Preço de LIORESAL em Houston/SP: R$ 43,22

LIORESAL

NOVARTIS

Atualizado em 09/12/2014

Composição de Lioresal

CADA COMPRIMIDO CONTEM: BACLOFENO 10 MG; EXCIPIENTE Q.S.P. 1 COMPRIMIDO.

Posologia e Administração de Lioresal

O TRATAMENTO DEVE SEMPRE SER INICIADO COM DOSES BAIXAS QUE SAO GRADUALMENTE ELEVADAS ATE QUE SE ATINJA A DOSE DIARIA OTIMA. ESTA DOSE DEVE SER ADAPTADA AS NECESSIDADES DO PACIENTE, DE MODO QUE CLONO1, ESPASMOS2 FLEXORES E EXTENSORES E A ESPASTICIDADE3 SEJAM REDUZIDOS, MAS QUE EFEITOS ADVERSOS SEJAM EVITADOS AO MAXIMO. DE MODO A PREVENIR EXCESSIVA FRAQUEZA MUSCULAR E QUEDAS, LIORESAL DEVE SER USADO COM CAUTELA QUANDO ESPASTICIDADE3 E NECESSARIA PARA SUSTENTAR A POSTURA VERTICAL E BALANCO NA LOCOMOCAO OU SEMPRE QUE ESPASTICIDADE3 E UTILIZADA PARA MANTER FUNCOES. PODE SER IMPORTANTE MANTER CERTO GRAU DE TONO MUSCULAR E PERMITIR ESPASMOS2 OCASIONAIS PARA AJUDAR A SUPORTAR A FUNCAO CIRCULATORIA. A DESCONTINUACAO ABRUPTA DO TRATAMENTO DEVE SER EVITADA (VER ``PRECAUCOES''). LIORESAL DEVE SER INGERIDO DURANTE AS REFEICOES COM UM POUCO DE LIQUIDO. A DOSE DIARIA DEVE SER ADMINISTRADA FRACIONADAMENTE, PREFERENCIALMENTE EM 3 VEZES PARA ADULTOS E EM 4 VEZES PARA CRIANCAS. EM PACIENTES COM INSUFICIENCIA RENAL4 OU NAQUELES QUE ESTEJAM SENDO SUBMETIDOS A HEMODIALISE5, DOSE PARTICULARMENTE BAIXA DE LIORESAL DEVE SER SELECIONADA, I.E., APROXIMADAMENTE 5 MG/DIA. ADULTOS: VIA DE REGRA O TRATAMENTO DEVE SER INICIADO COM DOSE DE 5MG TRES VEZES AO DIA, QUE, PARA UMA TITULACAO CUIDADOSA DA DOSE, DEVE SER SUBSEQUENTEMENTE ELEVADA, A INTERVALOS DE TRES DIAS, EM 5MG TRES VEZES AO DIA ATE QUE A DOSE DIARIA NECESSARIA SEJA ATINGIDA. EM CERTOS PACIENTES SENSIVEIS A DROGAS, E ACONSELHAVEL INICIAR COM DOSE DIARIA MAIS BAIXA (5 OU 10 MG) E ELEVA-LA DE MANEIRA MAIS GRADUAL. A DOSE OTIMA GERALMENTE VARIA ENTRE 30 E 80 MG/DIA, EMBORA EM PACIENTES HOSPITALIZADOS DOSES DIARIAS ENTRE 100 A 120 MG PODEM, OCASIONALMENTE, SER ADMINISTRADAS. CRIANCAS: O TRATAMENTO DEVE SER INICIADO COM DOSES BASTANTE BAIXAS, NA ORDEM DE 0,3 MG/KG DE PESO AO DIA, EM DOSES FRACIONADAS, ESTA DOSAGEM DEVE SER ELEVADA CUIDADOSAMENTE A INTERVALOS DE 1 A 2 SEMANAS, ATE QUE SEJA SUFICIENTE PARA AS NECESSIDADES INDIVIDUAIS DA CRIANCA. EM PEDIATRIA A DOSE SITUA-SE NA FAIXA DE 0,75 A 2 MG/KG DE PESO CORPORAL. EM CRIANCAS ACIMA DE 10 ANOS, ENTRETANTO, DOSES MAXIMAS DIARIAS DE 2,5 MG/KG DE PESO CORPORAL PODEM SER ADMINISTRADAS. SE APOS 6 A 8 SEMANAS DE ADMINISTRACAO DA DOSE MAXIMA DO PRODUTO NAO SURGIREM O BENEFICIOS DO TRATAMENTO, DEVE-SE AVALIAR A CONTINUIDADE DO TRATAMENTO. UMA VEZ QUE A OCORRENCIA DE REACOES ADVERSAS E MAIS PROVAVEL EM PACIENTES IDOSOS OU EM PACIENTES COM ESTADOS ESPASTICOS DE ORIGEM CEREBRAL, RECOMENDA-SE NESTES CASOS UMA PROGRAMACAO CUIDADOSA DAS DOSES E MANUTENCAO DE VIGILANCIA APROPRIADA.

