FOSTIMON

MEIZLER

Atualizado em 08/12/2014

FOSTIMON
Urofolitrofina Humana (FSH) Altamente Purificada
Liófilo Injetável

Forma Farmacêutica e Apresentações de Fostimon

Fostimon apresenta-se sob a forma de pó branco liofilizado1, a ser reconstituído em diluente adequado, resultando em uma solução límpida, para administração intramuscular ou subcutânea2. Envasado em frascos-ampolas, contendo 75U.I. ou 150U.I. de Fostimon (hormônio3 folículo4-estimulante - FSH), altamente purificado. Caixas contendo 1 ou 10 frasco(s)-ampola(s), acompanhando 1 ou 10 ampola(s) de diluente.

USO ADULTO

Composição de Fostimon

Liófilo injetável de 75U.I.
Cada frasco-ampola contém:
Urofolitrofina (FSH) Humana Altamente Purificada ............. 75U.I.    
Manitol .................... 40 mg    

Liófilo injetável de 150U.I.
Cada frasco-ampola contém:
Urofolitrofina (FSH) Humana Altamente Purificada ............ 150U.I.    
Manitol .................... 40 mg    

Cada ampola de diluente que acompanha cada formulações contém:
Solução Fisiológica5 .................... 2mL

Informações ao Paciente de Fostimon

O medicamento deve ser conservado em sua embalagem original, ao abrigo da luz, calor e umidade excessiva sob temperatura inferior a 25ºC. Após a reconstituição, a solução resultante deve ser utilizada imediatamente.O prazo de validade do Fostimon é de 24 meses a contar de sua data de fabricação, nas condições acima citadas, estando estes dados impressos em sua embalagem externa.

"NÃO USE O MEDICAMENTO SE O PRAZO DE VALIDADE ESTIVER VENCIDO"

Informe seu médico a ocorrência de gravidez6 na vigência do tratamento ou após seu término. Informe seu médico se está amamentando.
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.

"TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS"

Tratamentos concomitantes à base de citrato de clomifeno ou agonistas de GnRH devem ser previamente comunicados a seu médico.

"NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE7"

Fostimon é para uso intramuscular ou subcutâneo8.

Informações Técnicas de Fostimon

Modo de Ação:
Fostimon é um hormônio3 natural, o qual é usado para compensar a falha hormonal em mulheres inférteis, e para estimular o crescimento folicular e ovulação9.
É um hormônio3 secretado pelas células10 gonadotróficas do lóbulo anterior da glândula11 pituitária.
O princípio ativo Urofolitrofina humana - FSH, altamente purificada, é extraído da urina12 de mulheres na pós-menopausa13. Neste processo, os teores de LH são posteriormente eliminados.
A secreção do FSH ocorre de maneira permanente nos homens e ciclicamente nas mulheres durante as fases folicular e luteínica de um ciclo menstrual.
O FSH estimula a manutenção e funcionamento das células somáticas14 associadas à gametogênese (células de Sertoli15 e da granulosa). Desse modo, a proliferação do endométrio16 é induzida, permitindo a implantação e nidação17 de um óvulo fertilizado18.

Farmacocinética:
A Urofolitrofina é eliminada em duas fases após a administração intramuscular.
A meia-vida da primeira fase é de 4 horas, ao passo que a meia-vida da segunda fase é de 70 horas.
A excreção renal19 da Urofolitrofina em sua forma biológica e imunológica integral é irrelevante.

Indicações de Fostimon

O uso de Fostimon, seguido da administração de Gonadotrofina Coriônica Humana20 (HCG), é indicado para induzir a ovulação9 em mulheres inférteis, com desequilíbrio hormonal, devido a síndrome21 do ovário22 policístico, e que não responderam ao tratamento com citrato de clomifeno. A monitorização médica se faz necessária para um controle seguro.É também indicada nas amenorréias23, ciclos anovulatórios e na insuficiência24 luteínica (relação LH:FSH elevada).
Fostimon pode ser usado isoladamente ou simultaneamente com a Gonadotrofina Menopáusica Humana (HMG) para estimular o crescimento de folículos múltiplos em mulheres participantes em programas de concepção25 assistida (fertilização26 in-vitro) e, na esterilidade27 devido ao hipogonadismo hipogonadotrópico congênito28 ou adquirido (sem causa orgânica).

