ZYFLOXIN

NIKKHO

Atualizado em 09/12/2014

ZYFLOXIN
cloridrato de fluoxetina

Forma Farmacêutica e Apresentação de Zyfloxin

Cartucho contendo 30 cápsulas de 20mg.

Composição de Zyfloxin

Cada cápsula de ZYFLOXIN contém: cloridrato de fluoxetina 20mg e excipientes q.s.p. 1 cápsula. USO ADULTO

Indicações de Zyfloxin

ZYFLOXIN é indicado no tratamento sintomático1 da depressão, associada ou não com ansiedade; da bulimia2 nervosa; do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e do transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM), incluindo tensão premenstrual (TPM), irritabilidade e disforia3. A eficácia do cloridrato de fluoxetina para uso a longo prazo, por mais de 13 semanas, no tratamento do transtorno obsessivo-compulsivo, e por mais de 16 semanas, no tratamento da bulimia2 nervosa, não foi sistematicamente avaliada e o médico deve reavaliar periodicamente o uso de ZYFLOXIN, em tratamentos a longo prazo.

Contraindicações de Zyfloxin

ZYFLOXIN é contraindicado em pacientes com hipersensibilidade conhecida ao cloridrato de fluoxetina ou a qualquer componente do produto; em pacientes em uso concomitantemente de inibidores da monoaminoxidase4 (IMAOs) e em crianças e adolescentes, pois o uso de medicamentos inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRSs) pode aumentar a incidência5 de comportamentos suicidas em pacientes destas faixas etárias.

Advertências e Precauções de Zyfloxin

ZYFLOXIN não deve ser usado em combinação com um IMAO6 ou nos primeiros 14 dias da suspensão do tratamento com um IMAO6. Deve-se deixar um intervalo de, pelo menos, cinco semanas (ou mais, especialmente se ZYFLOXIN foi prescrito para tratamento crônico7 e/ou em altas doses) após a suspensão de ZYFLOXIN e o início do tratamento com um IMAO6. Foram relatados casos graves e fatais de síndrome da serotonina8, que pode se assemelhar e ser diagnosticada como síndrome9 neuroléptica maligna, em pacientes tratados com cloridrato de fluoxetina e um IMAO6 com curto intervalo entre uma terapia e outra. O uso de ZYFLOXIN concomitantemente com antidepressivos tricíclicos pode potencializar as reações adversas provocadas por esta classe de fármacos, como sedação10, sonolência, eventos cardiológicos e retenção urinária11. Portanto, o uso concomitante deve ser sempre supervisionado pelo médico. Reações anafilactoides e reações alérgicas sistêmicas progressivas podem ocorrer, algumas vezes, com o uso de ZYFLOXIN. Após o aparecimento de erupção12 cutânea13 ou de outra reação alérgica14 para a qual uma alternativa etiológica não pode ser identificada, ZYFLOXIN deve ser suspenso. ZYFLOXIN deve ser administrado com cuidado em pacientes com história de convulsões. Foram relatados casos de hiponatremia15 (alguns com sódio sérico abaixo de 110 mmol/L16), em pacientes idosos e em pacientes que estavam em uso de diuréticos17 ou com depleção18 de líquidos. Em pacientes com diabetes19 ocorreu hipoglicemia20, durante a terapia com cloridrato de fluoxetina, e hiperglicemia21, após a suspensão da droga. A dose de insulina22 e/ou hipoglicemiante23 oral deve ser ajustada, quando for instituído o tratamento com ZYFLOXIN e após sua suspensão. Um estudo direcionado para bebês24 recém-nascidos com hipertensão25 pulmonar persistente (HPP) demonstrou que a HPP no recém-nascido parece ser 6 vezes mais comum em bebês24 cujas mães utilizaram antidepressivos ISRSs após a vigésima semana de gravidez26. E a experiência clínica em lactantes27 é limitada. Portanto, os médicos devem considerar cuidadosamente o risco e o benefício esperado com o uso de ZYFLOXIN durante a gestação e lactação28. Não foram observadas diferenças, na segurança e eficácia, entre pacientes idosos e jovens, mas uma sensibilidade maior de alguns indivíduos mais idosos não pode ser excluída. Uma dose mais baixa ou menos freqüente deve ser considerada em pacientes com comprometimento hepático, doenças concomitantes ou naqueles que estejam tomando vários medicamentos. O tratamento não deve ser interrompido sem avaliação médica, devido ao risco de sintomas29 como alterações do sono e ansiedade. Quando o tratamento é interrompido, a dose deve ser reduzida gradualmente durante semanas ou meses. Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.

