Preço de ZYBAN em Fairfield/SP: R$ 151,97

ZYBAN

GlaxoSmithKline

Atualizado em 09/12/2014

ZYBAN®
Cloridrato de bupropiona

Forma Farmacêutica e Apresentações de Zyban

ZYBAN® é apresentado na forma de comprimidos de liberação lenta contendo 150mg de cloridrato de bupropiona, acondicionados em blister e embalados em cartuchos com 30 e 60 comprimidos.

Composição de Zyban

Cada comprimido contém:
Cloridrato de bupropiona ....................     150mg
Excipientes: celulose microcristalina, hidroxipropilmetilcelulose, cloridrato de cisteína, estearato de magnésio, dióxido de titânio, polietilenoglicol, polisorbato 80, corantes azul FD&C nº 2 e vermelho FD&C nº 40 e cera de carnaúba q.s.p.      1 comprimido

USO ADULTO

Informações ao Paciente de Zyban

Ação esperada do medicamento: ZYBAN® é indicado no tratamento da dependência à nicotina e como adjuvante na cessação  tabágica.

Cuidados de armazenamento: Mantenha o medicamento na embalagem original, em local fresco (abaixo de 25°C).

Prazo de validade: O prazo de validade é de 24 meses a partir da data de fabricação, que encontra-se impressa na embalagem externa do produto, juntamente com o número do lote e data de fabricação. Não utilize medicamentos que estejam fora do prazo de validade, pois o efeito desejado pode não ser obtido.

Gravidez1 e lactação2: Não é recomendado o uso de ZYBAN® durante a gravidez1 e em mulheres que estejam amamentando. Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez1 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao seu médico se estiver amamentando.

Cuidados de administração: Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. A duração prevista do tratamento com ZYBAN® é de 7 a 12 semanas contínuas.

Reações adversas: Informe ao seu médico ao aparecimento de reações desagradáveis, tais como insônia, tremor, dor de cabeça3, tontura4, agitação, ansiedade e  "boca5 seca".
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DE CRIANÇAS.

Ingestão concomitante com outras substâncias: Informe ao seu médico sobre qualquer outro medicamento que esteja usando (principalmente antidepressivos), antes do início ou durante o tratamento. É desaconselhável a ingestão de álcool durante o tratamento. ZYBAN® não deve ser usado em associação com qualquer outro medicamento que contenha bupropiona. Se você estiver usando o Sistema Transdérmico de Nicotina (STN) juntamente com ZYBAN®, tenha em mente que é importante parar de fumar durante o tempo que estiver fazendo o uso destes dois tratamentos, pois pode aumentar a incidência6 de reações adversas.  

Contra-indicações e precauções: O uso de ZYBAN® é contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade conhecida a qualquer componente da fórmula, pacientes com história de convulsões, bulimia7 ou anorexia nervosa8. Informe ao seu médico antecedentes de epilepsia9/ convulsões, crises, traumatismo10 craniano e/ ou neurocirurgia.

Capacidade para dirigir e operar máquinas: Os pacientes em tratamento com ZYBAN® devem ter cuidado ao dirigir ou operar máquinas, até que estejam certos de que o ZYBAN® não afeta seu desempenho. Assim como outros medicamentos que agem no sistema nervoso central11, este medicamento  pode afetar o desempenho em atividades que necessitem de habilidade motora ou cognitiva12.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE13.


INFORMAÇÕES TÉCNICAS

Características de Zyban

Mecanismo de ação: A bupropiona é um inibidor, relativamente seletivo, da recaptação de catecolaminas  (norepinefrina e dopamina14), com mínimo efeito na recaptação de indolaminas (serotonina)  e não inibindo a monoaminoxidase (MAO15). O exato mecanismo  de ação através do qual a bupropiona aumenta a capacidade dos pacientes em abster-se do ato de fumar é desconhecido. Presume-se que o mecanismo de ação da bupropiona seja mediado por mecanismos noradrenérgicos e/ou dopaminérgicos, minimizando os sintomas16 da abstinência nicotínica.