Contra-Indicações de Fostimon

Fostimon é contra-indicado nos seguintes casos:
*gravidez6;
*menopausa13 precoce;
*esterilidade27 sem dificuldade de manutenção folicular normal (exceto pacientes do programa de fertilização26 in-vitro);
*cistos ovarianos não decorrentes da síndrome21 do ovário22 policístico;
*sangramento ginecológico de origem indeterminada;
*insuficiência24 ovariana hipergonadotrófica;
*histórico de tromboembolismo29;
*hiperprolactinemia;
*endocrinopatia30 da tireóide ou de origem supra-renal31;
*disfunção adrenal;
*carcinoma32 de ovário22, útero33 e mama34;
*tumor35 da glândula11 pituitária ou do hipotálamo36.

Precauções Gerais de Fostimon

Um tratamento com gonadotrofinas deve ser aplicado apenas por médicos com experiência no diagnóstico37 e tratamento de problemas de infertilidade38.A monitorização médica se faz necessária durante o tratamento, como também um cuidadoso controle clínico e biológico (determinação rápida de níveis plasmáticos de estradiol, ecografia39, etc...).
Fostimon deve ser administrado por via intramuscular ou subcutânea2.
A solução deste produto deve ser reconstituída com uma ampola de diluente (2mL) imediatamente antes de ser usada.
As pacientes devem ser cuidadosamente selecionadas a fim de eliminar todos os casos em que as patologias ou problemas individuais impeçam o sucesso da terapia (problemas mecânico, imunológico e andrológicos).
O potencial de fertilidade do parceiro deve ser avaliado antes do início do tratamento.
Fostimon e Gonadotrofina Coriônica (HCG) são fármacos altamente eficientes, devendo ser administrados com cautela e em dose adequada, a fim de evitar hiperestimulação ovariana e gravidez6 múltipla.
Uma vez que a existência de Hormônio3 Luteinizante (LH) no Fostimon é extremamente pequena, o risco de hiperestimulação compara-se ao possível risco , apesar de muito baixo, de um tratamento com Gonadotrofina Menopáusica (HMG).
Entretanto, a paciente deve ser submetida a exames clínico e endocrinológico, pelo menos, a cada dois dias, durante todo o curso de tratamento e, por 2 semanas, após seu término.
Uma reação estrogênica excessiva decorrente do Fostimon geralmente não causa nenhum sintoma40 de hiperestimulação.
A hiperestimulação só ocorre após a administração de HCG.
Se a dosagem de hormônio3 apresentar uma reação estrogênica excessiva ou se ocorrerem sinais41 clínicos ou ultrassonográficos de hiperestimulação ovariana, deve-se interromper imediatamente o tratamento com Fostimon e o HCG não deve ser administrado.
Os sinais41 clínicos de hiperestimulação ovariana, nos casos leves, são dor abdominal ou tensão abdominal com aumento do ovário22. Nos casos moderados a graves, estes sinais41 são hipertrofia42 ovariana repentina ou acentuada, ascite43, com ou sem efusão44 pleural e distúrbios hemodinâmicos, ruptura de cistos ovarianos seguida de peritonite45.
Os sintomas46 de hiperestimulação aparecem geralmente de 4 a 8 dias após a administração de HCG. Por esse motivo, a paciente deve ser monitorada durante pelo menos 2 semanas após a última injeção47.
Entretanto, se sintomas46 semelhantes aos sintomas46 de hiperestimulação só ocorrem 3 semanas ou mais após o final da terapia, sua origem deve ser atribuída a um aborto iminente ou gravidez6 extra-uterina.
No caso de hiperestimulação leve, um exame cuidadoso da paciente será suficiente.
Por outro lado, no caso de ascite43 ou complicações graves, a paciente deverá ser hospitalizada e submetida a testes eletrolíticos e hemodinâmicos.
Em casos raros, uma Síndrome21 de Hiperestimulação Ovariana, com hipertrofia42 aguda do ovário22, pode ser acompanhada de perda de fluidos no abdômen e tórax48 ou complicações tromboembólicas mais sérias.
Mulheres submetidas a tratamento de superovulação correm um maior risco de desenvolver a hiperestimulação em razão de sua resposta estrogênica excessiva ou desenvolvimento multi-folicular.
A punção de todos os folículos antes da ovulação9 pode reduzir o aparecimento da hiperestimulação.
O risco da hiperestimulação é insignificante se a posologia recomendada for seguida e tomadas as precauções necessárias.
Antes do tratamento com gonadotrofinas, a paciente deve ser informada de que essa terapia aumenta o risco para gravidez6 múltipla e aborto espontâneo.
É aconselhável que Fostimon não seja misturado a outros medicamentos na mesma seringa49.

