José Francisco Bomfim - CRF-SP nº 7009
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
Número do lote e data de fabricação: vide embalagem externa.
Produto fabricado e embalado por:
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Puurs - Bélgica
Distribuído por:
LABORATÓRIOS PFIZER LTDA.
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CEP 07190-001 - Guarulhos - SP
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* Marca depositada
S.A.C. Linha Pfizer 0800-16-7575

Xalacom - Laboratório

PFIZER
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Complementos

1 Ácido clorídrico: Ácido clorídrico ou ácido muriático é uma solução aquosa, ácida e queimativa, normalmente utilizado como reagente químico. É um dos ácidos que se ioniza completamente em solução aquosa.
2 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
3 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
4 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
5 Olhos:
6 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
7 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
8 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
9 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
10 Colírio: Preparação farmacológica líquida na qual se encontram dissolvidas diferentes drogas que atuam na conjuntiva ocular.
11 Olho: s. m. (fr. oeil; ing. eye). Órgão da visão, constituído pelo globo ocular (V. este termo) e pelos diversos meios que este encerra. Está situado na órbita e ligado ao cérebro pelo nervo óptico. V. ocular, oftalm-. Sinônimos: Olhos
12 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
13 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
14 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
15 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
16 Blefarite: Inflamação do bordo externo das pálpebras ou pestanas. Também conhecida como palpebrite, sapiranga, sapiroca ou tarsite.
17 Catarata: Opacificação das lentes dos olhos (opacificação do cristalino).
18 Conjuntiva: Membrana mucosa que reveste a superfície posterior das pálpebras e a superfície pericorneal anterior do globo ocular.
19 Conjuntivite: Inflamação da conjuntiva ocular. Pode ser produzida por alergias, infecções virais, bacterianas, etc. Produz vermelhidão ocular, aumento da secreção e ardor.
20 Córnea: Membrana fibrosa e transparente presa à esclera, constituindo a parte anterior do olho.
21 Hiperemia: Congestão sanguínea em qualquer órgão ou parte do corpo.
22 Íris: Membrana arredondada, retrátil, diversamente pigmentada, com um orifício central, a pupila, que se situa na parte anterior do olho, por trás da córnea e à frente do cristalino. A íris é a estrutura que dá a cor ao olho. Ela controla a abertura da pupila, regulando a quantidade de luz que entra no olho.
23 Fotofobia: Dor ocular ou cefaléia produzida perante estímulos visuais. É um sintoma freqüente na meningite, hemorragia subaracnóidea, enxaqueca, etc.
24 Campo visual: É toda a área que é visível com os olhos fixados em determinado ponto.
25 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
26 Sinusite: Infecção aguda ou crônica dos seios paranasais. Podem complicar o curso normal de um resfriado comum, acompanhando-se de febre e dor retro-ocular.
27 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
28 Hipercolesterolemia: Aumento dos níveis de colesterol do sangue. Está associada a uma maior predisposição ao desenvolvimento de aterosclerose.
29 Cabeça:
30 Hipertricose: É a transformação de pêlos velus (de textura fina e distribuídos em todo o corpo) em pêlos terminais (mais grossos e escuros). Não é causada por um aumento na produção de androgênios, podendo ser congênita ou adquirida. A hipertricose adquirida pode ser ocasionada por ingestão de medicamentos, algumas doenças metabólicas, como hipotireoidismo e porfirias, ou doenças nutricionais, como anorexia, desnutrição ou síndromes de má absorção.
31 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
32 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
33 Artrite: Inflamação de uma articulação, caracterizada por dor, aumento da temperatura, dificuldade de movimentação, inchaço e vermelhidão da área afetada.
34 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
35 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
36 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
37 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
38 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
39 Prostaglandina: É qualquer uma das várias moléculas estruturalmente relacionadas, lipossolúveis, derivadas do ácido araquidônico. Ela tem função reguladora de diversas vias metabólicas.
40 Agonista: 1. Em farmacologia, agonista refere-se às ações ou aos estímulos provocados por uma resposta, referente ao aumento (ativação) ou diminuição (inibição) da atividade celular. Sendo uma droga receptiva. 2. Lutador. Na Grécia antiga, pessoa que se dedicava à ginástica para fortalecer o físico ou como preparação para o serviço militar.
