Preço de CELLCEPT em Woodbridge/SP: R$ 1126,83

CELLCEPT

ROCHE

Atualizado em 08/12/2014

Cellcept®


Micofenolato mofetil
Uso adulto

Forma Farmacêutica e Apresentação de Cellcept

Cápsulas 250 mg: Caixa com 100. Comprimidos 500 mg: Caixa com 50.

Composição de Cellcept

Cápsulas: Ingrediente ativo: Micofenolato mofetil 250 mg. Comprimidos: Ingrediente ativo: Micofenolato mofetil 500 mg.

Informações Técnicas de Cellcept

Propriedades e efeitos

Micofenolato mofetil é o éster 2-morfolinoetil do ácido micofenólico (MPA). MPA é um inibidor potente, seletivo, não-competitivo e reversível da inosina monofosfato desidrogenase (IMPDH) e, portanto, inibe a síntese do nucleotídeo guanosina sem incorporação ao DNA. MPA tem maior efeito citostático1 nos linfócitos do que em outras células2. CELLCEPT® é muito efetivo na profilaxia da rejeição de órgãos e no tratamento de rejeição de órgãos refratária, em pacientes recebendo transplante renal3 alogênico.

Farmacocinética de Cellcept

Absorção: Após administração oral, micofenolato mofetil sofre rápida e extensa absorção, sendo completamente metabolizado o MPA, seu metabólito4 ativo. A biodisponibilidade média do micofenolato mofetil administrado por via oral, baseando-se na área sob a curva (AUC) do MPA, foi de 94% em relação à administração endovenosa. Micofenolato mofetil não é mensurável no plasma5 após administração oral. A ingestão de alimentos não tem efeito na extensão da absorção do micofenolato mofetil, quando administrado em doses de 1,5 g duas vezes ao dia a pacientes com transplante renal3. Entretanto, a Cmáx do MPA decresce em 40% na presença de alimento. Distribuição: Como resultado da recirculação êntero-hepática6, um aumento secundário na concentração plasmática do MPA é normalmente observado em aproximadamente 6-12 horas após a administração da dose. A redução na área sob a curva (AUC) do MPA em aproximadamente 40% está associada à co-administração da colestiramina (4 g três vezes ao dia indicando que existe uma significativa recirculação êntero-hepática6. O MPA, em concentrações clinicamente relevantes, apresenta-se 97% ligado à albumina7 plasmática. Metabolismo8: MPA é metabolizado principalmente pela glucoronil transferase para formar o glucoronídeo fenólico do MPA (MPAG), o qual não é farmacologicamente ativo. Eliminação: Uma porção desprezível da droga é excretada na formada MPA (< 1% da dose) na urina9. O micofenolato mofetil marcado radioativamente, quando administrado por via oral, foi completamente recuperado, sendo 93% da dose recuperados na urina9 e 6% recuperados nas fezes. A maior parte (87%) da dose administrada foi excretada na urina9 sob a forma de MPAG. A área sob a curva (AUC) e a concentração plasmática máxima (Cmáx) médias são aproximadamente 50% menores em pacientes recentemente transplantados (transplante renal3 recente ( 40 dias) em relação ao observado em voluntários sadios ou pacientes transplantados estáveis. Farmacocinética em situações clínicas especiais: Em estudo de dose única (6 indivíduos por grupo), a AUC do MPA plasmático observado em indivíduos com disfunção renal3 crônica severa (velocidade da filtração glomerular < 25 ml/min/ 1,73m2) foi 28% -75% maior em relação ao observado em voluntários saudáveis ou indivíduos com menor grau de comprometimento renal3. A AUC do MPAG em dose única foi 3 a 6 vezes maior em indivíduos com disfunção renal3 severa em relação aos indivíduos com disfunção renal3 moderada ou a indivíduos normais, de acordo com o que se conhece da eliminação renal3 de MPAG. Não se estudou o efeito de doses múltiplas de micofenolato mofetil em pacientes com disfunção renal3 crônica severa. Nos pacientes com atraso no funcionamento do órgão transplantando, a AUC 0-12  média de MPA foi comparável à observada em pacientes transplantados sem problemas de funcionamento do órgão transplantado. A AUC 0-12  média de MPAG plasmático foi 2 a 3 vezes maior do que em pacientes sem atraso no funcionamento do órgão.

Indicações de Cellcept

CELLCEPT® está indicado na profilaxia da rejeição de órgãos e para tratamento de rejeição refratária de órgãos em pacientes recebendo transplantes renais alogênicos. CELLCEPT® deve ser usado concomitantemente com ciclosporina e corticosteróides.

