KEFAZOL

ABL Antibióticos do Brasil Ltda.

Atualizado em 09/12/2014

KEFAZOL ®

cefazolina sódica

Formas Farmacêuticas, Vias de Administração e Apresentações de Kefazol

Uso intramuscular:

KEFAZOL® (cefazolina sódica) 500 mg: cada frasco-ampola contém cefazolina sódica equivalente a 500 mg de cefazolina + ampola de diluente contendo 2 mL de Solução de Lidocaína a 0,5%. Embalagem com 1 frasco-ampola + ampola de diluente.

Uso intravenoso e intramuscular:

KEFAZOL® (cefazolina sódica) 1 g: cada frasco-ampola contém cefazolina sódica equivalente a 1 g de cefazolina. Embalagem com 50 frascos-ampola.

USO PEDIÁTRICO E ADULTO

Composição de Kefazol


Obs.: Cada 1,0483 g de cefazolina sódica equivalem a 1 g de cefazolina.

Cada frasco-ampola de KEFAZOL® (cefazolina sódica) 500 mg contém:

Cefazolina sódica equivalente a ........................................ 500 mg de cefazolina

Cada frasco-ampola de KEFAZOL® (cefazolina sódica) 1 g contém:

Cefazolina sódica equivalente a ................................................1 g de cefazolina

Informações ao Paciente de Kefazol

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

É um medicamento antibacteriano e pertence a uma classe chamada de cefalosporinas.

Em doses adequadas, promove a destruição das bactérias.

QUAIS AS PRINCIPAIS INDICAÇÕES DESTE MEDICAMENTO?

Este medicamento é indicado particularmente para: endocardite1 bacteriana (infecção2 nas válvulas do coração3); infecção2 nas juntas; infecção2 da pele4 e dos tecidos moles; infecção2 nos ossos; prevenção de infecção2 durante cirurgia; infecção2 urinária; infecção2 nos pulmões;5 infecção2 no sangue6.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Este produto deve ser evitado se você já tiver apresentado reação alérgica7 a penicilinas, derivados da penicilina, penicilamina ou a outras cefalosporinas.

Condições que exigem avaliação dos riscos e benefícios:

- Diminuição da função dos rins8 (doses devem ser reduzidas);

 - Histórico de doença gastrintestinal, particularmente doenças conhecidas como colite9 ulcerativa, enterite regional ou colite9 associada a antibióticos. Nesses casos pode ocorrer uma doença mais grave denominada colite9 pseudomembranosa;

 - História de doença com sangramento. O sangramento pode ser agravado pela diminuição de uma substância que entra no processo de coagulação10 do sangue6 (protrombina11).

“Informe ao médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis”.

Mães Amamentando: O produto é excretado no leite em pequenas proporções.

Não há contudo, relato de problemas.

Atenção ao utilizar outros medicamentos. Este produto:

- Pode aumentar os riscos de hemorragia12 com: medicamentos conhecidos como inibidores da agregação plaquetária.

 - Pode ter aumentada a sua ação e os efeitos tóxicos com: probenecida.

 - Pode aumentar os riscos de toxicidade13 nos rins8 com: medicamentos que causam agressão aos rins8.

“Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento”.

“Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde”.

“Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Não há contra-indicação relativa a faixas etárias”.

COMO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Aspecto físico: pó cristalino14 branco a branco amarelado.

Este medicamento é de uso injetável, portanto deve ser administrado somente em serviços profissionais autorizados.

Pode ser aplicado por: via intramuscular, nas nádegas15 (quadrante superior externo), ou via intravenosa (através de injeção16 lenta, com duração de pelo menos 3 a 5 minutos).

As doses deste medicamento são variáveis, de acordo com a infecção2 e as condições do paciente. Em geral as doses médias são:

Adultos

Infecção2 Leve: 250 a 500 mg, a cada 8 horas;

Infecção2 Moderada a grave: 500 mg a 1 g, a cada 6 ou 8 horas;

Infecção2 grave com risco de vida: 1 g a 1,5 g, a cada 6 horas;

Infecção2 urinária (aguda, não complicada): 1 g, a cada 12 horas;

Prevenção de infecção2 durante cirurgias (via intravenosa): 1 g, meia à uma hora antes do início da cirurgia; 500 mg a 1 g durante a cirurgia; após a cirurgia: 500 mg a 1 g, a cada 6 ou 8 horas, até completar 24 horas.

Limite de dose para adultos: 6 g por dia.

Idosos

Podem exigir diminuição das doses se houver diminuição da função dos rins8.

Crianças

Endocardite1 (profi laxia): 25 mg por quilograma de peso corporal, 30 minutos antes do início da cirurgia.

Outras Infecções17:

Crianças a partir de 1 mês de idade (infusão intravenosa): 6,25 a 25 mg por quilograma de peso corporal, a cada 6 horas; ou 8,3 a 33,3 mg por quilograma de peso corporal, a cada 8 horas.

Crianças com menos de 1 mês de idade (infusão intravenosa): 20 mg por quilograma de peso corporal, a cada 8 ou 12 horas.

“Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento”.

“Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico”.

“Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento”.

QUAIS AS EVENTUAIS REAÇÕES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR?

