Preço de MAXCEF em Ann Arbor/SP: R$ 121,32

MAXCEF

B-MS

Atualizado em 09/12/2014

          MAXCEF®

cloridrato de cefepima


pó para solução injetável

Apresentação de Maxcef

MAXCEF® 500 mg ou MAXCEF® 1 g ou MAXCEF® 2 g pó para solução injetável é apresentado em embalagem com 1 frasco-ampola. MAXCEF® 500 mg e 1 g são acompanhados de ampola com 1,5 ml e 3,0 ml de diluente, respectivamente.

USO PEDIÁTRICO OU ADULTO


USO INTRAMUSCULAR OU INTRAVENOSO

Composição de Maxcef

Cada frasco-ampola contém cloridrato de cefepima equivalente a 500 mg ou 1 g ou 2 g de cefepima, respectivamente, com aproximadamente 725 mg de L-arginina por grama1 de cefepima.

Informações ao Paciente de Maxcef

Ação esperada do medicamento: a eficácia de MAXCEF® é refletida pela melhora do estado geral do paciente com regressão dos sinais2 e sintomas3 da infecção4.

Cuidados de armazenamento: a conservação do medicamento antes da reconstituição deve ser feita em temperatura ambiente até 30oC. Manter ao abrigo da luz.Como ocorre com outras cefalosporinas, a cor de MAXCEF® pode escurecer durante o armazenamento, porém a potência do produto não é afetada.

Após a reconstituição, a solução é estável por 24 horas em temperatura ambiente ou por 7 dias sob refrigeração (entre 2º e 8ºC).

Prazo de validade: ao adquirir o medicamento, confira sempre o prazo de validade impresso na embalagem externa do produto. NUNCA USE MEDICAMENTO COM PRAZO DE VALIDADE VENCIDO.

Gravidez5 e lactação6: informe a seu médico a ocorrência de gravidez5, na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe seu médico se esta amamentando.

Cuidados de administração: siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Interrupção do tratamento: não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Reações adversas: informe a seu médico o aparecimento de reações desagradáveis durante o tratamento, tais como diarréia7, erupções de pele8, náuseas9 e vômitos10.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Ingestão concomitante com outras substâncias: MAXCEF® pode ser administrado antes ou após as refeições. Assim como com os demais antibióticos, é desaconselhável a administração concomitante com bebida alcoólica.

Contra-indicações: MAXCEF® é contra-indicado para pacientes11 que tenham demonstrado reações prévias de hipersensibilidade a algum componente da formulação, a antibióticos da classe das cefalosporinas, a penicilinas ou a outros antibióticos betalactâmicos.

Precauções: informe a  seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento com MAXCEF®.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE12.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS

Descrição de Maxcef

MAXCEF® (cloridrato de cefepima) pó para solução injetável é um antibiótico cefalosporínico de amplo espectro para administração intramuscular ou intravenosa.
MAXCEF® é uma mistura estéril de cloridrato de cefepima e L-arginina. A L-arginina, à concentração aproximada de 725 mg/g de cefepima, é adicionada para o controle do pH entre 4,0 e 6,0 da solução reconstituída. O cloridrato de cefepima é um pó branco a amarelo claro; a cor da solução reconstituída de MAXCEF® pode variar de incolor a âmbar.

Farmacologia13 Clínica de Maxcef

Adultos

As concentrações plasmáticas médias de cefepima observadas em adultos normais do sexo masculino em vários momentos após infusões únicas de 30 minutos com 500 mg, 1 g e 2 g estão resumidas na tabela 1. Após administração intramuscular, a  cefepima é completamente absorvida. As concentrações plasmáticas médias de cefepima em vários momentos após administração única por via intramuscular também estão resumidas na Tabela 1.

          TABELA 1
         

          Concentrações plasmáticas médias de cefepima (mcg/ml)
em pacientes adultos saudáveis do sexo masculino

         
       Dose de cefepima     0,5h      1h      2h      4h      8h      12h    
500 mg IV        38,2     21,6     11,6       5,0     1,4     0,2    
1 g IV        78,7     44,5     24,3     10,5     2,4     0,6    
2 g IV         163,1     85,8     44,8     19,2     3,9     1,1    
500 mg IM         8,2     12,5     12,0       6,9     1,9     0,7    
1 g IM       14,8     25,9     26,3     16,0     4,5     1,4    
2 g IM       36,1     49,9     51,3     31,5     8,7     2,3    
         


As concentrações de cefepima em tecidos específicos e nas secreções corpóreas estão apresentadas na tabela 2.

         


TABELA 2

Concentrações médias de cefepima em várias secreções corpóreas (mcg/ml) e tecidos (mcg/g)
em pacientes adultos saudáveis do sexo masculino

    Tecido14 ou Fluido     Dose IV     Tempo médio da amostra, após dose (h)     Concentração média    
Urina15     500 mg       0 - 4     292    
     1 g     0 - 4     926    
     2 g     0 - 4     3120      
Bile16     2 g     9,4     17,8    
Fluido peritoneal     2 g     4,4     18,3    
Fluido pustular     2 g     1,5     81,4    
Mucosa17 brônquica     2 g     4,8     24,1    
Escarro     2 g     4,0      7,4    
Próstata18     2 g     1,0     31,5    
Apêndice19     2 g     5,7     5,2    
Vesícula biliar20     2 g     8,9      11,9    

         

          A cefepima é metabolizada a N-metilpirrolidina, que é rapidamente convertida a N-óxido. A recuperação urinária da cefepima inalterada representa aproximadamente 85% das doses administradas; altas concentrações de cefepima inalterada são encontradas na urina15. Menos de 1% da dose administrada é recuperada da urina15 como N-metilpirrolidina, 6,8% como N-óxido e 2,5% como um epímero de cefepima. A ligação da cefepima às proteínas21 séricas é em média de 16,4% e não depende da concentração no soro22.

A meia-vida média de eliminação da cefepima é de aproximadamente 2 horas e não varia com relação a dose entre 250 mg a 2 g. Não houve acúmulo em indivíduos sadios recebendo doses intravenosas de até 2 g a cada 8 horas por um período de 9 dias. O "clearance" corpóreo total médio é de 120 ml/min. O "clearance" renal23 médio da cefepima é de 110 ml/min, sugerindo que a cefepima é eliminada quase que exclusivamente por mecanismos renais, principalmente por filtração glomerular.

Constatou-se que voluntários sadios com 65 anos de idade, ou mais,  que receberam dose única de 1 g IV de cefepima, tiveram valores de área sob a curva (AUC) maiores e de "clearance" renal23 menores, quando comparados a pacientes mais jovens. O ajuste de dose em pacientes idosos é recomendado se a função renal23 estiver comprometida (ver Precauções e Posologia).
A farmacocinética da cefepima permaneceu inalterada em pacientes com disfunção hepática24 que receberam dose única de 1 g, e não apresentou alterações de significância clínica em pacientes com fibrose cística25, não sendo, portanto, necessário alterar a dose de cefepima nesta população de pacientes.

Em pacientes com vários graus de insuficiência renal26, a meia-vida de eliminação é prolongada, apresentando uma relação linear entre o "clearance" corpóreo total e o "clearance" da creatinina27. Isto serve como base para recomendações de ajuste de dose neste grupo de pacientes (ver Posologia). A meia-vida média em pacientes com disfunção grave, que necessitam de diálise28, é de 13 horas para hemodiálise29 e de 19 horas para diálise peritoneal30 contínua de ambulatório.

