Preço de AROPAX em Ann Arbor/SP: R$ 165,71

AROPAX

GlaxoSmithKline

Atualizado em 03/06/2015

           AROPAX
Cloridrato de Paroxetina

           

- FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES:

Comprimido revestido.
Apresentado em embalagem com 20 e 30 comprimidos de 20mg.


USO ADULTO


Composição de Aropax

Cada comprimido contém:
            . cloridrato de paroxetina .............  20    mg
           . excipiente  q.s.p. ....................    1 comp.
           
Excipientes: fosfato de cálcio dibásico, hidroxipropilmetilcelulose, amido glicolato de sódio, estearato de magnésio, dióxido de titânio, polietilenoglicol 400, polisorbato 80.


Informação ao Paciente de Aropax

O cloridrato de paroxetina é um antidepressivo eficaz no tratamento dos sintomas1 e prevenção de recorrência2 da depressão, do Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) e da Doença do Pânico; e, ainda, no tratamento da Fobia3 Social.

Conservar o produto ao abrigo da umidade e do calor excessivo (temperatura não superior a 30°C).

O prazo de validade do produto é de 36 meses, a contar da data de sua fabricação.

NÃO USE MEDICAMENTOS COM PRAZO DE VALIDADE VENCIDO.

Caso ocorra gravidez4 durante ou logo após o tratamento com AROPAX (cloridrato de paroxetina), suspenda a medicação e comunique imediatamente ao seu médico.

AROPAX
(cloridrato de paroxetina) não é recomendado para mulheres que estejam amamentando e não deve ser usado durante a gravidez4.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Informe ao médico o aparecimento de reações desagradáveis tais como náusea5, sonolência, secura na boca6, fraqueza, insônia, suor abundante, tremor, vertigem7, constipação8, diarréia9, vômito10 e apetite reduzido.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Aropax (cloridrato de paroxetina) é contra-indicado para pacientes11 com conhecida hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

Informe ao seu médico se estiver fazendo uso de outros medicamentos.

Não é recomendado o uso de Aropax (cloridrato de paroxetina) em crianças.

Não é aconselhável dirigir veículos motorizados, operar com máquinas de precisão e ingerir bebidas alcoólicas durante o tratamento com AROPAX (cloridrato de paroxetina).

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE12.


- INFORMAÇÕES TÉCNICAS:

Propriedades farmacodinâmicas
AROPAX
contém como princípio ativo o cloridrato de paroxetina, quimicamente o cloridrato de (-)-trans-4-(4'-fluorofenil) -3 -(3',4' -metilenodioxifenoximetil) -piperidina, um potente e seletivo inibidor de recaptação de 5-hidroxitriptamina (5-HT, serotonina).

Acredita-se que sua ação antidepressiva e sua eficácia no tratamento do TOC e da doença do pânico esteja relacionada à sua inibição específica da recaptação de 5-HT pelos neurônios13 cerebrais.

O cloridrato de paroxetina não está quimicamente relacionado aos antidepressivos tricíclicos, tetracíclicos e a outros antidepressivos disponíveis.

Os principais metabólitos14 de AROPAX (cloridrato de paroxetina) são polares e conjugados por oxidação e metilação, sendo rapidamente metabolizados.

Considerando-se a relativa falta de atividade farmacológica, é muito pouco provável que eles contribuam com os efeitos terapêuticos de AROPAX (cloridrato de paroxetina).

Propriedades farmacocinéticas
O cloridrato de paroxetina é bem absorvido após administração oral e sofre metabolismo15 de primeira passagem.

A meia-vida de eliminação é variável mas geralmente é de cerca de 1 dia. O estado de equilíbrio dos níveis sistêmicos16 é atingido em 7-14 dias após o início do tratamento, e a farmacocinética parece não se alterar durante o tratamento prolongado.

O tratamento prolongado com AROPAX (cloridrato de paroxetina) tem demonstrado que a eficácia antidepressiva é mantida por períodos de pelo menos um ano.