Precauções de Lioresal

PACIENTES PORTADORES NAO SO DE ESPASTICIDADE3 MAS TAMBEM DE DISTURBIOS PSICOTICOS, ESQUIZOFRENIA6, DISTURBIOS MANIACO-DEPRESSIVOS, ESTADOS CONFUSIONAIS OU MAL DE PARKINSON DEVEM SER MANTIDOS SOB CUIDADOSA VIGILANCIA QUANDO TRATADOS COM LIORESAL, POIS PODE OCORRER EXACERBACAO DESTAS CONDICOES. DEVE-SE DAR TAMBEM ATENCAO ESPECIAL A PACIENTES PORTADORES DE EPILEPSIA7, JA QUE PODE OCORRER A REDUCAO NO LIMIAR DE CONVULSAO8, HAVENDO REGISTROS OCASIONAIS DE ATAQUES APOS A DESCONTINUACAO DO TRATAMENTO OU COM SUPERDOSE, PORTANTO A TERAPIA ANTI-CONVULSIVANTE ADEQUADA DEVE SER CONTINUADA E O PACIENTE MONITORADO. ESTE PRODUTO DEVE SER USADO COM CAUTELA EM PACIENTES COM HISTORICO OU PORTADORES DE ULCERA PEPTICA9, ASSIM COMO NAQUELES PORTADORES DE MOLESTIAS CEREBROVASCULARES OU COM INSUFICIENCIA RESPIRATORIA10, RENAL11 OU HEPATICA12. SOB TRATAMENTO COM LIORESAL DISTURBIOS NEUROGENICOS QUE AFETEM O ESVAZIAMENTO DA BEXIGA13 PODEM MOSTRAR UM AUMENTO E EM PACIENTES COM PREEXISTENTE HIPERTONIA14 DO ESFINCTER15 PODE OCORRER RETENCAO AGUDA DE URINA16; NESTES CASOS O MEDICAMENTO DEVE SER UTILIZADO COM CAUTELA. FORAM RELATADOS CASOS RAROS DE ELEVACAO DOS NIVEIS SERICOS DE TRANSAMINASES, FOSFATASE ALCALINA17 E GLICOSE18, POR ESTE MOTIVO RECOMENDA-SE A AVALIACAO LABORATORIAL PERIODICA DE PACIENTES PORTADORES DE DISFUNCAO HEPATICA12 OU DIABETES MELLITUS19, DE MODO A ASSEGURAR QUE NAO TENHAM OCORRIDO ALTERACOES INDUZIDAS PELA MEDICACAO NESTAS PATOLOGIAS SUBJACENTES. NA DECONTINUACAO ABRUPTA DO TRATAMENTO COM LIORESAL, ESPECIALMENTE APOS EMPREGO POR LONGO PRAZO, FORAM RELATADOS CASOS DE ANSIEDADE E ESTADOS CONFUSIONAIS, ALUCINACOES20, ESTADOS PSICOTICOS, MANIACOS OU PARANOICOS, CONVULSOES (ESTADO DE MAL EPILETICO), TAQUICARDIA21 E, COMO FENOMENO REBOTE, AGRAVAMENTO TEMPORARIO DE ESPASTICIDADE3. PORTANTO, EXCETO NOS CASOS EM QUE OCORRA REACAO ADVERSA GRAVE, O TRATAMENTO DEVE SEMPRE SER GRADUALMENTE DESCONTINUADO, ATRAVES DA REDUCAO SUCESSIVA DA DOSE (POR PERIODO DE CERCA DE 1 A 2 SEMANAS). EFEITOS NA HABILIDADE DE DIRIGIR OU OPERAR MAQUINAS: A HABILIDADE DE REACAO DO PACIENTE PODE SER ADVERSAMENTE AFETADA DEVIDO A