DOLOXENE-A Cápsulas

ABL Antibióticos do Brasil Ltda.

Atualizado em 08/12/2014

Composição da Doloxene-a Cápsulas

cada cápsula contém: napsilato de propoxifeno77 mg, equivalente a 50 mg de cloridrato de propoxifeno; ácido acetilsalicílico 325 mg. Excipiente q.s.p. uma cápsula.

Posologia e Administração da Doloxene-a Cápsulas

o napsilato de propoxifeno é administrado por via oral. A dose usual de napsilato de propoxifeno para adultos é de 1 cápsula de 4 em 4 horas. A dose diária máxima recomendada é de 600 mg de napsilato de propoxifeno. Superdosagem: as providências iniciais a serem tomadas referem-se aos efeitos sobre o SNC1. Medidas de ressuscitamento devem ser tomadas com urgência2. Propoxifeno: sintomas3: a manifestação de superdosagem aguda com napsilato de propoxifeno é semelhante à observada com narcótico. O paciente geralmente fica sonolento, mas pode entrar em torpor4 ou coma5 e também ter convulsões. A depressão respiratória é característica. O índice de ventilação6 e o volume de ar circulante diminuem, o que pode resultar em cianose7 e hipoxia8. As pupilas, inicialmente fechadas, podem tornar-se dilatadas à medida que a hipoxia8 aumenta. Pode ocorrer respiração Cheyne-Stokes e apnéia9. A pressão sangüínea10 e a freqüência cardíaca, geralmente normais no início, vão se deteriorando, resultando finalmente em edema pulmonar11 e colapso12 circulatório, a menos que a depressão respiratória seja corrigida e ventilação6 adequada seja restabelecida prontamente. Arritmia13 e atraso na condução, acidose14 associada com problemas respiratórios, devido à retenção de CO2 (hipercapnia15) e ao ácido lático formado durante a glicólise anaeróbica podem ocorrer. A acidose14 poderá ser grave se grandes quantidades de salicilato forem ingeridas, podendo ocorrer morte. Tratamento: atenção deve ser voltada primeiramente para o restabelecimento da permeabilidade16 das vias aéreas e restabelecimento da ventilação6. Pode ser necessária a ventilação6 mecânica assistida, com ou sem oxigênio e respiração com pressão positiva, se houver edema pulmonar11. O antagonista17 de narcótico, naloxano, pode reduzir muito o grau de depressão respiratória e deve ser administrado prontamente 0,4 a 2,0 mg, de preferência por via intravenosa. Se não for obtida melhora na função respiratória, o naloxano deve ser repetido a intervalos de 2 a 3 minutos. A duração de ação do antagonista17 pode ser breve. Se não for observada nenhuma resposta após a administração de 10 mg de naloxano, o diagnóstico18 de intoxicação por propoxifeno deve ser questionado. O naloxano pode ser administrado também por infusão intravenosa contínua. Tratamento em crianças: a dose inicial de naloxano para crianças é de 0,01 mg/kg de peso corporal, administrada por via intravenosa. Se essa dose não der o resultado desejado, uma dose subseqüente de 0,1 mg/kg de peso corporal deve ser administrada. Se não for possível a via intravenosa, o naloxano pode ser administrado por via intramuscular ou subcutânea19 em doses divididas. Se for necessário, o naloxano pode ser diluído em água destilada. Os gases sangüíneos, pH e eletrólitos20 devem ser monitorados para que a acidose14 e qualquer anormalidade eletrolítica existente possam ser corrigidas prontamente. Acidose14, hipoxia8 e depressão generalizada do SNC1 predispõem ao desenvolvimento de arritmia13. Fibrilação ventricular ou parada cardíaca podem ocorrer e necessitam de medidas de ressuscitação cardiopulmonar. A acidose14 respiratória desaparece rapidamente quando a ventilação6 é restabelecida e a hipercapnia15 é eliminada, mas a acidose14 lática21 pode requerer administração de bicarbonato por via intravenosa para pronta correção. A monitoração eletrocardiográfica é essencial. A pronta correção da hipoxia8, acidose14 e distúrbios eletrolíticos (quando presentes) ajudará a evitar essas complicações cardíacas e aumentará a eficácia das drogas administradas em restabelecer a função cardíaca normal. Em adição ao uso de antagonista17 a narcóticos, o paciente pode requerer um tratamento cuidadoso com um anticonvulsivante para controlar possíveis convulsões. Drogas analépticas (por ex.: cafeína ou anfetamina) não devem ser usadas devido à sua tendência em precipitar convulsões. Medidas gerais de suporte, em adição ao oxigênio, incluem, quando necessário, aplicações de líquidos intravenosos, compostos inotrópicos vasopressores e quando existir infecção22 usar drogas antiinfecciosas. A lavagem gástrica23 pode ser útil e carvão ativado pode absorver uma quantidade significante de napsilato de propoxifeno ingerido. A diálise24 é de pouco valor em intoxicação devida ao propoxifeno. Devem ser feitos esforços para determinar se outras substâncias, tais como, álcool, barbitúricos, tranqüilizantes ou outros depressores do SNC1, foram também ingeridas, uma vez que podem aumentar a depressão, bem como causarem efeitos tóxicos específicos. Salicilatos: sintomas3: os sintomas3 incluem náuseas25 e vômitos26, tinitus e surdez, vertigem27 e dor de cabeça28, embotamento29 e confusão, diaforese30, pulso rápido e aumento na respiração e alcalose31 respiratória. Tratamento: o tratamento da intoxicação aguda por salicilatos inclui diminuição da absorção da droga, estimulação da eliminação pelos rins32 e correção de distúrbios metabólicos que afetem a temperatura do corpo, hidratação, equilíbrio acidobásico e eletrolítico. A técnica a ser empregada para eliminação do salicilato da corrente sangüínea depende do grau de intoxicação. Se o paciente for tratado dentro das quatro horas de ingestão, o estômago33 deve ser esvaziado induzindo o vômito34 ou por lavagem gástrica23 o mais rápido possível. Exsanguinotransfusão é mais factível para crianças muito pequenas. Diálise24 intraperitoneal intermitente35 é útil em casos de gravidade moderada em adultos. Líquidos intravenosos alcalinizados pela adição de bicarbonato de sódio ou citrato de potássio são úteis. A hemodiálise36 com rim37 artificial é o meio mais eficaz para remover os salicilatos e é indicada para os casos muito graves de intoxicação.

