OPRAZON

ARISTON

Atualizado em 09/12/2014

OPRAZON®
Omeprazol
20mg - 40 mg

Forma Farmacêutica e Apresentação de Oprazon

liofilizado1 injetável: Embalagem com 20 frascos-ampolas acompanhados de diluentes de 10 ml. USO ADULTO

Composição de Oprazon

Cada cápsula contém:
Omeprazol....................20mg
Excipiente q.s.p....................1 cápsula
Cada frasco-ampola contém:
Omeprazol (como sal sódico liofilizado1) ....................40 mg
Cada ampola de diluente contém:
Diluente para omeprazol q.s.p. ....................10 ml

Informações ao Paciente de Oprazon

•  O produto deve ser mantido em local fresco.•  Ao adquirir um medicamento, verifique o prazo de validade na embalagem. O produto mantém sua estabilidade, desde que sejam observados os cuidados de conservação indicados. Não utilize medicamentos após vencido o prazo de validade.
•  Informe seu médico a ocorrência de gravidez2 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando.
•  Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
•  Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
•  Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis com o uso do produto.
•  TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
•  Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
•  NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE3.

Informações Técnicas de Oprazon

Características de Oprazon

O omeprazol age por inibição da enzima4 H+, K+ ATPase ("bomba de prótons") localizada na membrana apical das células5 parietal do estômago6, e é responsável por uma das etapas finais no mecanismo de produção de ácido a nível gástrico. Através dessa forma seletiva, há diminuição da acidez tanto pela redução da secreção ácido basal como do estimulado pela pentagastrina. O omeprazol atua de forma específica não possuindo ação sobre receptores de acetilcolina7 e histamina8.O omeprazol produz somente pequenas mudanças no volume do suco gástrico ou na secreção da pepsina e fatores intrínsico: a motilidade gástrica não é afetada.
O início da ação é rápida. Após administração oral, a absorção é geralmente completada em 3 - 6 horas. E metabolizada no fígado9 e aproximadamente 80% são excretados na urina10 e o restante nas fezes.

Indicações de Oprazon

O omeprazol está indicado para tratamento de úlcera duodenal11, úlcera gástrica12, esofagite de refluxo13, síndrome14 de Zöllinger-Ellison, tratamento de manutenção para prevenção de recidiva15 em pacientes com úlcera duodenal11, tratamento de manutenção para pacientes16 com esofagite de refluxo13 cicatrizada.

Contra-Indicações de Oprazon

O omeprazol é contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade à droga.

Precauções e Advertências de Oprazon

Recomenda-se verificar cuidadosamente a sensibilidade do paciente à droga.
Não deve ser usado durante a gravidez2 e durante a lactação17, a menos que seja absolutamente necessário.
Ainda não se dispõem de estudos que permitam indicar seu uso em crianças.
Deve ser administrado com supervisão, em indivíduos com funções hepática18 e renal19 alteradas.
Na presença de úlcera gástrica12, a possibilidade de malignidade da lesão20 deve ser precocemente afastada, uma vez que o tratamento com o omeprazol pode aliviar os sintomas21 e retardar o diagnóstico22 desta patologia23.

Reações Adversas de Oprazon

As reações adversas não são freqüentes e quando presentes, geralmente têm intensidade leve, desaparecendo com a continuação do tratamento ou após a suspensão do mesmo.Foram relatados em alguns casos: náuseas24, cefaléia25, diarréia26, flatulência, cólicas27 abdominais, fraqueza, vertigem28 e erupção29 cutânea30.

Interações Medicamentosas de Oprazon

O omeprazol pode prolongar o tempo de eliminação do diazepam, da warfarina e da fenitoína, drogas que são metabolizadas por oxidação hepática18.
Durante o tratamento concomitante de omeprazol e claritromicina ocorre um aumento da concentração plasmática de ambas. Pode haver interação medicamentosa com outras drogas que também sejam metabolizadas através do sistema enzimático do citocromo P450.

