MUCOTOSS

EMS S/A

Atualizado em 09/12/2014

Mucotoss

Carbocisteina

Xarope Infantil de 20mg/ml: Frasco com 100 ml
Xarope Adulto de 50 mg/ml: Frasco com 100 ml
Uso Adulto ou Pediátrico
Uso Oral

Composição de Mucotoss

Cada ml de Mucotoss® Xarope Pediátrico contém:carbocisteína .................... 20 mg
excipiente q. s. p.................... 1 ml
(hietelose, sacarina1 sódica, propilparabeno, metilparabeno, hidróxido de sódio, essência de framboesa, essência de caramelo, corante vermelho eritrosina 3, álcool etílico, ácido citrico)

Cada ml de Mucotoss® Xarope Adulto contém:
carbocisteína .................... 50 mg
excipiente q. s. p. .................... 1 ml
(hietelose, sacarina1 sódica, propilparabeno, metilparabeno, hidróxido de sódio, essência de framboesa, essência de caramelo, corante vermelho eritrosina 3, álcool etílico, ácido citrico)

Informações Paciente de Mucotoss

Ação esperada do medicamento: Mucotoss® ajuda a diminuir a produção das secreções respiratórias, assim como deixa as secreções menos espessas, facilitando sua eliminação pelo organismo, quando há um excesso destas secreções por doenças respiratórias.

Cuidados de armazenamento: Manter em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C). Proteger da luz e manter em lugar seco.

Prazo de validade: O número de lote e as datas de fabricação e validade do produto estão carimbados no cartucho.

Não use medicamento fora do prazo de validade indicado, sob o risco do efeito esperado não ocorrer.

Gravidez2 e lactação3: Informar ao seu médico se estiver amamentando.
Informe seu médico a ocorrência de gravidez2 na vigência do tratamento ou após o seu término.

Cuidados de administração: Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Cuidados na interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Reações adversas: Às vezes, este medicamento pode causar algumas reações desagradáveis como: dor no estômago4, enjôo, diarréia5, sangramento no estômago4 ou intestinos6, alergia7 na pele8, tontura9, insônia, dor de cabeça10, palpitação11 e leve diminuição da taxa de açúcar12 no sangue13.
Informe ao seu médico o aparecimento destas ou de quaisquer outras reações desagradáveis.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Ingestão concomitante com outras substâncias: durante o tratamento com Mucotoss® você não deve fazer uso de medicamentos que inibam a tosse como os antitussígenos, bem como não deve fazer uso de medicamentos atropínicos.

Contra-indicações e precauções: Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando antes do início ou durante o tratamento.
Este medicamento não deve ser utilizado em crianças menores de 2 anos de idade.

O tratamento com Mucotoss® não substitui o tratamento primário da doença respiratória. Assim, antes de se iniciar o tratamento com Mucotoss® deve ser feito o diagnóstico14 apropriado da doença e instituída a terapêutica15 específica, como por exemplo, antibióticos adequados nos casos de infecções16 ou outros medicamentos, conforme necessário, de acordo com o critério médico.

O produto não deve ser utilizado por pacientes com úlceras17 no estômago4 ou no duodeno18 ou hipersensibilidade aos componentes da formulação.
Pacientes idosos: não existem restrições ou precauções especiais com relação ao uso do produto por pacientes idosos.

A ação do Mucotoss® inicia-se aproximadamente 1 a 2 horas após a ingestão.

NÃO TOME MEDICAMENTOS SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE19.

Informação Técnica de Mucotoss

Características de Mucotoss

A carbocisteína, cujo nome químico é S-(carboximetil)-1-cisteína, é um aminoácido dibásico, de peso molecular 179,2 e fórmula molecular C5H9NO4S.

Farmacologia20 Clínica de Mucotoss

O exato mecanismo de ação da carbocisteína ainda não foi totalmente elucidado; sua ação, no entanto, parece estar associada à regulação da viscosidade21 das secreções mucosas22 do trato respiratório. Estudos em animais e em humanos mostram que a carbocisteína altera a síntese das glicoproteínas do muco, aumentando, proporcionalmente, a produção de sialoglicoproteínas, o que torna a secreção mais fluida e assim melhoraria a depuração mucociliar23, tornando a tosse mais efetiva.

A carbocisteína é rapidamente absorvida após a administração oral. As concentrações séricas máximas são alcançadas entre 1 a 2 horas após a administração e, após uma dose de 1,5 g, os valores máximos foram de 13 a 16 mg/l. A meia-vida plasmática foi estimada em 1,5 a 2 horas e o volume aparente de distribuição em aproximadamente 60 litros. A carbocisteína parece distribuir-se bem no tecido24 pulmonar e no muco respiratório, sugerindo ação locaÉ metabolizada através de acetilação, descarboxilação e sulfoxidação.

Muito pouco do derivado descarboximetilado é produzido. A maior parte da droga é eliminada inalterada, por excreção urinária. Dois terços dos indivíduos excretam um glicuronídeo como metabólito25 menor. Não há relatos de atividade farmacológica importante destes metabólitos26.

A ação do Mucotoss inicia-se aproximadamente 1 a 2 horas após a ingestão.

Indicações de Mucotoss

Mucotoss® está indicado, em terapia adjuvante, como mucolítico e fluidificante das secreções, nas afecções27 agudas ou crônicas do trato respiratório onde a presença de secreção viscosa e/ou abundante de muco seja fator agravante.

Contra-Indicações de Mucotoss

O produto não deve ser utilizado por pacientes com úlceras17 gástricas, duodenais ou nos casos de hipersensibilidade aos componentes da formulação.

