GALVUS MET COMBI-PACK

NOVARTIS

Atualizado em 08/12/2014

GALVUS MET COMBI- PACK

Vildagliptina + Cloridrato de  Metformina1

Formas Farmacêuticas, Via de Administração e Apresentações de Galvus Met Combi-Pack

Comprimidos + comprimidos revestidos - via oralVildagliptina 100 mg + cloridrato de metformina1 500 mg ou vildagliptina 100 mg + cloridrato de metformina1 850 mg - em embalagens contendo: 28 comprimidos de vildagliptina + 56 comprimidos revestidos de cloridrato de metformina1
USO ADULTO

- Composição:

Cada comprimido contém 100 mg de vildagliptina.
Excipientes: lactose2, celulose microcristalina, amidoglicolato de sódio, estearato de magnésio.
Cada comprimido revestido contém 500 mg ou 850 mg de cloridrato de metformina1.
Excipientes: povidona, estearato de magnésio, croscarmelose sódica, sílica coloidal anidra, hipromelose, dióxido de titânio, macrogol.

Informações ao Paciente de Galvus Met Combi-Pack

Como este medicamento funciona?
O diabetes mellitus3 tipo 2 se desenvolve quando o corpo não produz insulina4 suficiente ou a insulina4 que o seu corpo produz não funciona como deveria. Também pode se desenvolver se o corpo produz muito glucagon5.
A insulina4 é uma substância que ajuda a diminuir o nível sangüíneo de açúcar6, especialmente após a
alimentação. O glucagon5 é uma substância que induz a produção de açúcar6 pelo fígado7 causando o aumento do açúcar6 sangüíneo. Ambos são produzidos pelo pâncreas8. GALVUS MET COMBI-PACK atua fazendo o pâncreas8 produzir mais insulina4 e menos glucagon5 (efeito da vildagliptina) e também ajudando o corpo a utilizar melhor a insulina4 que produz (efeito do cloridrato de metformina1).
GALVUS MET COMBI-PACK ajuda a controlar os níveis sangüíneos de açúcar6. É importante que você continue a seguir a dieta e/ou exercício indicados a você enquanto estiver sob tratamento com GALVUS MET COMBI-PACK. Se você tiver alguma dúvida sobre o porquê desse medicamento ter sido indicado a você, pergunte ao seu médico.

Por que este medicamento foi indicado?
GALVUS MET COMBI-PACK é uma combinação de comprimidos e cada um deles contém uma substância ativa: a vildagliptina e o cloridrato de metformina1. Ambas substâncias pertencem ao grupo dos medicamentos conhecidos como "antidiabéticos orais9". Há duas combinações disponíveis (vildagliptina/cloridrato de metformina1) 100/500 mg e 100/850 mg.
GALVUS MET COMBI-PACK é um medicamento utilizado para o tratamento do diabetes mellitus3
tipo 2. Ele é prescrito junto com a dieta e o exercício em pacientes já tratados com vildagliptina e cloridrato de metformina1 em comprimidos separados, ou para aqueles cujo diabetes mellitus3 tipo 2 não esteja adequadamente controlado com cloridrato de metformina1 ou vildagliptina em monoterapia.
GALVUS MET COMBI-PACK ajuda a reduzir os níveis sangüíneos de açúcar6 e por isso também é um antidiabético oral10.

Quando não devo usar este medicamento?
Siga cuidadosamente todas as instruções dadas a você pelo seu médico mesmo se forem diferentes das
informações contidas nessa bula.
Não tome GALVUS MET COMBI-PACK
• Se você for alérgico (hipersensível) à vildagliptina, ao cloridrato de metformina1 ou a qualquer outro excipiente desses comprimidos.
• Se você tem problemas nos rins11.
• Se você teve recentemente um ataque do coração12, tem insufi ciência cardíaca, ou tem problemas
circulatórios graves, incluindo choque13, ou difi culdades respiratórias.
• Se você tem ou teve complicações sérias com o seu diabetes14, como cetoacidose diabética15 (uma
complicação do diabetes14 envolvendo perda rápida de peso, náusea16 ou vômito17) ou coma18 diabético.
• Se você for submetido à exames radiográfi cos com uso de contraste (um tipo específi co de exame radiográfico envolvendo o uso de contraste injetável). Você deverá interromper temporariamente o tratamento com GALVUS MET COMBI-PACK no dia e nos próximos dias que se seguem à realização deste procedimento.

Cuidados especiais com GALVUS MET COMBI-PACK
GALVUS MET COMBI-PACK não é um substituto da insulina4. Você não deve, portanto, receber GALVUS MET COMBI-PACK para o tratamento de diabetes mellitus3 tipo 1 (ou seja, quando o seu corpo não produz insulina4) nem para o tratamento de uma condição chamada cetoacidose diabética15.
• Se você sentir um ou mais dos seguintes sintomas19: frio e desconforto, dor muscular, sonolência, náusea16 ou vômito17 grave, dor abdominal, tontura20, batimento cardíaco irregular (palpitação21) ou respiração acelerada. Muito raramente, pacientes tomando cloridrato de metformina1 (uma das substâncias ativas de GALVUS MET COMBI-PACK) podem desenvolver uma condição chamada acidose22 lática23 (muito ácido lático no sangue24). Isso é mais comum ocorrer em pacientes cujos rins11 não estão funcionando adequadamente.
• Se você sentir náusea16, sudorese25, fraqueza, tontura20, tremor ou dor de cabeça26, que são sinais27 de nível de açúcar6 sanguíneo (glicose28) baixo, que podem ocorrer devido à falta de comida, exercício físico vigoroso sem ingestão de comida ou pela ingestão excessiva de álcool (geralmente não ocorre com o uso isolado de GALVUS MET COMBI-PACK).
Se você sentir algum desses sintomas19, pare de tomar GALVUS MET COMBI-PACK e consulte um médico imediatamente.
• Se você for submetido a uma operação sob anestesia29 geral. Você pode precisar parar de tomar GALVUS MET COMBI-PACK por alguns dias, antes e depois do procedimento.
• Se você toma álcool excessivamente, tanto todos os dias quanto somente esporadicamente.
• Se você tem doença no fígado7.
• Se o controle do seu nível de açúcar6 sanguíneo piorar repentinamente, se você apresentar testes
sanguíneos anormais ou se sentir doente, contate seu médico.
Se qualquer uma das condições acima se aplicarem a você, fale com o seu médico.
Monitorando seu tratamento com GALVUS MET COMBI-PACK
Seu médico deve assegurar que os seguintes testes sejam realizados:
• Testar regularmente o sangue24 e a urina30 para açúcar6.
• Checar a função dos seus rins11:
No início do tratamento;
Ao menos uma vez ao ano enquanto você estiver em tratamento;
Mais freqüentemente se você for idoso.
• Checar a função do seu fígado7: - no início do tratamento;
Regularmente enquanto você estiver em tratamento.
• Teste sanguíneo pelo menos uma vez ao ano.
• Pode-se realizar uma checagem dos níveis de vitamina31 B12 pelo menos a cada dois a três anos.

Tomando GALVUS MET COMBI-PACK com comida e bebida
É recomendado que você tome seus comprimidos de GALVUS MET COMBI-PACK com ou logo após as refeições.
Isso reduzirá as chances de você sentir desconforto no estômago32.

GALVUS MET COMBI-PACK e idosos
GALVUS MET COMBI-PACK deve somente ser utilizado em pacientes idosos se eles não tiverem nenhum problema nos rins11. Se você for idoso, seu médico checará a função dos seus rins11 várias vezes ao ano.

GALVUS MET COMBI-PACK e crianças
Não há informações disponíveis sobre o uso de GALVUS MET COMBI-PACK em crianças (menores de 18 anos).
O uso de GALVUS MET COMBI-PACK nesses pacientes não é, portanto, recomendado.

Grávidas
Avise o seu médico se você está, acha que está ou esteja planejando fi car grávida. Seu médico discutirá com você o risco potencial de tomar GALVUS MET COMBI-PACK durante a gravidez33.
Peça auxílio ao seu médico antes de tomar qualquer medicamento durante a gravidez33.

Mulheres amamentando
Não amamente durante o tratamento com GALVUS MET COMBI-PACK.
Peça auxílio ao seu médico antes de tomar qualquer medicamento durante a amamentação34.

Dirigindo e/ou operando máquinas
Se você sentir tontura20 enquanto estiver tomando GALVUS MET COMBI-PACK, não dirija veículos e/ou utilize qualquer ferramenta e/ou opere máquinas até que você se sinta normal.

Informações importantes sobre alguns excipientes de GALVUS MET COMBI-PACK
O comprimido de vildagliptina de GALVUS MET COMBI-PACK contém um excipiente chamado lactose2 (açúcar6 do leite). Se você tem intolerância grave à lactose2, galactose35 ou má absorção de glicose28-galactose35, avise seu médico antes de tomar GALVUS MET COMBI-PACK.

Tomando outros medicamentos
Avise o seu médico se você está tomando ou tomou qualquer outro medicamento recentemente. Lembre-se também daqueles que não foram prescritos por um médico. Isso é particularmente importante com os seguintes medicamentos:
• Certos medicamentos utilizados para tratar infecções36 (p.ex. vancomicina, trimetoprima)
• Certos medicamentos utilizados para tratar infl amações (p.ex. corticosteróides)
• Certos medicamentos utilizados para tratar pressão alta (p.ex. amilorida, triantereno, nifedipino, diuréticos37)
• Certos medicamentos utilizados para tratar batimentos cardíacos irregulares (p.ex. digoxina, quinidina)
• Certos medicamentos utilizados para reduzir a dor (p.ex.morfi na)
• Certos medicamentos utilizados para tratar distúrbios do estômago32 (p.ex.cimetidina, ranitidina)
• Certos medicamentos utilizados para tratar alguns distúrbios psiquiátricos (p.ex. fenotiazina)
• Certos medicamentos utilizados para tratar distúrbios da tiróide
• Contraceptivos orais, certos medicamentos utilizados para reduzir os sintomas19 nas mulheres em
menopausa38 ou osteoporose39 (p.ex. Estrogênio)

Não beba álcool excessivamente ou tome medicamentos que contenham álcool enquanto estiver tomando GALVUS MET COMBI-PACK.

Esse medicamento pertence à categoria B de risco na gravidez33, portanto, este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Este medicamento é contra-indicado a menores de 18 anos.
Informe ao médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
NÃO USE MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE40.

Como devo usar este medicamento?
Siga cuidadosamente todas as instruções dadas a você pelo seu médico mesmo se forem diferentes das informações contidas nessa bula. Não tome mais GALVUS MET COMBI-PACK do que o seu médico prescreveu.

Aspecto físico
Comprimido de vildagliptina de 100 mg: oval branco a levemente amarelado.
Comprimido de cloridrato de metformina1 de 500 mg: revestido, redondo e branco.
Comprimido de cloridrato de metformina1 de 850 mg: revestido oval e branco.