Em estudos controlados por placebo17, a eficácia de AROPAX (cloridrato de paroxetina) no tratamento da Doença do Pânico tem se mantido por pelo menos um ano.

- INDIÇAÇÕES:

AROPAX (cloridrato de paroxetina) é indicado para o tratamento dos sintomas1 de doença depressiva de todos os tipos, incluindo depressão reativa e grave e depressão acompanhada por ansiedade.  Após uma resposta satisfatória inicial, a continuação do tratamento com AROPAX (cloridrato de paroxetina) é eficaz na prevenção de recorrência2 da depressão.

AROPAX (cloridrato de paroxetina) também é indicado para o tratamento dos sintomas1 e prevenção de recorrência2 do Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC); para o tratamento dos sintomas1 e prevenção de recorrência2 da Doença do Pânico, com ou sem agorafobia18; e, ainda, para o tratamento da Fobia3 Social/Transtorno da Ansiedade Social - DMS-IV.

- CONTRA-INDICAÇÕES:

AROPAX (cloridrato de paroxetina) É CONTRA-INDICADO PARA PACIENTES11 COM CONHECIDA HIPERSENSIBILIDADE À DROGA OU A QUALQUER COMPONENTE DO PRODUTO.

AROPAX (CLORIDRATO DE PAROXETINA) NÃO DEVE SER USADO CONCOMITANTEMENTE COM INIBIDORES DA MAO19. (VEJA ADVERTÊNCIAS).

- ADVERTÊNCIAS:

AROPAX (cloridrato de paroxetina) não deve ser usado em combinação com inibidores da monoamino oxidase (MAO19) ou durante as 2 semanas após o término do tratamento com este tipo de substância, portanto, o tratamento deve ser iniciado com cautela e a dose deve ser aumentada gradualmente até que a resposta ótima seja atingida.

Os inibidores da MAO19 não devem ser administrados durante as 2 semanas após o término do tratamento com AROPAX (cloridrato de paroxetina).

- PRECAUÇÕES:

História de mania
Da mesma forma que ocorre com todos os antidepressivos, AROPAX (cloridrato de paroxetina) deve ser usado com cautela em pacientes que apresentem história de mania.

Anticoagulantes20 orais
AROPAX
(cloridrato de paroxetina) deve ser administrado com grande cautela em pacientes recebendo anticoagulantes20 orais (veja Interações).

Triptofano
Uma vez que experiências adversas foram relatadas quando triptofano foi administrado com outro inibidor seletivo de recaptação da serotonina (ISRS), Aropax (cloridrato de paroxetina) não deve ser usado em combinação com medicação à base de triptofano (veja Interações).

Problemas cardíacos

Da mesma forma que ocorre com todas as drogas psicoativas, recomenda-se cautela no tratamento de pacientes com problemas cardíacos.

Epilepsia21
Da mesma forma que ocorre com outros antidepressivos, AROPAX (cloridrato de paroxetina) deve ser usado com cuidado em pacientes com epilepsia21.

Convulsões
Em geral, a incidência22 de convulsões é < 0,1 % em pacientes tratados com AROPAX (cloridrato de paroxetina). A droga deve ser descontinuada em qualquer paciente que apresente convulsão23.

Glaucoma24
Assim como ocorre com outros ISRSs, Aropax (cloridrato de paroxetina) raramente causou midríase25 e deve ser usado com cautela em pacientes com glaucoma24 de ângulo agudo26.

Terapia eletroconvulsiva (TEC)
Há pouca experiência clínica em relação à administração concomitante de
AROPAX (cloridrato de paroxetina) em pacientes sob TEC. No entanto, houve raros relatos de convulsões prolongadas induzidas por TEC e/ou convulsões secundárias em pacientes tratados com ISRSs.

Neurolépticos27
Aropax
(cloridrato de paroxetina) deve ser usado com cautela em pacientes já recebendo neurolépticos27 porque sintomas1 sugestivos de Síndrome28 Maligna Neuroléptica foram relatados com esta combinação.

