FLORINEFE Comprimidos

B-MS

Atualizado em 08/12/2014

FLORINEFE Comprimidos
Acetato de fludrocortisona
Comprimidos
USO ORAL
USO ADULTO

Apresentação de Florinefe Comprimidos

FLORINEFE é apresentado em frascos contendo 100 comprimidos sulcados.

Composição de Florinefe Comprimidos

Cada comprimido de FLORINEFE contém:Acetato de fludrocortisona................0,1 mg
Ingredientes inativos: lactose1, fosfato de cálcio dibásico, amido, benzoato de sódio, talco e estearato de magnésio.
O acetato de fludrocortisona e a fludrocortisona possuem peso molecular de 422,5 g/mol e 380,45 g/mol respectivamente, portanto a fludrocortisona representa 90,1% do peso molecular do sal acetato de fludrocortisona.

Informações ao Paciente de Florinefe Comprimidos

AÇÃO DO MEDICAMENTO
FLORINEFE é um medicamento que contém como substância ativa, a fludrocortisona, que age nas situações onde exista uma deficiência de corticóides no organismo.
INDICAÇÕES DO MEDICAMENTO
FLORINEFE é indicado como terapia de substituição parcial nos casos de insuficiência2 adrenocortical (Doença de Addison) primária e secundária, e para o tratamento da síndrome3 adrenogenital de perda de sal.
RISCOS DO MEDICAMENTO
Contraindicações

Você não deve utilizar FLORINEFE se for alérgico a fludrocortisona ou a qualquer componente da formulação.
Advertências
Doses médias e elevadas de hidrocortisona ou cortisona podem causar elevação da pressão sanguínea, retenção hidrossalina e aumento da excreção de potássio.
A ingestão de sal deve ser cuidadosamente monitorizada a fim de evitar o desenvolvimento da hipertensão4, edema5 ou aumento de peso.
Controles periódicos dos níveis séricos dos eletrólitos6 durante a terapia prolongada é aconselhável; restrição de sal na dieta e suplementação7 de potássio podem ser necessários.
Todos os corticosteróides aumentam a excreção do cálcio, que pode levar à osteoporose8 ou pode agravar uma condição preexistente de osteoporose8.
Os corticosteróides podem mascarar alguns sinais9 de infecção10 e novas infecções11 podem ocorrer durante o seu uso.
Você não deve ser vacinado ou imunizado enquanto sob corticoterapia.
O uso prolongado de corticosteróides pode produzir catarata12 subcapsular posterior ou glaucoma13 com possível lesão14 dos nervos óticos e pode aumentar a ocorrência de infecções11 oculares secundárias.
Precauções
Gerais

Reações adversas a corticosteróides podem ser produzidas pela interrupção ou pelo emprego contínuo de doses elevadas.
A fim de evitar a insuficiência2 adrenal induzida pela droga, dosagem de suporte pode ser necessária em períodos de "stress" (tais como trauma, cirurgia, ou doença grave), tanto durante o tratamento com FLORINEFE como durante o período subsequente de 12 meses.
Ocorre uma exacerbação do efeito corticosteróide em pacientes com hipotireoidismo15 (produção insuficiente de hormônio16 da tireóide) e naqueles com cirrose17.
Corticosteróides devem ser usados com precaução em pacientes com herpes simples ocular devido a uma possível perfuração da córnea18.
Perturbações psíquicas podem ocorrer quando do uso de corticosteróides.
Deve-se usar corticosteróides com precaução em pacientes com colite19 ulcerativa inespecífica (se
existir probabilidade de perfuração, abcesso ou outra infecção10 piogênica), com diverticulite20 (inflamação21 do divertículo22), anastomoses23 intestinais recentes, úlcera péptica24 ativa ou latente, insuficiência renal25, glomerulonefrite26 aguda (inflamação21 do glomérulo27), nefrite28 crônica (inflamação21 do rim29), hipertensão4 (aumento da pressão arterial30), insuficiência cardíaca31-congestiva, tromboflebite32 (inflamação21 da veia associada com a formação de trombos33), tromboembolismo34, osteoporose8, exantema35 (erupção36 cutânea37), síndrome de Cushing38, diabetes mellitus39, distúrbios convulsivos, carcinoma40 metastático e miastenia41 grave (debilidade muscular). Além disso, a corticoterapia provoca irregularidades menstruais e hiperacidez ou úlcera péptica24. Recomenda-se uma ingestão adequada de proteínas42 para pacientes43 sob tratamento longo com corticosteroides para contrabalançar qualquer tendência à perda de peso ou fraqueza muscular associadas ao balanço negativo de nitrogênio.
Carcinogênese, Mutagênese e Comprometimento da Fertilidade
Não existem dados suficientes para se determinar se o acetato de fludrocortisona tem atividade mutagênica ou carcinogênica ou se afeta a fertilidade em machos ou fêmeas.
Uso na gravidez44 e na lactação45
Muitos corticosteróides mostraram ser teratogênicos46 em animais de laboratório, em baixas doses.
Já que estudos adequados de reprodução47 humana não têm sido realizados com corticosteróides, o uso destas drogas na gravidez44, na amamentação48 ou por mulheres com probabilidade de engravidar deve ser analisado para os possíveis benefícios da droga contra os danos potenciais para a mãe, o embrião, feto49 ou lactente50.
Recém-nascidos de mães que receberam doses substanciais de acetato de fludrocortisona durante a gravidez44 devem ser cuidadosamente observados para sinais9 de depressão adrenal.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.
Uso geriátrico

