Preço de ROCALTROL em Woodbridge/SP: R$ 138,05

ROCALTROL

ROCHE

Atualizado em 09/12/2014

Calcitriol

FORMA BIOLOGICAMENTE ATIVA DA VITAMINA1 D3

Identificação do Produto de Rocaltrol

Nome genérico: Calcitriol

Forma Farmacêutica e Apresentação de Rocaltrol

Cápsulas de 0,25 mg frascos com 30 cápsulas

USO ADULTO

Composição de Rocaltrol

Calcitriol sintético: 1a, 25-dihidroxicolecalciferol; (5Z,7E)-9, 10-secocolesta-5, 7, 10 (19)-trieno-1a, 3b, 25-triol.

Informação ao Paciente de Rocaltrol

Como Usar Rocaltrol® de Rocaltrol

O Rocaltrol® só deve ser usado quando receitado por um médico. Este medicamento é bem  tolerado pela maioria dos pacientes, porém, informe seu médico:

 se estiver tomando outros remédios e quais são eles; não use e não misture remédios por conta própria;

 se está ou deseja engravidar e se planeja amamentar o seu bebê. O Rocaltrol® passa para o
leite materno, podendo causar problemas para o recém-nascido;

 se sentir falta de apetite, dor de cabeça2, vômitos3, cansaço, perda de peso ou outros sintomas4
diferentes dos habituais;

 observe obrigatoriamente as recomendações de seu médico, principalmente no que diz respeito
à dieta prescrita pelo mesmo.

 se estiver fazendo uso de preparados que contenham cálcio em sua fórmula.

A Dose de Rocaltrol

Somente o médico sabe a dose ideal de Rocaltrol® para o seu caso. Siga suas recomendações.
Não mude as doses por sua conta.

As cápsulas devem ser tomadas com um pouco de líquido, de preferência pela manhã, ou a  critério de seu médico.

Quando Suspender o Tratamento de Rocaltrol

Seu médico sabe o momento ideal para suspender o tratamento com Rocaltrol® . Não  interrompa o tratamento por sua própria conta.

Prazo de Validade de Rocaltrol

Este medicamento possui prazo de validade a partir da data de fabricação (vide embalagem  externa do produto). O uso de remédio com prazo de validade vencido não é recomendável.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS  CRIANÇAS.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO. PODE SER  PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE5.

Informação Técnica de Rocaltrol

Propriedades e Efeitos de Rocaltrol

O calcitriol é um dos principais metabólitos6 ativos da vitamina1 D3. Normalmente é produzido  pelos rins7 a partir de seu precursor, o 25-hidroxicolecalciferol (25-HCC). Sua produção  fisiológica8 diária é, em geral, de 0,5 a 1,0 mg; durante os períodos de maior atividade osteogênica  (por exemplo: crescimento, gravidez9) essa produção aumenta. O calcitriol promove a absorção  intestinal do cálcio e regula a mineralização óssea.

Nos pacientes que apresentam acentuada insuficiência renal10, a síntese endógena do calcitriol está  diminuída ou inclusive, completamente ausente. Esta deficiência exerce um papel decisivo na  gênese da osteodistrofia11 renal12.

Nos pacientes com osteodistrofia11 renal12, a administração oral de Rocaltrol® normaliza a absorção  intestinal do cálcio, a hipocalcemia13 e os níveis séricos elevados de fosfatase alcalina14 e hormônio15  paratiroidano. Da mesma forma, promove alívio da dor óssea e muscular e corrige as alterações  histológicas16 da osteíte fibrosa e outros distúrbios da mineralização.

O Rocaltrol® reduz a hipocalcemia13 e seus sintomas4 clínicos nos pacientes com hipoparatiroidismo pós-operatório, idiopático17 ou pseudohipoparatiroidismo.

Nos pacientes com raquitismo18 dependente da vitamina1 D, os níveis séricos de calcitriol são baixos
ou nulos. Devido à insuficiente produção renal12 de calcitriol, o tratamento com Rocaltrol® tem  caráter substitutivo.

Ocorre ainda que os pacientes que sofrem de raquitismo18 resistente à vitamina1 D e hipofosfatemia
também se beneficiam do tratamento com Rocaltrol®, mas ainda não foram determinadas
exatamente suas vantagens a longo prazo. De qualquer maneira o Rocaltrol® melhora a hipofosfatemia em alguns pacientes.

O tratamento com Rocaltrol® tem demonstrado bons resultados nos pacientes com raquitismo18 de
tipos diferentes, por exemplo, associado à hepatite19 nos neonatos20, atresia21 biliar, cistinose ou uma
carência alimentar de cálcio e vitamina1 D.