Pediátrico

A farmacocinética da cefepima em doses múltiplas e em dose única foi avaliada em pacientes com idades entre 2 meses a 16 anos que receberam doses de 50 mg/kg administradas por infusão IV ou injeção31 IM; doses múltiplas foram administradas a cada 8 ou 12 horas durante pelo menos 48 horas.
As concentrações plasmáticas médias de cefepima após a primeira dose foram similares àquelas em estado de equilíbrio, com discreto acúmulo após repetidas doses.
Após injeção31 IM em estado de equilíbrio, a concentração plasmática média de 68 mcg/ml foi obtida depois de 0,75 hora. A média da concentração mínima, após injeção31 IM em estado de equilíbrio foi de 6,0 mcg/ml em 8 horas. A biodisponibilidade média foi de 82% após injeção31 IM.

Outros parâmetros farmacocinéticos em lactentes32 e crianças não foram diferentes entre a primeira dose e determinações em estado de equilíbrio, independentemente do intervalo entre as doses (a cada 8 ou 12 horas). Também não houve diferenças farmacocinéticas entre os pacientes de diferentes idades ou entre pacientes do sexo masculino e feminino.

Após dose única IV, a média do "clearance" corpóreo total foi de 3,3 ml/min/kg e o volume médio de distribuição foi de 0,3 l/kg. A meia-vida média de eliminação foi de 1,7 horas. A recuperação urinária da cefepima inalterada foi de 60,4% da dose administrada e o "clearance" renal23 foi a principal via de eliminação com média de 2,0 ml/min/kg.
Concentrações de cefepima no líquido cefalorraquidiano33 e plasmático são apresentadas na tabela 3.

         


TABELA 3

Média (desvio padrão - DP) das concentrações no líquido  cefalorraquidiano (LCR) e
plasmático (PL), e índice LCR/PL da cefepima em lactentes32 e crianças.*

     Horário da Coleta (h)     N     Concentração Plasmática (mcg/ml)     Concentração no LCR (mcg/ml)     Índice LCR/PL    
0,5     7     67,1    (51,2)     5,7   (7,3)     0,12   (0,14)    
1     4     44,1      (7,8)     4,3   (1,5)     0,10   (0,04)    
2     5     23,9   (12,9)     3,6   (2,0)     0,17   (0,09)    
4     5     11,7   (15,7)     4,2   (1,1)     0,87   (0,56)    
8     5     4,9    (5,9)     3,3   (2,8)     1,02   (0,64)    
          * Pacientes com idades entre 3,1 meses a 14,7 anos, com média de idade (DP) de 2,9 (3,9) anos. Pacientes com suspeita de infecção4 no SNC34 foram tratados com cefepima, 50 mg/kg, administrada  por infusão IV de 5 a 20 minutos a cada 8 horas. Amostras de sangue35 e de LCR foram coletadas de pacientes selecionados, aproximadamente em 0,5, 1, 2, 4 e 8 horas após o final da infusão no 2º ou 3º dia de terapia com a cefepima.

Melhora clínica foi observada com o uso de cefepima no tratamento da exacerbação de infecções36 pulmonares agudas em pacientes com fibrose cística25 (n=24, idade média de 15 anos, variando de 5 a 47 anos de idade). A terapia antibacteriana pode não alcançar a erradicação bacteriológica nesta população de pacientes. Não foram observadas alterações clinicamente relevantes na farmacocinética da cefepima em pacientes com fibrose cística25.

Microbiologia de Maxcef

A cefepima é um agente bactericida que age por inibição das sínteses da parede celular bacteriana. A cefepima tem amplo espectro de atividade contra grande variedade de bactérias Gram-positivas e Gram-negativas, incluindo a maioria das cepas37 resistentes aos aminoglicosídeos ou às cefalosporinas de terceira geração. A cefepima é altamente resistente à hidrólise pela maioria das betalactamases e tem baixa afinidade por betalactamases cromossomicamente codificadas, exibindo rápida penetração nas células38 bacterianas Gram-negativas.

Em estudos usando Escherichia coli e Enterobacter cloacae, a cefepima demonstrou máxima afinidade à proteína de ligação de penicilina (PLP) 3, seguida pela PLP 2 e, então, pelas PLPs 1a e 1b. A ligação à PLP 2 ocorre com afinidade significativamente mais alta do que com outras cefalosporinas parenterais, o que pode aumentar sua atividade antibacteriana. A afinidade moderada da cefepima pelas PLPs 1a e 1b  também pode contribuir para sua atividade bactericida total.

A cefepima mostrou-se bactericida pela análise da relação tempo-inibição (curva de inibição) e pela determinação das concentrações bactericidas mínimas (CBM) para uma ampla variedade de bactérias. O índice CBM/CIM (concentração inibitória mínima) não foi maior que 2 para a maioria (mais de 80%) dos isolados de todas as espécies Gram-positivas e Gram-negativas analisadas. O sinergismo com os aminoglicosídeos foi demonstrado in vitro, principalmente com isolados de Pseudomonas aeruginosa.

A cefepima mostrou-se ativa contra a maioria das cepas37 dos seguintes microrganismos:

Gram-positivos aeróbios:
Staphylococcus aureus (incluindo cepas37 produtoras de betalactamase), Staphylococcus epidermidis (incluindo cepas37 produtoras de betalactamase), outros estafilococos entre os quais S. hominis e S. saprophyticus.
Streptococcus pyogenes (estreptococos do Grupo A), Streptococcus agalactiae (estreptococos do Grupo B), Streptococcus pneumoniae (incluindo cepas37 de  resistência intermediária à penicilina com CIM de 0,1 a 1 ìg/ml), outros estreptococos beta-hemolíticos (Grupos C, G, F), S. bovis (Grupo D), estreptococos Viridans.

NOTA: A maioria das cepas37 de enterococos, por exemplo Enterococcus faecalis, e estafilococos resistentes à metilcilina, são resistentes à maioria das cefalosporinas, inclusive à cefepima.

           Gram-negativos aeróbios:
Pseudomonas sp., entre os quais P. aeruginosa, P. putida e P. stutzeri
Escherichia coli
Klebsiella sp., entre os quais K. pneumoniae, K. oxytoca e K. ozaenae
Enterobacter sp., entre os quais E. cloacae, E. aerogenes, E. agglomerans e  E. sakazakii
Proteus sp., entre os quais P. mirabilis e P. vulgaris
Aeromonas hydrophila
Capnocytophaga sp.
Citrobacter sp., entre os quais C. diversus e C. freundii
Campylobacter jejuni
Gardnerella vaginalis
Haemophilus ducreyi, Haemophilus influenzae (incluindo cepas37 produtoras de betalactamase), Haemophilus parainfluenzae
Hafnia alvei
Morganella morganii
Moraxella catarrhalis
(Branhamella catarrhalis) (incluindo cepas37 produtoras de betalactamase)
Neisseria gonorrhoeae (incluindo cepas37 produtoras de betalactamase), Neisseria meningitidis
Providencia sp
., entre os quais P. rettgeri e P. stuartii
Salmonella sp., Serratia, entre os quais S. marcescens e S. liquefaciens
Shigella sp.
Yersinia enterocolitica
.
         
NOTA: a cefepima é inativa contra muitas cepas37 de Stenotrophomonas maltophilia (anteriormente conhecida como Xanthomonas maltophilia e Pseudomonas maltophilia) e Acinetobacter sp.