Os efeitos adversos de corticosteróides sistêmicos51, tais como osteoporose8 ou hipertensão4 podem estar associados com consequências mais sérias em pacientes idosos. Portanto, recomenda-se supervisão clínica cuidadosa.
Interações medicamentosas
Quando usadas concomitantemente, as seguintes drogas podem interagir com os adrenocorticosteróides:
Anfotericina B ou diuréticos52 depletores de potássio - (benzotiadiazinas e derivados, ácido etacrínico e furosemida) - aumento da hipocalemia53 (baixa concentração de potássio no sangue54).
Os níveis de potássio sérico devem ser avaliados periodicamente; se necessário, usar suplementos de potássio.
Anticolinesterases - efeitos do agente anticolinesterase podem ser antagonizados.
Anticoagulantes55 orais - os corticosteróides podem aumentar ou diminuir a ação anticoagulante56.
Pacientes que estiverem fazendo uso de anticoagulantes55 orais e corticóides devem ser monitorados cuidadosamente.
Drogas antidiabéticas (agentes orais e insulina57) - têm seu efeito hipoglicemiante58 diminuído. O paciente deve ser monitorado para os sintomas59 de hiperglicemia60; a dosagem da droga antidiabética deve ser ajustada, se necessário.
Drogas antituberculose - as concentrações séricas de isoniazida podem estar diminuídas em alguns pacientes.
Ciclosporina - pode haver aumento das atividades da ciclosporina e dos corticosteróides quando são administrados concomitantemente.
Glicosídeos digitálicos - risco maior de arritmias61 ou intoxicação digitálica associada à hipocalemia53. Os níveis de potássio sérico devem ser controlados; se necessário, usar suplementos de potássio.
Estrógenos (inclusive contraceptivos orais) - a meia-vida e a concentração do corticosteroide podem aumentar e o "clearance" diminuir.
Indutores das enzimas hepáticas62 (p.ex.: barbituratos, fenitoína, carbamazepina, rifampicina) - o "clearance" metabólico da fludrocortisona aumenta.
Hormônio16 do crescimento humano - o efeito promotor do crescimento que o hormônio16 do crescimento humano possui pode ser inibido.
Cetoconazol - o "clearance" do corticosteróide pode diminuir, resultando em efeito terapêutico exacerbado.
Relaxantes musculares não-despolarizantes - os corticosteróides podem diminuir ou aumentar a ação bloqueadora neuromuscular.
Agentes antiinflamatórios não-esteroidais - aumento do efeito ulcerogênico; diminuição do efeito farmacológico do ácido acetilsalicílico.
Drogas tireoideanas - o "clearance" metabólico dos adrenocorticóides é menor em pacientes com hipotireoidismo15 e maior em pacientes com hipertireoidismo63 (aumento excessivo da produção de hormônio16 da tireóide).
Vacinas - complicações neurológicas e ausência de resposta imunológica podem ocorrer quando pacientes em corticoterapia são vacinados.
Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde64.
MODO DE USO
Aspecto físico e características organolépticas

Os comprimidos de FLORINEFE são redondos, uniformes, biconvexos, brancos, praticamente inodoros. Eles são isentos de impurezas visíveis. São sulcados de um lado e têm "SQUIBB" e "429" gravado do outro lado.
Como usar
Os comprimidos de FLORINEFE são de uso oral e devem ser tomados com um pouco de água e independentemente das refeições.
POSOLOGIA
Insuficiência2 adrenocorticóide (crônica)

Na doença de Addison, a associação de FLORINEFE com um glicocorticóide, tal como a hidrocortisona ou cortisona, representa terapia de substituição para uma atividade adrenal normal aproximada.
A dose oral usual para adultos, adolescentes e pacientes idosos é de 1 comprimido (0,1 mg) de FLORINEFE ao dia, embora se empregue dosagens variando de 1 comprimido (0,1 mg) três vezes por semana a 2 comprimidos (0,2 mg) diariamente. Se houver desenvolvimento de
hipertensão4 como uma consequência da terapia, a dose deve ser reduzida para 0,05 mg ao dia.
Administra-se preferivelmente FLORINEFE em associação com a cortisona (de 10 mg a 37,5 mg ao dia em doses divididas) ou hidrocortisona (de 10 mg a 30 mg em doses divididas).
Síndrome3 adrenogenital com perda de sal
A dose oral recomendada para o tratamento da síndrome3 adrenogenital com perda de sal é de 1 comprimido (0,1 mg) a 2 comprimidos (0,2 mg) de FLORINEFE ao dia.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento.
REAÇÕES ADVERSAS