Precauções da Doloxene-a Cápsulas

gerais: os salicilatos devem ser usados com extremo cuidado na presença de úlcera péptica38 ou anormalidades de coagulação39. Gravidez40: a segurança de uso durante a gravidez40 não foi estabelecida com relação a possíveis reações adversas no desenvolvimento fetal. Sintomas3 da síndrome41 de retirada foram relatados no recém-nascido após o uso da droga durante a gravidez40. Portanto, o propoxifeno não deve ser usado por mulheres grávidas, a menos que, no julgamento do médico, os benefícios superem os possíveis riscos. Aspirina parece não ter efeitos teratogênicos42; contudo, foram relatados gravidez40 e trabalho de parto prolongados com aumento de sangramento antes e após o parto, diminuição de peso do recém-nascido e aumento do índice de natimortos com altos níveis sangüíneos de salicilato. Devido a possíveis efeitos adversos no recém-nascido e o potencial de aumento de perda de sangue43 pela mãe, a aspirina deve ser evitada durante os três últimos meses de gravidez40. Uso em lactantes44: baixos níveis de propoxifeno foram detectados no leite humano. Em estudos pós-parto, com mães que estavam amamentando e as quais receberam propoxifeno, não foram notadas reações adversas nas crianças em amamentação45. Uso em crianças: o propoxifeno não é recomendado para uso em crianças, devido às experiências clínicas documentadas serem insuficientes para estabelecer segurança e regime de dose adequado para uso pediátrico. Uso em idosos: a velocidade de metabolização do propoxifeno pode estar reduzida em alguns pacientes. O aumento do intervalo de doses deve ser considerado. - Interações medicamentosas: o efeito depressivo do propoxifeno no SNC1 é aditivo com outros depressores do SNC1, incluindo álcool. Os salicilatos podem aumentar o efeito anticoagulante46 e inibir o efeito uricosúrico de drogas uricosúricas. Como é o caso de muitos outros medicamentos, o propoxifeno pode diminuir o metabolismo47 de uma droga administrada concomitantemente. Se isto ocorrer, as altas concentrações séricas podem resultar em um aumento do efeito farmacológico ou das reações adversas desta droga. Tais ocorrências foram relatadas quando o propoxifeno foi administrado a pacientes juntamente com antidepressivos, anticonvulsivantes ou drogas semelhantes à warfarina. Sinais48 neurológicos graves, incluindo coma5, têm ocorrido com o uso concomitante de carbamazepina.

Reações Adversas da Doloxene-a Cápsulas

em uma pesquisa efetuada em pacientes hospitalizados usando cloridrato de propoxifeno, nas doses recomendadas, apresentou reações adversas. As reações mais freqüentemente relatadas foram tontura49, sedação50, náuseas25 e vômitos26. Algumas dessas reações podem ser aliviadas se o paciente permanecer deitado. Outras reações adversas incluem constipação51, dor abdominal, erupções cutâneas52, sensação de cabeça28 leve, dor de cabeça28, fraqueza, euforia, disforia53, alucinações54 e distúrbios visuais menores. O tratamento com propoxifeno foi associado com resultados anormais nos testes de função hepática55 e mais raramente com o aparecimento de icterícia56 reversível (incluindo icterícia56 colestática). Pode resultar necrose57 das papilas renais com o uso crônico58 de ácido acetilsalicílico, principalmente quando a dose é maior do que a recomendada e quando combinada com acetaminofeno. Miopatia59 dolorosa subaguda60 ocorreu após superdosagem crônica de propoxifeno.

