CATAFLAM Injetável

NOVARTIS

Atualizado em 03/06/2015

ANALGÉSICO1, ANTIINFLAMATÓRIO

Forma Farmacêutica e Apresentações de Cataflam Injetável

Solução injetável. Caixas com 3 e 50 ampolas de 75 mg/3 ml
USO ADULTO

- Composição
Cada ampola de 3 ml contém: diclofenaco potássico 75 mg; veículo ( álcool benzílico, manitol, metabissulfito de sódio, edetato dissódico, propilenoglicol) q.s.p. 3 ml.

Informação ao Paciente de Cataflam Injetável

CATAFLAM Injetável deve ser protegido do calor e da luz. O prazo de validade está impresso no cartucho. Não utilize o produto após a data de validade. Informe ao seu médico se estiver grávida, amamentando ou se ocorrer gravidez2 durante o tratamento. Siga corretamente as instruções do médico quanto ao uso do produto, não interrompendo ou modificando o tratamento sem antes consultá-lo. CATAFLAM é geralmente bem tolerado, porém, ocasionalmente, podem ocorrer algumas reações desagradáveis tais como: dor de estômago3, náusea4, vômito5, diarréia6, má digestão7, prisão de ventre, falta de apetite; dor de cabeça8, tontura9; vermelhidão da pele10. Caso ocorra qualquer reação avise ao seu médico: ele lhe dará a orientação adequada.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

O paciente não deve tomar outro medicamento juntamente com CATAFLAM sem orientação ou conhecimento do médico; portanto, antes do início do tratamento com CATAFLAM, o paciente deve informar ao médico se estiver tomando qualquer outro medicamento.

Contra-indicações: úlcera gástrica11 ou intestinal, alergia12 ao diclofenaco  e/ou ao metabissulfito de sódio. CATAFLAM é também contra-indicado para pacientes13 que têm crises de asma14, urticária15 e/ou rinite16 aguda quando tomam ácido acetilsalicílico (ex.: aspirina).
Não utilizar CATAFLAM Injetável em crianças.

Precauções: Antes de iniciar o tratamento com CATAFLAM, o paciente deve informar ao médico se tiver problemas gastrintestinais, suspeita de úlcera17, colite18 ulcerativa, doença de Crohn19 e/ou doença grave do fígado20; problemas de rim21 e de coração22. Pacientes idosos devem estar sob supervisão médica durante o uso de CATAFLAM. Pacientes que apresentarem vertigens23 deverão evitar operar máquinas e/ou dirigir veículos. A presença do metabissulfito de sódio pode, especialmente em pacientes com asma14 brônquica, levar a crise aguda de asma14, distúrbios da consciência ou choque24.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE25.

Informação Técnica de Cataflam Injetável

Farmacodinâmica de Cataflam Injetável

CATAFLAM é um antiinflamatório não-esteróide (AINE) que contém o sal potássico do diclofenaco. Em CATAFLAM, o íon26 sódio do diclofenaco sódico (Voltaren) foi substituído pelo íon26 potássio. Dessa forma, o princípio ativo é o mesmo de Voltaren. CATAFLAM possui acentuadas propriedades analgésica, antiinflamatória e antipirética. Demonstra-se experimentalmente que o mecanismo de ação do diclofenaco envolve a inibição da biossíntese das prostaglandinas27, substâncias estas relacionadas à gênese de inflamação28, dor e febre29. Por meio de ensaios clínicos30 foi possível demonstrar que CATAFLAM exerce pronunciado efeito analgésico1 em estados dolorosos moderados ou severos. Na presença de inflamação28 causada, por exemplo, por trauma ou após intervenção cirúrgica, CATAFLAM alivía rapidamente tanto a dor espontânea quanto a causada por movimento e diminui o edema31. CATAFLAM in vitro, nas concentrações equivalentes às concentrações alcançadas no homem, não suprime a biossíntese de proteoglicanos nas cartilagens32.

