Preço de XELODA em Cambridge/SP: R$ 568,58

XELODA

ROCHE

Atualizado em 09/12/2014

Xeloda

Capecitabina

Identificação do Produto da Xeloda

Nome do Produto: XelodaNome Genérico: Capecitabina

Forma Farmacêutica e Apresentações da Xeloda

Comprimidos revestidos de 150 mg - Frasco de plástico com 60 unidades.
Comprimidos revestidos de 500 mg - Frasco de plástico com 120 unidades.

USO ADULTO

Composição da Xeloda

Ingrediente ativo: CapecitabinaExcipiente: Lactose1 anidra, croscarmelose de sódio, hipromelose, celulose microcristalina, estearato de magnésio, dióxido de titânio, talco, óxido de ferro amarelo e óxido de ferro vermelho.

Informações Aos Pacientes da Xeloda

Favor ler cuidadosamente estas informações. As mesmas contêm dados informativos sobre XELODA (capecitabina) que poderão ser importantes para que este medicamento seja usado adequadamente. Caso deseje conhecer mais sobre XELODA ou caso não esteja segura sobre algum item específico desta bula, favor consultar o seu médico. Não jogue fora esta bula: você poderá querer consultá-la novamente.

Ação Esperada da Xeloda

XELODA é prescrito pelos médicos para o tratamento de câncer2 de mama3. XELODA pertence ao grupo de drogas denominadas "agentes citostáticos4", que interrompem o crescimento das células5 cancerígenas. XELODA contém a substância ativa capecitabina, a qual é transformada no organismo (principalmente nos tecidos tumorais) em um agente citostático6.

Cuidados de Armazenamento da Xeloda

Não use este medicamento após a data de validade (VAL) indicada na parte externa da embalagem e no rótulo.
Mantenha este medicamento sempre dentro da embalagem original, com dessecante, devidamente fechada e a uma temperatura menor do que 30o C e fora da visão7 e do alcance das crianças.

Prazo de Validade da Xeloda

Este medicamento possui prazo de validade a partir da data de fabricação (vide embalagem externa do produto). Não tome o medicamento após a data de validade indicada na embalagem;pode ser prejudicial à saúde8.

Gravidez9 e Lactação10 da Xeloda

Antes de iniciar o tratamento, você deve informar a seu médico caso esteja grávida, caso pense que está grávida ou caso pretenda engravidar. Você não deve tomar XELODA caso esteja grávida ou pense que poderia estar. Você não deve amamentar caso esteja tomando XELODA.

Cuidados de Administração da Xeloda

Seu médico prescreverá a dose adequada, dependendo da natureza de sua doença, de seu peso corpóreo e de sua resposta individual a XELODA. Seu médico a informará sobre a quantidade correta de comprimidos que você deverá tomar de manhã e à noite, 30 minutos após as refeições. Ingerir os comprimidos com água, sem mastigá-los. A duração da terapia com XELODA varia, dependendo da natureza de sua doença e de sua resposta individual ao tratamento. Seu médico a informará sobre quando você deve parar de tomar XELODA.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Interrupção do Tratamento da Xeloda

Seu médico pode solicitar que você deixe de tomar XELODA durante algum tempo (ou que tome menor quantidade do mesmo, caso desenvolva quaisquer efeitos colaterais11 de difícil controle).
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Reações Adversas da Xeloda

Informe ao seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis.Adicionalmente aos efeitos benéficos de XELODA, é possível que ocorram efeitos indesejados durante o tratamento, mesmo quando usado conforme a prescrição médica.
Os efeitos indesejados comumente ocorrem no início do tratamento. Os efeitos indesejados mais comuns são:
Os pacientes que tomam XELODA podem desenvolver diarréia12. Caso você tenha mais de 4 evacuações por dia e diarréia12 durante a noite, pare de tomar XELODA imediatamente e procure seu médico para obter informações adicionais.
Você pode perder o apetite e ficar com náusea13 devido a XELODA. Caso você pense que a quantidade de alimentação que come diariamente é muito menor do que a normal, procure o seu médico para obter informações adicionais.
Você poderá vomitar enquanto estiver tomando XELODA. Caso vomite mais do que uma vez durante um período de 24 horas, pare de tomar XELODA imediatamente e procure seu médico para obter informações adicionais.
Algumas vezes, XELODA poderá causar formigamento, adormecimento, inchaço14 ou avermelhamento nas palmas das mãos15 e nas solas dos pés. Caso os sintomas16 se agravem, com presença de DOR e inchaço14 ou bolhas, pare de tomar XELODA imediatamente e procure seu médico para obter informações adicionais.
Pode acontecer avermelhamento ou feridas na parte interna da boca17. Caso você tenha feridas DOLORIDAS, pare de tomar XELODA imediatamente e procure seu médico para obter informações adicionais.
Esses efeitos colaterais11 normalmente melhoram rapidamente (dentro de 2-3 dias) se o tratamento com XELODA for interrompido; o tratamento poderá, então, ser reiniciado, de acordo com as instruções de seu médico. Caso perceba qualquer um desses efeitos, você deve informar ao seu médico imediatamente a respeito.

