METOTREXATO

B-MS

Atualizado em 09/12/2014

Indicações do Metotrexato

ANTINEOPLASICO, INDICADO NO TRATAMENTO DO CARCINOMA1 GESTACIONAL, MICOSE2 FUNGOIDE, LEUCEMIA3 LINFOCITICA AGUDA, CANCER4 DE MAMA5, PULMAO6, CABECA7 E PESCOCO8, LINFOMAS E OUTROS SARCOMAS.

Apresentação do Metotrexato

SOLUCAO INJETAVEL: FRASCO-AMPOLA DE 50 E 500 MG. COMPRIMIDOS DE 2,5 MG: CAIXA COM 100 COMPRIMIDOS.

Composição do Metotrexato

1 FRASCO-AMPOLA CONTEM 50 MG DE METOTREXATO SODICO NA FORMA DE PO ESTERIL LIOFILIZADO9 E HIDROXIDO DE SODIO PARA AJUSTAR O PH EM CERCA DE 8,5. NAO CONTEM PRESERVATIVOS, DEVENDO SER ADMINISTRADO POR VIA PARENTERAL.

Posologia e Administração do Metotrexato

QUIMIOTERAPIA10 ANTINEOPLASICA: O METOTREXATO PODE SER ADMINISTRADO POR VIA INTRAMUSCULAR, INTRAVENOSA, INTRA-ARTERIAL OU INTRATECAL. O TRATAMENTO INICIAL E GERALMENTE REALIZADO COM O PACIENTE SOB CUIDADO HOSPITALAR. CORIOCARCINOMA E MOLESTIAS TROFOBLASTICAS SIMILARES: O METOTREXATO E ADMINISTRADO INTRAMUSCULARMENTE EM DOSES DE 15 A 30 MG POR DIA DURANTE UM CICLO DE CINCO DIAS. TAIS CICLOS SAO GERALMENTE REPETIDOS DE 3 A 5 VEZES, CONFORME NECESSARIO, COM PERIODOS DE DESCANSO DE UMA OU MAIS SEMANAS INTERCALADAS, ATE QUE CEDAM QUAISQUER SINTOMAS11 TOXICOS QUE SE MANIFESTAM. A EFICIENCIA DA TERAPIA E GERALMENTE AVALIADA POR ANALISE URINARIA QUANTITATIVA DE 24 HORAS DO HORMONIO12 GONADOTROFINA CORIONICA (HCG), QUE DEVE VOLTAR AO NORMAL OU A MENOS DE 50 UI/24 HORAS, USUALMENTE APOS O 3o OU 4o CICLO E USUALMENTE SEGUIDO POR RESOLUCAO ABSOLUTA DE LESOES13 MENSURAVEIS EM 4 A 6 SEMANAS. RECOMENDA-SE EM GERAL, UM A DOIS CICLOS DE METOTREXATO APOS A NORMALIZACAO DO HCG. ANTES DE CADA CICLO DO MEDICAMENTO, E ESSENCIAL UMA AVALIACAO CLINICA CUIDADOSA. A TERAPIA DO METOTREXATO EM COMBINACAO CICLICA COM OUTROS MEDICAMENTOS ANTITUMORAIS TEM SIDO REVELADA COM SENDO UTIL. UMA VEZ QUE A MOLA HIDATIFORME14 PODE PRECEDER O CORIOCARCINOMA, TEM SIDO RECOMENDADO O METOTREXATO COMO QUIMIOTERAPIA10 PROFILATICA. O CORIOADENOMA DESTRUENS E CONSIDERADO COMO UMA FORMA INVASIVA DA MOLA HIDATIFORME14. O METOTREXATO E ADMINISTRADO NOS CASOS DESSAS MOLESTIAS EM DOSES SEMELHANTES AS RECOMENDADAS PARA O CORIOCARCINOMA. LEUCEMIA3: A LEUCEMIA3 AGUDA LINFATICA (LINFOBLASTICA) EM CRIANCAS E JOVENS ADOLESCENTES E A QUE MAIS RESPONDE A QUIMIOTERAPIA10 DE NOSSOS DIAS. NOS ADULTOS E PACIENTES MAIS IDOSOS, A REMISSAO CLINICA E MAIS DIFICIL DE OBTER E E MAIS COMUM UMA RECIDIVA15 PRECOCE. NA LEUCEMIA3 LINFATICA CRONICA, O PROGNOSTICO16 DE RESPOSTA ADEQUADA E MENOS ENCORAJADOR. O METOTREXATO SOZINHO OU EM COMBINACAO COM ESTEROIDES FOI INICIALMENTE USADO NA INDUCAO DA REMISSAO DE LEUCEMIAS LINFOBLASTICAS. MAIS RECENTEMENTE, A TERAPIA COM CORTICOSTEROIDES EM COMBINACAO COM OUTROS MEDICAMENTOS ANTILEUCEMICOS OU EM COMBINACOES CICLICAS COM O METOTREXATO INCLUIDO, PARECEM PRODUZIR REMISSAO RAPIDA E EFICAZ. QUANDO USADO PARA INDUCAO, O METOTREXATO EM DOSES DE 3,3 MG/M2 * EM COMBINACAO COM A PREDNISOMA, 60 MG/M2, DIARIAS GERALMENTE NUM PERIODO DE 4 A 6 SEMANAS. O METOTREXATO SOZINHO OU EM COMBINACAO COM OUTROS AGENTES PARECE SER O MEDICAMENTO DE ESCOLHA PARA ASSEGURAR A MANUTENCAO DAS REMISSOES INDUZIDAS PELA DROGA. QUANDO A REMISSAO E OBTIDA E UM CUIDADO MANTENEDOR PRODUZ UMA MELHORA CLINICA GERAL, A TERAPIA DE MANUTENCAO E INICIADA COMO SEGUE: O METOTREXATO E ADMINISTRADO DUAS VEZES POR SEMANA POR VIA INTRAMUSCULAR EM DOSES DE 30 MG/M2. TEM SIDO TAMBEM ADMINISTRADO EM DOSES DE 2,5 MG/KG POR VIA INTRAVENOSA A CADA 14 DIAS. SE E QUANDO OCORRER RECIDIVA15, A REINDUCAO DA REMISSAO PODE GERALMENTE SER NOVAMENTE OBTIDA REPETINDO-SE O REGIME DE INDUCAO INICIAL. VARIOS ESPECIALISTAS TEM INTRODUZIDO RECENTEMENTE UMA VARIEDADE DE PROGRAMAS DE DOSAGEM TANTO PARA INDUCAO COMO PARA MANUTENCAO DA REMISSAO COM VARIAS COMBINACOES DE AGENTES ALQUILANTES E ANTIFOLICOS. O TRATAMENTO COM MEDICAMENTOS MULTIPLOS USANDO VARIOS AGENTES, INCLUSIVE O METOTREXATO, ADMINISTRADO CONCOMITANTE-MENTE ESTA OBTENDO UM CRESCENTE APOIO NAS FORMAS DE LEUCEMIA3 TANTO AGUDA COMO CRONICA. O MEDICO DEVE FAMILIARIZAR-SE COM OS NOVOS AVANCOS NA TERAPIA ANTILEUCEMICA. A LEUCEMIA3 GRANULOCITICA AGUDA E RARA EM CRIANCAS, MAS COMUM EM ADULTOS. ESSA FORMA DE LEUCEMIA3 RESPONDE MEDIOCREMENTE A QUIMIOTERAPIA10. AS REMISSOES SAO CURTAS E AS RECIDIVAS17 SAO COMUNS, SENDO QUE A RESISTENCIA A TERAPIA SE DESENVOLVE RAPIDAMENTE. (*) PARA CONVERSAO DE MG/KG DE PESO CORPORAL PARA MG/M2 DE SUPERFICIE CORPOREA OU O CONTRARIO, UMA RAZAO DE 