Farmacocinética de Cataflam Injetável

Absorção
A absorção do diclofenaco inicia-se imediatamente após aplicação intramuscular de CATAFLAM. Após 10 minutos, obtém-se, em média, 80% da concentração plasmática máxima. A área média sob a curva de concentração plasmática/tempo (AUC), após administração parenteral, é cerca de duas vezes maior do que a obtida após administração oral ou retal de doses equivalentes, enquanto a concentração média máxima é aproxima-damente 60% maior. Essa diferença na biodisponibilidade é atribuída à metabolização de primeira passagem que o fármaco33 sofre ao ser administrado por via oral ou retal. Os valores de AUC plasmáticos mantêm relação linear com a dose.

Distribuição
99,7% do diclofenaco se ligam a proteínas34 séricas, predominantemente à albumina35 (99,4%). O volume  apa-rente de distribuição calculado é de 0,12 - 0,17 litro/kg.
O diclofenaco passa para o fluido sinovial, no qual as concentrações máximas são medidas 2 - 4 horas após atingidos os valores de pico de concentração plasmática. A meia-vida aparente de eliminação do fluido sinovial é de 3 - 6 horas. Duas horas após atingirem-se os níveis de pico plasmáticos, as concentrações da substância ativa já são mais altas no fluido sinovial do que no plasma36, permanecendo mais altas por até 12 horas.

Biotransformação
A biotransformação do diclofenaco ocorre parcialmente por glicuronidação da molécula intacta, mas principalmente por hidroxilação e metoxilação simples e múltipla, resultando em vários metabólitos37 fenólicos (3'-hidróxi-, 4'-hidróxi, 5-hidróxi-, 4',5-hidróxi- e 3'-hidróxi-4'-metóxi-diclofenaco), a maioria dos quais são convertidos a conjugados glicuronados. Dois desses metabólitos37 fenólicos são biologicamente ativos, mas em extensão muito menor do que o diclofenaco.

Eliminação
O
clearance sistêmico38 total do diclofenaco do plasma36 é de 263 ± 56 ml/min (valor médio ± DP). A meia-vida terminal no plasma36 é de 1 - 2 horas. Quatro dos metabólitos37, incluindo-se os dois ativos, também têm meia-vida plasmática curta de 1 - 3 horas. Um metabólito39, 3'-hidróxi-4'-metóxi-diclofenaco, tem meia-vida plasmática maior. Entretanto, esse metabólito39 é virtualmente inativo.
Cerca de 60% da dose absorvida são excretados na urina40 como conjugado glicurônico da molécula intacta e como metabólitos37, a maioria dos quais são também convertidos a conjugados glicurônicos. Menos de 1% é excretado como substância inalterada. O restante da dose é eliminado como metabólitos37 através da bile41 nas fezes.

Características Nos Pacientes de Cataflam Injetável

Não foram observadas diferenças idade-dependentes relevantes na absorção, no metabolismo42 ou na excreção do fármaco33.Em pacientes que sofrem de insuficiência renal43, não é previsto acúmulo da substância ativa inalterada, a partir da cinética44 de dose única, quando aplicada a escala normal de dose. Com um clearence  de creatina <10 ml/min, os níveis plasmáticos de steady-state  calculados dos hidroxi-metabólitos37 são cerca de 4 vezes maiores do que em pacientes normais. Entretanto, os metabólitos37 são ao final excretados através da bile41.
Em pacientes com hepatite45 crônica ou cirrose46 não descompensada, a cinética44 e o metabolismo42 do diclofenaco são os mesmos do que em pacientes sem problemas hepáticos.

Indicações de Cataflam Injetável

Tratamento a curto prazo das seguintes condições agudas:
•  Estados dolorosos inflamatórios pós-traumáticos, como por exemplo os causados por entorses47;
•  Dor e inflamação28 no pós-operatório, por exemplo após cirurgias ortopédicas ou odontológicas;
•  Cólica renal48 ou biliar.

Contra-Indicações de Cataflam Injetável

Úlcera gástrica11 ou intestinal. Hipersensibilidade conhecida à substância ativa, ao metabissulfito de sódio e aos outros componentes do veículo. Como outros agentes antiinflamatórios não-esteróides, CATAFLAM também é contra-indicado em pacientes nos quais as crises de asma14, urticária15 ou rinite16 aguda são desencadeadas pelo ácido acetilsalicílico ou por outros medicamentos com atividade inibidora da prostaglandina49-sintetase.Não utilizar CATAFLAM injetável em crianças.