Anaeróbios:
Bacteroides sp.
Clostridium perfringens
Fusobacterium sp.
Mobiluncus sp.
Peptostreptococcus sp
.
Prevotella melaninogenica (anteriormente conhecida como Bacteroides melaninogenicus)
Veillonella sp
..

NOTA: a cefepima é inativa contra Bacteroides fragilis e Clostridium difficile.

Testes de Sensibilidade de Maxcef

           ·    TÉCNICAS DE DIFUSÃO           Resultados laboratoriais de testes de sensibilidade com disco único padronizado, usando-se discos de 30 mcg de cefepima, conforme determinação do "National Committee for Clinical Laboratory Standards (NCCLS)", devem ser interpretados de acordo com o seguinte critério:

           Diâmetro do halo (mm)            Interpretação
           > 18                       (S)  Sensível
                      15 - 17                       ( I )  Intermediário
           < 14                       (R)  Resistente
         
"Sensível" indica que o patógeno é, provavelmente, inibido por concentrações plasmáticas que são geralmente alcançadas.
"Intermediário" indica que o organismo é sensível quando altas doses são usadas ou quando a infecção4 está confinada a tecidos e fluidos (p.ex.: fluido intersticial39 e urina15), nos quais altos níveis de antibióticos são atingidos.
"Resistente" indica que é improvável que a concentração de antibiótico que se atinge seja inibitória e outra terapia deve ser indicada.

A sensibilidade dos microrganismos deve ser avaliada com discos de cefepima, que tem-se mostrado ativa in vitro  contra certas cepas37 resistentes a outros discos de betalactamase. O disco de cefepima não deve  ser utilizado para avaliar a sensibilidade frente à outras cefalosporinas. Procedimentos padronizados de controle de qualidade preconizam o uso de cepas37 controle.

           ·    TÉCNICAS DE DILUIÇÃO
          Usando-se métodos padronizados de diluição  ou equivalentes (ex.: E-test?), os valores da  Concentração Inibitória Mínima (CIM) obtidos devem ser interpretados de acordo com o seguinte critério:

           CIM (mcg/ml)            Interpretação
   < 8                   (S) Sensível
   16                   ( I ) Intermediário
  > 32                   (R) Resistente
         
Assim como as técnicas de difusão, as técnicas de diluição preconizam o uso de cepas37 controle.

Indicações de Maxcef

Adultos

MAXCEF® é indicado no tratamento, em adultos, das infecções36 relacionadas a seguir, quando causadas por bactérias sensíveis à cefepima:

Infecções36 do trato respiratório inferior, incluindo pneumonia40 e bronquite.

Infecções36 complicadas do trato urinário41, incluindo pielonefrite42 e infecções36 não-complicadas.

Infecções36 da pele8 e estruturas cutâneas43.

Infecções36 intra-abdominais, incluindo peritonite44 e infecções36 do trato biliar45.

Infecções36 ginecológicas.

Septicemia46

Tratamento empírico em pacientes neutropênicos febris. A cefepima, como monoterapia, está indicada para o tratamento empírico em pacientes neutropênicos febris. Em pacientes com alto risco para infecções36 graves (pacientes com história recente de transplante medular, com hipotensão47, com doença hematológica maligna ou neutropenia48 severa, prolongada) a monoterapia antimicrobiana pode não ser apropriada. Não há dados suficientes que comprovem a eficácia da monoterapia com a cefepima, nestes pacientes.


Pediátricos

MAXCEF® é indicado no tratamento, em pacientes pediátricos, das infecções36 relacionadas a seguir, quando causadas por bactérias sensíveis à cefepima:

Pneumonia40

Infecções36 complicadas do trato urinário41, incluindo pielonefrite42 e infecções36 não-complicadas.

Infecções36 da pele8 e estruturas cutâneas43.

Septicemia46

Tratamento empírico em pacientes neutropênicos febris. A cefepima, como monoterapia, está indicada para o tratamento empírico em pacientes neutropênicos febris. Em pacientes com alto risco para infecções36 graves (pacientes com história recente de transplante medular, com hipotensão47, com doença hematológica maligna ou neutropenia48 severa, prolongada) a monoterapia antimicrobiana pode não ser apropriada. Não há dados suficientes que comprovem a eficácia da monoterapia com a cefepima, nestes pacientes.

Meningite49 bacteriana

Cultura e testes de sensibilidade devem ser realizados quando apropriados para se determinar a sensibilidade do patógeno à cefepima. A terapia empírica com MAXCEF® pode ser instituída antes de se conhecer os resultados dos testes de sensibilidade; entretanto, a antibioticoterapia deverá ser ajustada de acordo com os resultados, assim que eles estiverem disponíveis.

Devido ao seu amplo espectro de atividade bactericida contra bactérias Gram-positivas e Gram-negativas, MAXCEF® pode ser usado como monoterapia antes da identificação do(s) patógeno(s). Em pacientes sob risco de infecções36 mistas de aeróbios-anaeróbios, particularmente se bactérias não-sensíveis à cefepima estiverem presentes (ver Microbiologia), terapia inicial concomitante com um agente antianaeróbio é recomendada antes que o patógeno seja conhecido. Uma vez que estes resultados estiverem disponíveis, a terapia concomitante com MAXCEF® e outros agentes anti-infecciosos pode ou não ser necessária, dependendo da suscetibilidade do microrganismo.

Contra-Indicações de Maxcef

MAXCEF® É CONTRA-INDICADO PARA PACIENTES11 QUE TENHAM DEMONSTRADO REAÇÕES PRÉVIAS DE HIPERSENSIBILIDADE A ALGUM COMPONENTE DA FORMULAÇÃO, A ANTIBIÓTICOS DA CLASSE DAS CEFALOSPORINAS, A PENICILINAS OU A OUTROS ANTIBIÓTICOS BETALACTÂMICOS.

Precauções de Maxcef

OS ANTIBIÓTICOS DEVEM SER ADMINISTRADOS COM CAUTELA A QUALQUER PACIENTE QUE TENHA DEMONSTRADO ALGUMA FORMA DE ALERGIA50, PRINCIPALMENTE A MEDICAMENTOS. SE OCORRER REAÇÃO ALÉRGICA51 COM MAXCEF®, DESCONTINUAR O MEDICAMENTO E TRATAR O PACIENTE ADEQUADAMENTE. REAÇÕES GRAVES DE HIPERSENSIBILIDADE PODEM EXIGIR A ADMINISTRAÇÃO DE  EPINEFRINA OU OUTRA TERAPIA DE SUPORTE.

COLITE52 PSEUDOMEMBRANOSA FOI RELATADA VIRTUALMENTE COM TODOS OS ANTIBIÓTICOS DE AMPLO ESPECTRO, INCLUSIVE A CEFEPIMA; PORTANTO, É NECESSÁRIO CONSIDERAR ESTE DIAGNÓSTICO53 EM PACIENTES QUE DESENVOLVEM DIARRÉIA7 EM ASSOCIAÇÃO COM O USO DE ANTIBIÓTICOS. CASOS LEVES DE COLITE52 PODEM RESPONDER SIMPLESMENTE À DESCONTINUAÇÃO DA DROGA; CASOS MODERADOS A GRAVES PODEM NECESSITAR DE CONDUTA MAIS ESPECÍFICA.

COMO OCORRE COM OUTROS ANTIBIÓTICOS, O USO DE MAXCEF® PODE RESULTAR EM SUPERCRESCIMENTO DE ORGANISMOS NÃO SENSÍVEIS. NA OCORRÊNCIA DE SUPERINFECÇÃO54 DURANTE A TERAPIA, MEDIDAS APROPRIADAS DEVEM SER TOMADAS.

