POSOLOGIA LONGACTIL 100MG-20 BLIST.10CPS

Atualizado em 28/05/2016
Adultos
A dose deve ser individualizada de acordo com as necessidades e a resposta do paciente.
É importante o aumento da dose até que os sintomas1 sejam controlados. A dose deve ser aumentada mais gradativamente em pacientes macilentos ou debilitados. Em terapia contínua, reduzir a dosagem para diminuir a manutenção do nível efetivamente, após os sintomas1 terem sido controlados por um período razoável.
O aumento da dose parenteral somente deve ser feito se não ocorrer hipotensão2.
Antes da utilização da Via Intramuscular verificar observação sobre "Injetável" no capítulo Precauções. Pacientes Idosos
A dose deve ser diminuída até se alcançar a dose suficiente para a maioria dos pacientes idosos. Visto que parecem ser mais suscetíveis para hipotensão2 e reações neuromusculares, estes pacientes devem ser observados minuciosamente.
A dose deve ser diluída e individualizada, sendo a resposta cuidadosamente monitorada e a dose ajustada. A dose deve ser aumentada mais gradualmente em pacientes idosos.
Desordens Psicóticas
Aumentar a dose gradualmente até que os sintomas1 estejam controlados. O aproveitamento máximo pode não ser visto por semanas ou nem mesmo meses. Continuar a dose ótima por 2 semanas, então
reduzir gradualmente, diminuindo a manutenção do nível efetivamente. A dose diária de 200 mg não é usual.
Alguns pacientes necessitam de altas doses como por exemplo 800 mg diárias. Não é incomum para o alívio de pacientes mentais.
Pacientes sem Distúrbios Agudos
25 mg, 3 vezes ao dia. Aumentar a dose gradualmente até alcançar a dose efetiva, geralmente de 400 mg por dia.
Pacientes Ambulatoriais
10 mg, 3 vezes ao dia ou 4 vezes ao dia; ou 25 mg, 2 a 3 vezes ao dia.
Casos Mais Graves
25 mg, 3 vezes ao dia. Após 1 ou 2 dias, a dose diária pode ser aumentada para 20 a 50 mg, com intervalos semanais, até que o paciente torne-se calmo e cooperativo.
Náusea3 e Vômito4
10 a 25 mg, a cada 4 a 6 horas, quando surgir a situação. Aumentar a dose se necessário.
½ mg/kg de peso corporal a cada 4 a 6 horas, quando surgir a situação.
Apreensão Pré-Cirúrgica
25 a 50 mg, 2 a 3 horas antes da operação.
Soluço Intratável
25 a 50 mg, 3 vezes a 4 vezes ao dia. Se os sintomas1 persistirem por 2 a 3 dias, administrar 25 a 50 mg por via intramuscular. Se ainda os sintomas1 persistirem, aplicar lentamente por via intravenosa infusão com o paciente deitado: 25 a 50 mg em 500 a 1.000 ml de cloreto de sódio 0,9%. Monitorar a pressão sangüínea5.
Porfiria6 Intermitente7 Aguda
25 a 50 mg, 3 a 4 vezes ao dia, podendo geralmente ser descontinuada após várias semanas, mas a manutenção da terapia pode ser necessária em alguns pacientes.
Pacientes Ambulatoriais: Com Problemas Graves de Conduta
Selecionar a via de administração de acordo com a gravidade e as condições do paciente e aumentar a dose gradualmente conforme necessário.
½ mg/kg de peso corporal a cada 4 a 6 horas, quando surgir a situação.
Pacientes Hospitalizados
Assim como para pacientes8 ambulatoriais, começar com baixas doses e aumentar a dose gradualmente.
Em desordens graves de conduta ou condições psicóticas, altas doses de 50 a 100 mg diárias e em crianças mais velhas, 200 mg diárias ou mais podem ser necessárias.
Existe uma pequena evidência que o aperfeiçoamento do comportamento em pacientes retardados mentalmente, com distúrbios graves, é intensificado por doses acima de 500 mg por dia.
Náusea3 e Vômito4
A dose e a freqüência da administração devem ser ajustadas de acordo com a gravidade dos sintomas1 e a resposta do paciente. A duração da atividade após administração intramuscular pode durar acima de 12 horas. Doses subseqüentes podem ser administradas pela mesma via se necessário.
½ mg/kg de peso corporal como por exemplo, uma criança com 20 kg administrar 10 mg a cada 4 a 6 horas.
Apreensão Cirúrgica
½ mg/kg de peso corporal 2 a 3 horas antes da operação.
Crianças
A Clorpromazina geralmente não deve ser usada em crianças até 6 meses de idade, exceto quando ocorrer risco de vida em potencial. Não deve ser usado em condições nas quais dosagens específicas para crianças não tenham sido estabelecidas.
Solução Oral
Cada gota9 de solução oral eqüivale a 2 mg de Cloridrato de Clorpromazina.
Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
2 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
3 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
4 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
5 Pressão sangüínea: Força exercida pelo sangue arterial por unidade de área da parede arterial. É expressa como uma razão (Exemplo: 120/80, lê-se 120 por 80). O primeiro número é a pressão sistólica ou pressão máxima. E o segundo número é a presão diastólica ou mínima.
6 Porfiria: Constituem um grupo de pelo menos oito doenças genéticas distintas, além de formas adquiridas, decorrentes de deficiências enzimáticas específicas na via de biossíntese do heme, que levam à superprodução e acumulação de precursores metabólicos, para cada qual correspondendo um tipo particular de porfiria. Fatores ambientais, tais como: medicamentos, álcool, hormônios, dieta, estresse, exposição solar e outros desempenham um papel importante no desencadeamento e curso destas doenças.
7 Intermitente: Nos quais ou em que ocorrem interrupções; que cessa e recomeça por intervalos; intervalado, descontínuo. Em medicina, diz-se de episódios de febre alta que se alternam com intervalos de temperatura normal ou cujas pulsações têm intervalos desiguais entre si.
8 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
9 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.

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