Advertências de Cataflam Injetável

Sangramentos ou ulcerações50/perfurações gastrin-testinais podem ocorrer a qualquer momento durante o tratamento, com ou sem sintomas51 de advertência ou histórico prévio. Tais ocorrências, em geral, apresentam conseqüências mais sérias em pacientes idosos. Nesses raros casos, em que ulcerações50 e sangramentos gastrintestinais ocorrerem em pacientes que utilizam CATAFLAM, o medicamento deve ser descontinuado.
Assim como com outros AINEs, reações alérgicas, incluindo-se reações anafiláticas52/anafilactóides, podem também ocorrer, em casos raros, sem a exposição prévia ao fármaco33. O metabissulfito de sódio na formulação, pode também conduzir a reações isoladas de hipersensibilidade.
Assim como outros AINEs, CATAFLAM pode mascarar os sinais53 e sintomas51 de infecções54 causadas por suas propriedades farmacodinâmicas.

Precauções de Cataflam Injetável

É imprescindível uma supervisão médica cuidadosa em pacientes portadores de sintomas51 indicativos de distúrbios gastrintestinais ou histórico que sugira úlcera gástrica11 ou intestinal,  em pacientes com colite18 ulcerativa ou doença de Crohn19, bem como em pacientes com insuficiência hepática55.Como com outros AINEs, pode ocorrer elevação dos níveis de uma ou mais enzimas hepáticas56. Durante tratamentos prolongados é recomendável a monitorização da função hepática57, como medida preventiva. Se os testes anormais para a função hepática57 persistirem ou piorarem, na ocorrência de sinais53 ou sintomas51 indicativos do desenvolvimento de doença hepática57 ou outras manifestações (por exemplo, eosinofilia58, erupções), o tratamento com CATAFLAM deverá ser descontinuado. Pode ocorrer hepatite45 com ou sem sintomas51 prodrômicos59.
Deve-se ter cautela quando da administração de CATAFLAM a pacientes portadores de porfiria60 hepática57, uma vez que CATAFLAM pode desencadear uma crise.
Pela importância das prostaglandinas27 para a manutenção do fluxo sangüíneo renal48, atenção especial deverá ser dedicada a pacientes com deficiência na função cardíaca ou renal48, a pacientes idosos, a pacientes sob tratamento com diuréticos61 e a pacientes com depleção62 do volume extracelular de qualquer origem, como por exemplo nas condições de peri ou pós-operatório no caso de cirurgias de grande porte. Nesses casos, quando da utilização de CATAFLAM, é recomendável monitorização da função renal48, como medida preventiva. A descontinuação do tratamento é normalmente seguida pela recuperação ao estado de pré-tratamento.
O tratamento das afecções63 às quais CATAFLAM está indicado dura usualmente poucos dias. Porém, se ao contrário das recomendações para seu uso, CATAFLAM for administrado por períodos mais prolongados é aconselhável, como ocorre com outros AINEs, efetuar contagens sangüíneas.
Assim como outros AINEs, CATAFLAM pode temporariamente inibir a agregação plaquetária. Pacientes com deficiência de hemostasia64 devem ser cuidadosamente monitorados.
Recomenda-se atenção especial quando se utilizar CATAFLAM pela via parenteral a pacientes com asma14 brônquica, pois os sintomas51 podem ser exacerbados.
Em pacientes idosos, debilitados e naqueles com baixo peso corpóreo, é particularmente recomendável a utilização da posologia eficaz mais baixa.

Dados de Segurança Pré-Clínica de Cataflam Injetável

O diclofenaco não influencia a fertilidade das matrizes (ratos) nem o desenvolvimento pré, peri e pós-natal da prole. Não foram detectados efeitos teratogênicos65 em camundongos, ratos e coelhos. Não foram demonstrados efeitos mutagênicos em vários experimentos in vitro e in vivo, e nenhum potencial carcinogênico foi detectado em estudos de longo prazo em ratos e camundongos.

