OESTROGEL

FARMOQUIMICA

Atualizado em 09/12/2014

OESTROGEL - 17-ß estradiol®

USO ADULTO

Composição de Oestrogel

Cada 1g do gel contém:17-b estradiol      0,6 mg
Excipientes (carbômero 980, trolamina, etanol 96%, água purificada) qsp. 1 g.

Indicações de Oestrogel

Correções da deficiência estrogênica e de sintomas1 de falta de estrogênio, especialmente aqueles relativos à menopausa2 natural ou cirúrgica: sintomas1 vasomotores (ondas de calor, transpiração3 noturna), problemas tróficos geniturinários (atrofia4 vulvovaginal, dispareunia, incontinência urinária5) e problemas psicológicos (distúrbio no sono, astenia6 dentre outros). Prevenção da perda óssea pós-menopáusica.

Contra-Indicações de Oestrogel

Esse medicamento não deve ser receitado nas seguintes situações:

   * doença tromboembólica venosa atual;    * doença trombótica7 arterial recente (particularmente, acidentes vasculares8 cerebrais ou coronários);
   * doença cardíaca embólica;
   * doença estrogênio-dependente maligna suspeita ou conhecida (por exemplo: câncer9 de útero10 ou de mama11);
   * sangramento vaginal não diagnosticado;
   * doença hepática12 grave;
   * gravidez13 e hipersensibilidade a quaisquer dos componentes da fórmula.

Advertências de Oestrogel

Em algumas pacientes a absorção de estradiol é insuficiente pela via transcutânea. Nesses casos, se os sintomas1 relacionados à deficiência de estrogênio persistirem, recomenda-se o uso de uma dose maior, outra forma ou outra via de administração do hormônio14.
Como o risco de câncer9 endometrial aumenta após o uso prolongado e isolado de estrogênios, é altamente recomendado associar um progestogênio durante pelo menos 12 dias de cada ciclo mensal de tratamento, em pacientes que têm útero10 intacto ou tecido15 endometrial.
Antes de começar ou mudar o tratamento hormonal da menopausa2 (TH), é essencial realizar um exame clínico e ginecológico completo (a história familiar anterior também deve ser conhecida), levando-se em conta as contra-indicações e cuidados especiais. Um exame das mamas16 e mamografia17 também são necessários.
Durante todo o tratamento, exames regulares devem ser feitos, sendo a freqüência destes adaptada à necessidade de cada paciente.
Os resultados de uma meta-análise de 51 estudos epidemiológicos mostram que a probabilidade de diagnosticar um câncer9 de mama11 aumenta pouco ou moderadamente em mulheres atualmente ou recentemente tratadas com TH.

Precauções de Oestrogel

Exame médico e mamografia17 devem ser efetuados antes e periodicamente durante o processo de terapia estrogênica. Atenção especial deve ser dada às mamas16, útero10, pressão arterial18 e peso corporal.O tratamento hormonal deveria ser instituído somente após avaliação da situação cardiovascular e/ou metabólica da paciente e deve haver monitorização cuidadosa nas seguintes situações:

   * acidente cerebral isquêmico19 ou hemorrágico20;
   * oclusão da veia central da retina21 (história de episódio prévio destas situações);
   * obesidade22, devido ao risco de trombose23 venosa;
   * confinamento ao leito e cirurgia (é aconselhável parar o tratamento um mês antes da cirurgia planejada);
   * diabetes24 complicado (especialmente na presença de uma microangiopatia);
   * pressão arterial18 alta.

Os benefícios e riscos do tratamento devem ser avaliados e monitorados cuidadosamente em pacientes com as seguintes condições:

   * endometriose25 hiperplasia endometrial26;
   * fibroma27 uterino;
   * tumores benignos da pele28;
   * lúpus29 eritrematoso sistêmico30;
   * tumor31 da hipófise32 secretor de prolactina33, porfiria34.

Pacientes com as seguintes condições também merecem monitorização cuidadosa:

   * colestase35 recorrente ou prurido36 reincidente durante a gravidez13;
   * insuficiência renal37, epilepsia38, asma39, história familiar de câncer9 de mama11, doença de fígado40 ou otospongiose.