Absorção: Após administração oral da bupropiona a voluntários sadios, os picos de concentração plasmática são alcançados após aproximadamente 3 horas. A bupropiona e seus metabólitos17 apresentam cinética18 linear, após administração crônica de 150 a 300mg por dia.
Não existem alterações significativas na absorção da bupropiona, quando administrada com alimentos.

Distribuição: A bupropiona é  largamente distribuída com volume aparente de distribuição de aproximadamente 2000 L. A extensão de ligação do metabólito19 treohidrobupropiona às proteínas20 é de cerca da metade do que é observado com a bupropiona.

Metabolismo21: A bupropiona é extensivamente metabolizada em humanos.  Três metabólitos17 da bupropiona foram identificados: a hidroxibupropiona, e os isômeros amino-álcool treohidrobupropiona e eritrohidrobupropiona. Estes metabólitos17 podem ter importância clínica, quando suas concentrações plasmáticas são maiores que as da bupropiona. Os picos de concentrações plamáticas da hidroxibupropiona e da treohidroxibupropiona são alcançados aproximadamente 6 horas após a administração de uma única dose de Zyban . A eritrohidroxibupropiona não pode ser medida no plasma22 após uma única dose de Zyban. Os metabólitos17 ativos são posteriormente metabolizados a metabólitos17 inativos e excretados na urina23. Estudos in vitro demonstram que a bupropiona é metabolizada aos seus principais metabólitos17 primariamente pelo CYP2B6, e que o sistema enzimático citocromo P450 não está envolvido na formação da treohidroxipupropiona.

A bupropiona e a hidroxibupropiona são inibidores relativamente fracos da isoenzima CYP2D6 com valores de Ki de 21 e 13.3 mM, respectivamente. Em voluntários que metabolizam extensivamente a isoenzina CYP2B6, a administração concomitante de bupropiona e desipramina resultou em um aumento da Cmáx e AUC da desipramina de 2 e 5 vezes, respectivamente. Este efeito permaneceu por pelo menos sete dias após a última dose de bupropiona. Uma vez que a bupropiona não é metabolizada pela via  CYP2D6,  a desipramina não afeta a farmacocinética da bupropiona. Recomenda-se cuidado quando Zyban é administrado com substratos da via CYP2D6.

Após a administração de uma dose única de bupropiona,  não existe nenhuma diferença da Cmáx, meia-vida, Tmáx, AUC ou clearance da bupropiona ou de seus principais metabólitos17, entre fumantes e não fumantes.

A bupropiona demonstrou induzir seu próprio metabolismo21, em animais,  após administração "sub-crônica". Em humanos, não existe evidências de indução enzimática da bupropiona e hydroxibupropiona, em voluntários ou pacientes recebendo as doses recomendadas de bupropiona,  por 10 a 45 dias.  

Eliminação: Após administração oral de 200mg de bupropiona marcada com 14C em humanos, 87% e 10% da dose radiomarcada foram eliminados na urina23 e fezes, respectivamente. A fração da dose oral de bupropiona excretada inalterada foi de apenas 0,5%, um dado que está de acordo com o extenso metabolismo21 da bupropiona. Menos do que 10% desta dose de 14C foi encontrada na urina23 como metabólitos17 ativos. O clearance médio aparente após administração oral de bupropiona é, aproximadamente, 200 L/H e a meia-vida de eliminação média da bupropiona é de aproximadamente 20 horas. A meia-vida de eliminação da hidroxibupropiona é de aproximadamente 20 horas e sua área sobre  a curva, no estado de equilíbrio, é  aproximadamente 17 vezes a da bupropiona. As meia-vidas de eliminação da treohidroxibupropiona e da hidroxibupropiona são mais longas (37 e 33 horas, respectivamente) e os valores da  área sobre a curva no estado de equilíbrio são 8 a 16 vezes maiores dos valores da bupropiona, respectivamente. O estado de equilíbrio para a bupropiona e seus metabólitos17 é alcançado dentre de 8 dias.