1:30 E DADA COMO GUIA. O FATOR DE CONVERSAO VARIA ENTRE 1:20 E 1:40 DEPENDENDO DA IDADE E DA CONSTITUICAO CORPOREA. LEUCEMIA3 MENINGEA18: OS PACIENTES COM LEUCEMIA3 ESTAO SUJEITOS A INVASAO LEUCEMICA DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL19. ISSO PODE SE MANIFESTAR POR SINAIS20 OU SINTOMAS11 CARACTERISTICOS, OU PODE PERMANECER SILENCIOSO E SER DIAGNOSTICADO SOMENTE PELO EXAME DO LIQUIDO CEFALORRAQUIDIANO21 (LCR) QUE CONTEM AS CELULAS22 LEUCEMICAS EM TAIS CASOS. PORTANTO, O LCR DEVE SER EXAMINADO EM TODOS OS PACIENTES LEUCEMICOS. COMO A PASSAGEM DO METOTREXATO DO SORO23 SANGUINEO PARA O LIQUIDO CEFALORRAQUIDIANO21 E MINIMA, UMA TERAPIA ADEQUADA E CONSEGUIDA QUANDO O MEDICAMENTO E ADMINISTRADO INTRATECALMENTE. DEVIDO A MARCANTE FREQUENCIA DA LEUCEMIA3 MENINGEA18, E AGORA UMA PRATICA COMUM ADMINISTRAR O METOTREXATO INTRATECALMENTE, COMO PROFILAXIA, EM TODOS OS CASOS DE LEUCEMIA3 LINFOCITICA. POR INJECAO24 INTRATECAL, O SAL SODICO DE METOTREXATO E ADMINISTRADO EM SOLUCAO EM DOSES DE 12 MG POR METRO QUADRADO DE SUPERFICIE CORPORAL COM UMA DOSE MAXIMA DE 15 MG. A SOLUCAO E FEITA NA CONCENTRACAO DE 1 MG POR ML EM MEIO ADEQUADO, ESTERIL E LIVRE DE PRESERVATIVOS, TAL COMO O CLORETO DE SODIO PARA INJECAO24. PARA O TRATAMENTO DA LEUCEMIA3 MENINGEA18, O METOTREXATO E DADO A INTERVALOS DE 2 A 5 DIAS. O METOTREXATO E ADMINISTRADO ATE QUE A CONTAGEM DE CELULAS22 DO LIQUIDO CEFALORRAQUIDIANO21 VOLTE AO NORMAL. NESSE PONTO, E ACONSELHAVEL UMA DOSE ADICIONAL. PARA PROFILAXIA CONTRA A LEUCEMIA3 MENINGEA18, A DOSAGEM E A MESMA DO TRATAMENTO EXCETO QUANTO AOS INTERVALOS DE ADMINISTRACAO. NESTE ASSUNTO E ACONSELHAVEL QUE O MEDICO CONSULTE A LITERATURA MEDICA. ALTAS DOSES PODEM CAUSAR CONVULSOES. PODEM OCORRER EFEITOS COLATERAIS25 DESAGRADAVEIS COM QUALQUER INJECAO24 INTRATECAL SENDO COMUMENTE DE NATUREZA NEUROLOGICA. O METOTREXATO DADO POR VIA INTRATECAL APARECE NA FORMA EXPRESSIVA NA CIRCULACAO26 SISTEMICA E PODE CAUSAR TOXICIDADE27 SISTEMICA. POR CONSEGUINTE, A TERAPIA ANTILEUCEMICA SISTEMICA COM O MEDICAMENTO DEVE SER APROPRIADAMENTE AJUSTADA, REDUZIDA OU INTERROMPIDA. O ENVOLVIMENTO LEUCEMICO FOCAL DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL19, PODE NAO RESPONDER A QUIMIOTERAPIA10 INTRATECAL SENDO MELHOR TRATADO COM RADIOTERAPIA28. LINFOMAS: NO TUMOR29 DE BURKITT, ESTADIOS I-II, O METOTREXATO TEM PRODUZIDO REMISSOES PROLONGADAS EM ALGUNS CASOS. NO ESTADIO III, O METOTREXATO E DADO, EM GERAL, CONCOMITANTEMENTE COM OUTROS AGENTES ANTITUMORAIS. O TRATAMENTO EM TODOS OS ESTADIOS CONSISTE, GERALMENTE, DE VARIOS CICLOS DO MEDICAMENTO INTERCALADOS COM 7 A 10 DIAS DE PERIODOS DE REPOUSO. OS LINFOSSARCOMAS NO ESTADIO III PODEM RESPONDER AO TRATAMENTO DE DROGAS EM COMBINACAO COM O METOTREXATO DADO EM DOSES DE 0,625 MG A 2,5 MG/KG DIARIAMENTE. MICOSES FUNGOIDES: A TERAPIA COM O METOTREXATO PARECE PRODUZIR REMISSOES CLINICAS EM CERCA DE METADE DOS CASOS TRATADOS. A DOSAGEM E, GERALMENTE, 2,5 A 10 MG DIARIOS, POR VIA ORAL, DURANTE SEMANAS OU MESES. OS NIVEIS DE DOSE DO MEDICAMENTO E O AJUSTE DO REGIME DE DOSES PELA REDUCAO OU CESSACAO DO MEDICAMENTO SAO ORIENTADOS PELA RESPOSTA DO PACIENTE E PELO CONTROLE HEMATOLOGICO. O METOTREXATO TEM SIDO ADMINISTRADO TAMBEM INTRAMUSCULARMENTE EM DOSES DE 50 MG, UMA VEZ POR SEMANA OU 25 MG, 2 VEZES POR SEMANA. QUIMIOTERAPIA10 NA PSORIASE30: O PACIENTE DEVE ESTAR INTEIRAMENTE INFORMADO SOBRE OS RISCOS ENVOLVIDOS E DEVE FICAR SOB CONSTANTE SUPERVISAO MEDICA. A DETERMINACAO DA FUNCAO RENAL31, DA FUNCAO HEPATICA32 E DOS ELEMENTOS SANGUINEOS DEVE SER FEITA POR HISTORICO, EXAME MEDICO E TESTES DE LABORATORIO (TAIS COMO, HEMOGRAMA, EXAME DE URINA33, CREATININA34 DO SORO23, ESTUDOS DA FUNCAO HEPATICA32 E BIOPSIA35 DO FIGADO36, SE FOR INDICADO) ANTES DE COMECAR A ADMINISTRACAO DO METOTREXATO, PERIODICAMENTE DURANTE A TERAPIA E ANTES DE REINICIAR A TERAPIA COM O METOTREXATO APOS UM PERIODO DE REPOUSO. DEVEM SER TOMADAS MEDIDAS APROPRIADAS PARA SE EVITAR A CONCEPCAO37 DURANTE A TERAPIA COM O METOTREXATO E PELO MENOS DURANTE OITO SEMANAS SEGUINTES AO TRATAMENTO. EXISTEM TRES TIPOS GERAIS DE PROGRAMA DE DOSAGEM COMUMENTE USADOS: ALTAS DOSES SEMANAIS INTERMITENTES38 POR VIA ORAL OU PARENTERAL; PROGRAMA DE DOSE ORAL INTERMITENTE39, DIVIDIDO NUM PERIODO DE 36 HORAS; POR VIA ORAL, DIARIAMENTE, COM UM PERIODO DE REPOUSO. TODOS OS PROGRAMAS DEVEM SER CONTINUAMENTE AJUSTADOS AO PACIENTE, INDIVIDUALMENTE. OS PROGRAMAS ADIANTE CITADOS REFEREM-SE A UM ADULTO DE 70 KG EM MEDIA. E