Gravidez2 e Lactação66 de Cataflam Injetável

Pela insuficiência67 de dados, não é recomendado o emprego de CATAFLAM Injetável durante a gravidez2. (Quanto ao emprego das formas orais e retais durante a gravidez2 e a  lactação66, ver as informações sobre o produto para tais formas).

Efeitos Sobre a Habilidade de Dirigir Veículos e/ou Operar Máquinas de Cataflam Injetável

Pacientes com sintomas51 de tontura9 ou outros distúrbios do sistema nervoso central68, incluindo-se distúrbios da visão69, não devem dirigir veículos ou operar máquinas.

Interações Medicamentosas e Outros Tipos de Interação de Cataflam Injetável

(Incluindo-se interações observadas com outras formas farmacêuticas de CATAFLAM e diclofenaco sódico).Lítio, digoxina: CATAFLAM pode elevar as concentrações plasmáticas de lítio e digoxina.
Diuréticos61: Assim como outros AINEs, CATAFLAM pode inibir a atividade de diuréticos61. O tratamento concomitante com diuréticos61 poupadores de potássio pode estar associado à elevação dos níveis séricos de potássio, os quais devem, portanto, ser monitorizados.
AINEs: A administração concomitante de AINEs sistêmicos70 pode aumentar a freqüência de reações adversas.
Anticoagulantes71: Embora as investigações clínicas não pareçam indicar que CATAFLAM apresente uma influência sobre o efeito dos anticoagulantes71, existem relatos de uma elevação no risco de hemorragias72 com o uso combinado de diclofenaco e terapia anti-coagulante. Conseqüentemente, nesses casos, é recomendável uma monitorização dos pacientes.
Antidiabéticos: Estudos clínicos demonstraram que CATAFLAM pode ser administrado juntamente com agentes antidiabéticos orais73 sem influenciar seus efeitos clínicos. Entretanto, existem relatos isolados de efeitos hipo e hiperglicemiantes na presença de CATAFLAM, determinando a necessidade de ajuste posológico dos agentes hipoglicemiantes74.
Metotrexato:  Deve-se tomar cuidado quando AINEs forem administrados menos de 24 horas antes ou após tratamento com metotrexato, uma vez que a concentração sérica desse fármaco33 pode se elevar, aumentando assim a sua toxicidade75.
Ciclosporina: Os efeitos dos AINEs sobre as prostaglandinas27 renais pode aumentar a nefrotoxicidade76 da ciclosporina.
Antibacterianos quinolônicos: Têm ocorrido relatos isolados de convulsões que podem estar associadas ao uso concomitante de quinolonas e AINEs.

Reações Adversas de Cataflam Injetável

(Incluindo-se efeitos indesejáveis observados com outras formas de dosagem  de CATAFLAM e também diclofenaco sódico em uso por curto ou longo prazo).

Estimativas de freqüência:
Freqüente:    > 10%
Rara:     entre > 0,001% e 1%
Ocasional:    entre > 1% e 10% Casos isolados:    < 0,001%

Trato gastrintestinal
Ocasionais: distúrbios gastrintestinais, tais como dor epigástrica, náuseas77, vômitos78, diarréia6, cólicas79 abdominais, dispepsia80, flatulência, anorexia81. Casos raros: sangramento gastrintestinal (hematêmese82, melena83, diarréia6 sanguinolenta84), úlcera gástrica11 ou intestinal, com ou sem sangramento ou perfuração. Casos isolados: estomatite85 aftosa, glossite86, lesões87 esofageanas, estenoses88 intestinais, distúrbios do colón, tais como colite18 hemorrágica89 não-específica e exacerbação de colite18 ulcerativa ou doença de Crohn19; constipação90, pancreatite91.

Sistema nervoso central68
Ocasionais: cefaléia92, tontura9, vertigem93. Casos  raros: sonolência. Casos isolados: distúrbios sensoriais, incluindo-se parestesia94, distúrbios da memória, desorientação, insônia, irritabilidade, convulsões, depressão, ansiedade, pesadelos, tremores, reações psicóticas, meningite asséptica95.

Órgãos sensoriais
Casos isolados: distúrbios da visão69 (visão69 borrada, diplopia96), audição prejudicada, zumbido, distúrbios de paladar97.