Foram observados outros efeitos colaterais11 menos comuns e normalmente leves, como erupções cutâneas18, perda leve de cabelo19, fadiga20, febre21, fraqueza, sonolência, cefaléia22, dormência23 ou sensações de formigamento, mudanças do paladar24, tontura25, insônia, inchaço14 das pernas, perda do apetite e desidratação26.
Caso você esteja preocupada a respeito destes ou de qualquer (quaisquer) outro(s) efeito(s) inesperado(s), consulte o seu médico.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS

Ingestão Concomitante com Outras Substâncias da Xeloda

Antes de iniciar o tratamento, certifique-se de que o seu médico sabe que você está tomando outros medicamentos (inclusive aqueles não prescritos por um médico). Isso é extremamente importante, porque, ao tomar mais de um medicamento simultaneamente, você poderá estar diminuindo ou aumentando os efeitos dos medicamentos.

Contra-Indicações e Precauções da Xeloda

Você não deve tomar XELODA caso possua alergia27 conhecida contra qualquer um de seus componentes. Portanto, deve informar ao seu médico caso saiba que possui alergia27 ou hiper-reatividade a XELODA.Antes de iniciar o tratamento, certifique-se de que seu médico sabe se você tem:
. doenças do fígado28 ou dos rins29;
. outras doenças.

XELODA foi prescrito a você individualmente e, sob nenhuma circunstância, você deve dar XELODA para qualquer outra pessoa.
Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.
XELODA não deve ser utilizado durante a gravidez9 e a lactação10.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE8.

Informação Técnica da Xeloda

Características Químicas e Farmacológicas da Xeloda

A capecitabina é um carbamato de fluoropirimidina projetado como agente citotóxico30 para administração oral, ativação dentro do tumor31 e seletividade tumoral. A capecitabina não é citotóxica, porém, é seqüencialmente convertida para a fração citotóxica fluoro-uracil (5-FU). A formação de 5-FU ocorre no tumor31 pelo fator angiogênico associado ao tumor31, timidina fosforilase (ThyPase), minimizando assim a exposição dos tecidos sadios do organismo ao 5-FU sistêmico32.A biotransformação enzimática seqüencial da capecitabina causa maiores concentrações de 5-FU nas células5 tumorais. Essa ativação seletiva nos tumores resulta em níveis intratumorais de 5-FU significativamente maiores do que os níveis dos tecidos normais.

Farmacocinética da Xeloda

A farmacocinética da capecitabina foi avaliada na faixa de dosagem de 502 - 3314 mg/m2/dia. Os parâmetros da capecitabina, 5'-desoxi-5-fluorocitidina (5'-DFCR) e 5'-desoxi-5-fluorouridina (5'-DFUR) medidos nos dias 1 e 14 foram similares. As concentrações de 5-FU foram 30% maiores no dia 14, porém, não aumentaram subseqüentemente (dia 22). Nas doses terapêuticas, a farmacocinética da capecitabina e de seus metabólitos33 foi proporcional às doses, exceto para 5-FU.

Absorção da Xeloda

Após a administração oral, a capecitabina passa através da mucosa intestinal34 como uma molécula intacta, sendo rápida e extensivamente absorvida, seguida por uma grande conversão para seus metabólitos33, 5'-DFCR e 5'-DFUR. A administração com alimentação diminui a taxa de absorção da capecitabina, porém apresenta somente um efeito menor sobre a AUC do 5'-DFUR e não sobre a AUC de seu metabólito35 subseqüente 5-FU.