Agravamento da depressão, idéias suicidas e a possibilidade de suicídio são inerentes a pacientes sofrendo de doença depressiva. Conseqüentemente, os pacientes devem ser cuidadosamente monitorados durante o tratamento, até que ocorra remissão significativa.

Hiponatremia29 foi raramente relatada, predominantemente em idosos. A hiponatremia29 geralmente reverte com a descontinuação da paroxetina.

Sangramento na pele30 e membranas mucosas31 foi relatado após tratamento com AROPAX (cloridrato de paroxetina). Portanto,  AROPAX (cloridrato de paroxetina) deve ser usado com cautela em pacientes sob tratamento concomitante com drogas que aumentem o risco de sangramento e, em pacientes com tendência conhecida a sangramento ou naqueles com predisposição.

Capacidade de dirigir / operar máquinas
Experiências clínicas têm demonstrado que a terapia com AROPAX (cloridrato de paroxetina) não está associada à deterioração das funções cognitiva32 e psicomotora33. Contudo, como com todas as drogas psicoativas, os pacientes devem ser advertidos quanto à sua capacidade de dirigir veículos motorizados ou operar máquinas.

Gravidez4 e lactação34
Embora os estudos em animais não tenham demonstrado quaisquer efeitos teratogênico35 ou embriotóxico seletivo, a segurança de AROPAX (cloridrato de paroxetina) na gravidez4 humana ainda não foi estabelecida; portanto, AROPAX (cloridrato de paroxetina) não deve ser usado durante a gravidez4 ou em mulheres que estejam amamentando, a não ser que, na opinião do médico, os benefícios potenciais justifiquem os possíveis riscos.

- INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS E OUTRAS INTERAÇÕES:

Alimentos / antiácidos36
A absorção e farmacocinética de AROPAX (cloridrato de paroxetina) não são afetadas por alimentos ou antiácidos36.

IMAOs / triptofano / outros ISRSs
A co-administração de drogas serotonérgicas (ex.: IMAOs, triptofano, outros ISRSs) pode levar a uma alta incidência22 de efeitos associados à serotonina. Os sintomas1 incluíram agitação, confusão, diaforese37, alucinações38, hiper-reflexia, mioclonia39, calafrios40, taquicardia41 e tremor.

Indutores / inibidores do metabolismo15 enzimático
O metabolismo15 e a farmacocinética do cloridrato de paroxetina podem ser afetados por drogas que induzem ou inibem o metabolismo15 enzimático da droga. Quando AROPAX (cloridrato de paroxetina) é co-administrado com uma droga inibidora do metabolismo15, o uso da dose mínima deve ser considerado.

Nenhum ajuste inicial na dosagem do cloridrato de paroxetina é considerado necessário quando a droga é co-administrada com drogas indutoras do metabolismo15 enzimático. Qualquer ajuste subseqüente de dosagem deve ser baseado nos efeitos clínicos (tolerância e eficácia).

Álcool
Embora AROPAX (cloridrato de paroxetina) não aumente a deterioração da habilidade mental e motora causada pelo álcool, o uso concomitante de álcool e AROPAX (cloridrato de paroxetina) não é aconselhado.

Haloperidol / amilobarbitona / oxazepam
Experiências em um número limitado de indivíduos sadios têm demonstrado que AROPAX (cloridrato de paroxetina) não aumenta a sedação42 e a sonolência associadas ao haloperidol, amilobarbitona ou oxazepam, quando administrados em combinação.

Lítio
Estudos em pacientes deprimidos estabilizados com lítio não demonstraram nenhuma interação farmacocinética entre Aropax (cloridrato de paroxetina) e lítio. No entanto, uma vez que a experiência é limitada, a administração concomitante de AROPAX (cloridrato de paroxetina) e lítio deve ser feita com cautela e os níveis de lítio devem ser monitorados.