Contra-Indicações da Doloxene-a Cápsulas

hipersensibilidade ao propoxifeno e ao ácido acetilsalicílico. - Advertências: não prescrever propoxifeno para pacientes61 com tendências suicidas ou de vício. Prescrever propoxifeno com cuidado a pacientes que estejam tomando drogas tranqüilizantes ou antidepressivas e alcoólatras. Informar ao paciente para não exceder a dose recomendada e para limitar a ingestão de álcool. Produtos à base de propoxifeno em doses excessivas, administrados só ou em combinação com outros depressores do SNC1, incluindo álcool, são a maior causa de mortes relacionadas com drogas. As fatalidades na primeira hora, no caso de superdosagem, não são incomuns. O propoxifeno não deve ser tomado em doses mais altas do que as recomendadas pelo médico. A prescrição criteriosa de propoxifeno é essencial para assegurar o uso dessa droga. Para pacientes61 deprimidos ou com tendências suicidas, deve-se considerar o uso de analgésico62 não narcótico. Os pacientes devem ser alertados sobre o uso concomitante de produtos à base de propoxifeno e álcool, devido à potencialização grave dos efeitos aditivos no SNC1 causados por essas drogas. Devido a esses efeitos depressores, o propoxifeno deve ser prescrito com precaução para aqueles pacientes cuja condição médica requer a administração concomitante de sedativos, tranqüilizantes, miorrelaxantes, antidepressivos ou outras drogas depressoras do SNC1. Os pacientes devem ser avisados dos efeitos depressores dessas combinações. A maioria das mortes, atribuídas ao propoxifeno, ocorreu em pacientes com histórias prévias de distúrbios emocionais ou idéias ou tentativas suicidas, bem como histórias de abuso de tranqüilizantes, álcool e outras drogas ativas no SNC1. Algumas mortes ocorreram como conseqüência da ingestão acidental de quantidades excessivas de propoxifeno só ou em combinação com outras drogas. Pacientes tomando propoxifeno devem ser advertidos para não exceder a dose recomendada pelo médico. Dependência à droga: o propoxifeno quando tomado em doses mais altas que o recomendado, por um longo período de tempo, pode causar dependência à droga, caracterizada por dependência psíquica e menos freqüentemente dependência física e tolerância. O propoxifeno poderá substituir só parcialmente a morfina ou outros narcóticos na síndrome41 de retirada em indivíduos fisicamente dependentes. A dependência ao propoxifeno é qualitativamente similar à da codeína, embora seja quantitativamente menor, e o propoxifeno deve ser prescrito com o mesmo grau de cuidado empregado no uso da codeina. Uso em pacientes de ambulatórios: o propoxifeno pode causar uma diminuição da capacidade mental e/ou física, necessária para a realização de tarefas potencialmente arriscadas, tais como, dirigir automóvel ou operar maquinário. O paciente deve ser alertado. - Atenção: a síndrome41 de Reye é uma doença rara, mas grave, que pode surgir após um resfriado ou varicela63 em crianças e adolescentes. Apesar da causa da síndrome41 de Reye ser desconhecida, alguns relatos indicam que o ácido acetilsalicílico ou salicilatos podem aumentar o risco de aparecimento dessa doença.

Indicações da Doloxene-a Cápsulas

alívio de dor leve a moderada, só ou acompanhada de febre64.

Apresentação da Doloxene-a Cápsulas

caixas contendo 20 e 100 cápsulas.


DOLOXENE-A Cápsulas - Laboratório

ABL Antibióticos do Brasil Ltda.
Prof. Zeferino Vaz - SP 332, Km 135. Bairro Itapavussu - Cosmópolis
São Paulo - CEP: 13150-000
Tel: (19) 3872-9300
Fax: (19) 3872-9479
Caixa Postal 31

Ver outros medicamentos do laboratório "ABL Antibióticos do Brasil Ltda."