Distribuição da Xeloda

Estudos realizados in vitro com plasma36 humano determinaram que a capecitabina, 5'-DFCR e 5'-DFUR estão ligadas à proteína em 54%, 10% e 62%, respectivamente, principalmente à albumina37.

Metabolismo38 da Xeloda

A capecitabina é metabolizada inicialmente pela carboxilesterase hepática39 em 5'-DFCR, convertida a seguir em 5'- DFUR pela citidina desaminase, localizada principalmente no fígado28 e nos tecidos tumorais. A formação de 5-FU ocorre no tumor31 pelo fator angiogênico associado ao tumor31, ThyPase, minimizando assim a exposição dos tecidos sadios do organismo ao 5-FU sistêmico32. Na dose terapêutica40 recomendada, a AUC plasmática média obtida para a capecitabina e seus metabólitos33 é de: capecitabina 7,40 mg x h / ml, 5'-DFCR 5,21 mg x h / ml, 5'-DFUR 21,7 mg x h / ml, e 5-FU 1,63 mg x h / ml.A AUC plasmática para 5-FU é dez vezes menor do que a encontrada após a administração intravenosa de 5-FU em bolus41 (dose de 600 mg/m2). Os demais metabólitos33 da capecitabina, diferentes do 5-FU, não demonstraram citotoxicidade. As concentrações plasmáticas máximas para capecitabina, 5'-DFCR e 5'-DFUR ocorrem duas horas (tmáx) após a administração. A seguir, as concentrações diminuem exponencialmente com meia-vida de 0,7 - 1,14 horas. A alfa-fluoro-beta-alanina (FBAL), um catabólito42 do 5-FU, obtém concentrações plasmáticas máximas 3 horas (tmáx) após a
ingestão da droga e tem meia-vida de 3-4 horas.

Eliminação da Xeloda

Os metabólitos33 da capecitabina são eliminados principalmente pela excreção urinária.
Setenta e um por cento da dose foi recuperada na urina43, com FBAL sendo seu principal metabólito35 (52% da dose).

Indicações da Xeloda

XELODA é indicado no tratamento de pacientes com câncer2 de mama3 localmente avançado ou metastático, após o fracasso de um regime quimioterápico contendo paclitaxel e uma antraciclina.

Contra-Indicações da Xeloda

XELODA é contra-indicado a pacientes com história de reações graves e inesperadas à terapia com fluoropirimidina ou com hipersensibilidade conhecida ao fluoro-uracil (metabólito35 da capecitabina).

Precauções e Advertências da Xeloda

As toxicidades dose-limitantes incluem diarréia12, dor abdominal, náusea13, estomatite44 e síndrome45 mão46-pé. XELODA pode induzir diarréia12, o que se observou em praticamente metade dos doentes tratados. As pacientes com diarréia12 grave deverão ser monitoradas cuidadosamente, recebendo reposição de líquidos e eletrólitos47, caso fiquem desidratadas.A diarréia12 Grau 2 é definida como um aumento de 4 a 6 evacuações/dia ou evacuações noturnas; diarréia12 Grau 3 como 7 a 9 evacuações/dia ou incontinência48 e má absorção e diarréia12 Grau 4 como um aumento de ³ 10 evacuações/dia, diarréia12 com sangramento
abundante ou necessidade de suporte parenteral. Caso ocorra diarréia12 Graus 2, 3 ou 4, a administração de XELODA deverá ser interrompida, até que a diarréia12 deixe de existir ou diminua a intensidade para Grau 1. Após a diarréia12 de Grau 3 ou 4, as doses
subseqüentes de XELODA deverão ser diminuídas. A síndrome45 mão46-pé (também conhecida como eritrodisestesia palmo-plantar) foi relatada em praticamente metade das pacientes que receberam XELODA. Houve, com pouca freqüência, pacientes que desenvolveram sintomas16 Grau 3; com maior freqüência, apenas sintomas16 Grau 1 ou 2. A maioria dos eventos adversos é reversível e não requer descontinuação permanente do tratamento, embora possa ser necessário eliminar ou reduzir as doses.