Pacientes com insuficiência renal24: A farmacocinética da bupropiona na presença de doenças renais não foi avaliada. A eliminação dos principais metabólitos17 da bupropiona pode ser alterada pela redução da função renal25.

Pacientes com insuficiência hepática26: A meia-vida média de eliminação da hidroxibupropiona mostrou-se prolongada, em indivíduos com doença hepática27 alcoólica quando comparado com indivíduos saudáveis com idade e peso semelhantes (32,2 +/- 13,5 versus  21,2 +/- 4,9 horas; p<0,05).  As diferenças para a bupropiona e outros metabólitos17, em dois grupos de pacientes, não foram significativas.

Disfunção Ventricular Esquerda: Durante um estudo de uso crônico28 com bupropiona em 14 pacientes com diagnósticos associados de depressão e disfunção ventricular esquerda, não ocorreram efeitos aparentes sobre a farmacocinética, quer da bupropiona, quer de seus metabólitos17, em comparação com voluntários hígidos.

Idade: Os efeitos do envelhecimento sobre a farmacocinética da bupropiona e de seus metabólitos17 não estão ainda amplamente caracterizados, porém um estudo envolvendo pacientes entre 18-83 anos de idade, utilizando 300-750 mg diários de bupropiona, 3 vezes ao dia, não revelou alterações quanto às concentrações plasmáticas em estado de equilíbrio. Tais dados sugerem inexistir efeitos proeminentes relacionados à idade.

Sexo: Um estudo envolvendo 12 voluntários do sexo masculino e 12 do sexo feminino não revelou diferenças relacionadas ao sexo, quanto aos parâmetros farmacocinéticos da bupropiona

Dados de segurança pré-clínica: Estudos de oncogenicidade em camundongos e ratos confirmam a ausência de carcinogenicidade nestas espécies. Foram observadas alterações hepáticas29 em animais; isto reflete a ação de um indutor de enzima30 hepática27. Doses terapêuticas em humanos não demonstraram evidência de qualquer indução enzimática, o que sugere que os achados hepáticos em animais de laboratório têm apenas importância limitada na avaliação do risco da bupropiona.

Indicações Terapêuticas de Zyban

ZYBAN® é indicado no tratamento da dependência à nicotina e como adjuvante na cessação  tabágica ou, eventualmente, como antidepressivo.

Contra Indicações de Zyban

ZYBAN® é contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade conhecida a qualquer componente da fórmula.  A bupropiona é contra-indicada em pacientes com distúrbios convulsivos e diagnóstico31 atual ou prévio de bulimia7 ou anorexia nervosa8, uma vez que foi observada uma alta incidência6 de convulsões nestes pacientes, quando a bupropiona foi administrada . ZYBAN® não deve ser administrado a pacientes tratados com qualquer outro medicamento que contenha bupropiona, uma vez que a incidência6 das convulsões é dose-dependente. É contra-indicada a administração concomitante de inibidores da monoaminoxidase32 (IMAOs), ou o seu uso dentro de até 14 dias após a  interrupção do tratamento com IMAO33.

Precauções e Advertências de Zyban

Crises convulsivas: O risco de convulsão34 associado ao uso de doses de até 300 mg/dia, na apresentação  de liberação prolongada (slow release) é da ordem de 0,1%(1/1000), quando da exposição crônica ao produto (por, em média, 8 semanas). O risco é um pouco maior no caso de emprego de doses de 300 a 400 mg/dia, na apresentação de liberação imediata ("convencional"), da ordem de 0,4%. É importante destacar que este risco pode aumentar em até 10 vezes no caso de uso de doses de 450 a 600 mg/dia. Este risco pode ser minimizado evitando-se fatores predisponentes, tais como, HPP de epilepsia9 ou TCE, neoplasia35 do SNC36, abuso de drogas ilícitas37 ou álcool, uso de anoréticos ou psicotrópicos38, ou ainda diabete mellitus. Os pacientes deve ser alertados para não fazerem uso de outros medicamentos que contenham bupropiona, como por exemplo o Wellbutrin (usado para o tratamento da depressão).