Fenitoína / anticonvulsivantes
A co-administração de AROPAX (cloridrato de paroxetina) e fenitoína é associada à diminuição da concentração plasmática do cloridrato de paroxetina e aumento das experiências adversas. Nenhum ajuste inicial na dosagem de Aropax (cloridrato de paroxetina) é considerado necessário quando estas drogas são co-administradas; qualquer ajuste posterior da dosagem deve ser baseado nos efeitos clínicos. A co-administração de AROPAX (cloridrato de paroxetina) com outros anticonvulsivantes também pode ser associada ao aumento da incidência22 de experiências adversas.

Warfarina / anticoagulantes20 orais
Pode haver uma interação farmacodinâmica entre o cloridrato de paroxetina e a warfarina, que pode resultar em alteração do tempo de protrombina43 e em aumento de sangramento. O cloridrato de paroxetina deve, portanto, ser administrado com grande cautela em pacientes recebendo anticoagulantes20 orais.

Antidepressivos tricíclicos
Os efeitos da administração concomitante de Aropax (cloridrato de paroxetina) com antidepressivos tricíclicos não foram estudados. O uso concomitante de Aropax (cloridrato de paroxetina) com estas drogas deve, portanto, ser considerado com cautela.

Prociclidina
Aropax
(cloridrato de paroxetina) pode aumentar significativamente os níveis plasmáticos de prociclidina. A dose de prociclidina deve ser reduzida se efeitos anticolinérgicos forem observados.

Isoenzimas P450
Como outros antidepressivos, incluindo outros ISRSs, a paroxetina inibe a enzima44 CYP2D6 do citocromo P450. Isto pode levar a uma elevação do nível plasmático das drogas co-administradas que são metabolizadas por essa enzima44. Estas incluem certos antidepressivos tricíclicos (ex.: nortriptilina, amitriptilina, imipramina e desipramina), neurolépticos27 fenotiazínicos (ex.: perfenazina e tioridazina) e antiarrítmicos Tipo 1c (ex.: propafenona e flecainida).

- REAÇÕES ADVERSAS:

Em pesquisas clínicas controladas, as reações adversas mais comumente observadas e associadas ao uso de AROPAX (cloridrato de paroxetina), foram: náusea5, sonolência, sudorese45, tremor, astenia46, boca6 seca, insônia, disfunção sexual (incluindo impotência47 e distúrbios de ejaculação48), vertigem7, constipação8, diarréia9 e apetite diminuído. as experiências adversas podem diminuir de intensidade e freqüência com a continuação do tratamento e, em geral, não causam a interrupção do tratamento.

além disso, durante o uso clínico de Aropax (cloridrato de paroxetina), houve relato do seguinte :

Sistema nervoso49: alucinações38, hipomania e agitação foram relatadAs, além da síndrome28 serotonérgica. como para outros ISRSs, confusão também foi relatada. reações extrapiramidais foram raramente relatadas, incluindo distonia50 orofacial. algumas vezes, ocorreram em pacientes com desordens latentes de movimento que estavam usando medicação neuroléptica. Houve raros relatos de convulsões. síndrome28 maligna neuroléptica (geralmente em pacientes recebendo medicação neuroléptica concomitante ou recentemente descontinuada) também foi raramente relatada.

sistema digestivo51: houve relatos de vômito10. elevação das enzimas hepáticas52 foi relatada. EVENTOS HEPÁTICOS (TAIS COMO HEPATITE53, ALGUMAS VEZES ASSOCIADA A ICTERÍCIA54 E/OU INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA55) FORAM RELATADOS MUITO RARAMENTE. a descontinuação de Aropax (cloridrato de paroxetina) deve ser considerada se houver elevação prolongada dos resultados dos testes da função hepática56.

