Imosec

JANSSEN- CILAG FARMACÊUTICA LTDA.

Atualizado em 08/12/2014

Imosec®


Informações ao Paciente

comprimidos
cloridrato de loperamida

Forma Farmacêutica e apresentação
Embalagens contendo 12 e 200 comprimidos.

Uso adulto  - Não use Imosec® em crianças

Informações Gerais

Marca Comercial: Imosec®
Princípio Ativo: loperamida
Classe Terapêutica1: Gastrointestinais

Composição

Cada comprimido contém:
cloridrato de loperamida …………………………… 2 mg
Excipientes: amido, celulose microcristalina, estearato de magnésio, lactose2.

Ação esperada do medicamento

Na diarréia3, o Imosec® faz com que as fezes fiquem mais sólidas e diminui a freqüência de evacuações. Imosec® tem seu início de ação desde a primeira tomada, ocorrendo uma redução gradual da diarréia3.

Cuidados de armazenamento

Conservar as embalagens em temperatura ambiente (15oC a 30oC). Proteger da luz e umidade.

Prazo de validade

Verifique na embalagem externa se o medicamento obedece ao prazo de validade. Não utilize o medicamento se o prazo de validade estiver vencido. Pode ser prejudicial a sua saúde4.

Gravidez5 e lactação6

Não se recomenda o uso de Imosec® durante a gravidez5 ou no período de amamentação7, pois pequenas quantidades de Imosec® podem aparecer no leite humano. Informe seu médico a ocorrência de gravidez5 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando.

Cuidados de administração

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Se você apresentar fezes sólidas ou endurecidas, ou se você já estiver há 24 horas sem evacuar, não tome mais o medicamento.
A dose diária máxima não deve ultrapassar 8 comprimidos.
Imosec® comprimidos deve ser utilizado somente em adultos.

Interrupção do tratamento

Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Efeitos colaterais8

Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.
Podem ocorrer constipação9 (“prisão de ventre") e abdome10 distendido, assim como dificuldade para urinar. Neste caso, pare de tomar Imosec® e, se estes efeitos forem graves, consulte seu médico.
A hipersensibilidade ao Imosec® é rara. Pode ser reconhecida, por exemplo, por erupção11 cutânea12, coceira, falta de ar ou edema13 de face14. Se algum destes sinais15 ocorrer, procure seu médico.
Algumas vezes podem ocorrer as seguintes queixas as quais podem ser devidas à própria diarréia3: dor ou desconforto abdominal, náusea16 e vômito17, flatulência, tontura18 ou sonolência e boca19 seca. Perda da consciência ou diminuição no nível de consciência podem ocorrer muito raramente.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Ingestão concomitante com outros medicamentos

Informe seu médico se você estiver usando medicamentos que diminuem a função do estômago20 ou do intestino (por exemplo, anticolinérgicos), pois podem aumentar o efeito do Imosec® .

Disfunção hepática21

Informe seu médico se você tem problemas hepáticos, você poderá necessitar de um acompanhamento médico mais rigoroso.

Contra-indicações

Não utilize Imosec® em crianças.
Não tome Imosec® se você for alérgico ao cloridrato de loperamida, que é o componente ativo do Imosec® .
Imosec® não deve ser usado nos casos de diarréia3 em que as fezes contenham sangue22 ou pus23 ou sejam acompanhadas de febre24.
Não use Imosec® se você estiver com constipação9 (“prisão de ventre") ou estiver com o abdome10 distendido. Também não deve ser utilizado se você tiver inflamação25 no intestino delgado26, sem uma indicação específica do seu médico.

Precauções e advertências

Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
Embora Imosec® seja um medicamento para tratar os sintomas27 da diarréia3 ele não trata a sua causa. A causa da diarréia3 sempre que possível deve ser tratada.
Quando você está com diarréia3, há uma grande perda de líquidos através das fezes, que devem ser repostos através da ingestão de bastante líquido.
Caso o episódio de diarréia3 aguda (diarréia3 que aparece repentinamente) não melhore dentro de um período de 48 horas, ou se houver o aparecimento de febre24, pare de tomar o medicamento e entre em contato com seu médico.
Se ocorrer constipação9 (“prisão de ventre") durante o tratamento, o mesmo deverá ser suspenso. Caso a "prisão de ventre" seja intensa, avise seu médico.
Se você tem AIDS e está sendo tratado com Imosec® para diarréia3 e apresentar qualquer sinal28 de abdome10 distendido, pare de tomar Imosec® imediatamente e avise seu médico.