EM PACIENTES COM DISFUNÇÃO RENAL23 , COMO REDUÇÃO DA ELIMINAÇÃO URINÁRIA DECORRENTE DE INSUFICIÊNCIA RENAL26 ("CLEARANCE" DE CREATININA27 MENOR QUE 60ml/min) OU OUTRAS CONDIÇÕES QUE POSSAM COMPROMETER A FUNÇÃO URINÁRIA, A DOSE DE MANUTENÇÃO DE CEFEPIMA DEVE SER AJUSTADA PARA COMPENSAR O ÍNDICE MENOR DE ELIMINAÇÃO RENAL23 (ver Posologia e Farmacologia13 Clínica). EVENTOS ADVERSOS GRAVES, INCLUINDO ENCEFALOPATIA55, CONVULSÕES, MIOCLONIA56, E/OU INSUFICIÊNCIA RENAL26, FORAM RELATADOS NA EXPERIÊNCIA PÓS-COMERCIALIZAÇÃO EM PACIENTES COM DISFUNÇÃO RENAL23 QUE NÃO RECEBERAM DOSES AJUSTADAS DE MAXCEF® (ver REAÇÕES ADVERSAS). A FUNÇÃO RENAL23 DEVE SER CUIDADOSAMENTE MONITORADA SE DROGAS COM POTENCIAL NEFROTÓXICO, COMO AMINOGLICOSÍDEOS E DIURÉTICOS57 POTENTES FOREM ADMINISTRADOS COM MAXCEF®.

Carcinogênese, Mutagênese e Comprometimento da FertilidadeNENHUM ESTUDO PROLONGADO EM ANIMAIS FOI CONDUZIDO PARA SE AVALIAR O POTENCIAL CARCINOGÊNICO. OS TESTES IN VITRO E IN VIVO PARA GENOTOXICIDADE MOSTRARAM QUE CEFEPIMA NÃO É GENOTÓXICO. NÃO FOI OBSERVADO COMPROMETIMENTO DA FERTILIDADE EM RATOS.
Uso na gestação
ESTUDOS DE REPRODUÇÃO58 EM CAMUNDONGOS, RATOS E COELHOS NÃO MOSTRARAM EVIDÊNCIAS DE  DANO FETAL; NO ENTANTO, NÃO HÁ ESTUDOS ADEQUADOS E BEM CONTROLADOS COM MULHERES GRÁVIDAS. PELO FATO DE OS ESTUDOS DE REPRODUÇÃO58 EM ANIMAIS NÃO SEREM SEMPRE PROGNÓSTICOS  DA RESPOSTA HUMANA, ESTA DROGA DEVERÁ SER USADA DURANTE A GRAVIDEZ5 SOMENTE SE CLARAMENTE NECESSÁRIO.

Uso na lactação6
A CEFEPIMA É EXCRETADA NO LEITE HUMANO EM CONCENTRAÇÕES MUITO BAIXAS. DEVE SER FEITA COM MUITA CAUTELA A ADMINISTRAÇÃO DE CEFEPIMA A UMA LACTANTE59.

Trabalho de parto
O USO DE CEFEPIMA DURANTE O TRABALHO DE PARTO NÃO FOI ESTUDADO. O TRATAMENTO, NESTE CASO, DEVE SER REALIZADO SOMENTE QUANDO CLARAMENTE NECESSÁRIO.

Uso geriátrico
NOS ESTUDOS CLÍNICOS, OS PACIENTES GERIÁTRICOS QUE RECEBERAM A DOSE COMUMENTE RECOMENDADA PARA ADULTOS MOSTRARAM EFICÁCIA CLÍNICA E SEGURANÇA COMPARÁVEIS À EFICÁCIA CLÍNICA E SEGURANÇA EM PACIENTES ADULTOS NÃO-GERIÁTRICOS. HOUVE DISCRETO AUMENTO DA MEIA-VIDA DE ELIMINAÇÃO E MENOR VALOR DO "CLEARANCE" RENAL23 QUANDO COMPARADOS COM OS DE PESSOAS MAIS JOVENS. AJUSTES DE DOSE SÃO RECOMENDADOS SE A FUNÇÃO RENAL23 ESTIVER COMPROMETIDA (ver Posologia).

Dirigir/Operar Máquinas
O EFEITO DE MAXCEF® SOBRE PACIENTES DIRIGINDO VEÍCULOS OU OPERANDO MÁQUINAS NÃO FOI ESTUDADO.

Reações Adversas de Maxcef

MAXCEF® É GERALMENTE BEM-TOLERADO.  EM ESTUDOS CLÍNICOS (N=5.598),  OS EVENTOS ADVERSOS MAIS COMUNS FORAM OS SINTOMAS3 GASTRINTESTINAIS E AS REAÇÕES DE HIPERSENSIBILIDADE. EVENTOS ADVERSOS CONSIDERADOS COMO DE DEFINIDA, PROVÁVEL OU POSSÍVEL RELAÇÃO A MAXCEF® ESTÃO RELACIONADOS A SEGUIR.

OS EVENTOS ADVERSOS QUE OCORRERAM A UMA INCIDÊNCIA60 DE 0,1 A 1% (EXCETO ONDE OBSERVADO) FORAM:

Hipersensibilidade: ERUPÇÕES EM PELE8 (1,8%), PRURIDO61, URTICÁRIA62.

Gastrintestinais: NÁUSEAS9, VÔMITOS10, CANDIDÍASE63 ORAL, DIARRÉIA7 (1,2%), COLITE52 (inclusive COLITE52 PSEUDOMEMBRANOSA).

Sistema Nervoso Central64: DOR DE CABEÇA65.

Outros: FEBRE66, VAGINITE67, ERITEMA68.

EVENTOS QUE OCORRERAM ENTRE 0,05% - 0,1% FORAM: DOR ABDOMINAL, CONSTIPAÇÃO69, VASODILATAÇÃO, DISPNÉIA70, TONTURA71, PARESTESIA72, PRURIDO61 GENITAL, DISFUNÇÃO DE PALADAR73, CALAFRIOS74 E CANDIDÍASE63 INESPECÍFICA.

EVENTOS DE SIGNIFICÂNCIA CLÍNICA QUE OCORRERAM COM INCIDÊNCIA60 INFERIOR A 0,05% INCLUEM ANAFILAXIA75 E CONVULSÕES.

REAÇÕES NO LOCAL DA ADMINISTRAÇÃO DA INFUSÃO IV OCORRERAM EM 5,2% DOS PACIENTES; ESTAS REAÇÕES FORAM: FLEBITE76 (2,9%) E INFLAMAÇÃO77 (0,1%). A ADMINISTRAÇÃO INTRAMUSCULAR DE MAXCEF® FOI MUITO BEM-TOLERADA; APENAS 2,6% DOS PACIENTES APRESENTARAM DOR OU INFLAMAÇÃO77 NO LOCAL DA APLICAÇÃO.