- Desenvolvimento de Candidíase18 oral (Monilíase ou “sapinho” na boca19), com o uso prolongado;

 - Candidíase18 vaginal (Monilíase vaginal);

 - Dor de cabeça20;

 - Colite9 pseudomembranosa (sintomas21: dor abdominal grave ou dor e cólicas22 no estômago23, abdômen sensível ao toque, diarréia24 aquosa grave que pode se transformar em sanguinolenta25, febre26);

 - Diarréia24;

 - Diminuição da protrombina11 no sangue6;

- Reações raras: anemia27, convulsões; perturbação da função dos rins8; dor nas juntas; erupção28 na pele4; reações alérgicas; trombofl ebite (infl amação das veias29).

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA GRANDE QUANTIDADE DESTE MEDICAMENTO DE UMA SÓ VEZ?

Procurar o hospital mais próximo ou um Centro de Controle de Intoxicações da região. Em caso de superdosagem grave, pode ser considerado o uso combinado de hemodiálise30 (procedimento de “filtração do sangue”), se outras terapias falharem.

ONDE E COMO DEVO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

KEFAZOL® (cefazolina sódica) deve ser armazenado em temperatura ambiente (entre 15° a 30°C) e protegido da luz. KEFAZOL® (cefazolina sódica) reconstituído com Água Estéril para Injeção16 é estável por 12 horas em temperatura ambiente e por 24 horas sob refrigeração (2° a 8°C).

“Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças”

Informações Técnicas de Kefazol

Características Farmacológicas de Kefazol

Descrição: KEFAZOL® (cefazolina sódica) é uma cefalosporina semi-sintética para administração parenteral. É o sal sódico do 3-{[(5-metil-1,3,4-tiadiazol-2-il)tiol]metil}-8-oxo-7-[2-(1H-tetrazol-1-il)acetamido]-5-tia-1-azabiciclo[4.2.0]octo-2-eno-2-ácidocarboxílico. O teor de sódio é 48,3 mg por grama31 de cefazolina sódica.

Farmacologia32 Humana: após administração intramuscular em voluntáriosnormais, as concentrações séricas médias de cefazolina foram 37 mcg/mL em 1hora e 3 mcg/mL em 8 horas com uma dose de 500 mg e, 64 mcg/mL em 1 horae 7 mcg/mL em 8 horas com dose de 1 g.

Após a administração intravenosa de cefazolina em voluntários normais, as concentrações séricas médias apresentaram um pico de aproximadamente 185 mcg/mL e foram de aproximadamente 4 mcg/mL em 8 horas, com uma dose de 1 g. A meia-vida sérica da cefazolina é aproximadamente 1,8 hora após administração I.V. e aproximadamente 2 horas após administração I.M. Em um estudo (usando voluntários normais) com infusões intravenosas constantes, de 3,5 mg/kg durante 1 hora (aproximadamente 250 mg) e 1,5 mg/kg nas 2 horas seguintes (aproximadamente 100 mg), a cefazolina produziu um nível sérico constante de aproximadamente 28 mcg/mL na terceira hora. Estudos com pacientes hospitalizados com infecção2 indicam que a cefazolina injetável produz níveis séricos médios equivalentes aos observados em voluntários normais. Em pacientes sem doença obstrutiva biliar, os níveis na bile33 podem atingir ou exceder até 5 vezes os níveis séricos; porém, em pacientes com doença obstrutiva biliar, os níveis biliares de cefazolina são consideravelmente menores que os níveis séricos (<1,0 mcg/mL).

No líquido sinovial34, os níveis de cefazolina são comparáveis aos alcançados no soro35 cerca de 4 horas após a administração. Estudos no sangue do cordão umbilical36 demonstram pronta transferência da cefazolina através da placenta. A cefazolina está presente em concentrações muito baixas no leite de mães que estão amamentando. A cefazolina é excretada inalterada na urina37. Nas primeiras 6 horas aproximadamente 60% do medicamento são excretados na urina37, aumentando para 70% a 80% em 24 horas. A cefazolina atinge concentrações urinárias máximas de aproximadamente 2400 mcg/mL e 4000 mcg/mL após doses intramusculares de 500 mg e 1 g, respectivamente. Em pacientes submetidos à diálise peritoneal38 (2 Litros/h), a cefazolina produziu níveis séricos médios de aproximadamente 10 e 30 mcg/mL após 24 horas de instilação de uma solução de diálise39 contendo 50 mg/L e 150 mg/L, respectivamente. Os níveis médios de Pico foram 29 mcg/mL com 50 mg/L (três pacientes), e 72 mcg/mL com 150 mg/L (seis pacientes). A administração intraperitoneal da cefazolina é geralmente bem tolerada. Estudos controlados em voluntários adultos normais recebendo 1 g, 4 vezes ao dia, durante 10 dias, monitorando exames hematológicos, TGO, TGP, bilirrubinas40, fosfatase alcalina41, uremia42, creatinina43 e exames de urina37, não demonstraram qualquer alteração clinicamente signifi cativa que fosse atribuída à cefazolina.

Resultados de Eficácia de Kefazol


Microbiologia: testes in vitro demonstraram que a ação bactericida das cefalosporinas resulta da inibição da síntese da parede celular. A cefazolina é ativa in vitro e em infecções17 clínicas contra os seguintes microrganismos:

Staphylococcus aureus (incluindo cepas44 produtoras de penicilinase);

Staphylococcus epidermidis;

Estreptococos beta-hemolíticos do Grupo A e outras cepas44 de estreptococos (muitas cepas44 de enterococos são resistentes);

Streptococcus pneumoniae;

Klebsiella spp.;

Escherichia coli;

Enterobacter aerogenes;

Proteus mirabilis;

Haemophilus infl uenzae.