RECOMENDADA UMA DOSE TESTE INICIAL UMA SEMANA ANTES DO INICIO DO TRATAMENTO, PARA SE DETECTAR QUALQUER IDIOSSINCRASIA. A FAIXA DE DOSE SUGERIDA E DE 5 A 10 MG POR VIA PARENTERAL. PROGRAMAS DA DOSE INICIAL RECOMENDADOS: DOSE UNICA ORAL SEMANALMENTE, IM OU IV: 10 A 25 MG POR SEMANA ATE QUE SE CONSIGA UMA RESPOSTA ADEQUADA. COM ESTE ESQUEMA, UMA DOSAGEM DE 50 MG POR SEMANA NAO DEVE SER COMUMENTE ULTRAPASSADA. DOSE ORAL DIVIDIDA: 2,5 MG, EM INTERVALOS DE 12 HORAS NO CASO DE 3 DOSES OU EM INTERVALOS DE 8 HORAS NO CASO DE 4 DOSES POR SEMANA. COM ESTE ESQUEMA, UMA DOSAGEM DE 30 MG POR SEMANA NAO DEVE SER ULTRAPASSADA. DOSE ORAL DIARIA: 2,5 MG, DIARIAMENTE, DURANTE 5 DIAS SEGUIDOS DE PELO MENOS 2 DIAS DE REPOUSO. COM ESTE ESQUEMA, UMA DOSAGEM DE 6,25 MG POR DIA NAO DEVE SER ULTRAPASSADA. - NOTA ESPECIAL: OS DADOS DISPONIVEIS SUGEREM QUE O PROGRAMA 3 (VIA ORAL, DIARIAMENTE, COM UM PERIODO DE REPOUSO) PODE REPRESENTAR UM AUMENTO DE RISCO DE PATOLOGIA40 GRAVE DO FIGADO36. AS DOSAGENS PODEM SER GRADATIVAMENTE REGULADAS PARA ATINGIR UMA RESPOSTA CLINICA OTIMA, MAS NAO ULTRAPASSANDO O MAXIMO DECLARADO NO PROGRAMA. UMA VEZ CONSEGUIDA A RESPOSTA CLINICA OTIMA, A POSOLOGIA DEVE SER REDUZIDA A MENOR QUANTIDADE POSSIVEL DO MEDICAMENTO E O PERIODO MAIS LONGO POSSIVEL DE REPOUSO. O USO DO METOTREXATO PODE PERMITIR A VOLTA A TERAPIA TOPICA CONVENCIONAL, A QUAL DEVE SER ENCORAJADA. - ANTIDOTO41 PARA SUPERDOSAGEM: O LEUCOVORIN (FATOR CITROVORUM) E UM POTENTE AGENTE CAPAZ DE NEUTRALIZAR OS EFEITOS TOXICOS IMEDIATOS DO METOTREXATO NO SISTEMA HEMATOPOIETICO42. QUANDO SAO DADAS ALTAS DOSES OU DOSES EXCESSIVAS, O LEUCOVORIN CALCICO PODE SER ADMINISTRADO POR INFUSAO INTRAVENOSA EM DOSES DE ATE 75 MG DENTRO DE 12 HORAS, SEGUIDAS POR 12 MG INTRAMUSCULARMENTE CADA SEIS HORAS POR QUATRO DOSES. QUANDO DOSES MEDIAS DO METOTREXATO PARECEM TER UM EFEITO DESFAVORAVEL, 2 A 4 ML (6 A 12 MG) DE LEUCOVORIN CALCICO PODEM SER DADOS INTRAMUSCULARMENTE CADA 6 HORAS NUM TOTAL DE 4 DOSES. EM GERAL, QUANDO HA SUSPEITA DE SUPERDOSAGEM, A DOSE DO LEUCOVORIN DEVE SER IGUAL OU SUPERIOR A DOSE DESFAVORAVEL DO METOTREXATO E DEVE SER ADMINISTRADA COM VANTAGEM DENTRO DA PRIMEIRA HORA. O USO DO LEUCOVORIN CALCICO DEPOIS DE UMA HORA, E MUITO MENOS EFICAZ. - CUIDADOS: DEVIDO AO POTENCIAL PARA CAUSAR TOXICIDADE27 GRAVE, A TERAPIA COM O METOTREXATO REQUERER ESTRITA SUPERVISAO DO PACIENTE PELO MEDICO. OS FARMACEUTICOS NAO DEVEM DISPENSAR UM SUPRIMENTO DA DROGA POR MAIS QUE SETE (7) DIAS, DE UMA SO VEZ. UM NOVO SUPRIMENTO DE TAIS PRESCRICOES DEVE SER FORNECIDO POR ORDEM DIRETA (ESCRITA OU ORAL) DO MEDICO SOMENTE. INSTRUCOES PARA USO: COMO OUTROS COMPOSTOS POTENCIALMENTE TOXICOS, REQUER-SE CUIDADO AO MANIPULAR O PO OU A SOLUCAO DE METOTREXATO. REACOES DA PELE43 ASSOCIADAS A EXPOSICAO ACIDENTAL AO METOTREXATO PODEM OCORRER. RECOMENDA-SE O USO DE LUVAS. SE O PO OU A SOLUCAO DO METOTREXATO ENTRAREM EM CONTATO COM A PELE43 OU MUCOSA44, LAVA-LOS DE IMEDIATO E INTEIRAMENTE COM AGUA E SABAO. DEVEM SER CONSIDERADOS OS PROCEDIMENTOS QUANTO A MANIPULACAO E DESCARTE DAS DROGAS ANTICANCER. JA FORAM PUBLICADOS VARIOS GUIAS SOBRE ESTE ASSUNTO; POREM, NAO HA UM ACORDO GERAL DE QUE TODOS OS PROCEDIMENTOS RECOMENDADOS NESSES GUIAS SEJAM NECESSARIOS OU APROPRIADOS. OS PRODUTOS PARA ADMINISTRACAO PARENTERAL DEVEM SER INSPECIONADOS VISUALMENTE QUANTO A PARTICULAS ESTRANHAS E DESCOLORACAO ANTES DA ADMINISTRACAO, SEMPRE QUE A SOLUCAO E O RECIPIENTE O PERMITAM. METOTREXATO (METOTREXATO SODICO) INJETAVEL: ADMINISTRACAO INTRAMUSCULAR OU INTRAVENOSA: RECONSTITUIR COM 2 A 10 ML DE AGUA ESTERIL PARA INJECAO24, INJECAO24 DE SORO23 FISIOLOGICO45, OU AGUA BACTERIOSTATICA PARA INJECAO24 COM PARABENOS OU ALCOOL BENZILICO. ADMINISTRACAO INTRATECAL: RECONSTITUIR IMEDIATAMENTE ANTES DO USO COM MEIO ADEQUADO ESTERIL, E SEM PRESERVATIVOS, TAL COMO INJECAO24 DE SORO23 FISIOLOGICO45. A CONCENTRACAO PARA INJECAO24 INTRATECAL DEVE SER DE 1 MG A 2,5 MG/ML. ESTABILIDADE: METOTREXATO PO PARA SOLUCAO INJETAVEL (METOTREXATO SODICO), APOS RECONSTITUICAO, E ESTAVEL POR 4 SEMANAS A TEMPERATURA AMBIENTE (25oC) EM CONCENTRACOES DE 2 A 125 MG/ML EM AGUA BACTERIOSTATICA PARA INJECAO24 COM PARABENOS OU ALCOOL BENZILICO. ESTAS SOLUCOES SAO ESTAVEIS DURANTE 3 MESES SOB REFRIGERACAO (4oC) OU CONGELADAS (-15oC). QUANDO ARMAZENADO A TEMPERATURA AMBIENTE (15-30oC) E PROTEGIDO DA LUZ, METOTREXATO INJETAVEL (METOTREXATO SODICO) NAO RECONSTITUIDO, PERMANECERA ESTAVEL ATE A DATA DE VALIDADE INDICADA NO CARTUCHO.