Uso na gravidez6 e lactação50:
Existe evidência de risco fetal com base na experiência com humanos e animais. Assim, a administração deste fármaco51 à gestantes apresenta um alto risco, se comparado aos possíveis benefícios.
Até o presente momento, não se sabe se Fostimon é secretado no leite e quais os possíveis efeitos do mesmo sobre o lactante52.
Este medicamento, portanto, é contra-indicado para gestantes e lactantes53.

Interações Medicamentosas de Fostimon

Deve ser considerado que o uso concomitante de Fostimon com citrato de clomifeno pode aumentar a resposta folicular.
Deve ser feito um ajuste de dose do Fostimon (geralmente um aumento) quando o paciente estiver sob o uso simultâneo de um agonista54 de GnRH, com uma droga de dessensibilização55 hipofisária para se obter uma resposta ovariana adequada.
Apesar de não haver sido registrada qualquer interação medicamentosa, é aconselhável não misturar Fostimon com outros medicamentos na mesma seringa49.

Reações Adversas de Fostimon

Quando o Fostimon for administrado para estimular ovulação9, sem monitorização médica, podem ocorrer reações de superdosagem e todas as complicações graves inerentes ao uso deste medicamento; dores pélvicas56 e abdominais, cistos ovarianos com possíveis ascites, hidrotórax e hemoconcentração57, hiperaldosteronismo secundário e hipercoagulação.Podem ocorrer também abortos espontâneos, gravidez6 múltipla e possível choque58 alérgico.
Em casos raros foram diagnosticados náuseas59, vômitos60, febre61, dor articular, exantema62 cutâneo63, sensibilidade mamária e irritação no local da injeção47.

Posologia de Fostimon

Não existe uma dosagem padrão. O tratamento deve ser adaptado para cada paciente dependendo da patologia64 e da resposta obtida. As mesmas precauções para uso devem ser observadas no caso de tratamentos reiterados.

Indução da ovulação9:
O objetivo do tratamento é provocar a maturação de um único folículo4 de Graaf num curto espaço de tempo, através de doses individualmente definidas de Fostimon. Posteriormente a ovulação9 é induzida com uma injeção47 de Gonadotrofina Coriônica Humana20 (HCG).
O tratamento consiste em duas fases:

* Fase 1: administração via de 1 a 2 frascos-ampolas de Fostimon 75U.I. diariamente.
A maturação folicular é avaliada por testes de controle hormonal e exames clínicos. Dentre os testes de controle hormonal está o teste de nível sangüíneo (ou urinário) de estrogênios. Dentre os exames clínicos estão a curva da temperatura corporal basal, padrão do muco cervical, e a determinação do tamanho do folículo4 através de ultrassonografia65. A administração de Fostimon deve continuar até que a taxa de estrogênio e o tamanho do folículo4 indicarem que a paciente está na fase pré-ovulatória:

Estrogênios no plasma66: 300-800pg (1,1 - 2,9 pMol)/mL.
Diâmetro médio do folículo4 dominante: 18-22mm.
Score cervical segundo Insler: ³ 8 pontos de 12.

Entretanto, não é recomendável administrar Ò por mais de 10 a 12 dias consecutivos. No caso de uma resposta excessiva, deve-se interromper o tratamento e não se deve injetar HCG. O tratamento será retomado no ciclo seguinte com uma dose menor que a dose anteriormente usada.

* Fase 2: assim que ficar evidente a fase pré-ovulatória, induz-se a ovulação9 com uma injeção47 de 5000 a 10000U.I. de HCG, aplicada um dia após a última injeção47 de Fostimon.
A ovulação9 geralmente ocorre de 32 a 48 horas depois. No caso de falha, pode-se repetir a administração de HCG um dia depois da primeira injeção47.
Contudo, uma administração máxima total de 3 injeções por dias consecutivos não deve ser ultrapassada.
A paciente deve ser encorajada e manter relações sexuais diariamente, começando um dia antes da administração de HCG até a ocorrência da ovulação9.
O aumento da temperatura basal deve confirmar a ovulação9. Se, apesar da ovulação9, não ocorrer a gravidez6, o tratamento poderá ser repetido seguindo o mesmo esquema durante, pelo menos, dois cursos de tratamento.
Um curso de tratamento com doses mais altas deve ser adotado apenas no caso de falha
constante, com acompanhamento ultrassonográfico e endocrinológico rigorosos. A dose diária mais alta não deverá exceder 450U.I. de FSH (6 frascos-ampolas de Fostimon 75U.I. ou 3 frascos-ampolas de 150U.I.).