Obs.: Estafilococos meticilina-resistentes são uniformemente resistentes à cefazolina.

A maioria das cepas44 de Proteus indol positivos (Proteus vulgaris), Enterobacter cloacae, Morganella morganii e Providencia rettgeri é resistente. Serratia, Pseudomonas, Mima, Herellea são quase uniformemente resistentes à cefazolina.

Testes de Suscetibilidade

Técnicas de difusão: Métodos quantitativos que requerem a medição do diâmetro do halo proporcionam as estimativas mais precisas da suscetibilidade de microrganismos aos antibióticos. Um procedimento deste tipo (Ref.1) tem sido recomendado para testes de suscetibilidade à cefazolina com uso de discos.

O Teste de suscetibilidade padronizado, com um único disco (Ref.1, 2) com 30 mcg de cefazolina, deve ser interpretado de acordo com os seguintes critérios:

Um resultado “suscetível” indica que o patógeno provavelmente será inibido pelos níveis sangüíneos normalmente alcançados, respondendo à terapia.

Um resultado “intermediário” sugere que o microrganismo deve ser suscetível se altas doses forem usadas ou se a infecção2 estiver confi nada nos tecidos e líquidos onde altos níveis do antibiótico são atingidos (por ex.: urina37). Um resultado“resistente” indica que as concentrações alcançadas não serão sufi cientes para inibir o microrganismo e outra terapia deve ser selecionada.

Procedimentos padronizados requerem o uso de microrganismos de controle laboratorial. O disco de cefazolina 30 mcg deve apresentar os seguintes halos de inibição:

Técnicas de Diluição: Usar o método de diluição padronizado pelo Comitê Nacional de Padrões para Laboratório Clínico (caldo ou ágar) ou equivalente. Os valores de concentração inibitória mínima (CIM) obtidos devem ser interpretados de acordo com os seguintes critérios:

Um resultado “suscetível” indica que o patógeno provavelmente será inibido pelos níveis sangüíneos normalmente alcançados. Um resultado “resistente” indica que as concentrações alcançadas não serão sufi cientes para inibir o microrganismo e outra terapia deve ser selecionada.

Procedimentos padronizados requerem o uso de microrganismos de controle laboratorial. A cefazolina-padrão deve fornecer os seguintes valores de CIM:


Indicações de Kefazol

A cefazolina é indicada no tratamento das seguintes infecções17 graves causadas por microrganismos suscetíveis:

Infecções17 do Trato Respiratório causadas por Streptococcus pneumoniae, Klebsiella spp., Haemophilus infl uenzae, Staphylococcus aureus (penicilino-suscetíveis e penicilino-resistentes), estreptococos beta-hemolíticos do grupo A. A penicilina benzatina injetável é considerada o medicamento de escolha no tratamento e prevenção de infecções17 estreptocócicas, incluindo a profilaxia da febre reumática45.

A cefazolina é eficaz na erradicação dos estreptococos da nasofaringe;46 porém, até o momento não existem dados da eficácia da cefazolina na prevenção subseqüente da febre reumática45.

Infecções17 do Trato Urinário47 causadas por Escherichia coli, Proteus mirabilis, Klebsiella spp., e algumas cepas44 de enterobacter e enterococos.

Infecções17 da Pele4 e Estruturas da Pele4 causadas por Staphylococcus aureus (penicilino-sensíveis e penicilino-resistentes), estreptococos beta-hemolíticos do grupo A e outras cepas44 de estreptococos.

Infecções17 do Trato Biliar48 causada por Escherichia coli, diversas cepas44 de estreptococos, Proteus mirabilis, Klebsiella spp. e Staphylococcus aureus.

Infecções17 Ósseas e Articulares causadas por Staphylococcus aureus.

Infecções17 Genitais (i.e., prostatite49 e epididimite) causadas por Escherichia coli, Proteus mirabilis, Klebsiella spp. e algumas cepas44 de enterococos.

Septicemia50 causada por Streptococcus pneumoniae, Staphylococcus aureus (penicilino-sensíveis e penicilino-resistentes), Proteus mirabilis, Escherichia coli e Klebsiella spp.

Endocardites causadas por Staphylococcus aureus (penicilino-suscetíveis e penicilino-resistentes) e estreptococos beta-hemolíticos do grupo A.

Culturas apropriadas e estudos de suscetibilidade devem ser realizados para determinar a suscetibilidade do microrganismo causador à cefazolina.

Profilaxia Cirúrgica: a administração profilática da cefazolina no pré-operatório, intra-operatório e pós-operatório pode reduzir a incidência51 de algumas infecções17 pós-operatórias em pacientes submetidos a procedimentos cirúrgicos classificados como contaminados ou potencialmente contaminados. O uso profilático da cefazolina pode também ser efi caz em pacientes cirúrgicos nos quais uma infecção2 no local da cirurgia pode representar um grave risco (por exemplo durante cirurgia cardíaca a céu-aberto ou artroplastia prostética).

A administração profi lática52 da cefazolina geralmente deve ser interrompida após um período de 24 horas após o procedimento cirúrgico. Em cirurgias onde a ocorrência de infecção2 pode ser particularmente devastadora (cirurgia cardíaca a céu-aberto e artroplastia prostética), a administração profi lática52 da cefazolina pode ser continuada por 3 a 5 dias após a cirurgia.