Precauções do Metotrexato

O METOTREXATO TEM UM ELEVADA TOXICIDADE27 POTENCIAL, GERALMENTE RELACIONADA COM AS DOSES. O MEDICO DEVE ESTAR FAMILIARIZADO COM AS VARIAS CARACTERISTICAS DO MEDICAMENTO E SEU USO CLINICO ESTABELECIDO. OS PACIENTES EM TRATAMENTO DEVEM SUJEITAR-SE A UM CONTROLE APROPRIADO, PARA QUE OS SINAIS20 OU SINTOMAS11 DE POSSIVEIS EFEITOS TOXICOS OU REACOES ADVERSAS POSSAM SER DETECTADOS E AVALIADOS NUM PRAZO MINIMO. PRE-TRATAMENTO E ESTUDOS HEMATOLOGICOS PERIODICOS SAO ESSENCIAIS PARA O USO DO METOTREXATO EM QUIMIOTERAPIA10, DEVIDO AO SEU EFEITO COMUM DE DEPRESSAO HEMATOPOIETICA. ISSO PODE OCORRER ABRUPTAMENTE E COM DOSE APARENTEMENTE SEGURA E QUALQUER QUEDA PROFUNDA NA CONTAGEM DE GLOBULOS SANGUINEOS46 REQUER A INTERRUPCAO IMEDIATA DO MEDICAMENTO E UMA TERAPIA ADEQUADA. EM PACIENTES PORTADORES DE DOENCA MALIGNA COM APLASIA DA MEDULA OSSEA47 PREEXISTENTE, LEUCOPENIA48, TROMBOCITOPENIA49 OU ANEMIA50, O MEDICAMENTO DEVE SER USADO COM CUIDADO OU ABOLIDO. O METOTREXATO E EXCRETADO PRINCIPALMENTE PELOS RINS51. O SEU USO, NA PRESENCA DE FUNCAO RENAL31 PREJUDICADA, PODE RESULTAR NO ACUMULO DE QUANTIDADES TOXICAS OU AINDA, MAIORES DANOS RENAIS. AS CONDICOES RENAIS DO PACIENTE DEVEM SER DETERMINADAS ANTES E DURANTE O TRATAMENTO PELO METOTREXATO, E O DEVIDO CUIDADO DEVE SER TOMADO NO CASO DE SER REVELADA UMA AFECCAO52 RENAL31 SIGNIFICATIVA. AS DOSES DO MEDICAMENTO DEVEM SER REDUZIDAS OU INTERROMPIDAS ATE QUE A FUNCAO RENAL31 MELHORE OU SEJA RESTAURADA. EM GERAL, SAO RECOMENDADOS OS SEGUINTES TESTES DE LABORATORIO COMO PARTE DA AVALIACAO CLINICA ESSENCIAL E O DEVIDO CONTROLE DOS PACIENTES ESCOLHIDOS OU QUE RECEBEM O TRATAMENTO PELO METOTREXATO: HEMOGRAMA COMPLETO; HEMATOCRITO53; EXAME DE URINA33; TESTES DA FUNCAO RENAL31 E TESTES DA FUNCAO HEPATICA32. E TAMBEM RECOMENDADA A RADIOGRAFIA DO TORAX54. O PROPOSITO E PARA DETERMINAR QUALQUER DISFUNCAO ORGANICA JA EXISTENTE OU AFECCAO52 SISTEMICA. OS TESTES DEVEM SER REALIZADOS ANTES DO TRATAMENTO, EM PERIODOS APROPRIADOS DURANTE A TERAPIA E APOS O TERMINO DESTA. PODE SER UTIL OU IMPORTANTE FAZER A BIOPSIA35 DO FIGADO36 OU ESTUDOS DE ASPIRACAO DA MEDULA OSSEA47, ISSO QUANDO UMA TERAPIA COM ALTAS DOSES OU PROLONGADA ESTA SENDO SEGUIDA. O METOTREXATO SE LIGA PREDOMINANTEMENTE A ALBUMINA55 DO SORO23 APOS A INJECAO24 E A TOXICIDADE27 PODE SER AUMENTADA DEVIDO AO DESLOCAMENTO POR CERTAS DROGAS, TAIS COMO, SALICILATOS, SULFONAMIDAS, DIFENIL-HIDANTOINA, FENILBUTAZONA E ALGUNS AGENTES ANTIBACTERIANOS, TAIS COMO, TETRACICLINA, CLORANFENICOL E ACIDO PARAAMINOBENZOICO. ESTAS DROGAS, ESPECIALMENTE SALICILATOS, FENILBUTAZONA E SULFONAMIDAS, QUER ANTIBACTERIANAS, HIPOGLICEMICAS OU DIURETICAS, NAO DEVEM SER DADAS CONCOMITANTEMENTE ATE QUE O SIGNIFICADO DESSES ACHADOS SEJA ESTABELECIDO. OS PREPARADOS VITAMINICOS CONTENDO ACIDO FOLICO OU SEUS DERIVADOS PODEM ALTERAR AS RESPOSTAS AO METOTREXATO. O METOTREXATO DEVE SER USADO COM EXTREMO CUIDADO NA PRESENCA DE INFECCAO56, ULCERA PEPTICA57, COLITE58 ULCERATIVA, FRAQUEZA E OS EXTREMOS DA INFANCIA OU VELHICE. SE HOUVER LEUCOPENIA48 PROFUNDA DURANTE A TERAPIA, PODE OCORRER INFECCAO56 BACTERIANA, QUE PODE SE TORNAR UMA AMEACA. NESSE CASO, E GERALMENTE INDICADA A CESSACAO DO MEDICAMENTO E UMA TERAPIA ANTIBIOTICA APROPRIADA. NA DEPRESSAO GRAVE DA MEDULA OSSEA47, PODEM SER NECESSARIAS TRANSFUSOES DE SANGUE59 OU DE PLAQUETAS60. DESDE QUE ESTA RELATADO QUE METOTREXATO PODE TER UMA ACAO IMUNOSSUPRESSORA, ESTE FATOR DEVE SER LEVADO EM CONSIDERACAO NA AVALIACAO DO USO DA DROGA, NOS CASOS EM QUE AS RESPOSTAS IMUNES DE UM PACIENTE PODEM SER IMPORTANTES OU ESSENCIAIS. CARCINOGENESE, MUTAGENESE E PREJUIZO DA FERTILIDADE: COMO A MAIORIA DOS AGENTES ANTICANCER, O METOTREXATO PODE APRESENTAR POTENCIAL CARCINOGENICO (VER ADVERTENCIAS). USO NA GRAVIDEZ61: O METOTREXATO TEM CAUSADO MORTES DE FETOS E/OU ANOMALIAS CONGENITAS62 NAO SENDO PORTANTO, RECOMENDADO PARA MULHERES COM POTENCIAL PARA ENGRAVIDAR A MENOS QUE HAJA EVIDENCIA MEDICA APROPRIADA DE QUE OS BENEFICIOS ESPERADOS PARA A MAE SOBREPUJEM OS RISCOS CONSIDERADOS AO FETO63. AS PACIENTES PSORIATICAS GRAVIDAS NAO DEVEM RECEBER O METOTREXATO (VER ADVERTENCIAS). - USO NA LACTACAO64: DEVIDO AO POTENCIAL DO METOTREXATO CAUSAR REACOES ADVERSAS GRAVES EM LACTENTES65, DEVE-SE TOMAR A DECISAO DE DESCONTINUAR A AMAMENTACAO66 OU A DROGA, LEVANDO EM CONSIDERACAO A IMPORTANCIA DA DROGA PARA A MAE. EM TODOS OS CASOS EM QUE O USO DO METOTREXATO E CONSIDERADO PARA A QUIMIOTERAPIA10, O MEDICO DEVE AVALIAR A NECESSIDADE E UTILIDADE DO MEDICAMENTO CONTRA OS RISCOS DE EFEITOS TOXICOS OU REACOES ADVERSAS. A MAIORIA DESSAS REACOES ADVERSAS SAO REVERSIVEIS SE DETECTADAS PRECOCEMENTE. QUANDO TAIS EFEITOS OU REACOES OCORREM, O MEDICAMENTO DEVE TER SUA DOSAGEM REDUZIDA OU INTERROMPIDA E DEVEM SER TOMADAS AS MEDIDAS CORRETIVAS APROPRIADAS, DE ACORDO COM A OPINIAO CLINICA DO MEDICO. A RETOMADA DO TRATAMENTO PELO METOTREXATO DEVE SER FEITA COM CUIDADO, ESTUDANDO-SE ADEQUADAMENTE SE HA NECESSIDADE DE CONTINUAR COM O MEDICAMENTO E FICANDO ALERTA QUANTO A POSSIVEL VOLTA DA TOXICIDADE27.