As reações adversas de FLORINEFE mais frequentes são hipertensão4 (aumento da pressão arterial30), edema5, hipertrofia65 cardíaca, insuficiência cardíaca congestiva66, perda de potássio e alcalose67 hipocalêmica (diminuição do nível de potássio e ácidos no sangue54).
Outras reações que podem ocorrer: anorexia68, convulsões, diarreia69, cefaleia70, atrofia71 muscular, miastenia41 (debilidade muscular), superdosagem, síncope72, alterações do paladar73, alucinações74.
Informe ao seu médico o aparecimento de reações indesejáveis.
CONDUTA EM CASO DE SUPERDOSE
Crônica

O desenvolvimento de hipertensão4, edema5, hipocalemia53, aumento excessivo de peso e aumento do tamanho do coração75 podem ser sinais9 de superdosagem de FLORINEFE. Quando forem observados, a administração da droga deve ser suspensa, após a qual os sintomas59 costumam diminuir dentro de alguns dias; a continuação do tratamento com FLORINEFEdeve ser feito, se necessário, com uma dose reduzida. Fraqueza muscular pode ser observada devido à excessiva perda de potássio, podendo ser tratada pela administração de suplementos de potássio. O controle regular da pressão arterial30 e dos eletrólitos6 séricos pode ajudar a prevenir a ocorrência de superdosagem.
Aguda
Para superdosagem aguda, o tratamento inclui lavagem gástrica76 e medidas de suporte usuais.
Pacientes idosos: Os efeitos adversos de corticosteróides sistêmicos51, tais como osteoporose8 ou hipertensão4 podem estar associados com consequências mais sérias em pacientes idosos.
Portanto, recomenda-se supervisão clínica cuidadosa.
CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO
Você deve armazenar este medicamento em frasco fechado, sob refrigeração (temperatura entre 2º a 8º C).
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Informações Técnicas Aos Profissionais de Saúde64 de Florinefe Comprimidos

Características Farmacológicas de Florinefe Comprimidos

DESCRIÇÃO
O princípio ativo de FLORINEFE comprimidos é o acetato de fludrocortisona, um esteroide adrenocortical sintético que possui potentes propriedades mineralocorticóides e marcante atividade glicocorticóide; é utilizado somente por seus efeitos mineralocorticóides.
FARMACOLOGIA77 CLÍNICA
Os corticosteróides parecem agir, ao menos em parte, no controle da velocidade da síntese de proteína ao nível celular. A relação entre esta atividade e os efeitos metabólicos não está completamente explicada.
A ação fisiológica78 do acetato de fludrocortisona é semelhante à da hidrocortisona, mas o efeito glicocorticóide é 15 vezes maior e o efeito mineralocorticóide é 125 vezes maior. A reabsorção de sódio nos túbulos distais79 dos rins80 parece contribuir para a ação fisiológica78 característica dos mineralocorticóides. Os mineralocorticóides agem sobre os túbulos distais79 dos rins80.
Em pequenas doses, o acetato de fludrocortisona produz marcante retenção de sódio e aumenta a excreção urinária de potássio e hidrogênio. Proporciona elevação da pressão sanguínea, aparentemente decorrente de sua ação sobre os níveis de eletrólitos6. Em altas doses, o acetato de fludrocortisona inibe a secreção endógena do córtex adrenal, a atividade tímica e a excreção da corticotrofina hipofisária; proporciona depósito de glicogênio81 no fígado82 e, se não houver ingestão adequada de proteína, poderá provocar balanço negativo de nitrogênio.
A meia-vida farmacocinética da fludrocortisona é de aproximadamente 5,5 horas. É altamente ligada às proteínas42 plasmáticas e é eliminada pelos rins80, principalmente como metabólitos83 inativos. A meia-vida farmacodinâmica aproximada da fludrocortisona é de 18 a 36 horas. A duração da ação é de 1 a 2 dias.

Resultados de Eficácia de Florinefe Comprimidos

Dez pacientes com doença de Addison, dos quais nove com nível de aldosterona indetectável no plasma84, apresentavam depleção85 de sódio, água e altos níveis de atividade da renina no plasma84, apesar de receberem 0,05 - 0,1mg /dia de fludrocortisona além de uma dose ideal de glicocorticóide como terapia de reposição. A fludrocortisona foi retirada enquanto os pacientes estavam no hospital e a ingestão de sódio se manteve constante. Com esta retirada, houve uma natriurese86 com aumento da atividade da renina plasmática. Quando uma dose diária de 0,3 mg de fludrocortisona foi administrada, todos os pacientes retiveram sódio e água e ganharam peso.
Houve uma queda na atividade da renina plasmática em todos os pacientes e uma queda na ureia87 sanguínea e no potássio plasmático, além de um aumento no volume plasmático. No acompanhamento destes pacientes, uma dose de fludrocortisona foi ajustada de acordo com a atividade da renina plasmática. Para a maioria dos pacientes foi necessário 0,2 mg de fludrocortisona para manter o balanço de sódio e água adequado. Oito dos dez pacientes se sentiram melhor com o aumento da dose de fludrocortisona, enquanto dois não sentiram nenhuma mudança.¹

Indicações de Florinefe Comprimidos

FLORINEFE é indicado como terapia de substituição parcial nos casos de insuficiência2 adrenocortical (Doença de Addison) primária e secundária, e para o tratamento da síndrome3 adrenogenital de perda de sal.

