TOBRAMINA

ABL Antibióticos do Brasil Ltda.

Atualizado em 09/12/2014

Composição da Tobramina

cada ml contém: sulfato de tobramicina,equivalente à tobramicina 50 mg, excipiente q.s.p. 1 ml.

Posologia e Administração da Tobramina

o sulfato de tobramicina pode ser administrado por via intramuscular ou intravenosa. As doses recomendadas são as mesmas para as duas vias de administração. Deve-se obter o peso do paciente para o cálculo1 da dose. É recomendável a determinação das concentrações séricas máximas e mínimas. Administração a pacientes com função renal2 normal: adultos com infecções3 graves: 3 mg/kg/dia em 3 doses a cada 8 horas. As infecções3 leves a moderadas do trato urinário4 têm respondido a uma dose de 2 a 3 mg/kg/dia, administrada por via intramuscular, uma vez ao dia. Adultos com infecções3 com risco de vida: doses de até 5 mg/kg/dia podem ser administradas em 3 a 4 vezes. A posologia deverá ser reduzida para 3 mg/kg/dia tão logo seja clinicamente indicado. Para evitar aumento da toxicidade5, devido a níveis sangüíneos excessivos, recomenda-se não exceder 5 mg/kg/dia, a menos que se tenha estabelecido um controle dos níveis séricos. Para alcançar níveis séricos terapêuticos, em pacientes com fibrose cística6, pode ser necessário administrar até 8 a 10 mg/kg/dia, divididos em doses iguais. Devido as concentrações séricas de tobramicina variarem de um paciente para outro, os níveis séricos devem ser monitorados. Crianças: doses de 6 a 7,5 mg/kg/dia em 3 a 4 vezes (2 a 2,5 mg/kg a cada 8 horas ou 1,5 a 1,89 mg/kg a cada 6 horas). Prematuros e recém-nascidos (uma semana de vida ou menos): doses de até 4 mg/kg/dia podem ser administradas em duas doses a cada 12 horas. É desejável limitar o tratamento a curto prazo. A duração habitual do tratamento é de 7 a 10 dias. Uma terapia mais prolongada poderá ser necessária tratando-se de infecções3 difíceis ou complicadas; em tais casos, aconselha-se estabelecer um controle contínuo das funções renal2, auditiva e vestibular7, uma vez que é mais provável ocorrer neurotoxicidade quando o tratamento prolonga-se por mais de 10 dias. Administração a pacientes com insuficiência renal8: quando possível, as concentrações séricas de tobramicina devem ser monitoradas durante o tratamento. Após uma dose inicial de 1 mg/kg, a dose subsequente nesses pacientes deve ser ajustada, seja com doses mais baixas administradas a intervalos de 8 horas, seja com doses normais a intervalos prolongados. Ambos os regimes são sugeridos como orientação a ser seguida quando os níveis séricos de tobramicina não podem ser medidos diretamente. Baseiam-se ou no clearance de creatinina9 ou na creatinina9 sérica do paciente, pois estes valores correlacionam-se com a meia-vida de tobramicina. Os esquemas posológicos derivados de ambos os métodos devem ser usados juntamente com cuidadosa observação clínica e laboratorial do paciente, devendo ser modificados na medida do necessário. Nenhum desses esquemas deverá ser usado se o paciente estiver sendo dialisado. Um guia alternativo para se determinar as doses reduzidas a intervalos de 8 horas (para pacientes10 cujos valores de creatinina9 sérica sejam conhecidos) é dividir a dose normalmente recomendada pelo valor da creatinina9 sérica do paciente. Pacientes obesos: a dose apropriada pode ser calculada usando-se o peso estimado, de acordo com a altura do paciente, mais 40% como excesso de peso, como sendo o peso total sobre o qual irá se calcular a dose em mg/kg. Administração intramuscular: o sulfato de tobramicina pode ser administrado retirando-se a dose apropriada diretamente da ampola. Administração intravenosa: para administração intravenosa, o volume habitual de diluente (soro11 fisiológico12 a 0,9% ou soro11 glicosado a 5%) é de 50 a 100 ml para adultos. Para crianças, o volume de diluente deve ser proporcionalmente menor do que para adultos. Geralmente, a solução diluída deve ser injetada por infusão durante 20 a 60 minutos. Períodos de infusão menores