Farmacocinética de Rocaltrol

Dos estudos em indivíduos sadios, conclui-se que tanto o calcitriol marcado com trítio como o
não marcado, são rapidamente absorvidos após administração oral, alcançando o nível máximo
ao cabo de três a seis horas.

Em virtude da rápida absorção, sete horas após a tomada, é detectado um aumento significativo
da concentração de cálcio na urina22.

A vida média curta está em correlação com o rápido efeito biológico de apenas alguns dias.

A ação biológica dose-dependente, reflete-se no aumento da excreção urinária de cálcio após a
ingestão de 0,5 ou 1,0 mg duas vezes por dia. A concentração em estado de equilíbrio dinâmico
("steady-state") é alcançada com duas administrações diárias de 0,5 ou 1,0 mg. após a retirada  do calcitriol, decresce a concentração ao valor inicial, sendo a vida média de 3 ½ horas,
aproximadamente.

Há necessidade de cuidados especiais, visto que o calcitriol passa para o leite materno.

Indicações de Rocaltrol

Osteodistrofia11 renal12 em pacientes com insuficiência renal10 crônica, em especial àqueles submetidos à hemodiálise23.

Hipoparatiroidismo pós-operatório. Hipoparatiroidismo idiopático17. Pseudohipoparatiroidismo.
Raquitismo18 dependente da Vitamina1 D. Raquitismo18 hipofosfatêmico resistente à Vitamina1 D.

Contra-Indicações de Rocaltrol

Rocaltrol® está contra-indicado em todas as doenças associadas com hipercalcemia.

Uso Durante a Gravidez9 de Rocaltrol

A segurança do uso de Rocaltrol® em mulheres grávidas não está estabelecida. Os benefícios potenciais devem ser avaliados em função dos possíveis riscos para a mãe e o
feto24.

Interações Medicamentosas de Rocaltrol

A colestiramina pode reduzir a absorção intestinal das vitaminas lipossolúveis e,  portanto, alterar também a do Rocaltrol®.

Os medicamentos que contém magnésio (por exemplo, os antiácidos25) não devem ser  administrados junto com o Rocaltrol® aos pacientes submetidos à diálise26 renal12 crônica,  já que poderão causar hipermagnesemia.

O Rocaltrol® influi no transporte dos fosfatos no intestino, rins7 e ossos, razão pela qual  as doses dos produtos que se ligam aos fosfatos são fixadas em função das  concentrações séricas de fosfatos (níveis normais: 2,5 mg/100 ml, equivalente a 0,6-1,6  mmol/l27).

Os pacientes com raquitismo18 resistente à vitamina1 D (raquitismo18 hipofosfatêmico  familiar) devem prosseguir o tratamento com fosfatos por via oral. No entanto, deve-se  levar em consideração que o Rocaltrol® pode estimular sua absorção intestinal, razão  pela qual variam as necessidades suplementares de fosfatos.

É necessário que o paciente observe estritamente as recomendações médicas sobre a  dieta, principalmente no que diz respeito à ingestão suplementar de cálcio, e que o  paciente se abstenha de ingerir por sua própria conta, adicionalmente, preparados  contendo cálcio não sujeitos à prescrição médica.

Sendo o calcitriol um dos principais metabólitos6 ativos da vitamina1 D3, não devem ser  administrados concomitantemente vitamina1 D ou seus derivados e Rocaltrol®, com o  objetivo de prevenir possível efeito aditivo ou hipercalcemia.

Reações Adversas de Rocaltrol

O Rocaltrol® raramente causa efeitos secundários desde que as doses não ultrapassem  as necessidades individuais. Uma vez que o Rocaltrol® exerce um efeito vitamínico D,  os efeitos colaterais28 que podem originar em caso de superdosagem são semelhantes aos  da hipervitaminise D, ou seja: síndrome29 de hipercalcemia ou intoxicação por cálcio  (segundo a intensidade e a duração da hipercalcemia).

Posologia de Rocaltrol

A dose diária ótima de Rocaltrol® tem que ser cuidadosamente determinada em função do nível
sérico de cálcio de cada paciente.

O tratamento com Rocaltrol® deve ser iniciado sempre com as doses mais baixas possíveis,
aumentando-as somente com rigoroso controle do cálcio sérico.

Uma vez conhecida a dosagem ótima de Rocaltrol®, deverão ser controlados mensalmente os  níveis séricos de cálcio. Logo que estes níveis se situem em 1 mg/100 ml (0,25 mmol/l27) acima do
normal (9-11 mg/100 ml ou 2,25 - 2,75 mmol/l27), deverá ser reduzida sensivelmente a dose de
Rocaltrol® ou a medicação deverá ser interrompida até que seja obtida a normocalcemia.