Contraindicações de Florinefe Comprimidos

FLORINEFE é contraindicado em pacientes com suspeita ou com hipersensibilidade conhecida a fludrocortisona ou a qualquer dos ingredientes inativos.

Modo de Usar e Cuidados de Conservação Depois de Aberto de Florinefe Comprimidos

Este medicamento deve ser mantido em frasco fechado, sob refrigeração (temperatura entre 2º e 8º C).

Posologia de Florinefe Comprimidos

A dosagem depende da gravidade da doença e da resposta do paciente. A menor dose possível deve ser usada para controlar a condição a ser tratada e uma redução de dosagem deve ser feita (gradualmente) quando possível.Insuficiência2 adrenocorticóide (crônica)
Na doença de Addison, a associação de FLORINEFE com um glicocorticóide, tal como a hidrocortisona ou cortisona, representa terapia de substituição para uma atividade adrenal normal aproximada.
A dose usual para adultos, adolescentes e pacientes idosos é de 1 comprimido (0,1 mg) de FLORINEFE ao dia, embora se empregue dosagens variando de 1 comprimido (0,1 mg) três vezes por semana a 2 comprimidos (0,2 mg) diariamente. Se houver desenvolvimento de hipertensão4 como uma consequência da terapia, a dose deve ser reduzida para 0,05 mg ao dia.
Administra-se preferivelmente FLORINEFE em associação com a cortisona (de 10 mg a 37,5 mg ao dia em doses divididas) ou hidrocortisona (de 10 mg a 30 mg em doses divididas).
Síndrome3 Adrenogenital com perda de sal
A dose recomendada para o tratamento da Síndrome3 Adrenogenital com perda de sal é de 1 comprimido (0,1 mg) a 2 comprimidos (0,2 mg) de FLORINEFE ao dia.

Advertências de Florinefe Comprimidos

Gerais
Reações adversas a corticosteróides podem ser produzidas pela interrupção ou pelo emprego contínuo de doses elevadas.
A fim de evitar a insuficiência2 adrenal induzida pela droga, dosagem de suporte pode ser necessária em períodos de "stress" (tais como trauma, cirurgia, ou doença grave), tanto durante o tratamento com FLORINEFE como durante o período subsequente de 12 meses.
Ocorre uma exacerbação do efeito corticosteróide em pacientes com hipotireoidismo15 e naqueles com cirrose17.
Corticosteróides devem ser usados com precaução em pacientes com herpes simples ocular devido a uma possível perfuração da córnea18.
Perturbações psíquicas podem ocorrer quando do uso de corticosteróides. Estas podem variar de insônia, depressão (algumas vezes graves), euforia, oscilações do humor, manifestações psicóticas nítidas e alterações na personalidade. Instabilidade emocional preexistente ou tendências psicóticas também podem se agravar com corticosteróides. O uso de antidepressivos não contribui e pode exacerbar os distúrbios mentais induzidos por adrenocorticóides.
Deve-se usar corticosteróides com precaução em pacientes com colite19 ulcerativa inespecífica (se existir probabilidade de perfuração, abcesso ou outra infecção10 piogênica), com diverticulite20, anastomoses23 intestinais recentes, úlcera péptica24 ativa ou latente, insuficiência renal25, glomerulonefrite26 aguda, nefrite28 crônica, hipertensão4, insuficiência cardíaca31-congestiva, tromboflebite32, tromboembolismo34, osteoporose8, exantema35, síndrome de Cushing38, diabetes mellitus39, distúrbios convulsivos, carcinoma40 metastático e miastenia41 grave. Além disso, a corticoterapia provoca irregularidades menstruais e hiperacidez ou úlcera péptica24. Recomenda-se uma ingestão adequada de proteínas42 para pacientes43 sob tratamento longo com corticosteróides para contrabalançar qualquer tendência à perda de peso ou fraqueza muscular associadas ao balanço negativo de nitrogênio.
Devido ao seu efeito marcante sobre a retenção de sódio, o uso de FLORINEFE não é indicado no tratamento de afecções88 diferentes das especificadas.
Doses médias e elevadas de hidrocortisona ou cortisona podem causar elevação da pressão sanguínea, retenção hidrossalina e aumento da excreção de potássio. A ocorrência destes efeitos é menos provável com os derivados sintéticos exceto quando do seu uso em doses elevadas.
Visto que o acetato de fludrocortisona é um mineralocorticóide potente, tanto a dosagem como a ingestão de sal devem ser cuidadosamente monitorizadas a fim de evitar o desenvolvimento da hipertensão4, edema5 ou aumento de peso. O FLORINEFE não deve ser usado por pacientes com insuficiência cardíaca congestiva66 não-controlada.
Controles periódicos dos níveis séricos dos eletrólitos6 durante a terapia prolongada é aconselhável; restrição de sal na dieta e suplementação7 de potássio podem ser necessários.
Todos os corticosteróides aumentam a excreção do cálcio, que pode levar à osteoporose8 ou pode agravar uma condição preexistente de osteoporose8.
Os corticosteróides podem mascarar alguns sinais9 de infecção10 e novas infecções11 podem ocorrer durante o seu uso. Pode haver diminuição na resistência e impossibilidade de localizar a infecção10.
A terapia com corticosteróides pode levar casos de varicela89, sarampo90, herpes zoster91 ou infestações de nematelmintos a seguirem um curso mais grave ou até mesmo fatal em adultos não-imunes.
Os pacientes não devem ser vacinados ou imunizados enquanto sob corticoterapia, especialmente com doses elevadas, devido à falta de resposta na formação de anticorpos92 que predispõe a complicações médicas, particularmente as neurológicas.
O uso de acetato de fludrocortisona comprimidos em pacientes com tuberculose93 ativa deve ser restrito àqueles casos de tuberculose93 fulminante ou disseminada onde o corticosteróide é utilizado no tratamento da doença em associação com um regime terapêutico antituberculoso adequado. A quimioprofilaxia deve ser usada em pacientes com tuberculose93 latente ou reativos à tuberculina que estejam em tratamento com corticóides.
O uso prolongado de corticosteróides pode produzir catarata12 subcapsular posterior ou glaucoma13 com possível lesão14 dos nervos óticos e pode aumentar a ocorrência de infecções11 oculares secundárias.
Interações nos testes laboratoriais
Corticosteróides podem afetar o Teste de Nitrobluetetrazolium para infecções11 bacterianas, produzindo resultados falso-negativos.
Carcinogênese, Mutagênese e Comprometimento da Fertilidade
Não existem dados suficientes para se determinar se o acetato de fludrocortisona tem atividade mutagênica ou carcinogênica ou se afeta a fertilidade em machos ou fêmeas.
Uso na gravidez44 e na lactação45
Muitos corticosteróides mostraram ser teratogênicos46 em animais de laboratório, em baixas doses.
Já que estudos adequados de reprodução47 humana não têm sido realizados com corticosteróides, o uso destas drogas na gravidez44, na amamentação48 ou por mulheres com probabilidade de engravidar deve ser analisado para os possíveis benefícios da droga contra os danos potenciais para a mãe, o embrião, feto49 ou lactente50.
Recém-nascidos de mães que receberam doses substanciais de acetato de fludrocortisona durante a gravidez44 devem ser cuidadosamente observados para sinais9 de depressão adrenal.
Categoria de risco na gestação: C
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.