AS ANORMALIDADES NOS TESTES LABORATORIAIS QUE OCORRERAM DURANTE ESTUDOS CLÍNICOS EM PACIENTES COM VALORES BASAIS NORMAIS FORAM TRANSITÓRIAS. AQUELAS QUE OCORRERAM COM INCIDÊNCIA60 ENTRE 1% E 2%  (EXCETO ONDE OBSERVADO) FORAM: ELEVAÇÕES NA ALANINA AMINOTRANSFERASE (3,6%), ASPARTATO AMINOTRANSFERASE (2,5%), FOSFATASE ALCALINA78, BILIRRUBINA79 TOTAL, ANEMIA80, EOSINOFILIA81, TEMPO DE PROTROMBINA82 PROLONGADO, TEMPO DE TROMBOPLASTINA83 PARCIAL (2,8%) E TESTE DE COOMBS POSITIVO SEM HEMÓLISE84 (18,7%). ELEVAÇÕES TRANSITÓRIAS DE NITROGÊNIO URÉICO PLASMÁTICO E/OU CREATININA27 SÉRICA E TROMBOCITOPENIA85 TRANSITÓRIA FORAM OBSERVADAS EM 0,5% A 1% DOS PACIENTES. LEUCOPENIA86 TRANSITÓRIA E NEUTROPENIA48 TAMBÉM FORAM CONSTATADAS (<0,5%). DURANTE A EXPERIÊNCIA DE PÓS-COMERCIALIZAÇÃO, AGRANULOCITOSE87 FOI RARAMENTE RELATADA.

DURANTE A EXPERIÊNCIA DE PÓS-COMERCIALIZAÇÃO, FORAM RELATADOS ENCEFALOPATIA55, CONVULSÕES, MIOCLONIA56, E/OU INSUFICIÊNCIA RENAL26, EM PACIENTES COM PROBLEMAS RENAIS QUE RECEBERAM CEFEPIMA SEM AJUSTE DE DOSE (ver Precauções). DEVIDO A NATUREZA NÃO CONTROLADA DESSES RELATOS ESPONTÂNEOS, UM RELACIONAMENTO CAUSAL AO MAXCEF® NÃO FOI DETERMINADO.

OS SEGUINTES EVENTOS ADVERSOS E TESTES LABORATORIAIS ALTERADOS  FORAM RELATADOS PARA OS ANTIBIÓTICOS DA CLASSE DAS CEFALOSPORINAS: SÍNDROME DE STEVENS-JOHNSON88, ERITEMA MULTIFORME89, NECRÓLISE EPIDÉRMICA TÓXICA90,  NEFROPATIA91 TÓXICA, ANEMIA80 APLÁSTICA, ANEMIA HEMOLÍTICA92, HEMORRAGIA93  E TESTES FALSO-POSITIVOS PARA GLICOSÚRIA94.

A SEGURANÇA DE MAXCEF® EM LACTENTES32 E CRIANÇAS É SIMILAR À OBSERVADA EM ADULTOS. OS EVENTOS ADVERSOS MAIS FREQÜENTEMENTE RELATADOS E CONSIDERADOS RELACIONADOS A MAXCEF®, EM ESTUDOS CLÍNICOS, FORAM ERUPÇÕES CUTÂNEAS43.

Posologia de Maxcef

MAXCEF® pode ser administrado por via intravenosa ou por via intramuscular. A dose e a via de administração variam de acordo com a sensibilidade do patógeno, com a gravidade da infecção4, com a função renal23 e com a condição geral do paciente.

Adultos

Um guia para as doses de MAXCEF® em adultos com função renal23 normal é apresentado na Tabela 4.

          TABELA 4          

          Esquema de Dosagem Recomendado em Adultos com Função Renal23 Normal
(acima de 12 anos de idade)*

         
   Gravidade da Infecção4     Dose e Via de Administração     Intervalo da dose    
Infecções36 leves a moderadas do trato urinário41       500 mg a 1 g   IV ou IM     A cada 12 horas    
Outras infeções leves a moderadas, diferentes das infecções36 do trato urinário41          1 g   IV ou IM     A cada 12 horas    
Infecções36 graves        2 g IV     A cada 12 horas    
Infecções36 muito graves ou com risco de vida        2 g IV     A cada 8 horas    
         
* A duração normal do tratamento é de 7 a 10 dias; entretanto, infecções36 mais graves podem necessitar de tratamento mais prolongado. Para o tratamento empírico de neutropenia48 febril, a duração prevista da terapia é de 7 dias ou até a resolução da neutropenia48.


Lactentes32 e crianças (1 mês a 12 anos de idade com função renal23 normal)
         

Doses comumente recomendadas :

Pneumonia40, infecções36 do trato urinário41, infecções36 da pele8 e estruturas cutâneas43 :
Pacientes com mais de 2 meses de idade e peso corpóreo ? 40kg: 50 mg/kg a cada 12 horas durante 10 dias. Para infecções36 mais graves o intervalo entre as doses a cada 8 horas pode ser usado.

Septicemia46, meningite49 bacteriana e tratamento empírico da neutropenia48 febril :
Pacientes com mais de 2 meses de idade e peso corpóreo ? 40kg: 50 mg/kg a cada 8 horas durante 7 - 10 dias.

A experiência com o uso de MAXCEF® em pacientes pediátricos com menos de 2 meses de idade é limitada. Embora esta experiência tenha sido alcançada usando-se a dose de 50 mg/kg, os dados farmacocinéticos obtidos em pacientes com mais de 2 meses de idade sugerem que a dose de 30 mg/kg a cada 8 horas ou a cada 12 horas podem ser consideradas para pacientes11 entre 1 e 2 meses de idade. A administração de MAXCEF® nestes pacientes deverá ser cuidadosamente controlada.

Para pacientes11 pediátricos com peso corpóreo acima de 40 kg, aplicam-se as doses recomendadas para adultos (ver Tabela 4). Em pacientes com mais de 12 anos e peso corpóreo que não ultrapasse 40kg a dose recomendada deverá ser a utilizada para pacientes11 com ? 40kg. A dose recomendada para pacientes11 pediátricos não deve exceder a dose máxima recomendada para adultos (2 g a cada 8 horas). A experiência com a administração intramuscular em pacientes pediátricos é limitada.

Pacientes com disfunção renal23
A dose inicial de cefepima é a mesma dos pacientes com função renal23 normal. As doses de manutenção recomendadas de cefepima para pacientes11 com insuficiência renal26 são apresentadas na tabela 5.

          
         


         
TABELA 5
         
          Esquema de doses de manutenção recomendadas  em pacientes adultos com disfunção renal23 em relação à dose normal *

         
     "CLEARANCE" DE CREATININA27 (ml/min)       DOSE DE MANUTENÇÃO RECOMENDADA                
>60  dose normal recomendada     500 mg  a cada 12 horas     1 g  a cada 12 horas     2 g  a cada 12 horas     2 g a cada 8 horas    
30 - 60     500 mg  a cada 24 horas     1 g  a cada 24 horas     2 g  a cada 24 horas     2 g a cada 12 horas    
11 - 29      500 mg  a cada 24 horas     500 mg  a cada 24 horas     1 g  a cada 24 horas     2 g a cada 24 horas    
? 10     250 mg  a cada 24 horas     250 mg  a cada 24 horas     500 mg  a cada 24 horas     1 g  a cada 24 horas    
         
* A dose inicial é a mesma dos pacientes com função renal23 normal.

Quando somente o valor da creatinina27 sérica estiver disponível, pode-se usar a fórmula abaixo (equação de Cockcroft e Gault) para estimar o "clearance" da creatinina27. A creatinina27 sérica deve representar um estado de equilíbrio hemodinâmico da função renal23.