Dose e Administração de Cellcept

Dosagem para profilaxia da rejeição: A dose inicial de CELLCEPT® deve ser administrada por via oral dentro de 72 horas após o transplante. A dose de 1,0 g administrada duas vezes ao dia (dose diária de 2 g) é recomendada a pacientes submetidos ao transplante renal3. Apesar da dose de 1,5 g duas vezes ao dia (dosa diária de 3 g) ter sido usada em estudos clínicos a ter-se mostrado efetiva e segura, não se pode estabelecer vantagem em termos de eficácia. Pacientes recebendo 2 g por dia de CELLCEPT® demostraram um perfil de segurança geral melhor do que os pacientes que receberam 3 g por dia de CELLCEPT®. CELLCEPT® deve ser usado concomitantemente com ciclosporina e corticosteróides. Dosagem para tratamento de rejeição refratária: A dose de 1,5 g administrada 2 vezes ao dia (dose diária de 3 g) foi usada em estudos clínicos para o tratamento inicial da rejeição refratária e como dose de manutenção. Portanto recomenda-se que se usam 3 g por dia para esses pacientes. CELLCEPT® deve ser usado concomitantemente com ciclosporina e corticosteróides. Instruções espaciais de dosagem: Se houver desenvolvimento de neutropenia10 (contagem absoluta de neutrófilos11 < 1,3x 103/ml),o tratamento com CELLCEPT® deve ser interrompido ou a dose, reduzida. Disfunção renal3 severa: Em pacientes com disfunção renal3 crônica e severa (velocidade de filtração glomerular <25 ml/min/1,73 m2 , fora do período imediatamente após o transplante, doses maiores que 1 g administradas duas vezes ao dia devem ser evitadas. Esses pacientes devem também ser cuidadosamente observados. Não se faz necessário ajuste de dose em pacientes com retardo de funcionamento do órgão transplantado. Crianças: Não se conhecem a segurança e a eficácia do uso em pacientes pediátricos. Dados farmacocinéticos muito limitados são disponíveis para transplantes em pacientes pediátricos.

Restrições de Uso de Cellcept

Contra-Indicações de Cellcept

Reações alérgicas ao CELLCEPT® foram observadas. Portanto, CELLCEPT® está contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade ao micofenolato mofetil ou ácido micofenólico.

Precauções de Cellcept


Assim como nos pacientes em uso de regimes imunossupressores com combinação de drogas, os pacientes que recebem CELLCEPT® como parte de um regime imunossupressivo têm maior risco de desenvolver linfomas e outros tumores malignos, particularmente da pele12. O risco parece estar mais relacionado à intensidade e duração da imunossupressão13 do que ao uso de um agente específico. Supressão do sistema imunológico14 pode aumentara suscetibilidade às infecções15. CELLCEPT® tem sido administrado em combinação com os seguintes agentes em estudos clínicos; globulina16 antitimócita, OKT3, ciclosporina e corticosteróides para a prevenção de episódios de rejeição, e com ciclosporina, corticosteróides, globulinas17 antilinfócitos, globulinas17 antitimócitas ou OKT3 para o tratamento de episódios de rejeição refratária. Doença linfoproliferativa ou linfoma18 se desenvolveram em pacientes recebendo CELLCEPT® juntamente com outros agentes imunossupressores em aproximadamente 1% dos pacientes, em estudos controlados de prevenção de rejeição, e 2,6% dos pacientes em estudos controlados para tratamento de rejeição renal3 refratária. Nos três estudos controlados para prevenção da rejeição, a ocorrência de infecções15 fatais foi similar (< 2%) para pacientes19 recebendo CELLCEPT® ou terapia de controle em combinação com outros agentes imunossupressores. Em até 2% dos pacientes que receberam CELLCEPT® para prevenção da rejeição e 3% dos pacientes que receberam CELLCEPT® para tratamento da rejeição refratária, desenvolveu-se severa neutropenia10 (contagem absoluta da neutrófilos< 500/ml). Pacientes em tratamento com CELLCEPT® devem ser monitorizados para neutropenia10. O desenvolvimento de neutropenia10 poda estar relacionado ao CELLCEPT®, à medicação concomitante, às infecções15 virais ou à combinação dessas causas. Controle laboratorial: Pacientes em tratamento com CELLCEPT® devem realizar hemograma completo semanalmente durante o primeiro mês, quinzenalmente no segundo e terceiro meses de tratamento, e mensalmente ao longo do primeiro ano. Caso ocorra neutropenia10 (contagem absoluta de neutrófilos11 inferior a 1,3 x 103/ml) a administração de CELLCEPT® deve ser interrompida ou a dosagem deve ser reduzida e o paciente deve ser observado cuidadosamente. Foi observada hemorragia20 gastrintestinal em aproximadamente 3% dos pacientes tratados com CELLCEPT®. Perfuração gastrintestinal (cólon21 e vesícula biliar22) tem sido raramente observada. Devido ao CELLCEPT® estar associado ao aumento da incidência23 de efeitos adversos no sistema digestivo24, incluindo casos pouco freqüentes de ulceração25 do trato gastrintestinal, hemorragia20 e perfuração. deve ser administrado com cuidado a pacientes com disfunções ativas sérias do sistema digestivo24. Indivíduos com disfunção renal3 crônica severa (velocidade de filtração glomerular <25 ml/min/1,73m2), que receberam doses únicas de CELLCEPT®, apresentaram maior AUC de MPA e MPAG plasmático em relação a indivíduos com menor grau de disfunção renal3 ou indivíduos sadios. A administração de doses maiores que 1g, duas vezes ao dia nesses pacientes deve ser evitada, e eles devem ser cuidadosamente observados (ver Farmacocinética e Instruções especiais de dosagem). Em pacientes com atraso no funcionamento do órgão transplantado, a AUC0-12 média de MPA foi comparável com a observada em pacientes transplantados que não tiveram problemas de funcionamento do órgão, mas a AUC 0-12 de MPAG foi 2 a 3 vezes maior. Não se recomenda ajuste de dose nesses pacientes, entretanto eles devem ser cuidadosamente observados (ver Farmacocinética e Precauções). Não se recomenda a administração concomitante de CELLCEPT® com azatioprina, uma vez que essa combinação não foi estudada. Em vista da redução significativa da AUC do MPA pela colesteranina, deve-se ter cuidado na administração concomitante de CELLCEPT® com drogas que interfiram na recirculação êntero-hepática6 devido à provável redução da eficácia de CELLCEPT®.