Efeito sobre a capacidade de dirigir ou operar máquinas
Não há contra-indicações em tomar Imosec® se você dirige ou opera máquinas, a menos que você esteja sentindo cansaço, tontura18 ou sonolência.

Superdose

Se por acidente, você ingeriu Imosec® em quantidades muito grandes, chame logo um médico, principalmente se os seguintes sintomas27 aparecerem: rigidez muscular, movimentos sem coordenação, sonolência ou dificuldade de respiração ou para urinar. As crianças são mais sensíveis que os adultos ao Imosec® . Se ocorrer ingestão acidental por crianças e algum dos sintomas27 descritos anteriormente aparecerem, procure um médico imediatamente.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE4.

Informações Técnicas aos Profissionais de Saúde4

comprimidos
cloridrato de loperamida

Forma Farmacêutica e apresentação
Embalagens contendo 12 e 200 comprimidos.

Uso adulto  - Não use Imosec® em crianças

Informações Gerais

Marca Comercial: Imosec®
Princípio Ativo: loperamida
Classe Terapêutica1: Gastrointestinais

Composição

Cada comprimido contém:
cloridrato de loperamida …………………………… 2 mg
Excipientes: amido, celulose microcristalina, estearato de magnésio, lactose2.

Indicações

Imosec® está indicado no tratamento sintomático29 de:
- Diarréia3 aguda inespecífica, sem caráter infeccioso;
- Diarréias crônicas espoliativas, associadas a doenças inflamatórias como Doença de Crohn30 e retocolite ulcerativa;
- Nas ileostomias e colostomias com excessiva perda de água e eletrólitos31.

Contra Indicações

NÃO INDICADO NA DIARRÉIA3 AGUDA OU PERSISTENTE DA CRIANÇA.

Imosec® é contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade conhecida ao cloridrato de loperamida ou à qualquer um dos excipientes.
Imosec® não deve ser utilizado como tratamento de primeira escolha em pacientes:
- Com disenteria aguda caracterizada por sangue22 nas fezes e febre24 alta
- Com colite32 ulcerativa aguda
- Com enterocolite bacteriana causada por agentes invasores incluindo Salmonella, Shigella E Campylobacter
- Com colite32 pseudomembranosa associada ao uso de antibióticos de amplo espectro.
Em geral, Imosec® não deve ser utilizado quando a inibição do peristaltismo33 deve ser evitada devido ao risco potencial de sequelas34 significativas incluindo íleo35, megacolo e megacolo tóxico. Imosec® deve ser suspenso rapidamente quando ocorrer constipação9, distensão abdominal ou íleo35.
O tratamento com Imosec® é apenas sintomático29. Sempre que uma etiologia36 de base puder ser determinada, um tratamento específico deve ser instituído quando apropriado (ou quando indicado).

Posologia

O seguinte esquema médico é recomendado:
Diarréia3 aguda: a dose inicial sugerida é de 2 comprimidos (4 mg), seguidos de 1 comprimido (2 mg) após cada subseqüente evacuação líquida, até uma dose diária máxima de 8 comprimidos (16 mg), ou a critério médico.
Diarréia3 crônica: a dose diária inicial é de 2 comprimidos (4 mg). Esta dose deve ser ajustada, até que 1 a 2 evacuações sólidas ao dia sejam obtidas, o que é conseguido, em geral, com uma dose diária média que varia entre 1 a 6 comprimidos (2 mg a 12 mg).
A dose diária máxima não deve ultrapassar 8 comprimidos (16 mg).

Lesão37 renal38: não é necessário ajuste de dose para pacientes39 com lesão37 renal38.

Lesão37 hepática21: embora não existam dados farmacocinéticos disponíveis em pacientes com lesão37 hepática21, Imosec® deve ser utilizado com cautela nestes pacientes devido a redução do metabolismo40 de primeira passagem (ver item “Advertências e Precauções”).

Pacientes idosos: Não é necessário ajustar a dose em idosos.