Posologia e Modo de Usar de Oprazon

Administração endovenosa:Nos pacientes que por algum motivo o tratamento por via oral não estiver indicado, como por exemplo, naqueles gravemente enfermos, recomenda-se a administração endovenosa de 40 mg. A injeção31 deve ser administrada lentamente durante 2,5 minutos na razão máxima de 4 ml/min. Dose de 40 mg a 80 mg ou 120 mg/dia.
Instruções para uso da injeção31 endovenosa:
Para obter a solução para injeção31 endovenosa do produto, reconstituir o liofilizado1 do frasco-ampola com o diluente apropriado que o acompanha. O produto após reconstituido deve ser utilizado imediatamente.
PARA RECONSTITUIÇÃO DO OMEPRAZOL UTILIZAR SOMENTE O DILUENTE QUE O ACOMPANHA. NENHUM OUTRO DILUENTE DEVE SER UTILIZADO.

Superdosagem de Oprazon

Não existem relatos sobre os efeitos de doses excessivas em humanos. Doses únicas endovenosa de até 80 mg têm sido bem toleradas. Numa eventual superdosagem o tratamento deve ser sintomático32 e de suporte.

Pacientes Idosos de Oprazon

O produto pode ser utilizado por pacientes com idade acima de 65 anos, desde que se observe as precauções necessárias.

M.S. 1.0270.0100
Farm. Resp.: Drª Eliana de Paula D. Oriolo - CRF-SP nº 6.704
Ariston Indústrias Químicas e Farmacêuticas Ltda.
Rua Adherbal Stresser, 84 - Jardim Arpoador
São Paulo - SP - CEP 05566-000
Serviço ao Consumidor Ariston: 0800-55-6222
C.N.P.J. 61.391.769/0001-72 - Indústria Brasileira
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
Lote, fabricação e validade: vide embalagem

OPRAZON - Laboratório

ARISTON
Rua Adherbal Stresser, 84
São Paulo/SP - CEP: 05566-000
Tel: (011 )810-1079
Fax: (011 )810-2894
Site: http://www.ariston.com.br/

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Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Liofilizado: Submetido à liofilização, que é a desidratação de substâncias realizada em baixas temperaturas, usada especialmente na conservação de alimentos, em medicamentos, etc.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
4 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
5 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
6 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
7 Acetilcolina: A acetilcolina é um neurotransmissor do sistema colinérgico amplamente distribuído no sistema nervoso autônomo.
8 Histamina: Em fisiologia, é uma amina formada a partir do aminoácido histidina e liberada pelas células do sistema imunológico durante reações alérgicas, causando dilatação e maior permeabilidade de pequenos vasos sanguíneos. Ela é a substância responsável pelos sintomas de edema e irritação presentes em alergias.
9 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
10 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
11 Úlcera duodenal: Lesão na mucosa do duodeno – parte inicial do intestino delgado.
12 Úlcera gástrica: Lesão na mucosa do estômago. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100 % dos casos.
13 Esofagite de refluxo: É uma inflamação na mucosa do esôfago (camada que reveste o esôfago) causada pelo refluxo (retorno) do conteúdo gástrico ao esôfago. Se não tratada pode causar danos, desde o estreitamento (estenose) do esôfago - o que irá causar dificuldades na deglutição dos alimentos - até o câncer. Portadores de hérnia do hiato (projeção do estômago para o tórax), obesos, sedentários, fumantes, etilistas, pessoas tensas ou ansiosas têm maior predisposição à esofagite de refluxo.
14 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
15 Recidiva: 1. Em medicina, é o reaparecimento de uma doença ou de um sintoma, após período de cura mais ou menos longo; recorrência. 2. Em direito penal, significa recaída na mesma falta, no mesmo crime; reincidência.
16 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
17 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
18 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
19 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
20 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
21 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
22 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
23 Patologia: 1. Especialidade médica que estuda as doenças e as alterações que estas provocam no organismo. 2. Qualquer desvio anatômico e/ou fisiológico, em relação à normalidade, que constitua uma doença ou caracterize determinada doença. 3. Por extensão de sentido, é o desvio em relação ao que é próprio ou adequado ou em relação ao que é considerado como o estado normal de uma coisa inanimada ou imaterial.
24 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
25 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
26 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
27 Cólicas: Dor aguda, produzida pela dilatação ou contração de uma víscera oca (intestino, vesícula biliar, ureter, etc.). Pode ser de início súbito, com exacerbações e períodos de melhora parcial ou total, nos quais o paciente pode estar sentindo-se bem ou apresentar dor leve.
28 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
29 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
30 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
31 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
32 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.

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