Preço de Evra em Fairfield/SP: R$ 100,09

Evra

JANSSEN-CILAG FARMACÊUTICA LTDA

Atualizado em 25/05/2021

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Evra®
norelgestromina e etinilestradiol

APRESENTAÇÃO

Adesivo transdérmico de 6,00 mg de norelgestromina e 0,60 mg de etinilestradiol, em embalagem com 3 adesivos embalados individualmente em sachês de papel aluminizado e polietileno.

USO TÓPICO1 USO ADULTO
COMPOSIÇÃO

Cada adesivo transdérmico contém:

norelgestromina  6,00 mg
etinilestradiol  0,60 mg

Camada posterior: composta por polietileno de baixa densidade e poliéster.
Camada matriz: composta por adesivo de poliisobutileno/ polibuteno, povidona, tecido2 de poliéster não trançado e lactato3 de laurila.
Revestimento protetor: filme de poliéster siliconizado.

Cada adesivo transdérmico de Evra® tem uma área de superfície de 20 cm2, e foi desenvolvido para prover a liberação contínua de norelgestromina e de etinilestradiol na corrente sanguínea, durante sete dias de uso.
Cada adesivo transdérmico de Evra® libera em média 203 mcg de norelgestromina e 33,9 mcg de etinilestradiol em um período de 24 horas.

INFORMAÇÕES À PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Evra® é um contraceptivo hormonal em forma de adesivo. Evra® é indicado para evitar a gravidez4.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Evra® é um contraceptivo hormonal em forma de adesivo de material plástico, fino, na cor bege, que é aplicado sobre a pele5. A parte em contato direto com a pele5 contém os hormônios norelgestromina e etinilestradiol que são absorvidos continuamente através da pele5 até a corrente sanguínea. Evra® é indicado para evitar a gravidez4. Não protege contra a infecção6 pelo vírus7 HIV8 (vírus7 da AIDS) ou outras doenças sexualmente transmissíveis. Leia atentamente as instruções a seguir antes de iniciar o tratamento. Quando Evra® é usado corretamente como contraceptivo, a chance de engravidar é de aproximadamente 1% (1 gravidez4 por 100 mulheres por ano de uso). A possibilidade de ocorrência de gravidez4 aumenta com o uso incorreto.
Em mulheres com peso acima de 90 kg, Evra® pode ser menos eficaz em evitar a gravidez4. Assim, se seu peso estiver acima de 90 kg discuta com seu médico qual método anticoncepcional é mais adequado para você. A contracepção9 com Evra® inicia-se no primeiro dia da menstruação10.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Algumas mulheres não devem usar Evra®. Por exemplo, você não deve usar Evra® se estiver grávida ou achar que está grávida ou se apresentar as seguintes condições:

  • histórico de ataque cardíaco (infarto11 do coração12) ou derrame13 cerebral;
  • coágulos nas pernas (trombose14 venosa), nos pulmões15 (embolia16 pulmonar) ou nos olhos17;
  • histórico de coágulos em veias18 profundas;
  • diagnóstico19 ou suspeita de câncer20 de mama21 ou do útero22, cérvice ou vagina23, ou outro tipo de câncer20 dependente de estrogênios;
  • sangramento vaginal não esclarecido;
  • hepatite24 (inflamação25 do fígado26) ou icterícia27 durante a gravidez4 ou durante uso prévio de contraceptivos hormonais;
  • insuficiência hepática28 e doença hepatocelular aguda ou crônica com função hepática29 anormal;
  • tumor30 hepático (benigno ou canceroso);
  • gravidez4 suspeita ou confirmada;
  • hipertensão arterial31 (pressão alta) com níveis persistentes de pressão arterial sistólica32 ≥ 160 mmHg ou pressão diastólica33 ≥ 100 mmHg;
  • diabetes34 com complicações nos rins35, olhos17, nervos ou vasos sanguíneos36;
  • enxaquecas37 (dores de cabeça38) com sintomas39 neurológicos;
  • uso concomitante de anticoncepcionais orais;
  • doença das válvulas do coração12 com complicações;
  • necessidade de período prolongado de repouso no leito após cirurgia de grande porte;
  • reação alérgica40 a qualquer componente da fórmula de Evra®;
  • pacientes que recebem combinações de medicamentos com paritaprevir/ritonavir, ombitasvir, e/ou dasabuvir;
  • pacientes pós-menopausadas/pacientes idosas.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Informe seu médico se você for fumante, pois o risco de eventos cardiovasculares graves (coágulos nas pernas ou no pulmão41; derrame13 cerebral) está aumentado em mulheres fumantes em uso de contraceptivos hormonais, particularmente em mulheres com mais de 35 anos e com o número de cigarros consumidos. Evra® não deve ser utilizado se você tiver mais de 35 anos e for fumante.
Informe seu médico se você estiver se recuperando de um parto ou de um aborto ocorrido no terceiro trimestre da gestação, se estiver amamentando ou se seu peso for igual ou superior a 90 kg.
Informe seu médico no caso de sangramento vaginal não diagnosticado, persistente ou recorrente. Medidas apropriadas devem ser adotadas para excluir malignidade.
Quando Evra® foi usado corretamente nos estudos clínicos, a chance de engravidar foi menor que 1% no primeiro ano de uso. A chance de engravidar aumenta com os erros de dosagem.

Informe seu médico se você apresenta ou já tiver apresentado as seguintes condições:

  • condições que aumentam o risco de desenvolvimento de complicações tromboembólicas venosas (coágulos nas veias18), como a imobilização prolongada ou imobilização ortopédica, ou grandes cirurgias, obesidade42, histórico familiar de doença tromboembólica (trombose14 e embolia16 por coágulos);
  • fator de risco43 para doença arterial, como tabagismo, hiperlipidemia44, pressão alta (valores persistentes da pressão arterial sistólica32 ≥ 140 mmHg ou diastólica ≥ 90 mmHg) ou obesidade42;
  • nódulos nas mamas45, doença fibrocística da mama21, raio-X ou mamografia46 anormais;
  • histórico de câncer20 de mama21 na família;
  • diabetes34;
  • colesterol47 ou triglicérides48 elevados;
  • enxaqueca49 (dores de cabeça38) grave sem aura;
  • depressão;
  • doença da vesícula biliar50, do fígado26, do coração12 ou do rim51;
  • menstruações irregulares ou escassas;
  • se estiver se recuperando de um parto ou de um aborto ocorrido no terceiro trimestre da gestação, se estiver amamentando;
  • se estiver tomando qualquer medicamento com paritaprevir/ritonavir, ombitasvir, e/ou dasabuvir.

Precauções
Peso igual ou acima de 90 kg
Os estudos realizados com o adesivo sugerem que sua eficácia pode estar reduzida em mulheres com peso igual ou acima de 90 kg em comparação com mulheres com peso menor. Se o seu peso estiver igual ou acima de 90 kg, converse com seu médico sobre qual o método anticoncepcional mais adequado para você.

Doença tromboembólica e outras doenças vasculares52
Um risco aumentado de doenças tromboembólicas e trombóticas53 (trombose14 e embolias por coágulos) que podem levar à incapacidade permanente ou óbito54 foi associado ao uso de contraceptivos hormonais e está bem estabelecido. O risco de doença tromboembólica associado aos contraceptivos hormonais não está relacionado à duração do uso e desaparece após a interrupção do contraceptivo hormonal.
O risco pode ser maior se você reinicia o tratamento com contraceptivo hormonal combinado (o mesmo medicamento ou um medicamento diferente) após uma pausa de 4 semanas ou mais.
Como qualquer contraceptivo de combinação hormonal, seu médico deve estar atento às primeiras manifestações de desordem tromboembólica (tromboflebite55, tromboembolismo56 venoso incluindo embolia16 pulmonar, desordem cerebrovascular e trombose14 de retina57). Caso ocorra alguma destas manifestações, ou haja suspeita, Evra® deve ser descontinuado imediatamente.

Um aumento de 2 a 4 vezes no risco relativo de complicações tromboembólicas pós-operatórias (coágulos nas veias18) foi relatado com o uso de contraceptivos hormonais. O risco relativo de trombose14 venosa (coágulos nas veias18) em usuárias com condições predisponentes é duas vezes aquele para usuárias sem tais condições médicas. Se possível, os contraceptivos hormonais devem ser descontinuados pelo menos 4 semanas antes e duas semanas após uma cirurgia eletiva58 de um tipo associado a aumento no risco de tromboembolismo56 e durante e após imobilização prolongada. Uma vez que o período imediato pós-parto ou pós-abortamento59 também está associado a um risco aumentado de tromboembolismo56 (coágulos nas veias18), os contraceptivos hormonais devem ser iniciados conforme descrito em “COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?”.