Interações Medicamentosas de Zyfloxin

Devido ao potencial do cloridrato de fluoxetina inibir as isoenzimas do citocromo P4502D6, o tratamento com drogas que são predominantemente metabolizadas pelo sistema CP4502D6 e que têm um índice terapêutico estreito deve ser iniciado com o limite mais baixo de dose, se o paciente estiver recebendo ZYFLOXIN concomitantemente ou feito uso do medicamento nas 5 semanas anteriores. Se ZYFLOXIN for incluído ao tratamento de um paciente que já esteja recebendo uma droga metabolizada pelo CP4502D6, a necessidade de redução da dose da medicação original deve ser considerada. Foram observadas alterações nos níveis sanguíneos de fenitoína, carbamazepina, haloperidol, clozapina, diazepam, alprazolam, lítio, imipramina e desipramina e, em alguns casos, manifestações clínicas de toxicidade30. Deve ser considerado o uso de esquemas de titulação de drogas concomitantes e monitorização do estado clínico. Devido a ZYFLOXIN ligar-se firmemente a proteínas31 do plasma32, sua administração a pacientes que estejam usando outra droga que se ligue à proteína pode causar alterações nas concentrações plasmáticas do mesmo. Efeitos anticoagulantes33 (valores de laboratório e/ou sinais34 clínicos e sintomas29), sem um padrão constante, porém incluindo sangramento, foram reportados com pouca freqüência, quando o cloridrato de fluoxetina foi co-administrado com varfarina. Com a mesma prudência do uso concomitante de varfarina com muitas outras drogas, os pacientes em tratamento com varfarina devem ser cuidadosamente monitorados, quanto à coagulação35, quando se inicia ou interrompe ZYFLOXIN. Houve raros relatos de convulsões prolongadas, em pacientes usando ZYFLOXIN e que receberam tratamento eletroconvulsivo. A fluoxetina não potencializa a redução das habilidades motora e mental causada pelo álcool, entretanto, o uso concomitante de ZYFLOXIN e álcool não é recomendado. A longa meia-vida de eliminação da fluoxetina e de seu metabólito36, norfluoxetina, pode ter conseqüências potenciais, quando forem prescritas drogas que possam interagir com ambas substâncias, mesmo após a interrupção do medicamento. REAÇÕES ADVERSAS: Foram relatados os seguintes eventos adversos com ZYFLOXIN: sintomas29 autonômicos, incluindo secura da boca37, sudorese38, vasodilatação e calafrios39; hipersensibilidade, incluindo prurido40, erupções da pele41, urticária42, reação anafilactoide43, vasculite44 e reação semelhante à doença do soro45; síndrome9 serotonérgica, caracterizada pelo conjunto de características clínicas de alterações no estado mental e na atividade neuromuscular, em combinação com disfunção do sistema nervoso autônomo46, e fotossensibilidade. E, também, distúrbios gastrintestinais, incluindo diarréia47, náusea48, vômito49, dificuldade de deglutição50, dispepsia51 e alteração do paladar52. Muito raramente, hepatite53 idiossincrática; secreção inapropriada de hormônio54 antidiurético (ADH); equimose55; aumento das enzimas hepáticas56 e, muito raramente, hepatite53 idiossincrática; tremor/movimento anormal, incluindo ataxia57, síndrome9 bucoglossal, mioclonia58 e tremor; anorexia59; ansiedade e sintomas29 associados; vertigem60; fadiga61 e astenia62; alteração da concentração ou raciocínio; reação maníaca e distúrbios do sono, incluindo sonhos anormais e insônia; bocejos; alopecia63; visão64 anormal, incluindo visão64 turva, e midríase65; anormalidades na micção66, como incontinência urinária67 e disúria68; priapismo69; disfunção sexual, incluindo diminuição da libido70, ausência ou atraso na ejaculação71, anorgasmia72 e impotência73. Não há relatos de eventos adversos ocorridos nos sistemas cardiovascular, metabólico e nutricional e músculo esquelético74.