Pele30 e anexos57: houve raros relatos de REAÇÕES ALÉRGICAS (TAIS COMO ANGIOEDEMA58, URTICÁRIA59 E REAÇÕES DE PELE30) e reações de fotossensibilidade.

metabólicos / endócrinos: hiponatremia29 foi raramente relatada, com predominância em idosos, e pode estar associada à síndrome28 de secreção INAPROPRIADA DE HORMÔNIO60 antidiurético (SIHAD). a hiponatremia29 geralmente reverte com a descontinuação de Aropax (cloridrato de paroxetina). houve raros relatos de sintomas1 sugestivos de hiperprolactinemia / galactorréia61.

cardiovasculares: assim como outros iSRSs, ALTERAÇÕES TRANSITÓRIAS NA PRESSÃO SANGÜÍNEA62 FORAM RELATADAS, GERALmente EM PACIENTES COM HIPERTENSÃO63 PReEXISTENTE OU ANSIEDADE. TAQUICARDIA41 FOI RARAMENTE RELATADA.

HEMATOLÓGICOS: HOUVE RAROS RELATOS DE SANGRAMENTO ANORMAL, PREDOMINANTEMENTE NA PELE30 E MEMBRANAS MUCOSAS31 (PRINCIPALMENTE EQUIMOSE64) APÓS TRATAMENTO COM AROPAX (CLORIDRATO DE PAROXETINA). TROMBOCITOPENIA65 FOI RARAMENTE RELATADA.

OUTROS: HOUVE RAROS RELATOS DE GLAUCOMA24 AGUDO26, RETENÇÃO URINÁRIA66 E EDEMA67 PERIFÉRICO.

É menos provável que o uso de AROPAX (cloridrato de paroxetina) esteja associado a boca6 seca, constipação8 e sonolência do que o uso dos antidepressivos tricíclicos.

Sintomas1 incluindo vertigem7, distúrbio sensorial (p.ex.: parestesia68), ansiedade, distúrbios do sono (incluindo sonhos ANORMAIS), agitação, tremor, náusea5, sudorese45 e confusão foram relatados após descontinuação abrupta do tratamento. Eles são geralmente auto-limitados e o tratamento sintomático69 raramente é necessário. Nenhum grupo de pacientes em particular pareceu estar sob risco maior de apresentar estes sintomas1; portanto, recomenda-se que, quando o tratamento antidepressivo não for mais necessário, seja considerada a descontinuação gradual por redução de dosagem ou administração em dias alternados.

Reações maníacas foram rAramente relatadas.

Visão70 turva foi relatada.

Posologia de Aropax

Recomenda-se que AROPAX (cloridrato de paroxetina) seja administrado em dose única diária, pela manhã, juntamente com a alimentação. Os comprimidos devem ser deglutidos inteiros, sem mastigar.

Da mesma forma que ocorre com todas as drogas antidepressivas, a posologia deve ser avaliada e ajustada, se necessário, dentro de 2 a 3 semanas após o início do tratamento, e conforme considerado clinicamente apropriado.

Os pacientes devem ser tratados por um período suficiente para garantir que estejam livres dos sintomas1. Este período pode ser de vários meses para o tratamento da depressão, podendo ser mais longo para o tratamento do Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) e da Doença do Pânico.

Da mesma forma que com muitos medicamentos psicoativos, a descontinuação abrupta deve ser evitada (veja "Reações Adversas").

. Adultos:

Depressão
A dose recomendada é de 20mg ao dia.

Em alguns pacientes, pode ser necessário aumentar a dose. Isto deve ser feito gradativamente, em aumentos de 10mg até 50mg/dia, de acordo com a resposta do paciente.

Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC)
A dose recomendada é de 40mg ao dia.

O tratamento deve ser iniciado com 20mg ao dia e a dose pode ser aumentada semanalmente, em aumentos de 10mg.

Alguns pacientes se beneficiam pelo aumento da dosagem até o máximo de 60mg/dia.

Doença do Pânico
A dose recomendada é de 40mg ao dia.

O tratamento deve ser iniciado com 10mg ao dia e a dose deve ser aumentada semanalmente, em aumentos de 10mg, de acordo com a resposta do paciente.

Alguns pacientes podem se beneficiar pelo aumento da dosagem até o máximo de 50mg/dia.