O risco relativo de trombose14 arterial (isto é, acidente vascular cerebral60, infarto do miocárdio61) é aumentado pela presença de outros fatores predisponentes tais como tabagismo, hipertensão62 (pressão alta), hipercolesterolemia63 (colesterol47 alto), obesidade42, diabetes34, histórico de pré-eclâmpsia64 (pressão alta na gravidez4) e idade crescente. Os contraceptivos hormonais foram associados a estas complicações vasculares52 graves. O risco de doença vascular65 pode ser menos grave com formulações de contraceptivos hormonais contendo doses menores de estrogênio e progestogênio, embora isto não tenha sido estabelecido de forma conclusiva.

Por causa da sintomatologia vaga de muitos eventos tromboembólicos, contraceptivos hormonais devem ser descontinuados em casos de suspeita de trombose14 (coágulos nas veias18) enquanto as intervenções diagnósticas são realizadas.

Relatos de trombose14 de retina57 associados ao uso de contraceptivos hormonais têm ocorrido. Os contraceptivos hormonais devem ser descontinuados se houver perda inexplicada, parcial ou completa da visão66, início de proptose ou diplopia67 (visão66 dupla), papiledema (edema68 da papila da retina57) ou lesão69 vascular65 da retina57. Diagnóstico19 apropriado e medidas terapêuticas devem ser adotadas imediatamente.

Hipertensão62 (Pressão alta)
Um aumento na pressão arterial70 (PA) foi relatado em algumas usuárias utilizando contraceptivos hormonais. Os estudos indicam que este aumento é mais provável em usuárias mais idosas e com uso prolongado. Para muitas usuárias, a pressão arterial70 elevada retornará ao normal após a interrupção do contraceptivo hormonal. Não há diferença na ocorrência de hipertensão62 entre usuárias de longo prazo e as não usuárias. A hipertensão62 deve estar controlada antes da terapia com contraceptivos hormonais ser iniciada e esta deve ser interrompida se ocorrer elevação significativa e persistente da pressão arterial70 (≥ 160/100 mmHg sístole71 ou ≥ 100 mmHg diástole72) e não for controlada. Em geral, mulheres que desenvolvem hipertensão62 durante terapia contraceptiva hormonal devem trocar para terapia não hormonal. Se outros métodos contraceptivos não forem adequados, a terapia contraceptiva hormonal pode ser continuada em combinação com terapia anti-hipertensiva. Monitoramento regular da PA durante a terapia contraceptiva hormonal é recomendado.

Doenças hepatobiliares73 (doença no fígado26 ou na vesícula biliar50)
Adenomas hepáticos benignos (tumores do fígado26) estão associados ao uso de contraceptivos hormonais combinados. Cálculos indiretos estimaram o risco atribuível na faixa de 3,3 casos/100.000 usuárias, um risco que aumenta após 4 anos ou mais de uso, especialmente com contraceptivos hormonais contendo 50 mcg ou mais de estrogênio. A ruptura de adenomas hepáticos benignos pode causar óbito54 por hemorragia74 intra-abdominal. Estudos mostraram que as usuárias de contraceptivos hormonais combinados têm um risco aumentado de desenvolver carcinoma75 hepatocelular (câncer20 do fígado26).
Foram relatadas doenças na vesícula biliar50, incluindo colecistite76 e colelitíase77, durante o uso de contraceptivos.

Carcinoma75 (câncer20) de órgãos reprodutivos e mamas45
A maioria dos estudos sugere que o uso de contraceptivos hormonais não está associado ao aumento global no risco de desenvolver câncer20 de mama21. Alguns estudos relataram um risco relativo aumentado de desenvolver câncer20 de mama21, particularmente em idade mais jovem. Este risco relativo aumentado estava relacionado com a duração do uso antes da primeira gestação a termo.
O possível aumento no risco de câncer20 de mama21 deverá ser discutido pelo seu médico com você e avaliado contra os benefícios dos contraceptivos hormonais combinados, levando em conta a evidência que eles fornecem proteção substancial contra o risco de desenvolver câncer20 de ovário78 ou endométrio79.
Alguns estudos sugerem que o uso de contraceptivo hormonal esteve associado a um risco aumentado de câncer20 de colo80 de útero22 (neoplasia81 intraepitelial cervical) em algumas populações de usuárias. Entretanto, ainda existe controvérsia quanto à extensão na qual tais achados podem ser devidos a diferenças no comportamento sexual e outros fatores.

Efeitos metabólicos
Os contraceptivos hormonais podem causar redução na tolerância à glicose82. Este efeito está diretamente relacionado à dose de estrogênio. Os progestagênios aumentam a secreção de insulina83 e criam resistência à insulina84. Este efeito varia com diferentes agentes progestacionais. No entanto, na mulher não diabética, parece que os contraceptivos hormonais não têm efeito sobre a glicemia85 em jejum. Por causa destes efeitos demonstrados, usuárias pré-diabéticas e diabéticas em particular devem ser monitoradas cuidadosamente durante o uso de contraceptivos hormonais. Uma pequena proporção das mulheres terá hipertrigliceridemia (triglicérides48 aumentados) persistente durante o uso de contraceptivos hormonais. Alterações nos níveis de triglicerídeos séricos e de lipoproteína foram relatadas em usuárias de contraceptivos hormonais.

Cefaleia86 (dores de cabeça38)
Como para todos os contraceptivos hormonais, os seguintes eventos exigem interrupção de Evra® e avaliação da causa: início ou exacerbação de enxaquecas37 com aura (formigamento, ou pontos brilhantes na visão66) ou sem aura focal ou desenvolvimento de cefaleias87 com padrão novo, recorrente, persistente ou grave.

Irregularidades no sangramento
Sangramento de escape ou “spotting” (manchas ou pequenos sangramentos vaginais entre os períodos menstruais) e/ou amenorreia88 (falta de menstruação10) podem ser encontrados em usuárias de contraceptivos hormonais, especialmente durante os primeiros três meses de uso. Causas não hormonais devem ser consideradas e, se necessário, adotadas medidas diagnósticas adequadas para excluir a presença de doença orgânica ou gravidez4.
Algumas usuárias podem apresentar amenorreia88 ou oligomenorreia89 (menstruação10 escassa) após a interrupção da contracepção9 hormonal, especialmente quando tal condição era pré-existente.

Cloasma90 (manchas escuras na pele5)
Ocasionalmente, pode ocorrer cloasma90 com o uso de contracepção9 hormonal, especialmente em usuárias com histórico de cloasma90 na gravidez4. Se você tem tendência para cloasma90, deve evitar a exposição ao sol ou raios ultravioleta durante o uso de Evra®. Na maioria das vezes essas manchas (cloasmas91) não desaparecem completamente.

Falhas de menstruação10 e uso de Evra® antes ou durante o início da gravidez4
É possível que você não menstrue regularmente durante a semana sem o uso de Evra®. Se você usou o adesivo corretamente e não menstruou durante um ciclo, continue usando normalmente os adesivos no próximo ciclo, mas informe seu médico. Se você não usou Evra® corretamente e não menstruou durante um ciclo ou não menstruou em dois ciclos seguidos você pode estar grávida e deve consultar o médico. Interrompa o uso de Evra® se você estiver grávida.

Uso durante a amamentação92
Evra® não é recomendado durante a amamentação92. Se você estiver amamentando consulte seu médico antes de iniciar o uso de Evra®. Os contraceptivos hormonais são transferidos para a criança através do leite. Alguns poucos efeitos colaterais93 foram observados em crianças, incluindo coloração amarelada da pele5 (icterícia27) e aumento das mamas45. Além disso, contraceptivos hormonais combinados podem reduzir a quantidade e a qualidade do leite materno. Não use contraceptivos hormonais combinados como Evra® durante o período de amamentação92. Um contraceptivo de barreira, como preservativoespermicida e diafragma94, é recomendado durante este período uma vez que a amamentação92 protege apenas parcialmente de uma gravidez4 e esta proteção diminui significativamente ao longo do tempo de amamentação92. Quando você não estiver mais amamentando, o uso de Evra® pode ser considerado.

Exames físicos e acompanhamento
O seu médico vai avaliar o seu histórico familiar e médico antes de prescrever Evra® e vai examiná-la. O exame físico pode ser adiado para outro momento, se você solicitar e seu médico acreditar que é apropriado adiá-los. Você deve ser examinada ao menos uma vez por ano. Esteja certa de que você informou o histórico familiar de qualquer uma das condições apresentadas nessa bula. Mantenha todas as consultas com seu médico, pois nelas o médico poderá determinar se há sinais95 de efeitos colaterais93 devido ao uso de contraceptivo hormonal.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas
Nenhum efeito sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas é conhecido.

Gravidez4
Informe o seu médico a ocorrência de gravidez4 na vigência do tratamento ou após o seu término. Você não deve usar Evra® se estiver grávida ou suspeitar que está grávida.
Após interromper o uso de Evra® pode haver alguma demora em engravidar, especialmente se você tinha ciclos menstruais irregulares antes do uso de contraceptivos hormonais. Pode ser melhor adiar a concepção96 até o momento em que você menstrue regularmente novamente.
Parece não haver qualquer aumento na incidência97 de defeitos congênitos98 (presentes desde o nascimento) em gestações que ocorrem após a interrupção de contraceptivos hormonais.