Gravidez26 e Lactantes27 de Cellcept

Efeitos adversos no desenvolvimento fetal (incluindo má-formação) ocorreram quando ratos e coelhos foram tratados durante a organogênese. Apesar de não existirem estudos adequados e bem-controlados, CELLCEPT® deve ser usado em mulheres grávidas somente se os benefícios superarem o risco potencial para o feto28. Não se recomenda iniciar a terapia com CELLCEPT® até que se obtenha confirmação de teste negativo de gravidez26. Caso ocorra gravidez26 durante o tratamento, o médico deve ser imediatamente consultado. Contracepção29 efetiva deve ser realizada antes do início do tratamento com CELLCEPT®, durante o tratamento e até 6 semanas após o término do uso de CELLCEPT®. Embora os resultados de um estudo de interação com anticoncepcional oral sugiram ausência de interação farmacocinética evidente, os resultados não permitem excluir a possibilidade de alterações na farmacocinética do anticoncepcional oral em condições de uso prolongado de CELLCEPT®, podendo afetar possivelmente a eficácia do anticoncepcional (ver Interações). Estudos em ratos demonstraram que o micofenolato mofetil pode ser excretado pelo leite. Desconhece-se a eliminação de CELLCEPT® no leite humano. Visto que muitas drogas são excretadas no leite humano, e devido ao sério potencial de reação adversa pelo micofenolato mofetil em crianças na fase de amamentação30, deve-se decidir pela descontinuação da amamentação30 ou da medicação, levando-se em consideração a importância da droga para a mãe.