Advertências

Como nos pacientes com diarréia3, a depleção41 de fluídos e eletrólitos31 é, em graus variáveis, uma ocorrência habitual, o uso de Imosec® não deve, em momento algum, excluir a hidratação oral ou parenteral.
Na diarréia3 aguda, caso não se obtenha melhora dentro de 48 horas, deve-se suspender a administração de Imosec® e procurar atendimento e orientação médica.
Em pacientes com AIDS tratados com Imosec® para diarréia3, ao primeiro sinal28 de distensão abdominal, a terapia deve ser interrompida. Têm ocorrido relatos isolados de megacolo tóxico em pacientes com AIDS E colite32 infecciosa viral ou bacteriana tratados com cloridrato de loperamida.
Embora não existam dados farmacocinéticos disponíveis em pacientes com insuficiência hepática42, Imosec® deve ser utilizado com precaução nestes pacientes devido a redução do metabolismo40 de primeira passagem. Quando a função hepática21 estiver alterada, situação em que pode haver sinais15 de toxicidade43 para o SNC44, a administração de Imosec® deve ser muito bem acompanhada.
Dado que a maioria do fármaco45 é metabolisado e os metabólitos46 ou o fármaco45 inalterado é excretado nas fezes, o ajuste de dose em pacientes com distúrbio renal38 não é necessário.

Gravidez5 e lactação6
Imosec® deve ser evitado durante a gravidez5, principalmente no primeiro trimestre, apesar de efeitos teratogênicos47 e embriotóxicos não terem sido observados em animais, mesmo com doses comparáveis a 30 vezes a dose terapêutica1 em humanos. Assim, os benefícios do seu uso devem ser pesados contra os riscos potenciais.
Pequenas quantidades de loperamida podem aparecer no leite humano. Portanto, recomenda-se que Imosec® não seja utilizado durante a amamentação7.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas
Cansaço, tontura18 ou sonolência podem ocorrer no conjunto das síndromes diarréicas tratadas com Imosec® . Portanto, recomenda-se ter cautela ao dirigir um carro ou operar máquinas (ver item “Reações Adversas”).

Interações medicamentosas
Podem ocorrer interações medicamentosas com medicamentos que apresentem propriedades farmacológicas semelhantes à loperamida.
Dados não-clínicos mostraram que a loperamida é um substrato da glicoproteína-P. A administração concomitante de loperamida (dose única de 16 mg) com quinidina ou ritonavir, inibidores da glicoproteína-P, resultou em um aumento de 2 a 3 vezes maior nos níveis plasmáticos da loperamida. A relevância clínica desta interação farmacocinética com os inibidores da glicoproteína-P, quando a loperamida é utilizada nas doses recomendadas (2 mg até a dose máxima diária de 16 mg) é desconhecida.

Reações Adversas a Medicamentos

Dados de estudos clínicos
Os eventos adversos relatados estão mencionados a seguir independente da avaliação da causalidade pelo investigador.
*
1. Eventos adversos em pacientes com diarréia3 aguda
Os eventos adversos com incidência48 ≥ 1,0%, que foram relatados com pelo menos a mesma freqüência em pacientes em uso de cloridrato de loperamida como de placebo49 estão apresentados a seguir:
Distúrbios gastrintestinais: dos 231 pacientes que receberam cloridrato de loperamida, 2,6% apresentaram constipação9 contra 0,8% dos 236 pacientes que receberam placebo49.
Os eventos adversos com incidência48 ≥ 1,0%, os quais foram mais freqüentemente relatados em pacientes em uso de placebo49 do que loperamida foram: boca19 seca, flatulência, cólica abdominal e cólica.
2. Eventos adversos em pacientes com diarréia3 crônica
Os eventos adversos com incidência48 ≥ 1,0%, que foram relatados com pelo menos a mesma freqüência em pacientes em uso de cloridrato de loperamida como de placebo49 estão apresentados a seguir:
Distúrbios gastrintestinais: dos 285 pacientes que receberam cloridrato de loperamida, 5,3% apresentaram constipação9 contra 0,0% dos 277 pacientes que receberam placebo49.
Distúrbios do sistema nervoso central50 e periférico: dos 285 pacientes que receberam cloridrato de loperamida, 1,4% apresentaram vertigem51 contra 0,7% dos 277 pacientes que receberam placebo49.
Os eventos adversos com incidência48 ≥ 1,0%, os quais foram mais freqüentemente relatados em pacientes em uso de placebo49 do que loperamida foram: náusea16, vômito17, cefaléia52, meteorismo53, dor e cólica abdominal.
3. Eventos adversos relatados em 76 estudos controlados e não controlados em pacientes com diarréia3 aguda ou crônica. Os eventos adversos com incidência48 ≥ 1,0% ocorridos em pacientes de todos os estudos estão apresentados na tabela a seguir:

Diarréia3 aguda

Diarréia3 crônica

Todos os estudosª

N° de pacientes tratados

1913

1371

3740

Distúrbios gastrintestinais

Naúsea

0.7%

3.2%

1.8%

Constipação9

1.6%

1.9%

1.7%

Cólicas54 abdominais

0.5%

3.0%

1.4%

ªTodos os pacientes de todos os estudos, incluindo aqueles  cujo evento adverso não ocorreu especificamente nos pacientes com diarréia3 crônica ou aguda.