que 20 minutos não são recomendados porque podem resultar em níveis séricos máximos superiores a 12 mcg/ml. O sulfato de tobramicina pode ser injetado lenta e diretamente na veia ou pode ser administrado através do tubo de um equipo de infusão de soro11. Quando o sulfato de tobramicina for administrado deste modo, os níveis séricos podem exceder 12 mcg/ml por curto espaço de tempo. O sulfato de tobramicina não deve ser misturado com outras drogas; deve ser administrado separadamente, de acordo com a dose e via de administração recomendadas. Antes da administração, os produtos parenterais devem ser inspecionados visualmente quanto a partículas e descoloração, quando a solução e o recipiente permitirem. Para maiores informações sobre a posologia consulte a bula do produto. Superdosagem: sinais13 e sintomas14: a gravidade dos sinais13 e sintomas14 que se seguem a superdosagem de tobramicina são dependentes da dose administrada, da função renal2 do paciente, do estado de hidratação, idade e se outros medicamentos com toxicidade5 similar estão ou não sendo administrados concomitantemente. A toxicidade5 pode ocorrer em pacientes tratados por mais de 10 dias, adultos recebendo mais que 5 mg/kg/dia, crianças recebendo mais que 7,5 mg/kg/dia ou pacientes com função renal2 reduzida cuja dose não foi adequadamente ajustada. A nefrotoxicidade15 após a administração parenteral de um aminoglicosídeo está mais intimamente relacionada à área sob a curva resultante da concentração sérica versus o tempo. A nefrotoxicidade15 é mais provável se as concentrações sangüíneas permanecerem acima de 2 mcg/ml e é também proporcional à media da concentração sangüínea. Pacientes idosos com função renal2 anormal que estejam recebendo outras drogas nefrotóxicas ou estejam desidratados correm maior risco de desenvolvimento de necrose16 tubular aguda. Toxicidades auditiva e vestibular7 foram associadas com superdosagem de aminoglicosídeos. Essas toxicidades ocorrem em pacientes tratados por mais de 10 dias, com função renal2 anormal, desidratados ou em pacientes que estejam recebendo medicações com toxicidade5 auditiva. Esses pacientes podem não ter sinais13 ou sintomas14 ou podem experimentar tontura17, tinitus, vertigem18 e perda de acuidade para tonalidade alta, como ototoxicidade19 progressiva. Os sinais13 e sintomas14 de ototoxicidade19 podem não ocorrer até que a droga seja interrompida. Bloqueio neuromuscular ou paralisia20 respiratória podem ocorrer após a administração de aminoglicosídeos. Bloqueio neuromuscular, paralisia20 respiratória prolongada e insuficiência respiratória21 podem ocorrer mais comumente em pacientes com miastenia22 grave ou doença de Parkinson23. Paralisia20 respiratória prolongada pode também ocorrer em pacientes recebendo decametônio, tubocurarina ou succinilcolina. Se ocorrer bloqueio neuromuscular, poderá ser revertido pela administração de sais de cálcio, mas pode ser necessária a assistência mecânica. Se a tobramicina for ingerida, é pouco provável que haja toxicidade5, devido aos aminoglicosídeos serem muito pouco absorvidos pelo trato gastrintestinal intacto. Tratamento: ao tratar a superdosagem, considerar a possibilidade de superdosagem de múltiplas drogas, interação entre drogas e cinética24 inusitada da droga no seu paciente. A primeira providência em caso de superdosagem com tobramicina é estabelecer a passagem de ar e garantir a oxigenação e ventilação25. As medidas de ressuscitação devem ser imediatamente executadas se ocorrer paralisia20 respiratória. Pacientes que tenham recebido uma superdose de tobramicina e têm função renal2 normal devem ser hidratados adequadamente. O balanço de líquidos, clearance de creatinina9 e os níveis plasmáticos de tobramicina devem ser cuidadosamente monitorados até que estejam abaixo de 2 mcg/ml. Pacientes nos quais a meia-vida é maior que 2 horas ou a função renal2 é anormal podem requerer um tratamento mais agressivo. Em tais pacientes, a hemodiálise26 pode ser benéfica.