Psicose39, Confusão e outros Fenômenos Neuropsiquiátricos : Em estudos clínicos com Zyban em fumantes não depressivos, a incidência6 de efeitos adversos foi geralmente comparável ao placebo40. Pacientes com depressão tratados com bupropiona, em estudos de depressão, têm relatado uma variedade de sinais41 e sintomas16 neuropsiquiátricos, incluindo delírio42, alucinações43, psicose39, distúrbio da concentração, paranóia e confusão. Em alguns casos, estes sintomas16 diminuiram com a redução da dose e/ou retirada do tratamento.

Ativação da Psicose39 e/ou Mania : A bupropiona, assim como todo e qualquer antidepressivo pode  precipitar episódios maníacos em pacientes com disordem bipolar durante a fase de depressão de sua enfermidade, e pode ativar psicose39 latente em outros indivíduos susceptíveis. É esperado que a formulação de liberação controlada (slow release) de bupropiona exponha os pacientes ao mesmo risco. Não existem relatos de ativação da psicose39 ou mania em estudos clínicos com Zyban conduzidos em fumantes não depressivos, até o momento.

Uso em Pacientes com Doença Sistêmica : Não existe experiência clínica estabelecendo a segurança de Zyban em pacientes com história recente de infarto do miocárdio44 ou coronariopatia. Por este motivo, deve-se ter precaução com o uso do produto nestes grupos de pacientes.A bupropiona foi bem tolerada por pacientes com depressão que tinham anteriormente desenvolvido hipotensão45 ortostática enquanto recebiam antidepressivos tricíclicos, e foi geralmente bem tolerada em um grupo de 36 pacientes deprimidos internados com insuficiência cardíaca congestiva46 (ICC) instável. Contudo, a bupropiona foi associada a um aumento na pressão arterial47 em posição supina, em um estudo com pacientes com insuficiência cardíaca congestiva46, resultando na descontinuação do tratamento em dois,  pacientes por exacerbação da hipertensão48 basal. Em estudo comparativo, 6,1% de pacientes tratados com a combinação de Zyban e STN necessitaram de tratamento emergencial de hipertensão48 descompensada, comparados com 2,5% , 1,6% e 3,1% de pacientes tratados com Zyban, STN e placebo40, respectivamente. A maioria destes pacientes tinham evidência de hipertensão48 prévia. Três pacientes(1,2%) tratados com a combinação de Zyban e STN e um paciente (0,4%) tratado com STN tiveram a medicação do estudo descontinuada devido à hipertensão48, comparado a nenhum dos pacientes tratados com Zyban ou placebo40. Recomenda-se o monitoramento da hipertensão48 nos pacientes recebendo a combinação. Uma vez que o cloridrato de bupropiona e seus metabólitos17 são completamente metabolizados através dos rins49, e que os metabólitos17 tendem a sofrer conjugação no fígado50 antes da excreção urinária, o tratamento de pacientes com insuficiência renal24 ou hepática27 deve ser  iniciado  com doses reduzidas, pois a bupropiona e seus metabólitos17 podem acumular-se nestes pacientes, em uma extensão maior do que a usual. Os pacientes devem ser rigorosamente monitorados quanto a possíveis efeitos tóxicos dos níveis tissulares e sanguíneos da droga e seus metabólitos17.

Gravidez1 e lactação2: A segurança de Zyban na gravidez1 humana não foi estabelecida. A avaliação de estudos em animais não indica efeitos prejudiciais diretos ou indiretos em relação ao desenvolvimento embrio-fetal, o curso da gestação ou o desenvolvimento peri e pós-natal. Estudo de fertilidade em ratas não demonstrou evidências de alterações na fertilidade. Entretanto, como estudos em animais nem sempre são capazes de prever a resposta em humanos, o uso de ZYBAN® na gravidez1 não é recomendado.
Foi demonstrado que a bupropiona e seus metabólitos17 são excretados pelo leite materno ; portanto, devido às potenciais reações adversas, recomenda-se que mães que estejam recebendo tratamento com ZYBAN® não devam amamentar ao seio51.