Efeitos Colaterais31 de Cellcept

O perfil de efeitos adversos associados ao uso de drogas imunossupressoras é normalmente difícil de ser estabelecido devido à presença de doença e da utilização concomitante de várias medicações. Os principais efeitos adversos associados ao uso de CELLCEPT® incluem diarréia32, leucopenia33, sépsis e vômitos34, e existe evidência de aumento da freqüência de certos tipos de infecções15. As reações adversas relatadas em ³ 10% dos pacientes tratados com CELLCEPT® nos três estudos controlados de fase III para prevenção da rejeição e no estudo controlado de fase III para tratamento de rejeição refratária são mostradas a seguir: Sistêmicas: Sépsis, infecção35, dor abdominal, febre36, dor no peito37, dor, dor de cabeça38, aumento do nível da droga, dor nas costas39, astenia40. Sangue41 e sistema linfático42: Anemia43, leucopenia33, trombocitopenia44, anemia43 hipocrônica, leucocitose45. Urogenitais: Infecção35 do trato urinário46, necrose47 tubular renal3, hematúria48. Cardiovasculares: Hipertensão49. Metabólicas e nutricionais: hipercalcemia, hiperglicemia50, hipofosfatemia, hipocalemia51, hipercolesteremia, edema52 periférico, edema52. Digestivas: Diarréia32, vômitos34, constipação53, náusea54, náuseas55 e vômitos34, dispepsia56, monilíase oral. Respiratórias: Infecção35, dispnéia57, faringite58, aumento da tosse. Pele12 e anexos59: Herpes simples, acne60. Sistema nervoso61: Vertigem62, insônia, tremor. Nos três estudos controlados para prevenção da rejeição, pacientes recebendo 2 g por dia de CELLCEPT® demostraram um melhor perfil geral de segurança em relação aos pacientes que receberam 3 g por dia de CELLCEPT®. Sépsis, normalmente viremia por citomegalovírus63 (CMV), foi ligeiramente mais comum em pacientes tratados com CELLCEPT® do que nos pacientes do grupo-controle. No sistema digestivo24, a ocorrência de diarréia32 foi maior nos pacientes recebendo CELLCEPT® em relação ao grupo de pacientes tratados com azatioprina ou placebo64. Houve também um discreto aumento na freqüência de vômitos34. Infecções15 do trato urinário46 foram comuns em todos os grupos tratados, mas com um discreto aumento em pacientes recebendo CELLCEPT® em comparação com aqueles tratados com azatioprina ou placebo64. Leucopenia33 foi mais comum em pacientes tratados com CELLCEPT® do que no grupo-controle, a foi mais comum em pacientes que receberam 3 g por dia de CELLCEPT®. O perfil de segurança de CELICEPT em pacientes tratados para rejeição refratária foi similar ao observado nos três estudos controlados para prevenção da rejeição com doses de 3 g por dia. Diarréia32 e leucopenia33, seguidas de anemia43, náusea54, dor abdominal, sépsis, náuseas55 e vômitos34 e dispepsia56 foram os efeitos adversos predominantes relatados mais freqüentemente em pacientas recebendo CELLCEPT®, em comparação aos pacientes tratados com asteróides intravenosos. Doença invasiva de tecido65 por citomegalovírus63 (CMV) foi mais comum em pacientes recebendo CELLCEPT®  3g por dia do que naqueles recebendo CELLCEPT 2 g por dia ou a terapia de controle nos três estudos controlados para prevenção da rejeição. Similarmente, a incidência23 de candidemia e candidíase66 e aspergilose tecidual invasiva foi levemente maior em pacientes recebendo CELLCEPT®  3 g por dia em relação aos pacientes recebendo CELLCEPT® 2 g por dia ou terapia de controle para prevenção de rejeição. Nos pacientes tratados com CELLCEPT® para rejeição renal3 refratária, resultados similares foram observados. Houve uma maior incidência23 de doença invasiva tecidual por CMV nos pacientes tratados com CELLCEPT® comparados com aqueles tratados com altas doses de asteróides intravenosos. Em três estudos controlados para prevenção de rejeição, porcentagens similares de infecções15 fatais (< 2%) ocorreram em pacientes recebendo CELLCEPT ou terapia de controle em combinação com outros agentes imunossupressores. A incidência23 de malignidades entre os 1.483 pacientes envolvidos em três estudos controlados para prevenção de rejeição, que foram acompanhados por mais de 1 ano, foi similar à incidência23 relatada na literatura para receptores renais alogênicos. Houve um pequeno aumento na incidência23 da doença linfoproliferativa nos pacientes tratados com CELLCEPT (0,6% - 1,0%) em comparação com o grupo placebo64 (0%) e o grupo azatioprina (0,3%). A incidência23  de malignidade observadas  após o tratamento em estudos controlados para o tratamento da rejeição renal3 refratária alogênica foi de 2,8% em pacientes recebendo esteróides intravenosos e de 2,6% em pacientes recebendo CELLCEPT. Disfunções linfoproliferativa foram as únicas malignidades observadas. Em até 2% dos pacientas recebendo CELLCEPT para a prevenção de rejeição e 3% dos pacientes recebendo CELLCEPT para o tratamento da rejeição refratária desenvolveu-se neutropenia10 severa (contagem absoluta de neutrófilos11 < 500/ml). Os seguintes efeitos adversos, não mencionados acima, foram relatados na razão de 3% em pacientes tratados com CELLCEPT Sistêmicos67: Cistos, dano acidental, hemorragia20, hérnia68, mal-estar, distensão abdominal, calafrios69 e febre36, sintomas70 de gripe71, dor pélvica72, edema52 da face73. Sangue41 e sistema linfático74: Policitemia75, equimoses76. Urogenitais: Disfunções do trato urinário46, albuminúria77, hidronefrose78, pielonefrite79, disúria80, dor, impotência81, freqüência urinária. Cardiovasculares: Trombose82, angina83 pectoris, fibrilação atrial, hipotensão84, disfunção vascular85 periférica, disfunção cardiovascular, hipotensão84 postural, taquicardia86, palpitação87, vasodilatação. Metabólicos e nutricionais: Aumento da gamaglutamil transpeptidase, desidratação88, aumento de TGO e TGP, hipervolemia, acidose89, hipocalcemia90, aumento da desidrogenase láctica91, hipercalcemia, aumento da fosfatase alcalina92, hipoproteinemia, hiperuricemia, ganho de peso. Digestivos: Hemorragia20 gastrintestinal, liso, gastrite93, gastroenterite94, esofagite95, hepatite96, infecção35, testes anormais da função hepática6, monilíase gastrintestinal, disfunção retal, anorexia97, flatulência, hiperplasia98, gengival, gengivite99, ulceração25 da boca100. Respiratórios: Edema pulmonar101, sinusite102, disfunção pulmonar, asma103, efusão104 pleural. Pele12 e anexos59: Carcinoma105 de pele12, ulceração25 da pele12, herpeszoster, neoplasia106 benigna de pele12, hipertrofia107 da pele12, sudorese108, alopecia109, hirsutismo110, dermatite111 fúngica112, prurido113. Sistema nervoso61: Depressão, sonolência, parestesia114, hipertonia115, ansiedade. Endócrinos: Diabetes116 mellitus, disfunção da paratiróide. musculoesqueléticos: Artralgia117, mialgia118, disfunções das juntas, cãibras nas pernas, miastenia119. Órgãos sensoriais: Catarata120 (não-específica), conjuntivite121, ambliopia122.