Se houver sinais53 de infecção2, amostras para cultura devem ser colhidas para identificação do organismo causador, de modo a instituir-se um tratamento apropriado (Veja seção POSOLOGIA).

Contra-Indicações de Kefazol

A cefazolina é contra-indicada em pacientes com alergia54 conhecida a antibióticos do grupo das cefalosporinas, penicilinas, derivados da penicilina e penicilamina.

Modo de Usar e Cuidados de Conservação de Kefazol

Atenção: medicamentos parenterais devem ser bem inspecionados visualmente antes da administração. Freqüentemente os hospitais reconstituem produtos injetáveis utilizando agulhas 40 x 12. Pequenos fragmentos55 de rolha podem ser levados para dentro frasco durante o procedimento. Deve-se portanto inspecionar cuidadosamente os produtos antes da administração, descartando-os se contiverem partículas.

Agulhas 25 x 8, embora difi cultem o processo de reconstituição, têm menor probabilidade de carregarem partículas de rolhas para dentro dos frascos.

Administração

KEFAZOL® (cefazolina sódica) 500 mg, por via intramuscular (IM)

Reconstituição: reconstituir o conteúdo do frasco-ampola com 2 mL de Solução de Lidocaína 0,5% que acompanha o produto ou com Água Estéril para Injeção16. O produto reconstituído tem cor levemente amarelada.

Administração: injetar em grande massa muscular. Em adultos, nas nádegas15 (quadrante superior externo); em crianças, na face56 lateral da coxa57.

ATENÇÃO: o produto reconstituído com Solução de Lidocaína 0,5% não pode ser administrado por via intravenosa.

Estabilidade após reconstituição: 12 horas em temperatura ambiente (15° a 30°C) ou 24 horas sob refrigeração (2°a 8°C), protegido da luz.

KEFAZOL® (cefazolina sódica) 1g

Pode ser administrado por via intramuscular (IM) ou por via intravenosa (IV).

KEFAZOL® (cefazolina sódica) 1g, por via intramuscular (IM)

Reconstituição: reconstituir com 2,5 mL de Água Estéril para Injeção16. Pode também ser recostituído com Solução de Lidocaína 0,5%. O produto reconstituído tem cor levemente amarelada.

Administração: injetar em grande massa muscular. Em adultos, nas nádegas15 (quadrante superior externo); em crianças, na face56 lateral da coxa57.

ATENÇÃO: o produto reconstituído com Solução de Lidocaína 0,5% não pode ser administrado por via intravenosa.

Estabilidade após reconstituição: 12 horas em temperatura ambiente (15° a 30°C) ou 24 horas sob refrigeração (2°a 8°C), protegido da luz.

KEFAZOL® (cefazolina sódica) 1g, por via intravenosa (IV)

IV Direta:

Reconstituição: reconstituir o conteúdo do frasco-ampola com 2,5 mL de Água Estéril para Injeção16. O produto reconstituído tem cor levemente amarelada.

Diluição: diluir o produto previamente reconstituído para 10 mL de solução.

Os diluentes compatíveis são: Água Estéril para Injeção16, Cloreto de Sódio 0,9% ou Glicose58 5%.

Administração: injetar direto na veia durante 3 a 5 minutos.

Estabilidade após reconstituição: 12 horas em temperatura ambiente (15° a 30°C) ou 24 horas sob refrigeração (2°a 8°C), protegido da luz.

IV Infusão:

Reconstituição: reconstituir o conteúdo do frasco-ampola com 2,5 mL de Água

Estéril para Injeção16. O produto reconstituído tem cor levemente amarelada.

Diluição: diluir o produto previamente reconstituído com 50 a 100 mL de Cloreto de Sódio 0,9% ou Glicose58 5%.

Outras soluções compatíveis:

Glicose58 10%;

Glicose58 5% em Ringer Lactato59;

Glicose58 5% em Cloreto de Sódio 0,9%;

Glicose58 5% em Cloreto de Sódio 0,45%;

Glicose58 5% em Cloreto de Sódio 0,2%;

Injeção16 de Ringer Lactato59;

Açúcar60 Invertido 5% ou 10% em Água Estéril para Injeção16;

Injeção16 de Ringer;

Bicarbonato de Sódio 5%.

Administração: infundir durante 30 a 60 minutos.

Estabilidade após reconstituição: 12 horas em temperatura ambiente (15° a 30°C) ou 24 horas sob refrigeração (2°a 8°C), protegido da luz.

Incompatibilidades: não se recomenda a mistura de cefazolina com outras medicações. A mistura de antibacterianos beta-lactâmicos (penicilinas e cefalosporinas) e aminoglicosídeos pode resultar em inativação de ambas substâncias. Se clinicamente necessário elas devem ser administradas por vias separadas (não misturá-las no mesmo frasco ou numa mesma bolsa intravenosa).

Posologia de Kefazol


Obs.: As doses são dadas em termos de cefazolina.

ADULTOS E ADOLESCENTES:

Infecção2 Urinária Aguda (não complicada): 1 g a cada 12 horas, por via intramuscular ou intravenosa.

Pneumonia61 Pneumocócica: 500 mg cada 12 horas, por via intramuscular ou intravenosa.

Endocardite1 (profilaxia): 1 g, 30 minutos antes do início da cirurgia, por infusão intravenosa.