Pele10
Ocasionais:
rash98 ou erupções cutâneas99. Casos raros: urticária15. Casos isolados: eritroderma (dermatite100 esfoliativa), perda de cabelo101, reação de fotossensibilidade, púrpura102, incluindo-se púrpura102 alérgica, erupção103 bolhosa, eczema104, eritema multiforme105, síndrome de Stevens-Johnson106, síndrome de Lyell107 (epidermólise tóxica aguda).
Rins108
Rara: Edema31. Casos isolados: insuficiência renal43 aguda, anomalias urinárias tais como hematúria109, proteinúria110, nefrite111 intersticial112, síndrome nefrótica113, necrose114 papilar.

Fígado20
Ocasionalmente: elevação dos níveis séricos das enzimas aminotransferases. Casos raros: hepatite45, com ou sem icterícia115. Casos isolados: hepatite fulminante116.

Sangue117
Casos isolados: trombocitopenia118, leucopenia119, anemia120 (hemolítica e aplástica), agranulocitose121.

Hipersensibilidade
Casos raros: reações de hipersensibilidade tais como asma14, reações sistêmicas anafiláticas/anafilactóides incluindo-se hipotensão122. Casos Isolados: vasculite123, pneumonite124.

Sistema cardiovascular125
Casos Isolados: palpitação126, dores no peito127, hipertensão128, insuficiência cardíaca congestiva129.

Outros órgãos
Ocasionais: reações no local da aplicação intramuscular, tais como dor e endurecimento. Casos isolados: abscesso130 local e necrose114 da área da aplicação intramuscular.

Posologia
Adultos: CATAFLAM Injetável não é recomendado para tratamentos com duração superior a dois dias; se necessário, o tratamento deve ser continuado com drágeas131, comprimidos dispersíveis, supositórios ou gotas.
As orientações para injeção intramuscular132 dadas a seguir devem ser obedecidas, de modo a se evitar danos a nervos ou outros tecidos no local da aplicação.
Para adultos, a dose é geralmente de uma ampola diária, injetada profundamente no quadrante superior externo da região glútea133. Excepcionalmente, em casos de crises dolorosas (por exemplo, cólicas79), duas injeções separadas por um intervalo de algumas horas podem ser administradas por dia (uma em cada nádega). Alternativamente, é possível combinar uma ampola com outras formas de CATAFLAM (drágeas131, dispersível, supositórios, gotas), até a dose máxima de 150 mg/dia.

Crianças: CATAFLAM injetável não é recomendado para uso em crianças.

Cuidados na Aplicação de Injeções Intramusculares de Cataflam Injetável

1- Fazer a higiene rigorosa com álcool no local onde será aplicada a injeção134;
2- Aplicar no quadrante superior externo da região glútea133, conforme a figura:

                    

3-  A agulha deve ser posicionada perpendicularmente à pele10 e introduzida profundamente no músculo;
4- Evitar áreas de tecido adiposo135 abundante, pois o medicamento não deve ser administrado na  região subcutânea136;
5- É obrigatória a aspiração do êmbolo137, após a introdução da agulha, para certificar-se de que não houve perfuração de vaso sangüíneo. Se for aspirado sangue117 ou se ocorrer dor intensa, interromper imediatamente a aplicação;

6- Aplicar a injeção134 lentamente.

Superdosagem de Cataflam Injetável

O tratamento de intoxicação aguda com AINEs consiste essencialmente em medidas sintomáticas e de suporte. Não há quadro clínico típico resultante de superdosagem com diclofenaco. As medidas terapêuticas a adotar nos casos de superdosagem são:

•  Tratamento sintomático138 e de suporte no caso de complicações, tais como hipotensão122, insuficiência renal43, convulsões, irritação gastrintestinal e depressão respiratória.