Uso em Idosos, Crianças e Outros Grupos de Risco de Florinefe Comprimidos

Uso geriátricoOs efeitos adversos de corticosteróides sistêmicos51, tais como osteoporose8 ou hipertensão4 podem estar associados com consequências mais sérias em pacientes idosos. Portanto, recomenda-se supervisão clínica cuidadosa.

Interações Medicamentosas de Florinefe Comprimidos

Quando usadas concomitantemente, as seguintes drogas podem interagir com os adrenocorticosteróides:
Anfotericina B ou diuréticos52 depletores de potássio - (benzotiadiazinas e derivados, ácido etacrínico e furosemida) - aumento da hipocalemia53. Os níveis de potássio sérico devem ser avaliados periodicamente; se necessário, usar suplementos de potássio (vide ADVERTÊNCIAS).
Anticolinesterases - efeitos do agente anticolinesterase podem ser antagonizados.
Anticoagulantes55 orais - os corticosteróides podem aumentar ou diminuir a ação anticoagulante56.
Pacientes que estiverem fazendo uso de anticoagulantes55 orais e corticóides devem ser monitorados cuidadosamente.
Drogas antidiabéticas (agentes orais e insulina57) - têm seu efeito hipoglicemiante58 diminuído. O paciente deve ser monitorado para os sintomas59 de hiperglicemia60; a dosagem da droga antidiabética deve ser ajustada, se necessário.
Drogas antituberculose - as concentrações séricas de isoniazida podem estar diminuídas em alguns pacientes.
Ciclosporina - pode haver aumento das atividades da ciclosporina e dos corticosteróides quando são administrados concomitantemente.
Glicosídeos Digitálicos - risco maior de arritmias61 ou intoxicação digitálica associada à hipocalemia53. Os níveis de potássio sérico devem ser controlados; se necessário, usar suplementos de potássio.
Estrógenos (inclusive contraceptivos orais) - a meia-vida e a concentração do corticosteroide podem aumentar e o "clearance" diminuir. Ao se iniciar uma terapia com estrógeno94, pode ser necessária uma redução na dosagem do corticosteróide; ao se terminar a terapia com o estrógeno94, pode ser necessário o aumento na dosagem do corticosteróide.
Indutores das enzimas hepáticas62 (p.ex.: barbituratos, fenitoína, carbamazepina, rifampicina) - o "clearance" metabólico da fludrocortisona aumenta. Os pacientes devem ser observados para possível diminuição do efeito do esteróide, sendo que a dosagem de FLORINEFE deve ser ajustada de acordo.
Hormônio16 do crescimento humano - o efeito promotor do crescimento que o hormônio16 do crescimento humano possui pode ser inibido.
Cetoconazol - o "clearance" do corticosteróide pode diminuir, resultando em efeito terapêutico exacerbado.
Relaxantes musculares não-despolarizantes - os corticosteróides podem diminuir ou aumentar a ação bloqueadora neuromuscular.
Agentes antiinflamatórios não-esteroidais - aumento do efeito ulcerogênico; diminuição do efeito farmacológico do ácido acetilsalicílico. Às vezes, pode ocorrer toxicidade95 por salicilato em pacientes que interrompem o uso de esteróides, com terapia concomitante com altas doses de ácido acetilsalicílico. Os corticosteróides devem ser usados junto ao ácido acetilsalicílico com cuidado em pacientes com hipoprotrombinemia.
Drogas tireoideanas - o "clearance" metabólico dos adrenocorticóides é menor em pacientes com hipotireoidismo15 e maior em pacientes com hipertireoidismo63. Alterações da tireóide podem necessitar de ajustes da dosagem de adrenocorticóides.
Vacinas - complicações neurológicas e ausência de resposta imunológica podem ocorrer quando pacientes em corticoterapia são vacinados (vide ADVERTÊNCIAS).