Reações Adversas do Metotrexato

AS REACOES ADVERSAS MAIS COMUNS INCLUEM A ESTOMATITE67 ULCERATIVA, A LEUCOPENIA48, AS NAUSEAS68 E DISTURBIOS ABDOMINAIS. OUTRAS REACOES INCLUEM MAL-ESTAR, CANSACO INEXPLICAVEL, ARREPIOS E FEBRE69, TONTURAS70 E DIMINUICAO DE RESISTENCIA A INFECCOES71. EM GERAL, A INCIDENCIA72 E GRAVIDADE DE EFEITOS COLATERAIS25 SAO CONSIDERADAS COMO RELACIONADAS COM AS DOSES. SAO RELATADAS REACOES ADVERSAS PARA OS VARIOS SISTEMAS, COMO SEGUEM: PELE43: ERUPCOES ERITEMATOSAS73, PRURIDO74, URTICARIA75, FALTA DE PIGMENTACAO, FOTOSSENSIBILIDADE, ALOPECIA76, EQUIMOSES77, TELANGIECTASIA78, ACNE79, FURUNCULOSE. AS LESOES13 DE PSORIASE30 PODEM SER AGRAVADAS PELA EXPOSICAO CONCOMITANTE A RADIACAO ULTRAVIOLETA. SANGUE59: DEPRESSAO DA MEDULA OSSEA47, LEUCOPENIA48, TROMBOCITOPENIA49, ANEMIA50, HIPOGAMAGLOBULINEMIA, HEMORRAGIA80 EM VARIOS LOCAIS, SEPTICEMIA81. SISTEMA ALIMENTAR: GENGIVITE82, FARINGITE83, ESTOMATITE67, ANOREXIA84, VOMITOS85, DIARREIA86, HEMATEMESE87, MELENA88, ULCERACAO89 GASTRINTESTINAL E HEMORRAGIA80, ENTERITE, TOXICIDADE27 HEPATICA32 RESULTANDO EM ATROFIA90 AGUDA DO FIGADO36, NECROSE91, METAMORFOSE DAS GORDURAS, FIBROSE92 PERIPORTAL OU CIRROSE93 HEPATICA32. SISTEMA UROGENITAL94: INSUFICIENCIA RENAL95, AZOTEMIA, CISTITE96, HEMATURIA97, OOGENESE OU ESPERMATOGENESE DEFEITUOSA, OLIGOSPERMIA TRANSITORIA, DISFUNCAO MENSTRUAL, INFERTILIDADE98, ABORTO, DEFEITOS FETAIS, NEFROPATIA99 GRAVE. SISTEMA PULMONAR: PNEUMONITE100 INTERSTICIAL101; FORAM RELATADOS CASOS DE MORTE E OCASIONALMENTE TEM OCORRIDO DOENCA PULMONAR OBSTRUTIVA INTERSTICIAL101 CRONICA. SISTEMA NERVOSO CENTRAL19: DORES DE CABECA7, TONTURAS70, VISAO102 TURVA. AFASIA103, HEMIPARESIA104, PARESIA105 E CONVULSOES TEM TAMBEM OCORRIDO, APOS A ADMINISTRACAO DO METOTREXATO. TEM SIDO RELATADA LEUCOENCEFALOPATIA APOS A ADMINISTRACAO INTRAVENOSA DO METOTREXATO EM PACIENTES QUE TENHAM TIDO IRRADIACAO CRANIO106-ESPINHAL. APOS O USO INTRATECAL DO METOTREXATO, A TOXICIDADE27 DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL19 QUE PODE OCORRER, PODE SER CLASSIFICADA COMO SEGUE: ARACNOIDITE QUIMICA MANIFESTADA POR SINTOMAS11, TAIS COMO, DOR DE CABECA7, DOR NAS COSTAS107, VOMITOS85, RIGIDEZ DA NUCA E FEBRE69; PARESIA105, GERALMENTE TRANSITORIA, MANIFESTADA POR PARAPLEGIA108 ASSOCIADA COM O ENVOLVIMENTO DE UMA OU MAIS RAIZES DOS NERVOS ESPINHAIS; LEUCOENCEFALOPATIA MANIFESTADA POR CONFUSAO, DISARTRIA109, IRRITABILIDADE, SONOLENCIA, ATAXIA110, DEMENCIA111 E, OCASIONALMENTE, CONVULSOES MAIORES E COMA112. TEM SIDO RELATADAS OUTRAS REACOES RELACIONADAS COM, OU ATRIBUIDAS AO USO DO METOTREXATO, TAIS COMO: PNEUMONITE100 INTERSTICIAL101, ALTERACOES METABOLICAS, DIABETE PRECIPITANTE, EFEITOS DE OSTEOPOROSE113, ALTERACOES ANORMAIS DAS CELULAS22 TISSULARES E MESMO MORTE SUBITA.