Profilaxia Cirúrgica (via intramuscular ou intravenosa)

a. 1 g, meia a uma hora antes do início da cirurgia.

b. 500 mg a 1 g durante a cirurgia com duração de 2 horas ou mais.

c. 500 mg a 1 g a cada 6 a 8 horas, até 24 horas após a cirurgia.

É importante que a dose pré-operatória seja administrada exatamente (meia a uma hora) antes do início da cirurgia de tal modo que níveis adequados de cefazolina estejam presentes no sangue6 e nos tecidos no momento da incisão62 cirúrgica inicial.

Em cirurgias onde a ocorrência de uma infecção2 pode ser particularmente devastadora (por exemplo, cirurgia cardíaca a céu-aberto ou artroplastia prostética), a administração profi lática52 da cefazolina deve ser continuada por 3 a 5 dias após o término da cirurgia.

Outros Tipos de Infecções17

Infecções17 leves: 250 a 500 mg, cada 8 horas, por infusão intravenosa.

Infecções17 moderadas a graves: 500 mg a 1 g, a cada 6 a 8 horas, por infusão intravenosa.

Infecções17 graves, com risco de vida (por exemplo, endocardite1 e septicemia50): 1 a 1,5 g, cada 6 horas, por infusão intravenosa.

Limite de dose para adultos: 6 g por dia, embora em raras ocasiões doses de até 12 g por dia foram utilizadas.

Adultos com Diminuição da Função Renal63

Após uma dose inicial apropriada à gravidade do caso, as doses devem ser ajustadas em função do clearance de creatinina43.

Adultos com Diminuição da Função Renal63

POSOLOGIA PEDIÁTRICA:

Endocardite1 (profilaxia): 25 mg por quilograma de peso corporal, 30 minutos antes do início da cirurgia, por infusão intravenosa.

Outras Infecções17:

Crianças a partir de 1 mês de idade (infusão intravenosa): 6,25 a 25 mg por quilograma de peso corporal, a cada 6 horas; ou 8,3 a 33,3 mg por quilograma de peso corporal, cada 8 horas.

Crianças com menos de 1 mês de idade (infusão intravenosa): 20 mg por quilograma de peso corporal, a cada 8 ou 12 horas.

Em crianças com diminuição da função renal63, após uma dose inicial apropriada à gravidade do caso, as doses devem ser ajustadas de acordo com o clearance de creatinina43.

Crianças com Diminuição da Função Renal63


Advertências de Kefazol

Antes do tratamento com a cefazolina ser instituído, um cuidadoso questionamento deve ser feito para determinar se o paciente já apresentou reações de hipersensibilidade a outros medicamentos particularmente à cefazolina, outras cefalosporinas, penicilinas ou penicilaminas. Recomenda-se cuidado especial ao administrar KEFAZOL® (cefazolina sódica) a pacientes penicilino-sensíveis, pois a hipersensibilidade cruzada entre antibióticos beta-lactâmicos pode ocorrer em até 10% dos pacientes com história de alergia54 a penicilina. Se uma reação alérgica7 a cefazolina ocorrer, interrompa o tratamento com o medicamento. Reações de hipersensibilidade aguda graves podem requerer tratamento com epinefrina (adrenalina64) e outras medidas de emergência65, incluindo oxigênio, fluidos IV.,anti-histamínicos I.V., corticosteróides, aminas pressoras e monitoração das vias aéreas, conforme indicação clínica.

Foram relatados casos de colite9 pseudomembranosa com quase todos os agentes antibacterianos incluindo cefazolina, cuja gravidade pode variar de leve a risco de vida. Portanto, deve-se considerar este diagnóstico66 em pacientes que apresentem diarréia24 após à administração de agentes antibacterianos.

O tratamento com agentes antibacterianos altera a flora normal do colo67 e pode permitir o aumento de crescimento de clostrídeos. Estudos indicam que a toxina68 produzida pelo Clostridium difficile é uma das causas primárias da “colite associada a antibióticos”.

Estabelecido o diagnóstico66 de colite9 pseudomembranosa, medidas terapêuticas apropriadas devem ser iniciadas. Os casos leves de colite9 pseudomembranosa geralmente respondem bem apenas à descontinuação do tratamento. Em casos moderados a graves, deve-se considerar a necessidade de administrar fluidos e eletrólitos69, suplementação70 protéica e tratamento com medicamento antibacteriano clinicamente eficaz na colite9 por Clostridium difficile.

Precauções de Kefazol


Gerais: o uso prolongado da cefazolina pode resultar em crescimento aumentado de microrganismos não suscetíveis. A observação clínica cuidadosa do paciente é essencial.

Quando a cefazolina é administrada a pacientes com baixo débito urinário71 devido a diminuição da função renal63, uma dose diária menor é necessária (ver POSOLOGIA).

Assim como com outros antibióticos beta-lactâmicos, convulsões podem ocorrer se altas doses forem administradas a pacientes com diminuição da função renal63 (ver POSOLOGIA). A cefazolina, assim como todas as cefalosporinas, deve ser prescrita com cautela a indivíduos com história de doença gastrintestinal, particularmente colite9.

A administração intratecal de KEFAZOL® não está aprovada; houve relatos de toxicidade13 grave do sistema nervoso central72, incluindo convulsões, quando a cefazolina foi administrada por esta via.