Populações Especiais
Pacientes com disfunção renal99 (doenças no rim51): Evra® não foi estudado em mulheres com disfunção renal99. Nenhum ajuste de dose é necessário, mas como a literatura sugere que a fração livre de etinilestradiol é mais alta, Evra® deve ser usado sob supervisão nesta população.
Pacientes com insuficiência hepática28: Evra® é contraindicado nesta população de pacientes.
Pacientes idosas: Evra® não é indicado para pacientes100 menopausadas.
Pacientes pediátricos: A segurança e a eficácia de Evra® foram estabelecidas em mulheres acima de 18 anos de idade. É esperado que a segurança e a eficácia sejam as mesmas em adolescentes após a puberdade, sendo recomendada a mesma dose para estas pacientes. O uso de Evra® antes da menarca101 (primeira menstruação10) não é indicado.

Ingestão concomitante com outras substâncias
Certos fármacos podem interagir com os contraceptivos hormonais, incluindo Evra®, e reduzir a sua eficácia na prevenção da gravidez4 ou causar aumento do sangramento de escape. Tais fármacos incluem alguns antiepilépticos (por exemplo, carbamazepina, acetato de eslicarbazepina, felbamato, oxcarbazepina, fenitoína, rufinamida e topiramato), aprepitanto e fosaprepitanto, barbitúricos (por exemplo, fenobarbital), bosentana, griseofulvina, alguns medicamentos usados para o tratamento da AIDS conhecidos como combinações de inibidores de protease do HIV8 (por exemplo, nelfinavir, ritonavir, ritonavir-inibidor de protease potencializado), modafinila, alguns inibidores não nucleosídeos da transcriptase reversa (por exemplo, nevirapina), rifampicina, rifabutina e Erva de São João. Gravidez4 e sangramento de escape têm sido relatados em usuárias de contraceptivos hormonais combinados que usaram, também, alguma formulação com Erva de São João. Se você estiver tomando medicamentos que interferem com a eficácia de Evra®, use um contraceptivo de barreira durante este período.

Se você está em tratamento de curto prazo com medicamentos que induzem as enzimas de metabolização hepática29 de medicamentos você deve usar temporariamente um método de barreira em adição ao EVRA, ou seja, durante o tempo de administração concomitante de medicamentos e por 28 dias após a descontinuação.
Se você está em tratamento de longo prazo com substâncias ativas indutoras enzimáticas, outro método de contracepção9 confiável, não hormonal é recomendado.

Algumas drogas e suco de pomelo podem aumentar os níveis plasmáticos de etinilestradiol se coadministrados. Exemplos são:

  • paracetamol;
  • ácido ascórbico;
  • inibidores de uma enzima102 chamada CYP3A4 (incluindo itraconazol, cetoconazol, voriconazol, fluconazol e suco de pomelo);
  • etoricoxibe;
  • alguns inibidores de protease (por exemplo, atazanavir, indinavir);
  • inibidores de uma enzima102 chamada HMG-CoA redutase (incluindo atorvastaina e rosuvastatina);
  • alguns inibidores não nucleosídeos da transcriptase reversa (por exemplo, etravirina).

Dados provenientes da combinação de contraceptivos hormonais orais indicam que eles também podem afetar a farmacocinética de outras drogas se usados concomitantemente.
Exemplos de drogas cujos níveis plasmáticos podem ser aumentados (devido a inibição da CYP) incluem:

  • ciclosporina;
  • omeprazol;
  • prednisolona;
  • selegilina;
  • teofilina;
  • tizanidina;
  • voriconazol.

Exemplos de drogas cujos níveis plasmáticos podem ser diminuídos (devido a indução da glicuronidação) incluem:

  • paracetamol;
  • ácido clofíbrico;
  • lamotrigina (veja a seguir);
  • morfina;
  • ácido salicílico;
  • temazepam.

A lamotrigina: contraceptivos hormonais combinados têm demonstrado diminuir significativamente a concentração plasmática da lamotrigina quando coadministrados, provavelmente por induzir a glicuronidação da lamotrigina. Isto pode reduzir o controle do ataque epiléptico; assim, o ajuste da dose de lamotrigina pode ser necessário.
Os médicos são aconselhados a consultar a embalagem de medicamentos que geralmente são utilizados concomitantemente com contraceptivos hormonais para obtenção de informações adicionais sobre interações ou alterações enzimáticas e avaliar uma possível necessidade de ajuste de dose.

EVRA® não deve ser tomado em conjunto com quaisquer medicamentos com paritaprevir/ritonavir, ombitasvir, e/ou dasabuvir. Isto pode aumentar os níveis de enzima102 hepática29 “alanina aminotransferase” (ALT) no sangue103.

Exames de laboratório
Se você se submeter a exames de laboratório, informe seu médico, pois alguns exames de sangue103 e alguns testes de função endócrina (hormonal) e hepática29 podem ser afetados pelos contraceptivos hormonais.
As seguintes alterações poderão ser observadas:

  • aumento da protrombina104 e dos fatores VII, VIII, IX e X; redução da antitrombina III; redução da proteína S; aumento da agregabilidade plaquetária induzida pela norepinefrina (noradrenalina105);
  • aumento da globulina106 carreadora da tireoide107 (TBG) levando ao aumento do hormônio108 tiroideano total circulante, quando medido por iodina ligada à proteína (PBI), T4 por coluna ou radioimunoensaio. A captação por resina do T3 livre é diminuída, refletindo a TBG elevada, a concentração de T4 livre não é alterada.
  • outras proteínas109 de ligação podem estar elevadas no plasma110;
  • globulinas111 carreadoras de hormônios esteroides sexuais (SHBG) estão aumentadas e resultam em níveis elevados de esteroides sexuais endógenos totais circulantes. No entanto, os níveis da fração livre ou biologicamente ativa dos esteroides sexuais diminuem ou permanecem inalterados;
  • lipoproteína de alta densidade (HDL112-C), colesterol47 total (Total-C), lipoproteína de baixa densidade (LDL113-C) e triglicerídeos podem aumentar ligeiramente com Evra®, enquanto que a razão LDL113-C/HDL112-C pode permanecer inalterada;
  • a tolerância à glicose82 pode estar diminuída;
  • os níveis de folato sérico podem ser diminuídos pelo tratamento com contraceptivos hormonais. Isto pode ser clinicamente significativo se a mulher engravidar logo após a interrupção do contraceptivo hormonal. Assim, recomenda-se a suplementação114 de ácido fólico para todas as mulheres antes da concepção96.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde115.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Você deve conservar Evra® em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C), em sua própria embalagem individual. Não refrigerar nem congelar.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Aspecto físico
Evra® é um contraceptivo hormonal em forma de adesivo de material plástico, fino, na cor bege.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Evra® é um medicamento de uso tópico1.
Para atingir uma eficácia de contracepção9 máxima, Evra® deve ser utilizado exatamente conforme orientado. Evra® deve ser aplicado na pele5 íntegra, limpa, seca, em área sem pelos das nádegas116, abdome117, na face118 superior externa do braço ou parte superior do dorso119, em local onde não haverá fricção por roupas justas. Evra® não deve ser colocado nas mamas45 ou na pele5 vermelha, irritada ou com cortes. Cada adesivo consecutivo de Evra® deve ser aplicado em um local diferente da pele5 a fim de evitar potencial irritação, embora possa permanecer na mesma região anatômica.
O adesivo de Evra® deve estar bem aderido a sua pele5 para que sua ação seja efetiva. Verifique diariamente se o adesivo está aderido de forma adequada.
Se as bordas do adesivo de Evra® estiverem levantadas ou completamente descoladas e permanecerem assim, haverá liberação insuficiente do medicamento.
Para evitar qualquer interferência com as propriedades adesivas de Evra®, não se deve aplicar maquiagem, cremes, loções, pós ou outros produtos tópicos na área onde o adesivo foi ou será brevemente colocado. Aplique o adesivo de Evra® imediatamente após a remoção do envelope.

Apenas um adesivo deve ser usado de cada vez.
Este método anticoncepcional utiliza um ciclo de 28 dias (4 semanas). Você deve aplicar um novo adesivo a cada semana por 3 semanas (total de 21 dias), deixando a quarta semana sem adesivo. A menstruação10 deve ocorrer nesta semana livre de adesivo.
Cada novo adesivo deve ser aplicado no mesmo dia da semana e este dia será chamado de “Dia de Troca”. Por exemplo, se você aplicar o primeiro adesivo em uma segunda-feira, todos os adesivos devem ser aplicados na segunda-feira. Apenas um adesivo é usado de cada vez.
Os adesivos de Evra® não devem ser cortados, danificados ou alterados, de qualquer forma. Se o adesivo de Evra® for cortado, danificado ou tiver seu tamanho alterado, a eficácia do contraceptivo pode ser comprometida. No dia de término da 4ª semana, outro ciclo de quatro semanas deve ser iniciado com aplicação de um novo adesivo.