Indução de crescimento de folículos múltiplos durante programas de concepção25 assistida por médicos:
A dose de Fostimon deve ser ajustada para cada paciente, segundo os resultados obtidos pelos testes de controle diários e por ecografia39.

* Fase 1: injetar 150 a 300U.I. de Fostimon diariamente, começando no 3º dia do ciclo, até que seja obtido um crescimento folicular suficiente. Se Fostimon for usada simultaneamente com a HMG, sua dose deve ser reduzida proporcionalmente.

* Fase 2: a ovulação9 é induzida com uma injeção47 de 5000 a 10000U.I. de HCG.

Administração de Fostimon

Deve-se levar em consideração as seguintes notas para instrução de uso e manipulação do Fostimon:Proteção para as mãos67 deve ser usada ao abrir as ampolas e frascos-ampolas deste produto.
A reconstituição deste produto deve ser feita somente com o diluente que o acompanha (ampola de Solução Fisiológica5, 2mL).
Fostimon deve ser administrado imediatamente após sua reconstituição, com o propósito de evitar o risco de perda de produto devido a absorção.
Para administração intramuscular, utilizar 2mL de solução fisiológica5.
Para administração subcutânea2, utilizar somente 1mL de solução fisiológica5. Optando-se por esta via de administração, o uso de 2mL de solução fisiológica5 poderá resultar em uma aplicação mais dolorida e prolongada.
Não misturar Fostimon com outros medicamentos em uma mesma seringa49.
Não usar este produto após vencido o prazo de validade (vide cartucho).

Superdosagem de Fostimon

Os efeitos de uma superdosagem com o uso de Fostimon são desconhecidos. Entretanto, pode-se considerar os efeitos das síndromes de hiperestimulação ovariana como possíveis intomas de superdosagem.


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

FOSTIMON - Laboratório

MEIZLER
Alameda Juruá, 149 - Alphaville
Barueri/SP - CEP: 06455-010
Tel: 11-4195-6613
Fax: 11-4195-6621
Email: diretoria@meizler.com.br
Site: http://www.meizler.com.br/

