PRECAUÇÕES CÁSCARA SAGRADA HERBARIUM

Atualizado em 28/05/2016
Como para todos os laxativos1, a Cáscara não deve ser administrada quando sintomas2 agudos não
diagnosticados ou abdominais persistentes estejam presentes.
Se os laxativos1 forem necessários todos os dias a causa da constipação3 deve ser investigada.
Longos períodos de uso de laxativos1 devem ser evitados. O uso por mais que 2 semanas requer
supervisão médica. O uso crônico4 pode causar pigmentação do colon5 (pseudomelanosis coli) a
qual é inofensiva e reversível depois da descontinuação da droga. O abuso pode causar diarréia6 e
conseqüente perda de eletrólito7 e fluído: dependência com necessária possibilidade de dosagens
aumentadas; desequilíbrio hídrico e de eletrólitos8 (principalmente hipocalemia9); um cólon5 atônico
com a função enfraquecida. A ingestão de laxantes10 contendo antranóides por mais que um curto
período de tempo pode resultar em uma agravação da constipação3. A hipocalemia9 pode resultar
em disfunção cardíaca e neuromuscular, especialmente se glicosídeos cardiotônicos, diuréticos11 ou
corticosteróides são ingeridos. O uso crônico4 pode resultar em albuminúria12 e hematúria13.

- INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

A hipocalemia9 (resultando do abuso do laxante14 por longo período) potencializa a ação dos glicosídeos
cardíacos e interage com drogas antiarrítmicas ou com drogas as quais induzem a reversão
rítmica (por exemplo quinidina). O uso concomitante com outras drogas que induzem hipocalemia9
(por exemplo diuréticos11 tiazídicos, adrenocorticosteróides e raiz de alcaçúz) pode agravar o desequilíbrio
de eletrólitos8.
Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Laxativos: Mesmo que laxantes. Que laxa, afrouxa, dilata. Medicamentos que tratam da constipação intestinal; purgantes, purgativos, solutivos.
2 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
3 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
4 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.
5 Cólon:
6 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
7 Eletrólito: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
8 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
9 Hipocalemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
10 Laxantes: Medicamentos que tratam da constipação intestinal; purgantes, purgativos, solutivos.
11 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
12 Albuminúria: Presença de albumina na urina. A albuminúria pode ser um sinal de nefropatia diabética (doença nos rins causada pelas complicações do diabetes mal controlado) ou aparecer em infecções urinárias.
13 Hematúria: Eliminação de sangue juntamente com a urina. Sempre é anormal e relaciona-se com infecção do trato urinário, litíase renal, tumores ou doença inflamatória dos rins.
14 Laxante: Que laxa, afrouxa, dilata. Medicamento que trata da constipação intestinal; purgante, purgativo, solutivo.

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