Contra-Indicações do Metotrexato

PACIENTES PSORIATICAS GRAVIDAS NAO DEVEM RECEBER O METOTREXATO. PACIENTES PSORIATICOS COM DISTURBIOS RENAIS OU HEPATICOS GRAVES NAO DEVEM RECEBER O METOTREXATO. PACIENTES PSORIATICOS COM DISCRASIAS SANGUINEAS114 PREEXISTENTES, TAIS COMO, HIPOPLASIA115 DA MEDULA OSSEA47, LEUCOPENIA48, TROMBOCITOPENIA49 OU ANEMIA50 NAO DEVEM RECEBER O METOTREXATO. PACIENTES COM CONHECIDA HIPERSENSI-BILIDADE AO METOTREXATO NAO DEVEM RECEBER A DROGA. - ADVERTENCIAS: O METOTREXATO DEVE SER USADO SOMENTE POR MEDICOS COM EXPERIENCIA EM QUIMIOTERAPIA10 ANTIMETABOLICA. DEVIDO A POSSIBILIDADE DE REACOES FATAIS OU GRAVEMENTE TOXICAS, O PACIENTE DEVE SER INTEIRAMENTE INFORMADO PELO MEDICO SOBRE OS RISCOS ENVOLVIDOS E DEVE FICAR SOB CONSTANTE SUPERVISAO. TEM SIDO COMUNICADOS CASOS DE MORTE PELO USO DO METOTREXATO NO TRATAMENTO DA PSORIASE30. NO TRATAMENTO DA PSORIASE30, O USO DE METOTREXATO DEVE SER RESTRITO A CASOS RECALCITRANTES, GRAVES E INCAPACITANTES QUE NAO RESPONDAM ADEQUADAMENTE A OUTRAS FORMAS DE TERAPIA, MAS SOMENTE QUANDO O DIAGNOSTICO116 TENHA SIDO ESTABELECIDO POR BIOPSIA35 E/OU APOS CONSULTA DERMATOLOGICA. O METOTREXATO PODE PRODUZIR MARCANTE DEPRESSAO DA MEDULA OSSEA47, ANEMIA50, LEUCOPENIA48, TROMBOCITOPENIA49 E HEMORRAGIA80. O METOTREXATO PODE SER HEPATOTOXICO, ESPECIALMENTE EM DOSES ELEVADAS OU COM TERAPIA PROLONGADA. TEM SIDO COMUNICADAS ATROFIA90 DO FIGADO36, NECROSE91, CIRROSE93, ALTERACOES GORDUROSAS E FIBROSE92 PERIPORTAL. COMO PODEM OCORRER ALTERACOES SEM SINAIS20 PREVIOS DE TOXICIDADE27 GASTRINTESTINAL OU HEMATOLOGICA, E IMPERATIVO QUE A FUNCAO HEPATICA32 SEJA DETERMINADA ANTES DO INICIO DO TRATAMENTO E CONTROLADA REGULARMENTE DURANTE TODO O TRATAMENTO. E INDICADO UM CUIDADO ESPECIAL NA PRESENCA DE AFECCAO52 PREEXISTENTE DO FIGADO36 OU FUNCAO HEPATICA32 REDUZIDA. DEVE SER EVITADO O USO CONCOMITANTE DE OUTROS MEDICAMENTOS COM POTENCIAL HEPATOTOXICO (INCLUSIVE O ALCOOL). O METOTREXATO TEM CAUSADO MORTE FETAL E/OU ANOMALIAS CONGENITAS62, PORTANTO, NAO E RECOMENDADO PARA MULHERES COM POTENCIAL DE GRAVIDEZ61, A NAO SER QUE HAJA UMA EVIDENCIA MEDICA ADEQUADA DE QUE POSSAM SER AUFERIDOS BENEFICIOS QUE SOBREPUJEM OS RISCOS CONSIDERADOS. AS PACIENTES PSORIATICAS GRAVIDAS NAO DEVEM TOMAR O METOTREXATO. O MEDICAMENTO E CONTRA-INDICADO NO CASO DE FUNCAO RENAL31 PREJUDICADA. A DIARREIA86 E A ESTOMATITE67 ULCERATIVA SAO EFEITOS TOXICOS FREQUENTES E EXIGEM A INTERRUPCAO DO TRATAMENTO; CASO CONTRARIO, PODE OCORRER ENTERITE HEMORRAGICA117 E MORTE POR PERFURACAO INTESTINAL. MORTES TEM SIDO RELATADAS COM ADMINISTRACAO CONCOMITANTE DE ALTAS DOSES DE METOTREXATO E CETOPROFENO. ISTO PODE REPRESENTAR UMA INTERACAO MEDICAMENTOSA ENVOLVENDO A EXCRECAO DIMINUIDA DO METOTREXATO. ESTA INTERACAO PODE OCORRER TAMBEM COM OUTRAS DROGAS ANTIINFLAMATORIAS NAO ESTEROIDAIS. O METOTREXATO TEM SIDO ADMINISTRADO EM DOSAGEM MUITO ELEVADA SEGUIDA POR SOCORRO PELO ``LEUCOVORIN'' NO TRATAMENTO EXPERIMENTAL DE CERTAS DOENCAS NEOPLASICAS118. ESSE E UM PROCESSO DE PESQUISA E OFERECE PERIGO.