SEDACAO22, REDUCAO DO ESTADO DE ALERTA CAUSADO PELO LIORESAL, NESTE SENTIDO OS PACIENTES DEVEM SER ORIENTADOS A TER CUIDADO AO DIRIGIR VEICULOS OU OPERAR MAQUINAS. GRAVIDEZ23 E LACTACAO24: NAO HA ATE O MOMENTO ESTUDOS CONCLUSIVOS SOBRE O USO DO PRODUTO EM GESTANTES. SABE-SE QUE O BACLOFENO ATRAVESSA A BARREIRA PLACENTARIA E NAO DEVERIA PORTANTO SER UTILIZADO DURANTE A GRAVIDEZ23, A NAO SER QUE O BENEFICIO POTENCIAL PARA A MAE SUPERE O RISCO POTENCIAL PARA A CRIANCA. LIORESAL, ADMINISTRADO EM DOSES TERAPEUTICAS, PASSA PARA O LEITE MATERNO, MAS EM QUANTIDADES TAO PEQUENAS QUE NAO SE PREVE EFEITOS INDESEJAVEIS AO LACTENTE25. ESTUDOS SOBRE MUTAGENICIDADE, CARCINOGENICIDADE E TOXICIDADE26 NA REPRODUCAO27: EVIDENCIAS EXPERIMENTAIS ATE O MOMENTO SUGEREM QUE O BACLOFENO NAO POSSUI POTENCIAL CARCINOGENICO OU MUTAGENICO. O BACLOFENO ADMINISTRADO POR VIA ORAL AUMENTA A INCIDENCIA28 DE HERNIA29 VENTRAL (ONFALOCELES) EM FETOS DE RATOS TRATADOS COM APROXIMADAMENTE 13 VEZES A DOSE ORAL MAXIMA RECOMENDADA PARA O HOMEM (EM BASE MG/KG). ESTA ANORMALIDADE NAO E OBSERVADA EM CAMUNDONGOS E COELHOS. FOI OBSERVADO AUMENTO, APARENTEMENTE RELACIONADO A DOSE, NA INCIDENCIA28 DE CISTO OVARIANO E ADRENAIS AUMENTADAS E/OU HEMORRAGICAS30 COM O USO DE DOSES MAXIMAS (50 100 MG/KG) EM RATAS TRATADAS COM BACLOFENO POR DOIS ANOS. - INTERACOES MEDICAMENTOSAS: QUANDO LIORESAL E ADMINISTRADO CONCOMITAN-TEMENTE COM OUTRAS DROGAS QUE ATUAM SOBRE O SNC31, OPIACEOS SINTETICOS OU ALCOOL PODE OCORRER AUMENTO DA SEDACAO22 (VER ``EFEITOS SOBRE A HABILIDADE DE DIRIGIR OU OPERAR MAQUINAS''). O RISCO DE DEPRESSAO RESPIRATORIA E TAMBEM AUMENTADO. DURANTE O TRATAMENTO CONCOMITANTE COM ANTIDEPRESSIVOS TRICICLICOS, O EFEITO DE LIORESAL PODE SER POTENCIALIZADO, RESULTANDO EM HIPOTONIA32 MUSCULAR PRONUNCIADA. UMA VEZ QUE O TRATAMENTO CONCOMITANTE COM ANTI-HIPERTENSIVOS PODE RESULTAR EM AUMENTO NA QUEDA DE PRESSAO ARTERIAL33, A DOSE DE MEDICACAO ANTI-HIPERTENSIVA DEVE SER ADEQUADAMENTE REAJUSTADA. EM PACIENTES COM MAL DE PARKINSON RECEBENDO TRATAMENTO COM LIORESAL E LEVODOPA FORAM RELATADOS EPISODIOS DE CONFUSAO MENTAL, ALUCINACOES20, CEFALEIA34, NAUSEAS35 E AGITACAO.