Características organolépticas
Odor e sabor característicos.

Quanto tomar
Seu médico falará exatamente quantos comprimidos de GALVUS MET COMBI-PACK tomar. A dose usual de GALVUS MET COMBI-PACK é de 100/500 mg ou 100/850 mg da seguinte forma: um comprimido de vildagliptina e um comprimido de cloridrato de metformina1 pela manhã e outro de cloridrato de metformina1 à noite.
Dependendo da sua resposta ao tratamento, seu médico poderá sugerir uma dose maior ou menor.

Quando e como tomar GALVUS MET COMBI-PACK
GALVUS MET COMBI-PACK deve ser tomado pela manhã e à noite conforte descrito anteriormente. É recomendado que você tome seus comprimidos com ou logo após as refeições. Isso reduzirá as chances de você sentir desconforto no estômago32. Os comprimidos devem ser engolidos inteiros com um copo de água.

Por quanto tempo tomar GALVUS MET COMBI-PACK
Continue tomando GALVUS MET COMBI-PACK todos os dias por quanto tempo o seu médico disser para fazê-lo.
Você pode continuar nesse tratamento por um longo período de tempo. O seu médico monitorará regularmente sua condição para checar se o tratamento está surtindo o efeito desejável. Não pare de tomar GALVUS MET COMBI-PACK a menos que o seu médico diga para fazê-lo. Se você tiver dúvida sobre quanto tempo tomar GALVUS MET COMBI-PACK, fale como seu médico.

Se você esquecer de tomar GALVUS MET COMBI-PACK
É aconselhável tomar seu medicamento no mesmo horário todos os dias. Se você esquecer de tomar GALVUS MET COMBI-PACK, tome-o assim que você se lembrar e tome a sua próxima dose no horário usual. Entretanto, se está quase no horário da próxima dose, não tome a dose esquecida. Não tome uma dose dobrada para compensar o comprimido esquecido.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento.
Este medicamento não pode ser partido ou mastigado.

Quais os males que este medicamento pode causar?
GALVUS MET COMBI-PACK pode apresentar algumas reações adversas em algumas pessoas. Alguns pacientes têm apresentado as seguintes reações adversas enquanto tomavam GALVUS MET COMBI-PACK:
Algumas reações adversas que podem ser graves
Essas reações adversas podem afetar menos de 1 a cada 10.000 pacientes:
• Frio, desconforto, dor muscular, sonolência, náusea16 ou vômito17 grave, dor abdominal, perda de peso inexplicável,
tontura20, batimento cardíaco irregular (palpitação21) ou respiração ofegante (sintomas19 de acidose22 lática23).
Pele41 e olhos42 amarelados, náusea16, perda de apetite, urina30 com pouca coloração (sintomas19 de hepatite43).
Se você sentir qualquer uma dessas reações, fale com o seu médico imediatamente.
Algumas reações adversas muito comuns
Essas reações adversas podem afetar mais de 10 a cada 100 pacientes:
Náusea16, vômito17, diarréia44, dor abdominal, perda de apetite.
Algumas reações adversas comuns
Essas reações adversas podem afetar entre 1 e 10 a cada 100 pacientes:
Tontura20, constipação45, dor nas juntas, dor de cabeça26, tremor involuntário, gosto metálico.
Se alguma dessas condições afetarem você gravemente, fale com o seu médico.
Algumas reações adversas muito raras
Essas reações adversas podem afetar menos de 1 a cada 10.000 pacientes:
• Vermelhidão na pele41, coceira, diminuição do nível sanguíneo de vitamina31 B12, resultados anormais em alguns testes hepáticos.
Se alguma dessas condições afetarem você gravemente, fale com o seu médico.
Se você notar qualquer outra reação adversa não mencionada nessa bula, por favor, informe ao seu médico.

ATENÇÃO: ESTE É UM MEDICAMENTO NOVO E, EMBORA AS PESQUISAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA ACEITÁVEIS PARA COMERCIALIZAÇÃO, EFEITOS INDESEJÁVEIS E NÃO CONHECIDOS PODEM OCORRER. NESTE CASO, INFORME SEU MÉDICO.

O que fazer se alguém usar uma grande quantidade deste medicamento de uma só vez?
Se você tomar acidentalmente muitos comprimidos ou se outra pessoa tomar o seu medicamento, fale com o um médico imediatamente. Você pode precisar de cuidados médicos. Se possível, mostre ao médico o medicamento.

Onde e como devo guardar este medicamento?
• Não use após a data de validade indicada na caixa.
• Mantenha na sua embalagem original.
• Não utilize nenhuma caixa de GALVUS MET COMBI-PACK que esteja danifi cada ou que mostre sinais27 de adulteração.
• Mantenha GALVUS MET COMBI-PACK em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C) e protegido da umidade.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANÇE DAS CRIANÇAS.

Informações Técnicas Para Os Profissionais de Saúde40 de Galvus Met Combi-Pack

Características Farmacológicas de Galvus Met Combi-Pack

Propriedades farmacodinâmicas

GALVUS MET COMBI-PACK combina dois agentes antidiabéticos orais9 com diferentes mecanismos de ação para melhorar o controle glicêmico em pacientes com diabetes mellitus3 tipo 2: a vildagliptina, um membro da classe dos inibidores da DPP-4 (dipeptidil-peptidase-4) e o cloridrato de metformina1, um membro da classe das biguanidas46.Não foram conduzidos estudos clínicos de efi cácia com GALVUS MET COMBI-PACK. No entanto, para os
componentes em separado, foi estabelecida a efi cácia e segurança e sua co-administração foi avaliada para eficácia e segurança em dois estudos clínicos. Nesses estudos clínicos estabeleceram-se os benefícios da vildagliptina quando associada à pacientes com controle inadequado do diabetes mellitus3 tipo 2 enquanto
tratados com o cloridrato de metformina1.
Em um estudo clínico duplo-cego, placebo47-controlado em pacientes com diabetes mellitus3 tipo 2, cuja
hiperglicemia48 estava inadequadamente controlada com a dose máxima de cloridrato de metformina1 em
monoterapia, a adição de vildagliptina (50 mg uma vez ao dia ou 100 mg em doses divididas) por 24 semanas levou a uma redução estatisticamente signifi cativa na HbA1C49 e aumento da proporção de pacientes que atingiu redução de pelo menos 0,7% na HbA1C49, quando comparados aos pacientes que continuaram com cloridrato de metformina1 em monoterapia. O valor inicial de HbA1C49 (%) médio do grupo era de 8,3% (placebo47 mais cloridrato de metformina1) a 8,4% (em ambos os grupos vildagliptina mais cloridrato de metformina1). A vildagliptina combinada ao cloridrato de metformina1 resultou em uma redução adicional média estatisticamente signifi cativa na HbA1C49 comparada ao placebo47 (diferença entre os grupos de -0,7% a -1,1% para 50 mg e 100 mg de vildagliptina, respectivamente). A proporção de pacientes que atingiu uma diminuição clinicamente signifi cativa e robusta na HbA1C49 (defi nida como uma diminuição ? 0,7% da medida inicial) foi estatisticamente signifi cativa e maior em ambos os grupos de vildagliptina mais cloridrato de metformina1 (46% e 60%, respectivamente) quando comparados ao grupo cloridrato de metformina1 mais placebo47 (20%). Os pacientes com a combinação de vildagliptina mais cloridrato de metformina1 não apresentaram uma alteração signifi cativa no peso corpóreo quando comparados à medida inicial. Após 24 semanas, houve uma diminuição em relação à medida inicial, tanto da pressão sangüínea50 sistólica quanto da diastólica, nos grupos tratados com vildagliptina combinada ao cloridrato de metformina1. As variações médias foram -2,0/-0,8 mmHg, -3,5/-2,2 mmHg e -0,8/-0,1 mmHg, em pacientes recebendo cloridrato de metformina1 combinado à vildagliptina 50 mg ao dia, vildagliptina 50 mg duas vezes ao dia e placebo47, respectivamente. A incidência51 de eventos adversos gastrointestinais foi de 10% a 15% nos grupos de vildagliptina mais cloridrato de metformina1 quando comparada a 18% do grupo de cloridrato de metformina1 mais placebo47.
O efeito da vildagliptina em combinação ao cloridrato de metformina1 foi avaliado em outro estudo clínico, duplocego, placebo47-controlado com duração total de 52 semanas (estudo principal de 12 semanas seguido de 40 semanas de extensão) envolvendo 132 pacientes com diabetes mellitus3 tipo 2 em doses estáveis de cloridrato de metformina1 (1.500 mg a 3.000 mg diários). A adição da vildagliptina (50 mg uma vez ao dia) ao cloridrato de metformina1 resultou em uma redução adicional estatisticamente signifi cativa da HbA1C49 média (-0,6%) em relação a medida inicial e ao placebo47 mais cloridrato de metformina1 (+0,1%) no fi nal do intervalo de 12 semanas (valor inicial médio de HbA1C49 de 7,7% e 7,9%, respectivamente). Desses pacientes, 71 continuaram na terapia com cloridrato de metformina1 combinada à vildagliptina ou ao placebo47 por um período adicional de 40 semanas (extensão placebo47-controlado, duplo-cego). Na 52ª semana, a alteração média em relação à medida inicial de HbA1C49 foi maior, estatisticamente signifi cativa e mantida nos pacientes com vildagliptina mais cloridrato de metformina1 contra os pacientes que continuaram com o cloridrato de metformina1 em monoterapia (diferença entre os grupos -1,1%), indicando um efeito durável no controle glicêmico. Enquanto, o controle glicêmico no grupo recebendo cloridrato de metformina1 mais placebo47 se deteriorou ao longo do estudo.