Precauções da Tobramina

amostras de soro11 e urina27 para exame de laboratório devem ser coletadas durante o tratamento. Devem ser monitorados os níveis de cálcio, magnésio e sódio no soro11. É particularmente importante monitorar o pico e os níveis séricos em pacientes com conhecida insuficiência renal8. Uma orientação útil seria a de determinar os níveis séricos após 2 ou 3 doses, de maneira que, se necessário, as doses possam ser ajustadas, e também em intervalos de 3 ou 4 dias durante o tratamento. No caso de alteração da função renal2, os níveis séricos devem ser determinados mais freqüentemente e as doses ou intervalos de doses ajustados. Para medir os níveis máximos, uma amostra de soro11 deve ser retirada cerca de 30 minutos após uma infusão intravenosa ou uma hora após uma injeção intramuscular28. Os níveis mínimos são medidos em amostra de soro11 retirada após oito horas ou no exato momento antes da próxima dose. Essas determinações de níveis séricos podem ser especialmente úteis para monitorar o tratamento de pacientes gravemente enfermos, com alteração da função renal2 ou aqueles infectados com microorganismos pouco sensíveis ou que estejam recebendo doses máximas. Sabe-se que tem havido ocorrência de alergenicidade cruzada entre os aminoglicosídeos. A farmacocinética dos aminoglicosídeos pode ser alterada em pacientes com queimadura extensa, resultando na redução da concentração sérica. Em tais pacientes, tratados com sulfato de tobramicina, a medida da concentração sérica é especialmente recomendada como base para determinação da dose apropriada. Pacientes idosos podem apresentar diminuição da função renal2 que pode não ser evidente nos resultados dos testes de rotina, tais como, uréia29 ou creatinina9 sérica. A determinação do clearance de creatinina9 pode ser mais útil. A monitoração da função renal2, durante o tratamento com aminoglicosídeo, é particularmente importante em tais pacientes. Um aumento na incidência30 de nefrotoxicidade15 foi relatado após administração concomitante de antibióticos aminoglicosídeos e cefalosporínicos. Os aminoglicosídeos devem ser usados com cuidado em pacientes com distúrbios musculares, tais como, miastenia22 grave ou parkinsonismo, uma vez que essas drogas podem agravar a fraqueza muscular, devido ao seu potencial efeito curarizante sobre a função muscular. Os aminoglicosídeos podem ser absorvidos em quantidades significantes na superfície do corpo, por irrigação ou aplicação local e podem causar neurotoxicidade e nefrotoxicidade15. Apesar dos aminoglicosídeos, incluindo a tobramicina, não serem indicados para o uso intra-ocular e/ou subconjuntival, há relatos de necrose16 macular após este tipo de injeção31. A terapia com tobramicina pode resultar na proliferação de microorganismos não sensíveis. Se ocorrer essa proliferação, deve ser iniciada terapia apropriada. Uso na gravidez32: os aminoglicosídeos podem causar dano fetal quando administrados a mulheres grávidas. Os antibióticos aminoglicosídeos atravessam a placenta, havendo diversos relatórios de surdez congênita33 bilateral, total e irreversível em crianças cujas mães receberam estreptomicina durante a gravidez32. Reações adversas graves para mãe, feto34 ou recém-nascido não foram relatadas com outros aminoglicosídeos. Se a tobramicina for usada durante a gravidez32 ou se a paciente engravidar durante o tratamento, deverá ser avisada do risco potencial para o feto34. Lactantes35: não são conhecidos dados referentes ao uso da droga durante o período de amamentação36. - Interações medicamentosas: deve ser evitada a administração simultânea e seqüencial de outros aminoglicosídeos neurotóxicos e/ou nefrotóxicos, particularmente outros aminoglicosídeos (por ex.: amicacina, estreptomicina, neomicina, kanamicina, gentamicina e paromomicina), cefaloridina, viomicina, polimixina-B, colistina, cisplatina e vancomicina. Outros fatores que podem aumentar o risco do paciente são idade avançada e desidratação37. Os aminoglicosídeos não devem ser usados simultaneamente com diuréticos38 potentes, tais como, ácido etacrínico e furosemida. Alguns diuréticos38, por si só, causam ototoxicidade19, e os que são administrados por via intravenosa intensificam a toxicidade5 dos aminoglicosídeos, alterando as concentrações do antibiótico no soro11 e nos tecidos. Deverá ser considerada a possibilidade de ocorrerem casos de apnéia39 prolongada ou secundária se a tobramicina for administrada a pacientes anestesiados que estejam também recebendo agentes bloqueadores neuromusculares, tais como, succinilcolina, tubocurarina ou decametônio ou a pacientes recebendo transfusões maciças de sangue40 citratado. Se ocorrer bloqueio neuromuscular, poderá ser revertido pela administração de sais de cálcio. A inativação da tobramicina e de outros aminoglicosídeos por antibióticos betalactâmicos (penicilinas ou cefalosporinas) foi demonstrada in vitro e em pacientes com insuficiência renal8 grave. Tal inativação não foi verificada em pacientes com função renal2 normal, aos quais foram administradas drogas por diferentes vias de administração.