Reações Adversas de Lioresal

OCORREM PRINCIPALMENTE NO INICIO DO TRATAMENTO OU SE A DOSE E RAPIDAMENTE ELEVADA, FOREM ADMINISTRADAS DOSES ALTAS OU SE O PACIENTE FOR IDOSO. AS REACOES ADVERSAS SAO GERALMENTE TRANSITORIAS E PODEM SER ATENUADAS OU ELIMINADAS PELA REDUCAO DA DOSE, SENDO RARAMENTE GRAVES A PONTO DE LEVAR A RETIRADA DA MEDICACAO. PODEM ASSUMIR FORMA MAIS GRAVE EM PACIENTES COM HISTORICO DE DOENCA PSIQUIATRICA OU DISTURBIOS CEREBROVASCULARES (EX.: AVC), BEM COMO NOS PACIENTES IDOSOS. SISTEMA NERVOSO CENTRAL36: FREQUENTES - PARTICULARMENTE NO INICIO DO TRATAMENTO: SEDACAO22 DIURNA E SONOLENCIA; OCASIONAIS - DEPRESSAO RESPIRATORIA, DELIRIOS, TONTURA37, FADIGA38, EXAUSTAO, CONFUSAO MENTAL, VERTIGEM39, CEFALEIA34, INSONIA, EUFORIA, ESTADOS DEPRESSIVOS, MIALGIAS40, FRAQUEZA MUSCULAR, ATAXIA41, TREMORES, NISTAGMO42, ALUCINACOES20, PESADELOS, BOCA43 SECA; RARAS: PARESTESIAS44 E DISARTRIA45. CONVULSOES E DIMINUICAO NO LIMIAR CONVULSIVO PODEM OCORRER, PARTICULARMENTE EM PACIENTES EPILETICOS. ORGAOS DOS SENTIDOS: OCASIONAIS: DISTURBIOS NA ACOMODACAO VISUAL; RARAS: DISGEUSIA. TRATO GASTROINTESTINAL: FREQUENTES: NAUSEA46; OCASIONAIS: DISTURBIOS GASTRINTESTINAIS MODERADOS, CONSTIPACAO47, DIARREIA48, ANSIA DE VOMITO49, VOMITOS50; RARAS: DOR ABDOMINAL. SISTEMA CARDIOVASCULAR51: OCASIONAIS: HIPOTENSAO52, PIORA DAS FUNCOES CARDIOVASCULARES. SISTEMA UROGENITAL53: OCASIONAL: FREQUENCIA DE MICCAO54, ENURESE55, DISURIA56; RARAS: RETENCAO URINARIA57, IMPOTENCIA58. FIGADO59: RARAS: DISFUNCAO HEPATICA12. PELE60: OCASIONAIS: HIPERIDROSE61, ERUPCOES CUTANEAS62. CERTOS PACIENTES DEMONSTRAM AUMENTO DE ESPASTICIDADE3 COMO UMA REACAO PARADOXAL63 A MEDICACAO. MUITOS DOS EFEITOS COLATERAIS64 RELATADOS ESTAO ASSOCIADAS AS PATOLOGIAS SUBJACENTES EM TRATAMENTO. SUPERDOSAGEM: SINAIS65 E SINTOMAS66: CARACTERISTICAS PROEMINENTES SAO OS SINAIS65 DE DEPRESSAO DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL36: SONOLENCIA, PERDA DE CONSCIENCIA, DEPRESSAO RESPIRATORIA, COMA67. PODEM TAMBEM OCORRER: CONFUSAO, ALUCINACOES20, AGITACAO, DISTURBIOS DE ACOMODACAO VISUAL, AUSENCIA DE REFLEXO PUPILAR, HIPOTONIA32 MUSCULAR GENERALIZADA, MIOCLONIA68, HIPORREFLEXIA OU ARREFLEXIA, CONVULSOES, VASODILATACAO PERIFERICA, HIPOTENSAO52, BRADICARDIA69, HIPOTERMIA70, NAUSEA46, VOMITOS50, DIARREIA48, HIPERSALIVACAO, VALORES ELEVADOS DE TRANSAMINASES, FOSFATASE ALCALINA17 E DESIDROGENASE LATICA71. SE VARIAS SUBSTANCIAS OU MEDICACOES QUE ATUEM SOBRE O SNC31 (EX.: ALCOOL, DIAZEPAM, ANTIDEPRESSIVOS TRICICLICOS) FORAM INGERIDAS EM CONCOMITANCIA, PODE OCORRER PIORA DO QUADRO CLINICO. TRATAMENTO: NAO SE CONHECE ANTIDOTO72 ESPECIFICO. ELIMINACAO DA DROGA DO APARELHO GASTROINTESTINAL: INDUCAO DE VOMITOS50, LAVAGEM GASTRICA73 (PACIENTES COMATOSOS DEVEM SER ENTUBADOS ANTES DA LAVAGEM GASTRICA73), ADMINISTRACAO DE CARVAO ATIVADO; SE NECESSARIO, LAXANTES74 SALINOS; EM CASO DE DEPRESSAO RESPIRATORIA, MINISTRAR RESPIRACAO ARTIFICIAL75 E TAMBEM MEDIDAS DE APOIO AS FUNCOES CARDIOVASCULARES. UMA VEZ QUE A DROGA E EXCRETADA PRINCIPALMENTE ATRAVES DOS RINS76, GRANDES QUANTIDADES DE LIQUIDOS DEVEM SER MINISTRADAS, POSSIVELMENTE COM DIURETICO77. EM CASO DE CONVULSOES, MINISTRAR DIAZEPAM CUIDADOSAMENTE POR VIA I.V.