Uma dose inicial baixa é recomendada para minimizar a piora potencial da sintomatologia do pânico que, conforme se reconhece, geralmente ocorre no início do tratamento da Doença do Pânico.
Fobia3 Social/Transtorno de Ansiedade Social
A dose recomendada é de 20mg ao dia. Os pacientes que não responderem à dose de 20mg, podem se beneficiar pelo aumento da dosagem em aumentos de 10mg, conforme necessário, até o máximo de 50mg/dia. As alterações de dosagem devem ocorrer em intervalos de pelo menos 1 semana.

            .    Pacientes idosos
           
Em pacientes idosos ocorre aumento das concentrações plasmáticas de cloridrato de paroxetina.

A posologia deve ser iniciada com 20mg ao dia e pode ser aumentada semanalmente, em aumentos de 10mg até o máximo de 40mg/dia, de acordo com a resposta do paciente.
           
.     Crianças     

           O uso de AROPAX (cloridrato de paroxetina) não é recomendado em crianças porque a segurança e eficácia do cloridrato de paroxetina ainda não foram estabelecidas nesta população.
           
Insuficiência renal71/hepática56

Em pacientes com insuficiência renal71 grave (clearance de creatinina72 < 30ml/min) ou insuficiência hepática55 grave ocorre aumento das concentrações plasmáticas de cloridrato de paroxetina. A posologia recomendada é de 20mg ao dia. Aumentos de dosagem, se necessário, deverão ser restritos à dosagem mínima da faixa permitida.
           
Abuso e dependência:

Até o momento, não existem relatos que evidenciem ser o cloridrato de paroxetina uma droga capaz de causar abuso ou dependência. No entanto, não deve ser esquecido que todas as drogas que atuam no nível do sistema nervoso central73, estimulando-o ou inibindo-o, podem potencialmente estar relacionadas como causa de dependência.

O paciente com depressão, ou história de abuso ou dependência de alguma droga, deve estar sob observação médica contínua.

- SUPERDOSAGEM:

Uma ampla margem de segurança é evidente a partir dos dados disponíveis. Casos de superdosagem foram relatados em pacientes que administraram até 2000mg de paroxetina pura ou em combinação com outras drogas, incluindo álcool. As experiências de superdosagem com AROPAX demonstraram os seguintes sintomas1: náusea5, vômito10, tremor, pupila dilatada, boca6 seca, irritabilidade, sudorese45, sonolência, febre74, alterações na pressão arterial75, cefaléia76, contrações musculares involuntárias, agitação, ansiedade e taquicardia41, mas não convulsão23.

Coma77 ou alterações no ECG foram ocasionalmente relatados e muito raramente um resultado fatal, mas geralmente quando AROPAX (cloridrato de paroxetina) foi administrado em associação com outras drogas psicotrópicas, com ou sem álcool.

Não se conhece um antídoto78 específico. O tratamento deve consistir de medidas gerais empregadas nos casos de superdosagem com qualquer antidepressivo. A rápida administração de carvão ativado pode retardar a absorção do cloridrato de paroxetina.


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.

AROPAX - Laboratório

GlaxoSmithKline
Estrada dos Bandeirantes, 8464
Rio de Janeiro/RJ - CEP: 22783-110