Interações de Cellcept

Aciclovir123: Concentrações plasmáticas maiores de aciclovir123 a MPAG foram observadas quando micofenolato mofetil foi administrado com aciclovir123 em comparação com a administração de cada droga separadamente. Devido ao aumento da concentração plasmática de MPAG na presença de disfunção renal3, como ocorre com o aciclovir123, pode ocorrer uma competição entre as duas drogas pela secreção tubular, e isso pode aumentar suas concentrações. Antiácidos124 e hidróxido de alumínio e magnésio: A absorção de micofenolato mofetil foi diminuída quando da administração com antiácidos124. Colesteramina: Após administração de 1,5 g de micofenolato mofetil em indivíduos saudáveis pré-tratados com colesteramina, 4 g três vezes ao dia durante 4 dias, houve uma redução de 40% na AUC de MPA. Ciclosporina A: A farmacocinética da ciclosporina A não é afetada pelo micofenolato mofetil. Ganciclovir :Não foi observada interação farmacocinética entre micofenolato mofetil e ganciclovir intravenoso. Contraceptivos orais: Não se observou interação farmacocinética entre micofenolato mofetil e noretisterona 1 mg/etinilestradiol 35 mg. Este estudo de dose única mostra a falta de interação farmacocinética total, contudo não se pode excluir a possibilidade de interações na farmacocinética dos contraceptivos orais após administração prolongada,  onde CELLCEPT poderia afetar adversamente a eficácia do contraceptivo oral. Trimetoprim/sulfametoxazol: Não se observou efeito na biodisponibilidade do MPA. Outras interações: Co-administração de probenecida com micofenolato mofetil em macacos aumenta a AUC plasmática de MPAG em 3 vezes. Portanto, outras drogas que sofrem secreção tubular renal3 podem competir com o MPAG e aumentar a concentração plasmática de ambos.

Superdosagem de Cellcept

Não se tem experiência com superdosagem de micofenolato mofetil em humanos. MPA não pode ser removido por hemodiálise125. Entretanto, em concentrações plasmáticas elevadas (>100 mg/ml), pequenas porções de MPAG são removidas.
Aumentando-se a excreção da droga, MPA pode ser removido por sequestrantes de ácidos biliares, como a colesteramina.

Venda Sob Prescrição Médica.

Produtos ROCHE Quím. e Farm. S/A.