Gravidez13 e lactação41:

Informar ao médico caso ocorra gravidez13 durante o tratamento e se caso ocorra o tratamento deverá ser interrompido.

Interações medicamentosas e outras formas de interação:

associação que requer precauções especiais:

Indutores enzimáticos:

Anticonvulsivantes (carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, primidona), barbituratos, griseofulvina, rifabutina, rifampicina: risco de redução da eficácia do estrogênio. Embora a existência de tais interações ainda não esteja descrita com estrogênio por via percutânea, poderá ser necessário monitoramento clínico e possível ajuste na dose de estrogênio.

Posologia de Oestrogel

O gel é apresentado em tubo de alumínio com uma régua dosadora onde cada quantidade da régua libera 2,5 g do gel por dia, igual a 1,50 mg de estradiol. A posologia média é de 2,5 g de gel por dia, ou seja, uma medida da régua para o período de 24 a 28 dias por mês. Se necessário, a dose pode ser readaptada após 2 ou 3 ciclos de tratamento, de acordo com os sintomas1 clínicos e avaliação do médico, a saber:

   * redução na dose em caso de sintomas1 de excesso de estrogênio, tais como: dor e tensão mamária, distensão abdominal e pélvica42, ansiedade, nervosismo ou agressividade;
   * um aumento na dose em caso de sintomas1 de estrogênio insuficiente, tal como persistência das ondas de calor, secura vaginal, dores de cabeça43 e distúrbio do sono, astenia6, alteração do humor.

Um tratamento com progestogênio deverá ser associado por pelo menos 12 dias por mês, em casos de pacientes com útero10 intacto. Pode ocorrer após cada período de interrupção do tratamento um sangramento por privação (semelhante à menstruação44). O gel é aplicado pela própria paciente na pele28 limpa, preferivelmente após o banho, pela manhã ou à noite, sobre o abdômen, as coxas, os braços ou a região lombar45, com exceção das mamas16. O gel não deve ser aplicado nas superfícies mucosas46. É desnecessário massagear, porém é aconselhável deixar o produto secar por aproximadamente 2 minutos antes de vestir-se. O gel não mancha. Evite o uso de outro produto no local escolhido para a aplicação do gel. Reações adversas: efeitos colaterais47 foram raramente observados.
Por precaução, é preferível interromper o tratamento em caso ou suspeita de:

   * acidente cardiovascular ou tromboembólico;
   * icterícia48 colestática;
   * mastopatia benigna;
   * tumor31 uterino (por exemplo: aumento no volume de um fibroma27);
   * adenoma49 hepático (podendo ocorrer hemorragia50 intraabdominal).

Galactorréia51:

Se este sintoma52 aparecer, deverá ser feita pesquisa sobre a existência de um adenoma49 hipofisário. Efeitos indesejáveis menores, porém, mais freqüentes, podem eventualmente provocar a interrupção do tratamento, mas levam geralmente à adaptação da posologia em função dos sinais53 de uma dosagem excessiva ou baixa.

Sinais53 de estrogênio insuficiente:

   * ondas de calor persistentes;
   * dores de cabeça43 como enxaquecas54;
   * secura vaginal;
   * irritação ocular devido a lentes de contato.

Sinais53 de estrogênio excessivo:

   * náusea55 e/ou vômito56;
   * cólicas57 abdominais;
   * flatulência;
   * tensão e dor mamária;
   * irritabilidade;
   * edema58;
   * peso nas pernas;
   * secreções aumentadas do muco cervical.