Vildagliptina
A vildagliptina, um membro da classe dos ativadores das ilhotas pancreáticas52, é um inibidor potente e seletivo da dipeptidil-peptidase-4 (DPP-4) que melhora o controle glicêmico.
A administração de vildagliptina resulta em uma rápida e completa inibição da atividade da DPP-4. Em pacientes com diabetes mellitus3 tipo 2, a administração de vildagliptina leva a inibição da atividade enzimática da DPP-4 por um período de 24 horas. A inibição da DPP-4 pela vildagliptina resulta em um aumento nos níveis endógenos dos hormônios conhecidos como incretinas, GLP-1 (peptídeo glucagon5 símile 1) e GIP (polipeptídeo insulinotrópico glicose28-dependente) tanto no jejum quanto no pós-prandial.
Através do aumento dos níveis endógenos dessas incretinas, a vildagliptina intensifi ca a sensibilidade das
células53 beta à glicose28, resultando na melhora da secreção da insulina4 glicose28-dependente. Isso é associado à melhora nos testes padrão de função da célula54 beta. O nível de melhora da função da célula54 beta é dependente do grau inicial de sua insufi ciência; em indivíduos não diabéticos (glicemia55 normal), a vildagliptina não estimula a secreção de insulina4 ou reduz a glicemia55. Através do aumento endógeno nos níveis de GLP-1, a vildagliptina melhora a sensibilidade das células53 alfa à glicose28, resultando em uma secreção de glucagon5 glicose28-apropriada.
A redução da hipersecreção inapropriada de glucagon5 durante as refeições atenua a resistência insulínica.
O aumento da relação insulina4/glucagon5 no indivíduo hiperglicêmico, devido ao aumento nos níveis das incretinas, resulta na diminuição da produção hepática56 de glicose28 no jejum e pós-prandial, levando a redução da glicemia55.
O efeito do aumento dos níveis de GLP-1 sobre o retardo do esvaziamento gástrico não é observado no
tratamento com a vildagliptina. Adicionalmente, foi observada uma redução na lipemia pós-prandial não mediada pelo efeito da vildagliptina sobre as incretinas e sua ação sobre a melhora da função da ilhota pancreática.
Um total de 5.759 pacientes com diabetes mellitus3 tipo 2 participou de 13 estudos clínicos, duplo-cego,
placebo47- ou ativo-controlados de efi cácia, tolerabilidade e segurança de 12 a 52 semanas de duração de
tratamento. Nesses estudos, a vildagliptina foi administrada em doses diárias de 50 mg e 100 mg (a dose
de 100 mg foi administrada tanto como dose única quanto em duas doses de 50 mg pela manhã e a noite)
como monoterapia em pacientes com diabetes mellitus3 tipo 2 virgens de tratamento ou em combinação em
pacientes não controlados adequadamente por outros agentes antidiabéticos. No geral, a vildagliptina melhorou o controle glicêmico quando administrada em monoterapia ou em combinação com o cloridrato de metformina1, sulfoniluréia (SU), tiazolenediona (TZD) ou insulina4. A mensuração da efi cácia do fármaco57 foi comprovada através da redução signifi cativa da HbA1C49 e da glicemia de jejum58 desde o início até o fi nal do estudo. Quando administrada como monoterapia ou em combinação com o cloridrato de metformina1 nos estudos de mais de 52 semanas de duração, essa melhora na homeostase da glicose28 foi durável.
cloridrato de metformina1
O cloridrato de metformina1 melhora a tolerância à glicose28 em pacientes com diabetes mellitus3 tipo 2, diminuindo a glicemia55 tanto basal quanto pós-prandial. O cloridrato de metformina1 diminui a produção hepática56 de glicose28, a absorção intestinal da glicose28 e aumenta a sensibilidade à insulina4 através do aumento da captação e da utilização periférica da glicose28. Ao contrário das sulfoniluréias59, o cloridrato de metformina1 não causa hipoglicemia60 em pacientes com diabetes mellitus3 tipo 2 nem em pessoas não-diabéticas (exceto em circunstâncias especiais) e não causa hiperinsulinemia61. Com a terapia do cloridrato de metformina1, a secreção de insulina4 permanece inalterada enquanto os níveis de insulina4 no jejum e a resposta à insulina4 plasmática durante o dia podem, na verdade, diminuir. O cloridrato de metformina1 estimula a síntese intracelular do glicogênio62, através da ação sobre a glicogênio62 sintase e
aumenta a capacidade de transporte de tipos específi cos de transportadores de membranas de glicose28 (GLUT-1 e GLUT-4). Em humanos, independente da sua ação sobre a glicemia55, o cloridrato de metformina1 tem efeitos favoráveis ao metabolismo63 de lipídeos, como demonstrado pelo uso de doses terapêuticas em estudos clínicos controlados de médio ou longo prazo: o cloridrato de metformina1 reduz os níveis de colesterol64 total, LDLc e triglicérides65. O estudo randomizado66 prospectivo67 (UKPDS) estabeleceu os benefícios a longo prazo do controle glicêmico intensivo do diabetes mellitus3 tipo 2. A análise dos resultados em pacientes com sobrepeso68 tratados com cloridrato de metformina1 após falha da dieta sozinha mostrou:
• Redução signifi cativa no risco absoluto de qualquer complicação relacionada ao diabetes14 no grupo com
cloridrato de metformina1 (29,8 eventos/1.000 pacientes-ano) contra dieta sozinha (43,3 eventos/1.000
pacientes-ano), p=0,0023, e contra os grupos da combinação de sulfoniluréia e insulina4 em monoterapia (40,1 eventos/1.000 pacientes-ano), p=0,0034.
• Redução signifi cativa no risco absoluto da mortalidade69 relacionada ao diabetes mellitus3 tipo 2: cloridrato de metformina1 7,5 eventos/1.000 pacientes-ano, dieta sozinha 12,7 eventos/1.000 pacientes-ano, p=0,017.
• Redução signifi cativa no risco absoluto da mortalidade69 geral: cloridrato de metformina1 13,5 eventos/1.000
pacientes-ano contra dieta sozinha 20,6 eventos/1.000 pacientes-ano (p=0,011), e contra os grupos da combinação de sulfoniluréia e insulina4 em monoterapia 18,9 eventos/1.000 pacientes-ano (p=0,021).
• Redução signifi cativa no risco absoluto de infarto do miocárdio70: cloridrato de metformina1 11 eventos/1.000
pacientes-ano, dieta sozinha 18 eventos/1.000 pacientes-ano (p=0,01).

Propriedades farmacocinéticas

Absorção
vildagliptina
Após a administração oral no jejum, a vildagliptina é rapidamente absorvida com o pico de concentração
plasmática observado a 1,75 hora. A co-administração com alimento diminui levemente a taxa de absorção
da vildagliptina, caracterizada pela diminuição de 19% na concentração plasmática, e atraso no pico da
concentração plasmática para 2,5 horas. Não há alteração na extensão de absorção, e o alimento não altera
a exposição total (ASC).
cloridrato de metformina1
A biodisponibilidade absoluta dos comprimidos de cloridrato de metformina1 de 500 mg administrados durante o jejum é aproximadamente 50-60%. Estudos utilizando doses únicas de cloridrato de metformina1 de 500 a 1.500 mg, e 850 a 2.550 mg, indicaram que não há proporcionalidade entre a dose e a biodisponibilidade da medicação, e isso está mais relacionado à absorção diminuída do que a uma alteração na eliminação. Os alimentos diminuem a extensão e retardam levemente a absorção do cloridrato de metformina1, conforme demonstrado pelo pico de concentração plasmática média (Cmáx) aproximadamente 40% menor, uma área sob a curva de concentração plasmática ao longo do tempo (ASC) 25% menor, e um tempo de pico de concentração plasmática (Tmáx) prolongado por 35 minutos quando administrado um comprimido de 850 mg de metformina1 em dose única com alimento, comparado com a administração do mesmo comprimido em jejum. A relevância clínica dessa diminuição é desconhecida.

Linearidade
vildagliptina
A vildagliptina é rapidamente absorvida com uma biodisponibilidade oral absoluta de 85%. O pico de concentração plasmática para a vildagliptina e a área sob a curva de concentração plasmática ao longo do tempo (ASC) aumentaram de forma aproximadamente proporcional à da dose, dentro da faixa de dose terapêutica71.

Distribuição
vildagliptina
A ligação da vildagliptina à proteína plasmática é baixa (9,3%) e a vildagliptina se distribui igualmente entre
o plasma72 e os eritrócitos73. O volume médio de distribuição da vildagliptina no estado de equilíbrio após a
administração intravenosa (Vss) é 71 L, sugerindo uma distribuição extravascular74.
cloridrato de metformina1
O volume de distribuição aparente (V/F) do cloridrato de metformina1, após doses únicas orais de 850 mg é,
em média, de 654 ± 358 L. A fração do cloridrato de metformina1 ligado às proteínas75 plasmáticas pode ser
considerada como insignifi cante, ao contrário das sulfoniluréias59, que se liga em 90% às proteínas75. Em função do tempo, o cloridrato de metformina1 se compartimentaliza nos eritrócitos73. Nas doses clínicas e esquemas de dosagem usuais, as concentrações plasmáticas do cloridrato de metformina1 no estado de equilíbrio são alcançadas dentro de 24-48 horas e são geralmente < 1 microgramas/mL. Durante estudos clínicos controlados de cloridrato de metformina1, os níveis plasmáticos máximos não excederam 5 microgramas/mL, mesmo nas doses máximas.

Metabolismo63
vildagliptina
O metabolismo63 é a principal rota de eliminação da vildagliptina em humanos, totalizando 69% da dose. O principal metabólito76, LAY151, é farmacologicamente inativo e é um produto de hidrólise da metade ciano, correspondendo a 57% da dose, seguido pelo produto da hidrólise da amida (4% da dose). A DPP-4 contribui parcialmente para a hidrólise da vildagliptina conforme demonstrado em um estudo in vivo utilizando ratos defi cientes da DPP-4. A vildagliptina não é metabolizada pelas enzimas do citocromo P450 em extensão quantifi cável. Estudos in vitro demonstraram que a vildagliptina não inibe ou induz as enzimas do citocromo P450.

Excreção e eliminação
vildagliptina
Após a administração oral de vildagliptina-[14C], aproximadamente 85% da dose é excretada na urina30 e 15% da dose é recuperada nas fezes. A excreção renal77 da vildagliptina não transformada corresponde a 23% da dose após a administração oral. Após uma administração intravenosa a voluntários sadios, a depuração plasmática total e renal77 da vildagliptina são 41 L/hora e 13 L/hora, respectivamente. A meia-vida média de eliminação após administração oral é aproximadamente 3 horas e independe da dose.
cloridrato de metformina1
Estudos com doses únicas intravenosas em voluntários normais demonstraram que o cloridrato de metformina1 é excretado inalterado na urina30 e não sofre metabolização hepática56 (nenhum metabólito76 foi identifi cado em humanos) nem excreção biliar. A depuração renal77 é aproximadamente 3,5 vezes maior do que a depuração da creatinina78, indicando que a secreção tubular é a rota principal de eliminação. Após a administração oral, nas primeiras 24 horas aproximadamente 90% do fármaco57 absorvido é eliminado via renal77, com uma meia-vida de eliminação plasmática de aproximadamente 6,2 horas. No sangue24, a meia-vida de eliminação é aproximadamente 17,6 horas, sugerindo que a massa eritrocitária seja um compartimento de distribuição.