Experiência pós-comercialização
Os seguintes eventos adversos pós-comercialização tem sido relatados, e dentro de cada sistema orgânico são classificados por freqüência, usando a convenção a seguir:

Muito comum

> 1/10

Comum

> 1/100, < 1/10

Incomum

> 1/1.000, < 1/100

Raro

> 1/10.000, < 1/1.000

Muito raro

< 1/10.000

Esta freqüência reflete as taxas de relatos espontâneos de eventos adversos e não representam a incidência48 ou freqüência observada nos estudos clínicos ou epidemiológicos.
Distúrbios da pele55 etecido subcutâneo56:
Muito raro: exantema57, urticária58 e prurido59.
Casos isolados de angioedema60 e erupções bolhosas incluindo Síndrome de Stevens-Johnson61, eritema multiforme62 e necrose63 epidérmica tóxica têm sido relatados com o uso de cloridrato de loperamida.
Distúrbios do sistema imunológico64:
Ocorrências isoladas de reações alérgicas e em alguns casos de reações de hipersensibilidade grave incluindo choque anafilático65 e reações anafilactóides têm sido relatadas com o uso de cloridrato de loperamida.
Distúrbios gastrintestinais:
Muito raro: dor abdominal, íleo35, distensão abdominal, náusea16, constipação9, vômito17, megacolo incluindo megacolo tóxico (ver item “Advertências e Precauções”), flatulência e dispepsia66.
Distúrbios renais e urinários:
Relatos isolados de retenção urinária67.
Distúrbios psiquiátricos:
Muito raro: sonolência
Distúrbios do sistema nervoso68:
Muito raro: perda da consciência, diminuição no nível de consciência, vertigem51.
Um número de eventos adversos relatados durante os estudos clínicos e na experiência pós-comercialização com a loperamida são sintomas27 freqüentes da síndrome69 diarréica de base (dor / desconforto abdominal, náusea16, vômito17, boca19 seca, cansaço, sonolência, vertigem51 e flatulência). Estes sintomas27 são muitas vezes difíceis de diferenciar dos efeitos colaterais8 do fármaco45.

Superdose

Em casos de superdose (incluindo superdose relativa por disfunção hepática21), pode ocorrer depressão do sistema nervoso central50 (náuseas70, vômitos71, estupor, incoordenação motora, sonolência, miose72, hipertonia73 muscular, depressão respiratória), retenção urinária67 e íleo35. As crianças são mais sensíveis aos efeitos no sistema nervoso central50 do que os adultos. Se houver sintomas27 decorrentes de superdose, deve-se administrar naloxona, até que o padrão respiratório se recupere. Como a duração do efeito de Imosec® é maior do que a da naloxona (que se situa entre 1 e 3 horas), pode haver necessidade de se repetir esse antagonista74. Assim, o paciente deve ser cuidadosamente observado por, pelo menos, 48 horas, para se detectar sinais15 eventuais de depressão respiratória.
Em caso de superdose acidental, deve-se, além das medidas citadas acima, promover lavagem gástrica75, seguida da administração oral, por sonda nasogástrica76, de uma suspensão aquosa de 100 g de carvão ativado.

Propriedade

Imosec® é um antidiarréico sintético de uso oral, cujo componente ativo, o cloridrato de loperamida, tem a seguinte fórmula química: cloridrato de 4(p-clorofenil)-4 hidroxi-N.N-dimetil, , -difenil-1-piperidina-butiramida.