Posologia de Zyfloxin

Depressão: Posologia diária: A dose de 20mg/dia é recomendada como dose inicial.
Posologia semanal: Na manutenção do tratamento responsivo à fluoxetina, recomenda-se 90mg por semana. Deve-se iniciar essa posologia após uma interrupção de 7 dias da posologia diária de 20mg.
Bulimia2 nervosa: A dose de 60mg/dia é a recomendada.
Transtorno obsessivo-compulsivo: A dose de 20mg/dia a 60mg/dia é a dose recomendada.
Transtorno disfórico pré-menstrual: A dose de 20mg/dia é a dose recomendada.
Para todas as indicações: A dose recomendada pode ser aumentada ou diminuída.
Doses acima de 80mg/dia não foram sistematicamente avaliadas.

Observações Importantes de Zyfloxin

Idade: Não há dados que demonstrem a necessidade de doses alternativas tendo como base somente a idade do paciente.
Administração com alimentos: ZYFLOXIN pode ser administrado com ou sem alimentos.
Doenças e/ou terapias concomitantes: Uma dose mais baixa ou menos freqüente deve ser considerada, em pacientes com comprometimento hepático, doenças concomitantes ou naqueles que estejam tomando vários medicamentos.
Nº. de Registro M.S.: 15651.0014.001-9.

ZYFLOXIN - Laboratório

NIKKHO
Rua Jaime Perdigão, 431/445
Ilha do Governador/RJ - CEP: 21920-240
Tel: 0800 282 9911
Fax: (9-021-21) 3393-4266