Homens :

"Clearance" da creatinina27 (ml/min) =     peso (kg) X (140 - idade)  
                                                           72 X creatinina27 sérica (mg/dl95)


Mulheres: 0,85 X valor calculado usando-se a fórmula para homens


Pacientes submetidos à diálise28 :
Em pacientes submetidos à hemodiálise29, aproximadamente 68% da quantidade total de cefepima presente no organismo no início da diálise28 será removida durante um período de 3 horas de diálise28. Uma dose repetida equivalente à dose inicial deve ser administrada ao completar cada sessão de diálise28. Em pacientes submetidos à diálise peritoneal30 contínua em ambulatório, a cefepima pode ser administrada nas mesmas doses recomendadas para pacientes11 com função renal23 normal, isto é, 500 mg, 1 g ou 2 g dependendo da gravidade da infecção4, porém com intervalo entre as doses de 48 horas.

Crianças com disfunção renal23 :
Uma vez que a excreção urinária é a principal via de eliminação da cefepima em pacientes pediátricos (ver Farmacologia13 Clínica), o ajuste das doses de MAXCEF® deve ser considerado em pacientes com menos de 12 anos de idade portadores de disfunção renal23.

A dose de 50 mg/kg em pacientes com idade entre 2 meses a 12 anos  e a dose de 30 mg/kg em pacientes com 1 mês a 2 meses de idade são comparáveis à dose de 2 g em adultos. Como recomendado anteriormente na Tabela 5, os mesmos aumentos nos intervalos das doses e/ou reduções de doses devem ser usados. Quando somente o valor da creatinina27 sérica estiver disponível, o "clearance" de creatinina27 pode ser estimado utilizando-se os seguintes métodos :


"Clearance" da creatinina27 (ml/min/1,73m2) =  0,55 X altura (centímetros)     
                                                                          creatinina27 sérica (mg/dl95)
ou


"Clearance" da creatinina27 (ml/min/1,73m2) =  0,52 X altura (centímetros) - 3,6    
                                                                          creatinina27 sérica (mg/dl95)


Disfunção hepática24
Não é necessário nenhum ajuste para pacientes11 com alterações da função hepática24.


Preparação das soluções e administração

MAXCEF® pó deve ser reconstituído utilizando-se os volumes de diluentes descritos na Tabela 6; os diluentes a serem utilizados são identificados após a tabela a seguir.

         


TABELA 6

Preparo das soluções de MAXCEF®

    Administração     Volume de diluente a ser adicionado (ml)     Volume aproximado no frasco-ampola  (ml)     Concentração aproximada de cefepima (mg/ml)    
Intravenosa
500 mg frasco-ampola 1 g frasco-ampola 2 g frasco-ampola        5 10 10        5,7 11,4 12,8        90   90 160    
Intramuscular 500 mg frasco-ampola 1 g frasco-ampola      1,5 3,0      2,2 4,4      230 230     
         
Administração intravenosa (IV)
É a via de administração preferível para pacientes11 com infecções36 graves ou com risco de vida, principalmente se existe a possibilidade de choque96.

Para a administração IV direta, reconstituir MAXCEF® com água estéril para injeção31, solução injetável de glicose97 a 5% ou soro22 fisiológico98 a 0,9%, utilizando-se os volumes de diluente descritos na Tabela 6. A solução resultante deve ser injetada diretamente na veia por período de três a cinco minutos ou injetada no tubo do equipo de administração enquanto o paciente estiver recebendo líquido intravenoso compatível (ver Compatibilidade e Estabilidade).

Para infusão IV, reconstituir a dose de 500 mg, 1 g ou 2 g, como descrito anteriormente para administração IV direta e adicionar a quantidade apropriada da solução resultante para um recipiente com um dos líquidos intravenosos compatíveis (ver Compatibilidade e Estabilidade). A solução resultante deve ser completamente administrada em um período de aproximadamente 30 minutos.

Administração intramuscular (IM)
MAXCEF® deve ser reconstituído com um dos seguintes diluentes (utilizando-se os volumes descritos na Tabela 6): água estéril para injeção31, soro22 fisiológico98 a 0,9%, solução injetável de glicose97 a 5% ou água bacteriostática para injeção31 com parabenos ou álcool benzílico, então  administrado por injeção31 IM profunda em uma grande massa muscular (como o quadrante superior externo da região glútea99). Em um estudo farmacocinético, doses de 1 g (volume < 3,1 ml) foram administradas em injeção31 local única; a dose máxima IM (2 g/6,2 ml) foi administrada em dois locais. Embora MAXCEF® possa ser reconstituído com cloridrato de lidocaína a 0,5 ou 1,0%, esta normalmente não é necessária, pois MAXCEF® causa pouca ou nenhuma dor na administração IM.
COMPATIBILIDADE E ESTABILIDADE

Intravenosa: MAXCEF® é compatível em concentrações entre 1 e 40 mg/ml com os seguintes líquidos para infusão IV: soro22 fisiológico98 a 0,9%, solução injetável de glicose97 a 5% ou 10%, injeção31 de lactato100 de sódio M/6, solução injetável de glicose97 a 5% e soro22 fisiológico98 a 0,9%, solução injetável de Ringer Lactato100 e solução injetável de glicose97 a 5%. Estas soluções são estáveis por 24 horas à temperatura ambiente ou por 7 dias sob refrigeração (entre 2ºC e 8ºC).
Informações sobre a estabilidade e compatibilidade de MAXCEF® em associações estão resumidas na Tabela 7.

          TABELA 7
Estabilidade da cefepima em associações

      Concentra- ção de MAXCEF®      Droga Associada e Concentração      Solução para Infusão IV     Tempo de Estabilidade        
             Temp. ambiente e iluminação     Refrigera- ção    
40 mg/ml     amicacina 6 mg/ml     SF ou SG5%     24 horas     7 dias    
40 mg/ml     ampicilina 1mg/ml     SG5%     8 horas     8 horas    
40 mg/ml     ampicilina 10 mg/ml     SG5%     2 horas     8 horas    
40 mg/ml     ampicilina 1 mg/ml     SF     24 horas     48 horas    
40 mg/ml     ampicilina 10 mg/ml     SF     8 horas     48 horas    
4 mg/ml     ampicilina 40 mg/ml     SF     8 horas     8 horas    
4-40 mg/ml     clindamicina 0,25 - 6 mg/ml     SF ou SG5%     24 horas     7 dias    
4 mg/ml     heparina 10 - 50 unidades/ml     SF ou SG5%     24 horas     7 dias    
4 mg/ml     cloreto de potássio 10 - 40 mEq/L     SF ou SG5%     24 horas     7 dias    
4 mg/ml     teofilina 0,8 mg/ml     SG5%     24 horas     7 dias    
1-4 mg/ml     NA     solução para nutrição parenteral101 (a)     8 horas     3 dias    
0,125-0,25 mg/ml     NA     solução para diálise peritoneal30 (b)     24 horas à temp. ambiente e iluminação ou 37ºC     7 dias    
         

         
(a) = Aminosina® II 4,25% em glicose97 25% com eletrólitos102 e cálcio.
(b) = Inpersol® com 4,25% de glicose97.
SF = Solução fisiológica103 a 0,9% para injeção31.
SG5% = Solução injetável de glicose97 a 5%
NA = não aplicável
         

          As soluções de MAXCEF®, assim como a maioria dos antibióticos betalactâmicos, não devem ser associadas com soluções de metronidazol, vancomicina, gentamicina, sulfato de tobramicina ou sulfato de netilmicina devido à incompatibilidade física e química. Entretanto, caso a terapia concomitante com MAXCEF® for indicada, cada um desses antibióticos poderá ser administrado separadamente.