Populações especiais
Gênero
vildagliptina
Não foi observada nenhuma diferença na farmacocinética da vildagliptina entre voluntários homens e mulheres, com uma ampla diversidade na faixa etária e índice de massa corpórea (IMC79). A inibição da DPP-4 pela vildagliptina não foi afetada pelo gênero.
cloridrato de metformina1
Os parâmetros farmacocinéticos do cloridrato de metformina1 não foram signifi cativamente diferentes entre voluntários normais e pacientes com diabetes mellitus3 tipo 2, quando analisados de acordo com o gênero (homens = 19, mulheres = 16). Similarmente, em estudos clínicos controlados em pacientes com diabetes mellitus3 tipo 2, o efeito anti-hiperglicemiante do cloridrato de metformina1 foi comparável em homens e mulheres.
Obesidade80
vildagliptina
O IMC79 parece não afetar os parâmetros farmacocinéticos da vildagliptina. A inibição da DPP-4 pela vildagliptina não foi afetada pelo IMC79.

Insuficiência hepática81
vildagliptina
O efeito da insufi ciência hepática56 na farmacocinética da vildagliptina foi estudado em voluntários com
insufi ciência hepática56 leve, moderada e grave, baseado na escala Child-Pugh (de 6 para leve a 12 para grave), e comparados aos de voluntários com função hepática56 normal. A exposição à dose única de vildagliptina (100 mg) em voluntários com insufi ciência hepática56 leve a moderada foi diminuída (20% e 8%, respectivamente), enquanto a exposição à vildagliptina em voluntários com insufi ciência hepática56 grave foi aumentada em 22%.
A alteração máxima (aumento ou diminuição) na exposição à vildagliptina é ~30%, o que não é considerado
clinicamente relevante. Não houve correlação entre a gravidade da insufi ciência hepática56 e as alterações na
exposição à vildagliptina. Devido à experiência limitada, o uso da vildagliptina não é recomendado em pacientes com insuficiência hepática81 grave.
cloridrato de metformina1
Nenhum estudo de farmacocinética foi conduzido com o cloridrato de metformina1 em pacientes com
insuficiência hepática81.

Insuficiência renal82
vildagliptina
Em voluntários com insufi ciência renal77 leve, moderada e grave e em pacientes com doença renal77 em fase terminal (ESRD) em hemodiálise83, a exposição sistêmica à vildagliptina foi aumentada (Cmáx 8%-66%; ASC 32%-134%) comparada a voluntários com função renal77 normal. A exposição ao metabólito76 inativo (LAY151) aumentou com a piora da gravidade da insufi ciência renal77 (ASC 1,6 a 6,7 vezes). Alterações na exposição à vildagliptina não foram correlacionadas com a gravidade da insufi ciência renal77, enquanto alterações na exposição ao metabólito76 inativo tiveram correlação. A meia-vida de eliminação da vildagliptina não foi afetada pela insufi ciência renal77. Tendo como base a avaliação da segurança, tolerabilidade e efetividade da vildagliptina em pacientes incluídos nos estudos clínicos cujos valores da taxa de fi ltração glomerular eram < 60 mL/min, não é necessário ajuste de dose em pacientes com insufi ciência renal77 leve ou moderada. O uso de vildagliptina não é recomendado em pacientes com insuficiência renal82 grave ou em pacientes com ESRD em hemodiálise83 (veja "Advertências").
cloridrato de metformina1
Em pacientes com função renal77 diminuída (baseada na medida da depuração de creatinina78), a meiavida
plasmática e sanguínea do cloridrato de metformina1 é prolongada e a depuração renal77 é diminuída
proporcionalmente a diminuição da depuração da creatinina78.

Idosos
vildagliptina
Em voluntários sadios idosos (? 70 anos), a exposição total à vildagliptina (100 mg uma vez ao dia) foi
aumentada em 32% com elevação de 18% no pico da concentração plasmática, quando comparada à de
voluntários sadios jovens (18 a 40 anos). Essas alterações não foram consideradas clinicamente relevantes. A inibição da DPP-4 pela vildagliptina não foi afetada pela idade nos grupos etários estudados.
cloridrato de metformina1
Dados limitados dos estudos controlados de farmacocinética do cloridrato de metformina1 em voluntários idosos sadios sugerem que a depuração plasmática total do cloridrato de metformina1 é diminuída, a meia-vida prolongada e Cmáx aumentado, quando comparados a voluntários jovens sadios. Com esses dados, aparentemente a alteração na farmacocinética do cloridrato de metformina1 relacionada à idade é primariamente devida a uma alteração na função renal77. GALVUS MET COMBI-PACK não deve ser iniciado em pacientes ? 80 anos de idade a menos que a medida da depuração de creatinina78 demonstre que a função renal77 não está reduzida.

Pacientes pediátricos
Não há dados de farmacocinética disponíveis.

Grupos étnicos
vildagliptina
Não houve evidências de que a etnia afete a farmacocinética da vildagliptina.
cloridrato de metformina1
Não foram realizados estudos dos parâmetros farmacocinéticos de acordo com a raça. Em estudos clínicos
controlados do cloridrato de metformina1 em pacientes com diabetes mellitus3 tipo 2, o efeito anti-hiperglicêmico foi comparável em brancos (n = 249), negros (n = 51) e hispânicos (n = 24).

Dados de Segurança Pré-Clínica de Galvus Met Combi-Pack

Estudos animais de até 13 semanas de duração têm sido conduzidos com a combinação dos fármacos de GALVUS MET COMBI-PACK. Não foi identifi cada nenhuma nova toxicidade84 relacionada à associação. Os dados seguintes são achados de estudos realizados com a vildagliptina e o cloridrato de metformina1 individualmente.
vildagliptina
Foi conduzido um estudo de carcinogenicidade de dois anos em ratos com doses orais de até 900 mg/kg
(aproximadamente 200 vezes a exposição humana na dose máxima recomendada). Não foi observado nenhum aumento na incidência51 de tumores atribuídos à vildagliptina. Foi conduzido um estudo de carcinogenicidade de dois anos em camundongos com doses orais de até 1.000 mg/kg (até 240 vezes a exposição humana na dose máxima recomendada). A incidência51 de tumor85 mamário aumentou em camundongos fêmeas quando receberam 150 vezes a dose máxima prevista para o uso em humanos; mas não aumentou quando a dose utilizada foi de aproximadamente 60 vezes a dose máxima prevista para uso em humanos. A incidência51 de hemangiosarcoma foi aumentada em camundongos machos tratados com doses 42-240 vezes a exposição máxima prevista para humanos e em camundongos fêmeas com doses 150 vezes maiores que a máxima prevista para humanos. Não foi observado nenhum aumento signifi cativo na incidência51 de hemangiosarcoma quando foram utilizadas doses de aproximadamente 16 vezes para camundongos machos e aproximadamente 60 vezes para fêmeas daquelas previstas para o uso humano. A vildagliptina não foi mutagênica na variedade de testes de mutagenicidade incluindo um ensaio de Ames para mutação86 bacteriana reversa e um ensaio de aberração cromossomal de linfócitos humanos. Testes micronucleares da medula óssea87 oral tanto em ratos quanto em camundongos não revelaram
potencial clastogênico ou anogênico com doses de até 2.000 mg/kg ou aproximadamente 400 vezes a exposição máxima para humanos. Um ensaio cometa in vivo com fígado7 de camundongo usando a mesma dose também foi negativo. Em um estudo de toxicologia de 13 semanas em macacos cynomolgus, foram observadas lesões88 de pele41 nas doses ? 5 mg/kg/dia. Isso foi consistentemente localizado nas extremidades (mãos89, pés, orelhas90 e rabo). Na dose de 5 mg/kg/dia (aproximadamente equivalente a dose humana de exposição - ASC - na dose de 100 mg) foram observadas apenas bolhas. Isso foi reversível apesar do tratamento ter sido continuado e não foram associados à anormalidades histopatológicas. Foram notadas esfoliação, descamação91 e fragilidade cutânea92 e úlceras93 em cauda com alterações histopatológicas correlacionadas nas doses ? 20 mg/kg/dia (aproximadamente 3 vezes a exposição humana ASC na dose de 100 mg). Foram observadas lesões88 necróticas do rabo nas doses ? 80 mg/kg/dia. Deve-se ressaltar que a vildagliptina mostra uma potência famacológica signifi cativamente maior em macacos em comparação aos humanos. Lesões88 na pele41 não foram reversíveis em macacos tratados com dose 160 mg/kg/dia durante um período de recuperação de 4 semanas. Lesões88 de pele41 não foram observadas em outras espécies de animais ou em humanos tratados com vildagliptina.
cloridrato de metformina1
Os dados pré-clínicos do cloridrato de metformina1 não revelaram danos especiais para humanos baseado nos estudos convencionais de segurança farmacológica, toxicidade84 de dose repetida, genotoxicidade, potencial carcinogênico e toxicidade84 para reprodução94. Têm sido realizados estudos de carcinogenicidade em longo prazo com o cloridrato de metformina1 em ratos (duração de dose 104 semanas) e camundongos (duração de dose de 91 semanas) em doses de até e incluindo 900 mg/kg/dia e 1.500 mg/kg/dia, respectivamente. Essas doses são ambas aproximadamente quatro vezes a dose máxima diária recomendada a humanos de 2.000 mg baseada na superfície corpórea. Nenhuma evidência de cacinogenicidade com o cloridrato de metformina1 foi encontrada tanto em camundongos machos quanto em fêmeas. Similarmente, não foi observado potencial tumorigênico com o cloridrato de metformina1 em ratos machos. Houve, entretanto, um aumento na incidência51 de pólipos95 benignos de estroma96 uterino em ratos fêmeas tratados com 900 mg/kg/dia. Não houve evidência de potencial mutagênico do cloridrato de metformina1 nos seguintes testes in vitro: teste Ames (S. typhimurium), e teste de mutação genética97 (células53 de linfoma98 de camundongos) ou teste de aberrações cromossômicas (linfócitos humanos). Os resultados do teste in vivo de micronúcleos de camundongo foram negativos também.

Indicações de Galvus Met Combi-Pack

GALVUS MET COMBI-PACK é indicado como adjuvante à dieta e ao exercício para melhorar o controle glicêmico em pacientes com diabetes mellitus3 tipo 2, cuja glicemia55 não está adequadamente controlada com cloridrato de metformina1 ou vildagliptina em monoterapia ou aqueles já tratados com a vildagliptina mais o cloridrato de metformina1 em combinação livre. O controle da glicemia55 deve sempre incluir a manutenção da dieta. Restrição calórica, perda de peso e exercício são essenciais para o tratamento apropriado do paciente diabético. Isso é importante não só para o tratamento primário do diabetes mellitus3, mas também como um adjuvante à terapia medicamentosa.