Figura 1: Se esta é a primeira vez que você usa Evra®, espere até a próxima menstruação10. O dia em que você aplicar o primeiro adesivo será chamado de “Dia 1”. As próximas trocas do adesivo deverão ocorrer sempre neste dia da semana (marque este dia em um calendário para não esquecer).

Figura 2: Iniciando o uso de Evra®:

  • “Dia 1”: aplicar o primeiro adesivo durante as primeiras 24 horas do seu período menstrual.
  • O dia da semana em que você aplicar o adesivo será o “Dia 1”, sendo o “Dia de Troca” sempre neste mesmo dia da semana.

Figura 3: Escolha um local do seu corpo para colocar o adesivo. Coloque o adesivo nas nádegas116, abdome117, parte superior externa do braço ou parte superior do dorso119, em local onde não haja fricção por roupas justas. Nunca aplique o adesivo nas mamas45. Para evitar irritação, aplique cada novo adesivo em um local diferente da sua pele5. Para evitar qualquer interferência com as propriedades adesivas de Evra®, não aplique maquiagem, cremes, loções, pós ou outros produtos tópicos na área onde o adesivo foi ou será brevemente colocado

Figura 4: Abra o envelope, rasgando a parte superior e a lateral do envelope.

Figura 5: Você verá que o adesivo é coberto por uma camada de plástico claro. É importante remover o adesivo e o plástico juntos do envelope. Usando a ponta dos dedos e dobrando a parte do envelope que está grudada, levante uma ponta do adesivo e retire o adesivo e o plástico da embalagem. Algumas vezes, o adesivo pode grudar no interior do envelope – tenha cuidado para não remover acidentalmente a camada clara quando você remover o adesivo.

Figura 5a: Segure o adesivo com o plástico protetor voltado para você. Dobre esta face118 protetora até que ela comece a se desgrudar do adesivo na linha cortada em ‘S’.

Figura 6: Retire metade do plástico claro e tenha cuidado para não tocar na superfície aderente do adesivo.

Figura 7: Aplique a parte aderente do adesivo na sua pele5 limpa e seca e depois remova a outra metade do plástico transparente. Pressione firmemente o adesivo com a palma da sua mão120 por aproximadamente dez segundos, certificando-se que as bordas do adesivo estejam bem aderidas. Verifique diariamente a adequada aderência das bordas.

Figura 8: Use o adesivo durante 7 dias (uma semana). No “Dia de Troca”, “Dia 8”, remova o adesivo e aplique outro adesivo imediatamente em um local diferente da sua pele5. O adesivo usado ainda contém princípios ativos e deve ser dobrado ao meio, aderido a si mesmo, antes de ser jogado no lixo.

Figura 9: Aplicar um novo adesivo para a semana 2 (no “Dia 8”) e para a semana 3 (no “Dia 15”), no “Dia de Troca”. Para evitar irritação da pele5, não aplicar o novo adesivo no mesmo local de sua pele5.

Figura 10: Não usar o adesivo na semana 4 (do “Dia 22” até o “Dia 28”). A menstruação10 deve ocorrer durante esta semana.

Inicie um novo ciclo de 4 semanas aplicando um novo adesivo no “Dia de Troca” normal, ou seja, no dia seguinte ao “Dia 28”, não importando quando sua menstruação10 comece ou termine.
Cada adesivo transdérmico de Evra® libera em média 203 mcg de norelgestromina e 33,9 mcg de etinilestradiol num período de 24 horas.
Cada adesivo transdérmico de Evra® tem uma área de superfície de 20 cm2, e foi desenvolvido para prover a liberação contínua de norelgestromina e de etinilestradiol na corrente sanguínea, durante sete dias de uso.

Mudança do “Dia de Troca”
Se você quiser alterar o “Dia de Troca”, o ciclo atual deve ser completado, removendo o terceiro adesivo no dia correto. Durante a semana sem adesivo, um novo “Dia de Troca” deve ser selecionado aplicando o primeiro adesivo do próximo ciclo no dia desejado. Em nenhum caso deve haver mais de 7 dias consecutivos sem uso do adesivo.

Mudança de contraceptivo oral para Evra®
O tratamento com Evra® deve ser iniciado no primeiro dia de sangramento por privação (sangramento menstrual). Se não ocorrer sangramento dentro de 5 dias após a tomada do último comprimido ativo (contendo hormônio108), a possibilidade de gravidez4 deve ser excluída antes de iniciar o tratamento com Evra®. Se a terapia for iniciada após o primeiro dia de sangramento por privação, um contraceptivo não hormonal deve ser usado concomitantemente por 7 dias.
Se o intervalo após o último comprimido ativo for maior que 7 dias, há a possibilidade que você possa ter ovulado. Neste caso, procure o médico antes de iniciar o tratamento com Evra®. Se ocorreram relações sexuais durante este período sem uso do adesivo, a possibilidade de você estar grávida deve ser considerada.

Uso após o parto
Para as usuárias que decidem não amamentar, a terapia contraceptiva com Evra® não deve ser iniciada antes de 4 semanas após o parto.

Uso após abortamento59
Após abortamento59 ocorrido antes da 20ª semana de gestação, Evra® pode ser iniciado imediatamente, não sendo necessário adotar outro método contraceptivo adicional. A ovulação121 pode ocorrer dentro de 10 dias após o abortamento59 sem o uso de um contraceptivo hormonal.
Após abortamento59 ocorrido a partir da 20ª semana de gestação, Evra® deve ser iniciado no 21º dia após o abortamento59 ou no primeiro dia da primeira menstruação10 espontânea, o que ocorrer primeiro. A incidência97 de ovulação121 no 21º dia pós-abortamento59 (na 20ª semana de gestação) é desconhecida.

Sangramento de escape ou “spotting”
O tratamento deve ser mantido se houver sangramento de escape ou “spotting” que ocorrer durante o uso de Evra®. Este tipo de sangramento geralmente desaparece após os primeiros ciclos, mas, se persistir, outra causa além do uso de Evra® deve ser considerada. A incidência97 de sangramento de escape ou “spotting” é clínica e estatisticamente comparável àquela observada com o uso de contraceptivos hormonais orais combinados contendo de 20 a 40 mcg de etinilestradiol.
Se não houver sangramento de privação (sangramento que deve ocorrer durante a semana sem adesivo), o tratamento deve ser continuado no próximo “Dia de Troca” programado. Se Evra® foi usado corretamente, a ausência de sangramento de privação não é, necessariamente, uma indicação de gravidez4. No entanto, esta possibilidade deve ser excluída se houver ausência de sangramento de privação em 2 ciclos consecutivos.

Orientações gerais
Ao contrário dos contraceptivos orais, a liberação da dose por via transdérmica não será afetada se ocorrer vômito122 ou diarreia123.

Se o uso do adesivo resultar em irritação desconfortável, um novo adesivo pode ser aplicado em outro lugar até o próximo “Dia de Troca”. Apenas um adesivo deve ser usado de cada vez.

Instruções para descarte dos adesivos
Após a remoção, o adesivo utilizado deve ser dobrado ao meio, aderido a si mesmo, de forma que a face118 de liberação hormonal não fique exposta, antes de ser descartado com segurança. Os adesivos utilizados não devem ser descartados no vaso sanitário.

O que fazer se o adesivo descolar?
Se o adesivo estiver parcial ou totalmente solto:
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde115.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Se você se esquecer de mudar o seu adesivo:
no início de qualquer ciclo
Semana 1 (“Dia 1”): se você esquecer de aplicar o adesivo depois dos 7 dias da pausa, VOCÊ PODE NÃO ESTAR PROTEGIDA CONTRA A GRAVIDEZ4 – você deve usar outro método anticoncepcional adicional por uma semana como preservativo ou diafragma94 com espermicida. Aplique o primeiro adesivo de seu novo ciclo assim que se lembrar – Agora você tem um novo “Dia de Troca” e um novo “Dia 1”.

no meio do ciclo
Semana 2 ou Semana 3: se você esquecer de trocar o adesivo por um ou dois dias aplique um novo adesivo assim que se lembrar. Aplique o próximo adesivo do “Dia de Troca” normal. Não é necessário usar outro método anticoncepcional adicional.