Intramuscular: MAXCEF® reconstituído como descrito (Tabela 7) é estável por 24 horas à temperatura ambiente ou por 7 dias sob refrigeração (2ºC a 8ºC) quando são usados os seguintes diluentes: água estéril para injeção31, soro22 fisilógico a 0,9%, solução injetável de glicose97 a 5%, água bacteriostática para injeção31 com parabenos ou álcool benzílico, ou cloridrato de lidocaína a 0,5 ou a 1,0%.

NOTA: Os medicamentos de uso parenteral devem ser visualmente inspecionados antes da administração com relação a materiais estranhos, e não devem ser utilizados se estes estiverem presentes.

Como ocorre com outras cefalosporinas, a cor de MAXCEF® pó e da solução reconstituída  pode escurecer durante a armazenagem, porém a potência do produto não será afetada.

          
          - CONSERVAÇÃO

MAXCEF® pó para solução injetável, antes da reconstituição, deve ser conservado em temperatura ambiente até 30o C. Manter ao abrigo da luz.

Superdosagem de Maxcef

EM ESTUDOS CLÍNICOS OCORREU SUPERDOSE COM MAXCEF® (cloridrato de cefepima) EM UM PACIENTE COM INSUFICIÊNCIA RENAL26 (CLEARANCE DE CREATININA27 < 11 ml/min),  O QUAL RECEBEU 2 g A CADA 24 HORAS POR 7 DIAS. O PACIENTE APRESENTOU CONVULSÕES, ENCEFALOPATIA55 E EXCITABILIDADE NEUROMUSCULAR. OS PACIENTES QUE RECEBEREM  SUPERDOSE DEVEM SER CUIDADOSAMENTE OBSERVADOS E RECEBER TRATAMENTO DE SUPORTE.  NA PRESENÇA DE INSUFICIÊNCIA RENAL26, A HEMODIÁLISE29 AJUDARÁ NA REMOÇÃO DA CEFEPIMA DO ORGANISMO; A DIÁLISE PERITONEAL30 NÃO É INDICADA NESTES CASOS. PODE OCORRER SUPERDOSE ACIDENTAL QUANDO DOSES ELEVADAS SÃO ADMINISTRADAS A PACIENTES COM FUNÇÃO RENAL23 REDUZIDA (ver Precauções).

Atenção de Maxcef

ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO E EMBORA AS PESQUISAS REALIZADAS TENHAM DEMONSTRADO EFICÁCIA E SEGURANÇA QUANDO CORRETAMENTE INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES IMPREVISÍVEIS AINDA NÃO DESCRITAS OU CONHECIDAS. EM CASO DE SUSPEITA DE REAÇÃO ADVERSA, O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER NOTIFICADO.

Referências de Maxcef

1. National Committee for Clinical Laboratory Standards. Methods for Dilution Antimicrobial Susceptibility Tests for Bacteria104 that Grow Aerobically - Third Edition. Approved Standards NCCLS Document M7-A3, Vol. 13, nº 25, NCCLS, Villanova, PA, December, 1993.

2. National Committee for Clinical Laboratory Standards. Performance Standards for Antimicrobial Disk Susceptibility Tests - Fifty Edition.  Approved Standard NCCLS Document M2-A5, Vol. 13, nº 24, NCCLS, Villanova, PA, December, 1993.

3. Cockcroft DW, Gault MH. Prediction of creatinine clearance from serum creatinine. Nephron., 16:31-41,1976.


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

MAXCEF - Laboratório

B-MS
Rua Carlos Gomes, 924
São Paulo/SP - CEP: 04743-002
Tel: 55 (011) 882-2000
Fax: 55 (011) 246-0151
Site: http://www.bristol.com.br/