Pacientes idosos: A experiência clínica com a bupropiona não demonstrou qualquer diferença na tolerabilidade entre pacientes idosos e outros pacientes. Entretanto, a maior sensibilidade de alguns pacientes idosos não pode ser desconsiderada. Pacientes idosos são mais susceptíveis a apresentar diminuição da função renal25 e por isso necessitarem de uma redução da frequência da dose.

Interações Medicamentosas de Zyban

Estudos in vitro indicam que a bupropiona é metabolizada em seu principal metabólito19 ativo, a hidroxibupropiona, principalmente através do citocromo P450IIB6 (CYP2B6). Deve-se ter cuidado ao administrar Zyban concomitantemente com drogas que  afetam a isoenzima CYP2B6 tais como a orfenadrina, ciclofosfamida e isofosfamida.

Embora a bupropiona não seja metabolizada pela isoenzima CYP2D6 , estudos in vitro com P450 humanos têm demonstrado que a bupropiona e a hidroxibupropiona são inibidores da via CYP2B6. Em um estudo de farmacocinética em humanos , a administração de bupropiona aumentou os níveis plasmáticos da desipramina. Este efeito foi mantido por pelo menos 7 dias após a última dose de bupropiona. O uso concomitante de Zyban com outras drogas metabolizadas pela isoenzima CYP2D6 não tem sido formalmente estudado. Por este motivo, a terapia concomitante com drogas predominantemente metabolizadas por esta isoenzima (tais como betabloqueadores, antiarrítimicos, , SSRIs, TCAs, antipsicóticos) devem ser iniciada pela dose inferior da faixa de doses da medicação concomitante. Se Zyban for adicionado ao tratamento em pacientes que já estejam recebendo drogas metabolizadas pela isoenzima CYP2D6, deve ser considerada a diminuição da dose da medicação original, particularmente para aquelas medicações concomitantes com estreito índice terapêutico.

Recomenda-se cautela na administração de Zyban em pacientes recebendo levodopa. Dados clínicos limitados sugerem uma maior incidência6 de reações adversas em pacientes tratados com bupropiona e levadopa.

Efeitos na Capacidade de Dirigir e Operar Máquinas de Zyban

Como ocorre com outras substâncias que atuam no Sistema Nervoso Central11, a bupropiona pode afetar a habilidade de desenvolver tarefas que requeiram raciocínio ou direção e habilidades cognitivas. Os pacientes devem, por isso, ter cuidado ao dirigir ou operar máquinas até  que estejam certos de que Zyban não afetou adversamente sua performance.