41 Drenagem: Saída ou retirada de material líquido (sangue, pus, soro), de forma espontânea ou através de um tubo colocado no interior da cavidade afetada (dreno).
42 Malha Trabecular: Estrutura porosa, que se localiza ao redor de toda a circunferência da câmara anterior, através da qual o humor aquoso é drenado para o canal de Schlemm.
43 Humor aquoso: Fluido aquosa e claro que preenche as câmaras anterior e posterior do olho. Apresenta um índice de refração menor que o cristalino, o qual está envolvido pelo humor aquoso, e está relacionado com o metabolismo da córnea e do cristalino.
44 Humoral: 1. Relativo a humor. 2. Em fisiologia, relativo a ou próprio do conjunto de líquidos do organismo (sangue, linfa, líquido cefalorraquidiano).
45 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
46 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
47 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
48 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
49 Simpático: 1. Relativo à simpatia. 2. Que agrada aos sentidos; aprazível, atraente. 3. Em fisiologia, diz-se da parte do sistema nervoso vegetativo que põe o corpo em estado de alerta e o prepara para a ação.
50 Brônquios: A maior passagem que leva ar aos pulmões originando-se na bifurcação terminal da traquéia. Sinônimos: Bronquíolos
51 Bronquíolos: A maior passagem que leva ar aos pulmões originando-se na bifurcação terminal da traquéia.
52 Fator de risco: Qualquer coisa que aumente a chance de uma pessoa desenvolver uma doença.
53 Patogênese: Modo de origem ou de evolução de qualquer processo mórbido; nosogenia, patogênese, patogenesia.
54 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
55 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
56 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
57 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
58 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
59 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
60 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
61 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
62 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
63 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
64 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
65 Fissura: 1. Pequena abertura longitudinal em; fenda, rachadura, sulco. 2. Em geologia, é qualquer fratura ou fenda pouco alargada em terreno, rocha ou mesmo mineral. 3. Na medicina, é qualquer ulceração alongada e superficial. Também pode significar uma fenda profunda, sulco ou abertura nos ossos; cesura, cissura. 4. Rachadura na pele calosa das mãos ou dos pés, geralmente de pessoas que executam trabalhos rudes. 5. Na odontologia, é uma falha no esmalte de um dente. 6. No uso informal, significa apego extremo; forte inclinação; loucura, paixão, fissuração.
66 Mutação: 1. Ato ou efeito de mudar ou mudar-se. Alteração, modificação, inconstância. Tendência, facilidade para mudar de ideia, atitude etc. 2. Em genética, é uma alteração súbita no genótipo de um indivíduo, sem relação com os ascendentes, mas passível de ser herdada pelos descendentes.
67 Mutação genética: É uma alteração súbita no genótipo de um indivíduo, sem relação com os ascendentes, mas passível de ser herdada pelos descendentes.
68 Linfoma: Doença maligna que se caracteriza pela proliferação descontrolada de linfócitos ou seus precursores. A pessoa com linfoma pode apresentar um aumento de tamanho dos gânglios linfáticos, do baço, do fígado e desenvolver febre, perda de peso e debilidade geral.
69 Prostaglandinas: É qualquer uma das várias moléculas estruturalmente relacionadas, lipossolúveis, derivadas do ácido araquidônico. Ela tem função reguladora de diversas vias metabólicas.
70 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
71 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
72 Pólipos: 1. Em patologia, é o crescimento de tecido pediculado que se desenvolve em uma membrana mucosa (por exemplo, no nariz, bexiga, reto, etc.) em resultado da hipertrofia desta membrana ou como um tumor verdadeiro. 2. Em celenterologia, forma individual, séssil, típica dos cnidários, que se caracteriza pelo corpo formado por um tubo ou cilindro, cuja extremidade oral, dotada de boca e tentáculos, é dirigida para cima, e a extremidade oposta, ou aboral, é fixa.
73 Útero: Orgão muscular oco (de paredes espessas), na pelve feminina. Constituído pelo fundo (corpo), local de IMPLANTAÇÃO DO EMBRIÃO e DESENVOLVIMENTO FETAL. Além do istmo (na extremidade perineal do fundo), encontra-se o COLO DO ÚTERO (pescoço), que se abre para a VAGINA. Além dos istmos (na extremidade abdominal superior do fundo), encontram-se as TUBAS UTERINAS.