Semana 2 ou Semana 3: se você esquecer de trocar o adesivo por mais de dois dias, VOCÊ PODE NÃO ESTAR PROTEGIDA CONTRA A GRAVIDEZ4 – inicie um novo ciclo de 4 semanas assim que se lembrar, aplicando um novo adesivo – Agora você tem um “Dia de Troca” diferente e um novo “Dia 1”. Você deve usar outro método anticoncepcional como preservativo ou diafragma94 com espermicida durante a primeira semana do novo ciclo.

ao final do ciclo
Semana 4: se você esquecer de remover o adesivo, faça-o assim que se lembrar. Inicie o próximo ciclo no “Dia de Troca” normal, o dia seguinte ao 28º dia. Não é necessário usar outro método anticoncepcional adicional.

ao início do próximo ciclo
“Dia 1” (semana 1): se você esquecer de aplicar o adesivo depois dos 7 dias da pausa, VOCÊ PODE NÃO ESTAR PROTEGIDA CONTRA A GRAVIDEZ4 – aplique o primeiro adesivo do novo ciclo assim que se lembrar – Agora você tem um novo “Dia de Troca” e um novo “Dia 1”. Você deve usar outro método anticoncepcional como preservativo ou diafragma94 com espermicida durante a primeira semana do novo ciclo.
você nunca deve ficar sem o adesivo por mais de 7 dias.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Os eventos adversos (“efeitos colaterais”) mais comuns relatados durante os estudos clínicos de Evra® foram: sintomas39 mamários, dor de cabeça38, distúrbios no local da aplicação e náusea124. Os eventos adversos mais comuns que ocasionaram interrupção do uso foram: reações no local da aplicação, sintomas39 mamários (incluindo desconforto mamário, ingurgitamento mamário e dor nas mamas45), náusea124, dor de cabeça38 e labilidade emocional (instabilidade emocional).
As reações adversas relatadas por >1% das pacientes tratadas com Evra® em estudos clínicos foram: aumento de peso (2,7%); dor de cabeça38 (21,0%); tontura125 (3,3%); enxaqueca49 (dor de cabeça38 crônica) (2,7%); náusea124 (16,6%); dor abdominal (8,1%); vômito122 (5,1%); diarreia123 (4,2%); distensão abdominal (1,7%); acne126 (2,9%); prurido127 (2,5%); irritação da pele5 (1,1%); espasmos128 musculares (2,1%); infecção6 fúngica129 (3,9%); distúrbios no local da aplicação (17,1%); fadiga130 (2,6%); mal-estar (1,1%); sintomas39 mamários (22,4%); dismenorreia131 (dor excessiva ao menstruar) (7,8%); sangramento vaginal e distúrbios menstruais (6,4%); espasmo132 uterino (1,9%); corrimento vaginal (1,9%); distúrbios de humor afetivo (depressão) e ansiedade (6,3%).

Os eventos adversos adicionais que ocorreram com < 1% das pacientes tratadas com Evra® nos estudos clínicos mencionados foram: aumento da pressão sanguínea, distúrbios de lipídeos; embolismo133 pulmonar (coágulo134 no pulmão41); cloasma90 (manchas amarronzadas na pele5), dermatite135 (inflamação25 da pele5) de contato e eritema136 (vermelhidão na pele5); retenção de fluidos; colecistite76 (inflamação25 da vesícula137); galactorreia138 (descarga de leite pela mama21), corrimento genital, síndrome139 pré-menstrual (TPM), ressecamento vulvovaginal; insônia, aumento e diminuição da libido140.

Dados de pós-comercialização
Eventos adversos adicionais ao medicamento identificados durante a experiência de pós-comercialização com
Evra®, a partir de relatos espontâneos estão relacionados a seguir:

Reação rara (ocorre entre 0,01% e < 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento):
Distúrbios gerais e condições do local da aplicação: reações no local de aplicação1.
Distúrbios da mama21 e sistema reprodutivo: amenorreia88 (ausência de menstruação10).

Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento, incluindo casos isolados):
Investigações: anormalidade no colesterol47 sanguíneo, anormalidade na glicose sanguínea141, diminuição da glicose82 sanguínea, aumento de lipoproteína de baixa densidade (LDL113).
Distúrbios cardíacos: infarto11 agudo142 do miocárdio143.
Distúrbios do sistema nervoso144: acidente vascular cerebral60 (derrame13 cerebral)2, hemorragia74 cerebral, disgeusia (alteração do paladar145), hemorragia74 intracraniana, derrame13 hemorrágico146, cefaleia86 com aura (formigamento, ou pontos brilhantes na visão66), hemorragia subaracnoide147.
Distúrbios oculares: intolerância a lentes de contato.
Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino148: trombose14 (coágulos) pulmonar3.
Distúrbios gastrintestinais: colite149 (inflamação25 do intestino grosso150).
Distúrbios da pele e tecido subcutâneo151: alopecia152 (queda de cabelo153), angioedema154 (acúmulo de líquido), dermatite135 (inflamação25 na pele5) alérgica, eczema155, eritema multiforme156 (vermelhidão na pele5 com vários formatos), eritema nodoso157 (vermelhidão na pele5 acompanhado de entumescimento), erupção158 cutânea159 esfoliativa, reação de fotossensibilidade (erupção158 por exposição à luz), prurido127 generalizado, erupção158 cutânea159, erupção158 cutânea159 eritematosa160, erupção158 cutânea159 prurítica, dermatite seborreica161, reação na pele5, urticária162.
Distúrbios do metabolismo163 e nutrição164: hiperglicemia165 (aumento do “açúcar” no sangue103), aumento de apetite, resistência à insulina84.
Infecções166 e Infestações: erupção158 cutânea159 pustular (pústulas167 na pele5).
Danos, envenenamento e complicações de procedimentos: complicação com lentes de contato.
Neoplasias168 (tumores) benignas, malignas e inespecíficas (incluindo cistos e pólipos169): câncer20 de mama21, câncer20 de mama21 estágio IV, carcinoma75 cervical (câncer20 do colo80), fibroadenoma170 das mamas45, adenoma171 hepático, neoplasia81 hepática29 (câncer20 do fígado26), leiomioma172 uterino (mioma do útero22).
Distúrbios vasculares52: trombose14 (coágulos nos vasos) arterial4, hipertensão62, crise hipertensiva, trombose5, trombose14 venosa6.
Distúrbios gerais e condições do local da aplicação: edema68 da face118, irritabilidade, edema68 (acúmulo de líquido no corpo) localizado, edema68 periférico, edema68 depressível.
Distúrbios do sistema imune173: hipersensibilidade.
Distúrbios hepatobiliares73: colelitíase77 (cálculos na vesícula137), colestase174 (lentidão do funcionamento das vias biliares175), lesão69 hepática29, icterícia27 colestática (icterícia27 causada pela colestase174).
Distúrbios do sistema reprodutivo e nas mamas45: nódulos mamários, displasia176 cervical (alterações celulares do colo do útero177), hipomenorreia (fluxo menstrual escasso), menometrorragia (menstruação10 excessiva), oligomenorreia89 (menstruação10 escassa e/ou infrequente), supressão da lactação178.
Distúrbios psiquiátricos: raiva179, distúrbios emocionais e frustração.

O termo reações no local de aplicação consiste em queimadura, ressecamento, cicatriz180, ferimentos, reação de fotossensibilidade, esfoliação, inchaço181, crosta no local de aplicação, parestesia182, calor, sangramento, inflamação25, pústulas167 (retirado de “Infecções e Infestações”), endurecimento, atrofia183, escoriação184, desconforto, anestesia185, infecção6, úlcera186, eczema155, nódulo187, pus188, abscesso189, massa, erosão e odor no local de aplicação;

O termo acidente vascular cerebral60 consiste em acidente vascular cerebral60, ataque isquêmico190 transitório, trombose14 intracraniana do seio191 venoso, infarto11 cerebral, trombose14 cerebral venosa, infarto11 cerebral isquêmico190, trombose14 do seio sagital superior192, derrame13 isquêmico190, trombose14 do seio191 transverso, derrame13 trombótico193, derrame13 tromboembólico, trombose14 arterial basilar, infarto11 do tronco cerebral194, oclusão da artéria195 carótida, embolia16 da artéria195 cerebral, oclusão da artéria195 cerebral, trombose14 da artéria195 cerebral, infarto11 lacunar e derrame13 embólico;

O termo trombose14 pulmonar consiste em trombose14 pulmonar e trombose14 da artéria pulmonar196;

O termo trombose14 arterial consiste em trombose14 arterial, trombose14 arterial de membros, trombose14 da artéria195 coronária, trombose14 da artéria195 ilíaca, trombo197 intracardíaco e oclusão da artéria195 da retina57;

O termo trombose14 consiste em trombose14, trombose14 vascular65 da retina57, embolia16, Síndrome139 de Budd- Chiari, embolia16 renal99 e embolia16 periférica;

O termo trombose14 venosa consiste em oclusão venosa da retina57, trombose venosa profunda198, trombose14 venosa, trombose14 venosa pélvica199, tromboflebite55, trombose14 venosa dos membros, trombose14 da jugular, trombose14 das veias18 auxiliares, tromboflebite55 superficial, trombose14 da veia porta200, trombose14 da veia mesentérica201, trombose14 da veia cava, trombose14 da veia renal99, trombose14 da veia esplênica202 e trombose14 da veia hepática29.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