Indicações do Metotrexato

QUIMIOTERAPIA10 ANTINEOPLASICA. O METOTREXATO E INDICADO PARA O TRATAMENTO DE CORIOCARCINOMA GESTACIONAL EM PACIENTES COM CORIOADENOMA DESTRUENS E MOLA HIDATIFORME14. O METOTREXATO E INDICADO NA PALIACAO DA LEUCEMIA3 LINFOCITICA AGUDA. E TAMBEM INDICADO NO TRATAMENTO E PROFILAXIA DA LEUCEMIA3 MENINGEA18. O MAIOR EFEITO TEM SIDO OBSERVADO NA PALIACAO DE LEUCEMIAS LINFOBLASTICAS (STEM-CELL) AGUDAS EM CRIANCAS. EM COMBINACAO COM OUTRAS DROGAS OU MEDICAMENTOS ANTICANCER OU AGENTES ADEQUADOS, O METOTREXATO PODE SER USADO NA INDUCAO DA REMISSAO, MAS E USADO MAIS COMUMENTE, COMO DESCRITO NA LITERATURA, NA MANUTENCAO DAS REMISSOES JA INDUZIDAS. O METOTREXATO E TAMBEM EFICAZ NO TRATAMENTO DE ESTAGIOS AVANCADOS (III E IV ``PETERS STAGING SYSTEM'') DE LINFOSSARCOMA, ESPECIALMENTE NOS CASOS DE CRIANCAS, E EM CASOS AVANCADOS DE MICOSE2 FUNGOIDE. O METOTREXATO PODE SER USADO COMO AGENTE UNICO OU EM COMBINACAO COM OUTRAS DROGAS ANTINEOPLASICAS NO TRATAMENTO DO CANCER4 DE MAMA5 E CARCINOMA1 EPIDERMOIDE DE CABECA7 E PESCOCO8 E CANCER4 DO PULMAO6, PARTICULARMENTE DOS TIPOS ESPINOCELULARES E DE CELULAS22 PEQUENAS. QUIMIOTERAPIA10 DA PSORIASE30 (VER ADVERTENCIAS). DEVIDO AO ALTO RISCO PERTINENTE AO SEU USO, O METOTREXATO SO E INDICADO NO CONTROLE SINTOMATICO119 DA PSORIASE30 RECALCITRANTE, GRAVE E INCAPACITANTE, QUE NAO RESPONDE ADEQUADAMENTE A OUTRAS FORMAS DE TERAPIA, MAS SOMENTE QUANDO O DIAGNOSTICO116 FOI ESTABELECIDO, TAL COMO POR MEIO DE BIOPSIA35 E/OU APOS CONSULTA DERMATOLOGICA.