Gravidez9 e Lactação10 da Xeloda

Não existem estudos com mulheres grávidas que usaram XELODA, porém presume-se que XELODA poderá representar perigo para o feto49 caso seja administrado em mulheres grávidas. Em estudos sobre toxicidade50 relacionada à reprodução51 em animais, a administração da capecitabina causou embrioletalidade e teratogenicidade. Essas descobertas são efeitos esperados dos derivados das fluoropirimidinas. A capecitabina deve ser considerada com potencial teratogênico52 para os seres humanos. XELODA não deve ser usado durante a gravidez9. Caso XELODA seja usado durante a gravidez9 ou se as pacientes engravidarem durante a administração dessa droga, as mesmas deverão ser advertidas quanto ao perigo potencial para o feto49. As mulheres férteis deverão ser aconselhadas a evitar a gravidez9 durante o tratamento com XELODA.
Não se tem conhecimento se XELODA é excretado no leite materno. Como muitas drogas são excretadas no leite materno e por causa da possibilidade de reações adversas sérias em lactentes53, recomenda-se interromper a lactação10 durante a terapia com XELODA.

Interações Medicamentosas da Xeloda

Uso concomitante: XELODA foi administrado concomitantemente com diversos anti-histamínicos, AINHs, morfina, paracetamol, ácido acetilsalicílico, anti-heméticos e antagonistas H2, sem efeitos clínicos significativos.Ligação à proteína: A ligação da capecitabina à proteína plasmática é baixa (54%). A interação com drogas, intimamente ligadas à proteína, por deslocamento não é esperada.

Interação do citocromo P-450: Durante as avaliações in vitro, não foi possível detectar o efeito da capecitabina sobre as enzimas microssomais hepáticas54 P-450 em seres humanos.

Reações Adversas/Colaterais e Alterações de Exames Laboratoriais da Xeloda


As reações adversas consideradas remota, possível ou provavelmente relacionadas com a administração de XELODA são as seguintes:
Gastrintestinais - As reações adversas mais freqüentes de XELODA foram distúrbios gastrintestinais, os quais foram reversíveis e não cumulativos: diarréia12, náusea13, vômito55, dor abdominal e estomatite44. As reações graves (Grau 3 - 4) foram relativamente infreqüentes.
Cutâneas18 - A síndrome45 mão46-pé (eritrodisestesia palmo-plantar) caracterizada por dormência23, disestesia56/parestesia57, formigamento, edema58 ou eritema59 com ou sem dor, descamação60, aparecimento de vesículas61 ou dor intensa foram observados em praticamente metade das pacientes. As reações graves foram relativamente infreqüentes. A dermatite62 freqüentemente ocorre nas pacientes, porém raramente é grave. A alopécia63 é incomum; não foram observados casos graves.
Reações adversas em geral - A fadiga20 foi relatada freqüentemente, porém as reações graves são raras. Outros eventos adversos comuns são inflamação64 de mucosa65, febre21, astenia66 e letargia67, sendo as reações graves raramente observadas.
Neurológicos - Cefaléia22, parestesia57, distúrbios do paladar24 e tontura25 ocorrem comumente; a incidência68 de reações graves é rara.
Cardiovasculares - Edema58 dos membros inferiores não ocorre comumente e não foi grave. Não se observaram outros eventos cardiovasculares com incidência68 significativa.
Hematológicos - A neutropenia69 não se observou freqüentemente e não foi grave. Anemia70 e leucopenia71 foram observadas raramente e não foram graves.
Outros - Anorexia72 e desidratação26 foram comumente observadas, porém, raramente foram consideradas graves.

Posologia da Xeloda

Dosagem recomendada

A dose recomendada de XELODA é de 2500 mg/m2, administrada diariamente durante duas semanas, seguida de um período de descanso de uma semana. A dose diária total de XELODA é administrada por via oral, dividida em duas tomadas (manhã e noite), 30 minutos após o final da refeição. Os comprimidos de XELODA devem ser ingeridos com água. O tratamento deve ser descontinuado caso se observe avanço da doença ou toxicidade50 intolerável.

Cálculo73 da dose de XELODA, de acordo com a superfície corpórea

Nível de dosagem 2500 mg/m2/dia        Quantidade de comprimidos                     a tomar    em cada dose (manhã                         e noite)Superfície        Dose diária
Corpórea (m2)        total (mg)*    150 mg        500 mg
> ou = 1,24        3000        --        3
1,25 - 1,36        3300        1        3
1,37 - 1,51        3600        2        3
1,52 - 1,64        4000        --        4
1,65 - 1,76        4300        1        4
1,77 - 1,91        4600        2        4
1,92 - 2,04        5000        --        5
2,05 - 2,17        5300        1        5
> ou = 2,18        5600        2        5

* Dose diária total dividida por 2, para permitir doses iguais de manhã e à noite.