Reações Adversas de Florinefe Comprimidos

A maioria das reações adversas de FLORINEFE é causada pela atividade mineralocorticóide da droga e incluem hipertensão4, edema5, hipertrofia65 cardíaca, insuficiência cardíaca congestiva66, perda de potássio e alcalose67 hipocalêmica.Quando a fludrocortisona é usada nas dosagens recomendadas, os efeitos colaterais96
glicocorticóides não estão normalmente presentes, entretanto, os seguintes efeitos adversos têm sido espontaneamente relatados em dois ou mais pacientes em tratamento com FLORINEFE: anorexia68, convulsões, diarreia69, cefaleia70, atrofia71 muscular, miastenia41, superdosagem, síncope72, alterações do paladar73, alucinações74.

Superdosagem de Florinefe Comprimidos

Crônica
O desenvolvimento de hipertensão4, edema5, hipocalemia53, aumento excessivo de peso e aumento do tamanho do coração75 podem ser sinais9 de superdosagem de FLORINEFE. Quando forem observados, a administração da droga deve ser suspensa, após a qual os sintomas59 costumam diminuir dentro de alguns dias; a continuação do tratamento com o FLORINEFE deve ser feito, se necessário, com uma dose reduzida. Fraqueza muscular pode ser observada devido à excessiva perda de potássio, podendo ser tratada pela administração de suplementos de potássio. O controle regular da pressão arterial30 e dos eletrólitos6 séricos pode ajudar a prevenir a ocorrência de superdosagem (vide ADVERTÊNCIAS).
Aguda
Para superdosagem aguda, o tratamento inclui lavagem gástrica76 e medidas de suporte usuais.
Pacientes idosos: Os efeitos adversos de corticosteróides sistêmicos51, tais como osteoporose8 ou hipertensão4 podem estar associados com consequências mais sérias em pacientes idosos.
Portanto, recomenda-se supervisão clínica cuidadosa.

Armazenagem de Florinefe Comprimidos

Este medicamento deve ser mantido em frasco fechado, sob refrigeração (temperatura entre 2° e 8°C).
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
Referência

1- Smith SJ, et al. Evidence that patients with Addison's disease are undertreated with fludrocortisone. Lancet 1984; i: 11-14.
Este medicamento tem o prazo de validade de 18 meses a partir da sua data de fabricação.
nº do lote, data de fabricação e validade: vide cartucho.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
Reg. MS - 1.0180.0022
Responsável Técnico:
Dra. Elizabeth M. Oliveira
CRF-SP nº: 12.529
Fabricado por:
Aspen Pharma PTY. LTD.
556 Princes Highway, Noble Park - Victória, 3174 (Melbourne) - Austrália
Importado por:
Bristol-Myers Squibb Farmacêutica S.A.
Rua Carlos Gomes, 924 - Santo Amaro - São Paulo - SP
CNPJ 56.998.982/0001-07

FLORINEFE Comprimidos - Laboratório

B-MS
Rua Carlos Gomes, 924
São Paulo/SP - CEP: 04743-002
Tel: 55 (011) 882-2000
Fax: 55 (011) 246-0151
Site: http://www.bristol.com.br/