A ocorrência de superdose de Evra® é improvável uma vez que o adesivo libera uma quantidade uniforme de hormônios. Não use mais de um adesivo de cada vez.
Não foram relatados efeitos graves após a ingestão acidental de grandes doses de contraceptivos orais. A superdose pode causar náusea124 e vômito122. Pode ocorrer sangramento vaginal. No caso de suspeita de superdose, os adesivos transdérmicos devem ser removidos e administrado tratamento sintomático203.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS

 

MS - 1.1236.3359
Farm. Resp.: Marcos R. Pereira CRF-SP n° 12.304

Registrado por:
JANSSEN-CILAG FARMACÊUTICA LTDA.
Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 2041,
São Paulo – SP CNPJ 51.780.468/0001-87

Fabricado por:
LTS Lohmann Therapie Systeme-AG
Andernach, Alemanha

Embalado (emb. secundária) por:
Janssen Pharmaceutica N.V.
Beerse, Bélgica

Importado por:
Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda.
Rodovia Presidente Dutra, km 154
São José dos Campos - SP
CNPJ 51.780.468/0002-68

 

SAC 0800 701 1851


 

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Tópico: Referente a uma área delimitada. De ação limitada à mesma. Diz-se dos medicamentos de uso local, como pomadas, loções, pós, soluções, etc.
2 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
3 Lactato: Sal ou éster do ácido láctico ou ânion dele derivado.
4 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
5 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
6 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
7 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
8 HIV: Abreviatura em inglês do vírus da imunodeficiência humana. É o agente causador da AIDS.
9 Contracepção: Qualquer processo que evite a fertilização do óvulo ou a implantação do ovo. Os métodos de contracepção podem ser classificados de acordo com o seu objetivo em barreiras mecânicas ou químicas, impeditivas de nidação e contracepção hormonal.
10 Menstruação: Sangramento cíclico através da vagina, que é produzido após um ciclo ovulatório normal e que corresponde à perda da camada mais superficial do endométrio uterino.
11 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
12 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
13 Derrame: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
14 Trombose: Formação de trombos no interior de um vaso sanguíneo. Pode ser venosa ou arterial e produz diferentes sintomas segundo os territórios afetados. A trombose de uma artéria coronariana pode produzir um infarto do miocárdio.
15 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
16 Embolia: Impactação de uma substância sólida (trombo, colesterol, vegetação, inóculo bacteriano), líquida ou gasosa (embolia gasosa) em uma região do circuito arterial com a conseqüente obstrução do fluxo e isquemia.
17 Olhos:
18 Veias: Vasos sangüíneos que levam o sangue ao coração.
19 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
20 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
21 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
22 Útero: Orgão muscular oco (de paredes espessas), na pelve feminina. Constituído pelo fundo (corpo), local de IMPLANTAÇÃO DO EMBRIÃO e DESENVOLVIMENTO FETAL. Além do istmo (na extremidade perineal do fundo), encontra-se o COLO DO ÚTERO (pescoço), que se abre para a VAGINA. Além dos istmos (na extremidade abdominal superior do fundo), encontram-se as TUBAS UTERINAS.
23 Vagina: Canal genital, na mulher, que se estende do ÚTERO à VULVA. (Tradução livre do original
24 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
25 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
26 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
27 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
28 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
29 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
30 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
31 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
32 Pressão arterial sistólica: É a pressão mais elevada (pico) verificada nas artérias durante a fase de sístole do ciclo cardíaco, é também chamada de pressão máxima.
33 Pressão Diastólica: É a pressão mais baixa detectada no sistema arterial sistêmico, observada durante a fase de diástole do ciclo cardíaco. É também denominada de pressão mínima.
34 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
35 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
36 Vasos Sanguíneos: Qualquer vaso tubular que transporta o sangue (artérias, arteríolas, capilares, vênulas e veias).
37 Enxaquecas: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
38 Cabeça:
39 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
40 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
41 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
42 Obesidade: Condição em que há acúmulo de gorduras no organismo além do normal, mais severo que o sobrepeso. O índice de massa corporal é igual ou maior que 30.
43 Fator de risco: Qualquer coisa que aumente a chance de uma pessoa desenvolver uma doença.
44 Hiperlipidemia: Condição em que os níveis de gorduras e colesterol estão mais altos que o normal.
45 Mamas: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
46 Mamografia: Estudo radiológico que utiliza uma técnica especial para avaliar o tecido mamário. Permite diagnosticar tumores benignos e malignos em fase inicial na mama. É um exame que deve ser realizado por mulheres, como prevenção ao câncer.
47 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
48 Triglicérides: A principal maneira de armazenar os lipídeos no tecido adiposo é sob a forma de triglicérides. São também os tipos de lipídeos mais abundantes na alimentação. Podem ser definidos como compostos formados pela união de três ácidos graxos com glicerol. Os triglicérides sólidos em temperatura ambiente são conhecidos como gorduras, enquanto os líquidos são os óleos. As gorduras geralmente possuem uma alta proporção de ácidos graxos saturados de cadeia longa, já os óleos normalmente contêm mais ácidos graxos insaturados de cadeia curta.
49 Enxaqueca: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
50 Vesícula Biliar: Reservatório para armazenar secreção da BILE. Através do DUCTO CÍSTICO, a vesícula libera para o DUODENO ácidos biliares em alta concentração (e de maneira controlada), que degradam os lipídeos da dieta.
51 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
52 Vasculares: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
53 Trombóticas: Relativo à trombose, ou seja, à formação ou desenvolvimento de um trombo (coágulo).
54 Óbito: Morte de pessoa; passamento, falecimento.
55 Tromboflebite: Processo inflamatório de um segmento de uma veia, geralmente de localização superficial (veia superficial), juntamente com formação de coágulos na zona afetada. Pode surgir posteriormente a uma lesão pequena numa veia (como após uma injeção ou um soro intravenoso) e é particularmente frequente nos toxico-dependentes que se injetam. A tromboflebite pode desenvolver-se como complicação de varizes. Existe uma tumefação e vermelhidão (sinais do processo inflamatório) ao longo do segmento de veia atingido, que é extremamante doloroso à palpação. Ocorrem muitas vezes febre e mal-estar.
56 Tromboembolismo: Doença produzida pela impactação de um fragmento de um trombo. É produzida quando este se desprende de seu lugar de origem, e é levado pela corrente sangüínea até produzir a oclusão de uma artéria distante do local de origem do trombo. Esta oclusão pode ter diversas conseqüências, desde leves até fatais, dependendo do tamanho do vaso ocluído e do tipo de circulação do órgão onde se deu a oclusão.
57 Retina: Parte do olho responsável pela formação de imagens. É como uma tela onde se projetam as imagens: retém as imagens e as traduz para o cérebro através de impulsos elétricos enviados pelo nervo óptico. Possui duas partes: a retina periférica e a mácula.
58 Eletiva: 1. Relativo à eleição, escolha, preferência. 2. Em medicina, sujeito à opção por parte do médico ou do paciente. Por exemplo, uma cirurgia eletiva é indicada ao paciente, mas não é urgente. 3. Cujo preenchimento depende de eleição (diz-se de cargo). 4. Em bioquímica ou farmácia, aquilo que tende a se combinar com ou agir sobre determinada substância mais do que com ou sobre outra.
59 Abortamento: Interrupção precoce da gravidez, espontânea ou induzida, seguida pela expulsão do produto gestacional pelo canal vaginal (Aborto). Pode ser precedido por perdas sangüíneas através da vagina.
60 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
61 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
62 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
63 Hipercolesterolemia: Aumento dos níveis de colesterol do sangue. Está associada a uma maior predisposição ao desenvolvimento de aterosclerose.
64 Pré-eclâmpsia: É caracterizada por hipertensão, edema (retenção de líquidos) e proteinúria (presença de proteína na urina). Manifesta-se na segunda metade da gravidez (após a 20a semana de gestação) e pode evoluir para convulsão e coma, mas essas condições melhoram com a saída do feto e da placenta. No meio médico, o termo usado é Moléstia Hipertensiva Específica da Gravidez. É a principal causa de morte materna no Brasil atualmente.
65 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
66 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
67 Diplopia: Visão dupla.
68 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
69 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
70 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
71 Sístole: Período em que o miocárdio (músculo cardíaco) se contrai. Nesta fase, o sangue é ejetado dos ventrículos para as artérias.
72 Diástole: Período em que o miocárdio (músculo cardíaco) se relaxa. Nesta fase o sangue entra nos átrios, proveniente das veias e, em seguida, passa aos ventrículos.