Contra-Indicações de Lioresal

HIPERSENSIBILIDADE CONHECIDA AO BACLOFENO.

Indicações de Lioresal

ESPASTICIDADE3 DOS MUSCULOS78 ESQUELETICOS NA ESCLEROSE MULTIPLA79. ESTADOS ESPASTICOS NAS MIELOPATIAS DE ORIGEM INFECCIOSA, DEGENERATIVA80, TRAUMATICA, NEOPLASICA81 OU DESCONHECIDA, POR EXEMPLO: PARALISIA82 ESPINAL ESPASMODICA83, ESCLEROSE84 LATERAL AMIOTROFICA, SIRINGOMIELIA, MIELITE85 TRANSVERSA, PARAPLEGIA86 OU PARAPARESIA87 TRAUMATICA E COMPRESSAO DO CORDAO MEDULAR; ESPASMO88 MUSCULAR DE ORIGEM CEREBRAL INFANTIL BEM COMO APOS ACIDENTES CEREBROVASCULARES OU NA PRESENCA DE DOENCA CEREBRAL DEGENERATIVA80 OU NEOPLASICA81.

Apresentação de Lioresal

COMPRIMIDOS DE 10 MG. CAIXA COM 20 COMPRIMIDOS.

LIORESAL - Laboratório

NOVARTIS
Av. Prof. Vicente Rao, 90 - Brooklin
São Paulo/SP - CEP: 04706-900
Tel: 55 (011) 532-7122
Fax: 55 (011) 532-7942
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Complementos