Reações Adversas de Zyban

•    Gerais: febre52, dor torácica, astenia53.
•    Cardiovasculares: taquicardia54, vasodilatação, hipotensão45 postural, elevação da pressão arterial47, "fogacho" e síncope55.
 Sistema nervoso central11: convulsões, insônia, tremor, distúrbios de concentração, cefaléia56, tontura4, depressão, confusão, agitação e ansiedade.
•    Insônia : Em um estudo dose-resposta para cessação do hábito de fumar, 29% dos pacientes tratados com 150 mg/dia de Zyban e 35% dos pacientes tratados com 300 mg/dia de Zyban experimentaram insônia, comparados com 21% dos pacientes tratados com placebo40. Os sintomas16 foram suficientemente  severos e requereram descontinuação do tratamento em 0,6% dos pacientes tratados com Zyban (e em nenhum dos pacientes tratados com placebo40). Em um estudo comparativo, 40% dos pacientes tratados com 300 mg/dia de Zyban, 28% dos pacientes tratados com 21 mg/dia de Sistema Transdérmico de Nicotina (STN) e 45% dos pacientes tratados com a combinação de Zyban e STN experimentaram insônia, comparados a 18% dos pacientes tratados com placebo40. Os sintomas16 foram suficientemente severos e requereram a descontinuação do tratamento em 0,8% dos pacientes tratados com Zyban (e em nenhum dos pacientes envolvidos nos outros grupos de tratamento). A insônia pode ser minimizada evitando-se tomar o medicamento próximo a hora de dormir e, se necessário, reduzindo-se a dose.
•    Endócrinas e metabólicas: anorexia57.
•    Gastrointestinais: secura na boca5, distúrbios gastrintestinais que incluem náuseas58 e vômitos59, dor abdominal e constipação60 . Recomenda-se o aumento da ingesta hídrica durante o início do tratamento.
•    Reações Alérgicas: Reações anafilactóides caracterizadas por prurido61, urticaria62, angioedema63 e dispnéia64, requerendo tratamento médico, foram relatados em cerca de 1-3 para cada 1000 pacientes nos estudos clínicos de Zyban. Além disto, houve raros relatos de eritema multiforme65, Síndrome66 de Stevens- Johnson e choque anafilático67, associado com à bupropiona.
•    Órgãos dos sentidos: "zumbido", distúrbios visuais e alterações do paladar68.

Posologia de Zyban

Adultos Tratamento inicial
Recomenda-se que o tratamento seja iniciado enquanto o paciente ainda está fumando, tendo uma data de interrupção programada para as duas primeiras semanas de tratamento com bupropiona (preferencialmente na segunda semana).
O tratamento deve ser seguido por 7 a 12 semanas.
Se o paciente não apresentar progresso significativo até a sétima semana de tratamento, é improvável que pare de fumar, e o tratamento deve ser interrompido.
A dose inicial é de 150mg, administrada diariamente durante três dias consecutivos, aumentando a seguir para 150mg, duas vezes ao dia. Deve-se respeitar um intervalo mínimo de 8 horas entre doses sucessivas. Sugere-se evitar doses próximas ao horário de dormir.
A dose única máxima não deve exceder 150mg, e a dose diária máxima  total não deve exceder 300mg (2 comprimidos).


Terapêutica69 de manutenção
A avaliação sistêmica da bupropiona, 300mg/dia, para a prevenção da recaída, demonstrou que o tratamento, por até 1 ano, foi bem tolerado e eficaz. A decisão de continuar o tratamento por períodos maiores que 12 semanas deve ser estudado individualmente, e considerando-se os eventuais benéficos para o paciente, quanto ao êxito de cessação tabágica.
Combinação do tratamento com ZYBAN® e Sistema Transdérmico de Nicotina (STN):
A combinação do tratamento com ZYBAN® e STN pode ser prescrita para a interrupção do hábito de fumar. O médico deve ler as informações da bula de ambos, antes do uso da combinação.
Recomenda-se, em pacientes tratados com a combinação de ZYBAN® e STN, o monitoramento da pressão arterial47, para detectar eventual  pico hipertensivo relacionado ao tratamento.
Estudo comparativo: Taxas de sucesso por grupo de tratamento

.STN = Sistema transdérmico de nicotina
* P < 0,001 versus placebo40
† P < 0,01 versus NTS.
‡ P

Crianças e Adolescentes
A segurança e eficácia de ZYBAN® em pacientes com menos de 18 anos não foram estabelecidas.

Superdose de Zyban

Foram descritos casos de ingestão aguda de doses até 10 vezes maiores que as doses terapêuticas máximas, que resultaram em sintomas16 tais como sonolência, agitação, alucinações43, perda de consciência, taquicardia54 e convulsões.
Tratamento: Na ocorrência de superdosagem, o paciente deve ser hospitalizado. Caso esteja consciente, o paciente deve ser induzido ao vômito70. Pode também ser administrado carvão ativado a cada 6 horas. Caso o paciente esteja em estupor ou convulsionando, recomenda-se a intubação das vias aéreas, antes da lavagem gástrica71. Estes procedimentos trazem benefícios, se realizados dentro das primeiras 12 horas após a superdosagem.