Ver outros medicamentos do laboratório "B-MS"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
3 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
4 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
5 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
6 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
7 Suplementação: Que serve de suplemento para suprir o que falta, que completa ou amplia.
8 Osteoporose: Doença óssea caracterizada pela diminuição da formação de matriz óssea que predispõe a pessoa a sofrer fraturas com traumatismos mínimos ou mesmo na ausência deles. É influenciada por hormônios, sendo comum nas mulheres pós-menopausa. A terapia de reposição hormonal, que administra estrógenos a mulheres que não mais o produzem, tem como um dos seus objetivos minimizar esta doença.
9 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
10 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
11 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
12 Catarata: Opacificação das lentes dos olhos (opacificação do cristalino).
13 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
14 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
15 Hipotireoidismo: Distúrbio caracterizado por uma diminuição da atividade ou concentração dos hormônios tireoidianos. Manifesta-se por engrossamento da voz, aumento de peso, diminuição da atividade, depressão.
16 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
17 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
18 Córnea: Membrana fibrosa e transparente presa à esclera, constituindo a parte anterior do olho.
19 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
20 Diverticulite: Inflamação aguda da parede de um divertículo colônico. Produz dor no quadrante afetado (em geral o inferior esquerdo), febre, etc.Necessita de tratamento com antibióticos por via endovenosa e raramente o tratamento é cirúrgico.
21 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
22 Divertículo: Eventração da mucosa colônica através de uma região enfraquecida da parede intestinal. Constitui um achado freqüente na população ocidental após os 50 anos de idade. Em geral não produz nenhum sintoma.
23 Anastomoses: 1. Na anatomia geral, é a comunicação natural direta ou indireta entre dois vasos sanguíneos, entre dois canais da mesma natureza, entre dois nervos ou entre duas fibras musculares. 2. Na anatomia botânica, é a união total ou parcial de duas estruturas como vasos, ramos, raízes. 3. Formação cirúrgica de uma passagem entre duas estruturas tubulares ou ocas ou também é a junção ou ligação patológica entre dois espaços ou órgãos normalmente separados.
24 Úlcera péptica: Lesão na mucosa do esôfago, estômago ou duodeno. Também chamada de úlcera gástrica ou duodenal. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100% dos casos. Os principais sintomas são: dor, má digestão, enjôo, queimação (azia), sensação de estômago vazio.
25 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
26 Glomerulonefrite: Inflamação do glomérulo renal, produzida por diferentes mecanismos imunológicos. Pode produzir uma lesão irreversível do funcionamento renal, causando insuficiência renal crônica.
27 Glomérulo: 1. Pequeno tufo ou novelo de fibras nervosas ou vasos sanguíneos, especialmente de capilares. 2. Rede de capilares recoberta por células epiteliais nos rins, é o local onde o sangue é filtrado e os produtos de excreção são removidos. 3. Inflorescência cimosa na qual as flores são subsésseis e muito próximas entre si, formando um aglomerado de aspecto globoso.
28 Nefrite: Termo que significa “inflamação do rim” e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
29 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
30 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
31 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
32 Tromboflebite: Processo inflamatório de um segmento de uma veia, geralmente de localização superficial (veia superficial), juntamente com formação de coágulos na zona afetada. Pode surgir posteriormente a uma lesão pequena numa veia (como após uma injeção ou um soro intravenoso) e é particularmente frequente nos toxico-dependentes que se injetam. A tromboflebite pode desenvolver-se como complicação de varizes. Existe uma tumefação e vermelhidão (sinais do processo inflamatório) ao longo do segmento de veia atingido, que é extremamante doloroso à palpação. Ocorrem muitas vezes febre e mal-estar.
33 Trombos: Coágulo aderido à parede interna de uma veia ou artéria. Pode ocasionar a diminuição parcial ou total da luz do mesmo com sintomas de isquemia.
34 Tromboembolismo: Doença produzida pela impactação de um fragmento de um trombo. É produzida quando este se desprende de seu lugar de origem, e é levado pela corrente sangüínea até produzir a oclusão de uma artéria distante do local de origem do trombo. Esta oclusão pode ter diversas conseqüências, desde leves até fatais, dependendo do tamanho do vaso ocluído e do tipo de circulação do órgão onde se deu a oclusão.
35 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
36 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
37 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
38 Síndrome de Cushing: A síndrome de Cushing, hipercortisolismo ou hiperadrenocortisolismo, é um conjunto de sinais e sintomas que indicam excesso de cortisona (hormônio) no sangue. Esse hormônio é liberado pela glândula adrenal (também conhecida como suprarrenal) em resposta à liberação de ACTH pela hipófise no cérebro. Níveis elevados de cortisol (ou cortisona) também podem ocorrer devido à administração de certos medicamentos, como hormônios glicocorticoides. A síndrome de Cushing e a doença de Cushing são muito parecidas, já que o que a causa de ambas é o elevado nível de cortisol no sangue. O que difere é a origem dessa elevação. A doença de Cushing diz respeito, exclusivamente, a um tumor na hipófise que passa a secretar grande quantidade de ACTH e, consequentemente, há um aumento na liberação de cortisol pelas adrenais. Já a síndrome de Cushing pode ocorrer, por exemplo, devido a um tumor presente nas glândulas suprarrenais ou pela administração excessiva de corticoides.
39 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
40 Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
41 Miastenia: Perda das forças musculares ocasionada por doenças musculares inflamatórias. Por ex. Miastenia Gravis. A debilidade pode predominar em diferentes grupos musculares segundo o tipo de afecção (debilidade nos músculos extrínsecos do olho, da pelve, ou dos ombros, etc.).
42 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
43 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