Outros efeitos indesejáveis:

   * Metrorragia59 (pesquisar patologia60 subjacente, em particular a endometriose25);
   * descontrole das crises de epilepsia38;
   * cloasma61 ou melasma62; alteração na menstruação44;
   * depressão.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

OESTROGEL - Laboratório

FARMOQUIMICA
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Complementos

1 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
2 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
3 Transpiração: 1. Ato ou efeito de transpirar. 2. Em fisiologia, é a eliminação do suor pelas glândulas sudoríparas da pele; sudação. Ou o fluido segregado pelas glândulas sudoríparas; suor. 3. Em botânica, é a perda de água por evaporação que ocorre na superfície de uma planta, principalmente através dos estômatos, mas também pelas lenticelas e, diretamente, pelas células epidérmicas.
4 Atrofia: 1. Em biologia, é a falta de desenvolvimento de corpo, órgão, tecido ou membro. 2. Em patologia, é a diminuição de peso e volume de órgão, tecido ou membro por nutrição insuficiente das células ou imobilização. 3. No sentido figurado, é uma debilitação ou perda de alguma faculdade mental ou de um dos sentidos, por exemplo, da memória em idosos.
5 Incontinência urinária: Perda do controle da bexiga que provoca a passagem involuntária de urina através da uretra. Existem diversas causas e tipos de incontinência e muitas opções terapêuticas. Estas vão desde simples exercícios de fisioterapia até complicadas cirurgias. As mulheres são mais freqüentemente acometidas por este problema.
6 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
7 Trombótica: Relativo à trombose, ou seja, à formação ou desenvolvimento de um trombo (coágulo).
8 Vasculares: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
9 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
10 Útero: Orgão muscular oco (de paredes espessas), na pelve feminina. Constituído pelo fundo (corpo), local de IMPLANTAÇÃO DO EMBRIÃO e DESENVOLVIMENTO FETAL. Além do istmo (na extremidade perineal do fundo), encontra-se o COLO DO ÚTERO (pescoço), que se abre para a VAGINA. Além dos istmos (na extremidade abdominal superior do fundo), encontram-se as TUBAS UTERINAS.
11 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
12 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
13 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
14 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
15 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
16 Mamas: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
17 Mamografia: Estudo radiológico que utiliza uma técnica especial para avaliar o tecido mamário. Permite diagnosticar tumores benignos e malignos em fase inicial na mama. É um exame que deve ser realizado por mulheres, como prevenção ao câncer.
18 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
19 Isquêmico: Relativo à ou provocado pela isquemia, que é a diminuição ou suspensão da irrigação sanguínea, numa parte do organismo, ocasionada por obstrução arterial ou por vasoconstrição.
20 Hemorrágico: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
21 Retina: Parte do olho responsável pela formação de imagens. É como uma tela onde se projetam as imagens: retém as imagens e as traduz para o cérebro através de impulsos elétricos enviados pelo nervo óptico. Possui duas partes: a retina periférica e a mácula.
22 Obesidade: Condição em que há acúmulo de gorduras no organismo além do normal, mais severo que o sobrepeso. O índice de massa corporal é igual ou maior que 30.
23 Trombose: Formação de trombos no interior de um vaso sanguíneo. Pode ser venosa ou arterial e produz diferentes sintomas segundo os territórios afetados. A trombose de uma artéria coronariana pode produzir um infarto do miocárdio.
24 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
25 Endometriose: Doença que acomete as mulheres em idade reprodutiva e consiste na presença de endométrio em locais fora do útero. Endométrio é a camada interna do útero que é renovada mensalmente pela menstruação. Os locais mais comuns da endometriose são: Fundo de Saco de Douglas (atrás do útero), septo reto-vaginal (tecido entre a vagina e o reto ), trompas, ovários, superfície do reto, ligamentos do útero, bexiga e parede da pélvis.
26 Hiperplasia endometrial: Caracterizada por alterações biomorfológicas do endométrio (estroma e glândulas), que variam desde um estado fisiológico exacerbado até o carcinoma “in situ”. É o resultado de uma estimulação estrogênica persistente na ausência ou insuficiência de estímulo progestínico.O fator prognóstico mais importante nas pacientes afetadas é a atipia celular: cerca de 20% das pacientes com hiperplasia atípica evoluem para câncer invasivo.
27 Fibroma: Neoplasia derivada do tecido fibroso. Incorretamente denominam-se assim os tumores benignos do músculo uterino, cujo nome correto seria mioma uterino.