Reações Adversas da Tobramina

neurotoxicidade: reações adversas têm sido relatadas nos ramos vestibular7 e auditivo do oitavo nervo, especialmente em pacientes recebendo doses elevadas ou terapia prolongada, naqueles que estavam recebendo previamente medicamento ototóxico e em casos de desidratação37. Os sintomas14 incluem tontura17, vertigem18, tinitus, zumbidos nos ouvidos e perda de audição. A perda de audição é geralmente irreversível e é manifestada inicialmente pela diminuição da acuidade para tonalidades altas. Os sulfatos de tobramicina e gentamicina são semelhantes com referência ao potencial ototóxico. Nefrotoxicidade15: têm sido relatadas alterações na função renal2, demonstradas pela elevação da uréia29 e creatinina9 séricas e pela oligúria41, cilindrúria e proteinúria42 aumentadas, especialmente em pacientes com história de insuficiência renal8 que são tratados por períodos mais longos e doses mais elevadas que as recomendadas. As reações adversas podem ocorrer em pacientes com função renal2 inicialmente normal. Outras reações adversas relatadas, possivelmente relacionadas com a terapia com o sulfato de tobramicina, incluem anemia43, granulocitopenia e plaquetopenia44; febre45, erupções cutâneas46, dermatite47 esfoliativa, prurido48, urticária49, náusea50, vômito51, diarréia52, dor de cabeça53, letargia54, dor no local da injeção31, confusão mental e desorientação. Os resultados anormais de laboratório, possivelmente relacionados com o uso do sulfato de tobramicina, incluem aumentos na transaminase sérica (TGO, TGP), desidrogenase lática55 e bilirrubina56; diminuição de cálcio, magnésio, sódio e potássio no soro11; leucopenia57, leucocitose58 e eosinofilia59.