Ajustes da Dosagem Durante o Tratamento da Xeloda

A toxicidade50 causada pela administração de XELODA pode ser controlada por tratamento sintomático74 e/ou modificação da dose de XELODA (interrupção do tratamento ou redução da dose). Uma vez diminuída a dose, a mesma não deverá ser aumentada posteriormente. A seguir, encontram-se as modificações na dose, recomendadas por toxicidade50 (de acordo com o Critério Comum de Toxicidade50 do Instituto Nacional do Câncer2 do Canadá):

Grau 1:
Manter o nível de dosagem

Grau 2:
. 1a Ocorrência: Interromper o tratamento até ser atingido o grau 0-1; reiniciar o próximo  ciclo da terapia com 100% da dose recomendada.
. 2a Ocorrência: Interromper o tratamento até ser atingido o grau 0-1; reiniciar o próximo ciclo da terapia com 75% da dose recomendada.
. 3a Ocorrência: Interromper o tratamento até ser atingido o grau 0-1; reiniciar o próximo ciclo da terapia com 50% da dose recomendada.
. 4a Ocorrência: Descontinuar o tratamento em caráter permanente.

Grau 3:
. 1a Ocorrência: Interromper o tratamento até ser atingido o grau 0-1; reiniciar o próximo ciclo da terapia com 75% da dose recomendada.
. 2a Ocorrência: Interromper o tratamento até ser atingido o grau 0-1; reiniciar o próximo ciclo da terapia com 50% da dose recomendada.
. 3a Ocorrência: Descontinuar o tratamento em caráter permanente.

Grau 4:

Descontinuar o tratamento em caráter permanente. Caso a continuação do tratamento atenda aos melhores interesses da paciente, interromper o tratamento até que a toxicidade50 tenha atingido o grau 0-1 e reiniciar o próximo ciclo da terapia com 50% da dose recomendada.

Ajuste da Dosagem Para Populações Específicas da Xeloda

Insuficiência hepática75: A farmacocinética de XELODA foi avaliada em pacientes com disfunção hepática39 leve a moderada causada por metástase76 no fígado28. Nessas pacientes, não é necessário realizar ajuste da dose.Insuficiência renal77: XELODA não foi avaliado em pacientes com diminuição da função renal78 (definida como nível de creatinina79 sérica 1,5 vezes maior do que o limite superior da normalidade).

Crianças: A segurança e eficácia de XELODA em crianças não foi estudada.

Idosos: Não é necessário realizar ajuste da dose. Todavia, os pacientes idosos (> 65 anos) aparentam ser mais susceptíveis à toxicidade50 do 5-FU do que os pacientes jovens.

Recomenda-se efetuar o monitoramento cuidadoso dos pacientes idosos.

Superdosagem da Xeloda

Os eventos adversos causados por superdosagem não foram relatados nos estudos clínicos com XELODA. Todavia, com base em experiência com animais (macacos tratados de forma aguda com 26.679 mg/m2) e humanos com a dose máxima tolerada (3514 mg/m2/dia), as manifestações precoces de superdosagem aguda poderiam ser náusea13, vômito55, diarréia12, irritação e sangramento gastrintestinal e depressão da medula óssea80. O tratamento da superdosagem deve incluir reidratação, uso de diuréticos81 ou possivelmente diálise82.

Pacientes Idosos da Xeloda

Não é necessário realizar ajuste da dose. Todavia, os pacientes idosos (> 65 anos) aparentam ser mais susceptíveis à toxicidade50 do 5-FU do que os pacientes jovens.
Recomenda-se efetuar o monitoramento cuidadoso dos pacientes idosos.

ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO E EMBORA AS PESQUISAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA, QUANDO CORRETAMENTE INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES ADVERSAS IMPREVISÍVEIS, AINDA NÃO DESCRITAS OU CONHECIDAS. EM CASO DE SUSPEITA DE REAÇÃO ADVERSA, O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER NOTIFICADO.