Apresentação do Metotrexato

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METOTREXATO - Laboratório

B-MS
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Complementos

1 Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
2 Micose: Infecção produzida por fungos. Pode ser superficial, quando afeta apenas pele, mucosas e seus anexos, ou profunda, quando acomete órgãos profundos como pulmões, intestinos, etc.
3 Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.
4 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
5 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
6 Pulmão: Órgão do sistema respiratório situado na cavidade torácica e responsável pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
7 Cabeça:
8 Pescoço:
9 Liofilizado: Submetido à liofilização, que é a desidratação de substâncias realizada em baixas temperaturas, usada especialmente na conservação de alimentos, em medicamentos, etc.
10 Quimioterapia: Método que utiliza compostos químicos, chamados quimioterápicos, no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos. Quando aplicada ao câncer, a quimioterapia é chamada de quimioterapia antineoplásica ou quimioterapia antiblástica.
11 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
12 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
13 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
14 Mola hidatiforme: Tumor benigno que se desenvolve a partir de tecido placentário em fases precoces de uma gravidez em que o embrião não se desenvolve normalmente. Causada por uma degenerescência das vilosidades coriônicas (projeções minúsculas, semelhantes a dedos, existentes na placenta). A causa é desconhecida.
15 Recidiva: 1. Em medicina, é o reaparecimento de uma doença ou de um sintoma, após período de cura mais ou menos longo; recorrência. 2. Em direito penal, significa recaída na mesma falta, no mesmo crime; reincidência.
16 Prognóstico: 1. Juízo médico, baseado no diagnóstico e nas possibilidades terapêuticas, em relação à duração, à evolução e ao termo de uma doença. Em medicina, predição do curso ou do resultado provável de uma doença; prognose. 2. Predição, presságio, profecia relativos a qualquer assunto. 3. Relativo a prognose. 4. Que traça o provável desenvolvimento futuro ou o resultado de um processo. 5. Que pode indicar acontecimentos futuros (diz-se de sinal, sintoma, indício, etc.). 6. No uso pejorativo, pernóstico, doutoral, professoral; prognóstico.
17 Recidivas: 1. Em medicina, é o reaparecimento de uma doença ou de um sintoma, após período de cura mais ou menos longo; recorrência. 2. Em direito penal, significa recaída na mesma falta, no mesmo crime; reincidência.
18 Meníngea: Relativa ou própria da meninge.
19 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
20 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
21 Líquido cefalorraquidiano: Líquido cefalorraquidiano (LCR), também conhecido como líquor ou fluido cérebro espinhal, é definido como um fluido corporal estéril, incolor, encontrado no espaço subaracnoideo no cérebro e na medula espinhal (entre as meninges aracnoide e pia-máter). Caracteriza-se por ser uma solução salina pura, com baixo teor de proteínas e células, atuando como um amortecedor para o córtex cerebral e a medula espinhal. Possui também a função de fornecer nutrientes para o tecido nervoso e remover resíduos metabólicos do mesmo. É sintetizado pelos plexos coroidais, epitélio ventricular e espaço subaracnoideo em uma taxa de aproximadamente 20 mL/hora. Em recém-nascidos, este líquido é encontrado em um volume que varia entre 10 a 60 mL, enquanto que no adulto fica entre 100 a 150 mL.
22 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
23 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
24 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
25 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
26 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
27 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
28 Radioterapia: Método que utiliza diversos tipos de radiação ionizante para tratamento de doenças oncológicas.
29 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
30 Psoríase: Doença imunológica caracterizada por lesões avermelhadas com descamação aumentada da pele dos cotovelos, joelhos, couro cabeludo e costas juntamente com alterações das unhas (unhas em dedal). Evolui através do tempo com melhoras e pioras, podendo afetar também diferentes articulações.
31 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
32 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
33 Exame de urina: Também chamado de urinálise, o teste de urina é feito através de uma amostra de urina e pode diagnosticar doenças do sistema urinário e outros sistemas do organismo. Alguns testes são feitos em uma amostra simples e outros pela coleta da urina durante 24 horas. Pode ser feita uma cultura da urina para verificar o crescimento de bactérias na urina.
34 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
35 Biópsia: 1. Retirada de material celular ou de um fragmento de tecido de um ser vivo para determinação de um diagnóstico. 2. Exame histológico e histoquímico. 3. Por metonímia, é o próprio material retirado para exame.
36 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
37 Concepção: O início da gravidez.
38 Intermitentes: Nos quais ou em que ocorrem interrupções; que cessa e recomeça por intervalos; intervalado, descontínuo. Em medicina, diz-se de episódios de febre alta que se alternam com intervalos de temperatura normal ou cujas pulsações têm intervalos desiguais entre si.
39 Intermitente: Nos quais ou em que ocorrem interrupções; que cessa e recomeça por intervalos; intervalado, descontínuo. Em medicina, diz-se de episódios de febre alta que se alternam com intervalos de temperatura normal ou cujas pulsações têm intervalos desiguais entre si.
40 Patologia: 1. Especialidade médica que estuda as doenças e as alterações que estas provocam no organismo. 2. Qualquer desvio anatômico e/ou fisiológico, em relação à normalidade, que constitua uma doença ou caracterize determinada doença. 3. Por extensão de sentido, é o desvio em relação ao que é próprio ou adequado ou em relação ao que é considerado como o estado normal de uma coisa inanimada ou imaterial.
41 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
42 Sistema Hematopoiético: Sistema do corpo composto primariamente pela medulla óssea, baço, lifonodos (gânglios linfáticos) e tonsilas, envolvido na produção do sangue.
43 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
44 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
45 Fisiológico: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
46 Glóbulos Sanguíneos: Células encontradas no líquido corpóreo circulando por toda parte do SISTEMA CARDIOVASCULAR.
47 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
48 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
49 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
50 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
51 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
52 Afecção: Qualquer alteração patológica do corpo. Em psicologia, estado de morbidez, de anormalidade psíquica.
53 Hematócrito: Exame de laboratório que expressa a concentração de glóbulos vermelhos no sangue.
54 Tórax:
55 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
56 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
57 Úlcera péptica: Lesão na mucosa do esôfago, estômago ou duodeno. Também chamada de úlcera gástrica ou duodenal. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100% dos casos. Os principais sintomas são: dor, má digestão, enjôo, queimação (azia), sensação de estômago vazio.
58 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
59 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
60 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
61 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
62 Congênitas: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
63 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
64 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
65 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
66 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
67 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
68 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
69 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
70 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
71 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
72 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
73 Eritematosas: Relativas a ou próprias de eritema. Que apresentam eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
74 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
75 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
76 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
77 Equimoses: Manchas escuras ou azuladas devido à infiltração difusa de sangue no tecido subcutâneo. A maioria aparece após um traumatismo, mas pode surgir espontaneamente em pessoas que apresentam fragilidade capilar ou alguma coagulopatia. Após um período de tempo variável, as equimoses desaparecem passando por diferentes gradações: violácea, acastanhada, esverdeada e amarelada.
78 Telangiectasia: Dilatação permanente da parede de um pequeno vaso sanguíneo localizado na derme.
79 Acne: Doença de predisposição genética cujas manifestações dependem da presença dos hormônios sexuais. As lesões começam a surgir na puberdade, atingindo a maioria dos jovens de ambos os sexos. Os cravos e espinhas ocorrem devido ao aumento da secreção sebácea associada ao estreitamento e obstrução da abertura do folículo pilosebáceo, dando origem aos comedões abertos (cravos pretos) e fechados (cravos brancos). Estas condições favorecem a proliferação de microorganismos que provocam a inflamação característica das espinhas, sendo o Propionibacterium acnes o agente infeccioso mais comumente envolvido.
80 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
81 Septicemia: Septicemia ou sepse é uma infecção generalizada grave que ocorre devido à presença de micro-organismos patogênicos e suas toxinas na corrente sanguínea. Geralmente ela ocorre a partir de outra infecção já existente.
82 Gengivite: Condição em que as gengivas apresentam-se com sinais inflamatórios e sangramentos.
83 Faringite: Inflamação da mucosa faríngea em geral de causa bacteriana ou viral. Caracteriza-se por dor, dificuldade para engolir e vermelhidão da mucosa, acompanhada de exsudatos ou não.
84 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
85 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
86 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
87 Hematêmese: Eliminação de sangue proveniente do tubo digestivo, através de vômito.
88 Melena: Eliminação de fezes de coloração negra, alcatroada. Relaciona-se com a presença de sangue proveniente da porção superior do tubo digestivo (esôfago, estômago e duodeno). Necessita de uma avaliação urgente, pois representa um quadro grave.
89 Ulceração: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
90 Atrofia: 1. Em biologia, é a falta de desenvolvimento de corpo, órgão, tecido ou membro. 2. Em patologia, é a diminuição de peso e volume de órgão, tecido ou membro por nutrição insuficiente das células ou imobilização. 3. No sentido figurado, é uma debilitação ou perda de alguma faculdade mental ou de um dos sentidos, por exemplo, da memória em idosos.
91 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
92 Fibrose: 1. Aumento das fibras de um tecido. 2. Formação ou desenvolvimento de tecido conjuntivo em determinado órgão ou tecido como parte de um processo de cicatrização ou de degenerescência fibroide.
93 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
94 Urogenital: Na anatomia geral, é a região relativa aos órgãos genitais e urinários; geniturinário.
95 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
96 Cistite: Inflamação ou infecção da bexiga. É uma das infecções mais freqüentes em mulheres, e manifesta-se por ardor ao urinar, urina escura ou com traços de sangue, aumento na freqüência miccional, etc.
97 Hematúria: Eliminação de sangue juntamente com a urina. Sempre é anormal e relaciona-se com infecção do trato urinário, litíase renal, tumores ou doença inflamatória dos rins.
98 Infertilidade: Capacidade diminuída ou ausente de gerar uma prole. O termo não implica a completa inabilidade para ter filhos e não deve ser confundido com esterilidade. Os clínicos introduziram elementos físicos e temporais na definição. Infertilidade é, portanto, freqüentemente diagnosticada quando, após um ano de relações sexuais não protegidas, não ocorre a concepção.
99 Nefropatia: Lesão ou doença do rim.
100 Pneumonite: Inflamação dos pulmões que compromete principalmente o espaço que separa um alvéolo de outro (interstício pulmonar). Pode ser produzida por uma infecção viral ou lesão causada por radiação ou exposição a diferentes agentes químicos.
101 Intersticial: Relativo a ou situado em interstícios, que são pequenos espaços entre as partes de um todo ou entre duas coisas contíguas (por exemplo, entre moléculas, células, etc.). Na anatomia geral, diz-se de tecido de sustentação localizado nos interstícios de um órgão, especialmente de vasos sanguíneos e tecido conjuntivo.
102 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
103 Afasia: Sintoma neurológico caracterizado pela incapacidade de expressar-se ou interpretar a linguagem falada ou escrita. Pode ser produzida quando certas áreas do córtex cerebral sofrem uma lesão (tumores, hemorragias, infecções, etc.). Pode ser classificada em afasia de expressão ou afasia de compreensão.
104 Hemiparesia: Paralisia branda de uma das metades do corpo.
105 Paresia: Diminuição da força em um ou mais grupos musculares. É um grau menor de paralisia.
106 Crânio:
107 Costas:
108 Paraplegia: Perda transitória ou definitiva da capacidade de realizar movimentos devido à ausência de força muscular de ambos os membros inferiores. A causa mais freqüente é a lesão medular por traumatismos.
109 Disartria: Distúrbio neurológico caracterizado pela incapacidade de articular as palavras de maneira correta (dificuldade na produção de fonemas). Entre as suas principais causas estão as lesões nos nervos centrais e as doenças neuromusculares.
110 Ataxia: Reflete uma condição de falta de coordenação dos movimentos musculares voluntários podendo afetar a força muscular e o equilíbrio de uma pessoa. É normalmente associada a uma degeneração ou bloqueio de áreas específicas do cérebro e cerebelo. É um sintoma, não uma doença específica ou um diagnóstico.
111 Demência: Deterioração irreversível e crônica das funções intelectuais de uma pessoa.
112 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
113 Osteoporose: Doença óssea caracterizada pela diminuição da formação de matriz óssea que predispõe a pessoa a sofrer fraturas com traumatismos mínimos ou mesmo na ausência deles. É influenciada por hormônios, sendo comum nas mulheres pós-menopausa. A terapia de reposição hormonal, que administra estrógenos a mulheres que não mais o produzem, tem como um dos seus objetivos minimizar esta doença.
114 Discrasias sangüíneas: Qualquer alteração envolvendo os elementos celulares do sangue, glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas.
115 Hipoplasia: Desenvolvimento defeituoso ou incompleto de tecido ou órgão, geralmente por diminuição do número de células, sendo menos grave que a aplasia.
116 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
117 Hemorrágica: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
118 Neoplásicas: Que apresentam neoplasias, ou seja, que apresentam processo patológico que resulta no desenvolvimento de neoplasma ou tumor. Um neoplasma é uma neoformação de crescimento anormal, incontrolado e progressivo de tecido, mediante proliferação celular.
119 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.

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