Contra-Indicações da Tobramina

hipersensibilidade a qualquer aminoglicosídeo é uma contra-indicação ao uso de tobramicina. Uma história de hipersensibilidade ou reações tóxicas graves aos aminoglicosídeos podem também contra-indicar o uso de qualquer outro aminoglicosídeo, devido à conhecida sensibilidade cruzada dos pacientes aos antibióticos desta classe. - Advertências: os pacientes tratados com sulfato de tobramicina e outros aminoglicosídeos devem ser mantidos sob constante observação clínica, devido ao fato dessas drogas possuírem um inerente potencial em causar ototoxicidade19 e nefrotoxicidade15. Pode ocorrer neurotoxicidade, manifestada por ototoxicidade19 tanto vestibular7 quanto auditiva. As alterações auditivas são irreversíveis, geralmente bilaterais, podendo ser parcial ou total. Podem ocorrer dano à função do oitavo nervo e nefrotoxicidade15, principalmente em pacientes com lesão60 renal2 preexistente e naqueles com a função renal2 normal, aos quais foram administrados aminoglicosídeos por períodos mais longos ou em doses mais altas do que as recomendadas. Outras manifestações de neurotoxicidade podem incluir dormência61, formigamento da pele62, contração muscular e convulsões. O risco de perda de audição, induzida por aminoglicosídeo, aumenta com o grau de exposição a altas concentrações no soro11. Pacientes que desenvolvem lesões63 cocleares podem não apresentar sintomas14 durante o tratamento que os alertem quanto à toxicidade5 no oitavo nervo e surdez bilateral irreversível, parcial ou total, pode continuar a desenvolver mesmo após a droga ter sido suspensa. Raramente, a nefrotoxicidade15 pode não se manifestar até os primeiros dias após o término do tratamento. A nefrotoxicidade15 induzida pelos aminoglicosídeos geralmente é reversível. As funções renal2 e do oitavo nervo devem ser rigorosamente monitoradas em pacientes com insuficiência renal8 conhecida ou suspeita e também naqueles cuja função renal2 é inicialmente normal, mas que desenvolvem sinais13 de insuficiência renal8 durante o tratamento. As concentrações séricas máximas de aminoglicosídeos devem ser medidas periodicamente durante o tratamento para assegurar níveis adequados e evitar níveis potencialmente tóxicos. Concentrações séricas prolongadas, acima de 12 mcg/ml, devem ser evitadas. Elevações dos níveis mínimos (acima de 2 mcg/ml) podem indicar acúmulo nos tecidos. Tal acúmulo, concentrações máximas excessivas, idade avançada e dose cumulativa podem contribuir para a ototoxicidade19 e nefrotoxicidade15. A urina27 deverá ser examinada quanto a diminuição na densidade e aumento na excreção de proteína, células64 e cilindros. O nitrogênio uréico, creatinina9 sérica e o clearance de creatinina9 devem ser medidos periodicamente. Quando possível, é recomendado que seja feita uma série de audiogramas em pacientes de alto risco. Evidências de insuficiência65 das funções renal2, vestibular7 e auditiva requerem suspensão da droga ou ajuste de dose. O sulfato de tobramicina deve ser usado com cuidado em crianças prematuras ou recém-nascidos, devido à sua imaturidade renal2 e do resultante prolongamento da meia-vida da droga no soro11. Os aminoglicosídeos podem causar dano fetal quando administrado a mulheres grávidas. O sulfato de tobramicina contém bissulfito de sódio que pode causar reações do tipo alérgicas, incluindo sintomas14 anafiláticos e episódios asmáticos com risco de vida ou menos grave. A prevalência66 geral na população sensível ao radical sulfito é desconhecida e provavelmente baixa. A sensibilidade ao radical sulfito é observada mais freqüentemente em asmáticos do que na população não asmática.

Indicações da Tobramina

tratamento das seguintes infecções3 bacterianas graves causadas por cepas67 de microorganismos sensíveis. Septicemia68 em recém-nascidos, crianças e adultos causada por P. aeruginosa, E. coli e Klebsiella sp. Infecções3 do trato respiratório inferior causadas por P. aeruginosa, Klebsiella sp., Enterobacter sp., Serratia sp., E. coli e S. aureus (cepas67 produtoras e não produtoras de penicilinase). Infecções3 graves do sistema nervoso central69 (meningite70) causadas por microorganismos sensíveis. Infecções3 intra-abdominais, incluindo peritonite71, causadas por E. coli, Klebsiella sp. e Enterobacter sp. Infecções3 da pele62, ossos e estruturas da pele62 (incluindo queimadura) causadas por P. aeruginosa, Proteus sp., E. coli, Klebsiella sp., Enterobacter sp. e S. aureus. Infecções3 complicadas e recidivantes72 do trato urinário4 causadas por P. aeruginosa, Proteus sp. (indol-positivo e negativo), E. coli, Klebsiella sp., Enterobacter sp., Serratia sp., S.aureus, Providencia sp. e Citrobacter sp. Aminoglicosídeos, incluindo o sulfato de tobramicina, não são indicados em episódios iniciais e não complicados de infecções3 urinárias, a menos que os patógenos não sejam sensíveis a antibióticos menos tóxicos. O sulfato de tobramicina pode ser considerado em infecções3 estafilocócicas graves, nas quais a penicilina ou outras drogas menos tóxicas são contra-indicadas e quando os testes de sensibilidade e o julgamento clínico indicarem seu uso. Deverão ser obtidas culturas bacterianas antes e durante o tratamento para isolar e identificar microorganismos etiológicos e testar sua sensibilidade à tobramicina. Se os testes de sensibilidade demonstrarem que os microorganismos causadores são resistentes à tobramicina, deve-se instituir outro tratamento adequado. Nos pacientes suspeitos de infecção73 gram-negativa grave com risco de vida, incluindo aquelas em que uma terapia concorrente com uma penicilina ou cefalosporina e um aminoglicosídeo pode ser indicada, o tratamento com sulfato de tobramicina pode ser iniciado antes que os resultados dos testes de sensibilidade sejam obtidos. A decisão de continuar o tratamento com sulfato de tobramicina deve ser baseada nos resultados dos testes de sensibilidade, na gravidade da infecção73.