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Complementos

1 Liofilizado: Submetido à liofilização, que é a desidratação de substâncias realizada em baixas temperaturas, usada especialmente na conservação de alimentos, em medicamentos, etc.
2 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
3 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
4 Folículo: 1. Bolsa, cavidade em forma de saco. 2. Fruto simples, seco e unicarpelar, cuja deiscência se dá pela sutura que pode conter uma ou mais sementes (Ex.: fruto da magnólia).
5 Fisiológica: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
6 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
7 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
8 Subcutâneo: Feito ou situado sob a pele. Hipodérmico.
9 Ovulação: Ovocitação, oocitação ou ovulação nos seres humanos, bem como na maioria dos mamíferos, é o processo que libera o ovócito II em metáfase II do ovário. (Em outras espécies em vez desta célula é liberado o óvulo.) Nos dias anteriores à ovocitação, o folículo secundário cresce rapidamente, sob a influência do FSH e do LH. Ao mesmo tempo que há o desenvolvimento final do folículo, há um aumento abrupto de LH, fazendo com que o ovócito I no seu interior complete a meiose I, e o folículo passe ao estágio de pré-ovocitação. A meiose II também é iniciada, mas é interrompida em metáfase II aproximadamente 3 horas antes da ovocitação, caracterizando a formação do ovócito II. A elevada concentração de LH provoca a digestão das fibras colágenas em torno do folículo, e os níveis mais altos de prostaglandinas causam contrações na parede ovariana, que provocam a extrusão do ovócito II.
10 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
11 Glândula: Estrutura do organismo especializada na produção de substâncias que podem ser lançadas na corrente sangüínea (glândulas endócrinas) ou em uma superfície mucosa ou cutânea (glândulas exócrinas). A saliva, o suor, o muco, são exemplos de produtos de glândulas exócrinas. Os hormônios da tireóide, a insulina e os estrógenos são de secreção endócrina.
12 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
13 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
14 Células somáticas: As células somáticas são quaisquer células dos organismos multicelulares que não estejam diretamente envolvidas na reprodução, tais como as células epiteliais. São células cujo núcleo se divide apenas por mitose, ao contrário das células germinativas, que podem sofrer meiose, para formar os gametas.
15 Células de Sertoli: Células de sustentação que se projetam interiormente a partir da membrana basal dos TÚBULOS SEMINÍFEROS. Estas células envolvem e nutrem as células germinativas masculinas em desenvolvimento e secretam a PROTEÍNA DE LIGAÇÃO A ANDROGÊNIOS. Suas JUNÇÕES ÍNTIMAS com ESPERMATOGONIA e ESPERMATÓCITOS determinam a BARREIRA HEMATOTESTICULAR.
16 Endométrio: Membrana mucosa que reveste a cavidade uterina (responsável hormonalmente) durante o CICLO MENSTRUAL e GRAVIDEZ. O endométrio sofre transformações cíclicas que caracterizam a MENSTRUAÇÃO. Após FERTILIZAÇÃO bem sucedida, serve para sustentar o desenvolvimento do embrião.
17 Nidação: Implantação.
18 Óvulo Fertilizado: ÓVULO fecundado, resultante da fusão entre um gameta feminino e um masculino.
19 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
20 Gonadotrofina coriônica humana: Gonadotrofina coriônica humana ou HCG é uma glicoproteína hormonal produzida pelas células trofoblásticas sinciciais nos líquidos maternos. No início da gravidez as concentrações de HCG no soro e na urina da mulher aumentam rapidamente, sendo um bom marcador para testes de gravidez. Sete a dez dias após a concepção, a concentração de HCG alcança 25 mUI/mL e aumenta ao pico de 37.000-50.000 mUI/mL entre oito e onze semanas. É o único hormônio exclusivo da gravidez, fazendo com que o teste de gravidez pela análise de HCG tenha acerto de quase 100%. É o único exame que comprova exatamente a gravidez.
21 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
22 Ovário: Órgão reprodutor (GÔNADAS) feminino. Nos vertebrados, o ovário contém duas partes funcionais Sinônimos: Ovários
23 Amenorréias: Ausência de menstruação pelo período equivalente a 3 ciclos menstruais ou 6 meses (o que ocorrer primeiro). Para períodos inferiores, utiliza-se o termo atraso menstrual.
24 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
25 Concepção: O início da gravidez.
26 Fertilização: Contato entre espermatozóide e ovo, determinando sua união.
27 Esterilidade: Incapacidade para conceber (ficar grávida) por meios naturais. Suas causas podem ser masculinas, femininas ou do casal.
28 Congênito: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
29 Tromboembolismo: Doença produzida pela impactação de um fragmento de um trombo. É produzida quando este se desprende de seu lugar de origem, e é levado pela corrente sangüínea até produzir a oclusão de uma artéria distante do local de origem do trombo. Esta oclusão pode ter diversas conseqüências, desde leves até fatais, dependendo do tamanho do vaso ocluído e do tipo de circulação do órgão onde se deu a oclusão.
30 Endocrinopatia: Qualquer afecção de glândula endócrina.
31 Supra-renal:
32 Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
33 Útero: Orgão muscular oco (de paredes espessas), na pelve feminina. Constituído pelo fundo (corpo), local de IMPLANTAÇÃO DO EMBRIÃO e DESENVOLVIMENTO FETAL. Além do istmo (na extremidade perineal do fundo), encontra-se o COLO DO ÚTERO (pescoço), que se abre para a VAGINA. Além dos istmos (na extremidade abdominal superior do fundo), encontram-se as TUBAS UTERINAS.