1 Clono: Clônus ou clono é a sequência de contrações e relaxamentos musculares rápidos e involuntários que pode ocorrer de modo normal e breve em virtude do estiramento de um músculo ou de modo patológico e ininterrupto.
2 Espasmos: 1. Contrações involuntárias, não ritmadas, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosas ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
3 Espasticidade: Hipertonia exagerada dos músculos esqueléticos com rigidez e hiperreflexia osteotendinosa.
4 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
5 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
6 Esquizofrenia: Doença mental do grupo das Psicoses, caracterizada por alterações emocionais, de conduta e intelectuais, caracterizadas por uma relação pobre com o meio social, desorganização do pensamento, alucinações auditivas, etc.
7 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
8 Convulsão: Episódio agudo caracterizado pela presença de contrações musculares espasmódicas permanentes e/ou repetitivas (tônicas, clônicas ou tônico-clônicas). Em geral está associada à perda de consciência e relaxamento dos esfíncteres. Pode ser devida a medicamentos ou doenças.
9 Úlcera péptica: Lesão na mucosa do esôfago, estômago ou duodeno. Também chamada de úlcera gástrica ou duodenal. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100% dos casos. Os principais sintomas são: dor, má digestão, enjôo, queimação (azia), sensação de estômago vazio.
10 Insuficiência respiratória: Condição clínica na qual o sistema respiratório não consegue manter os valores da pressão arterial de oxigênio (PaO2) e/ou da pressão arterial de gás carbônico (PaCO2) dentro dos limites da normalidade, para determinada demanda metabólica. Como a definição está relacionada à incapacidade do sistema respiratório em manter níveis adequados de oxigenação e gás carbônico, foram estabelecidos, para sua caracterização, pontos de corte na gasometria arterial: PaO2 50 mmHg.
11 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
12 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
13 Bexiga: Órgão cavitário, situado na cavidade pélvica, no qual é armazenada a urina, que é produzida pelos rins. É uma víscera oca caracterizada por sua distensibilidade. Tem a forma de pêra quando está vazia e a forma de bola quando está cheia.
14 Hipertonia: 1. Em biologia, é a característica de uma solução que apresenta maior concentração de solutos do que outra. 2. Em medicina, é a tensão excessiva em músculos, artérias ou outros tecidos orgânicos.
15 Esfíncter: Estrutura muscular que contorna um orifício ou canal natural, permitindo sua abertura ou fechamento, podendo ser constituído de fibras musculares lisas e/ou estriadas.
16 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
17 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
18 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
19 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
20 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
21 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
22 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
23 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
24 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
25 Lactente: Que ou aquele que mama, bebê. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
26 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
27 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
28 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
29 Hérnia: É uma massa circunscrita formada por um órgão (ou parte de um órgão) que sai por um orifício, natural ou acidental, da cavidade que o contém. Por extensão de sentido, excrescência, saliência.
30 Hemorrágicas: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
31 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
32 Hipotonia: 1. Em biologia, é a condição da solução que apresenta menor concentração de solutos do que outra. 2. Em fisiologia, é a redução ou perda do tono muscular ou a redução da tensão em qualquer parte do corpo (por exemplo, no globo ocular, nas artérias, etc.)
33 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
34 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
35 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
36 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
37 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
38 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
39 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
40 Mialgias: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
41 Ataxia: Reflete uma condição de falta de coordenação dos movimentos musculares voluntários podendo afetar a força muscular e o equilíbrio de uma pessoa. É normalmente associada a uma degeneração ou bloqueio de áreas específicas do cérebro e cerebelo. É um sintoma, não uma doença específica ou um diagnóstico.
42 Nistagmo: Movimento involuntário, rápido e repetitivo do globo ocular. É normal dentro de certos limites diante da mudança de direção do olhar horizontal. Porém, pode expressar doenças neurológicas ou do sistema de equilíbrio.
43 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
44 Parestesias: São sensações cutâneas subjetivas (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) que são vivenciadas espontaneamente na ausência de estimulação.
45 Disartria: Distúrbio neurológico caracterizado pela incapacidade de articular as palavras de maneira correta (dificuldade na produção de fonemas). Entre as suas principais causas estão as lesões nos nervos centrais e as doenças neuromusculares.