Durante uma hipercalcemia deve-se medir diariamente os níveis séricos de cálcio e fosfatos. Após  a normalização dos valores, poder-se-á continuar com a administração de Rocaltrol®, porém
numa dose diária inferior em 0,25 mg à dose precedente.

Deve-se calcular a ingestão diária aproximada de cálcio com a dieta e, se necessário, ajustar o
aporte.

Os pacientes com função renal12 normal tratados com Rocaltrol® devem ingerir quantidades
adequadas de líquidos para evitar a desidratação30.

Esquemas Posológicos Especiais de Rocaltrol

Osteodistrofia11 renal12 (pacientes dialisados): A dose inicial é de 0,25 mg. Para os pacientes  normocálcicos ou com hipercalcemia leve, são suficientes 0,25 mg a cada dois dias. Caso não seja observada no prazo de duas a quatro semanas uma resposta satisfatória dos parâmetros  clínicos e bioquímicos, poderá elevar-se a posologia em 0,25 mg diários a intervalos de duas a  quatro semanas. A maioria dos pacientes responde a uma dose de 0,5 a 1,0 mg diários. Caso  sejam administrados simultaneamente barbitúricos ou anticonvulsivantes, poderão ser necessárias  doses mais elevadas.

O aporte mais adequado de cálcio - mas não excessivo - no início do tratamento (adultos: 800
mg diários, aproximadamente), é um requisito indispensável para uma eficácia ótima do
Rocaltrol®. Caso haja necessidade, deve-se prescrever cálcio suplementar.

Graças a melhor absorção gastrintestinal de cálcio com o uso do Rocaltrol®, em alguns pacientes
pode-se reduzir o aporte de cálcio. Naqueles com propensão a hiperglicemia31 são suficientes em
algumas ocasiões doses baixas de cálcio ou inclusive é desnecessário um aporte suplementar.

Hipoparatiroidismo e raquitismo18: A dose inicial recomendada de Rocaltrol® é de 0,25 mg/dia,
administrada pela manhã. Caso não se observe uma influência satisfatória nos parâmetros
bioquímicos e nas manifestações clínicas da afecção32, a dose poderá ser aumentada aos níveis
séricos de cálcio, pelo menos duas vezes por semana.

Ocasionalmente observa-se mal-absorção nos pacientes com hipoparatiroidismo; dependendo do
caso, poderão ser necessárias doses mais elevadas de Rocaltrol®.

Superdosagem de Rocaltrol

Tratamento de hipercalcemia assintomática: visto que o Rocaltrol® é um derivado da  vitamina1 D, os sintomas4 de superdosagem coincidem com os desta vitamina1. A ingestão  de altas doses de cálcio e fosfatos junto com Rocaltrol® pode dar origem a fenômenos  semelhantes. Uma concentração elevada de cálcio no dialisado pode contribuir para uma  hipercalcemia. Os sintomas4 agudos e crônicos de intoxicação por vitamina1 D estão  descritos na literatura.

Sintomas4 agudos: anorexia33, cefaléias34, vômitos3, constipação35.

Sintomas4 crônicos: distrofia36 (fraqueza, perda de peso), distúrbios sensoriais, por vezes  febre37 associada com sede, poliúria38, desidratação30, apatia39, interrupção do crescimento e  infecções40 urinárias. Ocorre hipercalcemia com calcificação41 metastática do córtex renal42,  miocárdio43, pulmões44 e pâncreas45.

No caso de superdosagem acidental, podem ser adotadas as seguintes medidas  terapêuticas: lavagem gástrica46 imediata, provocação de vômitos3 para impedir uma maior  absorção. Administração de óleo mineral para favorecer a eliminação fecal. É
aconselhável efetuar repetidas determinações do cálcio sérico. Caso persista a  hipercalcemia sérica, poderá proceder-se à administração de fosfatos e corticosteróides  e induzir uma diurese47 forçada adequada.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

ROCALTROL - Laboratório

ROCHE
Av. Engenheiro Billings, 1729 - Jaguaré
São Paulo/SP - CEP: 05321-900
Tel: 0800 7720 289
Fax: 0800 7720 292
Site: http://www.roche.com/
Estrada dos Bandeirantes, 2020
CEP: 22710-104
Rio de Janeiro - RJ