Carcinogênese, mutagênese: não foram realizados estudos mutagênicos e de longo prazo em animais para avaliar o potencial carcinogênico da cefazolina.

Uso na Gravidez73: categoria de Risco B, segundo classifi cação do FDA americano.

Estudos de reprodução74 foram realizados em camundongos, ratos e coelhos, com doses até 25 vezes superiores a dose humana habitual, e não revelaram nenhuma evidência de prejuízo sobre a fertilidade ou dano ao feto75 causado por cefazolina. Entretanto, não há estudos bem controlados em mulheres grávidas. Como os estudos de reprodução74 em animais nem sempre são preditivos da resposta humana, este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista a não ser que seja evidentemente necessário.

Trabalho de Parto: quando a cefazolina foi administrada antes da cirurgia cesariana, os níveis do medicamento no sangue do cordão umbilical36 foram aproximadamente um quarto a um terço dos níveis do medicamento na mãe.

A droga parece não ter nenhum efeito adverso no feto75.

Uso na amamentação76: a cefazolina está presente em níveis muito baixos no leite materno. Não foram contudo documentados problemas.

Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco: pacientes idosos podem exigir ajuste das doses se houver diminuição da função renal63. A segurança e a efi cácia em prematuros ainda não foram estabelecidas. Ver seção POSOLOGIA a dose recomendada a pacientes com mais de um mês de idade.

Interações Medicamentosas de Kefazol

Um aumento na incidência51 de nefrotoxicidade77 foi relatado após administração concomitante de antibióticos cefalosporínicos e aminoglicosídeos. Não se recomenda a mistura de cefazolina com outras medicações. A mistura de antibacterianos beta-lactâmicos (penicilinas e cefalosporinas) e aminoglicosídeos pode resultar em inativação de ambas substâncias. Se clinicamente necessário elas devem ser administradas em locais separados (não misturá-las no mesmo frasco ou numa mesma bolsa intravenosa).

A probenecida aumenta as concentrações plasmáticas de cefazolina e pode aumentar os riscos de toxicidade13.

Interações com Testes de Laboratório: reações para glicose58 na urina37 falsopositivos podem ocorrer com solução de Benedict ou solução de Fehling, mas não com testes enzimáticos. Testes de antiglobulina (Coombs) diretos e indiretos positivos ocorreram; este fato também pode ocorrer em neonatos78 cujas mães receberam cefalosporinas antes do parto.

Reações Adversas de Kefazol


As seguintes reações adversas foram relatadas:

Gastrintestinais: diarréia24, candidíase18 oral (sapinho), vômitos79, náuseas80, cólicas22 de estômago23, anorexia81 e colite9 pseudomembranosa. O início dos sintomas21 da colite9 pseudomembranosa pode ocorrer durante ou após o tratamento com antibióticos (ver ADVERTÊNCIAS). Náuseas80 e vômitos79 foram relatados raramente.

Alérgicas: anafilaxia82, eosinofilia83, coceira, febre26 à droga, erupções cutâneas84 e Síndrome de Stevens-Johnson85.

Hematológicas: neutropenia86, leucopenia87, trombocitopenia88 e trombocitemia.

Hepáticas89 e Renais: elevação transitória de TGO, TGP, uremia42 e fosfatase alcalina41 foram observadas sem evidência clínica de prejuízo renal63 ou hepático.

Reações locais: raros casos de flebite90 no local da injeção16 foram relatados. Dor no local da injeção16 após administração intramuscular foi relatada com baixa freqüência.

Houve ocorrência de alguns casos de enduração.

Outras Reações: prurido91 genital e anal (incluindo prurido91 vulvar, monilíase genital e vaginite92).

Superdosagem de Kefazol

Em casos de superdosagem procurar por um Centro de Controle de Intoxicações ou um hospital.

Sinais53 e sintomas21: os sinais53 e sintomas21 tóxicos após uma superdose de cefazolina podem incluir dor, inflamação93 e flebite90 no local da injeção16.

A administração de grandes doses inadequadas de cefalosporinas parenterais pode causar tontura94, parestesia95 e cefaléia96. Após uma superdose pode ocorrer convulsões com algumas cefalosporinas, particularmente em pacientes com insuficiência renal97, nos quais pode ocorrer acúmulo.

As anormalidades nos valores de laboratório que podem ocorrer, após uma superdose, incluem elevações na creatinina43, nitrogênio uréico sanguíneo (BUN), enzimas hepáticas98 e bilirrubina99, teste de Coombs positivo, trombocitose100, trombocitopenia88, eosinofilia83, leucopenia87 e aumento do tempo de protrombina11.

Tratamento: ao tratar uma superdosagem, considerar a possibilidade de superdosagem de múltiplas drogas, interação entre drogas e de cinética101 inusitada da droga no paciente.

Se ocorrerem convulsões, a droga deve ser suspensa imediatamente e uma terapia anticonvulsivante deve ser administrada, se clinicamente indicado. Proteger a passagem de ar para o paciente e manter ventilação102 e perfusão. Monitorar e manter meticulosamente dentro de limites aceitáveis os sinais vitais103 do paciente, os gases do sangue6, eletrólitos69 séricos, etc. Em casos de superdosagem grave, especialmente em pacientes com insufi ciência renal63, deve ser considerada a hemodiálise30 e hemoperfusão combinada, se falhar a resposta com outras terapias. Contudo, não há dados disponíveis sobre esta terapia.