73 Hepatobiliares: Diz-se do que se refere ao fígado e às vias biliares.
74 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
75 Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
76 Colecistite: Inflamação aguda da vesícula biliar. Os sintomas mais freqüentes são febre, dor na região abdominal superior direita (hipocôndrio direito), náuseas, vômitos, etc. Seu tratamento é cirúrgico.
77 Colelitíase: Formação de cálculos no interior da vesícula biliar.
78 Ovário: Órgão reprodutor (GÔNADAS) feminino. Nos vertebrados, o ovário contém duas partes funcionais Sinônimos: Ovários
79 Endométrio: Membrana mucosa que reveste a cavidade uterina (responsável hormonalmente) durante o CICLO MENSTRUAL e GRAVIDEZ. O endométrio sofre transformações cíclicas que caracterizam a MENSTRUAÇÃO. Após FERTILIZAÇÃO bem sucedida, serve para sustentar o desenvolvimento do embrião.
80 Colo: O segmento do INTESTINO GROSSO entre o CECO e o RETO. Inclui o COLO ASCENDENTE; o COLO TRANSVERSO; o COLO DESCENDENTE e o COLO SIGMÓIDE.
81 Neoplasia: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
82 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
83 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
84 Resistência à insulina: Inabilidade do corpo para responder e usar a insulina produzida. A resistência à insulina pode estar relacionada à obesidade, hipertensão e altos níveis de colesterol no sangue.
85 Glicemia: Valor de concentração da glicose do sangue. Seus valores normais oscilam entre 70 e 110 miligramas por decilitro de sangue (mg/dl).
86 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
87 Cefaléias: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaléia ou dor de cabeça tensional, cefaléia cervicogênica, cefaléia em pontada, cefaléia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaléias ou dores de cabeça. A cefaléia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
88 Amenorréia: É a ausência de menstruação pelo período equivalente a 3 ciclos menstruais ou 6 meses (o que ocorrer primeiro). Para períodos inferiores, utiliza-se o termo atraso menstrual.
89 Oligomenorréia: Menstruação produzida a intervalos prolongados. Pode ser a expressão de anormalidades na função ovariana.
90 Cloasma: Manchas escuras na face. O seu surgimento está relacionado à gravidez. Além dos fatores hormonais e da exposição solar, a tendência genética e características raciais também influenciam o seu surgimento. O cloasma gravídico pode desaparecer espontaneamente após a gravidez, não exigindo, às vezes, nenhum tipo de tratamento.
91 Cloasmas: Manchas escuras na face. O seu surgimento está relacionado à gravidez. Além dos fatores hormonais e da exposição solar, a tendência genética e características raciais também influenciam o seu surgimento. O cloasma gravídico pode desaparecer espontaneamente após a gravidez, não exigindo, às vezes, nenhum tipo de tratamento.
92 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
93 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
94 Diafragma: 1. Na anatomia geral, é um feixe muscular e tendinoso que separa a cavidade torácica da cavidade abdominal. 2. Qualquer membrana ou placa que divide duas cavidades ou duas partes da mesma cavidade. 3. Em engenharia mecânica, em um veículo automotor, é uma membrana da bomba injetora de combustível. 4. Na física, é qualquer anteparo com um orifício ou fenda, ajustável ou não, que regule o fluxo de uma substância ou de um feixe de radiação. 5. Em ginecologia, é um método contraceptivo formado por uma membrana de material elástico que envolve um anel flexível, usado no fundo da vagina de modo a obstruir o colo do útero. 6. Em um sistema óptico, é uma abertura que controla a seção reta de um feixe luminoso que passa através desta, com a finalidade de regular a intensidade luminosa, reduzir a aberração ou aumentar a profundidade focal.
95 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
96 Concepção: O início da gravidez.
97 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
98 Defeitos congênitos: Problemas ou condições que estão presentes ao nascimento.
99 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
100 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
101 Menarca: Refere-se à ocorrência da primeira menstruação.
102 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
103 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
104 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
105 Noradrenalina: Mediador químico do grupo das catecolaminas, liberado pelas fibras nervosas simpáticas, precursor da adrenalina na parte interna das cápsulas das glândulas suprarrenais.
106 Globulina: Qualquer uma das várias proteínas globulares pouco hidrossolúveis de uma mesma família que inclui os anticorpos e as proteínas envolvidas no transporte de lipídios pelo plasma.
107 Tireoide: Glândula endócrina altamente vascularizada, constituída por dois lobos (um em cada lado da TRAQUÉIA) unidos por um feixe de tecido delgado. Secreta os HORMÔNIOS TIREOIDIANOS (produzidos pelas células foliculares) e CALCITONINA (produzida pelas células para-foliculares), que regulam o metabolismo e o nível de CÁLCIO no sangue, respectivamente.
108 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
109 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
110 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
111 Globulinas: Qualquer uma das várias proteínas globulares pouco hidrossolúveis de uma mesma família que inclui os anticorpos e as proteínas envolvidas no transporte de lipídios pelo plasma.
112 HDL: Abreviatura utilizada para denominar um tipo de proteína encarregada de transportar o colesterol sanguíneo, que se relaciona com menor risco cardiovascular. Também é conhecido como “Bom Colesterol”. Seus valores normais são de 35-50mg/dl.
113 LDL: Lipoproteína de baixa densidade, encarregada de transportar colesterol através do sangue. Devido à sua tendência em depositar o colesterol nas paredes arteriais e a produzir aterosclerose, tem sido denominada “mau colesterol“.
114 Suplementação: Que serve de suplemento para suprir o que falta, que completa ou amplia.
115 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
116 Nádegas:
117 Abdome: Região do corpo que se localiza entre o TÓRAX e a PELVE.
118 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
119 Dorso: Face superior ou posterior de qualquer parte do corpo. Na anatomia geral, é a região posterior do tronco correspondente às vértebras; costas.
120 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
121 Ovulação: Ovocitação, oocitação ou ovulação nos seres humanos, bem como na maioria dos mamíferos, é o processo que libera o ovócito II em metáfase II do ovário. (Em outras espécies em vez desta célula é liberado o óvulo.) Nos dias anteriores à ovocitação, o folículo secundário cresce rapidamente, sob a influência do FSH e do LH. Ao mesmo tempo que há o desenvolvimento final do folículo, há um aumento abrupto de LH, fazendo com que o ovócito I no seu interior complete a meiose I, e o folículo passe ao estágio de pré-ovocitação. A meiose II também é iniciada, mas é interrompida em metáfase II aproximadamente 3 horas antes da ovocitação, caracterizando a formação do ovócito II. A elevada concentração de LH provoca a digestão das fibras colágenas em torno do folículo, e os níveis mais altos de prostaglandinas causam contrações na parede ovariana, que provocam a extrusão do ovócito II.
122 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
123 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
124 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
125 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
126 Acne: Doença de predisposição genética cujas manifestações dependem da presença dos hormônios sexuais. As lesões começam a surgir na puberdade, atingindo a maioria dos jovens de ambos os sexos. Os cravos e espinhas ocorrem devido ao aumento da secreção sebácea associada ao estreitamento e obstrução da abertura do folículo pilosebáceo, dando origem aos comedões abertos (cravos pretos) e fechados (cravos brancos). Estas condições favorecem a proliferação de microorganismos que provocam a inflamação característica das espinhas, sendo o Propionibacterium acnes o agente infeccioso mais comumente envolvido.
127 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
128 Espasmos: 1. Contrações involuntárias, não ritmadas, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosas ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
129 Fúngica: Relativa à ou produzida por fungo.
130 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
131 Dismenorréia: Dor associada à menstruação. Em uma porcentagem importante de mulheres é um sintoma normal. Em alguns casos está associada a doenças ginecológicas (endometriose, etc.).
132 Espasmo: 1. Contração involuntária, não ritmada, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosa ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
133 Embolismo: É o mesmo que embolia, mas é um termo menos usado. Significa obstrução de um vaso, frequentemente uma artéria, pela migração de um corpo estranho (chamado de êmbolo) levado pela corrente sanguínea.
134 Coágulo: 1. Em fisiologia, é uma massa semissólida de sangue ou de linfa. 2. Substância ou produto que promove a coagulação do leite.
135 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
136 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
137 Vesícula: Lesão papular preenchida com líquido claro.
138 Galactorréia: Secreção mamária anormal de leite fora do período de amamentação. Pode ser produzida por distúrbios hormonais ou pela ação de medicamentos.
139 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
140 Libido: Desejo. Procura instintiva do prazer sexual.
141 Glicose sanguínea: Também chamada de açúcar no sangue, é o principal açúcar encontrado no sangue e a principal fonte de energia para o organismo.