•  Terapias específicas, tais como diurese139 forçada, diálise140 ou hemoperfusão, provavelmente não ajudam na eliminação de AINEs, em decorrência de seu alto índice de ligação com proteínas34 e metabolismo42 extenso.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

CATAFLAM Injetável - Laboratório

NOVARTIS
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São Paulo/SP - CEP: 04706-900
Tel: 55 (011) 532-7122
Fax: 55 (011) 532-7942
Site: http://www.novartis.com/

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Complementos

1 Analgésico: Medicamento usado para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
4 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
5 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
6 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
7 Digestão: Dá-se este nome a todo o conjunto de processos enzimáticos, motores e de transporte através dos quais os alimentos são degradados a compostos mais simples para permitir sua melhor absorção.
8 Cabeça:
9 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
10 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
11 Úlcera gástrica: Lesão na mucosa do estômago. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100 % dos casos.
12 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
13 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
14 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
15 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
16 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
17 Úlcera: Ferida superficial em tecido cutâneo ou mucoso que pode ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
18 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
19 Doença de Crohn: Doença inflamatória crônica do intestino que acomete geralmente o íleo e o cólon, embora possa afetar qualquer outra parte do intestino. A doença cursa com períodos de remissão sintomática e outros de agravamento. Na maioria dos casos, a doença de Crohn é de intensidade moderada e se torna bem controlada pela medicação, tornando possível uma vida razoavelmente normal para seu portador. A causa da doença de Crohn ainda não é totalmente conhecida. Os sintomas mais comuns são: dor abdominal, diarreia, perda de peso, febre moderada, sensação de distensão abdominal, perda de apetite e de peso.
20 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
21 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
22 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
23 Vertigens: O termo vem do latim “vertere” e quer dizer rodar. A definição clássica de vertigem é alucinação do movimento. O indivíduo vê os objetos do ambiente rodarem ao seu redor ou seu corpo rodar em relação ao ambiente.
24 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
25 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
26 Íon: Átomo ou grupo atômico eletricamente carregado.
27 Prostaglandinas: É qualquer uma das várias moléculas estruturalmente relacionadas, lipossolúveis, derivadas do ácido araquidônico. Ela tem função reguladora de diversas vias metabólicas.
28 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
29 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
30 Ensaios clínicos: Há três fases diferentes em um ensaio clínico. A Fase 1 é o primeiro teste de um tratamento em seres humanos para determinar se ele é seguro. A Fase 2 concentra-se em saber se um tratamento é eficaz. E a Fase 3 é o teste final antes da aprovação para determinar se o tratamento tem vantagens sobre os tratamentos padrões disponíveis.
31 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
32 Cartilagens: Tecido resistente e flexível, de cor branca ou cinzenta, formado de grandes células inclusas em substância que apresenta tendência à calcificação e à ossificação.
33 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
34 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
35 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
36 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
37 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
38 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
39 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
40 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
41 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
42 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
43 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
44 Cinética: Ramo da física que trata da ação das forças nas mudanças de movimento dos corpos.
45 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
46 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
47 Entorses: É a torção de uma articulação, com lesão dos ligamentos (estrutura que sustenta as articulações).
48 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
49 Prostaglandina: É qualquer uma das várias moléculas estruturalmente relacionadas, lipossolúveis, derivadas do ácido araquidônico. Ela tem função reguladora de diversas vias metabólicas.
50 Ulcerações: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
51 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
52 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
53 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
54 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
55 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
56 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
57 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
58 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
59 Prodrômicos: Relativos aos pródromos, ou seja, aos sinais e sintomas iniciais de uma doença.