CELLCEPT - Laboratório

ROCHE
Av. Engenheiro Billings, 1729 - Jaguaré
São Paulo/SP - CEP: 05321-900
Tel: 0800 7720 289
Fax: 0800 7720 292
Site: http://www.roche.com/
Estrada dos Bandeirantes, 2020
CEP: 22710-104
Rio de Janeiro - RJ

Ver outros medicamentos do laboratório "ROCHE"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Citostático: Diz-se de substância que inibe o crescimento ou a reprodução das células.
2 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
3 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
4 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
5 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
6 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
7 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
8 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
9 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
10 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
11 Neutrófilos: Leucócitos granulares que apresentam um núcleo composto de três a cinco lóbulos conectados por filamenos delgados de cromatina. O citoplasma contém grânulos finos e inconspícuos que coram-se com corantes neutros.
12 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
13 Imunossupressão: Supressão das reações imunitárias do organismo, induzida por medicamentos (corticosteroides, ciclosporina A, etc.) ou agentes imunoterápicos (anticorpos monoclonais, por exemplo); que é utilizada em alergias, doenças autoimunes, etc. A imunossupressão é impropriamente tomada por alguns como sinônimo de imunodepressão.
14 Sistema imunológico: Sistema de defesa do organismo contra infecções e outros ataques de micro-organismos que enfraquecem o nosso corpo.
15 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
16 Globulina: Qualquer uma das várias proteínas globulares pouco hidrossolúveis de uma mesma família que inclui os anticorpos e as proteínas envolvidas no transporte de lipídios pelo plasma.
17 Globulinas: Qualquer uma das várias proteínas globulares pouco hidrossolúveis de uma mesma família que inclui os anticorpos e as proteínas envolvidas no transporte de lipídios pelo plasma.
18 Linfoma: Doença maligna que se caracteriza pela proliferação descontrolada de linfócitos ou seus precursores. A pessoa com linfoma pode apresentar um aumento de tamanho dos gânglios linfáticos, do baço, do fígado e desenvolver febre, perda de peso e debilidade geral.
19 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
20 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
21 Cólon:
22 Vesícula Biliar: Reservatório para armazenar secreção da BILE. Através do DUCTO CÍSTICO, a vesícula libera para o DUODENO ácidos biliares em alta concentração (e de maneira controlada), que degradam os lipídeos da dieta.
23 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
24 Sistema digestivo: O sistema digestivo ou digestório realiza a digestão, processo que transforma os alimentos em substâncias passíveis de serem absorvidas pelo organismo. Os materiais não absorvidos são eliminados por este sistema. Ele é composto pelo tubo digestivo e por glândulas anexas.
25 Ulceração: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
26 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
27 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
28 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
29 Contracepção: Qualquer processo que evite a fertilização do óvulo ou a implantação do ovo. Os métodos de contracepção podem ser classificados de acordo com o seu objetivo em barreiras mecânicas ou químicas, impeditivas de nidação e contracepção hormonal.
30 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
31 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
32 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
33 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
34 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
35 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
36 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
37 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
38 Cabeça:
39 Costas:
40 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
41 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
42 Sistema Linfático: Um sistema de órgãos e tecidos que processa e transporta células imunes e LINFA.
43 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
44 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
45 Leucocitose: É o aumento no número de glóbulos brancos (leucócitos) no sangue, geralmente maior que 8.000 por mm³. Ocorre em diferentes patologias como em resposta a infecções ou processos inflamatórios. Entretanto, também pode ser o resultado de uma reação normal em certas condições como a gravidez, a menstruação e o exercício muscular.
46 Trato Urinário:
47 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
48 Hematúria: Eliminação de sangue juntamente com a urina. Sempre é anormal e relaciona-se com infecção do trato urinário, litíase renal, tumores ou doença inflamatória dos rins.
49 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
50 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
51 Hipocalemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
52 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
53 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
54 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
55 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
56 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
57 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