Contra-Indicações de Galvus Met Combi-Pack

Hipersensibilidade
GALVUS MET COMBI-PACK é contra-indicado a pacientes com hipersensibilidade conhecida à vildagliptina, ao cloridrato de metformina1 ou a qualquer um dos excipientes (veja "Composição").
Doença renal77
GALVUS MET COMBI-PACK é contra-indicado a pacientes com doença renal77 ou disfunção renal77 [detectado p.ex. pelos níveis de creatinina78 sérica ? 1,5 mg/dL99 (> 135 micromol/L) em homens,e ? 1,4 mg/dL99 (> 110 micromol/L) em mulheres ou pela depuração anormal de creatinina78] que podem também resultar de condições como choque13 cardiovascular, infarto100 agudo101 do miocárdio102 ou septicemia103 (veja "Posologia" e "Advertências").
Insuficiência cardíaca congestiva104
GALVUS MET COMBI-PACK é contra-indicado a pacientes com insufi ciência cardíaca congestiva necessitando de tratamento farmacológico (veja "Advertências").
Cetoacidose diabética15
GALVUS MET COMBI-PACK é contra-indicado a pacientes com acidose metabólica105 aguda ou crônica, incluindo cetoacidose diabética15, com ou sem coma18. A cetoacidose diabética15 deve ser tratada com insulina4.
Estudos radiológicos
GALVUS MET COMBI-PACK deve ser temporariamente descontinuado em pacientes que se submeterão a
estudos radiológicos envolvendo a administração intravascular106 de materiais de contraste iodados, uma vez
que o uso de tais produtos pode resultar em alterações agudas da função renal77 (veja "Advertências").

Modo de Usar e Cuidados de Conservação Depois de Aberto de Galvus Met Combi-Pack

Via oral. GALVUS MET COMBI-PACK deve ser mantido em sua embalagem original, a temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C) e protegido da umidade.

Posologia de Galvus Met Combi-Pack

O manejo da terapia antidiabética no controle do diabetes mellitus3 tipo 2 deve ser individualizada com base na efetividade e tolerabilidade. Quando do uso de GALVUS MET COMBI-PACK, não exceder a dose diária máxima recomendada de vildagliptina (100 mg). A dose inicial recomendada de GALVUS MET COMBI-PACK deve ser baseada no regime atual do paciente com vildagliptina e/ou cloridrato de metformina1. GALVUS MET COMBIPACK deve ser administrado com as refeições para reduzir os eventos adversos gastrointestinais associados ao cloridrato de metformina1. A dose usual de GALVUS MET COMBI-PACK é de 100/500 mg ou 100/850 mg da seguinte forma: um comprimido de vildaglitina e outro de cloridrato de metformina1 pela manhã e outro comprimido de cloridrato de metformina1 à noite.
Pacientes com insuficiência renal82
Devido ao cloridrato de metformina1, GALVUS MET COMBI-PACK não deve ser utilizado em pacientes com
insufi ciência renal77 ou disfunção renal77, p.ex. níveis de creatinina78 sérica ? 1,5 mg/dL99 (> 135 micromol/L) em
homens e ? 1,4 mg/dL99 (> 110 micromol/L) em mulheres (veja "Contra-indicações" e "Advertências").
Pacientes com insuficiência hepática81
Uma vez que a função hepática56 insufi ciente tem sido associada a alguns casos de acidose22 lática23, um risco
relacionado ao cloridrato de metformina1, GALVUS MET COMBI-PACK deve geralmente ser evitado em pacientes com evidências clínicas ou laboratoriais de doença hepática56 (veja "Advertências").
Idosos
Como o cloridrato de metformina1 é excretado via renal77, e idosos têm tendência a função renal77 diminuída,
pacientes idosos recebendo GALVUS MET COMBI-PACK devem ter suas funções renais monitoradas
regularmente. GALVUS MET COMBI-PACK deve somente ser utilizado em pacientes idosos com função renal77 normal (veja "Contra-indicações" e "Advertências").
Pacientes pediátricos
Não foram estabelecidas a segurança e a efi cácia de GALVUS MET COMBI-PACK em pacientes pediátricos.
Dessa forma, GALVUS MET COMBI-PACK não é recomendado a menores de 18 anos.

Advertências de Galvus Met Combi-Pack

GALVUS MET COMBI-PACKGALVUS MET COMBI-PACK não é um substituto da insulina4 em pacientes insulino-dependentes. GALVUS MET COMBI-PACK não deve ser utilizado em pacientes com diabetes mellitus3 tipo 1 ou no tratamento da cetoacidose diabética15.

vildagliptina
Geral

Os comprimidos de vildagliptina contêm lactose2. GALVUS MET COMBI-PACK não é, portanto, recomendado a pacientes com problemas hereditários raros de intolerância a galactose35, defi ciência da lactose2 ou má absorção de glicose28-galactose35.
Insuficiência hepática81
Um pequeno desequilíbrio quanto ao aumento assintomático das transaminases foi reportado em estudos clínicos controlados com pacientes tratados com 100 mg diários de vildagliptina (veja "Reações adversas"). Portanto, como prática clínica de rotina, é recomendado que se avalie a função hepática56 antes do início do tratamento com vildagliptina e depois periodicamente. Pacientes que desenvolveram aumento das transaminases devem ser monitorizados com uma segunda avaliação para confi rmar o achado e seguimento até que a(s) anormalidade(s) retorne(m) ao normal. Se um aumento de 3x ou mais o limite superior da normalidade da AST ou ALT persistir, é recomendado que se interrompa o tratamento com vildagliptina.
GALVUS MET COMBI-PACK não é recomendado a pacientes com insufi ciência hepática56 grave.

cloridrato de metformina1
Acidose22 lática23

A acidose22 lática23 é uma complicação metabólica rara, mas grave, que pode ocorrer devido ao acúmulo do cloridrato de metformina1. Casos relatados de acidose22 lática23 em pacientes em tratamento com cloridrato de metformina1 ocorreram primariamente em pacientes diabéticos com insufi ciência renal77 signifi cativa. A incidência51 de acidose22 lática23 pode e deve ser reduzida também pela avaliação de outros fatores de risco, como diabetes14 mal controlado, cetose, jejum prolongado, consumo excessivo de álcool, insufi ciência hepática56 e qualquer outra condição associada a hipóxia107 (veja "Contra-indicações" e "Interações medicamentosas").
Diagnóstico108 da acidose22 lática23
A acidose22 lática23 é caracterizada pela dispnéia109 acidótica, dor abdominal e hipotermia110 seguida de coma18. Achados laboratoriais diagnósticos incluem pH sanguíneo baixo, lactato111 plasmático acima de 5 mmol/L112 e intervalo aniônico e taxa lactato111/piruvato113 aumentados. Se houver suspeita de acidose metabólica105, deve-se descontinuar o tratamento com o medicamento e o paciente hospitalizado imediatamente (veja "Superdose").
Monitoramento da função renal77
O cloridrato de metformina1 é conhecido por ser substancialmente excretado pelos rins11, e o risco de acúmulo do mesmo e de acidose22 lática23 aumenta de acordo com a gravidade da insufi ciência da função renal77. Pacientes com níveis de creatinina78 sérica acima do limite superior de normalidade para a idade não devem receber GALVUS MET COMBI-PACK. Uma vez que o avanço da idade está associado à redução da função renal77, GALVUS MET COMBIPACK deve ser cuidadosamente titulado em idosos a fi m de estabelecer a dose mínima para um efeito glicêmico adequado, e a função renal77 deve ser monitorada regularmente. Deve-se ter cuidado especial em situações onde função renal77 possa se tornar insufi ciente, por exemplo, ao iniciar terapia anti-hipertensiva ou diurética ou quando iniciar tratamento com fármacos antiinfl amatórios não-esteroidais (AINE). A função renal77 deve ser avaliada e ser normal antes do início do tratamento com GALVUS MET COMBI-PACK, e, então, avaliada pelo menos uma vez ao ano em pacientes com função renal77 normal e duas a quatro vezes ao ano em pacientes com os níveis de creatinina78 sérica no limite superior da normalidade. Pacientes nos quais a disfunção renal77 é precoce, devem ter suas funções renais avaliadas mais freqüentemente. GALVUS MET COMBI-PACK deve ser descontinuado se houver evidências
de insufi ciência renal77.
Medicação concomitante que pode afetar a função renal77 ou as características do cloridrato de
metformina1

Deve-se utilizar com cautela as medicações concomitantes que possam afetar a função renal77, que resultem em alterações hemodinâmicas signifi cativas ou em acúmulo do cloridrato de metformina1, tais como os fármacos catiônicos que são eliminados pela secreção tubular (veja "Interações medicamentosas").
Administração de materiais de contrastes iodados intravasculares114
GALVUS MET COMBI-PACK deve ser temporariamente descontinuado em pacientes que se submeterão a
estudos radiológicos envolvendo a administração intravascular106 de contraste iodados, uma vez que o uso de
tais produtos pode resultar em alterações agudas da função renal77 e aumento do risco de acidose22 lática23.
Em pacientes que se submeterão a esses estudos, GALVUS MET COMBI-PACK deve ser temporariamente
descontinuado 48 horas antes do procedimento e pelas 48 horas subseqüentes ao procedimento e reinstituído apenas após a função renal77 ser reavaliada e se apresentar normal.
Estado de hipóxia107
Choque13 cardiovascular, insufi ciência cardíaca congestiva aguda, infarto100 agudo101 do miocárdio102 e outras condições caracterizadas pela hipoxemia115 têm sido associadas à acidose22 lática23 e também podem causar azotemia pré-renal77.
Devido ao cloridrato de metformina1 presente na composição, se esses eventos ocorrerem em pacientes recebendo GALVUS MET COMBI-PACK, a medicação deve ser imediatamente descontinuada.
Procedimentos cirúrgicos
O uso de GALVUS MET COMBI-PACK deve ser temporariamente suspenso para qualquer procedimento cirúrgico (exceto procedimentos menores não associados à restrição da ingestão de comida e fl uidos) e não deve ser reiniciado até que o paciente volte a ingestão oral e a função renal77 ter sido avaliada e ser normal.
Ingestão de álcool
O álcool é conhecido por potencializar os efeitos do cloridrato de metformina1 no metabolismo63 do lactato111. Pacientes devem ter cautela com a ingestão excessiva de álcool enquanto receberem GALVUS MET COMBI-PACK.
Insuficiência hepática81
Uma vez que a insufi ciência hepática56 tem sido associada a alguns casos de acidose22 lática23, um risco associado ao cloridrato de metformina1, GALVUS MET COMBI-PACK deve ser evitado em pacientes com evidências clínicas e laboratoriais de doença hepática56.
Níveis de vitamina31 B12
O componente cloridrato de metformina1 de GALVUS MET COMBI-PACK tem sido associado à diminuição dos níveis séricos de vitamina31 B12, sem manifestações clínicas, em aproximadamente 7% dos pacientes. Essa diminuição é muito raramente associada à anemia116 e parece ser rapidamente reversível com a descontinuação do cloridrato de metformina1 e/ou suplementação117 de vitamina31 B12. É aconselhável medir os parâmetros hematológicos, pelo menos anualmente, nos pacientes recebendo GALVUS MET COMBI-PACK e qualquer anormalidade aparente deve ser investigada e tratada. Alguns indivíduos (p.ex. aqueles com ingestão ou absorção inadequada de vitamina31 B12 ou cálcio) parecem ser predispostos a desenvolver hipovitaminose B12. Nesses pacientes, pode ser útil medir a vitamina31 B12 sérica rotineiramente, a intervalos no mínimo de dois a três anos.
Alteração  no estado  clínico de pacientes com diabetes mellitus3 tipo 2 previamente controlado
Um paciente com diabetes mellitus3 tipo 2 previamente bem controlado com GALVUS MET COMBI-PACK que desenvolve anormalidades laboratoriais ou doença clínica (especialmente doença vaga ou pobremente defi nida) deve ser imediatamente avaliado para cetoacidose e/ou acidose22 lática23. Se qualquer uma das duas formas de acidose22 ocorrer, GALVUS MET COMBI-PACK deve ser imediatamente interrompido e se deve iniciar medidas apropriadas.
Hipoglicemia60
A hipoglicemia60 geralmente não ocorre nos pacientes recebendo GALVUS MET COMBI-PACK sozinho, mas pode ocorrer quando a ingestão calórica é defi ciente, quando exercícios vigorosos não são compensados pela suplementação117 calórica, ou com o uso de etanol. Idosos, pacientes debilitados ou subnutridos e aqueles com insuficiência118 adrenal ou pituitária ou com intoxicação por álcool são susceptíveis aos efeitos hipoglicêmicos.
A hipoglicemia60 pode ser difícil de reconhecer em idosos e em pessoas tomando fármacos beta-bloqueadores
adrenérgicos119.
Perda do controle glicêmico
Quando um paciente estável em um regime diabético é exposto ao estresse como febre120, trauma, infecção121,
cirurgia, entre outros, pode ocorrer a perda temporária do controle glicêmico. Nesses casos, pode ser
necessário suspender GALVUS MET COMBI-PACK e administrar temporariamente a insulina4. GALVUS MET COMBI-PACK pode ser reinstituído após o episódio agudo101 ter sido controlado.