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Complementos

1 Grama: 1. Designação comum a diversas ervas da família das gramíneas que formam forrações espontâneas ou que são cultivadas para criar gramados em jardins e parques ou como forrageiras, em pastagens; relva. 2. Unidade de medida de massa no sistema c.g.s., equivalente a 0,001 kg . Símbolo: g.
2 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
3 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
4 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
5 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
6 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
7 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
8 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
9 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
10 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
11 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
12 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
13 Farmacologia: Ramo da medicina que estuda as propriedades químicas dos medicamentos e suas respectivas classificações.
14 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
15 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
16 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
17 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
18 Próstata: Glândula que (nos machos) circunda o colo da BEXIGA e da URETRA. Secreta uma substância que liquefaz o sêmem coagulado. Está situada na cavidade pélvica (atrás da parte inferior da SÍNFISE PÚBICA, acima da camada profunda do ligamento triangular) e está assentada sobre o RETO.
19 Apêndice: Extensão do CECO, em forma de um tubo cego (semelhante a um verme).
20 Vesícula Biliar: Reservatório para armazenar secreção da BILE. Através do DUCTO CÍSTICO, a vesícula libera para o DUODENO ácidos biliares em alta concentração (e de maneira controlada), que degradam os lipídeos da dieta.
21 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
22 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
23 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
24 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
25 Fibrose cística: Doença genética autossômica recessiva que promove alteração de glândulas exócrinas do organismo. Caracterizada por infecções crônicas das vias aéreas, que leva ao desenvolvimento de bronquiectasias, insuficiência pancreática exócrina, disfunções intestinais, anormalidades das glândulas sudoríparas e disfunção genitourinária.
26 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
27 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
28 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
29 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
30 Diálise peritoneal: Ao invés de utilizar um filtro artificial para “limpar“ o sangue, é utilizado o peritônio, que é uma membrana localizada dentro do abdômen e que reveste os órgãos internos. Através da colocação de um catéter flexível no abdômen, é feita a infusão de um líquido semelhante a um soro na cavidade abdominal. Este líquido, que chamamos de banho de diálise, vai entrar em contato com o peritônio, e por ele será feita a retirada das substâncias tóxicas do sangue. Após um período de permanência do banho de diálise na cavidade abdominal, este fica saturado de substâncias tóxicas e é então retirado, sendo feita em seguida a infusão de novo banho de diálise. Esse processo é realizado de uma forma contínua e é conhecido por CAPD, sigla em inglês que significa diálise peritoneal ambulatorial contínua. A diálise peritoneal é uma forma segura de tratamento realizada atualmente por mais de 100.000 pacientes no mundo todo.
31 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
32 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
33 Líquido cefalorraquidiano: Líquido cefalorraquidiano (LCR), também conhecido como líquor ou fluido cérebro espinhal, é definido como um fluido corporal estéril, incolor, encontrado no espaço subaracnoideo no cérebro e na medula espinhal (entre as meninges aracnoide e pia-máter). Caracteriza-se por ser uma solução salina pura, com baixo teor de proteínas e células, atuando como um amortecedor para o córtex cerebral e a medula espinhal. Possui também a função de fornecer nutrientes para o tecido nervoso e remover resíduos metabólicos do mesmo. É sintetizado pelos plexos coroidais, epitélio ventricular e espaço subaracnoideo em uma taxa de aproximadamente 20 mL/hora. Em recém-nascidos, este líquido é encontrado em um volume que varia entre 10 a 60 mL, enquanto que no adulto fica entre 100 a 150 mL.
34 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
35 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
36 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
37 Cepas: Cepa ou estirpe é um termo da biologia e da genética que se refere a um grupo de descendentes com um ancestral comum que compartilham semelhanças morfológicas e/ou fisiológicas.
38 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
39 Intersticial: Relativo a ou situado em interstícios, que são pequenos espaços entre as partes de um todo ou entre duas coisas contíguas (por exemplo, entre moléculas, células, etc.). Na anatomia geral, diz-se de tecido de sustentação localizado nos interstícios de um órgão, especialmente de vasos sanguíneos e tecido conjuntivo.
40 Pneumonia: Inflamação do parênquima pulmonar. Sua causa mais freqüente é a infecção bacteriana, apesar de que pode ser produzida por outros microorganismos. Manifesta-se por febre, tosse, expectoração e dor torácica. Em pacientes idosos ou imunodeprimidos pode ser uma doença fatal.
41 Trato Urinário:
42 Pielonefrite: Infecção dos rins produzida em geral por bactérias. A forma de aquisição mais comum é por ascensão de bactérias através dos ureteres, como complicação de uma infecção prévia de bexiga. Seus sintomas são febre, dor lombar, calafrios, eliminação de urina turva ou com traços de sangue, etc. Deve ser tratada cuidadosamente com antibióticos pelo risco de lesão permanente dos rins, com perda de função renal.
43 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
44 Peritonite: Inflamação do peritônio. Pode ser produzida pela entrada de bactérias através da perfuração de uma víscera (apendicite, colecistite), como complicação de uma cirurgia abdominal, por ferida penetrante no abdome ou, em algumas ocasiões, sem causa aparente. É uma doença grave que pode levar pacientes à morte.
45 Trato Biliar: Os DUCTOS BILIARES e a VESÍCULA BILIAR.
46 Septicemia: Septicemia ou sepse é uma infecção generalizada grave que ocorre devido à presença de micro-organismos patogênicos e suas toxinas na corrente sanguínea. Geralmente ela ocorre a partir de outra infecção já existente.
47 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
48 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
49 Meningite: Inflamação das meninges, aguda ou crônica, quase sempre de origem infecciosa, com ou sem reação purulenta do líquido cefalorraquidiano. As meninges são três membranas superpostas (dura-máter, aracnoide e pia-máter) que envolvem o encéfalo e a medula espinhal.
50 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
51 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
52 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
53 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
54 Superinfecção: Geralmente ocorre quando os antibióticos alteram o equilíbrio do organismo, permitindo o crescimento de agentes oportunistas, como os enterococos. A superinfecção pode ser muito difícil de tratar, porque é necessário optar por antibióticos eficazes contra todos os agentes que podem causá-la.
55 Encefalopatia: Qualquer patologia do encéfalo. O encéfalo é um conjunto que engloba o tronco cerebral, o cerebelo e o cérebro.
56 Mioclonia: Contração muscular súbita e involuntária que se verifica especialmente nas mãos e nos pés, devido à descarga patológica de um grupo de células nervosas.
57 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
58 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
59 Lactante: Que produz leite; que aleita.
60 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
61 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
62 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
63 Candidíase: É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
64 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
65 Cabeça:
66 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
67 Vaginite: Inflamação da mucosa que recobre a vagina. Em geral é devido a uma infecção bacteriana ou micótica. Manifesta-se por ardor, dor espontânea ou durante o coito (dispareunia) e secreção mucosa ou purulenta pela mesma.
68 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
69 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
70 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
71 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
72 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
73 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
74 Calafrios: 1. Conjunto de pequenas contrações da pele e dos músculos cutâneos ao longo do corpo, muitas vezes com tremores fortes e palidez, que acompanham uma sensação de frio provocada por baixa temperatura, má condição orgânica ou ainda por medo, horror, nojo, etc. 2. Sensação de frio e tremores fortes, às vezes com bater de dentes, que precedem ou acompanham acessos de febre.
75 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
76 Flebite: Inflamação da parede interna de uma veia. Pode ser acompanhada ou não de trombose da mesma.
77 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
78 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
79 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
80 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
81 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
82 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
83 Tromboplastina: Conhecida como fator tissular ou Fator III, a tromboplastina é uma substância presente nos tecidos e no interior das plaquetas. Ela tem a função de transformar a protrombina em trombina na presença de íons cálcio, atuando de maneira importante no processo de coagulação.
84 Hemólise: Alteração fisiológica ou patológica, com dissolução ou destruição dos glóbulos vermelhos do sangue causando liberação de hemoglobina. É também conhecida por hematólise, eritrocitólise ou eritrólise. Pode ser produzida por algumas anemias congênitas ou adquiridas, como consequência de doenças imunológicas, etc.
85 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
86 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
87 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
88 Síndrome de Stevens-Johnson: Forma grave, às vezes fatal, de eritema bolhoso, que acomete a pele e as mucosas oral, genital, anal e ocular. O início é geralmente abrupto, com febre, mal-estar, dores musculares e artralgia. Pode evoluir para um quadro toxêmico com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração (arritmias e pericardite). O prognóstico torna-se grave principalmente em pessoas idosas e quando ocorre infecção secundária. Pode ser desencadeado por: sulfas, analgésicos, barbitúricos, hidantoínas, penicilinas, infecções virais e bacterianas.
89 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
90 Necrólise Epidérmica Tóxica: Sinônimo de Síndrome de Lyell. Caracterizada por necrólise da epiderme. Tem como características iniciais sintomas inespecíficos, influenza-símile, tais como febre, dor de garganta, tosse e queimação ocular, considerados manifestações prodrômicas que precedem o acometimento cutâneo-mucoso. Erupção eritematosa surge simetricamente na face e na parte superior do tronco, provocando sintomas de queimação ou dolorimento da pele. Progressivamente envolvem o tórax anterior e o dorso. O ápice do processo é constituído pela característica denudação da epiderme necrótica, a qual é destacada em verdadeiras lamelas ou retalhos, dentro das áreas acometidas pelo eritema de base. O paciente tem o aspecto de grande queimado, com a derme desnuda, sangrante, eritêmato-purpúrica e com contínua eliminação de serosidade, contribuindo para o desequilíbrio hidroeletrolítico e acentuada perda protéica. Graves seqüelas oculares e esofágicas têm sido relatadas.Constitui uma reação adversa a medicamentos rara. As drogas que mais comumente a causam são as sulfas, o fenobarbital, a carbamazepina, a dipirona, piroxicam, fenilbutazona, aminopenicilinas e o alopurinol.
91 Nefropatia: Lesão ou doença do rim.
92 Anemia hemolítica: Doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos (hemólise intravascular) ou em outro lugar do organismo (hemólise extravascular). Pode ter várias causas e ser congênita ou adquirida. O tratamento depende da causa.
93 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
94 Glicosúria: Presença de glicose na urina.
95 Mg/dL: Miligramas por decilitro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.
96 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
97 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
98 Fisiológico: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
99 Região Glútea:
100 Lactato: Sal ou éster do ácido láctico ou ânion dele derivado.
101 Nutrição parenteral: Administração de alimentos utilizando um acesso venoso. Utilizada em situações nas quais o trato digestivo encontra-se seriamente danificado (pancreatite grave, sepse grave, etc.). Os alimentos são administrados em sua forma mais simples, como se fossem digeridos, para que possam ser absorvidos pelas células.
102 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
103 Fisiológica: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
104 Bactéria: Organismo unicelular, capaz de auto-reproduzir-se. Existem diferentes tipos de bactérias, classificadas segundo suas características de crescimento (aeróbicas ou anaeróbicas, etc.), sua capacidade de absorver corantes especiais (Gram positivas, Gram negativas), segundo sua forma (bacilos, cocos, espiroquetas, etc.). Algumas produzem infecções no ser humano, que podem ser bastante graves.

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