Apresentação da Tobramina

75 mg: caixa com 2 ampolas. 150 mg: caixa com 5 ampolas.


TOBRAMINA - Laboratório

ABL Antibióticos do Brasil Ltda.
Prof. Zeferino Vaz - SP 332, Km 135. Bairro Itapavussu - Cosmópolis
São Paulo - CEP: 13150-000
Tel: (19) 3872-9300
Fax: (19) 3872-9479
Caixa Postal 31

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Complementos

1 Cálculo: Formação sólida, produto da precipitação de diferentes substâncias dissolvidas nos líquidos corporais, podendo variar em sua composição segundo diferentes condições biológicas. Podem ser produzidos no sistema biliar (cálculos biliares) e nos rins (cálculos renais) e serem formados de colesterol, ácido úrico, oxalato de cálcio, pigmentos biliares, etc.
2 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
3 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
4 Trato Urinário:
5 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
6 Fibrose cística: Doença genética autossômica recessiva que promove alteração de glândulas exócrinas do organismo. Caracterizada por infecções crônicas das vias aéreas, que leva ao desenvolvimento de bronquiectasias, insuficiência pancreática exócrina, disfunções intestinais, anormalidades das glândulas sudoríparas e disfunção genitourinária.
7 Vestibular: 1. O sistema vestibular é um dos sistemas que participam do equilíbrio do corpo. Ele contribui para três funções principais: controle do equilíbrio, orientação espacial e estabilização da imagem. Sintomas vestibulares são aqueles que mostram alterações neste sistema. 2. Exame que aprova e classifica os estudantes a serem admitidos nos cursos superiores.
8 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
9 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
10 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
11 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
12 Fisiológico: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
13 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
14 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
15 Nefrotoxicidade: É um dano nos rins causado por substâncias químicas chamadas nefrotoxinas.
16 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
17 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
18 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
19 Ototoxicidade: Dano causado aos sistemas coclear e/ou vestibular resultante de exposição a substâncias químicas.
20 Paralisia: Perda total da força muscular que produz incapacidade para realizar movimentos nos setores afetados. Pode ser produzida por doença neurológica, muscular, tóxica, metabólica ou ser uma combinação das mesmas.
21 Insuficiência respiratória: Condição clínica na qual o sistema respiratório não consegue manter os valores da pressão arterial de oxigênio (PaO2) e/ou da pressão arterial de gás carbônico (PaCO2) dentro dos limites da normalidade, para determinada demanda metabólica. Como a definição está relacionada à incapacidade do sistema respiratório em manter níveis adequados de oxigenação e gás carbônico, foram estabelecidos, para sua caracterização, pontos de corte na gasometria arterial: PaO2 50 mmHg.
22 Miastenia: Perda das forças musculares ocasionada por doenças musculares inflamatórias. Por ex. Miastenia Gravis. A debilidade pode predominar em diferentes grupos musculares segundo o tipo de afecção (debilidade nos músculos extrínsecos do olho, da pelve, ou dos ombros, etc.).
23 Doença de Parkinson: Doença degenerativa que afeta uma região específica do cérebro (gânglios da base), e caracteriza-se por tremores em repouso, rigidez ao realizar movimentos, falta de expressão facial e, em casos avançados, demência. Os sintomas podem ser aliviados por medicamentos adequados, mas ainda não se conhece, até o momento, uma cura definitiva.
24 Cinética: Ramo da física que trata da ação das forças nas mudanças de movimento dos corpos.
25 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.
26 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
27 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
28 Injeção intramuscular: Injetar medicamento em forma líquida no músculo através do uso de uma agulha e seringa.
29 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
30 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
31 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
32 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
33 Congênita: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
34 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
35 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
36 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
37 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
38 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