Os estudos in vitro e em animais mostram que o cloridrato de loperamida atua diminuindo a motilidade intestinal propulsiva por ação direta sobre as camadas musculares circular e longitudinal da parede intestinal, inibindo a liberação de acetilcolina77 e prostaglandinas78 nos plexos mioentéricos. Além disso, o cloridrato de loperamida atua também beneficamente sobre o transporte de água e eletrólitos31 pela mucosa intestinal79.
Nos seres humanos, ele prolonga o tempo de trânsito intestinal, reduz o volume fecal diário e diminui a perda de água e eletrólitos31. Também aumenta o tônus do esfíncter anal80, reduzindo a sensação de urgência81 e incontinência fecal82. Em virtude de sua alta afinidade pela parede intestinal e intensa metabolização na primeira passagem pela circulação83 hepática21, a quantidade do cloridrato de loperamida que atinge a circulação83 sistêmica é muito limitada. Assim, a loperamida é facilmente absorvida pelo intestino e é quase completamente metabolizado pelo fígado84, onde é conjugada e excretada através da bile85.
A meia-vida de eliminação do cloridrato de loperamida nos seres humanos é, em média, 11 horas com uma variação de 9 a 14 horas. Após uma dose de 2 mg via oral, os níveis plasmáticos da substância não metabolizada permanecem abaixo de 2 ng/mL.
Estudos de distribuição em ratos mostram uma alta afinidade do fármaco45 pela parede intestinal, ligando-se preferencialmente a receptores na camada muscular longitudinal. A eliminação ocorre principalmente por N-desmetilação oxidativa, que é a principal via metabólica da loperamida. A maior parte da loperamida inalterada e metabólitos46  são eliminados pelas fezes.


Ver informações do laboratório

Imosec - Laboratório

JANSSEN- CILAG FARMACÊUTICA LTDA.
Rod. Presidente Dutra, km 154
São José dos Campos/SP
Tel: 08007011851

Ver outros medicamentos do laboratório "JANSSEN- CILAG FARMACÊUTICA LTDA."