"ESTE PRODUTO É UM MEDICAMENTO NOVO E, EMBORA AS PESQUISAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA, QUANDO CORRETAMENTE INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES ADVERSAS IMPREVISÍVEIS, AINDA NÃO DESCRITAS OU CONHECIDAS. EM CASO DE SUSPEITA DE REAÇÃO ADVERSA, O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER NOTIFICADO."

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DE RECEITA
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ZYBAN - Laboratório

GlaxoSmithKline
Estrada dos Bandeirantes, 8464
Rio de Janeiro/RJ - CEP: 22783-110

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Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
2 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
3 Cabeça:
4 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
5 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
6 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
7 Bulimia: Ingestão compulsiva de alimentos, em geral seguida de indução do vômito ou uso abusivo de laxantes. Trata-se de uma doença psiquiátrica, que faz parte dos chamados Transtornos Alimentares, juntamente com a Anorexia Nervosa, à qual pode estar associada.
8 Anorexia nervosa: Distúrbio alimentar caracterizado por uma alteração da imagem corporal associado à anorexia.
9 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
10 Traumatismo: Lesão produzida pela ação de um agente vulnerante físico, químico ou biológico e etc. sobre uma ou várias partes do organismo.
11 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
12 Cognitiva: 1. Relativa ao conhecimento, à cognição. 2. Relativa ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
13 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
14 Dopamina: É um mediador químico presente nas glândulas suprarrenais, indispensável para a atividade normal do cérebro.
15 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
16 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
17 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
18 Cinética: Ramo da física que trata da ação das forças nas mudanças de movimento dos corpos.
19 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
20 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
21 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
22 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
23 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
24 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
25 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
26 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
27 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
28 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.
29 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
30 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
31 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
32 Inibidores da monoaminoxidase: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
33 IMAO: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
34 Convulsão: Episódio agudo caracterizado pela presença de contrações musculares espasmódicas permanentes e/ou repetitivas (tônicas, clônicas ou tônico-clônicas). Em geral está associada à perda de consciência e relaxamento dos esfíncteres. Pode ser devida a medicamentos ou doenças.
35 Neoplasia: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
36 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
37 Ilícitas: 1. Condenadas pela lei e/ou pela moral; proibidas, ilegais. 2. Qualidade das que não são legais ou moralmente aceitáveis; ilicitude.
38 Psicotrópicos: Que ou o que atua quimicamente sobre o psiquismo, a atividade mental, o comportamento, a percepção, etc. (diz-se de medicamento, droga, substância, etc.). Alguns psicotrópicos têm efeito sedativo, calmante ou antidepressivo; outros, especialmente se usados indevidamente, podem causar perturbações psíquicas.
39 Psicose: Grupo de doenças psiquiátricas caracterizadas pela incapacidade de avaliar corretamente a realidade. A pessoa psicótica reestrutura sua concepção de realidade em torno de uma idéia delirante, sem ter consciência de sua doença.
40 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
41 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
42 Delírio: Delirio é uma crença sem evidência, acompanhada de uma excepcional convicção irrefutável pelo argumento lógico. Ele se dá com plena lucidez de consciência e não há fatores orgânicos.
43 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
44 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
45 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
46 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
47 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
48 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
49 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
50 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
51 Seio: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
52 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
53 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
54 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
55 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
56 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
57 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
58 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
59 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
60 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
61 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
62 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
63 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
64 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
65 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
66 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
67 Choque anafilático: Reação alérgica grave, caracterizada pela diminuição da pressão arterial, taquicardia e distúrbios gerais da circulação, acompanhado ou não de edema de glote. Necessita de tratamento urgente. Pode surgir por exposição aos mais diversos alérgenos.
68 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
69 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
70 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
71 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.

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