Gravidez33
Estudos de fertilidade foram conduzidos com a vildagliptina em ratos com doses até 200 vezes a dose máxima recomendada para uso humano e não revelaram evidências de problemas com fertilidade ou desenvolvimento embrionário precoce devido a vildagliptina. Estudos de desenvolvimento embrio-fetal (teratologia) têm sido conduzidos em ratos e coelhos com a combinação vildagliptina e cloridrato de metformina1, em uma proporção de 1:10, e não apresentaram evidências de teratogenicidade em ambas as espécies. Não há, entretanto, estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas, dessa forma GALVUS MET COMBI-PACK não deve ser utilizado durante a gravidez33 a menos que os benefícios à mãe sejam superiores aos riscos potenciais ao feto122. Nem sempre estudos em animais prevêem a resposta em humanos. Uma vez que as informações atuais sugerem fortemente que a hiperglicemia48 durante a gravidez33 é associada a uma maior incidência51 de anormalidades congênitas123, assim como o aumento da morbidade124 e mortalidade69 neonatal, a maioria dos especialistas recomenda que seja utilizada a monoterapia com insulina4 durante a gravidez33, a fi m de manter a glicemia55 o mais próximo possível da normalidade.
Lactação125
Não foram conduzidos estudos com a combinação dos componentes de GALVUS MET COMBI-PACK durante a lactação125. Como não é sabido se a vildagliptina e/ou o cloridrato de metformina1 são excretados no leite humano, não se deve administrar GALVUS MET COMBI-PACK a mulheres que estejam amamentando.
Efeitos na habilidade de dirigir e/ou operar máquinas
Nenhum estudo sobre o efeito da habilidade de dirigir e/ou operar máquinas foi realizado. Os pacientes que
sentirem tontura20 devem, então, evitar dirigir veículos e/ou operar máquinas.

Interações Medicamentosas de Galvus Met Combi-Pack

GALVUS MET COMBI-PACK
Não foi observada nenhuma interação farmacocinética de relevância clinica quando da co-administração de
vildagliptina (100 mg uma vez ao dia) com cloridrato de metformina1 (1.000 mg uma vez ao dia). As interações entre fármacos foram extensivamente estudadas para cada um dos componentes de GALVUS MET COMBI-PACK.
Entretanto, o uso concomitante de cada substância ativa nos pacientes dos estudos clínicos e na prática clínica não resultou em nenhuma interação inesperada. As interações que seguem refl etem as informações disponíveis de cada substância ativa individualmente (vildagliptina e cloridrato de metformina1).

vildagliptina
A vildagliptina tem um baixo potencial para interações com fármacos. Uma vez que a vildagliptina não é um substrato das enzimas do citocromo P (CYP) 450, nem inibe ou induz as enzimas CYP 450, não é comum a interação com co-medicações que são substratos, inibidores ou indutores dessas enzimas. Além disso, a vildagliptina não afeta a depuração metabólica de co-medicações metabolizadas pela CYP 1A2, CYP 2C8, CYP 2C9, CYP 2C19, CYP 2D6, CYP 2E1, e CYP 3A4/5. Estudos de interações fármaco57-fármaco57 foram conduzidos com medicações comumente co-prescritas para pacientes126 com diabetes mellitus3 tipo 2 ou medicações com janela terapêutica71 estreita. Como resultado desses estudos, não foi observada nenhuma interação de relevância clínica com a co-administração da vildagliptina com outros antidiabéticos orais9 (glibenclamida, pioglitazona, cloridrato de metformina1), anlodipino, digoxina, ramipril, sinvastatina, valsartana ou varfarina.

cloridrato de metformina1
As interações seguintes são conhecidas para o componente cloridrato de metformina1:
furosemida- a furosemida aumentou a Cmáx e a ASC sangüínea do cloridrato de metformina1, sem alterar
sua depuração renal77. O cloridrato de metformina1 diminuiu a Cmáx, a ASC sangüínea da furosemida, sem alterar sua depuração renal77.
nifedipino - a nifedipino aumentou a absorção, a Cmáx e a ASC do cloridrato de metformina1 e sua quantidade excretada na urina30. O cloridrato de metformina1 apresentou efeitos mínimos sobre o nifedipino.
glibenclamida- a glibenclamida não alterou os parâmetros farmacocinéticos/farmacodinâmicos do cloridrato
de metformina1. Foram observadas diminuições na Cmáx e na ASC sangüínea da glibenclamida, mas foram
altamente variáveis. Então a relevância clínica desse achado não foi clara.
Fármacos catiônicos - fármacos catiônicos (p.ex. amilorida, digoxina, morfi na, procainamida, quinidina,
quinino, ranitidina, triantereno, trimetoprima ou vancomicina) que são eliminados pela secreção tubular renal77, teoricamente têm potencial para interagirem com o cloridrato de metformina1 por competirem por um sistema de transporte renal77 comum. Dessa forma, foi observado que com a cimetidina há um aumento de 60% e 40% na concentração plasma72/sangue24 e ASC do cloridrato de metformina1, respectivamente. O cloridrato de metformina1 não demonstrou ter efeito sobre a farmacocinética da cimetidina. Embora tais interações permaneçam teóricas (exceto para a cimetidina), é recomendado o monitoramento dos pacientes e das doses de cloridrato de metformina1 e dessas medicações.
Outras- alguns fármacos tendem a produzir hipoglicemia60 e outros podem levar a perda do controle glicêmico. Esses fármacos incluem as tiazidas e outros diuréticos37, corticosteróides, fenotiazinas, produtos para tiróide, estrógenos, contraceptivos orais, fenitoína, ácido nicotínico, simpatomiméticos, fármacos bloqueadores do canal de cálcio e isoniazida. É recomendado monitorar o controle glicêmico e ajustar a dose do cloridrato de metformina1 quando tais fármacos são administrados ou descontinuados para esses pacientes. Há um risco aumentado de acidose22 lática23 quando da intoxicação aguda por álcool (particularmente nos casos de jejum, subnutrição ou insufi ciência hepática56)
devido a sustância ativa cloridrato de metformina1 de GALVUS MET COMBI-PACK. Evitar o consumo de álcool e produtos medicinais contendo álcool (veja "Advertências").

Reações Adversas a Medicamentos de Galvus Met Combi-Pack

GALVUS MET COMBI-PACKOs dados apresentados são relacionados à co-administração da vildagliptina e o cloridrato de metformina1,
onde a vildagliptina foi adicionada ao cloridrato de metformina1. Não houve estudos do cloridrato de metformina1 adicionado à vildagliptina. Em estudos comparativos controlados utilizando a associação, a hipoglicemia60 foi incomum em pacientes recebendo vildagliptina em combinação ao cloridrato de metformina1 (0,9%) assim como em pacientes recebendo placebo47 e cloridrato de metformina1 (0,4%). Reações adversas gastrointestinais incluindo diarréia44 e náusea16 ocorrem muito comumente durante a introdução do cloridrato de metformina1. No programa clínico da vildagliptina (n = 2.264) a taxa de diarréia44 e náusea16 foi 2,5% e 2,6%, respectivamente quando comparada a 2,9%, no grupo placebo47 (n = 347) e 26,2% e 10,3%, respectivamente, no grupo cloridrato de metformina1 (n = 252), respectivamente. De maneira geral, os sintomas19 gastrointestinais foram reportados em 12,9% dos pacientes tratados com a combinação de vildagliptina e cloridrato de metformina1 comparado a 18,1% dos pacientes com cloridrato de metformina1 sozinho. As freqüências são defi nidas como: muito comum (? 1/10); comum (? 1/100, < 1/10); incomum (? 1/1.000, < 1/100); rara (? 1/10.000, < 1/1.000); muito rara (< 1/10.000), incluindo relatos isolados. Além das reações adversas observadas com os componentes individualmente (Tabelas 2 e 3), as reações adversas com suspeita, ou probabilidade de relação com o tratamento da associação de vildagliptina
e cloridrato de metformina1 e reportadas com incidência51 acima de 2% em relação ao placebo47 associado ao
cloridrato de metformina1, estão listadas na Tabela 1 por classe dos sistemas e órgãos e freqüência.

Tabela 1
Outras reações adversas reportadas em pacientes que receberam vildagliptina   em associação ao cloridrato de metformina1 comparada ao placebo47 mais cloridrato de metformina1
em estudos duplo-cegos (N = 441)
Distúrbios do sistema nervoso127
Comum: Cefaléia128, tremor

vildagliptina
As reações adversas reportadas para a vildagliptina como monoterapia nos estudos duplo-cegos estão listadas na Tabela 2.