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Complementos

1 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
2 Cabeça:
3 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
4 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
5 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
6 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
7 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
8 Fisiológica: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
9 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
10 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
11 Osteodistrofia: Deformação, distrofia dos ossos.
12 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
13 Hipocalcemia: É a existência de uma fraca concentração de cálcio no sangue. A manifestação clínica característica da hipocalcemia aguda é a crise de tetania.
14 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
15 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
16 Histológicas: Relativo à histologia, ou seja, relativo à disciplina biomédica que estuda a estrutura microscópica, composição e função dos tecidos vivos.
17 Idiopático: 1. Relativo a idiopatia; que se forma ou se manifesta espontaneamente ou a partir de causas obscuras ou desconhecidas; não associado a outra doença. 2. Peculiar a um indivíduo.
18 Raquitismo: Doença decorrente da mineralização inadequada do osso em crescimento, ou seja, da placa epifisária. Está entre as doenças mais comuns da infância em países em desenvolvimento. A causa predominante é a deficiência de vitamina D, seja por exposição insuficiente à luz solar ou baixa ingestão através da dieta; mas a deficiência de cálcio na dieta também pode gerar um quadro de raquitismo. A osteomalácia é o termo usado para descrever uma condição semelhante que ocorre em adultos, geralmente devido à falta de vitamina D.
19 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
20 Neonatos: Refere-se a bebês nos seus primeiros 28 dias (mês) de vida. O termo “recentemente-nascido“ refere-se especificamente aos primeiros minutos ou horas que se seguem ao nascimento. Esse termo é utilizado para enfocar os conhecimentos e treinamento da ressuscitação imediatamente após o nascimento e durante as primeiras horas de vida.
21 Atresia: 1. Estreitamento de qualquer canal do corpo. 2. Imperfuração ou oclusão de uma abertura ou canal normal do organismo, como das vias biliares, do meato urinário, da pupila, etc.
22 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
23 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
24 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
25 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
26 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
27 Mmol/L: Milimols por litro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.
28 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
29 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
30 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
31 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
32 Afecção: Qualquer alteração patológica do corpo. Em psicologia, estado de morbidez, de anormalidade psíquica.
33 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
34 Cefaléias: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaléia ou dor de cabeça tensional, cefaléia cervicogênica, cefaléia em pontada, cefaléia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaléias ou dores de cabeça. A cefaléia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
35 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
36 Distrofia: 1. Acúmulo de grande quantidade de matéria orgânica, mas poucos nutrientes, em corpos de água, como brejos e pântanos. 2. Na medicina, é qualquer problema de nutrição e o estado de saúde daí decorrente.
37 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
38 Poliúria: Diurese excessiva, pode ser um sinal de diabetes.
39 Apatia: 1. Em filosofia, para os céticos e os estoicos, é um estado de insensibilidade emocional ou esmaecimento de todos os sentimentos, alcançado mediante o alargamento da compreensão filosófica. 2. Estado de alma não suscetível de comoção ou interesse; insensibilidade, indiferença. 3. Em psicopatologia, é o estado caracterizado por indiferença, ausência de sentimentos, falta de atividade e de interesse. 4. Por extensão de sentido, é a falta de energia (física e moral), falta de ânimo; abatimento, indolência, moleza.
40 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
41 Calcificação: 1. Ato, processo ou efeito de calcificar(-se). 2. Aplicação de materiais calcíferos básicos para diminuir o grau de acidez dos solos e favorecer seu aproveitamento na agricultura. 3. Depósito de cálcio nos tecidos, que pode ser normal ou patológico. 4. Acúmulo ou depósito de carbonato de cálcio ou de carbonato de magnésio em uma camada de profundidade próxima a do limite de percolação da água no solo, que resulta em certa mobilidade deste e alteração de suas propriedades químicas.
42 Córtex Renal: Zona mais externa do RIM (abaixo da cápsula), constituída pelos GLOMÉRULOS RENAIS, TÚBULOS RENAIS DISTAIS e TÚBULOS RENAIS PROXIMAIS.
43 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
44 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
45 Pâncreas: Órgão nodular (no ABDOME) que abriga GLÂNDULAS ENDÓCRINAS e GLÂNDULAS EXÓCRINAS. A pequena porção endócrina é composta pelas ILHOTAS DE LANGERHANS, que secretam vários hormônios na corrente sangüínea. A grande porção exócrina (PÂNCREAS EXÓCRINO) é uma glândula acinar composta, que secreta várias enzimas digestivas no sistema de ductos pancreáticos (que desemboca no DUODENO).
46 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
47 Diurese: Diurese é excreção de urina, fenômeno que se dá nos rins. É impróprio usar esse termo na acepção de urina, micção, freqüência miccional ou volume urinário. Um paciente com retenção urinária aguda pode, inicialmente, ter diurese normal.
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