74 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
75 Prolactina: Hormônio secretado pela adeno-hipófise. Estimula a produção de leite pelas glândulas mamárias. O aumento de produção da prolactina provoca a hiperprolactinemia, podendo causar alteração menstrual e infertilidade nas mulheres. No homem, gera impotência sexual (por prejudicar a produção de testosterona) e ginecomastia (aumento das mamas).
76 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
77 Neoplásicas: Que apresentam neoplasias, ou seja, que apresentam processo patológico que resulta no desenvolvimento de neoplasma ou tumor. Um neoplasma é uma neoformação de crescimento anormal, incontrolado e progressivo de tecido, mediante proliferação celular.
78 Placa: 1. Lesão achatada, semelhante à pápula, mas com diâmetro superior a um centímetro. 2. Folha de material resistente (metal, vidro, plástico etc.), mais ou menos espessa. 3. Objeto com formato de tabuleta, geralmente de bronze, mármore ou granito, com inscrição comemorativa ou indicativa. 4. Chapa que serve de suporte a um aparelho de iluminação que se fixa em uma superfície vertical ou sobre uma peça de mobiliário, etc. 5. Placa de metal que, colocada na dianteira e na traseira de um veículo automotor, registra o número de licenciamento do veículo. 6. Chapa que, emitida pela administração pública, representa sinal oficial de concessão de certas licenças e autorizações. 7. Lâmina metálica, polida, usualmente como forma em processos de gravura. 8. Área ou zona que difere do resto de uma superfície, ordinariamente pela cor. 9. Mancha mais ou menos espessa na pele, como resultado de doença, escoriação, etc. 10. Em anatomia geral, estrutura ou órgão chato e em forma de placa, como uma escama ou lamela. 11. Em informática, suporte plano, retangular, de fibra de vidro, em que se gravam chips e outros componentes eletrônicos do computador. 12. Em odontologia, camada aderente de bactérias que se forma nos dentes.
79 Cepas: Cepa ou estirpe é um termo da biologia e da genética que se refere a um grupo de descendentes com um ancestral comum que compartilham semelhanças morfológicas e/ou fisiológicas.
80 Cepa: Cepa ou estirpe é um termo da biologia e da genética que se refere a um grupo de descendentes com um ancestral comum que compartilham semelhanças morfológicas e/ou fisiológicas.
81 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
82 Malformações: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
83 Pressão intraocular: É a medida da pressão dos olhos. É a pressão do líquido dentro do olho.
84 Melanina: Cada uma das diversas proteínas de cor marrom ou preta, encontrada como pigmento em vegetais e animais.
85 Melanócitos: Células da pele que produzem o pigmento melanina.
86 Nevos: Popularmente conhecidos como “pintas“ ou sinais de nascença“. São manchas na pele que podem ser uma lesão plana ou elevada, pigmentada (de cor marrom, cinza, azul ou preto) ou não e podem apresentar potencial de malignização dependendo do tipo.
87 Câmara Anterior: Espaço localizado no olho, preenchido com humor aquoso, limitado anteriormente pela córnea e uma pequena porção da esclera, e posteriormente por uma pequena porção do corpo ciliar, pela íris e pela parte do cristalino que se apresenta através da pupila.
88 Cílios: Populações de processos móveis e delgados que são encontrados revestindo a superfície dos ciliados (CILIÓFOROS) ou a superfície livre das células e que constroem o EPITÉLIO ciliado. Cada cílio nasce de um grânulo básico na camada superficial do CITOPLASMA. O movimento dos cílios propele os ciliados através do líquido no qual vivem. O movimento dos cílios em um epitélio ciliado serve para propelir uma camada superficial de muco ou fluido.
89 Lanugem: Lanugo ou lanugem são pelos curtos, finos, macios e sem pigmentação que cobrem o corpo do feto durante a gravidez. Estes pelos, na maioria das vezes, desaparecem no sétimo ou oitavo mês de gestação. Alguns recém-nascidos ainda apresentam esses pelos finos ao nascer, que desaparecem em dias ou semanas.