46 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
47 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
48 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
49 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
50 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
51 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
52 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
53 Urogenital: Na anatomia geral, é a região relativa aos órgãos genitais e urinários; geniturinário.
54 Micção: Emissão natural de urina por esvaziamento da bexiga.
55 Enurese: Definida como a perda involuntária de urina. Ocorre quando a pressão dentro da bexiga excede aquela que se verifica dentro da uretra, ou seja, há um aumento considerável da pressão para urinar dentro da bexiga, isso ocorre durante a fase de enchimento do ciclo de micção. Pode também ser designada de “incontinência urinária“. E ocorre com certa frequência à noite, principalmente entre os idosos.
56 Disúria: Dificuldade para urinar. Pode produzir ardor, dor, micção intermitente, etc. Em geral corresponde a uma infecção urinária.
57 Retenção urinária: É um problema de esvaziamento da bexiga causado por diferentes condições. Normalmente, o ato miccional pode ser iniciado voluntariamente e a bexiga se esvazia por completo. Retenção urinária é a retenção anormal de urina na bexiga.
58 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
59 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
60 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
61 Hiperidrose: Excesso de suor, que costuma acometer axilas, palmas das mãos e plantas dos pés.
62 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
63 Paradoxal: Que contém ou se baseia em paradoxo(s), que aprecia paradoxo(s). Paradoxo é o pensamento, proposição ou argumento que contraria os princípios básicos e gerais que costumam orientar o pensamento humano, ou desafia a opinião consabida, a crença ordinária e compartilhada pela maioria. É a aparente falta de nexo ou de lógica; contradição.
64 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
65 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
66 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
67 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
68 Mioclonia: Contração muscular súbita e involuntária que se verifica especialmente nas mãos e nos pés, devido à descarga patológica de um grupo de células nervosas.
69 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
70 Hipotermia: Diminuição da temperatura corporal abaixo de 35ºC.Pode ser produzida por choque, infecção grave ou em estados de congelamento.
71 Lática: Diz-se de ou ácido usado como acidulante e intermediário químico; láctica.
72 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
73 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
74 Laxantes: Medicamentos que tratam da constipação intestinal; purgantes, purgativos, solutivos.
75 Respiração artificial: Tipo de apoio à função respiratória que utiliza um instrumento eletromecânico (respirador artificial), capaz de insuflar de forma cíclica volumes pré-determinados de ar com alta concentração de oxigênio através dos brônquios.
76 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
77 Diurético: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
78 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
79 Esclerose múltipla: Doença degenerativa que afeta o sistema nervoso, produzida pela alteração na camada de mielina. Caracteriza-se por alterações sensitivas e de motilidade que evoluem através do tempo produzindo dano neurológico progressivo.
80 Degenerativa: Relativa a ou que provoca degeneração.
81 Neoplásica: Que apresenta neoplasia, ou seja, que apresenta processo patológico que resulta no desenvolvimento de neoplasma ou tumor. Um neoplasma é uma neoformação de crescimento anormal, incontrolado e progressivo de tecido, mediante proliferação celular.
82 Paralisia: Perda total da força muscular que produz incapacidade para realizar movimentos nos setores afetados. Pode ser produzida por doença neurológica, muscular, tóxica, metabólica ou ser uma combinação das mesmas.
83 Espasmódica: 1.    Relativo a espasmo. 2.    Que provoca ou revela espasmos repetidos.
84 Esclerose: 1. Em geriatria e reumatologia, é o aumento patológico de tecido conjuntivo em um órgão, que ocorre em várias estruturas como nervos, pulmões etc., devido à inflamação crônica ou por razões desconhecidas. 2. Em anatomia botânica, é o enrijecimento das paredes celulares das plantas, por espessamento e/ou pela deposição de lignina. 3. Em fitopatologia, é o endurecimento anormal de um tecido vegetal, especialemnte da polpa dos frutos.
85 Mielite: Doença caracterizada pela inflamação infecciosa ou imunológica da medula espinhal, que se caracteriza pelo surgimento de déficits de força ou sensibilidade de diferentes territórios do corpo dependendo da região da medula que está comprometida.
86 Paraplegia: Perda transitória ou definitiva da capacidade de realizar movimentos devido à ausência de força muscular de ambos os membros inferiores. A causa mais freqüente é a lesão medular por traumatismos.
87 Paraparesia: Perda parcial das funções motoras dos membros inferiores.
88 Espasmo: 1. Contração involuntária, não ritmada, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosa ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.

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