39 Apnéia: É uma parada respiratória provocada pelo colabamento total das paredes da faringe que ocorre principalmente enquanto a pessoa está dormindo e roncando. No adulto, considera-se apnéia após 10 segundos de parada respiratória. Como a criança tem uma reserva menor, às vezes, depois de dois ou três segundos, o sangue já se empobrece de oxigênio.
40 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
41 Oligúria: Clinicamente, a oligúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas ou menor de 30 ml/hora.
42 Proteinúria: Presença de proteínas na urina, indicando que os rins não estão trabalhando apropriadamente.
43 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
44 Plaquetopenia: Plaquetopenia ou trombocitopenia é a diminuição do número de plaquetas (trombócitos) que participam na coagulação. Habitualmente o sangue contém de 150.000 a 350.000 plaquetas por microlitro. Muitas doenças podem reduzir o número de plaquetas, as principais causas são uma produção insuficiente na medula óssea, o sequestro das plaquetas por um baço grande, o aumento do uso dos trombócitos, da sua destruição ou a sua diluição no sangue.
45 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
46 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
47 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
48 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
49 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
50 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
51 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
52 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
53 Cabeça:
54 Letargia: Em psicopatologia, é o estado de profunda e prolongada inconsciência, semelhante ao sono profundo, do qual a pessoa pode ser despertada, mas ao qual retorna logo a seguir. Por extensão de sentido, é a incapacidade de reagir e de expressar emoções; apatia, inércia e/ou desinteresse.
55 Lática: Diz-se de ou ácido usado como acidulante e intermediário químico; láctica.
56 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
57 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
58 Leucocitose: É o aumento no número de glóbulos brancos (leucócitos) no sangue, geralmente maior que 8.000 por mm³. Ocorre em diferentes patologias como em resposta a infecções ou processos inflamatórios. Entretanto, também pode ser o resultado de uma reação normal em certas condições como a gravidez, a menstruação e o exercício muscular.
59 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
60 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
61 Dormência: 1. Estado ou característica de quem ou do que dorme. 2. No sentido figurado, inércia com relação a se fazer alguma coisa, a se tomar uma atitude, etc., resultando numa abulia ou falta de ação; entorpecimento, estagnação, marasmo. 3. Situação de total repouso; quietação. 4. No sentido figurado, insensibilidade espiritual de um ser diante do mundo. Sensação desagradável caracterizada por perda da sensibilidade e sensação de formigamento, e que geralmente ocorre nas extremidades dos membros. 5. Em biologia, é um período longo de inatividade, com metabolismo reduzido ou suspenso, geralmente associado a condições ambientais desfavoráveis; estivação.
62 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
63 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
64 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
65 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
66 Prevalência: Número de pessoas em determinado grupo ou população que são portadores de uma doença. Número de casos novos e antigos desta doença.
67 Cepas: Cepa ou estirpe é um termo da biologia e da genética que se refere a um grupo de descendentes com um ancestral comum que compartilham semelhanças morfológicas e/ou fisiológicas.
68 Septicemia: Septicemia ou sepse é uma infecção generalizada grave que ocorre devido à presença de micro-organismos patogênicos e suas toxinas na corrente sanguínea. Geralmente ela ocorre a partir de outra infecção já existente.
69 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
70 Meningite: Inflamação das meninges, aguda ou crônica, quase sempre de origem infecciosa, com ou sem reação purulenta do líquido cefalorraquidiano. As meninges são três membranas superpostas (dura-máter, aracnoide e pia-máter) que envolvem o encéfalo e a medula espinhal.
71 Peritonite: Inflamação do peritônio. Pode ser produzida pela entrada de bactérias através da perfuração de uma víscera (apendicite, colecistite), como complicação de uma cirurgia abdominal, por ferida penetrante no abdome ou, em algumas ocasiões, sem causa aparente. É uma doença grave que pode levar pacientes à morte.
72 Recidivantes: Característica da doença que recidiva, que acontece de forma recorrente ou repetitiva.
73 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.

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