58 Faringite: Inflamação da mucosa faríngea em geral de causa bacteriana ou viral. Caracteriza-se por dor, dificuldade para engolir e vermelhidão da mucosa, acompanhada de exsudatos ou não.
59 Anexos: 1. Que se anexa ou anexou, apenso. 2. Contíguo, adjacente, correlacionado. 3. Coisa ou parte que está ligada a outra considerada como principal. 4. Em anatomia geral, parte acessória de um órgão ou de uma estrutura principal. 5. Em informática, arquivo anexado a uma mensagem eletrônica.
60 Acne: Doença de predisposição genética cujas manifestações dependem da presença dos hormônios sexuais. As lesões começam a surgir na puberdade, atingindo a maioria dos jovens de ambos os sexos. Os cravos e espinhas ocorrem devido ao aumento da secreção sebácea associada ao estreitamento e obstrução da abertura do folículo pilosebáceo, dando origem aos comedões abertos (cravos pretos) e fechados (cravos brancos). Estas condições favorecem a proliferação de microorganismos que provocam a inflamação característica das espinhas, sendo o Propionibacterium acnes o agente infeccioso mais comumente envolvido.
61 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
62 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
63 Citomegalovírus: Citomegalovírus (CMV) é um vírus pertence à família do herpesvírus, a mesma dos vírus da catapora, herpes simples, herpes genital e do herpes zóster.
64 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
65 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
66 Candidíase: É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
67 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
68 Hérnia: É uma massa circunscrita formada por um órgão (ou parte de um órgão) que sai por um orifício, natural ou acidental, da cavidade que o contém. Por extensão de sentido, excrescência, saliência.
69 Calafrios: 1. Conjunto de pequenas contrações da pele e dos músculos cutâneos ao longo do corpo, muitas vezes com tremores fortes e palidez, que acompanham uma sensação de frio provocada por baixa temperatura, má condição orgânica ou ainda por medo, horror, nojo, etc. 2. Sensação de frio e tremores fortes, às vezes com bater de dentes, que precedem ou acompanham acessos de febre.
70 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
71 Gripe: Doença viral adquirida através do contágio interpessoal que se caracteriza por faringite, febre, dores musculares generalizadas, náuseas, etc. Sua duração é de aproximadamente cinco a sete dias e tem uma maior incidência nos meses frios. Em geral desaparece naturalmente sem tratamento, apenas com medidas de controle geral (repouso relativo, ingestão de líquidos, etc.). Os antibióticos não funcionam na gripe e não devem ser utilizados de rotina.
72 Pélvica: Relativo a ou próprio de pelve. A pelve é a cavidade no extremo inferior do tronco, formada pelos dois ossos do quadril (ilíacos), sacro e cóccix; bacia. Ou também é qualquer cavidade em forma de bacia ou taça (por exemplo, a pelve renal).
73 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
74 Linfático: 1. Na histologia, é relativo à linfa, que contém ou que conduz linfa. 2. No sentido figurado, por extensão de sentido, a que falta vida, vigor, energia (diz-se de indivíduo); apático. 3. Na história da medicina, na classificação hipocrática dos quatro temperamentos de acordo com o humor dominante, que ou aquele que, pela lividez das carnes, flacidez dos músculos, apatia e debilidade demonstradas no comportamento, atesta a predominância de linfa.
75 Policitemia: Alteração sanguínea caracterizada por grande aumento da quantidade de hemácias circulantes.
76 Equimoses: Manchas escuras ou azuladas devido à infiltração difusa de sangue no tecido subcutâneo. A maioria aparece após um traumatismo, mas pode surgir espontaneamente em pessoas que apresentam fragilidade capilar ou alguma coagulopatia. Após um período de tempo variável, as equimoses desaparecem passando por diferentes gradações: violácea, acastanhada, esverdeada e amarelada.
77 Albuminúria: Presença de albumina na urina. A albuminúria pode ser um sinal de nefropatia diabética (doença nos rins causada pelas complicações do diabetes mal controlado) ou aparecer em infecções urinárias.
78 Hidronefrose: Dilatação da via excretora de um ou ambos os rins. Em geral é produzida por uma obstrução ao nível do ureter ou uretra por cálculos, tumores, etc.
79 Pielonefrite: Infecção dos rins produzida em geral por bactérias. A forma de aquisição mais comum é por ascensão de bactérias através dos ureteres, como complicação de uma infecção prévia de bexiga. Seus sintomas são febre, dor lombar, calafrios, eliminação de urina turva ou com traços de sangue, etc. Deve ser tratada cuidadosamente com antibióticos pelo risco de lesão permanente dos rins, com perda de função renal.
80 Disúria: Dificuldade para urinar. Pode produzir ardor, dor, micção intermitente, etc. Em geral corresponde a uma infecção urinária.
81 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
82 Trombose: Formação de trombos no interior de um vaso sanguíneo. Pode ser venosa ou arterial e produz diferentes sintomas segundo os territórios afetados. A trombose de uma artéria coronariana pode produzir um infarto do miocárdio.
83 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
84 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
85 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
86 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
87 Palpitação: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
88 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