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Complementos

1 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
2 Bulimia: Ingestão compulsiva de alimentos, em geral seguida de indução do vômito ou uso abusivo de laxantes. Trata-se de uma doença psiquiátrica, que faz parte dos chamados Transtornos Alimentares, juntamente com a Anorexia Nervosa, à qual pode estar associada.
3 Disforia: Estado caracterizado por ansiedade, depressão e inquietude.
4 Inibidores da monoaminoxidase: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
5 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
6 IMAO: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
7 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.
8 Síndrome da serotonina: Síndrome serotoninérgica ou síndrome da serotonina é caracterizada por uma tríade de alterações do estado mental (ansiedade, agitação, confusão mental, hipomania, alucinações e coma), das funções motoras (englobando tremores, mioclonias, hipertonia, hiperreflexia e incoordenação) e do sistema nervoso autônomo (febre, sudorese, náuseas, vômitos, diarreia e hipertensão). Ela pode ter causas diversas, mas na maioria das vezes ocorre por uma má interação medicamentosa, quando dois ou mais medicamentos que elevam a neurotransmissão serotoninérgica por meio de distintos mecanismos são utilizados concomitantemente ou em overdose.
9 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
10 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
11 Retenção urinária: É um problema de esvaziamento da bexiga causado por diferentes condições. Normalmente, o ato miccional pode ser iniciado voluntariamente e a bexiga se esvazia por completo. Retenção urinária é a retenção anormal de urina na bexiga.
12 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
13 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
14 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
15 Hiponatremia: Concentração de sódio sérico abaixo do limite inferior da normalidade; na maioria dos laboratórios, isto significa [Na+] < 135 meq/L, mas o ponto de corte [Na+] < 136 meq/L também é muito utilizado.
16 Mmol/L: Milimols por litro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.
17 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
18 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
19 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
20 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
21 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
22 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
23 Hipoglicemiante: Medicamento que contribui para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais, sendo capaz de diminuir níveis de glicose previamente elevados.
24 Bebês: Lactentes. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
25 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
26 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
27 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
28 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
29 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
30 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
31 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
32 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
33 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
34 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
35 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
36 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
37 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
38 Sudorese: Suor excessivo
39 Calafrios: 1. Conjunto de pequenas contrações da pele e dos músculos cutâneos ao longo do corpo, muitas vezes com tremores fortes e palidez, que acompanham uma sensação de frio provocada por baixa temperatura, má condição orgânica ou ainda por medo, horror, nojo, etc. 2. Sensação de frio e tremores fortes, às vezes com bater de dentes, que precedem ou acompanham acessos de febre.
40 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
41 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
42 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
43 Anafilactoide: Diz-se de reação semelhante à da anafilaxia, porém sem participação de imunoglobulinas.
44 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
45 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
46 Sistema nervoso autônomo: Parte do sistema nervoso que controla funções como respiração, circulação do sangue, controle de temperatura e da digestão.
47 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
48 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
49 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
50 Deglutição: Passagem dos alimentos desde a boca até o esôfago; ação ou efeito de deglutir; engolir. É um mecanismo em parte voluntário e em parte automático (reflexo) que envolve a musculatura faríngea e o esfíncter esofágico superior.
51 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
52 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
53 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
54 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
55 Equimose: Mancha escura ou azulada devido à infiltração difusa de sangue no tecido subcutâneo. A maioria aparece após um traumatismo, mas pode surgir espontaneamente em pessoas que apresentam fragilidade capilar ou alguma coagulopatia. Após um período de tempo variável, a equimose desaparece passando por diferentes gradações: violácea, acastanhada, esverdeada e amarelada.
56 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
57 Ataxia: Reflete uma condição de falta de coordenação dos movimentos musculares voluntários podendo afetar a força muscular e o equilíbrio de uma pessoa. É normalmente associada a uma degeneração ou bloqueio de áreas específicas do cérebro e cerebelo. É um sintoma, não uma doença específica ou um diagnóstico.
58 Mioclonia: Contração muscular súbita e involuntária que se verifica especialmente nas mãos e nos pés, devido à descarga patológica de um grupo de células nervosas.
59 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
60 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
61 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
62 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
63 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
64 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
65 Midríase: Dilatação da pupila. Ela pode ser fisiológica, patológica ou terapêutica.
66 Micção: Emissão natural de urina por esvaziamento da bexiga.
67 Incontinência urinária: Perda do controle da bexiga que provoca a passagem involuntária de urina através da uretra. Existem diversas causas e tipos de incontinência e muitas opções terapêuticas. Estas vão desde simples exercícios de fisioterapia até complicadas cirurgias. As mulheres são mais freqüentemente acometidas por este problema.
68 Disúria: Dificuldade para urinar. Pode produzir ardor, dor, micção intermitente, etc. Em geral corresponde a uma infecção urinária.
69 Priapismo: Condição, associada ou não a um estímulo sexual, na qual o pênis ereto não retorna ao seu estado flácido habitual. Essa ereção é involuntária, duradora (cerca de 4 horas), geralmente dolorosa e potencialmente danosa, podendo levar à impotência sexual irreversível, constituindo-se numa emergência médica.
70 Libido: Desejo. Procura instintiva do prazer sexual.
71 Ejaculação: 1. Ato de ejacular. Expulsão vigorosa; forte derramamento (de líquido); jato. 2. Em fisiologia, emissão de esperma pela uretra no momento do orgasmo. 3. Por extensão de sentido, qualquer emissão. 4. No sentido figurado, fartura de palavras; arrazoado.
72 Anorgasmia: Ausência de orgasmo ou incapacidade para obtê-lo.
73 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
74 Músculo Esquelético: Subtipo de músculo estriado fixado por TENDÕES ao ESQUELETO. Os músculos esqueléticos são inervados e seu movimento pode ser conscientemente controlado. Também são chamados de músculos voluntários.

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