44 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
45 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
46 Teratogênicos: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
47 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
48 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
49 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
50 Lactente: Que ou aquele que mama, bebê. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
51 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
52 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
53 Hipocalemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
54 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
55 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
56 Anticoagulante: Substância ou medicamento que evita a coagulação, especialmente do sangue.
57 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
58 Hipoglicemiante: Medicamento que contribui para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais, sendo capaz de diminuir níveis de glicose previamente elevados.
59 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
60 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
61 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
62 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
63 Hipertireoidismo: Doença caracterizada por um aumento anormal da atividade dos hormônios tireoidianos. Pode ser produzido pela administração externa de hormônios tireoidianos (hipertireoidismo iatrogênico) ou pelo aumento de uma produção destes nas glândulas tireóideas. Seus sintomas, entre outros, são taquicardia, tremores finos, perda de peso, hiperatividade, exoftalmia.
64 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
65 Hipertrofia: 1. Desenvolvimento ou crescimento excessivo de um órgão ou de parte dele devido a um aumento do tamanho de suas células constituintes. 2. Desenvolvimento ou crescimento excessivo, em tamanho ou em complexidade (de alguma coisa). 3. Em medicina, é aumento do tamanho (mas não da quantidade) de células que compõem um tecido. Pode ser acompanhada pelo aumento do tamanho do órgão do qual faz parte.
66 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
67 Alcalose: Desequilíbrio do meio interno, produzido por uma diminuição na concentração de íons hidrogênio ou aumento da concentração de bases orgânicas nos líquidos corporais.
68 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
69 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
70 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
71 Atrofia: 1. Em biologia, é a falta de desenvolvimento de corpo, órgão, tecido ou membro. 2. Em patologia, é a diminuição de peso e volume de órgão, tecido ou membro por nutrição insuficiente das células ou imobilização. 3. No sentido figurado, é uma debilitação ou perda de alguma faculdade mental ou de um dos sentidos, por exemplo, da memória em idosos.
72 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
73 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
74 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
75 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
76 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
77 Farmacologia: Ramo da medicina que estuda as propriedades químicas dos medicamentos e suas respectivas classificações.
78 Fisiológica: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
79 Distais: 1. Que se localiza longe do centro, do ponto de origem ou do ponto de união. 2. Espacialmente distante; remoto. 3. Em anatomia geral, é o mais afastado do tronco (diz-se de membro) ou do ponto de origem (diz-se de vasos ou nervos). Ou também o que é voltado para a direção oposta à cabeça. 4. Em odontologia, é o mais distante do ponto médio do arco dental.
80 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
81 Glicogênio: Polissacarídeo formado a partir de moléculas de glicose, utilizado como reserva energética e abundante nas células hepáticas e musculares.
82 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
83 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
84 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
85 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
86 Natriurese: É o aumento da excreção urinária de sódio; natriuria, natriúria.
87 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
88 Afecções: Quaisquer alterações patológicas do corpo. Em psicologia, estado de morbidez, de anormalidade psíquica.
89 Varicela: Doença viral freqüente na infância e caracterizada pela presença de febre e comprometimento do estado geral juntamente com a aparição característica de lesões que têm vários estágios. Primeiro são pequenas manchas avermelhadas, a seguir formam-se pequenas bolhas que finalmente rompem-se deixando uma crosta. É contagiosa, mas normalmente não traz maiores conseqüências à criança. As bolhas e suas crostas, se não sofrerem infecção secundária, não deixam cicatriz.
90 Sarampo: Doença infecciosa imunoprevenível, altamente transmissível por via respiratória, causada pelo vírus do sarampo e de imunidade permanente. Geralmente ocorre na infância, mas pode afetar adultos susceptíveis (não imunes). As manifestações clínicas são febre alta, tosse seca persistente, coriza, conjuntivite, aumento dos linfonodos do pescoço e manchas avermelhadas na pele. Em cerca de 30% das pessoas com sarampo podem ocorrer complicações como diarréia, otite, pneumonia e encefalite.
91 Zoster: Doença produzida pelo mesmo vírus que causa a varicela (Varicela-Zóster). Em pessoas que já tenham tido varicela, o vírus se encontra em forma latente e pode ser reativado produzindo as características manchas avermelhadas, vesículas e crostas no território de distribuição de um determinado nervo. Como seqüela pode deixar neurite, com dores importantes.
92 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
93 Tuberculose: Doença infecciosa crônica produzida pelo bacilo de Koch (Mycobacterium tuberculosis). Produz doença pulmonar, podendo disseminar-se para qualquer outro órgão. Os sintomas de tuberculose pulmonar consistem em febre, tosse, expectoração, hemoptise, acompanhada de perda de peso e queda do estado geral. Em países em desenvolvimento (como o Brasil) aconselha-se a vacinação com uma cepa atenuada desta bactéria (vacina BCG).
94 Estrógeno: Grupo hormonal produzido principalmente pelos ovários e responsáveis por numerosas ações no organismo feminino (indução da primeira fase do ciclo menstrual, desenvolvimento dos ductos mamários, distribuição corporal do tecido adiposo em um padrão feminino, etc.).
95 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
96 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.

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