60 Porfiria: Constituem um grupo de pelo menos oito doenças genéticas distintas, além de formas adquiridas, decorrentes de deficiências enzimáticas específicas na via de biossíntese do heme, que levam à superprodução e acumulação de precursores metabólicos, para cada qual correspondendo um tipo particular de porfiria. Fatores ambientais, tais como: medicamentos, álcool, hormônios, dieta, estresse, exposição solar e outros desempenham um papel importante no desencadeamento e curso destas doenças.
61 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
62 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
63 Afecções: Quaisquer alterações patológicas do corpo. Em psicologia, estado de morbidez, de anormalidade psíquica.
64 Hemostasia: Ação ou efeito de estancar uma hemorragia; mesmo que hemóstase.
65 Teratogênicos: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
66 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
67 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
68 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
69 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
70 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
71 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
72 Hemorragias: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
73 Antidiabéticos orais: Quaisquer medicamentos que, administrados por via oral, contribuem para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais. Eles podem ser um hipoglicemiante, se forem capazes de diminuir níveis de glicose previamente elevados, ou um anti-hiperglicemiante, se agirem impedindo a elevação da glicemia após uma refeição.
74 Hipoglicemiantes: Medicamentos que contribuem para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais, sendo capazes de diminuir níveis de glicose previamente elevados.
75 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
76 Nefrotoxicidade: É um dano nos rins causado por substâncias químicas chamadas nefrotoxinas.
77 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
78 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
79 Cólicas: Dor aguda, produzida pela dilatação ou contração de uma víscera oca (intestino, vesícula biliar, ureter, etc.). Pode ser de início súbito, com exacerbações e períodos de melhora parcial ou total, nos quais o paciente pode estar sentindo-se bem ou apresentar dor leve.
80 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
81 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
82 Hematêmese: Eliminação de sangue proveniente do tubo digestivo, através de vômito.
83 Melena: Eliminação de fezes de coloração negra, alcatroada. Relaciona-se com a presença de sangue proveniente da porção superior do tubo digestivo (esôfago, estômago e duodeno). Necessita de uma avaliação urgente, pois representa um quadro grave.
84 Sanguinolenta: 1. Em que há grande derramamento de sangue; sangrenta. 2. Tinto ou misturado com sangue. 3. Que se compraz em ver ou derramar sangue; sanguinária.
85 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
86 Glossite: Inflamação da mucosa que reveste a língua, produzida por infecção viral, radiação, carências nutricionais, etc.
87 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
88 Estenoses: Estreitamentos patológicos de um conduto, canal ou orifício.
89 Hemorrágica: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
90 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
91 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
92 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
93 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
94 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
95 Meningite asséptica: Síndrome clínica de inflamação meníngea em que não é encontrado crescimento bacteriano identificado no exame de líquido cefalorraquidiano. Trata-se geralmente de inflamação leptomeníngea caracterizada por febre e sinais meníngeos acompanhados predominantemente por pleocitose linfocítica no LCR com cultura bacteriana estéril. Ela não é causada por bactérias piogênicas, porém diversas condições clínicas podem desencadeá-la: infecções virais e não virais; alguns fármacos, neoplasias malignas, doenças reumatológicas, tais como lúpus eritematoso sistêmico, sarcoidose, angeíte granulomatosa e metástases tumorais.
96 Diplopia: Visão dupla.
97 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
98 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
99 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
100 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
101 Cabelo: Estrutura filamentosa formada por uma haste que se projeta para a superfície da PELE a partir de uma raiz (mais macia que a haste) e se aloja na cavidade de um FOLÍCULO PILOSO. É encontrado em muitas áreas do corpo.
102 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
103 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
104 Eczema: Afecção alérgica da pele, ela pode ser aguda ou crônica, caracterizada por uma reação inflamatória com formação de vesículas, desenvolvimento de escamas e prurido.
105 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
106 Síndrome de Stevens-Johnson: Forma grave, às vezes fatal, de eritema bolhoso, que acomete a pele e as mucosas oral, genital, anal e ocular. O início é geralmente abrupto, com febre, mal-estar, dores musculares e artralgia. Pode evoluir para um quadro toxêmico com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração (arritmias e pericardite). O prognóstico torna-se grave principalmente em pessoas idosas e quando ocorre infecção secundária. Pode ser desencadeado por: sulfas, analgésicos, barbitúricos, hidantoínas, penicilinas, infecções virais e bacterianas.