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Conservar o produto em sua embalagem original à temperatura ambiente (entre 15° a 30°C). Proteger da luz.

Referências Bibliográficas de Kefazol


1. Bauer, A.W.; Kirby, W.M.M.; Sherris, J.C., and Turck, M.: Antibiotic Testing by a Standardized Single Disc Method,

2. Am. J. Clin. Path. 45:493, 1966. Standardized Disc Susceptibility Test. Federal Register 39: 19182-19184, 1974.

3. Handbook on Injectable Drugs, 12 th Edition, 2003, Lawrence A.Trissel, American Society of Health-System Pharmacists R.

4. Physicians’ Desk Reference, 53 Edition, 2000, Thomson PDR at Montvale, NJ 07645-1742.

5. Drug Information for the Health Care Professional - USP DI, 24 Edition, 2004, Thomson - Micromedex.


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Complementos

1 Endocardite: Inflamação aguda ou crônica do endocárdio. Ela pode estar preferencialmente localizada nas válvulas cardíacas (endocardite valvular) ou nas paredes cardíacas (endocardite parietal). Pode ter causa infecciosa ou não infecciosa.
2 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
3 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
4 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
5 Pulmões;: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
6 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
7 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
8 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
9 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
10 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
11 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
12 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
13 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
14 Cristalino: 1. Lente gelatinosa, elástica e convergente que focaliza a luz que entra no olho, formando imagens na retina. A distância focal do cristalino é modificada pelo movimento dos músculos ciliares, permitindo ajustar a visão para objetos próximos ou distantes. Isso se chama de acomodação do olho à distância do objeto. 2. Diz-se do grupo de cristais cujos eixos cristalográficos são iguais nas suas relações angulares gerais constantes 3. Diz-se de rocha constituída quase que totalmente por cristais ou fragmentos de cristais 4. Diz-se do que permite que passem os raios de luz e em consequência que se veja através dele; transparente. 5. Límpido, claro como o cristal.
15 Nádegas:
16 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
17 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
18 Candidíase: É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
19 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
20 Cabeça:
21 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
22 Cólicas: Dor aguda, produzida pela dilatação ou contração de uma víscera oca (intestino, vesícula biliar, ureter, etc.). Pode ser de início súbito, com exacerbações e períodos de melhora parcial ou total, nos quais o paciente pode estar sentindo-se bem ou apresentar dor leve.
23 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
24 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
25 Sanguinolenta: 1. Em que há grande derramamento de sangue; sangrenta. 2. Tinto ou misturado com sangue. 3. Que se compraz em ver ou derramar sangue; sanguinária.
26 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
27 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
28 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
29 Veias: Vasos sangüíneos que levam o sangue ao coração.
30 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
31 Grama: 1. Designação comum a diversas ervas da família das gramíneas que formam forrações espontâneas ou que são cultivadas para criar gramados em jardins e parques ou como forrageiras, em pastagens; relva. 2. Unidade de medida de massa no sistema c.g.s., equivalente a 0,001 kg . Símbolo: g.
32 Farmacologia: Ramo da medicina que estuda as propriedades químicas dos medicamentos e suas respectivas classificações.
33 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
34 Líquido sinovial: Gel viscoso e transparente que lubrifica as estruturas que banha, minorando o atrito entre elas. Ele é encontrado na cavidade da cápsula articular.
35 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
36 Sangue do Cordão Umbilical: Sangue do feto. A troca de nutrientes e de resíduos entre o sangue fetal e o materno ocorre através da PLACENTA. O sangue do cordão é o sangue contido nos vasos umbilicais (CORDÃO UMBILICAL) no momento do parto.
37 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
38 Diálise peritoneal: Ao invés de utilizar um filtro artificial para “limpar“ o sangue, é utilizado o peritônio, que é uma membrana localizada dentro do abdômen e que reveste os órgãos internos. Através da colocação de um catéter flexível no abdômen, é feita a infusão de um líquido semelhante a um soro na cavidade abdominal. Este líquido, que chamamos de banho de diálise, vai entrar em contato com o peritônio, e por ele será feita a retirada das substâncias tóxicas do sangue. Após um período de permanência do banho de diálise na cavidade abdominal, este fica saturado de substâncias tóxicas e é então retirado, sendo feita em seguida a infusão de novo banho de diálise. Esse processo é realizado de uma forma contínua e é conhecido por CAPD, sigla em inglês que significa diálise peritoneal ambulatorial contínua. A diálise peritoneal é uma forma segura de tratamento realizada atualmente por mais de 100.000 pacientes no mundo todo.
39 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
40 Bilirrubinas: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
41 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
42 Uremia: Doença causada pelo armazenamento de uréia no organismo devido ao mal funcionamento renal. Os sintomas incluem náuseas, vômitos, perda de apetite, fraqueza e confusão mental.
43 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
44 Cepas: Cepa ou estirpe é um termo da biologia e da genética que se refere a um grupo de descendentes com um ancestral comum que compartilham semelhanças morfológicas e/ou fisiológicas.
45 Febre reumática: Doença inflamatória produzida como efeito inflamatório anormal secundário a infecções repetidas por uma bactéria chamada estreptococo beta-hemolítico do grupo A. Caracteriza-se por inflamação das articulações, febre, inflamação de uma ou mais de uma estrutura cardíaca, alterações neurológicas, eritema cutâneo. Com o tratamento mais intensivo da faringite estreptocócica, a freqüência desta doença foi consideravelmente reduzida.
46 Nasofaringe;: Parte nasal da faringe, situada acima do nível do palato mole.