142 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
143 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
144 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
145 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
146 Hemorrágico: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
147 Hemorragia subaracnoide: Hemorragia subaracnoide ou subaracnoidea é um derramamento de sangue que se dá no espaço subaracnoideo compreendido entre duas meninges, a aracnoide e a pia-máter. Este espaço contém o líquor. Essas meninges, além da dura-máter, são membranas que envolvem o sistema nervoso. A origem habitual deste sangue é a ruptura de um vaso sanguíneo enfraquecido (quer seja por uma malformação arteriovenosa, quer por um aneurisma). Quando um vaso sanguíneo está afetado pela aterosclerose ou por uma infecção, pode produzir-se a rotura do mesmo. Tais rupturas podem ocorrer em qualquer idade, sendo mais frequentes entre os 25 e os 50 anos. Raramente ela ocorre por um traumatismo craniano.
148 Mediastino: Região anatômica do tórax onde se localizam diversas estruturas, dentre elas o coração.
149 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
150 Intestino grosso: O intestino grosso é dividido em 4 partes principais: ceco (cecum), cólon (ascendente, transverso, descendente e sigmoide), reto e ânus. Ele tem um papel importante na absorção da água (o que determina a consistência do bolo fecal), de alguns nutrientes e certas vitaminas. Mede cerca de 1,5 m de comprimento.
151 Pele e Tecido Subcutâneo: Revestimento externo do corpo composto por PELE, seus acessórios (CABELO, UNHAS, GLÂNDULAS SEBÁCEAS e GLÂNDULAS SUDORÍPARAS) e seus ductos.
152 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
153 Cabelo: Estrutura filamentosa formada por uma haste que se projeta para a superfície da PELE a partir de uma raiz (mais macia que a haste) e se aloja na cavidade de um FOLÍCULO PILOSO. É encontrado em muitas áreas do corpo.
154 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
155 Eczema: Afecção alérgica da pele, ela pode ser aguda ou crônica, caracterizada por uma reação inflamatória com formação de vesículas, desenvolvimento de escamas e prurido.
156 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
157 Eritema nodoso: Erupção eritematosa comumente associada a reações a medicamentos ou infecções e caracterizada por nódulos inflamatórios que são geralmente dolorosos, múltiplos e bilaterais. Esses nódulos são localizados predominantemente nas pernas, podendo também estar nas coxas e antebraços. Eles sofrem alterações de coloração características terminando em áreas tipo equimose temporárias. Regride em 3 a 6 semanas, em média, sem cicatriz ou atrofia.
158 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
159 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
160 Eritematosa: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
161 Dermatite seborreica: Caracterizada por descamação da pele e do couro cabeludo. A forma que acomete couro cabeludo é a mais comum e conhecida popularmente por caspa. É uma doença inflamatória, não contagiosa, possui caráter crônico e recorrente. O fungo Pityrosporum ovale pode ser considerado um possível causador da dermatite seborreica. As manifestações clínicas mais comuns são descamação, vermelhidão e aspereza local. As escamas podem ser secas ou gordurosas, finas ou espessas, geralmente acinzentadas ou amareladas, quase sempre aderentes, podendo ser acompanhadas ou não de coceira.
162 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
163 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
164 Nutrição: Incorporação de vitaminas, minerais, proteínas, lipídios, carboidratos, oligoelementos, etc. indispensáveis para o desenvolvimento e manutenção de um indivíduo normal.
165 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
166 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
167 Pústulas: Elevações da pele contendo pus, de até um centímetro de diâmetro.
168 Neoplasias: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
169 Pólipos: 1. Em patologia, é o crescimento de tecido pediculado que se desenvolve em uma membrana mucosa (por exemplo, no nariz, bexiga, reto, etc.) em resultado da hipertrofia desta membrana ou como um tumor verdadeiro. 2. Em celenterologia, forma individual, séssil, típica dos cnidários, que se caracteriza pelo corpo formado por um tubo ou cilindro, cuja extremidade oral, dotada de boca e tentáculos, é dirigida para cima, e a extremidade oposta, ou aboral, é fixa.
170 Fibroadenoma: Tumor benigno derivado dos tecidos fibroso e glandular.
171 Adenoma: Tumor do epitélio glandular de características benignas.
172 Leiomioma: Tumor benigno do músculo liso que pode localizar-se em qualquer órgão que seja formado pelo dito tecido.
173 Sistema imune: Sistema de defesa do organismo contra infecções e outros ataques de micro-organismos que enfraquecem o nosso corpo.
174 Colestase: Retardamento ou interrupção do fluxo nos canais biliares.
175 Vias biliares: Conjunto de condutos orgânicos que conectam o fígado e a vesícula biliar ao duodeno. Sua função é conduzir a bile produzida no fígado, para ser armazenada na vesícula biliar e posteriormente ser liberada no duodeno.
176 Displasia: Desenvolvimento ou crescimento anormal de um tecido ou órgão.
177 Colo do útero: Porção compreendendo o pescoço do ÚTERO (entre o ístmo inferior e a VAGINA), que forma o canal cervical.
178 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
179 Raiva: 1. Doença infecciosa freqüentemente mortal, transmitida ao homem através da mordida de animais domésticos e selvagens infectados e que produz uma paralisia progressiva juntamente com um aumento de sensibilidade perante estímulos visuais ou sonoros mínimos. 2. Fúria, ódio.
180 Cicatriz: Formação de um novo tecido durante o processo de cicatrização de um ferimento.
181 Inchaço: Inchação, edema.
182 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
183 Atrofia: 1. Em biologia, é a falta de desenvolvimento de corpo, órgão, tecido ou membro. 2. Em patologia, é a diminuição de peso e volume de órgão, tecido ou membro por nutrição insuficiente das células ou imobilização. 3. No sentido figurado, é uma debilitação ou perda de alguma faculdade mental ou de um dos sentidos, por exemplo, da memória em idosos.
184 Escoriação: Ato ou efeito de escoriar-se; esfolar-se, ferir-se.
185 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
186 Úlcera: Ferida superficial em tecido cutâneo ou mucoso que pode ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
187 Nódulo: Lesão de consistência sólida, maior do que 0,5cm de diâmetro, saliente na hipoderme. Em geral não produz alteração na epiderme que a recobre.
188 Pus: Secreção amarelada, freqüentemente mal cheirosa, produzida como conseqüência de uma infecção bacteriana e formada por leucócitos em processo de degeneração, plasma, bactérias, proteínas, etc.
189 Abscesso: Acumulação de pus em uma cavidade formada acidentalmente nos tecidos orgânicos, ou mesmo em órgão cavitário, em consequência de inflamação seguida de infecção.
190 Isquêmico: Relativo à ou provocado pela isquemia, que é a diminuição ou suspensão da irrigação sanguínea, numa parte do organismo, ocasionada por obstrução arterial ou por vasoconstrição.
191 Seio: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
192 Seio Sagital Superior: Canal venoso longo e grande revestido por endotélio na superfície externa superior do encéfalo. Recebe sangue de uma veia na cavidade nasal, corre para trás, e gradativamente aumenta o calibre quando o sangue é drenado das veias do encéfalo e da DURA-MATER. Próximo à parte póstero-inferior do CRÂNIO, o seio sagital superior desvia para um lado (geralmente o direito) e continua como SEIO TRANSVERSO.
193 Trombótico: Relativo à trombose, ou seja, à formação ou desenvolvimento de um trombo (coágulo).
194 Tronco Cerebral: Parte do encéfalo que conecta os hemisférios cerebrais à medula espinhal. É formado por MESENCÉFALO, PONTE e MEDULA OBLONGA.
195 Artéria: Vaso sangüíneo de grande calibre que leva sangue oxigenado do coração a todas as partes do corpo.
196 Artéria Pulmonar: Vaso curto e calibroso que se origina do cone arterial do ventrículo direito e transporta sangue venoso para os pulmões. DF
197 Trombo: Coágulo aderido à parede interna de uma veia ou artéria. Pode ocasionar a diminuição parcial ou total da luz do mesmo com sintomas de isquemia.
198 Trombose Venosa Profunda: Caracteriza-se pela formação de coágulos no interior das veias profundas da perna. O que mais chama a atenção é o edema (inchaço) e a dor, normalmente restritos a uma só perna. O edema pode se localizar apenas na panturrilha e pé ou estar mais exuberante na coxa, indicando que o trombo se localiza nas veias profundas dessa região ou mais acima da virilha. Uma de suas principais conseqüências a curto prazo é a embolia pulmonar, que pode deixar seqüelas ou mesmo levar à morte. Fatores individuais de risco são: varizes de membros inferiores, idade maior que 40 anos, obesidade, trombose prévia, uso de anticoncepcionais, terapia de reposição hormonal, entre outras.
199 Pélvica: Relativo a ou próprio de pelve. A pelve é a cavidade no extremo inferior do tronco, formada pelos dois ossos do quadril (ilíacos), sacro e cóccix; bacia. Ou também é qualquer cavidade em forma de bacia ou taça (por exemplo, a pelve renal).
200 Veia porta: Veia curta e calibrosa formada pela união das veias mesentérica superior e esplênica.
201 Mesentérica: Relativo ao mesentério, ou seja, na anatomia geral o mesentério é uma dobra do peritônio que une o intestino delgado à parede posterior do abdome.
202 Veia Esplênica: Veia formada pela união (no nível do hilo do baço) de várias veias pequenas provenientes do estômago, pâncreas, baço e mesentério.
203 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.

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