Tabela 2
Reações adversas reportadas em pacientes que receberam vildagliptina como
monoterapia em estudos duplos-cegos (N = 2.264)

Distúrbios do sistema nervoso127
Comum: Tontura20
Distúrbios gastrointestinais
Comum: Constipação45
Distúrbios do tecido conectivo129 e músculo-esquelético
Comum:  Artralgia130

Em estudos comparativos controlados com a monoterapia, a hipoglicemia60 foi incomum em pacientes recebendo vildagliptina (0,4%), cloridrato de metformina1 (0,4%) ou rosiglitazona (0,4%) em monoterapia.
Nenhuma das reações adversas reportadas para a vildagliptina em monoterapia apresentou relevância clínica maior do que quando a vildagliptina foi administrada concomitantemente ao cloridrato de metformina1. Em estudos comparativos controlados com monoterapia, a hipoglicemia60 foi incomum em pacientes recebendo vildagliptina como monoterapia (0,4%) assim como em pacientes recebendo cloridrato de metformina1 (0,4%).
A vildagliptina teve efeito neutro sobre o peso quando administrada como monoterapia ou em combinação ao cloridrato de metformina1.
Em estudos clínicos controlados com a monoterapia de até um ano de duração, a incidência51 da elevação da
ALT ou AST > 3x ULN (classifi cado como presente em pelo menos 2 medidas consecutivas ou na visita final do tratamento) foi de 0,3%, 0,9% e 0,3% para vildagliptina 50 mg uma vez ao dia, vildagliptina 100 mg diários (administrada como dose única e dividida) e placebo47, respectivamente. Essas elevações nas transaminases foram geralmente assintomáticas, não-progressivas e não associada à colestase131 ou icterícia132.

cloridrato de metformina1
Reações adversas conhecidas para o componente cloridrato de metformina1 estão resumidas na Tabela 3.

Tabela 3
Reações adversas conhecidas para o cloridrato de metformina1

Distúrbios do metabolismo63 e nutrição133
Muito rara: Diminuição da absorção da vitamina31 B12*, acidose22 lática23
Distúrbios do sistema nervoso127
Comum: Gosto metálico
Distúrbios gastrointestinais
Muito comum: Náusea16, vômito17, diarréia44, dor abdominal, perda de apetite
Distúrbios hepatobiliares134
Muito rara: Anormalidades no teste da função hepática56, hepatite43**
Distúrbios da pele e tecido subcutâneo135
Muito rara: Reações cutâneas136 como eritema137, prurido138, urticária139

* Um decréscimo na absorção da vitamina31 B12 com diminuição dos seus níveis séricos tem sido raramente
observado em pacientes tratados com cloridrato de metformina1 em longo prazo, e parece, geralmente, não ter relevância clínica. Recomenda-se considerar tal etiologia140 se um paciente apresentar anemia megaloblástica141.
** Têm sido relatados casos isolados de anormalidades no teste da função hepática56 ou hepatite43 que são
resolvidos com a descontinuação do cloridrato de metformina1.

ATENÇÃO: ESTE É UM MEDICAMENTO NOVO E, EMBORA AS PESQUISAS TENHAM INDICADO
EFICÁCIA E SEGURANÇA ACEITÁVEIS PARA COMERCIALIZAÇÃO, EFEITOS INDESEJÁVEIS E NÃO
CONHECIDOS PODEM OCORRER. NESTE CASO, INFORME SEU MÉDICO.

Superdose de Galvus Met Combi-Pack

Sinais27 e sintomas19
vildagliptina
Em voluntários sadios (sete de quatorze voluntários por grupo de tratamento), a vildagliptina foi administrada
em doses únicas diárias de 25, 50, 100, 200, 400 e 600 mg por até 10 dias consecutivos. Doses de até
200 mg foram bem toleradas. Com 400 mg/dia, houve três casos de dor muscular e casos isolados de
parestesia142 leve e transitória, febre120, edema143 e aumento transitório nos níveis de lipase (2x ULN). Com 600 mg, um voluntário apresentou edema143 nos pés e mãos89, e um aumento excessivo nos níveis de creatinina78 fosfoquinase (CPK), acompanhado pela elevação da alanina aminotransferase (AST), proteína C-reativa e mioglobina. Nesse grupo, três voluntários adicionais apresentaram edema143 de ambos os pés, acompanhado de parestesia142 em dois casos. Todos os sintomas19 e anormalidades laboratoriais foram resolvidos após a descontinuação do fármaco57 estudado. A vildagliptina não é dialisável, entretanto, o principal metabólito76 de hidrólise (LAY151) pode ser removido por hemodiálise83.
cloridrato de metformina1
A superdose com o cloridrato de metformina1 tem ocorrido, incluindo a ingestão de quantidades maiores que 50 gramas. A hipoglicemia60 foi reportada em aproximadamente 10% dos casos, mas não foi estabelecida uma associação causal com o cloridrato de metformina1. A acidose22 lática23 foi reportada em aproximadamente 32% dos casos de superdose com o cloridrato de metformina1. O cloridrato de metformina1 é dialisável com uma depuração de até 170 mL/min sob boas condições hemodinâmicas. Dessa forma, a hemodiálise83 pode ser útil na remoção do fármaco57 acumulado do paciente no qual se suspeita de superdose de cloridrato de metformina1. No caso de superdose, deve-se iniciar um tratamento de suporte apropriado de acordo com os sinais27 e sintomas19 clínicos do paciente.

Armazenagem de Galvus Met Combi-Pack

GALVUS MET COMBI-PACK deve ser mantido em sua embalagem original, a temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C) e protegido da umidade.

Reg. MS - 1.0068.1052
Farm. Resp.: Marco A. J. Siqueira - CRF-SP 23.873

Comprimidos de vildagliptina
Fabricado por: Novartis Pharma Stein AG, Stein, Suíça.
Importado, embalado e distribuído por: Novartis Biociências S.A.
Comprimidos revestidos de cloridrato de metformina1
Fabricado por: Novartis Biociências S.A. - Av. Ibirama, 518 - Complexos 441/3 - Taboão da Serra - SP
CNPJ: 56.994.502/0098-62 - Indústria Brasileira
Venda sob prescrição médica
TM = Marca depositada em nome de Novartis AG, Basiléia, Suíça.
Lote, data de fabricação e de validade: vide cartucho.

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GALVUS MET COMBI-PACK - Laboratório