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Complementos

1 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
2 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
3 Fobia: Medo exagerado, falta de tolerância, aversão.
4 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
5 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
6 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
7 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
8 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
9 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
10 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
11 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
12 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
13 Neurônios: Unidades celulares básicas do tecido nervoso. Cada neurônio é formado por corpo, axônio e dendritos. Sua função é receber, conduzir e transmitir impulsos no SISTEMA NERVOSO. Sinônimos: Células Nervosas
14 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
15 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
16 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
17 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
18 Agorafobia: Estado de medo mórbido de se achar sozinho em grandes espaços abertos ou de atravessar lugares públicos. Também conhecida como cenofobia.
19 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
20 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
21 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
22 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
23 Convulsão: Episódio agudo caracterizado pela presença de contrações musculares espasmódicas permanentes e/ou repetitivas (tônicas, clônicas ou tônico-clônicas). Em geral está associada à perda de consciência e relaxamento dos esfíncteres. Pode ser devida a medicamentos ou doenças.
24 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
25 Midríase: Dilatação da pupila. Ela pode ser fisiológica, patológica ou terapêutica.
26 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
27 Neurolépticos: Medicamento que exerce ação calmante sobre o sistema nervoso, tranquilizante, psicoléptico.
28 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
29 Hiponatremia: Concentração de sódio sérico abaixo do limite inferior da normalidade; na maioria dos laboratórios, isto significa [Na+] < 135 meq/L, mas o ponto de corte [Na+] < 136 meq/L também é muito utilizado.
30 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
31 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
32 Cognitiva: 1. Relativa ao conhecimento, à cognição. 2. Relativa ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
33 Psicomotora: Própria ou referente a qualquer resposta que envolva aspectos motores e psíquicos, tais como os movimentos corporais governados pela mente.
34 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
35 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
36 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
37 Diaforese: Sudação, transpiração intensa.
38 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
39 Mioclonia: Contração muscular súbita e involuntária que se verifica especialmente nas mãos e nos pés, devido à descarga patológica de um grupo de células nervosas.
40 Calafrios: 1. Conjunto de pequenas contrações da pele e dos músculos cutâneos ao longo do corpo, muitas vezes com tremores fortes e palidez, que acompanham uma sensação de frio provocada por baixa temperatura, má condição orgânica ou ainda por medo, horror, nojo, etc. 2. Sensação de frio e tremores fortes, às vezes com bater de dentes, que precedem ou acompanham acessos de febre.
41 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
42 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
43 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
44 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
45 Sudorese: Suor excessivo
46 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
47 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
48 Ejaculação: 1. Ato de ejacular. Expulsão vigorosa; forte derramamento (de líquido); jato. 2. Em fisiologia, emissão de esperma pela uretra no momento do orgasmo. 3. Por extensão de sentido, qualquer emissão. 4. No sentido figurado, fartura de palavras; arrazoado.
49 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
50 Distonia: Contração muscular involuntária causando distúrbios funcionais, dolorosos e estéticos.
51 Sistema digestivo: O sistema digestivo ou digestório realiza a digestão, processo que transforma os alimentos em substâncias passíveis de serem absorvidas pelo organismo. Os materiais não absorvidos são eliminados por este sistema. Ele é composto pelo tubo digestivo e por glândulas anexas.
52 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
53 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
54 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
55 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
56 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
57 Anexos: 1. Que se anexa ou anexou, apenso. 2. Contíguo, adjacente, correlacionado. 3. Coisa ou parte que está ligada a outra considerada como principal. 4. Em anatomia geral, parte acessória de um órgão ou de uma estrutura principal. 5. Em informática, arquivo anexado a uma mensagem eletrônica.
58 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
59 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
60 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
61 Galactorréia: Secreção mamária anormal de leite fora do período de amamentação. Pode ser produzida por distúrbios hormonais ou pela ação de medicamentos.
62 Pressão sangüínea: Força exercida pelo sangue arterial por unidade de área da parede arterial. É expressa como uma razão (Exemplo: 120/80, lê-se 120 por 80). O primeiro número é a pressão sistólica ou pressão máxima. E o segundo número é a presão diastólica ou mínima.
63 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
64 Equimose: Mancha escura ou azulada devido à infiltração difusa de sangue no tecido subcutâneo. A maioria aparece após um traumatismo, mas pode surgir espontaneamente em pessoas que apresentam fragilidade capilar ou alguma coagulopatia. Após um período de tempo variável, a equimose desaparece passando por diferentes gradações: violácea, acastanhada, esverdeada e amarelada.
65 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
66 Retenção urinária: É um problema de esvaziamento da bexiga causado por diferentes condições. Normalmente, o ato miccional pode ser iniciado voluntariamente e a bexiga se esvazia por completo. Retenção urinária é a retenção anormal de urina na bexiga.
67 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
68 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
69 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
70 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
71 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
72 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
73 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
74 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
75 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
76 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
77 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
78 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.

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