47 Trato Urinário:
48 Trato Biliar: Os DUCTOS BILIARES e a VESÍCULA BILIAR.
49 Prostatite: Quadro de inflamação da próstata.
50 Septicemia: Septicemia ou sepse é uma infecção generalizada grave que ocorre devido à presença de micro-organismos patogênicos e suas toxinas na corrente sanguínea. Geralmente ela ocorre a partir de outra infecção já existente.
51 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
52 Lática: Diz-se de ou ácido usado como acidulante e intermediário químico; láctica.
53 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
54 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
55 Fragmentos: 1. Pedaço de coisa que se quebrou, cortou, rasgou etc. É parte de um todo; fração. 2. No sentido figurado, é o resto de uma obra literária ou artística cuja maior parte se perdeu ou foi destruída. Ou um trecho extraído de uma obra.
56 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
57 Coxa: É a região situada abaixo da virilha e acima do joelho, onde está localizado o maior osso do corpo humano, o fêmur.
58 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
59 Lactato: Sal ou éster do ácido láctico ou ânion dele derivado.
60 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
61 Pneumonia: Inflamação do parênquima pulmonar. Sua causa mais freqüente é a infecção bacteriana, apesar de que pode ser produzida por outros microorganismos. Manifesta-se por febre, tosse, expectoração e dor torácica. Em pacientes idosos ou imunodeprimidos pode ser uma doença fatal.
62 Incisão: 1. Corte ou golpe com instrumento cortante; talho. 2. Em cirurgia, intervenção cirúrgica em um tecido efetuada com instrumento cortante (bisturi ou bisturi elétrico); incisura.
63 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
64 Adrenalina: 1. Hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais. Atua no mecanismo da elevação da pressão sanguínea, é importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos. Usualmente utilizado como estimulante cardíaco, como vasoconstritor nas hemorragias da pele, para prolongar os efeitos de anestésicos locais e como relaxante muscular na asma brônquica. 2. No sentido informal significa disposição física, emocional e mental na realização de tarefas, projetos, etc. Energia, força, vigor.
65 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
66 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
67 Colo: O segmento do INTESTINO GROSSO entre o CECO e o RETO. Inclui o COLO ASCENDENTE; o COLO TRANSVERSO; o COLO DESCENDENTE e o COLO SIGMÓIDE.
68 Toxina: Substância tóxica, especialmente uma proteína, produzida durante o metabolismo e o crescimento de certos microrganismos, animais e plantas, capaz de provocar a formação de anticorpos ou antitoxinas.
69 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
70 Suplementação: Que serve de suplemento para suprir o que falta, que completa ou amplia.
71 Débito urinário: É a quantidade de urina eliminada pelos rins em um dado período de tempo. Os rins recebem um fluxo sanguíneo de 1.100 ml/minuto, cerca de 23% do débito cardíaco. A diurese normal significa um débito urinário de 800 a 1.800 ml/24 horas.
72 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
73 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
74 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
75 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
76 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
77 Nefrotoxicidade: É um dano nos rins causado por substâncias químicas chamadas nefrotoxinas.
78 Neonatos: Refere-se a bebês nos seus primeiros 28 dias (mês) de vida. O termo “recentemente-nascido“ refere-se especificamente aos primeiros minutos ou horas que se seguem ao nascimento. Esse termo é utilizado para enfocar os conhecimentos e treinamento da ressuscitação imediatamente após o nascimento e durante as primeiras horas de vida.
79 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
80 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
81 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
82 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
83 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
84 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
85 Síndrome de Stevens-Johnson: Forma grave, às vezes fatal, de eritema bolhoso, que acomete a pele e as mucosas oral, genital, anal e ocular. O início é geralmente abrupto, com febre, mal-estar, dores musculares e artralgia. Pode evoluir para um quadro toxêmico com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração (arritmias e pericardite). O prognóstico torna-se grave principalmente em pessoas idosas e quando ocorre infecção secundária. Pode ser desencadeado por: sulfas, analgésicos, barbitúricos, hidantoínas, penicilinas, infecções virais e bacterianas.
86 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
87 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
88 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
89 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
90 Flebite: Inflamação da parede interna de uma veia. Pode ser acompanhada ou não de trombose da mesma.
91 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
92 Vaginite: Inflamação da mucosa que recobre a vagina. Em geral é devido a uma infecção bacteriana ou micótica. Manifesta-se por ardor, dor espontânea ou durante o coito (dispareunia) e secreção mucosa ou purulenta pela mesma.
93 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
94 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
95 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
96 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
97 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
98 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
99 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
100 Trombocitose: É o número excessivo de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitopenia. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é superior a 750.000/mm³ (e particularmente acima de 1.000.000/mm³) justifica-se investigação e intervenção médicas. Quanto à origem, pode ser reativa ou primária (provocada por doença mieloproliferativa). Apesar de freqüentemente ser assintomática (particularmente quando se origina como uma reação secundária), pode provocar uma predisposição para a trombose.
101 Cinética: Ramo da física que trata da ação das forças nas mudanças de movimento dos corpos.
102 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.
103 Sinais vitais: Conjunto de variáveis fisiológicas que são pressão arterial, freqüência cardíaca, freqüência respiratória e temperatura corporal.
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