90 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
91 Edema macular: Inchaço na mácula.
92 Cristalino: 1. Lente gelatinosa, elástica e convergente que focaliza a luz que entra no olho, formando imagens na retina. A distância focal do cristalino é modificada pelo movimento dos músculos ciliares, permitindo ajustar a visão para objetos próximos ou distantes. Isso se chama de acomodação do olho à distância do objeto. 2. Diz-se do grupo de cristais cujos eixos cristalográficos são iguais nas suas relações angulares gerais constantes 3. Diz-se de rocha constituída quase que totalmente por cristais ou fragmentos de cristais 4. Diz-se do que permite que passem os raios de luz e em consequência que se veja através dele; transparente. 5. Límpido, claro como o cristal.
93 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.
94 Congênito: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
95 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
96 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
97 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
98 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
99 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
100 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
101 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
102 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
103 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
104 Alérgenos: Substância capaz de provocar reação alérgica em certos indivíduos.
105 Adrenalina: 1. Hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais. Atua no mecanismo da elevação da pressão sanguínea, é importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos. Usualmente utilizado como estimulante cardíaco, como vasoconstritor nas hemorragias da pele, para prolongar os efeitos de anestésicos locais e como relaxante muscular na asma brônquica. 2. No sentido informal significa disposição física, emocional e mental na realização de tarefas, projetos, etc. Energia, força, vigor.
106 Miastenia: Perda das forças musculares ocasionada por doenças musculares inflamatórias. Por ex. Miastenia Gravis. A debilidade pode predominar em diferentes grupos musculares segundo o tipo de afecção (debilidade nos músculos extrínsecos do olho, da pelve, ou dos ombros, etc.).
107 Diplopia: Visão dupla.
108 Ptose: Literalmente significa “queda” e aplica-se em distintas situações para significar uma localização inferior de um órgão ou parte dele (ptose renal, ptose palpebral, etc.).
109 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
110 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
111 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
112 Adrenérgico: Que age sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
113 Midríase: Dilatação da pupila. Ela pode ser fisiológica, patológica ou terapêutica.
114 Inibidores da monoaminoxidase: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
115 Hipoglicemiante: Medicamento que contribui para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais, sendo capaz de diminuir níveis de glicose previamente elevados.
116 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
117 Nutrição: Incorporação de vitaminas, minerais, proteínas, lipídios, carboidratos, oligoelementos, etc. indispensáveis para o desenvolvimento e manutenção de um indivíduo normal.
118 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
119 Pele e Tecido Subcutâneo: Revestimento externo do corpo composto por PELE, seus acessórios (CABELO, UNHAS, GLÂNDULAS SEBÁCEAS e GLÂNDULAS SUDORÍPARAS) e seus ductos.
120 Tecido conjuntivo: Tecido que sustenta e conecta outros tecidos. Consiste de CÉLULAS DO TECIDO CONJUNTIVO inseridas em uma grande quantidade de MATRIZ EXTRACELULAR.
121 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
122 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
123 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
124 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
125 Irite: Inflamação da íris, iridite.
126 Uveíte: Uveíte é uma inflamação intraocular que compromete total ou parcialmente a íris, o corpo ciliar e a coroide (o conjunto dos três forma a úvea), com envolvimento frequente do vítreo, retina e vasos sanguíneos.
127 Sistema Respiratório: Órgãos e estruturas tubulares e cavernosas, por meio das quais a ventilação pulmonar e as trocas gasosas entre o ar externo e o sangue são realizadas.
128 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
129 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
130 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
131 Articulação: 1. Ponto de contato, de junção de duas partes do corpo ou de dois ou mais ossos. 2. Ponto de conexão entre dois órgãos ou segmentos de um mesmo órgão ou estrutura, que geralmente dá flexibilidade e facilita a separação das partes. 3. Ato ou efeito de articular-se. 4. Conjunto dos movimentos dos órgãos fonadores (articuladores) para a produção dos sons da linguagem.
132 Sistema imunológico: Sistema de defesa do organismo contra infecções e outros ataques de micro-organismos que enfraquecem o nosso corpo.