107 Síndrome de Lyell: Sinônimo de Necrólise Epidérmica Tóxica. Caracterizada por necrólise da epiderme. Tem como características iniciais sintomas inespecíficos, influenza-símile, tais como febre, dor de garganta, tosse e queimação ocular, considerados manifestações prodrômicas que precedem o acometimento cutâneo-mucoso. Erupção eritematosa surge simetricamente na face e na parte superior do tronco, provocando sintomas de queimação ou dolorimento da pele. Progressivamente envolvem o tórax anterior e o dorso. O ápice do processo é constituído pela característica denudação da epiderme necrótica, a qual é destacada em verdadeiras lamelas ou retalhos, dentro das áreas acometidas pelo eritema de base. O paciente tem o aspecto de grande queimado, com a derme desnuda, sangrante, eritêmato-purpúrica e com contínua eliminação de serosidade, contribuindo para o desequilíbrio hidroeletrolítico e acentuada perda protéica. Graves seqüelas oculares e esofágicas têm sido relatadas.Constitui uma reação adversa a medicamentos rara. As drogas que mais comumente a causam são as sulfas, o fenobarbital, a carbamazepina, a dipirona, piroxicam, fenilbutazona, aminopenicilinas e o alopurinol.
108 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
109 Hematúria: Eliminação de sangue juntamente com a urina. Sempre é anormal e relaciona-se com infecção do trato urinário, litíase renal, tumores ou doença inflamatória dos rins.
110 Proteinúria: Presença de proteínas na urina, indicando que os rins não estão trabalhando apropriadamente.
111 Nefrite: Termo que significa “inflamação do rim” e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
112 Intersticial: Relativo a ou situado em interstícios, que são pequenos espaços entre as partes de um todo ou entre duas coisas contíguas (por exemplo, entre moléculas, células, etc.). Na anatomia geral, diz-se de tecido de sustentação localizado nos interstícios de um órgão, especialmente de vasos sanguíneos e tecido conjuntivo.
113 Síndrome nefrótica: Doença que afeta os rins. Caracteriza-se pela eliminação de proteínas através da urina, com diminuição nos níveis de albumina do plasma. As pessoas com síndrome nefrótica apresentam edema, eliminação de urina espumosa, aumento dos lipídeos do sangue, etc.
114 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
115 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
116 Hepatite fulminante: Alteração aguda e grave da função hepatocelular secundária à toxicidade hepatocitária ou colestase. Refere-se a insuficiência hepática aguda complicada por encefalopatia. Tem um início rápido e segue um curso curto e severo. Pode ser desencadeada por causas tóxicas e não tóxicas, como o uso de acetaminofeno, metotrexate, alopurinol, dentre outros medicamentos.
117 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
118 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
119 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
120 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
121 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
122 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
123 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
124 Pneumonite: Inflamação dos pulmões que compromete principalmente o espaço que separa um alvéolo de outro (interstício pulmonar). Pode ser produzida por uma infecção viral ou lesão causada por radiação ou exposição a diferentes agentes químicos.
125 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
126 Palpitação: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
127 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
128 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
129 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
130 Abscesso: Acumulação de pus em uma cavidade formada acidentalmente nos tecidos orgânicos, ou mesmo em órgão cavitário, em consequência de inflamação seguida de infecção.
131 Drágeas: Comprimidos ou pílulas contendo preparado farmacêutico.
132 Injeção intramuscular: Injetar medicamento em forma líquida no músculo através do uso de uma agulha e seringa.
133 Região Glútea:
134 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
135 Tecido Adiposo: Tecido conjuntivo especializado composto por células gordurosas (ADIPÓCITOS). É o local de armazenamento de GORDURAS, geralmente na forma de TRIGLICERÍDEOS. Em mamíferos, existem dois tipos de tecido adiposo, a GORDURA BRANCA e a GORDURA MARROM. Suas distribuições relativas variam em diferentes espécies sendo que a maioria do tecido adiposo compreende o do tipo branco.
136 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
137 Êmbolo: 1. Cilindro ou disco que se move em vaivém no interior de seringas, bombas, etc. 2. Na engenharia mecânica, é um cilindro metálico deslizante que recebe um movimento de vaivém no interior de um cilindro de motor de combustão interna. 3. Em artes gráficas, é uma haste de ferro com um cilindro, articulada para comprimir e lançar o chumbo ao molde. 4. Em patologia, é um coágulo ou outro tampão trazido pela corrente sanguínea a partir de um vaso distante, que obstrui a circulação ao ser forçado contra um vaso menor. 5. Na anatomia zoológica, nas aranhas, é um prolongamento delgado no ápice do aparelho copulador masculino.
138 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
139 Diurese: Diurese é excreção de urina, fenômeno que se dá nos rins. É impróprio usar esse termo na acepção de urina, micção, freqüência miccional ou volume urinário. Um paciente com retenção urinária aguda pode, inicialmente, ter diurese normal.
140 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.

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