89 Acidose: Desequilíbrio do meio interno caracterizado por uma maior concentração de íons hidrogênio no organismo. Pode ser produzida pelo ganho de substâncias ácidas ou perda de substâncias alcalinas (básicas).
90 Hipocalcemia: É a existência de uma fraca concentração de cálcio no sangue. A manifestação clínica característica da hipocalcemia aguda é a crise de tetania.
91 Láctica: Diz-se de ou ácido usado como acidulante e intermediário químico; lática.
92 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
93 Gastrite: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago. Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
94 Gastroenterite: Inflamação do estômago e intestino delgado caracterizada por náuseas, vômitos, diarréia e dores abdominais. É produzida pela ingestão de vírus, bactérias ou suas toxinas, ou agressão da mucosa intestinal por diversos mecanismos.
95 Esofagite: Inflamação da mucosa esofágica. Pode ser produzida pelo refluxo do conteúdo ácido estomacal (esofagite de refluxo), por ingestão acidental ou intencional de uma substância tóxica (esofagite cáustica), etc.
96 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
97 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
98 Hiperplasia: Aumento do número de células de um tecido. Pode ser conseqüência de um estímulo hormonal fisiológico ou não, anomalias genéticas no tecido de origem, etc.
99 Gengivite: Condição em que as gengivas apresentam-se com sinais inflamatórios e sangramentos.
100 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
101 Edema pulmonar: Acúmulo anormal de líquidos nos pulmões. Pode levar a dificuldades nas trocas gasosas e dificuldade respiratória.
102 Sinusite: Infecção aguda ou crônica dos seios paranasais. Podem complicar o curso normal de um resfriado comum, acompanhando-se de febre e dor retro-ocular.
103 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
104 Efusão: 1. Saída de algum líquido ou gás; derramamento, espalhamento. 2. No sentido figurado, manifestação expansiva de sentimentos amistosos, de afeto, de alegria. 3. Escoamento de um gás através de uma pequena abertura, causado pela agitação térmica das moléculas do gás. 4. Derramamento de lava relativamente fluida sobre a superfície terrestre.
105 Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
106 Neoplasia: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
107 Hipertrofia: 1. Desenvolvimento ou crescimento excessivo de um órgão ou de parte dele devido a um aumento do tamanho de suas células constituintes. 2. Desenvolvimento ou crescimento excessivo, em tamanho ou em complexidade (de alguma coisa). 3. Em medicina, é aumento do tamanho (mas não da quantidade) de células que compõem um tecido. Pode ser acompanhada pelo aumento do tamanho do órgão do qual faz parte.
108 Sudorese: Suor excessivo
109 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
110 Hirsutismo: Presença de pêlos terminais (mais grossos e escuros) na mulher, em áreas anatômicas características de distribuição masculina, como acima dos lábios, no mento, em torno dos mamilos e ao longo da linha alba no abdome inferior. Pode manifestar-se como queixa isolada ou como parte de um quadro clínico mais amplo, acompanhado de outros sinais de hiperandrogenismo (acne, seborréia, alopécia), virilização (hipertrofia do clitóris, aumento da massa muscular, modificação do tom de voz), distúrbios menstruais e/ou infertilidade.
111 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
112 Fúngica: Relativa à ou produzida por fungo.
113 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
114 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
115 Hipertonia: 1. Em biologia, é a característica de uma solução que apresenta maior concentração de solutos do que outra. 2. Em medicina, é a tensão excessiva em músculos, artérias ou outros tecidos orgânicos.
116 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
117 Artralgia: Dor em uma articulação.
118 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
119 Miastenia: Perda das forças musculares ocasionada por doenças musculares inflamatórias. Por ex. Miastenia Gravis. A debilidade pode predominar em diferentes grupos musculares segundo o tipo de afecção (debilidade nos músculos extrínsecos do olho, da pelve, ou dos ombros, etc.).
120 Catarata: Opacificação das lentes dos olhos (opacificação do cristalino).
121 Conjuntivite: Inflamação da conjuntiva ocular. Pode ser produzida por alergias, infecções virais, bacterianas, etc. Produz vermelhidão ocular, aumento da secreção e ardor.
122 Ambliopia: Ambliopia ou “olho preguiçoso” é um termo oftalmológico usado para definir a baixa visão que não é corrigida com óculos. Isso quer dizer que a causa desse déficit não está especificamente no olho, mas sim na região cerebral que corresponde à visão e que não foi devidamente estimulada no momento certo (“o olho não aprende a ver”). Afeta 1 a 2% da população, sendo a principal causa de baixa visão nas crianças. É um problema que pode passar despercebido pela criança ou pelos pais, por isso as triagens visuais para as crianças são tão importantes.
123 Aciclovir: Substância análoga da Guanosina, que age como um antimetabólito, à qual os vírus são especialmente susceptíveis. É usado especialmente contra o herpes.
124 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
125 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.

Tem alguma dúvida sobre CELLCEPT?

Pergunte diretamente a um especialista

Sua pergunta será enviada aos especialistas do CatalogoMed, veja as dúvidas já respondidas.