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Complementos

1 Metformina: Medicamento para uso oral no tratamento do diabetes tipo 2. Reduz a glicemia por reduzir a quantidade de glicose produzida pelo fígado e ajudando o corpo a responder melhor à insulina produzida pelo pâncreas. Pertence à classe das biguanidas.
2 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
3 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
4 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
5 Glucagon: Hormônio produzido pelas células-alfa do pâncreas. Ele aumenta a glicose sangüínea. Uma forma injetável de glucagon, disponível por prescrição médica, pode ser usada no tratamento da hipoglicemia severa.
6 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
7 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
8 Pâncreas: Órgão nodular (no ABDOME) que abriga GLÂNDULAS ENDÓCRINAS e GLÂNDULAS EXÓCRINAS. A pequena porção endócrina é composta pelas ILHOTAS DE LANGERHANS, que secretam vários hormônios na corrente sangüínea. A grande porção exócrina (PÂNCREAS EXÓCRINO) é uma glândula acinar composta, que secreta várias enzimas digestivas no sistema de ductos pancreáticos (que desemboca no DUODENO).
9 Antidiabéticos orais: Quaisquer medicamentos que, administrados por via oral, contribuem para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais. Eles podem ser um hipoglicemiante, se forem capazes de diminuir níveis de glicose previamente elevados, ou um anti-hiperglicemiante, se agirem impedindo a elevação da glicemia após uma refeição.
10 Antidiabético oral: Qualquer medicamento que, administrado por via oral, contribui para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais. Ele pode ser um hipoglicemiante, se for capaz de diminuir níveis de glicose previamente elevados, ou um anti-hiperglicemiante, se agir impedindo a elevação da glicemia após uma refeição.
11 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
12 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
13 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
14 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
15 Cetoacidose diabética: Complicação aguda comum do diabetes melito, é caracterizada pela tríade de hiperglicemia, cetose e acidose. Laboratorialmente se caracteriza por pH arterial 250 mg/dl, com moderado grau de cetonemia e cetonúria. Esta condição pode ser precipitada principalmente por infecções, infarto agudo do miocárdio, acidente vascular encefálico, trauma e tratamento inadequado do diabetes. Os sinais clínicos da cetoacidose são náuseas, vômitos, dor epigástrica (no estômago), hálito cetônico e respiração rápida. O não-tratamento desta condição pode levar ao coma e à morte.
16 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
17 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
18 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
19 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
20 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
21 Palpitação: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
22 Acidose: Desequilíbrio do meio interno caracterizado por uma maior concentração de íons hidrogênio no organismo. Pode ser produzida pelo ganho de substâncias ácidas ou perda de substâncias alcalinas (básicas).
23 Lática: Diz-se de ou ácido usado como acidulante e intermediário químico; láctica.
24 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
25 Sudorese: Suor excessivo
26 Cabeça:
27 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
28 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
29 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
30 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
31 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
32 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
33 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
34 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
35 Galactose: 1. Produção de leite pela glândula mamária. 2. Monossacarídeo usualmente encontrado em oligossacarídeos de origem vegetal e animal e em polissacarídeos, usado em síntese orgânica e, em medicina, no auxílio ao diagnóstico da função hepática.
36 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
37 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
38 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
39 Osteoporose: Doença óssea caracterizada pela diminuição da formação de matriz óssea que predispõe a pessoa a sofrer fraturas com traumatismos mínimos ou mesmo na ausência deles. É influenciada por hormônios, sendo comum nas mulheres pós-menopausa. A terapia de reposição hormonal, que administra estrógenos a mulheres que não mais o produzem, tem como um dos seus objetivos minimizar esta doença.
40 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
41 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
42 Olhos:
43 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
44 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
45 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
46 Biguanidas: Classe de medicamento oral usado para tratar diabetes tipo 2. Diminui a glicemia por reduzir a quantidade de glicose produzida pelo fígado e por ajudar o corpo a responder melhor à insulina. Aumenta a sensibilidade da insulina nos tecidos periféricos, principalmente no fígado.
47 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
48 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
49 HbA1C: Hemoglobina glicada, hemoglobina glicosilada, glico-hemoglobina ou HbA1C e, mais recentemente, apenas como A1C é uma ferramenta de diagnóstico na avaliação do controle glicêmico em pacientes diabéticos. Atualmente, a manutenção do nível de A1C abaixo de 7% é considerada um dos principais objetivos do controle glicêmico de pacientes diabéticos. Algumas sociedades médicas adotam metas terapêuticas mais rígidas de 6,5% para os valores de A1C.
50 Pressão sangüínea: Força exercida pelo sangue arterial por unidade de área da parede arterial. É expressa como uma razão (Exemplo: 120/80, lê-se 120 por 80). O primeiro número é a pressão sistólica ou pressão máxima. E o segundo número é a presão diastólica ou mínima.
51 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
52 Ilhotas Pancreáticas: Estruturas microscópicas irregulares constituídas por cordões de células endócrinas espalhadas pelo PÂNCREAS entre os ácinos exócrinos. Cada ilhota é circundada por fibras de tecido conjuntivo e penetrada por uma rede de capilares. Há quatro tipos principais de células. As células beta, mais abundantes (50-80 por cento) secretam INSULINA. As células alfa (5-20 por cento) secretam GLUCAGON. As células PP (10-35 por cento) secretam o POLIPEPTÍDEO PANCREÁTICO. As células delta (aproximadamente 5 por cento) secretam SOMATOSTATINA.
53 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
54 Célula: Unidade funcional básica de todo tecido, capaz de se duplicar (porém algumas células muito especializadas, como os neurônios, não conseguem se duplicar), trocar substâncias com o meio externo à célula, etc. Possui subestruturas (organelas) distintas como núcleo, parede celular, membrana celular, mitocôndrias, etc. que são as responsáveis pela sobrevivência da mesma.
55 Glicemia: Valor de concentração da glicose do sangue. Seus valores normais oscilam entre 70 e 110 miligramas por decilitro de sangue (mg/dl).
56 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
57 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
58 Glicemia de jejum: Teste que checa os níveis de glicose após um período de jejum de 8 a 12 horas (frequentemente dura uma noite). Este teste é usado para diagnosticar o pré-diabetes e o diabetes. Também pode ser usado para monitorar pessoas com diabetes.
59 Sulfoniluréias: Classe de medicamentos orais para tratar o diabetes tipo 2 que reduz a glicemia por ajudar o pâncreas a fabricar mais insulina e o organismo a usar melhor a insulina produzida.
60 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
61 Hiperinsulinemia: Condição em que os níveis de insulina no sangue estão mais altos que o normal. Causada pela superprodução de insulina pelo organismo. Relacionado à resistência insulínica.
62 Glicogênio: Polissacarídeo formado a partir de moléculas de glicose, utilizado como reserva energética e abundante nas células hepáticas e musculares.
63 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
64 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
65 Triglicérides: A principal maneira de armazenar os lipídeos no tecido adiposo é sob a forma de triglicérides. São também os tipos de lipídeos mais abundantes na alimentação. Podem ser definidos como compostos formados pela união de três ácidos graxos com glicerol. Os triglicérides sólidos em temperatura ambiente são conhecidos como gorduras, enquanto os líquidos são os óleos. As gorduras geralmente possuem uma alta proporção de ácidos graxos saturados de cadeia longa, já os óleos normalmente contêm mais ácidos graxos insaturados de cadeia curta.
66 Estudo randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle - o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
67 Prospectivo: 1. Relativo ao futuro. 2. Suposto, possível; esperado. 3. Relativo à preparação e/ou à previsão do futuro quanto à economia, à tecnologia, ao plano social etc. 4. Em geologia, é relativo à prospecção.
68 Sobrepeso: Peso acima do normal, índice de massa corporal entre 25 e 29,9.
69 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
70 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
71 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
72 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
73 Eritrócitos: Células vermelhas do sangue. Os eritrócitos maduros são anucleados, têm forma de disco bicôncavo e contêm HEMOGLOBINA, cuja função é transportar OXIGÊNIO. Sinônimos: Corpúsculos Sanguíneos Vermelhos; Corpúsculos Vermelhos Sanguíneos; Corpúsculos Vermelhos do Sangue; Glóbulos Vermelhos; Hemácias
74 Extravascular: Relativo ao exterior dos vasos sanguíneos e linfáticos, ou que ali se situa ou ocorre.
75 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
76 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
77 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
78 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
79 IMC: Medida usada para avaliar se uma pessoa está abaixo do peso, com peso normal, com sobrepeso ou obesa. É a medida mais usada na prática para saber se você é considerado obeso ou não. Também conhecido como IMC. É calculado dividindo-se o peso corporal em quilogramas pelo quadrado da altura em metros. Existe uma tabela da Organização Mundial de Saúde que classifica as medidas de acordo com o resultado encontrado.
80 Obesidade: Condição em que há acúmulo de gorduras no organismo além do normal, mais severo que o sobrepeso. O índice de massa corporal é igual ou maior que 30.
81 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
82 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
83 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
84 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
85 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
86 Mutação: 1. Ato ou efeito de mudar ou mudar-se. Alteração, modificação, inconstância. Tendência, facilidade para mudar de ideia, atitude etc. 2. Em genética, é uma alteração súbita no genótipo de um indivíduo, sem relação com os ascendentes, mas passível de ser herdada pelos descendentes.
87 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
88 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
89 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
90 Orelhas: Sistema auditivo e de equilíbrio do corpo. Consiste em três partes
91 Descamação: 1. Ato ou efeito de descamar(-se); escamação. 2. Na dermatologia, fala-se da eliminação normal ou patológica da camada córnea da pele ou das mucosas. 3. Formação de cascas ou escamas, devido ao intemperismo, sobre uma rocha; esfoliação térmica.
92 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
93 Úlceras: Feridas superficiais em tecido cutâneo ou mucoso que podem ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
94 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
95 Pólipos: 1. Em patologia, é o crescimento de tecido pediculado que se desenvolve em uma membrana mucosa (por exemplo, no nariz, bexiga, reto, etc.) em resultado da hipertrofia desta membrana ou como um tumor verdadeiro. 2. Em celenterologia, forma individual, séssil, típica dos cnidários, que se caracteriza pelo corpo formado por um tubo ou cilindro, cuja extremidade oral, dotada de boca e tentáculos, é dirigida para cima, e a extremidade oposta, ou aboral, é fixa.
96 Estroma: 1. Na anatomia geral e em patologia, é o tecido conjuntivo vascularizado que forma o tecido nutritivo e de sustentação de um órgão, glândula ou de estruturas patológicas. 2. Na anatomia botânica, é a matriz semifluida dos cloroplastos na qual se encontram os grana, grânulos de amido, ribossomas, etc. 3. Em micologia, é a massa de tecido de um fungo, formada a partir de hifas entrelaçadas e que, nos cogumelos, geralmente corresponde à maior parte do corpo.
97 Mutação genética: É uma alteração súbita no genótipo de um indivíduo, sem relação com os ascendentes, mas passível de ser herdada pelos descendentes.
98 Linfoma: Doença maligna que se caracteriza pela proliferação descontrolada de linfócitos ou seus precursores. A pessoa com linfoma pode apresentar um aumento de tamanho dos gânglios linfáticos, do baço, do fígado e desenvolver febre, perda de peso e debilidade geral.
99 Mg/dL: Miligramas por decilitro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.
100 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
101 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
102 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
103 Septicemia: Septicemia ou sepse é uma infecção generalizada grave que ocorre devido à presença de micro-organismos patogênicos e suas toxinas na corrente sanguínea. Geralmente ela ocorre a partir de outra infecção já existente.
104 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
105 Acidose metabólica: A acidose metabólica é uma acidez excessiva do sangue caracterizada por uma concentração anormalmente baixa de bicarbonato no sangue. Quando um aumento do ácido ultrapassa o sistema tampão de amortecimento do pH do organismo, o sangue pode acidificar-se. Quando o pH do sangue diminui, a respiração torna-se mais profunda e mais rápida, porque o corpo tenta liberar o excesso de ácido diminuindo o volume do anidrido carbônico. Os rins também tentam compensá-lo por meio da excreção de uma maior quantidade de ácido na urina. Contudo, ambos os mecanismos podem ser ultrapassados se o corpo continuar a produzir excesso de ácido, o que conduz a uma acidose grave e ao coma. A gasometria arterial é essencial para o seu diagnóstico. O pH está baixo (menor que 7,35) e os níveis de bicarbonato estão diminuídos (<24 mmol/l). Devido à compensação respiratória (hiperventilação), o dióxido de carbono está diminuído e o oxigênio está aumentado.
106 Intravascular: Relativo ao interior dos vasos sanguíneos e linfáticos, ou que ali se situa ou ocorre.
107 Hipóxia: Estado de baixo teor de oxigênio nos tecidos orgânicos que pode ocorrer por diversos fatores, tais como mudança repentina para um ambiente com ar rarefeito (locais de grande altitude) ou por uma alteração em qualquer mecanismo de transporte de oxigênio, desde as vias respiratórias superiores até os tecidos orgânicos.
108 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
109 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
110 Hipotermia: Diminuição da temperatura corporal abaixo de 35ºC.Pode ser produzida por choque, infecção grave ou em estados de congelamento.
111 Lactato: Sal ou éster do ácido láctico ou ânion dele derivado.
112 Mmol/L: Milimols por litro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.
113 Piruvato: Ácido pirúvico ou piruvato é um composto orgânico contendo três átomos de carbono (C3H4O3), originado ao fim da glicólise. Em meio aquoso, ele dissocia-se formando o ânion piruvato, que é a forma sob a qual participa de processos metabólicos.
114 Intravasculares: Relativos ao interior dos vasos sanguíneos e linfáticos, ou que ali se situam ou ocorrem.
115 Hipoxemia: É a insuficiência de oxigênio no sangue.
116 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
117 Suplementação: Que serve de suplemento para suprir o que falta, que completa ou amplia.
118 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
119 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
120 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
121 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
122 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
123 Congênitas: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
124 Morbidade: Morbidade ou morbilidade é a taxa de portadores de determinada doença em relação à população total estudada, em determinado local e em determinado momento.
125 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
126 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
127 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
128 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
129 Tecido conectivo: Tecido que sustenta e conecta outros tecidos. Consiste de CÉLULAS DO TECIDO CONJUNTIVO inseridas em uma grande quantidade de MATRIZ EXTRACELULAR.
130 Artralgia: Dor em uma articulação.
131 Colestase: Retardamento ou interrupção do fluxo nos canais biliares.
132 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
133 Nutrição: Incorporação de vitaminas, minerais, proteínas, lipídios, carboidratos, oligoelementos, etc. indispensáveis para o desenvolvimento e manutenção de um indivíduo normal.
134 Hepatobiliares: Diz-se do que se refere ao fígado e às vias biliares.
135 Pele e Tecido Subcutâneo: Revestimento externo do corpo composto por PELE, seus acessórios (CABELO, UNHAS, GLÂNDULAS SEBÁCEAS e GLÂNDULAS SUDORÍPARAS) e seus ductos.
136 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
137 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
138 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
139 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
140 Etiologia: 1. Ramo do conhecimento cujo objeto é a pesquisa e a determinação das causas e origens de um determinado fenômeno. 2. Estudo das causas das doenças.
141 Anemia megaloblástica: É uma doença na qual a medula óssea produz hemácias gigantes e imaturas. Esse distúrbio é provocado pela carência de vitamina B12 ou de ácido fólico no organismo. Uma vez que esses fatores são importantes para a síntese de DNA e responsáveis pela eritropoiese, a sua falta causa um defeito na síntese de DNA, levando ao desequilíbrio no crescimento e divisão celular.
142 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
143 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.

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