133 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
134 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
135 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
136 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
137 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
138 Libido: Desejo. Procura instintiva do prazer sexual.
139 Isquemia: Insuficiência absoluta ou relativa de aporte sanguíneo a um ou vários tecidos. Suas manifestações dependem do tecido comprometido, sendo a mais frequente a isquemia cardíaca, capaz de produzir infartos, isquemia cerebral, produtora de acidentes vasculares cerebrais, etc.
140 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
141 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
142 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
143 Refratárias: 1. Que resiste à ação física ou química. 2. Que resiste às leis ou a princípios de autoridade. 3. No sentido figurado, que não se ressente de ataques ou ações exteriores; insensível, indiferente, resistente. 4. Imune a certas doenças.
144 Labirinto: 1. Vasta construção de passagens ou corredores que se entrecruzam de tal maneira que é difícil encontrar um meio ou um caminho de saída. 2. Anatomia: conjunto de canais e cavidades entre o tímpano e o canal auditivo, essencial para manter o equilíbrio físico do corpo. 3. Sentido figurado: coisa complicada, confusa, de difícil solução. Emaranhado, imbróglio.
145 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
146 Bloqueio cardíaco: Transtorno da condução do impulso elétrico no tecido cardíaco especializado, manifestado por uma diminuição variável da freqüência dos batimentos cardíacos.
147 Palpitação: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
148 Claudicação: 1. Falta de certeza; vacilação, hesitação. 2. No sentido figurado, pequeno erro; deslize, falta. 3. Pequena falha ou deficiência; imperfeição.
149 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
150 Fenômeno de Raynaud: O fenômeno de Raynaud (ou Raynaud secundário) ocorre subsequentemente a um grande grupo de doenças, como artrite, vasculite, esclerodermia, dentre outras. Esta forma de Raynaud pode progredir para necrose e gangrena dos dedos.
151 Edema pulmonar: Acúmulo anormal de líquidos nos pulmões. Pode levar a dificuldades nas trocas gasosas e dificuldade respiratória.
152 Insuficiência respiratória: Condição clínica na qual o sistema respiratório não consegue manter os valores da pressão arterial de oxigênio (PaO2) e/ou da pressão arterial de gás carbônico (PaCO2) dentro dos limites da normalidade, para determinada demanda metabólica. Como a definição está relacionada à incapacidade do sistema respiratório em manter níveis adequados de oxigenação e gás carbônico, foram estabelecidos, para sua caracterização, pontos de corte na gasometria arterial: PaO2 50 mmHg.
153 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
154 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
155 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
156 Fibrose: 1. Aumento das fibras de um tecido. 2. Formação ou desenvolvimento de tecido conjuntivo em determinado órgão ou tecido como parte de um processo de cicatrização ou de degenerescência fibroide.
157 Retroperitoneal: Área que ocupa a região mais posterior da CAVIDADE ABDOMINAL. Esta área limita-se lateralmente pelas bordas dos músculos quadrados lombares e se estende do DIAFRAGMA à borda da PELVE verdadeira, continuando então como espaço extraperitoneal pélvico.
158 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
159 Psoríase: Doença imunológica caracterizada por lesões avermelhadas com descamação aumentada da pele dos cotovelos, joelhos, couro cabeludo e costas juntamente com alterações das unhas (unhas em dedal). Evolui através do tempo com melhoras e pioras, podendo afetar também diferentes articulações.
160 Lúpus: 1. É uma inflamação crônica da pele, caracterizada por ulcerações ou manchas, conforme o tipo específico. 2. Doença autoimune rara, mais frequente nas mulheres, provocada por um desequilíbrio do sistema imunológico. Nesta patologia, a defesa imunológica do indivíduo se vira contra os tecidos do próprio organismo como pele, articulações, fígado, coração, pulmão, rins e cérebro. Essas múltiplas formas de manifestação clínica, às vezes, podem confundir e retardar o diagnóstico. Lúpus exige tratamento cuidadoso por médicos especializados no assunto.
161 Eritematoso: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
162 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
163 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
164 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
165 Tópico: Referente a uma área delimitada. De ação limitada à mesma. Diz-se dos medicamentos de uso local, como pomadas, loções, pós, soluções, etc.
166 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
167 Sudorese: Suor excessivo
168 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
169 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
170 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.

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