34 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
35 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
36 Hipotálamo: Parte ventral do diencéfalo extendendo-se da região do quiasma óptico à borda caudal dos corpos mamilares, formando as paredes lateral e inferior do terceiro ventrículo.
37 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
38 Infertilidade: Capacidade diminuída ou ausente de gerar uma prole. O termo não implica a completa inabilidade para ter filhos e não deve ser confundido com esterilidade. Os clínicos introduziram elementos físicos e temporais na definição. Infertilidade é, portanto, freqüentemente diagnosticada quando, após um ano de relações sexuais não protegidas, não ocorre a concepção.
39 Ecografia: Ecografia ou ultrassonografia é um exame complementar que usa o eco produzido pelo som para observar em tempo real as reflexões produzidas pelas estruturas internas do organismo (órgãos internos). Os aparelhos de ultrassonografia utilizam uma frequência variada, indo de 2 até 14 MHz, emitindo através de uma fonte de cristal que fica em contato com a pele e recebendo os ecos gerados, os quais são interpretados através de computação gráfica.
40 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
41 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
42 Hipertrofia: 1. Desenvolvimento ou crescimento excessivo de um órgão ou de parte dele devido a um aumento do tamanho de suas células constituintes. 2. Desenvolvimento ou crescimento excessivo, em tamanho ou em complexidade (de alguma coisa). 3. Em medicina, é aumento do tamanho (mas não da quantidade) de células que compõem um tecido. Pode ser acompanhada pelo aumento do tamanho do órgão do qual faz parte.
43 Ascite: Acúmulo anormal de líquido na cavidade peritoneal. Pode estar associada a diferentes doenças como cirrose, insuficiência cardíaca, câncer de ovário, esquistossomose, etc.
44 Efusão: 1. Saída de algum líquido ou gás; derramamento, espalhamento. 2. No sentido figurado, manifestação expansiva de sentimentos amistosos, de afeto, de alegria. 3. Escoamento de um gás através de uma pequena abertura, causado pela agitação térmica das moléculas do gás. 4. Derramamento de lava relativamente fluida sobre a superfície terrestre.
45 Peritonite: Inflamação do peritônio. Pode ser produzida pela entrada de bactérias através da perfuração de uma víscera (apendicite, colecistite), como complicação de uma cirurgia abdominal, por ferida penetrante no abdome ou, em algumas ocasiões, sem causa aparente. É uma doença grave que pode levar pacientes à morte.
46 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
47 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
48 Tórax: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original Sinônimos: Peito; Caixa Torácica
49 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
50 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
51 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
52 Lactante: Que produz leite; que aleita.
53 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
54 Agonista: 1. Em farmacologia, agonista refere-se às ações ou aos estímulos provocados por uma resposta, referente ao aumento (ativação) ou diminuição (inibição) da atividade celular. Sendo uma droga receptiva. 2. Lutador. Na Grécia antiga, pessoa que se dedicava à ginástica para fortalecer o físico ou como preparação para o serviço militar.
55 Dessensibilização: É uma maneira de parar ou diminuir a resposta a reações alérgicas a algumas coisas. Por exemplo, se uma pessoa apresenta uma reação alérgica a alguma substância, o médico dá a esta pessoa uma pequena quantidade desta substância para aumentar a sua tolerância e vai aumentando esta quantidade progressivamente. Após um período de tempo, maiores doses são oferecidas antes que a dose total seja dada. É uma maneira de ajudar o organismo a prevenir as reações alérgicas.
56 Pélvicas: Relativo a ou próprio de pelve. A pelve é a cavidade no extremo inferior do tronco, formada pelos dois ossos do quadril (ilíacos), sacro e cóccix; bacia. Ou também é qualquer cavidade em forma de bacia ou taça (por exemplo, a pelve renal).
57 Hemoconcentração: Concentração sanguínea ou aumento do hematócrito maior do que 20%.
58 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
59 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
60 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
61 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
62 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
63 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
64 Patologia: 1. Especialidade médica que estuda as doenças e as alterações que estas provocam no organismo. 2. Qualquer desvio anatômico e/ou fisiológico, em relação à normalidade, que constitua uma doença ou caracterize determinada doença. 3. Por extensão de sentido, é o desvio em relação ao que é próprio ou adequado ou em relação ao que é considerado como o estado normal de uma coisa inanimada ou imaterial.
65 Ultrassonografia: Ultrassonografia ou ecografia é um exame complementar que usa o eco produzido pelo som para observar em tempo real as reflexões produzidas pelas estruturas internas do organismo (órgãos internos). Os aparelhos de ultrassonografia utilizam uma frequência variada, indo de 2 até 14 MHz, emitindo através de uma fonte de cristal que fica em contato com a pele e recebendo os ecos gerados, os quais são interpretados através de computação gráfica.
66 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
67 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.

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