Precauções e Advertências de Mucotoss

Deve-se ter cautela em paciente com história de úlcera gástrica28 ou duodenal.

Precauções de uso em pacientes com asma29 brônquica e insuficiência respiratória30.

Este medicamento não deve ser utilizado em crianças menores de 2 anos de idade.

Uso durante a gravidez2 e a lactação3: o efeito de Mucotoss na fertilidade humana não é conhecido e não há estudos adequados e bem controlados em gestantes. Não se sabe se a carbocisteína é excretada no leite humano.

Mucotoss® não deve ser utilizado durante a gravidez2 e a lactação3, a menos que, a critério médico, os benefícios esperados ultrapassem substancialmente o risco potencial para a criança.

Interações Medicamentosas de Mucotoss

Mucomodificadores brônquicos não devem ser associados com antitussígenos e/ou substâncias atropínicas.

Reações Adversas de Mucotoss

Náuseas31, diarréia5, desconforto gástrico, sangramento gastrointestinal e erupções dermatológicas têm ocorrido, ocasionalmente.

Outros relatos incluem: tonturas32, insônia, cefaléia33, palpitações34 e hipoglicemia35 leve.

Posologia de Mucotoss

Crianças entre 2 e 5 anos de idade (vide precauções): 2,5 a 5 ml (para medir o volume utilize o copo medida) de Mucotoss® Xarope Pediátrico, o que eqüivale a 5 mg de carbocisteína/ kg de peso, 3 vezes ao dia.

Crianças entre 5 e 12 anos de idade: 5 a 10 ml (para medir o volume, utilize o copo-medida) de Mucotoss® Xarope Pediátrico
(o que equivale a 5 mg de carbocisteína/ kg de peso), 3 vezes ao dia.

Adultos: 5 a 10 ml (para medir o volume, utilize o copo-medida) de Mucotoss® Xarope Adulto (o que equivale a 250 a 500 mg de carbocisteína), 3 vezes ao dia.

Superdosagem de Mucotoss

Nestes casos, os sintomas36 mais comuns que podem aparecer são dor de estômago4, enjôo, vômito37 e diarréia5.

O médico deve ser imediatamente comunicado e, provavelmente, deverá ser feita uma lavagem gástrica38, devendo o paciente ser mantido sob cuidadosa observação médica.

Pacientes Idosos de Mucotoss

Não existem restrições ou precauções especiais com relação ao uso do produto por pacientes idosos.

SIGA CORRETAMENTE O MODO DE USAR, NÃO DESAPARECENDO OS SINTOMAS36 PROCURE ORIENTAÇÃO MÉDICA.

Reg. M.S. N°: 1.0583.0163
Farmacêutico Responsável: Maria Geisa Pimentel de Lima e Silva
CRF-SP: 8.082

Fabricado e comercializado pela:
EMS S/A
Rod. SP 101 km 08   Hortolândia   SP
CEP: 13186-901
C.N.P.J.: 57.507.378/0001-01

"Nº de Lote, Fabricação e Validade: vide cartucho."

SAC 0800-191222
www.ems.com.br <http://www.ems.com.br/>

Nature' s Plus Farmacêutica Ltda.
Rod. SP 101, km 08 - Hortolândia/SP
CEP: 13186-901
C.N.P.J: 45.992.062/0001-65


MUCOTOSS - Laboratório

EMS S/A
Rod. Jornalista F. A. Proença, km 08. Bairro Chácara Assay.
Hortolândia/SP - CEP: 13186-901
Site: http://www.ems.com.br

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Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Sacarina: Adoçante sem calorias e sem valor nutricional.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
4 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
5 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
6 Intestinos: Seção do canal alimentar que vai do ESTÔMAGO até o CANAL ANAL. Inclui o INTESTINO GROSSO e o INTESTINO DELGADO.
7 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
8 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
9 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
10 Cabeça:
11 Palpitação: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
12 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
13 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
14 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
15 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
16 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
17 Úlceras: Feridas superficiais em tecido cutâneo ou mucoso que podem ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
18 Duodeno: Parte inicial do intestino delgado que se estende do piloro até o jejuno.
19 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
20 Farmacologia: Ramo da medicina que estuda as propriedades químicas dos medicamentos e suas respectivas classificações.
21 Viscosidade: 1. Atributo ou condição do que é viscoso; viscidez. 2. Resistência que um fluido oferece ao escoamento e que se deve ao movimento relativo entre suas partes; atrito interno de um fluido.
22 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
23 Mucociliar: O aparelho mucociliar tem como principal função a remoção de partículas ou substâncias potencialmente agressivas ao trato respiratório através do transporte pelos cílios, ou alternativamente, pela tosse e espirro, nos quadros de hiperprodução de muco, como rinite alérgica, rinossinusites, bronquite crônica, fibrose cística e asma.
24 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
25 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
26 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
27 Afecções: Quaisquer alterações patológicas do corpo. Em psicologia, estado de morbidez, de anormalidade psíquica.
28 Úlcera gástrica: Lesão na mucosa do estômago. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100 % dos casos.
29 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
30 Insuficiência respiratória: Condição clínica na qual o sistema respiratório não consegue manter os valores da pressão arterial de oxigênio (PaO2) e/ou da pressão arterial de gás carbônico (PaCO2) dentro dos limites da normalidade, para determinada demanda metabólica. Como a definição está relacionada à incapacidade do sistema respiratório em manter níveis adequados de oxigenação e gás carbônico, foram estabelecidos, para sua caracterização, pontos de corte na gasometria arterial: PaO2 50 mmHg.
31 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
32 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
33 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
34 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
35 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
36 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
37 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
38 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.

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