28 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
29 Lúpus: 1. É uma inflamação crônica da pele, caracterizada por ulcerações ou manchas, conforme o tipo específico. 2. Doença autoimune rara, mais frequente nas mulheres, provocada por um desequilíbrio do sistema imunológico. Nesta patologia, a defesa imunológica do indivíduo se vira contra os tecidos do próprio organismo como pele, articulações, fígado, coração, pulmão, rins e cérebro. Essas múltiplas formas de manifestação clínica, às vezes, podem confundir e retardar o diagnóstico. Lúpus exige tratamento cuidadoso por médicos especializados no assunto.
30 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
31 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
32 Hipófise:
33 Prolactina: Hormônio secretado pela adeno-hipófise. Estimula a produção de leite pelas glândulas mamárias. O aumento de produção da prolactina provoca a hiperprolactinemia, podendo causar alteração menstrual e infertilidade nas mulheres. No homem, gera impotência sexual (por prejudicar a produção de testosterona) e ginecomastia (aumento das mamas).
34 Porfiria: Constituem um grupo de pelo menos oito doenças genéticas distintas, além de formas adquiridas, decorrentes de deficiências enzimáticas específicas na via de biossíntese do heme, que levam à superprodução e acumulação de precursores metabólicos, para cada qual correspondendo um tipo particular de porfiria. Fatores ambientais, tais como: medicamentos, álcool, hormônios, dieta, estresse, exposição solar e outros desempenham um papel importante no desencadeamento e curso destas doenças.
35 Colestase: Retardamento ou interrupção do fluxo nos canais biliares.
36 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
37 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
38 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
39 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
40 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
41 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
42 Pélvica: Relativo a ou próprio de pelve. A pelve é a cavidade no extremo inferior do tronco, formada pelos dois ossos do quadril (ilíacos), sacro e cóccix; bacia. Ou também é qualquer cavidade em forma de bacia ou taça (por exemplo, a pelve renal).
43 Cabeça:
44 Menstruação: Sangramento cíclico através da vagina, que é produzido após um ciclo ovulatório normal e que corresponde à perda da camada mais superficial do endométrio uterino.
45 Região Lombar:
46 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
47 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
48 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
49 Adenoma: Tumor do epitélio glandular de características benignas.
50 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
51 Galactorréia: Secreção mamária anormal de leite fora do período de amamentação. Pode ser produzida por distúrbios hormonais ou pela ação de medicamentos.
52 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
53 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
54 Enxaquecas: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
55 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
56 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
57 Cólicas: Dor aguda, produzida pela dilatação ou contração de uma víscera oca (intestino, vesícula biliar, ureter, etc.). Pode ser de início súbito, com exacerbações e períodos de melhora parcial ou total, nos quais o paciente pode estar sentindo-se bem ou apresentar dor leve.
58 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
59 Metrorragia: Hemorragia uterina produzida fora do período menstrual. Pode ser sinal de menopausa. Em certas ocasiões é produzida pela presença de tumor uterino ou nos ovários.
60 Patologia: 1. Especialidade médica que estuda as doenças e as alterações que estas provocam no organismo. 2. Qualquer desvio anatômico e/ou fisiológico, em relação à normalidade, que constitua uma doença ou caracterize determinada doença. 3. Por extensão de sentido, é o desvio em relação ao que é próprio ou adequado ou em relação ao que é considerado como o estado normal de uma coisa inanimada ou imaterial.
61 Cloasma: Manchas escuras na face. O seu surgimento está relacionado à gravidez. Além dos fatores hormonais e da exposição solar, a tendência genética e características raciais também influenciam o seu surgimento. O cloasma gravídico pode desaparecer espontaneamente após a gravidez, não exigindo, às vezes, nenhum tipo de tratamento.
62 Melasma: Manchas escuras na face. O seu surgimento está relacionado à gravidez ou ao uso de anticoncepcionais hormonais (pílula) e tem como fator desencadeante a exposição da pele ao sol. Quando estas manchas ocorrem durante a gravidez, recebem a denominação de cloasma gravídico. Além dos fatores hormonais e da exposição solar, a tendência genética e características raciais também influenciam o surgimento do melasma.

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