XELODA - Laboratório

ROCHE
Av. Engenheiro Billings, 1729 - Jaguaré
São Paulo/SP - CEP: 05321-900
Tel: 0800 7720 289
Fax: 0800 7720 292
Site: http://www.roche.com/
Estrada dos Bandeirantes, 2020
CEP: 22710-104
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Ver outros medicamentos do laboratório "ROCHE"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
3 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
4 Citostáticos: Diz-se de substâncias que inibem o crescimento ou a reprodução das células.
5 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
6 Citostático: Diz-se de substância que inibe o crescimento ou a reprodução das células.
7 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
8 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
9 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
10 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
11 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
12 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
13 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
14 Inchaço: Inchação, edema.
15 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
16 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
17 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
18 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
19 Cabelo: Estrutura filamentosa formada por uma haste que se projeta para a superfície da PELE a partir de uma raiz (mais macia que a haste) e se aloja na cavidade de um FOLÍCULO PILOSO. É encontrado em muitas áreas do corpo.
20 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
21 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
22 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
23 Dormência: 1. Estado ou característica de quem ou do que dorme. 2. No sentido figurado, inércia com relação a se fazer alguma coisa, a se tomar uma atitude, etc., resultando numa abulia ou falta de ação; entorpecimento, estagnação, marasmo. 3. Situação de total repouso; quietação. 4. No sentido figurado, insensibilidade espiritual de um ser diante do mundo. Sensação desagradável caracterizada por perda da sensibilidade e sensação de formigamento, e que geralmente ocorre nas extremidades dos membros. 5. Em biologia, é um período longo de inatividade, com metabolismo reduzido ou suspenso, geralmente associado a condições ambientais desfavoráveis; estivação.
24 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
25 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
26 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
27 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
28 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
29 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
30 Citotóxico: Diz-se das substâncias que são tóxicas às células ou que impedem o crescimento de um tecido celular.
31 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
32 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
33 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
34 Mucosa Intestinal: Revestimento dos INTESTINOS, consistindo em um EPITÉLIO interior, uma LÂMINA PRÓPRIA média, e uma MUSCULARIS MUCOSAE exterior. No INTESTINO DELGADO, a mucosa é caracterizada por várias dobras e muitas células absortivas (ENTERÓCITOS) com MICROVILOSIDADES.
35 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
36 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
37 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
38 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
39 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
40 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
41 Bolus: Uma quantidade extra de insulina usada para reduzir um aumento inesperado da glicemia, freqüentemente relacionada a uma refeição rápida.
42 Catabólito: Relativo ao catabolismo, ou seja, relativo à fase do metabolismo em que ocorre a degradação pelo organismo das macromoléculas nutritivas, com consequente liberação de energia.
43 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
44 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
45 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
46 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
47 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
48 Incontinência: Perda do controle da bexiga ou do intestino, perda acidental de urina ou fezes.
49 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
50 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
51 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
52 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
53 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
54 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
55 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
56 Disestesia: Distúrbio da sensibilidade superficial tátil.
57 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
58 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
59 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
60 Descamação: 1. Ato ou efeito de descamar(-se); escamação. 2. Na dermatologia, fala-se da eliminação normal ou patológica da camada córnea da pele ou das mucosas. 3. Formação de cascas ou escamas, devido ao intemperismo, sobre uma rocha; esfoliação térmica.
61 Vesículas: Lesões papulares preenchidas com líquido claro.
62 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
63 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
64 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
65 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
66 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
67 Letargia: Em psicopatologia, é o estado de profunda e prolongada inconsciência, semelhante ao sono profundo, do qual a pessoa pode ser despertada, mas ao qual retorna logo a seguir. Por extensão de sentido, é a incapacidade de reagir e de expressar emoções; apatia, inércia e/ou desinteresse.
68 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
69 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
70 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
71 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
72 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
73 Cálculo: Formação sólida, produto da precipitação de diferentes substâncias dissolvidas nos líquidos corporais, podendo variar em sua composição segundo diferentes condições biológicas. Podem ser produzidos no sistema biliar (cálculos biliares) e nos rins (cálculos renais) e serem formados de colesterol, ácido úrico, oxalato de cálcio, pigmentos biliares, etc.
74 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
75 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
76 Metástase: Formação de tecido tumoral, localizada em um lugar distante do sítio de origem. Por exemplo, pode se formar uma metástase no cérebro originário de um câncer no pulmão. Sua gravidade depende da localização e da resposta ao tratamento instaurado.
77 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
78 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
79 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
80 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
81 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
82 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.

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