Saiba mais em: Imosec
Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
2 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
3 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
4 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
5 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
6 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
7 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
8 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
9 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
10 Abdome: Região do corpo que se localiza entre o TÓRAX e a PELVE.
11 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
12 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
13 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
14 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
15 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
16 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
17 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
18 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
19 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
20 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
21 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
22 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
23 Pus: Secreção amarelada, freqüentemente mal cheirosa, produzida como conseqüência de uma infecção bacteriana e formada por leucócitos em processo de degeneração, plasma, bactérias, proteínas, etc.
24 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
25 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
26 Intestino delgado: O intestino delgado é constituído por três partes: duodeno, jejuno e íleo. A partir do intestino delgado, o bolo alimentar é transformado em um líquido pastoso chamado quimo. Com os movimentos desta porção do intestino e com a ação dos sucos pancreático e intestinal, o quimo é transformado em quilo, que é o produto final da digestão. Depois do alimento estar transformado em quilo, os produtos úteis para o nosso organismo são absorvidos pelas vilosidades intestinais, passando para os vasos sanguíneos.
27 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
28 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
29 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
30 Doença de Crohn: Doença inflamatória crônica do intestino que acomete geralmente o íleo e o cólon, embora possa afetar qualquer outra parte do intestino. A doença cursa com períodos de remissão sintomática e outros de agravamento. Na maioria dos casos, a doença de Crohn é de intensidade moderada e se torna bem controlada pela medicação, tornando possível uma vida razoavelmente normal para seu portador. A causa da doença de Crohn ainda não é totalmente conhecida. Os sintomas mais comuns são: dor abdominal, diarreia, perda de peso, febre moderada, sensação de distensão abdominal, perda de apetite e de peso.
31 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
32 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
33 Peristaltismo: Conjunto das contrações musculares dos órgãos ocos, provocando o avanço de seu conteúdo; movimento peristáltico, peristalse.
34 Sequelas: 1. Na medicina, é a anomalia consequente a uma moléstia, da qual deriva direta ou indiretamente. 2. Ato ou efeito de seguir. 3. Grupo de pessoas que seguem o interesse de alguém; bando. 4. Efeito de uma causa; consequência, resultado. 5. Ato ou efeito de dar seguimento a algo que foi iniciado; sequência, continuação. 6. Sequência ou cadeia de fatos, coisas, objetos; série, sucessão. 7. Possibilidade de acompanhar a coisa onerada nas mãos de qualquer detentor e exercer sobre ela as prerrogativas de seu direito.
35 Íleo: A porção distal and mais estreita do INTESTINO DELGADO, entre o JEJUNO e a VALVA ILEOCECAL do INTESTINO GROSSO. Sinônimos: Ileum
36 Etiologia: 1. Ramo do conhecimento cujo objeto é a pesquisa e a determinação das causas e origens de um determinado fenômeno. 2. Estudo das causas das doenças.
37 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
38 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
39 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
40 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
41 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
42 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
43 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
44 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
45 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
46 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
47 Teratogênicos: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
48 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
49 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
50 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
51 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
52 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
53 Meteorismo: Acúmulo de gás no tubo digestivo. Pode produzir distensão abdominal, dor persistente, flatulência, etc.
54 Cólicas: Dor aguda, produzida pela dilatação ou contração de uma víscera oca (intestino, vesícula biliar, ureter, etc.). Pode ser de início súbito, com exacerbações e períodos de melhora parcial ou total, nos quais o paciente pode estar sentindo-se bem ou apresentar dor leve.
55 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
56 Subcutâneo: Feito ou situado sob a pele. Hipodérmico.
57 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
58 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
59 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
60 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
61 Síndrome de Stevens-Johnson: Forma grave, às vezes fatal, de eritema bolhoso, que acomete a pele e as mucosas oral, genital, anal e ocular. O início é geralmente abrupto, com febre, mal-estar, dores musculares e artralgia. Pode evoluir para um quadro toxêmico com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração (arritmias e pericardite). O prognóstico torna-se grave principalmente em pessoas idosas e quando ocorre infecção secundária. Pode ser desencadeado por: sulfas, analgésicos, barbitúricos, hidantoínas, penicilinas, infecções virais e bacterianas.
62 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
63 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
64 Sistema imunológico: Sistema de defesa do organismo contra infecções e outros ataques de micro-organismos que enfraquecem o nosso corpo.
65 Choque anafilático: Reação alérgica grave, caracterizada pela diminuição da pressão arterial, taquicardia e distúrbios gerais da circulação, acompanhado ou não de edema de glote. Necessita de tratamento urgente. Pode surgir por exposição aos mais diversos alérgenos.
66 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
67 Retenção urinária: É um problema de esvaziamento da bexiga causado por diferentes condições. Normalmente, o ato miccional pode ser iniciado voluntariamente e a bexiga se esvazia por completo. Retenção urinária é a retenção anormal de urina na bexiga.
68 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
69 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
70 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
71 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
72 Miose: Contração da pupila, que pode ser fisiológica, patológica ou terapêutica.
73 Hipertonia: 1. Em biologia, é a característica de uma solução que apresenta maior concentração de solutos do que outra. 2. Em medicina, é a tensão excessiva em músculos, artérias ou outros tecidos orgânicos.
74 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
75 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
76 Sonda nasogástrica: Equipamento de uso médico que pode servir tanto para alimentar pacientes que não conseguem realizar a deglutição, como para drenar líquidos do estômago (em casos de intoxicação ou cirurgias, por exemplo). A sonda é um equipamento que consiste basicamente em um tubo com duas aberturas para comunicação entre o interior e o exterior do corpo do paciente.
77 Acetilcolina: A acetilcolina é um neurotransmissor do sistema colinérgico amplamente distribuído no sistema nervoso autônomo.
78 Prostaglandinas: É qualquer uma das várias moléculas estruturalmente relacionadas, lipossolúveis, derivadas do ácido araquidônico. Ela tem função reguladora de diversas vias metabólicas.
79 Mucosa Intestinal: Revestimento dos INTESTINOS, consistindo em um EPITÉLIO interior, uma LÂMINA PRÓPRIA média, e uma MUSCULARIS MUCOSAE exterior. No INTESTINO DELGADO, a mucosa é caracterizada por várias dobras e muitas células absortivas (ENTERÓCITOS) com MICROVILOSIDADES.
80 Esfíncter anal: Esfíncter é uma estrutura, geralmente um músculo de fibras circulares concêntricas dispostas em forma de anel, que controla o grau de amplitude de um determinado orifício. Esfíncter anal é o esfíncter do ânus. O canal anal tem um esfíncter interno e outro externo.
81 Urgência: 1. Necessidade que requer solução imediata; pressa. 2. Situação crítica ou muito grave que tem prioridade sobre outras; emergência.
82 Incontinência fecal: É a perda do controle das evacuações. Pode ocorrer por um curto período durante episódios de diarréia ou quando fezes endurecidas ficam alojadas no reto (impactação fecal). Os indivíduos com lesões anais ou medulares, prolapso retal (protrusão do revestimento do reto através do ânus), demência, lesão neurológica causada pelo diabetes, tumores do ânus ou lesões pélvicas ocorridas durante o parto podem desenvolver uma incontinência fecal persistente.
83 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
84 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
85 Bile: Líquido secretado pelo fígado e acumulado na vesícula biliar, com abundante quantidade de bilirrubina, colesterol e pigmentos biliares. Tem importante função na digestão de gorduras. É lançada na porção inicial do intestino delgado através de um conduto chamado hepato-colédoco.

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