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
2 Urgência: 1. Necessidade que requer solução imediata; pressa. 2. Situação crítica ou muito grave que tem prioridade sobre outras; emergência.
3 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
4 Torpor: 1. Sentimento de mal-estar caracterizado pela diminuição da sensibilidade e do movimento; entorpecimento, estupor, insensibilidade. 2. Indiferença ou apatia moral; indolência, prostração. 3. Na medicina, ausência de reação a estímulos de intensidade normal.
5 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
6 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.
7 Cianose: Coloração azulada da pele e mucosas. Pode significar uma falta de oxigenação nos tecidos.
8 Hipóxia: Estado de baixo teor de oxigênio nos tecidos orgânicos que pode ocorrer por diversos fatores, tais como mudança repentina para um ambiente com ar rarefeito (locais de grande altitude) ou por uma alteração em qualquer mecanismo de transporte de oxigênio, desde as vias respiratórias superiores até os tecidos orgânicos.
9 Apnéia: É uma parada respiratória provocada pelo colabamento total das paredes da faringe que ocorre principalmente enquanto a pessoa está dormindo e roncando. No adulto, considera-se apnéia após 10 segundos de parada respiratória. Como a criança tem uma reserva menor, às vezes, depois de dois ou três segundos, o sangue já se empobrece de oxigênio.
10 Pressão sangüínea: Força exercida pelo sangue arterial por unidade de área da parede arterial. É expressa como uma razão (Exemplo: 120/80, lê-se 120 por 80). O primeiro número é a pressão sistólica ou pressão máxima. E o segundo número é a presão diastólica ou mínima.
11 Edema pulmonar: Acúmulo anormal de líquidos nos pulmões. Pode levar a dificuldades nas trocas gasosas e dificuldade respiratória.
12 Colapso: 1. Em patologia, é um estado semelhante ao choque, caracterizado por prostração extrema, grande perda de líquido, acompanhado geralmente de insuficiência cardíaca. 2. Em medicina, é o achatamento conjunto das paredes de uma estrutura. 3. No sentido figurado, é uma diminuição súbita de eficiência, de poder. Derrocada, desmoronamento, ruína. 4. Em botânica, é a perda da turgescência de tecido vegetal.
13 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
14 Acidose: Desequilíbrio do meio interno caracterizado por uma maior concentração de íons hidrogênio no organismo. Pode ser produzida pelo ganho de substâncias ácidas ou perda de substâncias alcalinas (básicas).
15 Hipercapnia: É a presença de doses excessivas de dióxido de carbono no sangue.
16 Permeabilidade: Qualidade dos corpos que deixam passar através de seus poros outros corpos (fluidos, líquidos, gases, etc.).
17 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
18 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
19 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
20 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
21 Lática: Diz-se de ou ácido usado como acidulante e intermediário químico; láctica.
22 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
23 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
24 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
25 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
26 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
27 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
28 Cabeça:
29 Embotamento: Ato ou efeito de perder ou tirar o vigor ou a sensibilidade; enfraquecer-se.
30 Diaforese: Sudação, transpiração intensa.
31 Alcalose: Desequilíbrio do meio interno, produzido por uma diminuição na concentração de íons hidrogênio ou aumento da concentração de bases orgânicas nos líquidos corporais.
32 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
33 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
34 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
35 Intermitente: Nos quais ou em que ocorrem interrupções; que cessa e recomeça por intervalos; intervalado, descontínuo. Em medicina, diz-se de episódios de febre alta que se alternam com intervalos de temperatura normal ou cujas pulsações têm intervalos desiguais entre si.
36 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
37 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
38 Úlcera péptica: Lesão na mucosa do esôfago, estômago ou duodeno. Também chamada de úlcera gástrica ou duodenal. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100% dos casos. Os principais sintomas são: dor, má digestão, enjôo, queimação (azia), sensação de estômago vazio.
39 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
40 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
41 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
42 Teratogênicos: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
43 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
44 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
45 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
46 Anticoagulante: Substância ou medicamento que evita a coagulação, especialmente do sangue.
47 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
48 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
49 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
50 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
51 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
52 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
53 Disforia: Estado caracterizado por ansiedade, depressão e inquietude.
54 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
55 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
56 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
57 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
58 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.
59 Miopatia: Qualquer afecção das fibras musculares, especialmente dos músculos esqueléticos.
60 Subaguda: Levemente aguda ou que apresenta sintomas pouco intensos, mas que só se atenuam muito lentamente (diz-se de afecção ou doença).
61 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
62 Analgésico: Medicamento usado para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
63 Varicela: Doença viral freqüente na infância e caracterizada pela presença de febre e comprometimento do estado geral juntamente com a aparição característica de lesões que têm vários estágios. Primeiro são pequenas manchas avermelhadas, a seguir formam-se pequenas bolhas que finalmente rompem-se deixando uma crosta. É contagiosa, mas normalmente não traz maiores conseqüências à criança. As bolhas e suas crostas, se não sofrerem infecção secundária, não deixam cicatriz.
64 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
Artigos relacionados

Tem alguma dúvida sobre DOLOXENE-A Cápsulas?

Pergunte diretamente a um especialista

Sua pergunta será enviada aos especialistas do CatalogoMed, veja as dúvidas já respondidas.